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    Criadores de American Gods abandonam a série

    30 de novembro de 2017 /

    Os criadores da série “American Gods”, Bryan Fuller e Michael Green, abandonaram a produção da 2ª temporada, depois de um impasse com a produtora FremantleMedia. Segundo a revista Variety, a dupla estava exigindo um orçamento maior para a 2ª temporada do programa (que já estaria perto de US$ 10 milhões por episódio). Além da disputa sobre orçamento, os showrunners queriam seguir um rumo diferente com a série do que a produtora tinha em mente. Como as partes não chegaram um acordo, os dois deixaram “American Gods”, preocupando os fãs da adaptação da obra de Neil Gaiman em relação aos rumos e a qualidade da produção. Relatos indicam que os dois deixaram a maioria dos roteiros prontos, mas eles não teriam sido integralmente aprovados em razão dos custos. O conflito de bastidores também explica porque a produção ainda não começou a gravar sua 2ª temporada. Bryan Fuller chegou a abandonar seu emprego dos sonhos, como showrunner de “Star Trek: Discovery”, após ser um trekker por anos, para se dedicar a “American Gods”. Ele agora vai concentrar seus esforços na adaptação de “Amazing Stories”, recriação da série dos anos 1980 de Steven Spielberg, que está em desenvolvimento na Apple. Já Michael Green continuará focado no cinema, desenvolvendo as continuações/spin-offs de dois de seus sucessos deste ano: “Logan” e “Assassinato no Expresso do Oriente”. O roteirista também escreveu os recentes “Blade Runner 2049” e “Alien: Covenant”.

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    Supergirl enfrenta Régia no trailer do último episódio do ano

    28 de novembro de 2017 /

    A rede CW divulgou o trailer do midseason finale da 3ª temporada de “Supergirl”. A prévia se concentra no enfrentamento entre Supergirl (Melissa Benoist) e a recém-transformada Régia (Odette Annable, vestida com o uniforme da supervilã na foto acima). A revelação do passado kryptoniano de Régia (Reign, em inglês), até então vista como uma simpática mãe solteira, foi vislumbrado no capítulo que antecedeu o crossover “Crisis on Earth-X”. Mas a personagem também é relativamente nova nos quadrinhos, criada por Michael Green (hoje roteirista de cinema, responsável por “Logan” e “Alien: Covenant”) em 2012 como líder de uma raça de kryptonianos modificados geneticamente por Zor-El, o pai cientista de Kara. Nas publicações da DC Comics, cinco integrantes de sua espécie, denominada de Arrasa-Mundos (Worldkillers), tentam destruir a Terra e são impedidos por Supergirl, num combate que testa os limites da heroína. Como a ameaça de Régia vai monopolizar o episódio, a revelação da Legião dos Super-Heróis deve ficar para o ano que vem, servindo de chamariz para a segunda metade da temporada. Até o momento, apenas Satúrnia (antigamente conhecida como Moça de Saturno) foi vista na série. Ao contrário dos quadrinhos, ela não surgiu loira, mas com interpretação da estrela de Bollywood Amy Jackson (“Freaky Ali”). Mas esta nem foi a maior diferença. Imra Ardeen, a garota de Saturno, apareceu casada com Mon-El (Chris Wood) – eliminando décadas de histórias sobre seu casamento e filhos com Relâmpago (antigamente conhecido como Rapaz Relâmpago). Intitulado, apropriadamente, “Reign”, o último episódio do ano de “Supergirl” vai ao ar na próxima segunda-feira (4/12) nos Estados Unidos. Após o hiato de fim de ano, a série tem retorno previsto para 15 de janeiro. No Brasil, “Supergirl” é exibida com duas semanas de diferença no canal pago Warner.

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    Renata Sorrah volta a viver Nazaré em comercial do suspense Assassinato no Expresso do Oriente

    24 de novembro de 2017 /

    A Fox divulgou um comercial nacional de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que acrescenta uma apresentação de Renata Sorrah, em clima de Nazaré Tedesco. A vilã da novela “Senhora do Destino” não é suspeita na trama deste assassinato, que é um filme americano passado a bordo de um trem, mas isso não diminui a lista de possíveis culpados. Afinal, todos os demais passageiros são suspeitos e tem motivos para matar. O filme gira em torno de um assassinato cometido a bordo do famoso trem Expresso do Oriente. E quem leu o livro original de Agatha Christie, publicado em 1934, ou viu a adaptação clássica de 1974, sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como “o maior detetive do mundo”, Hercule Poirot, que se propõe a responder à pergunta básica dos enredos do gênero: “quem matou”. Quem vive o detetive belga é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do longa-metragem. E a impressionante lista de candidatos a assassino inclui Johnny Depp (“Piratas do Caribe”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 30 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.

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    Kenneth Branagh voltará como diretor e detetive na “continuação” de Assassinato no Expresso do Oriente

    21 de novembro de 2017 /

    O remake de “Assassinato no Expresso do Oriente” não estourou as bilheterias nem impressionou a crítica norte-americana, mas agradou o suficiente para o estúdio 20th Century Fox querer repetir a dose, filmando novo livro de mistério de Agatha Christie com o mesmo diretor, Kenneth Branagh. Trata-se de mais uma produção já levada ao cinema com grande elenco: “Morte no Nilo”. A versão mais famosa da história foi lançada em 1978, justamente após o sucesso do então chamado “Assassinato no Expresso Oriente”, de 1974. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, apesar de ainda não ter assinado o contrato, Branagh deve voltar a se dividir entre a direção e o papel do detetive Hercule Poirot no novo filme. Michael Green, autor do roteiro de “Assassinato no Expresso do Oriente”, também vai assinar a nova versão de “Morte no Nilo”. O elenco de 1978 incluía Bette Davis, Mia Farrow, David Niven, Angela Lansbury e Maggie Smith, e a tendência é a Fox emular a escalação estelar com astros atuais. Em “Assassinato no Expresso do Oriente”, por exemplo, a seleção incluiu Penélope Cruz, Johnny Depp, Judi Dench, Willem Dafoe, Michelle Pfeiffer, Daisy Ridley e Josh Gad, entre outros. Mas contratar grandes astros não é o maior problema previsto para a nova produção. A grande dificuldade, assim como aconteceu com “Assassinato no Expresso do Oriente”, será convencer o público a pagar para ver novamente um mistério que de misterioso já não tem nada, uma vez que traz os mesmos suspeitos, o mesmo culpado e o mesmo final bastante conhecidos. “Assassinato no Expresso do Oriente” ainda não estreou no Brasil. O lançamento nacional está previsto para 30 de novembro.

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    Comerciais de Assassinato no Expresso do Oriente apresentam o mistério e os suspeitos

    16 de outubro de 2017 /

    A Fox divulgou três comerciais de “Assassinato no Expresso do Oriente”, em que o mistério e os suspeitos são apresentados. O filme gira em torno de um assassinato cometido a bordo do Expresso do Oriente. E quem leu o livro original de Agatha Christie, publicado em 1934, ou viu a adaptação clássica de 1974, sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como “o maior detetive do mundo”, Hercule Poirot, que se propõe a responder à pergunta básica dos enredos do gênero: “quem matou”. Quem vive o detetive belga é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do longa-metragem. E a impressionante lista de candidatos a assassino inclui Johnny Depp (“Piratas do Caribe”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 30 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.

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    Johnny Depp flerta com Michelle Pfeiffer em cena de Assassinato no Expresso do Oriente

    11 de outubro de 2017 /

    A Fox divulgou uma cena de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que explora um flerte agressivo do gângster vivido por Johnny Depp sobre a nobre interpretada por Michelle Pfeiffer, durante um encontro nos corredores do trem que dá título à produção. Trata-se de um reencontro, já que os dois trabalharam juntos em “Sombras da Noite” (2012). O filme gira em torno de um assassinato cometido a bordo do Expresso do Oriente. E quem leu o livro original de Agatha Christie, publicado em 1934, ou viu a adaptação clássica de 1974, sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como “o maior detetive do mundo”, Hercule Poirot, que se propõe a responder à pergunta básica dos enredos do gênero: “quem matou”. Quem vive o detetive belga é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do longa-metragem. E a impressionante lista de candidatos a assassino ainda inclui Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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    Vídeo de bastidores destaca grandiosidade de Assassinato no Expresso do Oriente

    8 de outubro de 2017 /

    A Fox divulgou um vídeo de bastidores de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que, além de destacar o evidente elenco grandioso, chama atenção para a cenografia, figurinos e fotografia da produção. E é interessante como, apesar de se passar quase inteiramente num trem, o filme não parece nenhum pouco claustrofóbico ou teatral, muito antes pelo contrário, configurando-se praticamente como um épico. O filme gira em torno de um assassinato cometido a bordo do trem citado no título da produção. E quem leu o livro original de Agatha Christie, publicado em 1934, ou viu a adaptação clássica de 1974, sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como “o maior detetive do mundo”, Hercule Poirot, que se propõe a responder à pergunta básica dos enredos do gênero: “quem matou”. Quem vive o detetive belga é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do longa-metragem. E a impressionante lista de candidatos a assassino inclui Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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    Assassinato no Expresso do Oriente: 16 pôsteres destacam o grande elenco de suspeitos

    6 de outubro de 2017 /

    A Fox divulgou 16 pôsteres individuais dos personagens de “Assassinato no Expresso do Oriente”. O cartaz identifica os intérpretes e o arquétipo de cada um, incluindo “O Detetive” e os 15 suspeitos – “O Gângster”, “A Duquesa”, “O Mordomo”, “A Governanta”, “O Professor”, etc. Eles são suspeitos de um assassinato cometido a bordo do trem citado no título da produção. E quem leu o livro de Agatha Christie, publicado em 1934, ou viu a adaptação clássica de 1974, sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como o maior de todos os estereótipos, “o maior detetive do mundo”, Hercule Poirot, que se propõe a responder à pergunta básica dos enredos do gênero: “quem matou”. Quem vive o detetive belga é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do filme. E a impressionante lista de candidatos a assassino inclui Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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    Blade Runner 2049 tem tantas ideias promissoras que poderia ser uma minissérie

    5 de outubro de 2017 /

    Na tela em 1982, “Blade Runner” causou certo estranhamento. Era enigmático, escuro e fora do padrão. Se a estética não parece tão estranha agora, foi porque a publicidade, o cinema, os clipes, todo mundo assimilou o visual e tentou capturar a atmosfera. Em casos assim é muito comum a indústria destruir o que antes parecia fresco e autêntico. Não aconteceu com esse clássico. Revendo o filme, o senso de mistério persiste, a trama ilumina algumas questões, mas deixa várias implicações a margem para o espectador deduzir. O prazer de rever “Blade Runner” continua justamente pelas entrelinhas. Parece que há sempre algo novo a ser descoberto. O novo “Blade Runner 2049” tem bem pouco disso. Existe uma trama de mistério, mas ela é confortavelmente solucionada pra ninguém sair da sala com uma preocupação nova. É um espetáculo bem produzido e bonito, com duas reviravoltas surpreendentes, mas com um acumulo de detalhes pensados para tornar o todo mais complexo, que precisava ser melhor depurado. São 2 horas e quarenta de filme contra os 119 minutos do Blade Runner original. Deve-se desanimar com isso? Não. O filme tem força. A maior delas é o carinho, o amor com que o diretor Dennis Villeneuve se debruça sobre o baú de relíquias do clássico de Ridley Scott sem se intimidar em tatear esse mundo. O roteiro co-escrito por Michael Green (de “Logan”) e Hampton Fancher (que escreveu o original) alinha ideias para uns quatro filmes. Todas muito boas, mas desperdiçadas. A começar pelo paralelo entre os protagonistas. Aparentemente no primeiro filme, Harrison Ford era o humano que rastreava e matava os sintéticos humanoides reconstruídos com DNA humano, os chamados replicantes. O olhar para esses seres vinha de fora. Em “Blade Runner 2049”, a perspectiva desde o princípio vem de dentro. Ryan Gosling (“La La Land”) é KD6-3.7, um replicante que caça replicantes. E ele é a escolha perfeita para o Departamento de Polícia de Los Angeles. Uma máquina que sabe exatamente o que fazer e pouco se lixa para o que cada morte significa. Essa pelo menos é a impressão que “K” passa a chefe do departamento, a tenente Joshi (Robin Wright, da série “House of Cards”). No íntimo, porém, o replicante revela-se um sujeito cheio de duvidas. Um caixão enterrado sob uma árvore seca aumenta ainda mais as incertezas de K. Dentro, encontra-se a ossada de uma mulher desconhecida. O legista diz que a vítima morreu de complicações de parto. Quando examinam os pormenores, descobrem uma costela marcada com número de série: a mulher era uma replicante. Deveria ser impossível um ser sintético engravidar, mas aconteceu. Esta descoberta é o incidente propulsor do filme. Para a tenente Joshi, a reprodução de replicantes representa uma ameaça para os principados da criação e para o equilíbrio social. Mas para o empresário Niander Wallace (Jared Leto, de “Esquadrão Suicida”), o diabólico sucessor da Tyrell Corporation, a fábrica de replicantes, representa uma oportunidade. Se os replicantes são capazes de se reproduzir por conta própria, eles podem ser peões de uma nova ordem. Desta forma, K encontra-se no centro de um conflito político. Ele é designado para encontrar e matar a criança que cresceu, tornou-se adulta e que ninguém sabe o paradeiro. Nessa missão, K esbarra em dois grupos inimigos, um que pretende interferir, e outro que tem a intenção de ajudá-lo. A quantidade de história aqui é suficiente para construir uma minissérie, mas em sua ambição, Villeneuve mira o além. Ele insere as ruminações sombrias do caçador de replicantes sobre a natureza da espécie humana, da espécie sintética e sobre o futuro da vida na Terra. Curioso que o aspecto mais promissor do filme envolva uma meditação periférica. Sim, tem mais uma! Trata-se de uma reflexão sobre as fronteiras do palpável e o virtual numa sociedade altamente tecnológica. Primeiro vemos como K lida com essa virtualidade em casa. Ele tem uma namorada chamada Joi (a cubana Ana de Armas), que simplesmente é um holograma. É comovente como são apaixonados e como sustentam a relação mesmo sem um beijo real. Na esperança de consolar o parceiro, a mulher holográfica contrata uma prostituta para fazer sexo com K. E numa jogada de mestre, sincroniza sua imagem sobre o corpo da outra para que a ilusão do sexo palpável seja plena. O trecho, sem sombra de dúvida, é o maior momento do filme. Uma inquietante sequência de amor em que o protagonista se vê enlaçado por um corpo real e outro virtual de duas cabeças, quatro mãos e quatro pernas que iludem e ao mesmo tempo fornecem o sentido do quanto o amor é um sentimento rico, vasto e complexo. Há outra cena preciosa, dentro de um casino antigo, onde os hologramas de artistas mortos podem ser vistos com o simples acionamento de um botão. Assim Elvis reaparece cantando em seu macacão branco. Marilyn comparece sedutora com a saia branca esvoaçante, seguido por Liberace ao piano e Sinatra entoando uma canção romântica. Uma sublime melancolia se instala nessa ocasião. Elvis, Marilyn, Sinatra são emblemas de um outro tempo, um passado simples, quando todos entendiam o que significava ser humano. Não há tal compreensão no mundo de 2049. No filme é impossível dizer a um ser sintético o que o torna mais humano, assim como parece igualmente complicado reforçar nos humanos seus traços civilizados. Isso implica em todo tipo de questões existenciais. Talvez os replicantes sejam como seres humanos e tenham uma alma. Ou talvez os humanos sejam como replicantes, tudo seja mecanicista, e toda a noção da alma não passe apenas de fantasia. “Blade Runner 2049” roça nessas ideias densas e promissoras. Pena que o roteiro esteja tão inflado delas. Em vez do desenvolvimento, temos apenas a amostragem. Nesse sentido, Villeneuve foi mais feliz em seu filme anterior, “A Chegada”. Esse novo bem que tenta alcançar o brilho neon-noir esfumaçado do Los Angeles de Ridley Scott, mas não é fácil redefinir o mapa de nossos sonhos coletivos. Isso é ruim? Certamente, não. Seria um descaso não mergulhar na experiência proposta. A satisfação é imediata, mas há o que pensar, uma quantidade razoável para sentir e até para ver. E não é todo dia que temos uma oportunidade dessas.

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    Último trailer de Blade Runner 2049 traz diversas cenas inéditas

    4 de outubro de 2017 /

    A Warner divulgou um trailer final “Blade Runner 2049”, repleto de cenas inéditas. Há até uma aparição de Edward James Olmos, que retoma seu papel do primeiro filme, Gaff. Mas o que mais chama atenção é a grandiosidade das cenas, que revelam um futuro muito mais sombrio que o longa original, submerso na poluição do ar, no lixo e na miséria. Escrita por Hampton Fancher (também do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação gira em torno da investigação de um novo caçador de androides (blade runner), o oficial K (Ryan Gosling, de “La La Land”), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Harrison Ford), o ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. O elenco ainda inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), Lennie James (série “The Walking Dead”), Hiam Abbass (“Êxodo: Deuses e Reis”), Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”), Carla Juri (“Zonas Úmidas”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”), Wood Harris (“Creed”) e Tómas Lemarquis (“X-Men: Apocalypse”). O filme tem direção de Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, que dirigiu o “Blade Runner” original de 1982, e as primeiras críticas falam em “obra-prima”. A estreia acontece na quinta (5/10) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Genial! Espetacular! Obra-Prima! Blade Runner 2049 destaca elogios da crítica em novo comercial

    2 de outubro de 2017 /

    A Warner, que distribui “Blade Runner 2049” nos Estados Unidos, divulgou um novo comercial que destaca os inúmeros, ostensivos e hiperbólicos elogios da crítica à produção. “Obra-prima” é um substantivo usado, assim como os adjetivos “genial”, “épico”, “perfeito”, “obrigatório” e “espetacular”, e expressões como “visual estonteante” e “de tirar o fôlego”. A crítica norte-americana amou o filme, que atualmente tem 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”), os efeitos visuais, a cenografia e a atuação de Harrison Ford são os pontos mais elogiados. Produzido por Ridley Scott, diretor do original, o longa traz Ford novamente ao papel de Rick Deckard, contracenando com Ryan Gosling (“La La Land”) como um novo caçador de androides rebelados. A estreia acontece na quinta (5/10) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Primeiras críticas de Blade Runner 2049 dizem que a continuação é melhor que o original

    29 de setembro de 2017 /

    Começaram a ser publicadas as primeiras críticas do aguardado “Blade Runner 2049”, sequência do clássico de ficção científica “Blade Runner” (1982), e elas refletem as primeiras impressões antecipadas na internet, de que se trata de uma “obra-prima” ou – blasfêmia! – um filme melhor que o original. No momento, o filme registra 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes A direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”), os efeitos visuais, a cenografia e a atuação de Harrison Ford são os pontos mais elogiados. Produzido por Ridley Scott, diretor do original, o longa traz Harrison Ford novamente ao papel de Rick Deckard, contracenando com Ryan Gosling (“La La Land”) como um novo caçador de androides rebelados. Confira abaixo algumas frases elogiosas da imprensa americana e inglesa sobre o filme, que estreia na quinta (5/9) no Brasil. “A sequência deslumbrante de Villeneuve está em seu caminho para se tornar uma lenda do cinema” – Rolling Stone. “Pode parecer prematuro atribuir a palavra ‘obra-prima’ a uma sequência de um filme dos anos 1980, mas sua audácia e perfeição formal – sem mencionar seu peso temático – não deixa alternativa” – Consequence of Sound. “‘2049’ busca, e encontra, algo notável: a elevação do cinema mainstream à alta arte” – Entertainment Weekly “Superelegante e profundamente humano, mesmo com hologramas e androides, a sequência espetacular pega a história de detetive do primeiro filme e a transforma numa grande mitologia de identidade, memória, criação e revolução” – USA Today. “Como ‘O Poderoso Chefão II’, é uma sequência de um filme muito celebrado que pode ser até melhor que o original” – The Independent. “É difícil falar mal de reboots e sequências tardias quando a exceção à regra é ‘Blade runner 2049’. Sem cinismo caça-níqueis ou repetição de fórmulas, essa sequência consegue aprofundar as ideias do primeiro filme” – The Wrap. “Um filme de ação visualmente deslumbrante cujas emoções não-convencionais podem ser descritas de muitas formas, de tentadoras a tediosas, mas nunca artificialmente inteligentes” – Variety “Esse filme só deve ser assistido na maior tela possível. ‘Blade Runner 2049’ é um espetáculo narcótico de vastidão misteriosa e impiedosa, por sua vez satírica, trágica e romântica” – The Guardian

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    Elenco é destaque em sete banners de Blade Runner 2049

    27 de setembro de 2017 /

    A Warner divulgou sete banners de “Blade Runner 2049”, que destacam o elenco grandioso da produção. As imagens reúnem Ryan Gosling (“La La Land”), Harrison Ford (repetindo seu papel do filme original), Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), Lennie James (série “The Walking Dead”), Hiam Abbass (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”). Para completar, o elenco também inclui Carla Juri (“Zonas Úmidas”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”), Wood Harris (“Creed”), Tómas Lemarquis (“X-Men: Apocalypse”) e Edward James Olmos, que retoma seu papel do primeiro filme, Gaff. Escrita por Hampton Fancher (também do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação gira em torno da investigação de um novo caçador de androides (blade runner), o oficial K (Gosling), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Ford), o ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. O filme tem direção de Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, que dirigiu o “Blade Runner” original de 1982, e as primeiras impressões da crítica, divulgadas nas redes sociais, falam em “obra-prima”. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Clique nas imagens para ampliá-las em tela inteira.

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