Final da saga Divergente pode ser lançado direto na televisão
O último capítulo da franquia juvenil “Divergente” pode ter sua estreia suspensa nos cinemas. Segundo apurou o site da revista Variety, o estúdio Lionsgate está planejando lançar “A Série Divergente: Ascendente”, atualmente em pré-produção, diretamente na televisão ou num serviço de streaming. A mudança de estratégia seria reflexo da queda de bilheteria registrada no filme anterior. Enquanto “Divergente” (2014) e “A Série Divergente: Insurgente” (2015) arrecadaram US$ 288,8 milhões e US$ 297,2 milhões, respectivamente, “A Série Divergente: Convergente” (2016) implodiu com US$ 179 milhões em todo o mundo. Diante de um calendário lotado de blockbusters no verão de 2017, o estúdio passou a considerar uma mudança de estratégia. Segundo a Variety, além de levar “Ascendente” para a televisão, o estúdio ainda está pensando em transformar o universo criado pela escritora Veronica Roth em uma série televisiva, mas ainda não fechou parceria com nenhum canal de TV ou streaming. A ideia é que o filme finalize o enredo envolvendo os protagonistas da franquia e apresente novos personagens, que serão as estrelas da vindoura série. Assim, o final da saga viraria o piloto de série mais caro de todos os tempos. Com direção de Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”), “A Série Divergente: Ascendente” ainda pode ser lançado nos cinemas no mercado internacional. No Brasil, a estreia ainda está mantida em 8 de junho de 2017.
Procurando Dory vira a maior bilheteria de animação da história nos EUA
No ano em que as animações com bichinhos falantes batem recordes de bilheterias, “Procurando Dory” somou mais um recorde à sua coleção com os US$ 11 milhões arrecadados neste fim de semana. Após se tornar a animação da Disney mais bem-sucedida de todos os tempos nos EUA, chegou agora a US$ 445,5 milhões no mercado doméstico, quantia que ultrapassa o sucesso de “Shrek 2” (US$ 441,2 milhões) como a maior bilheteria de animação da história do país. “Procurando Dory” também possui a maior bilheteria entre todos os lançamentos de 2016 nos EUA. Por sinal, entre as cinco principais bilheterias do ano no país, quatro são produções da Disney. E duas tem bichos falantes, “Mogli, o Menino Lobo” e “Zootopia”. Mundialmente, porém, o filme ainda tem muito que nadar. Até o momento, “Procurando Dory” acumula US$ 721,7 milhões em todo o mundo, muito longe do US$ 1,2 bilhão de “Frozen”, a maior bilheteria mundial de uma animação em todos os tempos.
Caça-Fantasmas não supera Pets – A Vida Secreta dos Bichos nos EUA
O público americano preferiu a animação de cachorrinhos “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”, em sua segunda semana em cartaz, à estreia do reboot feminino da franquia “Caça-Fantasmas”. O desenho do estúdio Illumination, que só estreia no Brasil no final de agosto, já é um fenômeno. Somando mais US$ 50,5 milhões em seu segundo fim de semana, ultrapassou US$ 200 milhões de arrecadação em apenas 10 dias nos EUA. Seu sucesso confirma que as animações de bichinhos falantes são a tendência mais bem-sucedida de 2016. “Caça-Fantasmas”, por sua vez, não foi o desastre preconizado pelas primeiras reações negativas a seu trailer. Mas tampouco o sucesso com que a Sony contava. Afinal, uma abertura de US$ 46 milhões não justifica um investimento de US$ 144 milhões em produção, sem contar os milhões dispendidos em marketing para reverter as más impressões iniciais. A Sony deve se fixar agora no mercado internacional, já tendo recebido a má notícia de que o filme não recebeu aval para ser lançado na China. Resta o consolo de sua abertura ter sido melhor que a de “A Lenda de Tarzan”, filme que reagiu e mantém agora o 3º lugar, superando os US$ 100 milhões de arrecadação doméstica. Mesmo assim, seu orçamento de US$ 180 milhões dificilmente será compensado. A outra animação de bichinhos falantes no ranking, “Procurando Dory” somou mais um recorde à sua coleção com os US$ 11 milhões deste fim de semana. Após se tornar a animação da Disney mais bem-sucedida de todos os tempos nos EUA, chegou agora a US$ 445,5 milhões no mercado doméstico, quantia que ultrapassa o sucesso de “Shrek 2” (US$ 441,2 milhões) como a maior bilheteria de animação da história do país. “Procurando Dory” também possui a maior bilheteria entre todos os lançamentos de 2016 nos EUA. Por sinal, entre as cinco principais bilheterias do ano no país, quatro são produções da Disney! BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Pets – A Vida Secreta dos Bichos Fim de semana: US$ 50,5 milhões Total EUA: US$ 203,1 milhões Total Mundo: US$ 253,9 milhões 2. Caça-Fantasmas Fim de semana: US$ 46 milhões Total EUA: US$ 46 milhões Total Mundo: US$ 65,1 milhões 3. A Lenda de Tarzan Fim de semana: US$ 11,1 milhões Total EUA: US$ 103 milhões Total Mundo: US$ 193,5 milhões 4. Procurando Dory Fim de semana: US$ 11 milhões Total EUA: US$ 445,5 milhões Total Mundo: US$ 721,7 milhões 5. Os Caça-Noivas Fim de semana: US$ 7,5 milhões Total EUA: US$ 31,3 milhão Total Mundo: US$ 38,3 milhões 6. 12 Horas Para Sobreviver – O Ano da Eleição Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 71 milhões Total Mundo: US$ 149,2 milhões 7. Um Espião e Meio Fim de semana: US$ 5,3 milhões Total EUA: US$ 117,5 milhões Total Mundo: US$ 180,5 milhões 8. Conexão Escobar Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 6,7 milhões Total Mundo: US$ 6,7 milhões 9. O Bom Amigo Gigante Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 47,3 milhões Total Mundo: US$ 64,4 milhões 10. Independence Day: O Ressurgimento Fim de semana: US$ 3,4 milhões Total EUA: US$ 98,5 milhões Total Mundo: US$ 337,7 milhões
Estreia de A Era do Gelo 5 não supera Procurando Dory no Brasil
Mesmo lançado em mais de mil salas (um terço de todos os cinemas do país), a animação “A Era do Gelo 5: O Big Bang” não conseguiu tirar “Procurando Dory” do topo das bilheterias do Brasil. Na briga dos bichos falantes animados, deu a produção marinha da Disney/Pixar, que no último fim de semana levou mais 1,1 milhão de pessoas aos cinemas. Ao todo, “Procurando Dory” já foi visto por 3,8 milhões de espectadores desde sua estreia nacional, em 30 de junho, rendendo R$ 55,9 milhões no Brasil. No fim de semana, “Dory” se tornou o filme de maior bilheteria de 2016 na América do Norte e a maior bilheteria já registrada por uma animação nos EUA. Ainda inédito nos EUA, “A Era do Gelo 5: O Big Bang” abriu em 2º lugar no Brasil, mas não ficou muito distante do fenômeno da Disney. Fez R$ 16,1 milhões e vendeu 1 milhão de ingressos. O Top 5 do fim de semana ainda incluiu o melodrama “Como Eu Era Antes de Você”, que assegurou o 3º lugar com R$ 4,7 milhões e 296,2 mil ingressos, seguido de “Independence Day – O Ressurgimento” (R$ 2,6 milhões e 156 mil ingressos) e “Invocação do Mal 2” (R$ 1,1 milhão e 68 mil ingressos).
Disney bate recorde mundial e já fatura US$ 5 bilhões em 2016
O estúdio Walt Disney Pictures bateu o recorde mundial de faturamento neste fim de semana, informou o site Deadline. Empurrado pelo sucesso de “Procurando Dory”, “Capitão América: Guerra Civil”, “Zootopia”, “Mogli” e “Star Wars: O Despertar da Força”, ultrapassou US$ 5 bilhões nas bilheterias mundiais em tempo recorde. A marca superada pertencia a Universal Pictures, que teve o melhor ano de sua história em 2015, quando atingiu os mesmos US$ 5 bilhões em 17 de julho. A Disney bateu o recorde com uma semana de vantagem. E mesmo tendo que amargar inesperados fracassos, como a continuação “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo”, de Steven Spielberg. Os valores são impressionantes, considerando que esta foi apenas a segunda vez em sua história que a Disney atingiu US$ 5 milhões de arrecadação num único ano. A primeira vez foi no ano passado, e ainda assim no limite, em 20 de dezembro, com o lançamento do novo “Star Wars”. O sucesso reflete a política de aquisições do estúdio, que somou a seu tradicional portfólio de filmes infantis as marcas da Pixar, Marvel e LucasFilm, que o transformaram numa fábrica de franquias. O ano ainda está na metade e a Disney ainda tem outros candidatos a blockbuster a caminho, como “Meu Amigo Dragão”, “Doutor Estranho”, “Moana” e “Rogue One: Uma História Star Wars”, que podem levar o estúdio a atingir marcas nunca antes vistas em Hollywood.
Animação Pets bate recorde com mais de US$ 100 milhões na estreia norte-americana
A animação “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” superou todas as expectativas, com um faturamento de US$ 103,1 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz nos Estados Unidos e no Canadá. Trata-se de um novo sucesso do estúdio Illumination, responsável por “Meu Malvado Favorito” (2010) e “Minions” (2015), e o maior valor já conquistado por uma animação original (isto é, que não é continuação de franquia) em todos os tempos. O recorde anterior pertencia a “Divertida mente” (US$ 90,4 milhões em 2015). O sucesso do filme, que só estreia no Brasil em 25 de agosto, reflete seu tema e a adoração das pessoas – e até dos críticos – por seus bichinhos de estimação. Com 76% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a animação imagina como é o cotidiano dos bichos, quando os donos os deixam sozinhos em casa, e extrapola a premissa para uma aventura nas ruas perigosas da cidade grande. Para completar, os dubladores originais são comediantes bastante conhecidos nos EUA, como Kevin Hart (“Ajuste de Contas”), Louis CK (série “Louie”), Ellie Kemper (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Eric Stonestreet (série “Modern Family”), Jenny Slate (série “Married”), Lake Bell (série “Childrens Hospital”). Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”), Hannibal Buress (série “Broad City”) e Albert Brooks (“O Ano Mais Violento”). Este último, curiosamente, também dubla o peixinho Marlin em “Procurando Dory”, outro grande sucesso da temporada de verão nas bilheterias americanas. “Pets” tirou justamente “Dory” do topo do ranking, após três semanas de liderança. Apesar da queda, a animação da Disney-Pixar fez mais de US$ 20 milhões e aumentou seus dois recordes, quebrados na sexta-feira (8/7), como não só a maior bilheteria norte-americana de 2016, mas principalmente a maior bilheteria de uma animação nos EUA em todos os tempos. A disputa pelo 2º lugar no ranking do fim de semana, porém, foi acirrada. No levantamento do Boxoffice Mojo, “Procurando Dory” foi ultrapassado por “A Lenda de Tarzan” por alguns milhares de dólares. Mas em outras projeções, foi o contrário. Os dados oficiais só serão computados na segunda (11/7). Mesmo que mantenha a posição em que estreou na semana passada, o novo “Tarzan” não tem muito o que comemorar. Sua resistência no topo do ranking é digna e já rendeu, em duas semanas, quase o dobro do fracassado “Warcraft” nos EUA. Mas ainda é insuficiente para justificar seu orçamento inflado de US$ 180 milhões. A segunda estreia ampla da semana, a comédia “Os Caça-Noivas”, ficou em 4º lugar com US$ 16,6 milhões, num desempenho modesto, mas de viés positivo para uma produção de US$ 33 milhões. Considerando-se a fracassada filmografia do ator Zac Efron no gênero, o filme só perde para as estreias da franquia “Vizinhos”, o que pode ser considerado um feito de relativo sucesso. A avaliação do Rotten Tomatoes também não foi das piores, com 41% de aprovação. É abaixo da média, mas a maioria das comédias com censura “R” (para maiores de 17 anos) não chega aos 30%. A estreia no Brasil vai acontecer em 28 de julho. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Pets – A Vida Secreta dos Bichos Fim de semana: US$ 103,1 milhões Total EUA: US$ 103,1 milhões Total Mundo: US$ 145,7 milhões 2. A Lenda de Tarzan Fim de semana: US$ 20,6 milhões Total EUA: US$ 81,4 milhões Total Mundo: US$ 135,4 milhões 3. Procurando Dory Fim de semana: US$ 20,3 milhões Total EUA: US$ 422,5 milhões Total Mundo: US$ 642,7 milhões 4. Os Caça-Noivas Fim de semana: US$ 16,6 milhões Total EUA: US$ 16,6 milhões Total Mundo: US$ 20,3 milhões 5. 12 Horas Para Sobreviver – O Ano da Eleição Fim de semana: US$ 11,7 milhões Total EUA: US$ 58,1 milhões Total Mundo: US$ 60,3 milhões 6. Um Espião e Meio Fim de semana: US$ 8,1 milhões Total EUA: US$ 108,3 milhões Total Mundo: US$ 140,6 milhões 7. Independence Day: O Ressurgimento Fim de semana: US$ 7,7 milhões Total EUA: US$ 91,4 milhões Total Mundo: US$ 277,6 milhões 8. O Bom Amigo Gigante Fim de semana: US$ 7,6 milhões Total EUA: US$ 38,7 milhões Total Mundo: US$ 50,6 milhões 9. Águas Rasas Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 45,8 milhões Total Mundo: US$ 45,8 milhões 10. Sultan Fim de semana: US$ 2,2 milhões Total EUA: US$ 3,2 milhões Total Mundo: US$ 6,2 milhões
Procurando Dory bate recorde e vira a maior bilheteria de animação da Disney dos EUA
“Procurando Dory” bateu mais um recorde de bilheteria nos EUA. O filme da Disney/Pixar, que já tinha faturado a maior estreia do gênero, atingiu a maior bilheteria de uma animação da Disney já registrada no país. Com US$ 408,5 milhões de faturamento doméstico, a sequência de “Procurando Nemo” (2003) ultrapassou os US$ 400,7 milhões de “Frozen: Uma Aventura Congelante” (2013), o recordista anterior. O filme da Pixar também ultrapassou “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 406 milhões) no ranking doméstico e agora é líder das bilheterias de 2016, pelo menos nos EUA. Mundialmente, porém, o filme ainda tem muito que nadar. Até o momento, “Procurando Dory” acumula US$ 603,3 milhões em todo o mundo, metade do US$ 1,2 bilhão de “Frozen”, a maior bilheteria mundial de uma animação em todos os tempos.
China “confirma” continuação de Warcraft
O perfil oficial do Twitter do filme “Warcraft” na China afirmou que o filme ganhará sequência. “A exibição de Warcraft nos cinemas está chegando ao fim. Mas o capítulo de uma nova década está apenas começando. Este filme foi o ponto de partida, e não um final. Não iremos dizer adeus, pois iremos nos encontrar novamente”, diz o post, em chinês. Apesar de fracassar nas bilheterias norte-americanas, aonde fez apenas US$ 46 milhões, uma das piores bilheterias de superprodução do ano, o filme fez grande sucesso na China, onde rendeu US$ 220 milhões, recorde de maior bilheteria do país. Mas mesmo com o sucesso chinês, o longa dirigido por Duncan Jones (“Contra o Tempo”) não se pagou. Mundialmente, o filme soma US$ 422 milhões para um orçamento de produção de US$ 160 milhões e sabe-se lá quanto de marketing. O valor também é recorde entre as adaptações de games, superando o antigo campeão da categoria, “Príncipe Da Pérsia: As Areias Do Tempo”, que faturou US$ 336 milhões em 2010, quando foi considerado um fracasso e teve seus planos de continuação cancelados. Estimativas do mercado apontavam que “Warcraft” precisaria fazer US$ 600 milhões mundiais para começar a empatar suas despesas.
A Bela e a Fera: Nova versão da fábula com Emma Watson ganha primeiro pôster
A Disney divulgou o primeiro pôster de “A Bela e a Fera”, sua nova adaptação de fábula encantada. A arte destaca a rosa que levou Bela para a mansão da Fera. Assim como “Mogli, o Menino Lobo”, atualmente em cartaz, o filme é uma adaptação com atores de um desenho clássico do estúdio, portanto mais fiel à versão da própria Disney do que à fábula original. Isto o diferencia de outros filmes baseados na história medieval, como a recente adaptação francesa, com Vincent Cassel (“Em Transe”) e Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”). O filme traz Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como a Bela, Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”) e a trilha de Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado em 1991. Por sinal, o filme contará com regravações das canções originais, além de várias músicas inéditas compostas por Menken e Tim Rice. Ou seja, “A Bela e a Fera” preservará a característica musical da animação. A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Lançamento de Chatô pode evitar que Guilherme Fontes pague multa milionária
O TCU (Tribunal de Contas da União) aceitou rever um recurso de Guilherme Fontes referente à prestação de contas do incentivo fiscal do filme “Chatô, o Rei do Brasil” (2015). Com a revisão, o ator e diretor pode se isentar de ter que devolver um total de R$ 66,2 milhões ao Fundo Nacional da Cultura, valor corrigido e acrescido de juros. O recurso reavalia a decisão do TCU que condenava o ator por não ter o filme, que foi rodado nos anos de 1990 e só ficou pronto em 2014. Agora que “Chatô” entrou e saiu de cartaz e está na programação do Netflix, os ministros consideraram que a produção foi concluída, o que pode ser considerada prova de reconsideração. “Chatô”, que demorou quase 20 anos para estrear, custou mais de R$ 8 milhões, valor bem acima das grandes produções da época – “O Auto da Compadecida” (2000), por exemplo, não passou de R$ 3,5 milhões. No entanto, Fontes garante que o valor do trabalho ficou abaixo do que qualquer outro do mercado, já que, além do filme, o projeto compreendia também uma minissérie e um documentário, que ele pretende lançar em breve. O filme foi baseado no livro de mesmo nome do escritor Fernando Morais e conta a história de Assis Chateaubriand, jornalista e empresário que nos anos 1920 fundou os Diários Associados, grupo de mídia que engloba jornais, emissoras de rádio e de TV. Fontes disse que estava muito feliz e emocionado pela reviravolta no caso. “A justiça está sendo feita com quem acreditou em mim e com a minha família”, ele comentou, em entrevista ao UOL. “Fui acusado pelo Ministério da Cultura da época e os jornais abraçaram a ideia. Destruíram um projeto lindíssimo de cinema. E isso prova que eu estava certo”, falou. “O mais legal de tudo é as pessoas terem gostado do filme. Isso é impagável. Saber que as minhas contas estariam boas no final não foi surpresa. Saber que o filme ficaria bom não foi surpresa. Surpresa foi tudo mundo ter achado isso”.
Procurando Dory mantém liderança e vira segunda maior bilheteria de 2016 nos EUA
A animação “Procurando Dory” se manteve em 1º lugar pela terceira semana consecutiva na América do Norte. O filme da Disney/Pixar somou mais US$ 41,9 milhões para atingir US$ 372,2 milhões no mercado doméstico. Com isso, já se tornou a segunda maior bilheteria do ano nos EUA, atrás apenas de “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 405,4 milhões), da própria Disney. No mundo inteiro, o filme soma US$ 538,2 milhões. O sucesso de “Dory” representou má notícia para os três lançamentos do fim de semana. Embora não tenha superado a animação, “A Lenda de Tarzan” foi quem chegou mais perto. O filme rendeu US$ 38,1 milhões, ocupando o 2º lugar e superando expectativas negativas do próprio estúdio. Entretanto, seu orçamento de US$ 180 milhões impede maiores comemorações. A nova versão da história do Homem-Macaco vai precisar de grande retorno internacional para se pagar. A estreia no Brasil está marcada apenas para 21 de julho. O terceiro filme da franquia “Uma Noite de Crime”, que, sem maiores explicações, recebeu o lamentável título de “12 Horas Para Sobreviver – O Ano da Eleição” no Brasil, fez US$ 30,8 milhões em 3º lugar. O resultado foi melhor que a estreia do longa anterior, “Uma Noite de Crime: Anarquia” em 2014, o que deve render encomenda de quarto filme. O lançamento nacional está agendado só para setembro. Por fim, “O Bom Gigante Amigo”, volta de Steven Spielberg à fantasia juvenil, amargou um inequívoco fracasso. Com apenas US$ 19,5 milhões, o longa orçado em US$ 140 milhões é o segundo fiasco da Disney em 2016, após “Alice Através do Espelho”. Apesar de bem avaliado pela crítica (71% de aprovação no Rotten Tomatoes), a produção deve amargar um dos maiores prejuízos do ano, que nem a distribuição internacional deve compensar – chega no Brasil em 28 de julho. Felizmente, o estúdio tem os lançamentos da Marvel, Pixar e LucasFilm para compensar. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Procurando Dory Fim de semana: US$ 41,9 milhões Total EUA: US$ 372,2 milhões Total Mundo: US$ 538,2 milhões 2. A Lenda de Tarzan Fim de semana: US$ 38,1 milhões Total EUA: US$ 38,1 milhões Total Mundo: US$ 56,9 milhões 3. 12 Horas Para Sobreviver – O Ano da Eleição Fim de semana: US$ 30,8 milhões Total EUA: US$ 30,8 milhões Total Mundo: US$ 31 milhões 4. O Bom Amigo Gigante Fim de semana: US$ 19,5 milhões Total EUA: US$ 19,5 milhões Total Mundo: US$ 23,4 milhões 5. Independence Day: O Ressurgimento Fim de semana: US$ 16,5 milhões Total EUA: US$ 72,6 milhões Total Mundo: US$ 249,7 milhões 6. Um Espião e Meio Fim de semana: US$ 12,3 milhões Total EUA: US$ 91,7 milhões Total Mundo: US$ 122 milhões 7. Águas Rasas Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 35,2 milhões Total Mundo: US$ 35,2 milhões 8. Free State of Jones Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 15,1 milhões Total Mundo: US$ 15,1 milhões 9. Invocação do Mal 2 Fim de semana: US$ 3,8 milhões Total EUA: US$ 95,2 milhões Total Mundo: US$ 274 milhões 10. Truque de Mestre: O 2º Ato Fim de semana: US$ 2,9 milhões Total EUA: US$ 58,6 milhões Total Mundo: US$ 214,2 milhões
Estúdio Lionsgate compra o canal pago americano Starz
O estúdio Lionsgate, responsável pelas sagas “Jogos Vorazes” e “Divergente”, anunciou a compra do canal pago americano Starz por US$ 4,4 bilhões. Segundo comunicado da empresa, a transação tem como objetivo dar origem a um novo gigante mundial do cinema e televisão. “A combinação de Lionsgate e Starz dá uma importante amplitude a nosso portfólio de conteúdos e ativos em distribuição”, disse o presidente do estúdio, Mark Rachesk, para quem a aquisição “permitirá competir exitosamente no setor mundial de entretenimento que evolui muito rapidamente”. As duas empresas vinham negociando já há algum tempo, com o objetivo de se posicionarem melhor no mercado da produção de conteúdo qualificado para competir com gigantes como HBO e Netflix. A Lionsgate também tem uma divisão televisiva, que produz séries como “Orange Is the New Black”, “Mad Men”, “Nashville” e “Anger Management” (Tratamento de Choque), enquanto o Starz produz atrações como “Outlander”, “Black Sails”, “Ash vs. Evil Dead” e “Spartacus”. O principal acionista da Starz é o magnata americano de comunicação John Malone, que também é proprietário da Liberty Media. Malone já controla parte do capital do Lionsgate e participa de seu conselho administrativo, e a partir do novo negócio aumentará sua influência no grupo.
Scarlett Johansson é a atriz mais rentável da história de Hollywood
Scarlett Johansson foi considerada a atriz mais rentável de Hollywood de todos os tempos, segundo um levantamento da Box Office Mojo. Com uma carreira repleta de blockbusters, com cinco filmes da Marvel, entre eles “Os Vingadores” (2012) e “Capitão América: Guerra Civil” (2016), além do sucesso de “Lucy” (2014), Scarlett rendeu aproximadamente US$ 3,9 bilhões em bilheterias de cinema. Ela também é a pessoa mais jovem, com 32 anos, e a única mulher a aparecer na lista dos 10 maiores campeões de bilheterias da história. A segunda mulher a aparecer na relação é Cameron Diaz, apenas na 19ª posição. A lista é liderada por Harrison Ford, veterano astro das franquias “Star Wars” e “Indiana Jones”, com US$ 4,8 bilhões. E chama atenção por incluir um nome surpreendente em 2º lugar: Samuel L. Jackson. O curioso não é o fato dele ser negro, mas que a conta considere participações muito pequenas nos filmes da Marvel – até uma cena pós-crédito em “Homem de Ferro” (2008). Como as produções de super-heróis são campeãs de bilheteria, os filmes em que ele foi coadjuvante de luxo somaram US$ 4,6 bilhões. O Top 10 tem mais dois atores negros: Morgan Freeman em 3º lugar e Eddie Murphy em 6º. Confira abaixo a lista dos atores com maior arrecadação nas bilheterias de cinema: 1 Harrison Ford 2 Samuel L. Jackson 3 Morgan Freeman 4 Tom Hanks 5 Robert Downey, Jr. 6 Eddie Murphy 7 Tom Cruise 8 Johnny Depp 9 Michael Caine 10 Scarlett Johansson E as mulheres com maior arrecadação: 1 Scarlett Johansson 2 Cameron Diaz 3 Helena Bonham Carter 4 Cate Blanchett 5 Julia Roberts 6 Elizabeth Banks 7 Emma Watson 8 Sandra Bullock 9 Anne Hathaway 10 Jennifer Lawrence











