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  • Filme,  Música

    Censura chinesa à Bohemian Rhapsody irrita fãs do Queen e gays do país

    27 de março de 2019 /

    A censura sofrida por “Bohemian Rhapsody” nos cinemas da China foi lamentada por fãs do Queen e gays do país. Os censores locais decidiram cortar uma série de cenas relacionadas à sexualidade de Freddie Mercury (Rami Malek), as referências à Aids e os momentos em que a banda consome drogas. “As cenas deletadas afetam a história. O filme é sobre como Freddie encontrou sua identidade, e sua sexualidade é parte disso”, disse Peng Yanzi, ativista de direitos LGBTQIA+ na China e fã de longa data do Queen, em entrevista à revista americana Billboard, que realizou reportagem sobre a polêmica. Outra ativista, Hua Zile, fez questão de comparar a versão chinesa de “Bohemian Rhapsody” com a exibida no território semiautônomo de Hong Kong, que não sofreu censura. “É uma pena o que eles fizeram com o filme”, comentou. “Isso enfraquece a identidade gay do personagem. É desrespeitoso à experiência real de Mercury, e deixa o personagem superficial. Não o vemos crescendo”. Entre as cenas cortadas pelos censores chineses, estão o momento em que Mercury diz para Mary Austin, então sua mulher, que pode não ser heterossexual. O momento em que o vocalista conta aos companheiros de banda que tem AIDS ficou sem o áudio. Su Lei, que trabalha como contadora, disse à Billboard que leu a biografia de Mercury antes de assistir ao filme. “Os cortes foram desnecessários. É uma nova era na China, influenciada por produtos do Ocidente. Todo mundo seria capaz de entender e aceitar [a sexualidade do personagem]”, disse. A lei chinesa não proíbe a exibição da homossexualidade nos cinemas, mas veta expressamente os temas LGBTQIA+ na TV e nos serviços de streaming disponíveis no país. Apesar disso, os censores chineses costumam não autorizar a exibição de filmes com personagens LGBTQIA+. Filmes americanos premiados como “O Segredo de Brokeback Mountain” e “Moonlight” não estrearam no país, e até a versão para menores de “Deadpool 2” (que inclui um casal lésbico de super-heroínas) precisou fazer cortes para entrar na China.

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  • Filme,  Música

    Bohemian Rhapsody vai mostrar Freddie Mercury heterossexual em versão editada para a China

    27 de fevereiro de 2019 /

    Não é só “Nasce uma Estrela” que vai ganhar uma nova versão após o Oscar 2019. “Bohemian Rhapsody” também. Mas enquanto o romance musical vai acrescentar músicas de Lady Gaga, a cinebiografia musical vai tirar as cenas que retratam Freddie Mercury consumindo drogas e se portando como um homem gay. A nova versão “reprimida” (antônimo de estendida) será exibida exclusivamente nos cinemas da China, onde o filme estreia em 22 de março. Os censores da China já tinham cortado a tradução da palavra “gay” no discurso de Rami Malek, ao vencer o Oscar de Melhor Ator, na noite de domingo (24/2). Mas, ao contrário da “democracia” russa, o regime do Partido Comunista chinês não tem uma política específica anti-gay. É uma discussão que não sai do armário, e que consiste em barrar sem explicações filmes que promovam este modo de vida. Dirigido pelo taiwanês Ang Lee, “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005), por exemplo, não foi lançado comercialmente no país. Para a exibição no país, a Fox cortou cerca de um minuto do longa. E em vez de fomentar protestos, o corte cirúrgico, ironicamente, virou motivo de chacota por quem já achava ridícula a forma como “Bohemian Rhapsody” minimizou a sexualidade do cantor da banda Queen. Bastou tirar um minuto do longa para Freddie Mercury virar um macho man heterossexual. Mesmo com sua castração, o filme será lançado de forma limitada na China, via National Alliance of Arthouse Cinemas (NAAC), uma iniciativa público-privada dirigida pela China Film Archive e apoiada pelo Estado e por um consórcio de exibidores. No entanto, se a bilheteria for alta, a opção pode ser revisada e render um lançamento em mais salas.

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  • Etc

    Fan Bingbing teria sido libertada após passar quatro meses sem contato com família e advogados

    6 de outubro de 2018 /

    A atriz chinesa Fan Bingbing já teria sido libertada pela polícia chinesa, depois de ficar “desaparecida” por quase quatro meses, de acordo com a revista americana The Hollywood Reporter. Ela voltou a usar as redes sociais na quarta-feira (3/10) para fazer um pedido de desculpas ao governo de seu país e elogiar o Partido Comunista, após ser divulgado que ela devia cerca de US$ 129 milhões em impostos e multas. “Ela recuperou a sua liberdade e está, relativamente, de bom humor”, declarou um executivo próximo a Bingbing para a revista. Pela primeira vez, um jornal chinês, o South China Morning Post, assumiu que atriz tinha sido presa durante o período em que era tratada apenas como “desaparecida” pelos fãs e mau exemplo pelo governo. Presa, não. Ficou sob “vigilância residencial em um local designado”. A nomenclatura oficial usa eufemismo para não falar em prisão, mas a prática é bem pior que a prisão convencional, e similar à política de sequestro de Estado levada adiante pelos Estados Unidos durante a guerra ao terror do governo de George W. Bush. Estar em “vigilância residencial em um local designado” significa ser levado a um lugar desconhecido, isolado, sem direito a advogado nem contato com qualquer pessoa que não sejam autoridades designadas pelo governo. O sistema chinês permite que a polícia detenha suspeitos que são investigados por colocar a segurança do Estado em risco, como em casos de terrorismo ou corrupção expressiva, em locais desconhecidos, sem acesso a advogados ou contato com a família. Bingbing teria sido levada para um hotel usado por oficiais para investigar suspeitos de corrupção no subúrbio da cidade de Wuxi, na província de Jiangsu. A atriz de 36 anos é uma das maiores celebridades chinesas, conhecida internacionalmente graças à participações em blockbusters como “Homem de Ferro 3” (2013) e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), além de ter integrado o júri do Festival de Cannes em 2017. Muito ativa nas redes sociais, ela estava sem postar no Weibo, o Twitter chinês, desde julho, após sofrer acusações de fraude fiscal. Na ocasião, a produtora de Fan Bingbing a defendeu e denunciou “calúnias”. Os problemas de Fan Bingbing começaram em maio, quando um ex-apresentador da TV pública compartilhou documentos na internet, que segundo ele eram contratos da atriz. De acordo com os documentos, Fan teria sido paga oficialmente com 10 milhões de yuans (US$ 1,4 milhão) por quatro dias de trabalho, mas na realidade teria recebido outros 50 milhões de yuans. O escândalo deixou em evidência um sistema suspeito de “contratos duplos”, conhecidos com “yin e yang”, em que atores supostamente assinam documentos com salários diferentes, mas só apresentam o de valor mais baixo para o governo. Trata-se de uma tática para reduzir os impostos recolhidos. Pouco após esta denúncia, no fim de junho, o governo chinês anunciou uma ofensiva contra os “salários exagerados” da indústria cinematográfica do país, para impedir evasões fiscais e o “culto ao dinheiro”. Segundo reportou a agência oficial Xinhua, o governo estaria defendendo o “desenvolvimento saudável da indústria cinematográfica” da China. Ao anunciar a investigação de “casos de evasões fiscais de certos filmes e profissionais de TV, alegados em discussões on-line”, a Xinhua afirmou: “Esses problemas não só empurram os custos de programas de televisão e produções de filmes para cima, como afetam a qualidade da criação, destroem a saúde da indústria cinematográfica e criam uma tendência de adoração ao dinheiro”. No mês passado, o nome de Fan Bingbing apareceu em último lugar numa lista oficial do governo sobre responsabilidade social dos 100 artistas mais famosos da TV e do cinema da China. Sua percentagem de responsabilidade social seria de 0%. O governo afirma que as produções chinesas de cinema devem render mais benefícios à sociedade que bilheterias. De forma significativa, a primeira mensagem que ela postou no Weibo, ao ser libertada, lembra o teor dos vídeos de prisioneiros de terroristas, torturados para denunciar os equívocos de seu modo de vida, influenciado pela decadência ocidental, e elogiar seus captores benevolentes. “Peço perdão aos fãs e à sociedade, a meus amigos que se preocupam, ao público e à administração fiscal nacional”, ela escreveu, acrescentando: “Sem as boas políticas do Partido e do país, sem a atenção repleta de amor das massas, não existiria Fan Bingbing”. Como se tornou “inimiga” do Estado, não se sabe se, mesmo solta, a atriz poderá continuar sua carreira internacional. Seu próximo trabalho seria o thriller “355”, em que apareceria ao lado da francesa Marion Cotillard e da espanhola Penélope Cruz.

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  • Etc

    Ainda desaparecida, Fan Bingbing usa rede social para pedir perdão e elogiar Partido Comunista Chinês

    3 de outubro de 2018 /

    A estrela de cinema chinesa Fan Bingbing teria “reaparecido” nas redes sociais, três meses após sumir misteriosamente, para pedir desculpas aos fãs, logo após o governo anunciar que ela deve mais de US$ 129 milhões em impostos e multas por sonegação fiscal. Num texto de tom artificial, a atriz ou alguém com acesso à sua conta na Weibo, o equivalente chinês do Twitter, pediu perdão “aos fãs e à sociedade, a meus amigos que se preocupam, ao público e à administração fiscal nacional”, acrescentando: “Sem as boas políticas do Partido e do país, sem a atenção repleta de amor das massas, não existiria Fan Bingbing”. A atriz de 36 anos é uma das maiores celebridades chinesas, conhecida internacionalmente graças à participações em blockbusters como “Homem de Ferro 3” (2013) e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), além de ter integrado o júri do Festival de Cannes em 2017. Muito ativa nas redes sociais, ela estava desaparecida do Weibo desde julho, depois que sofreu acusações de fraude fiscal. Na ocasião, a produtora de Fan Bingbing a defendeu e denunciou “calúnias”. Desde então, ninguém mais a viu. E, apesar dos pedidos de desculpas e elogios que soam forçados ao Partido Comunista, a atriz continua fisicamente desaparecida, gerando boatos de que estaria presa pelo governo, num momento que a China aperta o cerco contra personalidades do mundo do entretenimento que teriam enriquecido. De acordo com a agência oficial Xinhua, Fan Bingbing e as empresas da atriz teriam deixado de pagar dezenas de milhões de dólares em impostos, e pelo menos uma pessoa foi detida por ter escondido e “deliberadamente destruído” documentos contábeis, indicou o anúncio do governo, sem revelar a identidade dessa pessoa. Essa informação se soma ao anúncio anterior, que veio a público em setembro, de que a atriz tinha sido colocada “sob controle e aceitará a decisão legal” das autoridades. A publicação estatal Securities Daily também informou na ocasião que a alegada evasão fiscal de Bingbing era “apenas a ponta do iceberg”. “Ela também é suspeita de participar de empréstimos ilegais e outras formas de corrupção. No pior dos casos, ela enfrenta punição legal”. A história foi removida algumas horas após a publicação, aumentando o clima sombrio que acompanha o desaparecimento da estrela. Os problemas de Fan Bingbing começaram em maio, quando um ex-apresentador da TV pública compartilhou documentos na internet, que segundo ele eram contratos da atriz. De acordo com os documentos, Fan teria sido paga oficialmente com 10 milhões de yuans (US$ 1,4 milhão) por quatro dias de trabalho, mas na realidade teria recebido outros 50 milhões de yuans. O escândalo deixou em evidência um sistema suspeito de “contratos duplos”, conhecidos com “yin e yang”, em que atores supostamente assinam documentos com salários diferentes, mas só apresentam o de valor mais baixo para o governo. Trata-se de uma tática para reduzir os impostos recolhidos. Pouco após esta denúncia, no fim de junho, o governo chinês anunciou uma ofensiva contra os “salários exagerados” da indústria cinematográfica do país, para impedir evasões fiscais e o “culto ao dinheiro”. Segundo reportou a agência oficial Xinhua, o governo estaria defendendo o “desenvolvimento saudável da indústria cinematográfica” da China. Ao anunciar a investigação de “casos de evasões fiscais de certos filmes e profissionais de TV, alegados em discussões on-line”, a Xinhua afirmou: “Esses problemas não só empurram os custos de programas de televisão e produções de filmes para cima, como afetam a qualidade da criação, destroem a saúde da indústria cinematográfica e criam uma tendência de adoração ao dinheiro”. No mês passado, o nome de Fan Bingbing apareceu em último lugar numa lista oficial do governo sobre responsabilidade social dos 100 artistas mais famosos da TV e do cinema da China. Sua percentagem de responsabilidade social seria de 0%. O governo afirma que as produções chinesas de cinema devem render mais benefícios à sociedade que bilheterias.

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    Atriz mais popular da China, Fan Bingbing completa dois meses sumida e pode estar presa

    15 de setembro de 2018 /

    Fan Bingbing, uma das atrizes chinesas mais conhecidas do mundo, estrela de “Homem de Ferro 3” e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, completou dois meses sumida. De acordo com a emissora britânica BBC, ela não é vista em público desde o dia 1º de julho, depois de visitar um hospital infantil, e não se manisfesta nas redes sociais, onde tem um dos maiores números de seguidores da China. Usuária assídua da rede de microblog chinesa Sina Weibo, com mais de 62 milhões de seguidores, Fan Bingbing não usa a plataforma desde o dia 23 de julho. Na ocasião, não postou nada, mas rompeu um hiato já notável para curtir algumas publicações. Três dias depois, o jornal chinês The Economic Observer noticiou que diversas pessoas da equipe de Fan estavam sendo questionadas pela polícia e que o irmão da atriz havia sido impedido de deixar o país. A matéria foi retirada do ar e a família da atriz não comentou o caso. Por conta disso, diversos rumores sobre seu destino vem alimentando fã-clubes e redes sociais. Mas agora vários indícios sugerem que ela está presa. O desaparecimento aconteceu após a atriz ser acusada, em maio, de evasão fiscal pelo apresentador de TV Cui Yongyuan. Ela teria assinado contratos de filmes conhecidos com “yin e yang”, em que atores supostamente assinam documentos com salários diferentes, mas só apresentam o de valor mais baixo para o governo. Trata-se de uma tática para reduzir os impostos recolhidos. O contrato que ela foi acusada de embolsar seria de US$ 1,6 milhão. Pouco após seu sumiço, no fim de junho, o governo chinês anunciou uma ofensiva contra os “salários exagerados” da indústria cinematográfica do país, para impedir evasões fiscais e o “culto ao dinheiro”. Segundo reportou a agência oficial Xinhua, o governo estaria defendendo o “desenvolvimento saudável da indústria cinematográfica” da China. Em junho, o governo começou a investigar “casos de evasões fiscais de certos filmes e profissionais de TV, alegados em discussões on-line”. “Esses problemas não só empurram os custos de programas de televisão e produções de filmes para cima, como afetam a qualidade da criação, destroem a saúde da indústria cinematográfica e criam uma tendência de adoração ao dinheiro”, afirmou a agência oficial do país. Na semana passada, a publicação estatal Securities Daily informou que a atriz tinha sido colocada “sob controle e aceitará a decisão legal” das autoridades. O artigo também afirmava que a alegada evasão fiscal de Bingbing era “apenas a ponta do iceberg”, acrescentando: “Ela também é suspeita de participar de empréstimos ilegais e outras formas de corrupção. No pior dos casos, ela enfrenta punição legal”. A história foi removida algumas horas após a publicação. E nesta semana, o nome de Fan Bingbing apareceu em último lugar numa lista oficial do governo sobre responsabilidade social dos 100 artistas mais famosos da TV e do cinema da China. Sua percentagem de responsabilidade social seria de 0%. O governo afirma que as produções chinesas devem reforçar o benefício à sociedade mais que as bilheterias. Fãs continuam pedindo nas redes sociais para Fan Bingbing comentar se está bem, mas, até agora, nem a atriz nem os estúdios responsáveis pelos seus filmes se manifestaram.

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    Paul Rudd e Evangeline Lilly imitam os heróis dos Vingadores em vídeo divertido para o mercado chinês

    15 de agosto de 2018 /

    O filme do “Homem-Formiga e a Vespa” só vai estrear na próxima semana na China. Por isso, o casal do título, vivido pelos atores Paul Rudd e Evangeline Lilly, iniciou uma nova rodada de divulgação focada no segundo maior mercado do mundo. Uma das novas entrevistas, realizada durante um junket chinês, também serviu para mostrar a diferença de abordagem da imprensa local. Em vez de ser perguntado sobre o filme, o casal foi convidado a participar de um jogo, tendo que imitar com gestos os principais heróis de “Vingadores: Guerra Infinita” – e até mesmo o vilão Thanos. O resultado, que foi incrementado por animações, ficou bem divertido e pode ser conferido abaixo. “Homem-Formiga e a Vespa” já fez US$ 450,4 milhões em todo o mundo, desde seu lançamento no começo de julho. Embora tenha superado a arrecadação do primeiro filme na América do Norte, o total mundial ainda é inferior aos US$ 519 milhões de “Homem-Formiga” em 2015. Mas a diferença deve ser tirada no mercado chinês, que recebe a produção da Marvel em 24 de agosto. Depois da China, o filme ainda será lançado no Japão, em 31 de agosto.

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    Fãs estão preocupados com o misterioso desaparecimento de uma das atrizes mais famosas da China

    2 de agosto de 2018 /

    Fan Bingbing, uma das atrizes chinesas mais conhecidas do mundo, estrela de “Homem de Ferro 3” e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, está desaparecida há um mês. De acordo com a emissora britânica BBC, ela não é vista em público desde o dia 1º de julho, depois de visitar um hospital infantil, e não se manisfesta nas redes sociais, onde tem um dos maiores números de seguidores da China, desde o último dia 23. O desaparecimento aconteceu após a atriz ser acusada, em maio, de evasão fiscal pelo apresentador de TV Cui Yongyuan. Ela teria assinado contratos de filmes conhecidos com “yin e yang”, em que atores supostamente assinam documentos com salários diferentes, mas só apresentam o de valor mais baixo para o governo. Trata-se de uma tática para reduzir os impostos recolhidos. O contrato que ela foi acusada de embolsar seria de US$ 1,6 milhão. No fim de junho, o governo chinês anunciou uma ofensiva contra os “salários exagerados” da indústria cinematográfica do país, para impedir evasões fiscais e o “culto ao dinheiro”. Segundo reportou a agência oficial Xinhua, o governo estaria defendendo o “desenvolvimento saudável da indústria cinematográfica” da China. Em junho, o governo começou a investigar “casos de evasões fiscais de certos filmes e profissionais de TV, alegados em discussões on-line”. “Esses problemas não só empurram os custos de programas de televisão e produções de filmes para cima, como afetam a qualidade da criação, destroem a saúde da indústria cinematográfica e criam uma tendência de adoração ao dinheiro”, afirmou a agência oficial do país. O governo afirma que as produções cinematográficas chinesas devem reforçar o benefício à sociedade mais que as bilheterias. A atriz sumiu logo após essas declarações. Usuária assídua da rede de microblog chinesa Sina Weibo, com mais de 62 milhões de seguidores, ela não usa a plataforma desde o dia 23 de julho. Na ocasião, não postou nada, mas rompeu um longo hiato para curtir algumas publicações. Três dias depois, o jornal chinês The Economic Observer noticiou que diversas pessoas da equipe de Fan estavam sendo questionadas pela polícia e que o irmão da atriz havia sido impedido de deixar o país. A matéria foi retirada do ar e a família da atriz não comentou o caso. Fãs continuam pedindo nas redes sociais para Fan Bingbing comentar se está bem, mas, até agora, nem a atriz nem os estúdios responsáveis pelos seus filmes se manifestaram.

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    Governo chinês decide limitar salário de atores para impedir “culto ao dinheiro”

    30 de junho de 2018 /

    O governo chinês decidiu limitar os salários dos atores e atrizes do país, para impedir evasões fiscais e o “culto ao dinheiro”. Segundo reportou a agência oficial Xinhua, o governo pretende com essa medida promover o “desenvolvimento saudável da indústria cinematográfica” da China. Segundo a medida, as estrelas de cinema e televisão terão seus salários limitados a 40% de todo o custo da produção e os atores principais não poderão receber mais que 70% do restante do elenco. O governo diz que é preciso acabar com os altos salários na indústria e com os contratos “yin e yang”, em que atores supostamente assinam dois contratos com salários diferentes, mas só apresentam o de valor mais baixo para o governo. Trata-se de uma tática para reduzir os impostos recolhidos. Os casos de contratos “yin e yang” e de evasão fiscal vieram à tona na mídia chinesa no mês passado. Em maio, o apresentador Cui Yongyuan revelou nas redes sociais que um contrato da famosa atriz Fan Bingbing supostamente seria de US$ 1,6 milhão e que celebridades utilizavam os contratos “yin e yang” como meio de cometer o crime fiscal. Os estúdios em que Fan trabalha negaram que a atriz realize evasão fiscal e ameaçaram processar o apresentador por ter revelado seu contrato. Em junho, o governo começou a investigar “casos de evasões fiscais de certos filmes e profissionais de TV, alegadas em discussões on-line”. “Esses problemas não só empurram os custos de programas de televisão e produções de filmes para cima, como afetam a qualidade da criação, destroem a saúde da indústria cinematográfica e criam uma tendência de adoração ao dinheiro”, reporta a agência oficial. O governo afirma que as produções cinematográficas chinesas devem reforçar o benefício à sociedade mais que as bilheterias. Embora não seja tão grande quanto Hollywood, nos Estados Unidos, e Bollywood, na Índia, a indústria de filmes chinesa caminha para se tornar uma das maiores do mundo, com filmes que chegam a arrecadar centenas de milhões de dólares.

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    Vingadores: Guerra Infinita vira maior filme de super-heróis de todos os tempos com US$ 1,6 bilhão

    13 de maio de 2018 /

    A Marvel quebrou seu próprio recorde de arrecadação. Neste fim de semana, “Vingadores: Guerra Infinita” atingiu impressionantes US$ 1,6 bilhão de bilheteria mundial. Trata-se da 5ª maior arrecadação de cinema de todos os tempos. E a maior entre todos os filmes de super-heróis já lançados, superando o US$ 1,5 bilhão do primeiro “Os Vingadores”, de 2012. À frente de “Vingadores: Guerra Infinita” estão apenas quatro filmes, e o primeiro da lista deverá ser ultrapassado ainda nesta semana. É que a diferença para “Jurassic World” é de somente US$ 65 milhões. Os demais estão mais distantes, pois pertencem à elite absoluta, como os três únicos filmes que renderam mais de US$ 2 bilhões: “Star Wars: O Despertar da Força” (2B), “Titanic” (2,1B) e “Avatar” (2,7B). De forma avassaladora, o novo filme de super-heróis da Marvel faturou cerca de US$ 500 milhões na última semana. Grande parte deste valor foi obtido na China, onde a produção estreou na sexta (11/5) e registrou a segunda maior abertura internacional de todos os tempos – não teria conseguido quebrar o recorde de “Velozes e Furiosos 8”. Graças a este desempenho, o terceiro “Vingadores” atingiu US$ 1 bilhão somente no mercado internacional. O rendimento na América do Norte, por sua vez, chegou a US$ 547,8M, após três fins de semana seguidos como o filme mais visto dos Estados Unidos e Canadá. Este ímpeto contou com ajuda de um calendário repleto de lançamentos fracos. Prevendo seu sucesso, os estúdios rivais trataram de sair da frente, praticamente estendendo o tapete vermelho para a comemoração de recordes de bilheteria. Mas o vento vai parar de soprar a seu favor já no próximo fim de semana, quando enfrentará seu primeiro adversário à altura: nada menos que outro super-herói da Marvel, “Deadpool 2”. Ainda que tenha censura mais elevada, o que diminui seu público, a continuação de “Deadpool” deve tomar a liderança de “Vingadores: Guerra Infinita” em vários países, impossibilitando planos de maiores conquistas.

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    Vingadores: Guerra Infinita estreia na China e já quebra primeiro recorde no país

    11 de maio de 2018 /

    “Vingadores: Guerra Infinita” finalmente estreou na China na sexta-feira (10/5). E já bateu seu primeiro recorde por lá. Segundo a revista The Hollywood Reporter, o longa da Marvel registrou a maior pré-venda de ingressos no país. O terceiro “Vingadores” fez US$ 47,5 milhões em pré-venda até a noite de quarta-feira, deixando na poeira o antigo recordista hollywoodiano, “Velozes e Furiosos 8”, que havia gerado US$ 25 milhões em venda antecipada. O oitavo capítulo da franquia de Vin Diesel também detém o recorde de bilheteira de filme estrangeiro no país: US$ 392,8 milhões. Ou seja, é provável que esta marca seja a próxima a ser derrubada pelo filme dos super-heróis. Se esse sucesso todo se confirmar, “Vingadores: Guerra Infinita” pode chegar a US$ 2 bilhões nas bilheterias mundiais. Até hoje, apenas três filmes superaram esta marca: “Star Wars: O Despertar da Força (US$ 2 bilhões), “Titanic” (US$ 2,1 bilhões) e “Avatar” (US$ 2,7 bilhões). Atualmente, a produção da Marvel é a 13ª maior bilheteira de todos os tempos, com US$ 1,2 bilhão de arrecadação mundial.

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    Homem-Aranha: De Volta ao Lar conquista 1º lugar com bilheteria histórica na América do Norte

    9 de julho de 2017 /

    “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” não teve dificuldades para estrear em 1º lugar na América do Norte. Sem concorrentes, foi o único lançamento amplo do fim de semana e aproveitou a vantagem para render uma bilheteria histórica. Com US$ 117 milhões, estimados pelo site Boxoffice Mojo, tornou-se a segunda maior abertura doméstica da Sony Pictures em todos os tempos. Quem lidera a lista de grandes estreias da Sony é, de forma irônica, “Homem-Aranha 3” (US$ 151,1 milhões em 2007), considerado um “fracasso” e responsável pela ideia de lançar o reboot de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012). Com o novo filme, o estúdio corrigiu o equívoco num segundo reboot, desta vez em parceria com a Marvel, após quase encerrar a franquia com bilheterias abaixo do desejado. O sucesso inaugural de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” foi tão grande que superou os US$ 103,3 milhões da estreia de “Mulher-Maravilha”. Só perde para mais dois outros filmes em 2017, “A Bela e a Fera” e “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. Como a Marvel é coprodutora do longa do super-herói aracnídeo, o resultado faz com que todas as três maiores bilheterias de estreia do ano nos Estados Unidos e no Canadá sejam produções da Disney. No mercado internacional, o lançamento faturou US$ 140 milhões em 56 países. As maiores bilheterias aconteceram na Coreia do Sul (US$ 25,8 milhões), México (US$ 12 milhões), Reino Unido (US$ 11,8 milhões) e Brasil (US$ 9,1 milhões). No território nacional, o valor representa a maior estreia de julho de todos os tempos. Mais detalhes na segunda (10/7), com os dados oficiais. Ao todo, a produção soma US$ 257 milhões em todo o mundo, e ainda nem estreou na China. A adaptação do super-herói dos quadrinhos também conquistou a crítica, atingindo 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Neste ano, público e crítica norte-americanos parecem se entender como nunca. As maiores bilheterias domésticas de 2017 receberam grandes elogios na imprensa, enquanto os grandes fracassos foram triturados. Franquias como “Piratas do Caribe” e “Transformers” só não darão prejuízo graças ao público chinês. De forma significativa, “Transformers: O Último Cavaleiro”, com somente 15% de aprovação no Rotten Tomatoes, levou três semanas para arrecadar o que “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” fez em três dias. Mas, graças ao mercado internacional, já se aproxima dos US$ 500 milhões mundiais. Do mesmo modo, “Meu Malvado Favorito 3” também experimenta um desempenho internacional mais efusivo. Após cair para o 2º lugar, em sua segunda semana em cartaz, a animação se aproximou dos US$ 150 milhões na América do Norte. Mas fez o dobro disso no exterior, atingindo quase US$ 450 milhões de faturamento mundial. Fora do Top 10, um drama sobrenatural de distribuição limitada impressionou os analistas por superar a arrecadação por tela de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Lançado em apenas quatro salas, “A Ghost Story” fez US$ 108 mil, o equivalente a US$ 27 mil por tela – o filme do Homem-Aranha faturou US$ 26,9 mil por tela. Sem distribuição prevista no Brasil, “A Ghost Story” volta a reunir o diretor David Lowery com os atores Casey Affleck e Rooney Mara, após terem colaborado no belo “Amor Fora da Lei” (Ain’t Them Bodies Saint, 2013). O filme acompanha o relacionamento do casal e o que acontece após a transformação de Affleck em fantasma, invisível a todos a seu redor. Para o público, porém, ele aparece como um figura triste e muda, coberta por um lençol branco de desenho animado, incapaz de consolar sua jovem viúva. Exibido no Festival de Sundance 2017, “A Ghost Story” tem 87% de aprovação no Rotten Tomatoes. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 117 milhões Total EUA: US$ 117 milhões Total Mundo: US$ 257 milhões 2. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 33,9 milhões Total EUA: US$ 149,1 milhões Total Mundo: US$ 447,5 milhões 3. Em Ritmo de Fuga Fim de semana: US$ 12,7 milhões Total EUA: US$ 56,8 milhões Total Mundo: US$ 70,8 milhões 4. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 10,1 milhões Total EUA: US$ 368,7 milhões Total Mundo: US$ 745,7 milhões 5. Transformers: O Último Cavaleiro Fim de semana: US$ 6,3 milhões Total EUA: US$ 118,9 milhões Total Mundo: US$ 494,6 milhões 6. Carros 3 Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 133,7 milhões Total Mundo: US$ 193,7 milhões 7. The House Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 18,6 milhões Total Mundo: US$ 24 milhões 8. The Big Sick Fim de semana: US$ 3,6 milhões Total EUA: US$ 6,9 milhões Total Mundo: US$ 6,9 milhões 9. 47 Meters Down Fim de semana: US$ 2,8 milhões Total EUA: US$ 38,5 milhões Total Mundo: US$ 38,5 milhões 10. O Estranho que Nós Amamos Fim de semana: US$ 2 milhões Total EUA: US$ 7,4 milhões Total Mundo: US$ 8,2 milhões

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  • Filme

    Meu Malvado Favorito 3 registra maior estreia de uma animação na China

    7 de julho de 2017 /

    “Meu Malvado Favorito 3” fez impressionantes US$ 20,1 milhões em seu primeiro dia de exibição na China. O resultado é a maior abertura já registrada para um lançamento de animação no país: 17,5% superior à abertura de “Minions” (2015), spin-off da mesma franquia, que detinha o recorde anterior. Representa também o sexto maior dia de estréia de 2017 no mercado chinês. Antes da estreia chinesa nesta sexta (7/7), “Meu Malvado Favorito 3” já havia arrecadado US$ 286,8 milhões em todo o mundo, dos quais US$ 115,2 milhões vieram do faturamento doméstico norte-americano. O filme estreou em 1º lugar no Brasil e nos Estados Unidos no fim de semana passado, mas em curva descendente em relação aos lançamentos anteriores da franquia. No Brasil, rendeu R$ 25 milhões em seus primeiros dias de exibição, entre quinta-feira e domingo (2/7), com a venda de 1,4 milhão de ingressos. Isto representa cerca de 50% do público inaugural de “Meu Malvado Favorito 2” em 2013. A estreia na América do Norte, por sua vez, marcou outro tipo de recorde: o de maior quantidade de telas. Pela primeira vez, um filme foi exibido em 4,5 mil salas de cinema e o resultado foi o inevitável domínio nas bilheterias: 1º lugar com US$ 75,4 milhões. Entretanto, “Meu Malvado Favorito 2” abriu com US$ 83,5 milhões, num circuito com 600 salas a menos, há quatro anos. Em resumo, os números apontam que franquias que começam a dar sinais de esgotamento em Hollywood tem vida mais longa e produtiva no mercado chinês.

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    Hollywood vai auditar bilheterias da China atrás de fraudes nas arrecadações de cinema

    27 de junho de 2017 /

    Com a indústria cinematográfica americana cada vez mais dependente do mercado internacional, a Motion Picture Association of America (MPA), que representa os seis principais estúdios de Hollywood, decidiu auditar pela primeira vez as bilheterias de cinema da China. A informação foi repassada por uma fonte anônima ao serviço de notícias da Bloomberg e confirmada por revistas especializadas. A MPA contratou uma empresa de contabilidade para verificar se a venda de ingressos tem sido registrada de forma correta, após centenas de casos de erros na contabilização das receitas terem sido detectados na China. Nos acordos internacionais de distribuição, os estúdios recebem 25% das vendas de bilheteria, portanto, obter números precisos é uma forma de evitar fraudes. No ano passado, a China aprovou legislação com multas elevadas para combater a falsificação dos dados de bilheteria. Mesmo assim, a Administração Estatal de Imprensa, Publicações, Rádio, Filmes e Televisão da China puniu mais de 300 cinemas por informar números inferiores aos reais da venda de ingressos, em março. A auditoria de Hollywood faz parte de um acordo de mercado entre o MPA e as autoridades chinesas, cujos detalhes não foram divulgados publicamente. Os maiores estúdios de Hollywood têm contado com as bilheterias da China para equilibrar suas receitas. Vários blockbusters recentes fizeram mais sucesso no mercado chinês que nos próprios Estados Unidos. Entretanto, a fatia dos estúdios no mercado doméstico é bem maior, em torno de 50% da comercialização das bilheterias, o que faz com que o sucesso na América do Norte tenha mais peso no desenvolvimento de franquias.

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