Pesquisa revela que público americano quer mais filmes de super-heróis para maiores
Uma pesquisa realizada pelo site Fandango, o mais popular endereço de vendas de ingressos online dos EUA, revelou que o público de cinema é favorável à produção de mais filmes de super-heróis para maiores de idade. O Fandango ouviu mais de mil pessoas em sua enquete. E, deste total, uma esmagadora maioria, 71%, afirmaram que desejam ver mais esse tipo de filme, como o recém-lançado “Logan”. O resultado da pesquisa reflete o sucesso que “Deadpool” conquistou nos cinemas no ano passado e a expectativa elevada em relação a “Logan”, que chegou neste fim de semana aos cinemas americanos. Os dois filmes citados são as únicas adaptações de super-heróis da Marvel lançadas para maiores nos EUA, ambas produzidas pela Fox. “Batman vs Superman” também chegou a ter uma versão para adultos, mas ela foi lançada direto em Blu-ray e conseguiu receber alguns elogios, apesar do filme com cortes, exibido para maiores de 13 anos, ser considerado um dos piores do ano passado. Os lançamentos citados receberam a classificação “R” nos EUA, uma das mais elevadas, que veta menores de 17 anos sem a companhia dos pais. As redes de cinema tendem a não exibir filmes com classificação indicativa maior – “NC-17”, que não permite menores de 17 nem na companhia dos pais, e “X”, reservado para pornografia. No Brasil, os filmes classificados como “R” geralmente são exibidos com indicação para maiores de 16 anos, como os citados “Deadpool” e “Logan”.
Vídeo mostra envelhecimento de Hugh Jackman como Logan
O ator Hugh Jackman divulgou em sua conta no Instagram um pôster em movimento de “Logan”, que mostra como seu Wolverine envelheceu para o novo filme. Jackman interpreta o personagem desde 2000, quando estrelou o primeiro “X-Men”, e está aposentando-o com “Logan”, após 17 anos. Veja abaixo como o tempo o tratou desde então. É claro que os efeitos visuais e a maquiagem ajudam nesse processo, já que o personagem chega à “Logan” mais envelhecido que o ator, atualmente com 48 anos. Confira abaixo. Com direção de James Mangold (de “Wolverine – Imortal”), “Logan” estreou na quinta (2/3) nos cinemas brasileiros. HIS TIME HAS COME Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em Mar 2, 2017 às 6:01 PST
Deadpool 2 ganha primeiro teaser na abertura de Logan nos EUA
“Deadpool 2” ganhou seu primeiro teaser, exibido, por enquanto, apenas nos cinemas americanos antes da projeção de “Logan”. Dirigido por David Leitch, o responsável por “Deadpool 2”, o vídeo serve para mostrar aos fãs o que eles podem esperar do próximo filme de mutantes da Fox. A prévia começa em uma rua muito suja, com muito lixo voando, onde um homem anda com um casaco de moletom e um gorro cobrindo a sua cabeça. Parece até uma pegadinha para o público acreditar que “Logan” começou, interrompida quando o homem puxa seu capuz e revela ser Wade Wilson, interpretado por Ryan Reynolds com seu rosto inteiramente deformado. Wade remove o capuz ao ouvir um homem assaltado pedir ajuda e corre para uma cabine telefônica para vestir seu uniforme, ao som da música-tema do filme “Superman” (1978), criada por John Williams. A graça, porém, é que Wade começa a trocar de roupa dentro da cabine em tempo real, o que não é exatamente rápido como Superman. Ou seja, o homem continua pedindo ajuda, enquanto o protagonista tira cada peça de roupa para colocar, com muita dificuldade, o seu uniforme superapertado. Quando ele está quase acabando, escuta um tiro, indicando que a vítima foi assassinada. Já vestido, Deadpool encontra Stan Lee (ele mesmo) antes de se deparar com o homem caído no chão. Por motivo nenhum, ele termina o vídeo usando-o como um travesseiro e filosofando sobre como é possível encontrar uma cabine telefônica nos dias de hoje, e sobre como a vítima teria sobrevivido se ele fosse Logan, que não precisa mudar de roupas para entrar em ação. Vale comentar ainda um dos easter eggs, que surge numa pixação com o nome “Nate Summers” (o Cable), na porta da cabine telefônica. A ideia foi inovadora, no sentido de que não se trata propriamente de um trailer, nem é uma cena, digamos, “pré-créditos”, pois não está ligada diretamente ao filme. Na verdade, está mais para os curtas da Disney, exibidos antes das animações em longa-metragem. Por sinal, a produção desse teaser pode ter sido a responsável pelos mal-entendidos sobre a participação do tagarela no filme de Wolverine e da gravação da tal cena extra que não existe. “Logan” estreou na quinta (2/3) nos cinemas brasileiros, mas “Deadpool 2” só será lançado em 2018.
Diretor adianta Pesadelo, Irmão Vodu e Clea na continuação de Doutor Estranho
Embora ainda não tenha sido oficializada pela Marvel, a continuação de “Doutor Estranho” é praticamente inevitável, tendo em vista o sucesso do filme, que arrecadou mais de US$ 670 milhões em todo o mundo. Por conta disso, e também para se garantir na vaga, o diretor Scott Derrickson tem adiantado algumas ideias sobre a sequência nas redes sociais. Em uma sessão recente de perguntas e respostas no Twitter, ele revelou que Pesadelo deve ser o próximo vilão e adiantou as participações do Irmão Vodu e Clea, namorada de Stephen Strange nos quadrinhos. “Possivelmente teremos Pesadelo, mas ele é um personagem complicado, precisa estar atendo para representá-lo da melhor forma. E também não é possível continuar contando a história de Stephen sem o envolvimento de Clea”, ele respondeu aos fãs. Sobre o Irmão Vodu, ele disse o seguinte: “Seu irmão Daniel foi morto por Kaecilius [o personagem de Mads Mikkelsen], então o que você acha?” Nas publicações da Marvel, Pesadelo é um demônio, vindo da “Dimensão dos Sonhos”, que atormenta os seres humanos enquanto dormem. Ele normalmente aparece como um homem maltrapilho de cabelos verdes, colante e capa rasgada, cavalgando um unicórnio negro. A imagem é puro delírio de Steve Ditko, que criou Pesadelo com Stan Lee em 1963, além de ser responsável pela psicodelia dos quadrinhos de Doutor Estranho. Irmão Vodu foi criado em 1973 por Len Wein (criador também do Monstro do Pântano e de Wolverine) e o artista Gene Colan, como um haitiano com poderes mágicos, capaz de se comunicar com o espírito do irmão morto e possuir os vivos. Desde que substituiu Doutor Estranho no posto de Mago Supremo do Universo Marvel em 2009, o personagem passou a ser chamado de Doutor Vodu. Para completar, Clea é uma das personagens mais importantes dos quadrinhos de Doutor Estranho, criada em 1964 por Stan Lee e Steve Ditko no mesmo arco que introduziu o demônio Dormammu. Ela é uma habitante da mesma dimensão maligna do vilão, onde era mantida prisioneira, e ao fugir para a Terra se torna discípula e depois amante de Strange.
Novo trailer de Guardiões da Galáxia Vol. 2 ganha versão legendada
A Disney divulgou o pôster nacional e a versão legendada do novo trailer de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, que traz novas piadas e muitas cenas inéditas de ação desenfreada. Como as anteriores, a prévia não se preocupa em explicar a história, destacando o tom bem-humorado e os diversos efeitos visuais da produção, enquanto mostra a nova formação e dinâmica do grupo de heróis relutantes, esboça a ameaça de Ayesha (Elizabeth Debicki, de “O Agente da UNCLE”) e, de quebra, revela a primeira aparição do pai de Peter Quill/Senhor das Estrelas (Chris Pratt), vivido por Kurt Russell (“Os Oito Odiados”). Novamente dirigido por James Gunn, o filme tem estreia marcada para 4 de maio no Brasil. Clique no pôster abaixo para ampliá-lo.
Ator de Lost viverá Karnak na série dos Inumanos
O ator Ken Leung, que viveu Miles na série “Lost” e atualmente estava em “Plantão Noturno/Night Shift”, foi escalado para viver Karnak, um importante personagem da série baseada nos quadrinhos dos Inumanos, desenvolvida em parceria entre a Marvel, a rede ABC e a rede de cinemas Imax. O papel será o segundo projeto da Marvel da carreira de Leung, que teve uma pequena participação em “X-Men: O Confronto Final” (2006). Karnak é o primo de Raio Negro e seu conselheiro mais próximo, graças à sua capacidade de enxergar falhas em todas as coisas – pessoas, planos, estruturas, etc. Ele é o estrategista da família real. O ator vai se juntar a Anson Mount (série “Hell on Wheels”), que viverá Raio Negro, Serinda Swan (série “Segredos do Paraíso/Graceland”) como Medusa e Iwan Rheon (série “Game of Thrones”), que terá o papel de Maximus. Intitulada em inglês “Inhumans”, a série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.
Logan é o filme de super-heróis que os fãs sempre pediram
Comprometido com o papel de vilão em “Missão: Impossível 2”, Dougray Scott não teve agenda para fazer “X-Men”. Como plano B, a Fox e o diretor Bryan Singer optaram pelo, até então, desconhecido australiano Hugh Jackman para ser Wolverine na adaptação que fez Hollywood e o público respeitarem filmes baseados em histórias em quadrinhos. O primeiro “X-Men” (2000) até que foi legal, mas Jackman roubou a cena e valeu muito mais que o filme inteiro. Não demorou e veio “X-Men 2” (2003), esse sim um grande filme, e outras sete participações do ator como Wolverine. Só que, 17 anos depois, ainda faltava aquela pitada de coragem para entregarem um filme que representasse o furioso mutante do jeito que os fãs queriam – de forma brutal, descarregando sua raiva nos inimigos e com muito sangue espirrando na plateia. E prestígio na indústria é isso aí: perto de completar 50 anos, Jackman disse que faria o personagem apenas mais uma vez, porém exigindo que o filme saísse como queria. Conseguiu carta branca e entregou o projeto a um diretor de sua confiança, James Mangold. O resultado é “Logan”, o filme do Wolverine que os fãs sempre pediram. Um dos maiores elogios que se pode fazer é que não parece uma adaptação de histórias em quadrinhos – e é muito importante incluir isso – do modo como Hollywood acostumou o púlico. Trata-se de um filme completo, dramático quando exigido e raivoso quando a história pede. Sem acrobacias, cenas de ação à la 007, como a sequência do trem em “Wolverine: Imortal” (2013), curiosamente dirigido pelo mesmo James Mangold (que diferença faz a liberdade para tocar um filme), mas com muita porrada, membros decepados, palavrões (a primeira fala do filme é “FUCK”), sangue jorrando de maneira intensa, violentíssima, porém compreensível, aceitável quando entendemos Wolverine após quase duas décadas. Ainda mais porque, desta vez, ele está velho, cansado e com seu poder de regeneração bastante debilitado. Mas não é o caso de se apegar tanto à violência, tensão, adrenalina ou mesmo os efeitos visuais, porque o segredo do sucesso de “Logan” está no título. Apesar de tudo, não é um filme sobre um super-herói, mas sobre um homem em busca de sua humanidade perdida em um passado doloroso e que não volta mais. É o filme mais humano e centrado em personagens já feito sobre quadrinhos da Marvel, com diálogos reflexivos, pausas silenciosas e atuações definitivas de Hugh Jackman e Sir Patrick Stewart, que não precisam de muita coisa para cortar o coração do espectador nas simples conversas que Logan e Xavier travam sobre amor, a aceitação da morte, família, culpa, esperança, liderança e a relação pai e filho ou pai e filha. É onde entra a grande surpresa do filme, a pequena Dafne Keen, que rouba a cena como Laura (pode chamar de X-23) não somente nas sequências impressionantes de ação, mas também pelo seu potencial como atriz, apontando a franquia para um futuro promissor que o sucesso deste filme pode ajudar Hollywood a compreender. Em termos de adaptações de quadrinhos, “Logan” só é comparável a “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008), embora seja completamente diferente do filme de Christopher Nolan. Em diversos momentos, parece mais uma produção da Nova Hollywood dos anos 1970, devido à ousadia de querer sair fora dos padrões. Mas seu espírito verdadeiro pertence aos westerns e road movies, o bom e velho filme de jornada, em que anti-heróis enfrentam percalços em fuga ou em busca de seu caminho. Como em “Os Imperdoáveis” (1992), “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007) e até “A Qualquer Custo” (2016), os protagonistas são corroídos por arrependimentos, cercados por violência e carregam hábitos e memórias de uma época que passou. Entretanto, nada é tão grandioso quanto o amor de James Mangold pelo clássico “Os Brutos Também Amam” (1953). Para os fãs de Wolverine, esse é o filme dos sonhos. Outros atores poderão interpretar Wolverine, claro, mas nenhum será o Logan de Hugh Jackman, como nenhum outro 007 foi o James Bond de Sean Connery. Isso é sair por cima.
Logan é a principal estreia de cinema da semana – e talvez do ano
Principal estreia de cinema nesta quinta (2/3), “Logan” é o segundo filme de super-heróis da Marvel/Fox lançado para maiores de 16 anos no Brasil. O primeiro foi “Deadpool”, no ano passado, completamente diferente em tom. Enquanto o filme estrelado por Ryan Reynolds era insanamente divertido, o último longa de Hugh Jackman como Wolverine aposta na seriedade. Tendo em vista como as produções da DC Comics/Warner se equivocam ao se levar a sério, o acerto de “Logan” abre um novo caminho, deixando claro o que realmente faz diferença. E é bem simples. Desde sua concepção, o longa dirigido por James Mangold evitou se limitar ao mundinho dos fanboys adolescentes. O que a Warner esqueceu, ao buscar um tom mais sombrio para seus filmes, foi que a própria DC Comics buscou o público adulto quando promoveu sua grande guinada rumo a histórias sombrias nos anos 1980. Já faz 30 anos que os quadrinhos de super-heróis se sofisticaram, com o lançamento de graphic novels e o fim do código de ética, um selinho que garantia conteúdo infantil. “Logan” é a versão de cinema dessa revolução. Um filme de super-heróis maduro, influenciado pelo western e passado num mundo tão violento quanto os quadrinhos se tornaram. Não é que “Logan” se afasta dos quadrinhos para se tornar um filme para maiores. Ao contrário. Ele é o primeiro filme que realmente compreendeu o que aconteceu nos quadrinhos nas últimas três décadas. O filme mostrou sua carta de intenções ao fazer uma première num local inusitado: um festival de cinema europeu, em Berlim, onde produções sérias e dramáticas têm prioridade. E acabou sendo a obra mais aplaudida e comentada de todo o evento. A crítica mundial caiu para trás. Nos EUA, onde “Logan” estreia na sexta, os elogios renderam 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Nem “Deadpool”, que chegou a ganhar indicações a prêmios dos prestigiosos sindicatos de Hollywood, agradou tanto (84%). Tendo isso em vista, “Logan” ganha sua devida perspectiva. Não é apenas a principal estreia da semana. Pode ser o mais importante lançamento do ano. Seu sucesso ou fracasso influenciará inúmeras decisões sobre o futuro das adaptações de super-heróis em Hollywood. Por via das dúvidas, chega em 1,2 mil salas, num empurrão para virar blockbuster. Apenas mais duas estreias completam o circuito. Uma delas, inclusive, já estava em cartaz em circuito de “pré-estreias pagas”. Último longa americano do Oscar 2017 a estrear no Brasil, “Um Limite entre Nós” rendeu a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante a Viola Davis, um prêmio que ela vinha ensaiando vencer desde 2009. A atriz já tinha conquistado o equivalente teatral, o Tony Awards, pelo mesmo papel, como uma mãe sofredora nos anos 1950, casada com um lixeiro orgulhoso, numa família endurecida pelo racismo da época, que tenta ensinar a vida para o filho. Denzel Washingon é seu parceiro, indicado ao Oscar e favorito de muita gente ao prêmio – venceu o troféu do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG Award). Ele também dirigiu o longa, adaptado postumamente para o cinema pelo autor da peça, August Wilson. O menor lançamento é “Waiting for B”, que, apesar do título, é um documentário nacional sobre a vinda de Beyoncé ao Brasil. O filme se foca no público, sua obsessão pela estrela e a dedicação que leva fãs a acampar diante de uma bilheteria dias antes da data marcada para o show. Foi exibido com sucesso em vários festivais internacionais.
Atriz de Graceland vai viver Medusa na série dos Inumanos
A atriz Serinda Swan (série “Segredos do Paraíso/Graceland”) foi a escolhida para interpretar a heroína Medusa, mulher de Raio Negro e rainha dos Inumanos na série “Inhumans”, desenvolvida em parceria entre a Marvel, a rede ABC e a rede de cinemas Imax. Swan é a terceira escalação oficial do elenco. Ela se junta a Anson Mount (série “Hell on Wheels”), que viverá Raio Negro, e Iwan Rheon (série “Game of Thrones”), que terá o papel de Maximus, irmão do Raio Negro. Medusa tem o poder de controlar seus longos cabelos como se fossem membros de seu corpo. É uma espécie de Rapunzel que usa os cabelos como outros pares de mãos. “Serinda Swan traz uma elegância real, bem como uma sensação de grande força interior e determinação feroz para o papel da Medusa. Eu não poderia estar mais feliz de tê-la como nossa Rainha de Attilan”, comentou em comunicado o showrunner Scott Buck (que também desenvolveu a vindoura série do herói “Punho de Ferro” para a Netflix). Anteriormente, a atriz Elysia Rotaru, que interpretou Taiana na 4ª temporada de “Arrow”, publicou em sua conta no Twitter uma mensagem com links para a produção, o diretor e o canal da série, dando a entender que estaria envolvida com a produção. Rumores trataram de espalhar que ela viveria, justamente, Medusa. Mas seu nome não foi citado pelos produtores. Intitulada em inglês “Inhumans”, a série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.
Veja 20 fotos de Punho de Ferro, a nova série da Marvel produzida pela Netflix
A Netflix divulgou novas fotos de “Punho de Ferro”, sua quarta série de super-herói da Marvel. Além do protagonista, vivido por Finn Jones (o Loras Tyrell de “Game of Thrones”), as fotos mostram a presença ubíqua de Rosario Dawson, que volta a aparecer como a enfermeira Claire Temple na quarta série consecutiva, além da participação de Carrie Ann Moss, retomando o papel da advogada Jeri Hogarth (vista em “Jessica Jones”). Entre as novidades, os destaques são para Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”), que vive a nova heroína Colleen Wing, mestre das artes marciais, Jessica Stroup (série “The Following”) como a empresária Joy Meachum e Tom Pelphrey (série “Banshee”) como Ward Meachum. Na história escrita em 1974 por Roy Thomas e desenhada por Gil Kane, o jovem Daniel Rand é o único sobrevivente de uma tragédia que o deixou órfão e abandonado ainda criança numa cidade mística, K’un-Lun, que aparece somente uma vez a cada dez anos no Himalaia. Ele cresce neste local secreto, aprimorando o poder que torna seu punho capaz de atravessar as superfícies mais resistentes, até atingir a maioridade e voltar a Nova York em busca vingança contra o responsável pela morte de sua família, o antigo sócio de seu pai, Harold Meachum (vivido na série por David Wenham, da trilogia “O Senhor dos Anéis”). A adaptação televisiva foi desenvolvida pelo produtor-roteirista Scott Buck (showrunner das séries “Dexter” e “Six Feet Under”) e vai estrear em 17 de março, com 13 episódios.
Novo trailer de Guardiões da Galáxia Vol. 2 introduz o pai do Senhor das Estrelas
A Marvel divulgou um pôster e um novo trailer de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. Ainda sem legendas, o vídeo traz novas piadas e muitas cenas inéditas de ação desenfreada. Como as anteriores, a prévia não se preocupa em explicar a história, destacando o tom bem-humorado e os diversos efeitos visuais da produção, enquanto mostra a nova formação e dinâmica do grupo de heróis relutantes, reforça a majestade da possível vilã Ayesha (Elizabeth Debicki, de “O Agente da UNCLE”) e, de quebra, revela a primeira aparição do pai de Peter Quill/Senhor das Estrelas (Chris Pratt), vivido por Kurt Russell (“Os Oito Odiados”). Novamente dirigido por James Gunn, o filme tem estreia marcada para 4 de maio no Brasil. Clique no pôster abaixo para ampliá-lo.
Astro de Hell on Wheels será Raio Negro na série dos Inumanos
O ator Anson Mount, protagonista da série “Hell on Wheels”, vai viver o super-herói Raio Negro na série dos Inumanos, desenvolvida em parceria entre a Marvel, a rede ABC e a rede de cinemas Imax. Raio Negro é o principal herói do grupo criado por Stan Lee e Jack Kirby em 1965. Rei dos Inumanos, ele possui uma voz tão poderosa que seu simples sussurro é capaz de destruir um quarteirão. Por isso, porta-se como se fosse mudo, liderando seu reino sem dizer nenhuma palavra. “Anson adorou o desafio de interpretar um personagem que só se comunicará silenciosamente”, disse Jeph Loeb, diretor da Marvel Television, no comunicado que anunciou a contratação. “Seu entusiasmo misturado com sua persona imponente torna fácil ver porque ele é o nosso Raio Negro.” O ator vai se juntar a Iwan Rheon (Ramsay Bolton na série “Game of Thrones”), anteriormente confirmado como Maximus, o irmão maligno de Raio Negro. Intitulada em inglês “Inhumans”, a série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck, que também desenvolveu a vindoura série do herói “Punho de Ferro” para a Netflix, e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.
Teaser de Guardiões da Galáxia Vol. 2 confirma Nebula no grupo
Antecipando o novo trailer completo, a Marvel divulgou um teaser de “Guardiães da Galáxia Vol. 2”, que revela a falta de etiqueta de um certo integrante do grupo. Alguém não sabe como se comportar durante o jantar. E, de forma surpreendente, não é Rocket Raccoon. Além da piada, a prévia serve para adiantar que Nebula (ou Nebulosa, dependendo da tradução) está perfeitamente integrada ao grupo. O que a teria feito mudar de lado, após ser uma vilã no primeiro filme? Pelo jeito, a resposta só será conhecida quando a continuação estrear. Novamente dirigido por James Gunn, “Guardiões da Galáxia Vol. 2” chega aos cinemas em 4 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.












