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  • Série

    Ator de Lost viverá Karnak na série dos Inumanos

    2 de março de 2017 /

    O ator Ken Leung, que viveu Miles na série “Lost” e atualmente estava em “Plantão Noturno/Night Shift”, foi escalado para viver Karnak, um importante personagem da série baseada nos quadrinhos dos Inumanos, desenvolvida em parceria entre a Marvel, a rede ABC e a rede de cinemas Imax. O papel será o segundo projeto da Marvel da carreira de Leung, que teve uma pequena participação em “X-Men: O Confronto Final” (2006). Karnak é o primo de Raio Negro e seu conselheiro mais próximo, graças à sua capacidade de enxergar falhas em todas as coisas – pessoas, planos, estruturas, etc. Ele é o estrategista da família real. O ator vai se juntar a Anson Mount (série “Hell on Wheels”), que viverá Raio Negro, Serinda Swan (série “Segredos do Paraíso/Graceland”) como Medusa e Iwan Rheon (série “Game of Thrones”), que terá o papel de Maximus. Intitulada em inglês “Inhumans”, a série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.

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  • Filme

    Logan é o filme de super-heróis que os fãs sempre pediram

    2 de março de 2017 /

    Comprometido com o papel de vilão em “Missão: Impossível 2”, Dougray Scott não teve agenda para fazer “X-Men”. Como plano B, a Fox e o diretor Bryan Singer optaram pelo, até então, desconhecido australiano Hugh Jackman para ser Wolverine na adaptação que fez Hollywood e o público respeitarem filmes baseados em histórias em quadrinhos. O primeiro “X-Men” (2000) até que foi legal, mas Jackman roubou a cena e valeu muito mais que o filme inteiro. Não demorou e veio “X-Men 2” (2003), esse sim um grande filme, e outras sete participações do ator como Wolverine. Só que, 17 anos depois, ainda faltava aquela pitada de coragem para entregarem um filme que representasse o furioso mutante do jeito que os fãs queriam – de forma brutal, descarregando sua raiva nos inimigos e com muito sangue espirrando na plateia. E prestígio na indústria é isso aí: perto de completar 50 anos, Jackman disse que faria o personagem apenas mais uma vez, porém exigindo que o filme saísse como queria. Conseguiu carta branca e entregou o projeto a um diretor de sua confiança, James Mangold. O resultado é “Logan”, o filme do Wolverine que os fãs sempre pediram. Um dos maiores elogios que se pode fazer é que não parece uma adaptação de histórias em quadrinhos – e é muito importante incluir isso – do modo como Hollywood acostumou o púlico. Trata-se de um filme completo, dramático quando exigido e raivoso quando a história pede. Sem acrobacias, cenas de ação à la 007, como a sequência do trem em “Wolverine: Imortal” (2013), curiosamente dirigido pelo mesmo James Mangold (que diferença faz a liberdade para tocar um filme), mas com muita porrada, membros decepados, palavrões (a primeira fala do filme é “FUCK”), sangue jorrando de maneira intensa, violentíssima, porém compreensível, aceitável quando entendemos Wolverine após quase duas décadas. Ainda mais porque, desta vez, ele está velho, cansado e com seu poder de regeneração bastante debilitado. Mas não é o caso de se apegar tanto à violência, tensão, adrenalina ou mesmo os efeitos visuais, porque o segredo do sucesso de “Logan” está no título. Apesar de tudo, não é um filme sobre um super-herói, mas sobre um homem em busca de sua humanidade perdida em um passado doloroso e que não volta mais. É o filme mais humano e centrado em personagens já feito sobre quadrinhos da Marvel, com diálogos reflexivos, pausas silenciosas e atuações definitivas de Hugh Jackman e Sir Patrick Stewart, que não precisam de muita coisa para cortar o coração do espectador nas simples conversas que Logan e Xavier travam sobre amor, a aceitação da morte, família, culpa, esperança, liderança e a relação pai e filho ou pai e filha. É onde entra a grande surpresa do filme, a pequena Dafne Keen, que rouba a cena como Laura (pode chamar de X-23) não somente nas sequências impressionantes de ação, mas também pelo seu potencial como atriz, apontando a franquia para um futuro promissor que o sucesso deste filme pode ajudar Hollywood a compreender. Em termos de adaptações de quadrinhos, “Logan” só é comparável a “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008), embora seja completamente diferente do filme de Christopher Nolan. Em diversos momentos, parece mais uma produção da Nova Hollywood dos anos 1970, devido à ousadia de querer sair fora dos padrões. Mas seu espírito verdadeiro pertence aos westerns e road movies, o bom e velho filme de jornada, em que anti-heróis enfrentam percalços em fuga ou em busca de seu caminho. Como em “Os Imperdoáveis” (1992), “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007) e até “A Qualquer Custo” (2016), os protagonistas são corroídos por arrependimentos, cercados por violência e carregam hábitos e memórias de uma época que passou. Entretanto, nada é tão grandioso quanto o amor de James Mangold pelo clássico “Os Brutos Também Amam” (1953). Para os fãs de Wolverine, esse é o filme dos sonhos. Outros atores poderão interpretar Wolverine, claro, mas nenhum será o Logan de Hugh Jackman, como nenhum outro 007 foi o James Bond de Sean Connery. Isso é sair por cima.

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  • Filme

    Logan é a principal estreia de cinema da semana – e talvez do ano

    2 de março de 2017 /

    Principal estreia de cinema nesta quinta (2/3), “Logan” é o segundo filme de super-heróis da Marvel/Fox lançado para maiores de 16 anos no Brasil. O primeiro foi “Deadpool”, no ano passado, completamente diferente em tom. Enquanto o filme estrelado por Ryan Reynolds era insanamente divertido, o último longa de Hugh Jackman como Wolverine aposta na seriedade. Tendo em vista como as produções da DC Comics/Warner se equivocam ao se levar a sério, o acerto de “Logan” abre um novo caminho, deixando claro o que realmente faz diferença. E é bem simples. Desde sua concepção, o longa dirigido por James Mangold evitou se limitar ao mundinho dos fanboys adolescentes. O que a Warner esqueceu, ao buscar um tom mais sombrio para seus filmes, foi que a própria DC Comics buscou o público adulto quando promoveu sua grande guinada rumo a histórias sombrias nos anos 1980. Já faz 30 anos que os quadrinhos de super-heróis se sofisticaram, com o lançamento de graphic novels e o fim do código de ética, um selinho que garantia conteúdo infantil. “Logan” é a versão de cinema dessa revolução. Um filme de super-heróis maduro, influenciado pelo western e passado num mundo tão violento quanto os quadrinhos se tornaram. Não é que “Logan” se afasta dos quadrinhos para se tornar um filme para maiores. Ao contrário. Ele é o primeiro filme que realmente compreendeu o que aconteceu nos quadrinhos nas últimas três décadas. O filme mostrou sua carta de intenções ao fazer uma première num local inusitado: um festival de cinema europeu, em Berlim, onde produções sérias e dramáticas têm prioridade. E acabou sendo a obra mais aplaudida e comentada de todo o evento. A crítica mundial caiu para trás. Nos EUA, onde “Logan” estreia na sexta, os elogios renderam 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Nem “Deadpool”, que chegou a ganhar indicações a prêmios dos prestigiosos sindicatos de Hollywood, agradou tanto (84%). Tendo isso em vista, “Logan” ganha sua devida perspectiva. Não é apenas a principal estreia da semana. Pode ser o mais importante lançamento do ano. Seu sucesso ou fracasso influenciará inúmeras decisões sobre o futuro das adaptações de super-heróis em Hollywood. Por via das dúvidas, chega em 1,2 mil salas, num empurrão para virar blockbuster. Apenas mais duas estreias completam o circuito. Uma delas, inclusive, já estava em cartaz em circuito de “pré-estreias pagas”. Último longa americano do Oscar 2017 a estrear no Brasil, “Um Limite entre Nós” rendeu a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante a Viola Davis, um prêmio que ela vinha ensaiando vencer desde 2009. A atriz já tinha conquistado o equivalente teatral, o Tony Awards, pelo mesmo papel, como uma mãe sofredora nos anos 1950, casada com um lixeiro orgulhoso, numa família endurecida pelo racismo da época, que tenta ensinar a vida para o filho. Denzel Washingon é seu parceiro, indicado ao Oscar e favorito de muita gente ao prêmio – venceu o troféu do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG Award). Ele também dirigiu o longa, adaptado postumamente para o cinema pelo autor da peça, August Wilson. O menor lançamento é “Waiting for B”, que, apesar do título, é um documentário nacional sobre a vinda de Beyoncé ao Brasil. O filme se foca no público, sua obsessão pela estrela e a dedicação que leva fãs a acampar diante de uma bilheteria dias antes da data marcada para o show. Foi exibido com sucesso em vários festivais internacionais.

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    Atriz de Graceland vai viver Medusa na série dos Inumanos

    1 de março de 2017 /

    A atriz Serinda Swan (série “Segredos do Paraíso/Graceland”) foi a escolhida para interpretar a heroína Medusa, mulher de Raio Negro e rainha dos Inumanos na série “Inhumans”, desenvolvida em parceria entre a Marvel, a rede ABC e a rede de cinemas Imax. Swan é a terceira escalação oficial do elenco. Ela se junta a Anson Mount (série “Hell on Wheels”), que viverá Raio Negro, e Iwan Rheon (série “Game of Thrones”), que terá o papel de Maximus, irmão do Raio Negro. Medusa tem o poder de controlar seus longos cabelos como se fossem membros de seu corpo. É uma espécie de Rapunzel que usa os cabelos como outros pares de mãos. “Serinda Swan traz uma elegância real, bem como uma sensação de grande força interior e determinação feroz para o papel da Medusa. Eu não poderia estar mais feliz de tê-la como nossa Rainha de Attilan”, comentou em comunicado o showrunner Scott Buck (que também desenvolveu a vindoura série do herói “Punho de Ferro” para a Netflix). Anteriormente, a atriz Elysia Rotaru, que interpretou Taiana na 4ª temporada de “Arrow”, publicou em sua conta no Twitter uma mensagem com links para a produção, o diretor e o canal da série, dando a entender que estaria envolvida com a produção. Rumores trataram de espalhar que ela viveria, justamente, Medusa. Mas seu nome não foi citado pelos produtores. Intitulada em inglês “Inhumans”, a série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.

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  • Série

    Veja 20 fotos de Punho de Ferro, a nova série da Marvel produzida pela Netflix

    1 de março de 2017 /

    A Netflix divulgou novas fotos de “Punho de Ferro”, sua quarta série de super-herói da Marvel. Além do protagonista, vivido por Finn Jones (o Loras Tyrell de “Game of Thrones”), as fotos mostram a presença ubíqua de Rosario Dawson, que volta a aparecer como a enfermeira Claire Temple na quarta série consecutiva, além da participação de Carrie Ann Moss, retomando o papel da advogada Jeri Hogarth (vista em “Jessica Jones”). Entre as novidades, os destaques são para Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”), que vive a nova heroína Colleen Wing, mestre das artes marciais, Jessica Stroup (série “The Following”) como a empresária Joy Meachum e Tom Pelphrey (série “Banshee”) como Ward Meachum. Na história escrita em 1974 por Roy Thomas e desenhada por Gil Kane, o jovem Daniel Rand é o único sobrevivente de uma tragédia que o deixou órfão e abandonado ainda criança numa cidade mística, K’un-Lun, que aparece somente uma vez a cada dez anos no Himalaia. Ele cresce neste local secreto, aprimorando o poder que torna seu punho capaz de atravessar as superfícies mais resistentes, até atingir a maioridade e voltar a Nova York em busca vingança contra o responsável pela morte de sua família, o antigo sócio de seu pai, Harold Meachum (vivido na série por David Wenham, da trilogia “O Senhor dos Anéis”). A adaptação televisiva foi desenvolvida pelo produtor-roteirista Scott Buck (showrunner das séries “Dexter” e “Six Feet Under”) e vai estrear em 17 de março, com 13 episódios.

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    Novo trailer de Guardiões da Galáxia Vol. 2 introduz o pai do Senhor das Estrelas

    1 de março de 2017 /

    A Marvel divulgou um pôster e um novo trailer de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. Ainda sem legendas, o vídeo traz novas piadas e muitas cenas inéditas de ação desenfreada. Como as anteriores, a prévia não se preocupa em explicar a história, destacando o tom bem-humorado e os diversos efeitos visuais da produção, enquanto mostra a nova formação e dinâmica do grupo de heróis relutantes, reforça a majestade da possível vilã Ayesha (Elizabeth Debicki, de “O Agente da UNCLE”) e, de quebra, revela a primeira aparição do pai de Peter Quill/Senhor das Estrelas (Chris Pratt), vivido por Kurt Russell (“Os Oito Odiados”). Novamente dirigido por James Gunn, o filme tem estreia marcada para 4 de maio no Brasil. Clique no pôster abaixo para ampliá-lo.

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    Astro de Hell on Wheels será Raio Negro na série dos Inumanos

    28 de fevereiro de 2017 /

    O ator Anson Mount, protagonista da série “Hell on Wheels”, vai viver o super-herói Raio Negro na série dos Inumanos, desenvolvida em parceria entre a Marvel, a rede ABC e a rede de cinemas Imax. Raio Negro é o principal herói do grupo criado por Stan Lee e Jack Kirby em 1965. Rei dos Inumanos, ele possui uma voz tão poderosa que seu simples sussurro é capaz de destruir um quarteirão. Por isso, porta-se como se fosse mudo, liderando seu reino sem dizer nenhuma palavra. “Anson adorou o desafio de interpretar um personagem que só se comunicará silenciosamente”, disse Jeph Loeb, diretor da Marvel Television, no comunicado que anunciou a contratação. “Seu entusiasmo misturado com sua persona imponente torna fácil ver porque ele é o nosso Raio Negro.” O ator vai se juntar a Iwan Rheon (Ramsay Bolton na série “Game of Thrones”), anteriormente confirmado como Maximus, o irmão maligno de Raio Negro. Intitulada em inglês “Inhumans”, a série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck, que também desenvolveu a vindoura série do herói “Punho de Ferro” para a Netflix, e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.

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    Teaser de Guardiões da Galáxia Vol. 2 confirma Nebula no grupo

    27 de fevereiro de 2017 /

    Antecipando o novo trailer completo, a Marvel divulgou um teaser de “Guardiães da Galáxia Vol. 2”, que revela a falta de etiqueta de um certo integrante do grupo. Alguém não sabe como se comportar durante o jantar. E, de forma surpreendente, não é Rocket Raccoon. Além da piada, a prévia serve para adiantar que Nebula (ou Nebulosa, dependendo da tradução) está perfeitamente integrada ao grupo. O que a teria feito mudar de lado, após ser uma vilã no primeiro filme? Pelo jeito, a resposta só será conhecida quando a continuação estrear. Novamente dirigido por James Gunn, “Guardiões da Galáxia Vol. 2” chega aos cinemas em 4 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Rob Zombie confirma participação em Guardiões da Galáxia Vol 2

    26 de fevereiro de 2017 /

    O roqueiro e cineasta Rob Zombie (“Halloween – O Ínicio”) revelou seu envolvimento em “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, ao postar uma foto no Instagram, ao lado do diretor do filme, James Gunn. Junto da imagem, ele completou a informação, escrevendo: “Com @jamesgunn na Disney gravando uma voz para Guardiões da Galáxia 2!”. Para confirmar, Gunn escreveu logo em seguida nas redes sociais que, sem “os talentos vocais de Zombie”, seu filme não estaria completo. Isto porque o roqueiro gravou participações vocais em todos os filmes do diretor, desde “Seres Rastejantes” (2006) e incluindo a voz de Deus em “Super” (2010). No primeiro “Guardiões da Galáxia” (2014), ele dublou o sistema de navegação dos Ravagers. Mas, desta vez, parece que terá um personagem criado por computador. Gunn até adiantou o nome: Fitzgibbon. “Agora, é com vocês descobri-lo”. “Guardiões da Galáxia Vol. 2” estreia em 27 de abril no Brasil. With @jamesgunn at Disney recording a voice for Guardians of the Galaxy 2! #robzombie #jamesgunn #guardiansofthegalaxy2 #godblesstinytim Uma publicação compartilhada por RobZombieofficial (@robzombieofficial) em Fev 22, 2017 às 6:12 PST It isn’t a James Gunn film without @RobZombie’s voice!! https://t.co/wv8SM6c177 — James Gunn (@JamesGunn) 23 de fevereiro de 2017 There are two things you can be sure of in my films: 1) There will be a character named Fitzgibbon. And 2) There will be a @robzombieofficial voice cameo. Yesterday Rob came by to lend his voice to Guardians of the Galaxy Vol. 2. Now it'll be up to you guys to find it. #GotGVol2 #robzombie Uma publicação compartilhada por James Gunn (@jamesgunn) em Fev 23, 2017 às 9:30 PST

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    Patrick Stewart anuncia que Logan será seu último filme como Professor Xavier

    25 de fevereiro de 2017 /

    Patrick Stewart mudou de ideia. Após dizer que não tinha se aposentado do papel de Professor Xavier, ele afirmou exatamente o contrário em uma nova entrevista. Segundo explicou, durante o programa Town Hall da radio Sirius XM, a emoção que sentiu ao ver “Logan” no Festival de Berlim, ao lado de Hugh Jackman e do diretor James Mangold, o fez decidir encerrar sua jornada com o personagem, seguindo a deixa de Jackman, que fez o filme para se despedir de Wolverine. “Há uma semana, sexta à noite em Berlim, nós três nos sentamos e assistimos ao filme. E eu fiquei muito comovido, muito mais do que fiquei da primeira vez que o vi. Talvez tenha sido a companhia desses dois caras, mas o filme terminou e – isso é uma confissão – teve um momento que [Hugh] estendeu a mão e segurou a minha naqueles últimos momentos. Eu olhei para ele e vi que ele estava limpando lágrimas e aí percebi que eu também estava limpando minhas lágrimas. Então o filme terminou e nós seríamos levados para o palco, mas não até que os créditos tivessem acabado. Então tivemos tempo de ficar ali sentados. E foi quando comecei a perceber que nunca existirá uma despedida melhor e mais perfeita, emocional e sensível, para Charles Xavier do que esse filme. Então eu disse a [Hugh] naquela mesma noite, ‘terminei também. Acabou'”, descreveu o ator. Stewart participa da franquia “X-Men” desde o primeiro longa, lançado em 2000, e sempre foi parte importante da franquia, mas o reboot de “X-Men: Primeira Classe” (2011) possibilitou sua substituição por James McAvoy na trama. Os dois atores tiveram a oportunidade de contracenar em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014). A despedida de Stewart e Hugh Jackman das adaptações dos quadrinhos, “Logan” estreia na quinta (2/2) no Brasil.

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    Deadpool vence prêmio como Melhor Campanha Publicitária do cinema

    25 de fevereiro de 2017 /

    “Deadpool” tinha surpreendido expectativas por figurar entre os indicados de diversas premiações importantes de Hollywood, do Globo de Ouro ao Sindicato dos Roteiristas. Mas até este sábado (25/2) não tinha vencido nada. Por isso, a primeira vitória foi muito comemorada. E na categoria em que a produção realmente se excedeu, como Melhor Campanha Publicitária do ano. O filme faturou o Publicist Award 2016, conferido pela comunidade de relações públicas de Hollywood à equipe de profissionais da 20th Century Fox responsável pela publicidade da produção. A vitória, mais que merecida, ajuda a explicar como um filme de super-heróis para maiores, com humor violento e subversivo, feito por modestos US$ 58 milhões, conseguiu arrecadar US$ 132 milhões em seu primeiro fim de semana, atingindo US$ 363 milhões no mercado doméstico e US$ 783 milhões no mundo inteiro, de quebra consagrando-se como um dos maiores sucessos do cinema em 2016. O equivalente televisivo foi vencido pela série “This Is Us”, da rede NBC.

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    Punho de Ferro ganha vida em pôster animado

    24 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix dois pôsteres de “Punho de Ferro”, sua quarta série de super-herói da Marvel. Ambos trazem o protagonista, interpretado por Finn Jones (o Loras Tyrell de “Game of Thrones”), mas um deles é animado. A série vai seguir de perto a história dos quadrinhos, mostrando como Danny Rand (Jones) virou o Punho de Ferro, após uma tragédia matar seus pais e o deixar órfão ainda criança, no Himalaia. Ele só não morreu porque foi resgatado por monges de uma cidade mística que lhe ensinaram artes marciais. O detalhe é que Danny não aprendeu apenas kung fu nos 15 anos em que ficou desaparecido, como provam seus socos que brilham e arremessam portas de aço à distância. Mais obscuro dos quatro heróis que compõem o universo Marvel da Netflix, Punho de Ferro é, entretanto, o que tem uma história de origem mais bem-acabada, que se mescla numa trama de vingança, conforme ele ressurge, já adulto, para buscar o que lhe pertence: a empresa criada por seu pai e atualmente dirigido pelo sócio responsável pela morte de sua família, Harold Meachum. A trama tem até elementos de soup opera, como os herdeiros do vilão que podem ou não ser boa gente, especialmente a filha, Joy Meachum, possível interesse romântico ou inimiga de Danny. É Shakespeare com kung fu e novela, conforme delineado na trama original dos quadrinhos, escrita em 1974 por Roy Thomas e desenhada por Gil Kane. De quebra, a história ainda introduz Colleen Wing, uma das principais personagens asiáticas da Marvel, mestre das artes marciais que se alia a Danny em sua luta contra a família Meachum. A adaptação foi desenvolvida por Scott Buck (ex-showrunner de “Dexter”) e o elenco destaca Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”) como Colleen Wing, Tom Pelphrey (série “Banshee”) como Ward Meachum, Jessica Stroup (série “The Following”) como Joy Meachum e David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”) como Harold Meachum. A produção também inclui Rosario Dawson como a enfermeira Claire Temple, em sua quarta série consecutiva da Marvel, além da participação de Carrie Ann Moss, retomando o papel da advogada Jeri Hogarth, vista em “Jessica Jones”. “Punho de Ferro” vai estrear em 17 de março com 13 episódios. Clear your mind. Embrace your power. #IronFist pic.twitter.com/DeAvAyOuXa — Iron Fist (@MarvelIronFist) February 22, 2017

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    Reviravolta transforma série Agents of SHIELD em Agents of HYDRA e ressuscita antigo vilão

    24 de fevereiro de 2017 /

    A série “Agents of SHIELD” vem experimentando sua fase mais criativa e, numa reviravolta inesperada, vai sofrer um reboot completo em seus próximos capítulos. Isto porque a trama vai mostrar uma realidade alternativa, na qual os personagens se encontram conectados. Sem perceber que são prisioneiros de um inteligência artificial altamente evoluída, os protagonistas experimentarão novas versões de suas vidas, na qual a SHIELD se tornou a HYDRA (a agência secreta nazista exposta em “Capitão América: Soldado Invernal”) e onde Tremor (Chloe Bennet) namora o vilão Grant Ward, morto na temporada passada. A Marvel divulgou um vídeo para marcar a volta de Brett Dalton ao papel de Ward, que pode ser conferido abaixo, junto com a chamada para o próximo capítulo. Mas os fãs terão que aguardar muito para ver essa realidade alternativa, já que, após o episódio exibido na terça (21/2), a série entrou em hiato e só voltará com capítulos inéditos em 4 de abril na rede americana ABC. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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