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    Homenagem a Mark Hamill na Calçada da Fama de Hollywood vira evento de Star Wars

    9 de março de 2018 /

    O ator Mark Hamill finalmente recebeu sua estrela na Calçada da Fama na tarde de quinta (8/3) no Hollywood Boulevard. Realizada pela Câmara do Comércio de Hollywood, a homenagem acabou virando uma mini convenção de “Star Wars”, com discursos de seu colega Harrison Ford (o eterno Han Solo) e do cineasta George Lucas, criador da franquia, roteirista e diretor do filme que começou tudo em 1977. Além deles, também marcaram presença duas atrizes da nova trilogia da Disney, Kelly Marie Tran (Rose Tico) e Billie Lourd (Tenente Connix), filha de Carrie Fisher (a eterna Princesa Leia), falecida em dezembro de 2016. Sem esquecer do robô R2-D2, uma escolta de stormtroppers e, claro, uma multidão de fãs, que se aglomerou para ver seus ídolos. Bem-humorado, Hamill agradeceu a homenagem com um discurso breve, “porque me faltam palavras”, disse. “E não tinha ficado sem fala desta maneira desde ‘O Despertar da Força'”, brincou ele, em alusão à sua aparição em “O Despertar da Força” (2015), na última cena do minuto final, sem dizer uma única palavra. Hamill ainda agradeceu a George Lucas, criador do universo da franquia, a Harrison Ford, a sua família e aos fãs, por estarem junto nos bons e maus momentos da carreira. Em seu momento mais emotivo, também aconteceu uma singela homenagem de Harrison Ford à atriz Carrie Fisher. “Pensando sobre hoje, eu realmente lamento que nós não estejamos com o outro membro do nosso trio para comemorar, mas eu consigo sentir a presença dela”, disse o ator sob aplausos, lembrando a parceria entre os personagens Luke Skywalker, Han Solo e a princesa Leia na primeira trilogia da saga. Famoso pelo papel de Luke Skywalker, o protagonista da primeira trilogia de “Star Wars”, Mark Hamill tem mais de 40 anos de carreira, com diversas participações em séries, filmes e animações. Seu segundo papel mais duradouro é o de dublador do Coringa em diversas séries e longas animados da DC Comics, de 1992 até os dias de hoje, com uma risada e voz inimitáveis.

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    Mark Hamill combina participação em Guardiões da Galáxia Vol. 3 pelo Twitter

    26 de fevereiro de 2018 /

    Luke Skywalker pode aparecer em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Ou melhor, seu intérprete, o ator Mark Hamill. Ele e o diretor James Gunn trocaram mensagens pelo Twitter sobre uma colaboração no próximo filme da franquia de super-heróis da Marvel. Tudo começou quando um fã pediu que incluísse Hamill no longa, o que virou uma troca de tuítes na noite de domingo (25/2), com Gunn sugerindo um encontro em sua casa, já que os dois são vizinhos em Malibu. “Eu ficaria feliz em fazê-lo, tanto como um bom vizinho quanto como um ator desempregado”, disse Hamill. “Haha, vamos fazer”, respondeu Gunn. “Me envie uma mensagem se você for sério (e um bom vizinho)”, replicou o ator. Imediatamente, os fãs de “Star Wars” e “Guardiões da Galáxia” começaram a surtar, incluindo Josh Gad, que tuitou um meme clássico. Veja abaixo como as redes sociais impactaram dois universos. @JamesGunn, could you do me a huge favour and find a role for @HamillHimself in Guardians 3? The awesomeness of it might end me, but I’m willing to risk it. Thanks ?? — Ian Fee (@IanFee) February 25, 2018 I think @HamillHimself lives around the corner from me in Malibu so he can just come over and we can talk about it over a cup of coffee. — James Gunn (@JamesGunn) February 26, 2018 I would be happy to do so, both as a good neighbor & an unemployed actor.All the best, mh — Mark Hamill (@HamillHimself) February 26, 2018 Haha let’s do it. — James Gunn (@JamesGunn) February 26, 2018 DM me for my contact info if you're serious. (& a good neighbor)xoxo, mh — Mark Hamill (@HamillHimself) February 26, 2018 Yes I will although I don’t think your DMs are on for me. — James Gunn (@JamesGunn) February 26, 2018 Just followed you. Is that how DM's work? — Mark Hamill (@HamillHimself) February 26, 2018 pic.twitter.com/I1gS4W2RQ6 — Josh Gad (@joshgad) February 26, 2018

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    Origem de Rey ainda está em aberto, segundo diretor de Os Últimos Jedi

    2 de janeiro de 2018 /

    Fenômeno de público, Star Wars: Os Últimos Jedi já ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo – e ainda nem estreou na China. Mas isto não impediu o filme de render muitas polêmicas. Além do comportamento de Luke Skywalker (Mark Hamill), um dos pontos mais questionados pelos fãs é a questão da origem da protagonista Rey (Daisy Ridley). Numa cena de “Os Últimos Jedi”, Kylo Ren (Adam Driver) conta para Rey que seus pais eram catadores de lixo de Jakku, que trocaram a filha por um bilhete de ida ao planeta. Ou seja, ela seria alguém sem nenhuma linhagem nobre nem herança especial, o que frustrou os fãs, mas também alimentou mais um debate, com a possibilidade de Kylo estar mentindo. Indagado pelo site Huffington Post a respeito desta polêmica, o diretor e roteirista Rian Johnson preferiu sair pela tangente. “Qualquer coisa ainda está em aberto, e não sou quem escrevo o próximo filme”, disse, referindo-se ao diretor JJ Abrams e ao roteirista Chris Terrio, que estão desenvolvendo o final da trilogia. Há várias teorias de fãs, que acreditam que Rey é uma Skywalker esquecida, uma neta de Obi-Wan Kenobi ou mesmo descendente do imperador Palpatine. Mas, embora Johnson tenha dito anteriormente que Kylo foi sincero, ele também reconhece que a verdade sempre é algo bastante complexo no universo de “Star Wars”. A resposta deve vir em “Star Wars: Episódio IX”, ainda sem título definido e com estreia marcada apenas para dezembro de 2019.

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    Mark Hamill revela que seus filhos participaram de Star Wars: Os Últimos Jedi

    29 de dezembro de 2017 /

    Além de vários figurantes famosos, “Star Wars: Os Últimos Jedi” também teve participações especiais de familiares do elenco e da equipe da produção. Um dos atores que trouxe a turma para se divertir com armas de raios foi Mark Hamill. Ele revelou que seus três filhos participaram das filmagens, ao agradecer o diretor no Twitter por não tê-los cortado na edição. “Agradeço a Rian Johnson por não ter cortado Nathan, Griffin e Chelsea Hamill na sala de edição. E por ter permitido minha contribuição à direção: ‘Apareçam rápido ou Oscar [Isaac] vai bloquear vocês’, na segunda cena.” O intérprete de Luke Skywalker também postou imagens dos filhos trajados como seus personagens, integrantes da força rebelde. Veja abaixo. Além dos filhos de Mark Hamill, a filha de Carrie Fischer, Billie Lourd, também deu vida a uma personagem da franquia, mas com maior destaque – desde o filme anterior, “O Despertar da Força”. O detalhe é que até o cachorro da atriz participou da produção. Thanks for not letting @NathanHamill @GriffinHamill & @chelseahamill wind-up on #TheLastJedi cutting-room floor @rianjohnson! And for allowing my one directorial note: "Pop-up FASTER or Oscar'll block ya!" on the 2nd & final take. #MyKidsCoolCameoAsRebelScum pic.twitter.com/TVRVE5lwHf — @HamillHimself (@HamillHimself) December 29, 2017

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    Mark Hamill homenageia Carrie Fisher na passagem de um ano da morte da atriz

    27 de dezembro de 2017 /

    O ator Mark Hamill publicou uma homenagem nas redes sociais à sua irmã de “Star Wars”, Carrie Fisher, que faleceu há um ano. Para ilustrar uma seleção de imagens em que aparece com a atriz, ele usou uma frase do novo filme, “Star Wars: Os Últimos Jedi” como legenda: “Ninguém nunca realmente vai embora”. Carrie Fisher faleceu em 27 de dezembro do ano passado, aos 60 anos, após um ataque cardíaco. No one's ever really gone… #AlwaysWithUs #CarrieOnForever Uma publicação compartilhada por Mark Hamill (@hamillhimself) em 27 de Dez, 2017 às 12:44 PST

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    Mark Hamill se diz arrependido de ter reclamado de Luke Skywalker no novo Star Wars

    27 de dezembro de 2017 /

    Mark Hamill se arrependeu de suas críticas aos rumos de Luke Skywalker em “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Depois de ter dito que o desenvolvimento do personagem no novo filme “não é o meu Luke”, ele chegou a admitir que “estava errado”. Mas diante da dimensão tomada por seus comentários, resolveu reforçar suas desculpas nas redes sociais. “Me arrependo de levantar minhas dúvidas e inseguranças em público. Diferenças criativas são um elemento em comum em projetos, mas normalmente ficam no particular. Tudo o que eu queria era fazer um bom filme. E tive mais do que isso. Rian Johnson fez um dos melhores de todos os tempos”, disse o intérprete de Luke Skywalker. Na última semana, o ator afirmou que não concordou totalmente com o roteiro de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, no qual o personagem de Luke Skywalker apresenta uma postura diferente da que foi mostrada na trilogia original da saga. “Não é o meu Luke Skywalker. Eu disse a Rian (Johnson, diretor do filme) que os Jedi não desistem”, afirmou o ator em entrevista de divulgação do filme. Mas depois desta entrevista, ele reconsiderou. “Eu tive dificuldade em aceitar o que ele pensou para Luke, mas tenho que dizer, depois de ter visto o filme… eu estava errado. Acho que ser tirado de sua zona de conforto é uma boa coisa, porque se eu fosse só mais um Jedi benevolente, treinando jovens padawans, seria apenas mais do mesmo. E ninguém fez isso melhor que Alec Guinness [ator que interpretou Obi-Wan Kenobi na trilogia clássica], o que eu nunca nem sequer deveria tentar”, Hamill apontou. I regret voicing my doubts & insecurities in public.Creative differences are a common element of any project but usually remain private. All I wanted was to make good movie. I got more than that- @rianjohnson made an all-time GREAT one! #HumbledHamill https://t.co/8ujJfBuEdV — @HamillHimself (@HamillHimself) 26 de dezembro de 2017

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    Mark Hamill volta atrás em sua crítica a Os Últimos Jedi: “Eu estava errado”

    22 de dezembro de 2017 /

    Uma coisa se pode afirmar com certeza sobre “Star Wars: Os Últimos Jedi”: está dando muito mais o que falar que “Star Wars: O Despertar da Força”. E um dos responsáveis por alimentar controvérsias tem sido ninguém menos que Mark Hamill, intérprete de Luke Skywalker. Ao criticar as decisões do diretor e roteirista Rian Johnson sobre os rumos de seu personagem, Hamill chegou a afirmar: “não é meu Luke Skywalker”. Mas isto foi antes que ele pudesse ter visto o filme. Agora, o ator voltou atrás. Em entrevista ao site IMDb, Hamill afirma ter mudado de ideia e aprovado as mudanças. “Eu tive dificuldade em aceitar o que ele pensou para Luke, mas tenho que dizer, depois de ter visto o filme… eu estava errado. Acho que ser tirado de sua zona de conforto é uma boa coisa, porque se eu fosse só mais um Jedi benevolente, treinando jovens padawans, seria apenas mais do mesmo. E ninguém fez isso melhor que Alec Guinness [ator que interpretou Obi-Wan Kenobi na trilogia clássica], o que eu nunca nem sequer deveria tentar”, ele apontou. A declaração ecoa o que o próprio diretor disse a respeito do filme. Ele refletiu sobre a polarização despertada pela produção com um post no Twitter, em que argumentou: “O objetivo é nunca dividir ou deixar as pessoas chateadas, mas acho que as conversas que estão ocorrendo teriam que acontecer em algum momento, se ‘Star Wars’ pretendesse crescer, seguir em frente e permanecer vital”. Ou seja, sair da sua zona de conforto e fazer algo diferente, que não fosse mais do mesmo. “Star Wars: Os Últimos Jedi” registra a pior avaliação de um filme da franquia entre os usuários do Rotten Tomatoes, com 54% de aprovação, mas há controvérsias sobre a veracidade desses dados, após um grupo de extrema direita reivindicar ter manipulado a votação em protesto contra o excesso de mulheres e emasculação dos protagonistas. A crítica apoiou positivamente os rumos do filme, que detém 93% de aprovação nas resenhas pesquisadas pelo mesmo Rotten Tomatoes. Além disso, o novo “Star Wars” recebeu nota A do CinemaScore, a pesquisa de opinião pública mais confiável sobre cinema nos Estados Unidos. Mas a avaliação de público que realmente conta é a sua bilheteria. “Star Wars: Os Últimos Jedi” já atingiu US$ 600 milhões de arrecadação mundial, desde seu lançamento há uma semana.

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    Mark Hamill reclama dos rumos de Star Wars: “Não é o meu Luke Skywalker”

    21 de dezembro de 2017 /

    Mark Hamill ainda não se conformou com o destino de seu personagem nem com a abordagem que Rian Johnson deu a Luke Skywalker em “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Em uma recente entrevista posta no YouTube pelo usuário Jar Jar Abrams, ele revelou ter confrontado o diretor em relação aos rumos da história, alegando que o personagem ficou muito diferente daquele apresentado na trilogia original. “Eu disse para Rian: ‘Jedi não desistem’. Quer dizer, mesmo que ele tivesse um problema, ele teria, talvez, tirado um ano para tentar e reagrupar. Mas se ele cometeu um erro, ele tentaria corrigi-lo. Então, logo nisso tivemos uma diferença fundamental. Mas não é mais a minha história. É a história de outra pessoa – Rian precisava que eu fosse de determinado jeito para tornar o final efetivo… Esse é o cerne do meu problema. Luke nunca diria isso. Desculpe. Veja, estou falando sobre o ‘Star Wars’ de George Lucas. Como essa é a próxima geração de ‘Star Wars’, então quase tive que encarar Luke como outro personagem. Talvez ele seja Jake Skywalker. Ele não é o meu Luke Skywalker, mas tive que fazer o que Rian queria porque serve bem à história. Mas, escuta, ainda não aceitei completamente. Mas é só um filme. Espero que as pessoas gostem e não fiquem chateadas. Comecei a realmente acreditar que Rian era o homem certo que eles precisavam para o trabalho.” O ator não é o único contrariado. Fãs criaram uma petição para que o filme não seja considerado canônico – isto é, parte da saga oficial. Veja o vídeo com a entrevista abaixo.

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    Diálogos de Leia em Star Wars: Os Últimos Jedi foram criados por Carrie Fisher

    18 de dezembro de 2017 /

    O diretor Rian Johnson revelou que cenas de “Star Wars: Os Últimos Jedi” foram criadas com a colaboração de Carrie Fisher. Em entrevista ao site The Daily Beast, ele contou que a atriz era fã de piadas de frases curtas. “Ele pensava em piadas com muita facilidade”. Um desses exemplos aconteceu no reencontro entre Leia e Luke (Mark Hamill). “A cena em que ela senta com Luke e diz ‘eu mudei meu penteado’, obviamente, foi ela”. Durante uma discussão em painel em Star Wars Celebration em abril passado, ele chegou a descrever como foi o processo artístico de mexer um roteiro com ela. “Eu ia para a casa dela. Nós nos sentamos em sua cama por horas e revisávamos os roteiros. Tínhamos um fluxo de consciência que era quase um jazz, com sessões de improviso sobre o texto escrito. Ela gostava de rabiscar no meu roteiro tudo o que ela dizia e, no final de seis horas, surgia uma linha de diálogo de apenas quatro palavras que era a síntese de todo esse esforço, mas era brilhante”. Johnson cita a despedida entre Almirante Holdo (Laura Dern) e Leia. “Toda aquela cena com Holdo foi reescrita pos Carrie e Laura. Nós três nos reunimos e trabalhamos nela. E o coração da cena veio de Laura. O que ela diz não é apenas entre sua personagem e Leia, mas também entre Laura, e Carrie, querendo expressar o que Carrie significava para ela. A sua gratidão”. Na cena, Leia desabafa que está cansada com as perdas de pessoas queridas. “Não posso aguentar mais”. E Holdo sorri e a reconforta. “Claro que você pode”, diz ela. “Você me ensinou como”. Ele também lembra a cena final com Rey (Daisy Ridley), com a Resistência dizimada e a pergunta da jovem: “Como podemos construir uma rebelião com isso?” Leia responde com calma e certeza: “Temos tudo o que precisamos”. “Agora, quando vejo a performance de Fisher, eu me sinto… Deus, eu me sinto sortudo, sabe? Sinto-me afortunado por ter esse desempenho dela, sinto-me afortunado de termos tido esses momentos com ela. Sinto-me tão afortunado de que seus últimos momentos no filme, que estão no final do filme, são palavras de esperança ditas a Rey. Sim. Deus. Eu queria que ela estivesse aqui para vê-las.”

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    Os Últimos Jedi é o Star Wars mais diferente e surpreendente de todos

    15 de dezembro de 2017 /

    Quando JJ Abrams e o roteirista Lawrence Kasdan reiniciaram a franquia “Star Wars” em 2015 com “O Despertar da Força”, a aventura era simpática, divertida, mas, convenhamos, o enredo corria poucos riscos. Por trás dos números de mágica de Abrams, havia a sensação de quase um remake de “Star Wars: Uma Nova Esperança”, com os novos análogos da primeira Ordem e da Rebelião enfrentando novamente uma Estrela da Morte. Os fãs abraçaram a abordagem por nostalgia e por veneração. Nada mais. Felizmente, Rian Johnson, o roteirista e diretor de “Star Wars VIII: Os Últimos Jedi” dá de ombros pra veneração. Não que ele desgoste da mitologia. Há algumas cenas em que o diretor demonstra uma ternura, que talvez nunca tenhamos visto nos sete filmes anteriores da saga ou no spin-off “Rogue One”. Acontece que Johnson invade a sala de brinquedos e comporta-se como uma criança selvagem. Ele lança bonecos pro alto, desmonta as naves, destrói as torres de Lego e reconstrói novas edificações mutantes. Esse é o espírito de “Os Ultimos Jedis”. Johnson mergulha no universo com um entusiasmo sacana, e o filme, no fundo, vira um braço de força entre ele e um estúdio poderoso, detentor de uma visão rigorosa de como quer que os filmes sejam feitos, moldando as visões de seus diretores para apoiar uma estética corporativa unificada – um processo que mastigou e cuspiu Colin Trevorrow, Gareth Edwards, Phil Lord e Christopher Miller. Pensou diferente, e você está fora. Agora, olha o curioso: Rian Johnson pensa diferente. E o modo como ele dribla a máquina de fazer salsichas, é muito interessante. Seu filme respira, quase fisicamente, nesse hiato entre a dificuldade de se pôr em cena ou de obedecer as regras impostas. Se não, vejamos: Poe Dameron (Oscar Issac), o primeiro dos novos heróis que aparece em cena, é um piloto que desacata os superiores. Vive às turras com a General Leia Organa (Carrie Fisher). Coloca-se à frente da frota de destróieres da Primeira Ordem sozinho e provoca o general Hux, torcendo as palavras com a mesma habilidade que pilota um caça e dá cavalos de pau nas nuvens. Luke Skywalker (Mark Hamill) segue a mesma trilha. Um dia, foi um guerreiro destemido como Poe, o tempo passou e ele cansou. Virou o velho ermitão cínico. Não se sensibiliza com causa nenhuma. Quando Rey (Daisy Ridley) lhe entrega o sabre de luz, o cavaleiro jedi arremessa a relíquia no mato. Luke não aceita mais ordens, nem quer se aliar a esse ou a aquele outro grupo. Enquanto isso, Fin (John Boyega) acorda na nave dos rebeldes, já pronto para procurar Rey e lutar se for preciso, só não percebe um detalhe: está completamente nu andando pela nave. Temos ainda a adição de dois personagens adoráveis e igualmente excêntricos, o mercenário DJ, vivido por Benício Del Toro, um malandro decodificador de senhas que luta sempre do lado de quem oferece mais vantagens, e a meiga Rose Tico (Kelly Marie Tran), a simplória fã dos feitos extraordinários de Fin e Rey. Rose vive a ilusão de destruir a cidade-cassino onde os ricos vendedores de armas se divertem. Ela acha que eles não passam de uma escória por vender armas para a Primeira ordem, mas DJ dá um choque de realidade na menina, quando lhe mostra que essa mesma escória também vende armas para Resistência. Esse dilema, esse atrito entre buscar a independência ou se vender, tentando dentro do sistema manter uma certa pureza, reverbera em cada fotograma de “Os Últimos Jedis”. Multiplica-se inclusive, na cabeça de Rey, a heroína. Num dos grandes momentos do filme, Rey entra numa caverna e sua imagem se multiplica. Ela grita, tenta alcançar o fim deste encadeamento de Reys, mas elas continuam aumentando. Finalmente, no momento em que ela encontra o fim, uma sombra se aproxima e Rey fica feliz, assim como os espectadores ficam, porque acreditam que algo finalmente vai ser revelado. E o que seria essa revelação? Cada um deve assistir o filme e buscar sua própria leitura do que esse vulto representa. Enfim, todos são meio insolentes, inclusive Kylo Ren (Adam Driver), ao se recusar a tirar a máscara na frente do Lorde Supremo Snooke (Andy Serkys). O lorde dos vilães irritado chama o pupilo de criança mimada de capacete e Kylo sai da sala possesso. A cena é um alívio cômico para um personagem atormentado e, sem dúvida, o mais rico da história. Ele é odioso, recalcado, e até mesmo infantil em sua crueldade, mas sua resignação é dolorida e consegue ser profundamente tocante. Vem daí, aliás, a tortuosidade do filme, que se espalha em torno do triângulo psicológico que se desenvolve entre Kylo, Rey e Luke. A história desses três está vinculada e compartilhada por um mistério. Há uma revelação aqui que vai deixar os fãs de queixo caído. Mas antes disso, o espectador é brindado com uma abundância de duelos com espadas de luz, rivalidades e batalhas aéreas. O ritmo é espantoso, e a tarimba de Johnson advém de nunca deixar que o público se perca em meio as viagens entre as estrelas ou a profusão de personagens. Verdade, não temos mais Carrie Fisher, uma atriz eloqüente, para viver Leia Organa em outros filmes. A atriz, como todo mundo sabe, morreu no final do ano passado. Mas em cada cena que ela aparece, essa lembrança torna sua presença mais intensa. Carrie é a alma da Resistência. A beleza do filme, contudo, reside no controle e orquestração de Johnson. Um sujeito que organiza cada etapa, do roteiro a filmagem, da edição, a finalização, imprimindo sua filosofia própria: em cada detalhe sente-se a personalidade do diretor, nos diálogos, nas tiradas, nos desenvolvimentos dos personagens. Um defeito que foi se ampliando nos filmes de George Lucas, era a questão dos personagens secundários. Lucas sempre foi muito bom em criar novos vilões, mutantes e extraterrestres, mas as novas estrelas nem sempre tinham uma função forte. Não havia um desenho de desenvolvimento. Vide a profundidade que tiveram personagens como Boba Feet, Darth Maul ou o General Grievous. Lucas aumentava seu universo de bonecos, pensando em vender os brinquedos. Johnson criou um novo grupo, que obviamente também serão vendidos como brinquedos. Mas há uma sensível diferença aqui. Cada um dos novos tipos apresentados tem uma razão, uma motivação orgânica para estar em cena. Sejam os Porgs, as Raposas de Cristal ou os Fathiers, cavalos espaciais de orelhas cumpridas. O diretor nunca perde o fio da meada: o corpo físico briga com o psicológico, e no final, a questão de quem triunfa, é relativa. Quem bom que temos um filme onde o conforto é mandado pro espaço e onde as fronteiras são claras apenas para os que preferem se iludir. A arte de Johnson, como ele já tinha nos mostrado em “Looper – Assassinos do Futuro”, é empolgante por que não se fecha em raciocínio simples. É a arte da aventura da inquietude e da tormenta humana.

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    Pôsteres chineses de Star Wars: Os Últimos Jedi destacam personagens centrais

    9 de dezembro de 2017 /

    A Lucasfilm divulgou a coleção de pôsteres de personagens de “Star Wars: Os Últimos Jedi” produzidas para o mercado chinês. As imagens destacam os personagens centrais da trama: Rey (Daisy Ridley), Kylo Ren (Adam Driver), Luke Skywalker (Mark Hamill), General Leia (Carrie Fisher), Finn (John Boyega), Poe Dameron (Oscar Isaac) e até o robô R2-D2. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Personagem de Benício Del Toro será o primeiro hacker dos filmes de Star Wars

    3 de dezembro de 2017 /

    Conforme se aproxima a estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, começam a surgir mais detalhes sobre o filme, que ainda mantém grande parte de sua produção em sigilo. A novidade mais recente foi divulgada pela revista Empire, que revelou a primeira informação sobre DJ, o misterioso personagem interpretado por Benicio Del Toro (“Sicario”). De acordo com a publicação, DJ é um “slicer clandestino”. Embora “slicer” sugira alguém que corta coisas com um sabre de luz, o termo tem sido usado no universo estendido da saga espacial para definir hackers. Eles já aparecerem em livros, quadrinhos e videogames da franquia, mas nunca tinham sido incorporados numa trama cinematográfica. Com a confirmação, DJ acabará com uma longa tradição dos filmes de “Star Wars”, que até aqui mostraram que apenas droides sabem como usar computadores – além do ato simples de pressionar botões e esperar que algo aconteça. A extensão do papel e a importância de DJ deve permanecer desconhecida até a estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Mas o suspense não durará muito tempo. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), o filme estreia em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Novos pôsteres de Star Wars: Os Últimos Jedi destacam os heróis da trama

    2 de dezembro de 2017 /

    A Lucasfilm divulgou seis pôsteres de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, que destacam os heróis da trama: Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega), Poe Dameron (Oscar Isaac), Luke Skywalker (Mark Hamill), a General Leia (Carrie Fisher) e até o robô BB-8. Curiosamente, eles aparecem com trajes vermelhos que evocam sangue, mas também a cor das espadas-laser dos sith, os vilões marcados pelo lado negro da Força. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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