Luke Cage: Trailer da nova série da Marvel é pura blaxploitation
O serviço de streaming Netflix divulgou um novo pôster e o trailer completo de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel. A prévia mostra a origem e a relutância do protagonista (vivido por Mike Colter desde “Jessica Jones”) em usar seus poderes, seu encontro com Claire Temple (Rosario Dawson, repetindo seu papel de “Demolidor”) e a decisão de proteger as vítimas do crime organizado, representado pela figura “coroada” de Cornell “Cottonmouth” Stokes (Mahershala Ali, da série “House of Cards”). O clima é pura “blaxploitation” (filmes de cineastas e elencos negros dos anos 1970 com tema criminal), reforçado pela locação no Harlem e a trilha sonora urbana, com destaque para o soul clássico “Walk on By”, de Isaac Hayes, e o remix de “Heart Is Full”, de Miike Snow, com participação da dupla hip-hop Run the Jewels. Considerado um dos personagens negros mais importantes do quadrinhos, Luke Cage foi criado em 1972 por Archie Goodwin e John Romita como um ex-presidiário que ganha superforça ao participar como voluntário de uma experiência científica. A partir daí, passa a atuar como herói de aluguel, usando seus poderes para quem pagar melhor. Passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série foi desenvolvida por Cheo Hodari Coker, produtor executivo de “Ray Donovan”, que roteirizou os dois primeiros episódios. O elenco ainda inclui Simone Missick (vista na série “Ray Donovan”) como a heroína Misty Knight, a brasileira Sonia Braga (“Tieta do Agreste”) como a mãe de Claire, Frankie Faison (série “Banshee”), Frank Whaley (série “Ray Donovan”) e vilões vividos por Theo Rossi (série “Sons of Anarchy”), Erik LaRay Harvey (série “Boardwalk Empire”) e Alfre Woodard (“12 Anos de Escravidão”). A estreia está marcada para 30 de setembro no Netflix.
Free State of Jones: Matthew McConaughey enfrenta o exército confederado em novo trailer
A STX Entertainment divulgou o segundo trailer do drama escravagista “Free State of Jones”, ainda sem título no Brasil. A prévia destaca as cenas de ação, mostrando como o personagem de Matthew McConaughey (“Interestelar”) enfrenta o exército confederado, unindo-se a fazendeiros pobres e escravos foragidos, para proclamar sua independência da América. Escrito e dirigido por Gary Ross (“Jogos Vorazes”), o filme conta a história verídica de Newton Knight (McConaughey), líder de uma das maiores rebeliões na história da Guerra Civil, que chegou a formar o seu próprio país, conhecido como Estado Livre de Jones (Free State of Jones), em repúdio à divisão dos EUA e a situação dos escravos. Ao longo dos anos, ele também combateu a influência racista do Ku Klux Klan e formou a primeira comunidade interracial do Sul, casando-se com uma ex-escrava. O elenco também inclui Gugu Mbatha-Raw (“O Destino de Júpiter”), Mahershala Ali (“Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”), Keri Russell (série “The Americans”) e Jacob Lofland (“Maze Runner: Prova de Fogo”). “Free State of Jones” tem previsão de lançamento em 7 de julho no Brasil, duas semanas após a estreia nos EUA.
Pharrell vai produzir e compôr trilha de filme sobre cientistas negras da NASA
O cantor Pharrell Williams vai produzir o filme “Hidden Figures”, sobre as cientistas negras da NASA, revelou o site da revista Variety. Ele também vai criar músicas originais para a trilha sonora do longa-metragem. Pharrell já teve muito sucesso ao compôr uma canção para o cinema. A música “Happy”, da trilha de “Meu Malvado Favorito 2”, foi indicada ao Oscar e se tornou o maior sucesso de sua carreira – e de todo o ano de 2014 – , vendendo 13,9 mil unidades (discos e downloads). “Hidden Figures” será seu segundo trabalho como produtor cinematográfico, após estrear na função com a comédia indie “Um Deslize Perigoso” (Dope), um dos destaques do Festival de Sundance do ano passado. Dirigido por Ted Melfi (“Um Santo Vizinho”), o filme mais mostrar como o brilhantismo de algumas mulheres negras, desconhecidas do grande público, ajudou a NASA a atingir sucesso em suas primeiras missões espaciais. O filme vai mostrar que, além de colocarem naves no espaço, as personagens também precisaram superar uma dupla discriminação na metade do século 20: sexual e racial. O elenco destaca as atrizes Octavia Spencer (vencedora do Oscar por “Histórias Cruzadas”) e Taraji P. Henson (série “Empire”), além de Kirsten Dunst (série “Fargo”), Jim Parsons (série “The Big Bang Therory”), Mahershala Ali (franquia “Jogos Vorazes”), Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”) e Kevin Costner (“O Homem de Aço”). A trama é baseada num livro ainda inédito de Margot Lee Shetterly, adaptada com roteiro de Allison Schroeder (“Meninas Malvadas 2”). O estúdio Fox 2000 está planejando o lançamento para 13 de janeiro de 2017, para coincidir com o feriado americano dedicado a Martin Luther King.
Free State of Jones: Matthew McConaughey enfrenta o exército confederado em trailer e fotos
A STX Entertainment divulgou 12 fotos, o pôster e o primeiro trailer do drama escravagista “Free State of Jones”. A prévia destaca o protagonista Matthew McConaughey (“Interestelar”), que após perder o filho na Guerra Civil americana do século 19 renega o exército confederado e decide se rebelar, unindo-se a fazendeiros pobres e escravos foragidos, para proclamar sua independência da América. Escrito e dirigido por Gary Ross (“Jogos Vorazes”), o filme conta a história verídica de Newton Knight (McConaughey), líder de uma das maiores rebeliões na história da Guerra Civil, que chegou a formar o seu próprio país, conhecido como Estado Livre de Jones (Free State of Jones), em repúdio à divisão dos EUA e a situação dos escravos. Ao longo dos anos, ele também combateu a influência racista do Ku Klux Klan e formou a primeira comunidade interracial do Sul, casando-se com uma ex-escrava. O elenco também inclui Gugu Mbatha-Raw (“O Destino de Júpiter”), Mahershala Ali (“Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”), Keri Russell (série “The Americans”) e Jacob Lofland (“Maze Runner: Prova de Fogo”). “Free State of Jones” tem previsão de lançamento em 7 de julho no Brasil, duas semanas após a estreia nos EUA.


