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    Radicais indianos querem matar atriz de xXx: Reativado por papel em filme inédito

    25 de novembro de 2017 /

    Grupos extremistas indianos estão apelando para o terrorismo para impedir o lançamento do épico “Padmaavat” (anteriormente intitulado “Padmavati”) na Índia. Um dos mais radicais, denominado Karni Sena, ameaçou queimar os cinemas que exibirem o filme no país e também no exterior. E após os integrantes do elenco e da equipe sofrerem ameaças físicas, com a queima de bonecos representando o diretor e atores, um cadáver foi encontrado na sexta-feira (24/11) perto de um dos locais de filmagem, com uma nota sobre seu corpo referenciando o filme. A intérprete da protagonista, Deepika Padukone, vista recentemente em “xXx: Reativado”, é o principal alvo da fúria dos radicais e está com a cabeça à prêmio. Uma recompensa para quem decapitá-la foi endossada e teve seu valor aumentado pelo líder do partido político de direita Bharatiya Janata no começo da semana. Ela já tinha sido atacada no set do filme em janeiro, por radicais do Karni Sena. Em março, uma turba invadiu as filmagens e queimou cenários, figurino e jóias usadas na produção. Segundo o site Deadline, tudo isso está acontecendo com base em boatos a respeito de cenas que “Padmaavat” teria. Ninguém ainda viu o filme. E tampouco há consenso sobre os motivos dos protestos violentos. Alguns grupos o acusam de ter conteúdo sexual ofensivo, enquanto outros alegam que há imprecisões históricas. Mas a trama nem sequer é histórica. Ela é baseada numa ficção. “Padmaavat” conta a história de Rani Padmavati, uma rainha Mewar imaginada no poema épico homônimo do século 16, escrito por Malik Muhammad Jayasi. Ao longo de séculos, o relato do poema assumiu um significado histórico, embora haja pouca evidência de que os eventos envolvendo Padmavati tenham realmente ocorrido. Não há sequer registros de que a rainha tenha existido, embora o sultão descrito seja uma figura histórica e sua conquista militar tenha ocorrido. A trama gira em torno do desejo do sultão de Dheli por sua beleza, a ponto de sitiar sua fortaleza, no Forte Chittor, para tomá-la do Rei Ratan Sen. Após a conquista do forte, ela prefere o suicídio a ser capturada. O filme é baseado na versão operística que o diretor do filme, Sanjay Leela Bhansali, um dos mais premiados da Índia, transformou num espetáculo musical, exibido sem problemas em Paris e Roma na década passada. O poema também já foi filmado no passado, nos anos 1960, sem nenhum protesto. Os grupos extremistas alegam que o filme inclui uma sequência de sonhos em que o sultão muçulmano seduz a rainha hindu, transformando-a em sua amante – o que hindus consideram ofensivo. O diretor Bhansali negou repetidamente que tal cena exista, sem aplacar a ira dos radicais. Outros protestam contra a transformação do sultão de Dheli num “Khal Drogo indiano”, em referência ao bárbaro da série “Game of Thrones” – o que muçulmanos consideram ofensivo. Como pano de fundo para tanta fúria, há uma motivo que nada tem a ver com a história mostrada nas telas. Chama-se machismo. Para estrelar o filme, Deepika Padukone se tornou a primeira atriz indiana a receber um salário maior que os dos colegas masculinos de elenco. Isto pode ter irritado os grupos altamente conservadores, liderados por homens que não aceitam a igualdade feminina. Digno de nota é o fato de que a recompensa por sua cabeça ser exatamente o montante que ela recebeu pelo papel. Em comunicado, a produtora Viacom18 anunciou ter adiado o lançamento indiano indefinidamente e a Paramount, que adquiriu o filme para o resto do mundo, decidiu aguardar antes de marcar qualquer estreia internacional. “A Viacom18 Motion Pictures, o estúdio atrás de ‘Padmaavat’ adiou voluntariamente a data de lançamento do filme de 1 de dezembro de 2017”, diz o texto da produtora. “Junto com Sanjay Leela Bhansali, um dos cineastas mais talentosos de sua geração, a Viacom18 Motion Pictures criou uma bela obra-prima cinematográfica em ‘Padmaavat’, que captura o valor, dignidade e tradição de Rajput em toda a sua glória. O filme é um retrato eloquente de um poema que preencherá todos os indianos com orgulho e mostrará a proeza de contar histórias de nosso país em todo o mundo. Somos uma corporação responsável e respeitador ada lei e temos o maior respeito pela lei do país e todas as instituições e órgãos estatutários, incluindo o Conselho Central de Certificação de Filmes”. Confira abaixo o trailer do filme, que obteve mais de 48 milhões de visualizações desde que foi disponibilizado, no início de outubro.

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  • Etc

    Asia Argento é chamada de “prostituta” pela imprensa italiana após denunciar estupro de Harvey Weinstein

    18 de outubro de 2017 /

    A atriz italiana Asia Argento, uma das primeiras mulheres a acusar o produtor Harvey Weinstein de estupro, revelou ter precisado deixar seu país após fazer a denúncia. Ela se mudou para Berlim, na Alemanha, após ser atacada por uma avalanche de críticas machistas na imprensa italiana. Basta acompanhar seu Twitter para testemunhar um verdadeiro linchamento moral, em que a atriz é chamada de prostituta, cocainômana e coisas piores. Em entrevista à rede italiana Rai, Argento contou que denunciar o assédio inspirou outro tipo de assédio contra ela. “Não tinha tido coragem de falar até agora porque… viu o que aconteceu, vinte anos depois do ataque?” A atriz revelou o estupro em uma reportagem da revista New Yorker. Em seu relato, ela contou que foi atacada por Weinstein quando tinha apenas 21 anos, após ser convidada para uma festa onde só havia ele em um quarto de hotel. Parte da mídia italiana tem criticado a atriz e outras vítimas de Weinstein pela demora em revelar os abusos cometidos pelo produtor. Um exemplo pode ser visto no título de um artigo publicado no jornal Libero: “Primeiro elas cedem, depois reclamam e fingem lamentar”. O subtítulo completa: “Ceder aos avanços sexuais de seu chefe é prostituição, não estupro”. No Twitter, Argento afirmou que vai processar o jornal por “ofender sua reputação e insultar sua dignidade como mulher”. O jornal respondeu aumentando (ou baixando) o tom, com artigos que tentam “explicar” a diferença entre prostituição e estupro. Asia definiu o posicionamento da imprensa de seu país como medieval, ao falar sobre o caso com a revista Variety. Seria um reflexo da cultura católica do país, que influencia até as leis italianas. “Eu estou sendo criticada pela mídia italiana, o que é medieval”, disse ela, acrescentando que “até os anos 1960 você podia matar sua mulher e isso era chamado de ‘crime de honra’ se ela tivesse traído. Até 1996, o estupro era considerado um crime contra a moral, não contra uma pessoa”. Mais de 40 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e pelo BAFTA, a Academia britânica, além do Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA). Ele também deve enfrentar um processo criminal.

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  • TV

    Brincadeiras machistas do SBT rendem processo de R$ 10 milhões

    26 de setembro de 2017 /

    O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com uma ação civil pública contra o SBT, em que pede condenação da empresa e multa de R$ 10 milhões por danos morais coletivos, referentes a dois atos de machismo e humilhação de funcionárias protagonizados por Sílvio Santos e transmitidos pelo canal. A informação é do jornal O Globo. O primeiro ato envolveu a assistente de palco Milene Regina Uehara, no “Programa do Ratinho” exibido em 21 de abril de 2016. Na ocasião, o apresentador, segundo a descrição do MPT, “desferiu forte chute numa caixa de papelão em que se encontrava Milene, atingindo a altura de sua nuca. A trabalhadora deu um grito e caiu sentada no chão, visivelmente assustada e possivelmente machucada. Em seguida, ela se retirou do palco constrangida sob sons de risos e chacotas e o apresentador afirmou em tom debochado que ela era uma funcionária rebelde e providências seriam tomadas: ela iria “pra rua”. O órgão considera que a funcionária sofreu agressão física e humilhação, caracterizando “lesão aos direitos da personalidade, mediante abuso do poder hierárquico e discriminação do gênero feminino pela forma de tratamento dispensada às profissionais.” O segundo incidente refere-se à participação de Maisa Silva no “Programa do Silvio Santos”, exibido em 18 de junho deste ano, no qual Silvo Santos insistiu para que ela namorasse Dudu Camargo. A adolescente recusou os insistentes pedidos para que dançasse e desse um “selinho” no jovem, de quem ela admitira não querer nem ser amiga. Nas redes sociais, Maisa chegou a criticar: “Até quando as mulheres vão viver precisando aceitar tudo? Não é não!”. Quinze dias depois, Maisa retornou ao programa e se viu em outra saia-justa, porque Silvio Santos voltou a chamar Dudu Camargo ao palco, fazendo com que a jovem chorasse e, em seguida, abandonasse o estúdio. Para o MPT, Maisa Silva “sofreu grave constrangimento diante da violação de sua privacidade, intimidade e honra, caracterizando lesão aos direitos da personalidade, mediante abuso do poder hierárquico e discriminação do gênero feminino pela forma de tratamento dispensada às profissionais”. Na ação ajuizada pelo procurador Gustavo Accioly, responsável pelo caso, o MPT pede ainda “providência da empresa para que ajuste sua conduta e não mais permita, tolere ou submeta seus empregados a situações vexatórias, constrangedoras, ou qualquer conduta que implique desrespeito à pessoa humana, à vida privada, à honra, à intimidade e à imagem ou qualquer violência ou discriminação contra a mulher ou outro fator injusto de discriminação, garantindo-lhes tratamento respeitoso e digno.” O SBT informou que não vai se pronunciar sobre o assunto.

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  • Filme

    A Batalha dos Sexos entre Emma Stone e Steve Carell ganha trailer legendado

    23 de setembro de 2017 /

    Um dos filmes mais elogiados do Festival de Toronto 2017 ganhou seu primeiro trailer legendado e título oficinal nacional. A Fox divulgou o vídeo de “A Guerra dos Sexos”, uma tradução aproximada do título original e do nome dado à partida de tênis intersexual que quebrou o recorde de audiência da TV americana nos anos 1970, “The Battle of Sexes”. O jogo lendário aconteceu em 1973, entre a jovem tenista Billie Jean King, 2ª melhor jogadora do mundo naquele ano, e o tenista aposentado Bobby Riggs, de 55 anos, ex-campeão de Wimbledon. E o nome do evento não podia ser mais apropriado, pois o que estava realmente em jogo eram duas visões distintas de mundo. De um lado, o machismo que se recusava a admitir a possibilidade da igualdade feminina, e do outro a luta pioneira do feminismo, que ainda precisava provar a capacidade das mulheres para o mundo. Não bastasse a pressão do evento midiático, Billie Jean King ainda escondia sua homossexualidade recém-descoberta das câmeras, enquanto permanecia casada com um homem. Ela se tornou a primeira atleta profissional feminina de destaque a admitir que era homossexual durante o processo de separação, que aconteceu na década seguinte e lhe custou todas as suas finanças. Os papéis principais são interpretados por Emma Stone (“La La Land”) e Steve Carell (“A Grande Aposta”), que voltam a contracenar após o sucesso da comédia “Amor a Toda Prova” (2011). E o elenco de apoio ainda inclui Andrea Riseborough (“Oblivion”), Natalie Morales (série “The Grinder”), Sarah Silverman (série “Masters of Sex”), Bill Pullman (“Independence Day: O Ressurgimento”), Alan Cumming (série “The Good Wife”), Elisabeth Shue (série “CSI”), Eric Christian Olsen (série “NCIS: Los Angeles”) e Fred Armisen (humorístico “Portlandia”). O roteiro é de Simon Beaufoy (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e a direção do casal Jonathan Dayton e Valerie Faris (a dupla de “Pequena Miss Sunshine”). O filme estreou neste fim de semana em circuito limitado nos Estados Unidos e só chega ao Brasil daqui a um mês, em 19 de outubro.

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  • Filme

    Batalha do Sexo entre Emma Stone e Steve Carell ganha 45 fotos e novos pôsteres

    19 de setembro de 2017 /

    A Fox Searchlight divulgou três pôsteres e 45 fotos de “Battle of the Sexes”, em que Emma Stone (“La La Land”) e Steve Carell (“A Grande Aposta”) voltam a contracenar após o sucesso da comédia “Amor a Toda Prova” (2011), disputando uma partida de tênis histórica. Os dois aparecem nas imagens com um visual retrô dos anos 1970, época em que a trama se passa. O filme gira em torno a partida de tênis intersexual que quebrou o recorde de audiência da TV americana da época. Conhecida como “A Batalha dos Sexos”, o jogo lendário aconteceu em 1973, entre a jovem tenista Billie Jean King (papel de Stone), 2ª melhor jogadora do mundo naquele ano, e o tenista aposentado Bobby Riggs (papel de Carell), de 55 anos, ex-campeão de Wimbledon. Batalha dos Sexos foi um nome apropriado para o evento, pois o que estava realmente em jogo eram duas visões distintas de mundo. De um lado, o machismo que se recusava a admitir a possibilidade da igualdade feminina, e do outro a luta pioneira do feminismo, que ainda precisava provar a capacidade das mulheres para o mundo. Não bastasse a pressão do evento midiático, Billie Jean King ainda escondia sua homossexualidade recém-descoberta das câmeras, enquanto permanecia casada com um homem. Ela se tornou a primeira atleta profissional feminina de destaque a admitir que era homossexual durante o processo de separação, que aconteceu na década seguinte e lhe custou todas as suas finanças. O roteiro é de Simon Beaufoy (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e a direção foi realizada pelo casal Jonathan Dayton e Valerie Faris (a dupla de “Pequena Miss Sunshine”). Exibido no Festival de Toronto, o filme arrancou muitos elogios da crítica (está com 79% de aprovação no site Rotten Tomatoes) e estreia nos Estados Unidos nesta sexta (22/9). Já o lançamento no Brasil está marcado apenas para 19 de outubro.

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  • Filme

    Emma Stone adquiriu 7 quilos de massa muscular para seu novo filme

    12 de agosto de 2017 /

    Emma Stone teve pegar no pesado para entrar em forma física para seu papel como a tenista Billie Jean King no filme “Battle of the Sexes” (batalha dos sexos, ainda sem título oficial brasileiro). Uma entrevista do personal trainner Jason Walsh ao site Glamour revelou que a rotina da atriz incluía dois treinos por dia, uma dieta balanceada e exercícios não convencionais. Ao final, a atriz ganhou aproximadamente 7 kg de massa muscular. A preparação para o papel em “Battle of the Sexes” começou três meses após Stone dançar, cantar e atuar como a sonhadora Mia em “La La Land”, o Oscar de Melhor Atriz. O filme fira em torno a partida de tênis intersexual que quebrou o recorde de audiência da TV americana nos anos 1970. Conhecida como “A Batalha dos Sexos”, o jogo lendário aconteceu em 1973, entre a jovem tenista Billie Jean King (papel de Stone), 2ª melhor jogadora do mundo naquele ano, e o tenista aposentado Bobby Riggs, de 55 anos, ex-campeão de Wimbledon. Batalha dos Sexos foi um nome apropriado para o evento, pois o que estava realmente em jogo eram duas visões distintas de mundo. De um lado, o machismo que se recusava a admitir a possibilidade da igualdade feminina, e do outro a luta pioneira do feminismo, que ainda precisava provar a capacidade das mulheres para o mundo. Não bastasse a pressão do evento midiático, Billie Jean King ainda escondia sua homossexualidade recém-descoberta das câmeras, enquanto permanecia casada com um homem. Ela se tornou a primeira atleta profissional feminina de destaque a admitir que era homossexual. Isto ocorreu durante seu processo de separação na década seguinte – e lhe custou todas as suas finanças. Riggs é vivido por Steve Carell (“A Grande Aposta”), que assim retoma a parceria com Stone, após o sucesso da comédia “Amor a Toda Prova” (2011). O roteiro é de Simon Beaufoy (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e a direção é do casal Jonathan Dayton e Valerie Faris (a dupla de “Pequena Miss Sunshine”). A première mundial será no Festival de Toronto e o lançamento no Brasil vai acontecer em 19 de outubro – um mês após a estreia comercial nos Estados Unidos (em 22 de setembro).

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  • Filme

    Emma Stone e Steve Carell vivem rivais históricos no trailer de Batalha dos Sexos

    23 de junho de 2017 /

    A Fox Searchlight divulgou o pôster e o novo trailer de “Battle of the Sexes”, em que Emma Stone (“La La Land”) e Steve Carell (“A Grande Aposta”) voltam a contracenar após o sucesso da comédia “Amor a Toda Prova” (2011), disputando uma partida de tênis histórica. O filme fira em torno a partida de tênis intersexual que quebrou o recorde de audiência da TV americana nos anos 1970. Conhecida como “A Batalha dos Sexos”, o jogo lendário aconteceu em 1973, entre a jovem tenista Billie Jean King (papel de Stone), 2ª melhor jogadora do mundo naquele ano, e o tenista aposentado Bobby Riggs (papel de Carell), de 55 anos, ex-campeão de Wimbledon. Batalha dos Sexos foi um nome apropriado para o evento, pois o que estava realmente em jogo eram duas visões distintas de mundo. De um lado, o machismo que se recusava a admitir a possibilidade da igualdade feminina, e do outro a luta pioneira do feminismo, que ainda precisava provar a capacidade das mulheres para o mundo. Não bastasse a pressão do evento midiático, Billie Jean King ainda escondia sua homossexualidade recém-descoberta das câmeras, enquanto permanecia casada com um homem. Ela se tornou a primeira atleta profissional feminina de destaque a admitir que era homossexual durante o processo de separação, que aconteceu na década seguinte e lhe custou todas as suas finanças. O roteiro é de Simon Beaufoy (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e a direção do casal Jonathan Dayton e Valerie Faris (a dupla de “Pequena Miss Sunshine”). A estreia vai acontecer em 19 de outubro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos (em 22 de setembro).

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  • Série

    Fãs de Star Trek reagem com racismo e homofobia à diversidade da nova série

    22 de junho de 2017 /

    Reconhecida mundialmente por representar um futuro utópico de igualdade racial e sexual, “Star Trek” revelou ter fãs homofóbicos, racistas e sexistas após a divulgação do trailer da nova série derivada da franquia. Um artigo publicado na revista The New Yorker destacou o uso do termo “genocídio branco” entre as pessoas que desaprovaram a diversidade de “Star Trek: Discovery”. A produção também foi apelidada de “Star Trek Feminista Lésbica” na web. O choque dos ataques violentos foi tão forte que a atriz Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), que protagoniza a nova série, decidiu se manifestar. “Eu encorajo essas pessoas a se apegarem à essência e ao espírito de ‘Star Trek’, que foi o que construiu o legado da série”, ela disse em entrevista à revista Entertainment Weekly. Para a atriz, a série original se tornou um fenômeno cultural porque estava à frente do pensamento conservador de sua época. Foi “Jornada nas Estrelas”, nos anos 1960, que exibiu o primeiro beijo inter-racial da TV americana, entre o capitão Kirk e a tenente Uhura. Além disso, a série insistia que superar diferenças, por meio de diplomacia, era mais importante que a demonstração de força. Os vilões da atração, identificados como klingons, eram justamente uma raça alienígena que se recusava a aceitar essa situação, considerando-se superior às outras espécies e por isso no direito de atacar os diferentes. “É difícil entender e apreciar ‘Star Trek’ se você não entende e aprecia isso”, diz Martin-Green. “[Diversidade] é um dos princípios fundamentais da série, e eu penso que, se você perde isso, você perde todo o legado. Estou incrivelmente orgulhosa de protagonizar a produção e mostrar esse mundo pelos olhos de uma mulher negra, algo que ainda não tinha sido feito. Sinto que estamos dando um passo adiante, e acho que é algo que todas as histórias deveriam fazer”, concluiu. Além de Martin-Green, que interpreta a oficial Michael Burnham, o elenco de “Star Trek: Discovery” conta com a taiwanesa Michele Yeoh (“O Tigre e o Dragão”) como a Capitã Georgiou e com Anthony Rapp (“Rent: Os Boêmios”), que viverá o primeiro personagem abertamente gay da franquia. A atração será lançada no dia 24 de setembro nos Estados Unidos. Seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, ela deve ser disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional pela plataforma de streaming.

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  • Filme

    Fernanda Young é atacada na internet e juiz diz que ela tem “reputação elástica” por ter posado nua

    9 de junho de 2017 /

    A roteirista, produtora e atriz Fernanda Young levou uma lição de moral de um juiz, por conta de um processo que moveu na Justiça contra o dono de um perfil falso no Instagram que a chamava, entre outras coisas, de “vadia lésbica”. Segundo publicou o site Jota, o juiz Christopher Alexander Roisin, da 11ª Vara Cível de São Paulo, concordou que o pernambucano Hugo Leonardo de Oliveira Correa teve a intenção de insultar Fernanda. Porém, estabeleceu um valor baixo de indenização, em R$ 5 mil, na altura da reputação que ele atribui à vítima. No processo, o juiz afirma que “o valor leva em conta o fato da autora ter artisticamente posado nua, de modo que sua reputação é mais elástica, inclusive porque se sujeitou a publicar fotografia fazendo sinal obsceno, publicou fotografia exibindo os seios (…). Ora, uma mulher com tantos predicados como a autora afirma possuir deveria demonstrar, porque formadora de opinião, uma pouco mais de respeito”. A advogada de Fernanda, Isabela Guimaraes Del Monde, disse à imprensa que a escritora decidiu recorrer da decisão. “Não pelo valor da indenização, mas pelos trechos bastante machistas da decisão do juiz”, diz. “Foi um choque para a gente. Ele demonstrou ter uma posição machista, conservadora e retrógrada.”

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  • Filme

    Diretora de Mulher-Maravilha diz que críticas à sensualidade da personagem são machistas

    30 de maio de 2017 /

    Apesar da mensagem de empoderamento feminino, Mulher-Maravilha não é uma personagem muito querida pelas feministas. Acusada de ser muito sexy e criticada até por – acreditem – depilar as axilas, muitas ativistas veem na heroína apenas uma pin-up, a encarnação de fantasias masculinas. Pois a diretora Patty Jenkins resolveu falar sobre o assunto, durante uma entrevista a um programa matinal da rede CBS. Perguntada pelo repórter como seria possível a heroína ser um ícone do feminismo trajando um uniforme sexy, ela respondeu que quem questiona isso é machista. Afinal, ninguém fala nada das roupas colantes dos heróis masculinos, que também tem suas belas formas ressaltadas nos quadrinhos, na TV e no cinema. “Eu acho que essa questão é machista. Acho machista pensar que você não pode ser os dois. Eu questiono se os outros super-heróis também não são bonitos e vestem roupas colantes. Isso é uma fantasia e faz sentido para quem quem embarca nela. Quando era uma garotinha, adorava a ideia de que o meu poder e minhas habilidades poderiam parar o valentão do parquinho e eu também poderia me parecer com a Lynda Carter enquanto fazia isso”, disse, referindo-se à intérprete da heroína na série dos anos 1970. Estrelado por Gal Gadot, o filme da Mulher-Maravilha foi bastante elogiado pela crítica norte-americana. A estreia no Brasil está marcada para quinta-feira (1/6).

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  • Filme

    Estrelas Além do Tempo exalta a conquista do espaço de três mulheres negras

    9 de fevereiro de 2017 /

    Nos anos 1960, os EUA ainda tinham banheiros segregados para negros e banheiros para brancos. Embora estivesse ao lado de um toilette feminino, Katherine (Taraji P. Henson), que é negra, precisava sair do prédio onde trabalhava, e correr alguns blocos para chegar ao tal banheiro. Afinal, quando se tem vontade é preciso ir. Em “Estrelas Além do Tempo”, o diretor Theodore Melfi (“Um Santo Vizinho”) repete essa cena diversas vezes ao som de uma música, digamos, engraçadinha. E, vejam só, muita gente na plateia ri. O ápice dessa sequência envolve uma discussão entre Katherine e seu chefe interpretado por Kevin Costner. E quem riu antes, não volta a rir nessa cena em que Taraji P. Henson brilha de forma monumental. Que atriz! É a melhor parte do filme. Por que é a melhor? Porque é uma síntese de “Estrelas Além do Tempo” e sua passagem mais complexa. Podemos pensar, inicialmente, que a intenção do diretor foi fazer graça com o racismo, mas ao culminar a humilhação de Katherine com a cena do desabafo, a produção revela seu verdadeiro objetivo, que é expor o problema, induzir o espectador (a maioria branca) a rir da situação, para, depois, substituir o riso por uma imensa, justa e irreparável sensação de culpa. A situação descrita ilustra o quanto Katherine Gordon (depois Katherine Johnson) é uma mulher forte, mas ela também é talentosa e insubstituível. Não só ela, como suas amigas Dorothy Vaughan (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), pessoas que existiram de verdade e merecem ter suas histórias contadas, vistas e compartilhadas. A História oficial da conquista especial norte-americana costuma esquecer, mas as três trabalharam na NASA e foram essenciais para transformar em realidade as primeiras viagens dos astronautas dos EUA ao espaço, incluindo a primeira órbita ao redor da Terra, realizada por John Glenn. Pode-se, entretanto, dizer que, no geral, “Estrelas Além do Tempo” se contenta em ser um filme correto, convencional e simpático até demais. Só que a história de suas personagens é tão importante, envolvente e bem narrada, que pouco importa. “Estrelas Além do Tempo” enfatiza o lado profissional e a capacidade do trio de matemáticas, que se destaca independente da cor da pele e, talvez por isso, o filme não mostre suas estrelas como vítimas. Ao contrário, faz a exaltação de Katherine, Dorothy e Mary, exemplos de mulheres duplamente discriminadas, por serem mulheres e negras, numa época em que a conquista do espaço para mulheres e negros se dava mesmo na Terra. A conquista do espaço de Katherine, Dorothy e Mary aconteceu em seu cotidiano, no ambiente de trabalho. Além de Taraji, o filme permite bastante destaque para Octavia Spencer, indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, e à cantora Janelle Monáe, que se mostra uma ótima revelação. Mas também não se pode esquecer de Kevin Costner, não somente por seu retorno a um filme importante, mas por também entregar uma atuação imponente. Daria para fazer um paralelo ou, melhor, uma sessão dupla com “Estrelas Além do Tempo” e “Os Eleitos”, obra-prima de 1983, dirigida por Philip Kaufman. Em seu épico sobre o início da corrida espacial, Kaufman não menciona Katherine, Dorothy e Mary, apesar de trazer diversos personagens em comum e destacar aspectos da mesma história. No clássico vencedor de quatro Oscars, as mulheres aparecem apenas como esposas e os negros nem sequer aparecem, sinalizando que o mundo mudou muito desde os anos 1960, mas também bastante dos anos 1980 para cá, a ponto de agora vermos o que era invisível, mas que sempre esteve lá. “Estrelas Além do Tempo” concorre ao Oscar 2017 de Melhor Filme, Atriz Coadjuvante e Roteiro Adaptado.

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    Gael Garcia Bernal sofre para se adaptar aos EUA em trailer de comédia mexicana

    6 de fevereiro de 2017 /

    A Hola Mexico divulgou o pôster e o trailer americano da comédia “Me Estás Matando Susana” (You’re Killing Me Susana), estrelada por Gael Garcia Bernal (“Neruda”). A prévia da produção mexicana, passada nos Estados Unidos, faz piadas com o tratamento preconceituoso dado aos imigrantes mexicanos, o clima frio americano e o típico machismo latino. Na trama, o personagem de Gael é abandonado sem explicações pela esposa, chamada Susana (e vivida pela espanhola Verónica Echegui, da série “Fortitude”), que resolve participar sem dar satisfações de uma conferência de escritores nos EUA. Sem dinheiro ou pistas, ele inicia uma peregrinação em busca da mulher, com direito a revista íntima na alfândega, vestuário inapropriado para o clima do inverno americano e brigas com os homens com quem ela conversa. O filme é baseado em romance do escritor José Agustín, tem roteiro de Luis Cámara (“Silêncio”) e direção de Roberto Sneider (“Arranca-Me a Vida”). A estreia está marcada para 17 de fevereiro nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Estrelas Além do Tempo: Trailer celebra as engenheiras negras que colocaram o homem no espaço

    16 de novembro de 2016 /

    A Fox divulgou o trailer legendado do drama histórico “Estrelas Além do Tempo”. Mas vale observar que a “tradução” escolhida para o título original “Hidden Figures” desvirtua seu verdadeiro tema, sobre a importante e pouco conhecida participação das engenheiras negras no programa espacial americano. Como a prévia mostra, a trama conta a história verídica de um grupo de mulheres que ajudou a colocar o homem no espaço, enquanto combatia o machismo e o racismo para realizar seu trabalho. No filme, elas são representadas pelas atrizes Octavia Spencer (vencedora do Oscar por “Histórias Cruzadas”), Taraji P. Henson (série “Empire”) e a cantora Janelle Monáe, em sua estreia no cinema. O elenco também destaca, em papeis coadjuvantes, os atores Kevin Costner (“O Homem de Aço”), Kirsten Dunst (série “Fargo”), Jim Parsons (série “The Big Bang Therory”), Glen Powell (série “Scream Queens”), Mahershala Ali (franquia “Jogos Vorazes”) e Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”). Dirigido por Theodore Melfi (“Um Santo Vizinho”), o filme adapta o livro homônimo de Margot Lee Shetterly, com roteiro de Allison Schroeder (“Meninas Malvadas 2”) e trilha sonora do músico Pharrell Williams (“Meu Malvado Favorito 2”). O lançamento vai acontecer em 6 de janeiro nos EUA, uma semana antes do feriado americano dedicado a Martin Luther King. No Brasil, a estreia vai acontecer somente um mês depois, em 2 de fevereiro.

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