Divulgado o título oficial do próximo filme da franquia Star Wars
A Disney divulgou o título oficial do oitavo filme da franquia “Star Wars”. Até então referido como “Star Wars: Episódio VIII”, o longa que inclui a última filmagem de Carrie Fisher como a General Leia se chamará “Star Wars: The Last Jedi” em inglês. (“Os Últimos Jedi” em tradução livre). A tradução oficial em português ainda não foi divulgada. O título faz referência a Luke Skywalker (Mark Hamill), o último cavaleiro jedi, que em “Star Wars: O Despertar da Força” é mostrado vivendo isolado em um planeta distante. Neste novo filme, a personagem Rey (Daisy Ridley) deverá ser a sua aprendiz. Além dos citados, o elenco da produção contará também com os retornos de Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis. Entre as novidades, incluem-se os atores Benicio Del Toro (“Sicario”), Laura Dern (“A Culpa É das Estrelas”) e Kelly Marie Tran (“XOXO”). A direção é de Rian Johnson (“Looper”) e a estreia está marcada para 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Rogue One ultrapassa US$ 1 bilhão em bilheteria mundial
“Rogue One: Uma História Star Wars” ultrapassou neste fim de semana a bilheteria de US$ 1 bilhão em todo o mundo. Ao todo, o filme arrecadou US$ 1,021 milhões em cerca de 40 dias de exibição. A sci-fi foi apenas o quarto lançamento de 2016 a atingir esta marca. Detalhe: todos os novos bilionários foram produções da Disney – além de “Rogue One”, a meta foi superada por “Capitão América: Guerra Civil”, “Procurando Dory” e “Zootopia”. Na lista geral, o spin-off de “Star Wars” foi o 28º filme a entrar no clube dos bilionários. E já na chegada deixou para trás um colega da elite, “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2008), ocupando o 27º lugar entre as maiores bilheterias da história do cinema. O filme também ultrapassou outro marco nos EUA, onde cruzou a barreira dos US$ 500 milhões arrecadados. Líder de arrecadação dentre as estreias de 2016 no país, já ocupa o 7º lugar entre as maiores bilheterias de todos os tempos na América do Norte, com US$ 512,2 milhões no total. Como ainda está em cartaz em vários países, “Rogue One” tende a escalar novas posições, tanto no ranking doméstico quanto no mundial, como um dos grandes campeões de faturamento de Hollywood.
Rogue One vira a maior bilheteria de 2016 nos EUA em apenas um mês
O sucesso contínuo de “Rogue One: Uma História Star Wars” atingiu, neste fim de semana, a arrecadação acumulada de US$ 498,8 milhões nos EUA e Canadá. O valor é recorde: a maior bilheteria registrada entre todos os lançamentos de 2016 na América do Norte, superando a animação “Procurando Dory” (US$ 486,2 milhões), que liderou por sete meses o faturamento anual do mercado doméstico. A virada aconteceu exatamente um mês após a estreia da produção, lançada no dia 16 de dezembro nos EUA. Ou seja, “Rogue One” levou apenas um mês para superar todos os concorrentes exibidos em 2016 nos cinemas norte-americanos. No mundo inteiro, porém, o spin-off da franquia “Star Wars” ainda ocupa o 4º lugar na lista das maiores bilheterias anuais, atrás justamente dos únicos filmes que superaram a marca de US$ 1 bilhão de faturamento em 2016: “Zootopia” (US$ 1 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1 bilhão) e “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,1 bilhão). Detalhe: todos são filmes da Disney, assim como o 5º colocado, “Mogli, O Menino-Lobo” (US$ 966,6 milhões). “Rogue One” também está prestes a entrar no clube dos bilionários mundiais. Atualmente, o filme tem US$ 979,9 milhões de arrecadação no mundo inteiro. Antes, porém, ultrapassará a marca de US$ 500 milhões na América do Norte, podendo melhorar ainda mais sua posição no ranking doméstico de todos os tempos. “Rogue One” ocupa a 7ª posição entre as maiores bilheterias já registradas nos EUA
Woody Harrelson é confirmado no filme sobre a juventude de Han Solo
A LucasFilm confirmou que Woody Harrelson (“Truque de Mestre”) fará parte do spin-off de Han Solo. Os diretores Phil Lord e Christopher Miller (“Anjos da Lei”), responsáveis pelo filme, deram as boas-vindas ao ator em comunicado. “Nós não poderíamos estar mais animados para trabalhar com um artista com tanta profundidade e alcance quanto Woody. Sua habilidade de encontrar tanto humor e tristeza, geralmente no mesmo papel, é algo único”, afirmaram os diretores. “Ele também é muito bom no jogo de ping-pong!” O comunicado não informa que papel ele irá interpretar, mas, na semana passada, informações davam conta de que o ator estava negociando viver o mentor do protagonista. Harrelson se junta a Alden Ehrenreich (“Ave César”), que viverá o personagem imortalizado por Harrison Ford, além de Donald Glover (série “Atlanta”) e Emilia Clarke (série “Game of Thrones”). Assim como “Rogue One: Uma História Star Wars”, o filme vai se passar antes dos eventos mostrados no clássico “Guerra nas Estrelas” (1977). As filmagens devem começar já neste mês de janeiro para um lançamento em 25 de maio de 2018.
Novo trailer de Star Wars: Rebels destaca participação de Obi Wan Kenobi
O canal pago americano Disney XD divulgou um novo trailer da segunda metade da 3ª temporada de “Star Wars Rebels”. E além de incluir diversos personagens vistos no recente filme “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016), a prévia destaca a participação de Obi-Wan Kenobi, que aparece tanto com o visual jovem de Ewan McGregor na segunda trilogia quanto no clássico de Alec Guinness, com a barba branca eternizada em “Guerra nas Estrelas” (1977). Entre os personagens de “Rogue One”, por sua vez, é possível ver Mon Mothma (Genevieve O’Reilly) e especialmente Saw Gerrera, cuja participação inclui dublagem de seu intérprete no cinema, o ator Forest Whitaker. “Rebels” se passa logo após os eventos de “Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith” (2005) e antes de “Rogue One”. E seu retorno à televisão acontece neste sábado (7/1) com um episódio especial, chamado de “Ghosts of Geonosis”, que faz referência ao planeta Geonosis, onde Anakin Skywalker virou Darth Vader.
Woody Harrelson será mentor do jovem Han Solo no próximo spin-off de Star Wars
O ator Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”) está em negociações avançadas com a Disney para interpretar o mentor de Han Solo no spin-off sobre o herói da franquia “Star Wars”. De acordo com o site da revista Variety, os executivos Kathleen Kennedy e Allison Shearmur desejam um ator influente no papel. Quando for confirmado, Harrelson se juntará a Alden Ehrenreich (“Ave César”), que viverá o personagem imortalizado por Harrison Ford, além de Donald Glover (série “Atlanta”) e Emilia Clarke (série “Game of Thrones”). Assim como “Rogue One: Uma História Star Wars”, o filme vai se passar antes dos eventos mostrados no clássico “Guerra nas Estrelas” (1977). A direção está a cargo da dupla Phil Lord e Chris Miller (“Anjos da Lei”) e as filmagens devem começar já neste mês de janeiro, para um lançamento previsto em 25 de maio de 2018.
Com Rogue One, Disney vira primeiro estúdio a faturar US$ 7 bilhões de bilheteria anual
O sucesso de “Rogue One: Uma História Star Wars” foi o empurrão que faltava para a Disney estabelecer um novo recorde histórico. Ao faturar US$ 290 milhões em sua estreia ao redor do mundo, o prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) completou a diferença que faltava para o estúdio virar o primeiro a bater a marca de US$ 7 bilhões de arrecadação mundial em um ano, recorde absoluto para a indústria cinematográfica. O recorde anterior pertencia a Universal, que arrecadou US$ 6,89 bilhões no ano passado, graças especialmente aos blockbusters “Jurassic World”, “Minions” e “Velozes e Furiosos 7”. Em 2016, a Disney lançou cinco dos dez filmes de maior bilheteria no mundo, atingindo um faturamento que só se tornou possível graças à política de aquisições da companhia. Basta ver que os líderes de arredação são produções da Marvel, LucasFilm e Pixar, que o estúdio comprou nos últimos anos, reunidos à produções infantis que a empresa sempre soube fazer bem. Os destaques incluem “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,15 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1,026 bilhão), “Zootopia” (US$ 1,023 bilhão), “Mogli” (com 966 milhões) e “Doutor Estranho” (com 653 milhões). A cifra tende a aumentar, pois “Rogue One” está apenas em sua primeira semana de exibição, e ainda estreia em vários países nas próximas semanas. Já “Moana”, que é outro sucesso em curva ascendente, só deve chegar em mercados importantes em 2017. Seu faturamento vai ficar para a conta do ano que vem. Vale lembrar que, antes mesmo de “Rogue One”, a Disney já tinha batido no começo de dezembro o recorde de arrecadação anual doméstica de um estúdio nos EUA. O estúdio criado por Walt Disney também bateu duas outras marcas histórias em 2016, virando o que mais rapidamente atingiu o faturamento de US$ 2 bilhões nos EUA e US$ 5 bilhões em nível internacional.
Personagem de Rogue One vai aparecer no próximo episódio de Star Wars: Rebels
“Rogue One: Uma História Star Wars” pode ter sido devastador, mas a franquia só ganhou mais Força com o filme. Sem perder tempo, a LucasFilm já divulgou o primeiro “retorno” de um de seus personagens, num crossover com outra produção. E para agora, em janeiro. O rebelde Saw Gerrera é o destaque num vídeo de bastidores do próximo episódio de “Star Wars: Rebels”, animação exibida no canal pago Disney XD. E nessa participação ele terá, inclusive, a voz de seu intérprete no cinema, o ator Forest Whitaker. Curiosamente, Saw Gerrera surgiu como um personagem de animação, visto na série anterior, “The Clone Wars”, lutando ao lado de Anakin Skywalker. Décadas depois, os dois tomaram destinos opostos, com Saw fomentando a rebelião e Anakin virando Darth Vader. A reaparição em “Rebels” acontece entre estes dois momentos. Como a série se passa logo após os eventos de “Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith” (2005), Saw é bem mais jovem que a versão vista em “Rogue One”. Um detalhe que liga a trama ainda mais à “Vingança dos Sith” é que o episódio especial vai se chamar “Ghosts of Geonosis”, numa referência ao planeta Geonosis, onde Anakin virou Vader. “Ghosts of Geonosis” será exibido em duas partes, a partir de 7 de janeiro nos EUA.
Disney bate recorde histórico de faturamento nos EUA
Os recentes sucessos de “Doutor Estranho” e “Moana” ajudaram a Disney a bater o recorde anual de faturamento doméstico de Hollywood. A empresa já faturou US$ 2,49 bilhões nos EUA em 2016, o maior valor anual já obtido por uma empresa cinematográfica no país em todos os tempos, deixando para trás os US$ 2,45 bilhões conquistados pela Universal no ano passado. A Disney também atingiu US$ 4 bilhões no mercado internacional, sendo apenas o segundo estúdio a conseguir chegar nesta marca, cruzada pela primeira vez pela Universal em 2015. Com isso, a empresa está prestes a bater também o recorde mundial de faturamento. Atualmente com US$ 6,5 bilhões, o estúdio se aproxima dos US$ 6,8 bilhões obtidos pela Universal no ano passado. E ainda nem lançou “Rogue One: Uma História Star Wars”… Os valores são impressionantes, ainda mais considerando que, anteriormente, o maior desempenho mundial do estúdio tinha sido de US$ 5 bilhões, obtidos no ano passado graças ao lançamento de “Star Wars: O Despertar da Força”. Além dos filmes citados, os outros blockbusters da Disney em 2016 foram “Procurando Dory”, “Capitão América: Guerra Civil”, “Zootopia” e “Mogli”. O sucesso reflete a política de aquisições da Disney, que somou a seu tradicional portfólio de filmes infantis as marcas da Pixar, Marvel e LucasFilm, que a transformaram numa fábrica de franquias. A política de aquisições da empresa provou-se um verdadeiro golpe de mestre, transformando a dona da velha Disneylândia num exemplo para a indústria cinematográfica do século 21. Não por acaso, muitas de suas estratégias estão sendo imitadas pelos concorrentes – lançar super-heróis, explorar sagas, criar universos compartilhados, produzir animações de bichos falantes, etc – ainda que sem o mesmo resultado. Para se ter noção da importância dos filmes da Disney para o universo geek, a empresa tem a sua própria “Comic-Con”, chamada D23 Expo.
Rogue One: Cenas inéditas revelam retorno do pai da Princesa Leia
A Disney divulgou duas cenas de “Rogue One: Uma História de Star Wars”, que revelam detalhes interessantes. Um deles é o primeiro registro da participação de Jimmy Smits, que retoma o papel de Bail Organa (visto nos “Episódio II” e “III”), o pai da Princesa Leia. O outro é a forma pouco amistosa com que começa a relação entre Cassian Andor (Diego Luna) e Jyn Erso (Felicity Jones), mergulhada em suspeitas e falta de confiança. Com roteiro de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), o primeiro spin-off da franquia “Star Wars” vai acompanhar um grupo rebelde numa missão para roubar os planos da Estrela da Morte, a nova arma de destruição planetária do Império, situação sua trama como prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977). No elenco estão ainda estão Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”), Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”) e a voz de James Earl Jones, que novamente dublará Darth Vader, como na trilogia clássica. “Rogue One: Uma História de Star Wars” estreia em 15 de dezembro no Brasil e os ingressos já estão à venda.
Presidente da LucasFilm afirma que Rogue One não terá continuação
Conforme se aproxima a estreia de “Rogue One: Uma História Star Wars”, maior se torna a expectativa pela produção, que vem movimentando grande volume de ingressos em pré-venda. Mas antes que os fãs perguntem quando vai estrear sua sequência, a produtora Kathleen Kennedy, presidente da LucasFilm, tratou de jogar água fria sobre a ideia de continuar a história dos rebeldes comandados por Jyn Erso (Felicity Jones). “Não vai haver um ‘Rogue Two’”, afirmou Kennedy, categoricamente, em entrevista à revista inglesa Empire. “Rogue One” foi concebido como uma história isolada que leva ao início do primeiro filme da saga, “Guerra nas Estrelas” (1977), rebatizado retroativamente como “Star Wars: Uma Nova Esperança”. Para todos os efeitos, serve como prólogo para a franquia espacial. Entretanto, outras aventuras situadas nesse período estão previstas em novos spin-offs, como o filme sobre a juventude do contrabandista espacial Han Solo, que será vivido por Alden Ehrenreich (“Ave, César”) numa história também ambientada antes de “Uma Nova Esperança”. Especula-se que Ehrenreich tenha contrato para três filmes, o que poderia expandir as aventuras do seu Han Solo. Ainda no terreno das especulações, fala-se também sobre um filme estrelado pelo caçador de recompensas Boba Fett, que poderia ser lançado em 2020. E também esta produção seria passada neste período anterior à saga oficial. “Rogue One: Uma História Star Wars” estreia mundialmente em 15 de dezembro.
Início da pré-venda de Rogue One derruba sites e gera “fila” na internet dos EUA
A blitz arrasadora de marketing da Disney para “Rogue One: Uma História de Star Wars” atiçou tanto o público que as primeiras horas da venda antecipada de ingressos para o filme, nesta segunda (28/11), foi marcada por “filas na internet”. Alguns sites de comercialização de ingresso nos EUA chegaram até a sair do ar, tamanho o tráfico gerado por interessados no filme, e o maior de todos, Fandango, precisou criar uma “sala de espera”, em que o usuário levava até 20 minutos para completar sua compra. O Fandango também avisou ao público sobre o fenômeno no Twitter. Veja o post abaixo. Especialistas em bilheteria já preveem que “Rogue One: Uma História de Star Wars” será uma das maiores abertura do ano nos EUA, com rendimentos entre US$ 100 milhões e US$ 140 milhões, o que o colocaria como a segunda maior bilheteria de dezembro em todos os tempos, atrás apenas de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). A pré-venda de ingressos também começou nesta segunda no Brasil, onde o primeiro spin-off da franquia “Star Wars” estreia em 15 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA. Due to an overwhelming amount of traffic, a wait room has been activated. Get #RogueOne tickets soon, you will. https://t.co/Hw6l2LkDYZ pic.twitter.com/4XiYvTMRhT — Fandango (@Fandango) November 28, 2016
Disney fatura US$ 6 bilhões anuais pela primeira vez em sua história
Graças à mágica espetacular da Marvel, Pixar e LucasFilm, a Disney não pára de soltar fogos de artifício. “Doutor Estranho”, que faturou mais de US$ 300 milhões nas bilheterias de todo o mundo em seus primeiros dias de exibição, foi o empurrão que faltava para o estúdio ultrapassar pela primeira vez a marca de US$ 6 bilhões em arrecadação mundial num único ano. Em toda a história, a Disney é apenas o segundo estúdio a superar esse montante. Neste ano, a empresa criada por Walt Disney já bateu duas marcas histórias, virando o que mais rapidamente atingiu o faturamento de US$ 2 bilhões nos EUA e de US$ 5 bilhões em nível internacional. Vale observar que as quatro maiores bilheterias de 2016 são produções da Disney: “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,1 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1 bilhão), “Zootopia” (US$ 1 bilhão) e “Mogli, o Menino Lobo” (US$ 966 milhões). Como acaba de lançar “Doutor Estranho” e ainda tem a animação “Moana” e o spin-off “Rogue One: Uma História Star Wars” em seu cronograma de fim de ano, é provável que a Disney consiga quebrar o recorde histórico registrado pela Universal em 2016, de US$ 6,9 bilhões, para obter a maior bilheteria anual de um estúdio em todos os tempos. Este valor já poderia ter sido alcançado, caso todas as apostas do estúdio tivessem funcionado. Afinal, apesar do sucesso, a Disney também amargou alguns fracassos grandiosos em 2016. “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo” deram prejuízo. O primeiro, orçado em US$ 170 milhões, arrecadou apenas US$ 299 milhões, enquanto o segundo, que custou US$ 140 milhões, gerou US$ 243 milhões. E os resultados de “Meu Amigo, o Dragão” não chegaram nem perto de satisfatórios. Além disso, o drama “Horas Decisivas” representará uma perda de US$ 75 milhões, segundo a revista Variety.










