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    Procurando Dory pode mostrar o primeiro casal gay da Pixar

    26 de maio de 2016 /

    “Procurando Dory” pode mostrar o primeiro casal gay de uma animação da Disney, ainda que numa produção do estúdio Pixar. Um pequeno trecho do novo trailer, divulgado nos EUA na terça (24/5), mostrou a protagonista sendo carregada num aquário por seu novo amigo, o polvo Hank, quando os dois esbarram num carrinho de bebê diante de duas mulheres que parecem ser um casal. A insinuação foi o suficiente para tirar do tédio os usuários do Twitter. “Elas são tão fofas. Isso é ótimo” e “Fiquei com os olhos cheios de lágrimas” foram algumas das reações positivas à breve aparição da dupla, que pode ou não ser um casal de lésbicas. Vale lembrar que a dubladora original de Dory, a comediante Ellen DeGeneres, é lésbica assumidíssima. Recentemente, a Disney liderou uma ameaça de boicote ao estado da Geórgia, nos EUA, contra a aprovação de uma lei que discriminaria os homossexuais, e fãs de “Frozen – Uma Aventura Congelante” iniciaram um petição para que a rainha Elsa ganhasse uma namorada no próximo filme da franquia. A hashtag promovendo a ideia, #GiveElsaAGirlfriend (Dê uma namorada a Elsa), chegou a ficar em primeiro lugar nos trending topics, a lista de assuntos mais comentados no Twitter. O trailer brasileiro, dublado, de “Procurando Dory” não mostra o casal. Ambas as versões podem ser conferidas aqui. A estreia está marcada para 30 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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  • Etc,  Filme

    Carol é eleito melhor filme LGBT de todos os tempos em festival londrino

    15 de março de 2016 /

    O drama de época “Carol” (2015) foi eleito o melhor filme LGBT de todos os tempos por críticos e artistas, durante as comemorações do 30º aniversário do Festival de Cinema Gay e Lésbico de Londres, também conhecido como BFI Flare. O filme dirigido por Todd Haynes se passa nos anos 1950 e acompanha o relacionamento lésbico entre uma mulher casada, vivida por Cate Blanchett, que não duvida de sua sexualidade, e uma jovem inexperiente que descobre a sua, interpretada por Rooney Mara. Adaptado de um romance de Patricia Highsmith, publicado em 1952 sob pseudônimo, após ser rejeitado pela editora dos livros de suspense da escritora, “Carol” rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Rooney Mara no Festival de Cannes do ano passado, mas perdeu todos os seis Oscars a que foi indicado. Também não emplacou no BAFTA, Globo de Ouro e prêmios dos sindicatos, vencendo apenas o troféu de Melhor Direção de Fotografia no Independent Spirit Awards, entre as seis categorias que disputou. “Carol” é seguido por “Weekend” (2011), de Andrew Haigh, e “Felizes Juntos” (1997), de Kar Wai Wong, respectivamente em 2º e 3º lugares. Já o longa mais premiado de todos, o clássico “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005), dirigido por Ang Lee, ficou em 4º na lista, que cita ao todo 30 filmes. Outras produções populares citadas no TOP 10 foram “Minha Adorável Lavanderia” (1985), de Stephen Frears, em 7º, “Tudo Sobre Minha Mãe” (1999), de Pedro Almodóvar, em 8º, e “Garotos de Programa” (1991), de Gus Van Sant, na 10ª posição. Os sucessos mais recentes surgem logo em seguida, com o francês “Azul É a Cor Mais Quente” (2013) empatado com “Tangerine” (2015) em 11º lugar. Há ainda dois outros franceses recentes, o explícito “Um Estranho no Lago” (2013), em 22º, e o sensível “Tomboy” (2011), em 27º, além do drama indie americano “Pariah” (2011). O cinema europeu tem ainda maior destaque entre os clássicos, com o curta “Canção de Amor” (1950), do francês Jean Genet, seguido por “As Lágrimas Amargas de Petra von Kant” (1972), do alemão Rainer Werner Fassbinder, o suspense “Meu Passado me Condena” (1961), do inglês Basil Dearden, “Je, Tu, Il, Elle” (1974), da belga Chantal Akerman, e as obras-primas italianas “Teorema” (1968), de Pier Paolo Pasolini, e “Morte em Veneza” (1971), de Luchino Visconti. Mas também há citações aos americanos “Domingo Maldito” (1971), de John Schlesinger, e “Um Dia de Cão” (1971), de Syney Lumet – curiosamente preferidos sobre o excelente “Infâmia” (1961), de William Wyler. O filme mais antigo presente na lista é o drama alemão “Senhoritas de Uniforme”, de 1931, em 14º lugar, sobre um internato de adolescentes. Baseado numa peça de Christa Winsloe, a história já teve, desde então, diversas versões, incluindo uma produção estrelada por Romi Schneider em 1958, que também deu o que falar em sua época. Top 10: Os melhores filmes LGBT de todos os tempos 1 Carol (2015), de Todd Hayes 2 Weekend (2011), de Andrew Haigh 3 Felizes Juntos (1997), de Wong Kar-wai 4 O Segredo de Brokeback Mountain (2005), de Ang Lee 5 Paris Is Burning (1990), de Jennie Livingston 6 Mal dos Trópicos (2004), de Apichatpong Weerasethakul 7 Minha Adorável Lavanderia (1985), de Stephen Frears 8 Tudo Sobre Minha Mãe (1999), de Pedro Almodóvar 9 Canção de Amor (1950), de Jean Genet 10 Garotos de Programa (1991), de Gus Van Sant

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  • Série

    Faking It: Sitcom adolescente vira novelinha no trailer da 3ª temporada

    22 de fevereiro de 2016 /

    A MTV divulgou o trailer da 3ª temporada de “Faking It”, série que costumava girar em torno de duas garotas que decidem se fingir de namoradas para conquistar popularidade na escola. Quem vê a nova prévia jamais poderia imaginar isso, já que as duas agora nem amigas são mais. Além disso, as briguinhas e romances tímidos lembram mais uma novelinha adolescente, estilo “Malhação”, que uma sitcom de tema ousado. Criada por Carter Covington, roteirista de “Greek” que também desenvolveu a série baseada no filme “10 Coisas que Eu Odeio em Você” (cancelada na 1ª temporada), “Faking It” é estrelada por Katie Stevens (reality show “American Idol”), Rita Volk (série “Major Crimes”) e Gregg Sulkin (série “Os Feiticeiros de Waverly Place”), e retorna à televisão dos Estados Unidos no dia 15 de março.

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  • Filme

    Carol é um dos filmes mais belos da temporada de premiações

    28 de janeiro de 2016 /

    Um dos filmes mais belos desta atual temporada de premiações é “Carol”, de Todd Haynes, cineasta que já havia mostrado sua sensibilidade no trato de relacionamentos proibidos no igualmente ótimo “Longe do Paraíso” (2002), que também se passava na década de 1950 e que emulava, de maneira mais forte, o cinema de Douglas Sirk, o mestre do melodrama na velha Hollywood. A diferença é que nos filmes de Haynes, e em “Carol” especificamente, as emoções são mais contidas. Como numa tentativa de captar também o sentimento de impotência diante de uma sociedade que não permite seguir impulsos fora da norma. As paixões devem ser tolhidas ou muito bem escondidas, o que não é fácil, especialmente para uma mulher casada, como é o caso de Carol, vivida brilhantemente por Cate Blanchett. Conhecemos inicialmente Carol pelos olhos assustados, mas também muito curiosos, de Therese (Rooney Mara), uma moça que trabalha como balconista em uma loja de departamentos e que sonha em ser fotógrafa. É nessa loja que as duas se descobrem, com uma troca de olhares e de informações e um par de luvas esquecido que faz com que Therese queira mudar de vida, deixar para trás tudo aquilo que não lhe faz mais sentido, inclusive o namorado. Já Carol tem uma história de vida mais longa e complicada. Está passando por um processo de divórcio e tem uma filha que ela corre o risco de perder na justiça para o marido. Aliás, a questão da filha chega a causar mais emoção do que o próprio relacionamento entre as duas mulheres, que é tratado de maneira mais sutil e sóbria. As cenas fotografadas através de vidros e véus funcionam como uma metáfora da dificuldade de alcançar o objeto de desejo naquela sociedade que arruinava a vida de quem fugisse ao padrão estipulado de família. Se nos dias de hoje ainda é um pouco assim, que dirá na década de 1950, quando astros de Hollywood eram obrigados a esconder suas preferências sexuais, ainda que fossem óbvias. Haynes recria a época com apuro, emoldurando tudo de maneira muito elegante. Cada detalhe de roupa, penteado ou mobília ao redor do casal é cuidadosamente pensado, a fim de compor uma espécie de pintura viva, em movimento. Os detalhes da intimidade compartilhada se beneficiam com a direção segura, mas também com a bela atuação do par central, indicadas ao Oscar, assim como a fotografia, o desenho de produção, a trilha e o roteiro adaptado. Curiosamente, o filme é baseado em um romance de Patricia Highsmith, mais conhecida por escrever livros policiais – ela é a autora de “Pacto Sinistro”, que virou um clássico de Alfred Hitchcock, e criadora do assassino serial Ripley, já adaptado em diversos filmes. Mas “Carol”, de certa forma, é um filme sobre um crime, pelo menos um crime para as normas que deviam ser seguidas naquela época. Como dois ladrões, as duas mulheres fogem de carro pelos Estados Unidos em busca de liberdade, paz e amor.

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    Amor por Direito: Ellen Page e Julianne Moore lutam por seus direitos em trailer de melodrama lésbico

    24 de janeiro de 2016 /

    A Paris Filmes divulgou o trailer legendado do drama “Amor por Direito”, em que Julianne Moore (“Para Sempre Alice”) e Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) vivem um casal lésbico. Baseado em fatos reais, a trama mostra a relação do casal, que, em sua batalha por direitos iguais, acabou mobilizando os EUA. A prévia capricha no melodrama de “filme de doença” e inclui a balada uivante cantada por Miley Cyrus, que ficou mais conhecido pelo barraco de sua compositora, Linda Perry, ao não ser indicada ao Oscar. A história também possui elementos de drama jurídico ao acompanhar a batalha nos tribunais de Laurel Hester, a personagem de Julianne Moore, uma policial diagnosticada com câncer em estágio terminal. Enfrentando preconceitos para que sua esposa tivesse, após sua morte, os mesmos direitos das mulheres dos outros policiais, ela encontrou apoio de organizações de defesa dos direitos homossexuais e até da associação dos policiais, ajudando a modificar a percepção de sua comunidade a ponto de conseguir mudar a legislação. A luta de Hester já tinha virado documentário, também chamado “Freeheld” (o título original) e premiado com o Oscar de Melhor Curta Documental em 2008. Mas apesar das conquistas da comunidade LGBT nos últimos anos, a atual produção chegou a ter suas filmagens vetadas em uma escola católica por causa de seu tema. “Freeheld” é o primeiro trabalho em que Ellen Page interpreta uma lésbica e foi filmado logo após ela assumir sua homossexualidade. O elenco também inclui Steve Carell (“Foxcatcher”) como militante gay e Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como o policial parceiro de Moore. Escrito por Ron Nyswaner, autor de outro roteiro de luta por direitos LGBT, o pioneiro “Filadélfia” (1993), e dirigido por Peter Sollett (“Uma Noite de Amor e Música”), o filme, lançado em outubro nos EUA, estreia apenas em 22 de abril no Brasil.

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