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    Atriz de Mulher-Maravilha será tia bruxa de Sabrina na nova série da Netflix

    16 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Lucy Davis, que roubou as cenas de “Mulher-Maravilha” como Etta Candy, foi escalada no papel de uma das tias bruxas de Sabrina Spellman, na nova série da Netflix, baseada nos quadrinhos da editora Archie Comics. Ela vai viver a tia Hilda, que vive com sua irmã Zelda e a sobrinha Sabrina na antiga casa funerária da família. Ela é a curandeira e a fazedora de poções da família, que aceita encomendas de feitiços de amor de estudantes da escola da sobrinha, mas também lança maldições potentes contra os inimigos. Zelda ainda não foi escalada, mas Sabrina será interpretada por Kiernan Shipka (da série “Mad Men”). Além das três, o casarão da família também terá a companhia do gato Salem e de Ambrose (Chance Perdomo, da série “Midsummer Murders”), o primo inglês de Sabrina, colocado sob prisão domiciliar pelo Conselho das Bruxas com a família Spellman. Também já foram escaladas a melhor amiga de Sabrina, Rosalind Walker (Jaz Sinclair, da série “The Vampire Diaries”) e a professora Mary Wardell (Michelle Gomez, de “Doctor Who”), que vira a vilã Madame Satã. O responsável pela produção é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). Seguindo o reboot realizado nos quadrinhos, a série intitulada “Chilling Adventures of Sabrina” reimagina a origem e as aventuras da aprendiz de feiticeira como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Bem diferente da comédia teen “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” dos anos 1990, a protagonista lutará para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear no final de 2018.

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    Vilã de Doctor Who será Madame Satã na série da aprendiz de feiticeira Sabrina

    16 de fevereiro de 2018 /

    A nova série de Sabrina anunciou a contratação de três atores, entre eles a intérprete de uma vilã importante. A atriz escocesa Michelle Gomez, que viveu Missy, a versão feminina do vilão Mestre em “Doctor Who”, será a grande mentora/inimiga da jovem Sabrina (Kiernan Shipka, de “Mad Men”). Gomez vai viver Mary Wardell, professora favorita de Sabrina na Baxter High. O problema é que, ao ser possuída pela Madame Satã, a Sra. Wardell se transforma em uma manipuladora sensual e astuta, que tenta atrair Sabrina para o caminho das sombras da noite. A série também definiu o novato Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”) como Ambrose Spellman, o primo inglês de Sabrina, que é colocado sob prisão domiciliar pelo Conselho das Bruxas e não pode sair da casa funerária onde ele mora com a família Spellman. Apesar disso, Ambrose vira um “parceiro do crime” de Sabrina, sempre aprontando o pior. Por fim, Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”) será a melhor amiga de Sabrina, Rosalind Walker. Além de humana, ela é filha do pastor da cidade de Greendale. O responsável pela produção é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). Seguindo o reboot realizado nos quadrinhos, a série intitulada “Chilling Adventures of Sabrina” reimagina a origem e as aventuras da aprendiz de feiticeira como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Na trama, a protagonista luta para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear no final de 2018.

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    Ex-atriz mirim de Mad Men será a nova Sabrina, Aprendiz de Feiticeira

    6 de janeiro de 2018 /

    A atriz Kiernan Shipka, que estrelou a série “Mad Men” ainda criança, no papel de Sally Draper (a filha de Don Draper/Jon Hamm), foi selecionada para estrelar a nova série da bruxinha Sabrina. Ela tinha 7 anos quando apareceu na 1ª temporada de “Mad Men” e 15 quando a série acabou em 2015. No ano passado, participou da série “Feud”, como a filha de Bette Davis (Susan Sarandon). A nova série de Sabrina será seu primeiro trabalho como protagonista, e também seu primeiro emprego como maior de idade – ela completou 18 anos em novembro. A personagem é a criação mais popular da Archie Comics, graças ao sucesso de seu desenho animado dos anos 1970 e à sitcom infantil dos anos 1990 “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, em que foi interpretada por Melissa Joan Hart. Só que a nova versão será bem diferente. Intitulada “Chilling Adventures of Sabrina”, a atração será uma série de terror. O responsável pela produção é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). “Nós somos todos grandes fãs do trabalho de Kiernan e, quando começamos a falar sobre quem seria a nova encarnação da Sabrina, o nome dela estava na lista de desejos de todos”, disse Aguirre-Sacasa em comunicado. “Esta é uma versão mais sombria e macabra de Sabrina, e estamos extremamente animados para que as pessoas vejam Kiernan recriar essa personagem icônica”. O novo projeto reimagina a origem e as aventuras de Sabrina como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Na trama, a protagonista luta para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear em 2018.

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    Sabrina, Aprendiz de Feiticeira vai virar série de terror na Netflix

    2 de dezembro de 2017 /

    A Netflix encomendou a série “Chilling Adventures of Sabrina”, uma versão de terror de “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”. O projeto estava em desenvolvimento na rede CW, mas a Netflix fez uma proposta que a WBTV (Warner Bros Television) não conseguiu resistir, dispensando a produção de piloto e contratando duas temporadas para começar. Cada temporada terá 10 episódios, três a menos que teria na TV aberta. O responsável pelo projeto é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger, que dirigiu o piloto aprovado de “Riverdale”. Originalmente, Sabrina faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas com a mudança para a Netflix, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A Sabrina da nova atração será bem diferente daquela vista nos desenhos animados dos anos 1960 e na série dos anos 1990 estrelada por Melissa Joan Hart. A produção trocará o tom de comédia adolescente, geralmente associada à personagem, por uma estética de terror, algo que Roberto Aguirre-Sacasa já introduziu em algumas publicações bem-sucedidas da Archie Comics – como “Afterlife with Archie” e, justamente, “Chilling Adventures of Sabrina”. O novo projeto reimagina a origem e as aventuras de Sabrina como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Na trama, a protagonista luta para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. A série deve estrear em 2018.

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    Estreia da 2ª temporada de Riverdale registra recorde de audiência da série

    12 de outubro de 2017 /

    A estreia da 2ª temporada de “Riverdale”, exibida na noite de quinta (11/10) nos Estados Unidos, foi o episódio mais visto da história da série, lançada em janeiro de 2017. Mais que isso: “Riverdale” foi o única atração da rede CW que voltou ao ar com audiência em ascensão, enquanto as produções de super-heróis da DC Comics experimentaram queda de público. Vista por 2,3 milhões de telespectadores ao vivo e com 0,8 pontos na demo (público entre 18-49 anos), a série foi praticamente redescoberta, após ser disponibilizada na Netflix nos Estados Unidos. O mesmo fenômeno já tinha acontecido antes com “Breaking Bad”. O fato de ter encerrado a temporada inaugural num grande cliffhanger também mobilizou o interesse do público para conhecer o desdobramento do tiro levado pelo pai de Archie Andrews. Até então, a maior audiência de “Riverdale” tinha sido seu primeiro episódio. E a diferença é brutal: 1 milhão a menos. O lançamento da série interessou apenas 1,3 milhão de telespectadores e a audiência vinha despencando a cada episódio, a ponto de o final da temporada inaugural ter atraído só 900 mil pessoas. De fato, a rede CW chegou a considerar seu cancelamento. Felizmente, o canal tem como presidente Mark Pedowitz, fã declarado das séries que produz e responsável por manter no ar séries de prestígio, mesmo sem audiência – caso evidente de “My Crazy Ex-Girlfriend”. A noção de que “Riverdale” tinha potencial maior que a audiência registrava foi percebida pela quantidade de vezes que a produção foi acessada pelas plataformas digitais da CW. Um aumento de 116% em seu público. Ao final da temporada, todos os episódios foram disponibilizados na Netflix americana, após a plataforma distribui-los semanalmente em vários países. E o interesse apenas aumentou. A confirmação veio em agosto, durante a premiação do Teen Choice Awards, quando “Riverdale” dominou as categorias televisivas, superando produções que tinham oficialmente muito mais audiência. Com sete troféus, foi a série mais premiada do Teen Choice 2017. A produtora Warner também percebeu a novidade e mudou sua estratégia de lançamento internacional. “Riverdale” passou a ser disponibilizada no Brasil pelo canal pago Warner de forma simultânea aos Estados Unidos. É a primeira – e por enquanto única – série do canal pago Warner a ter este tratamento diferenciado. E já há um projeto adiantado para o lançamento de um spin-off centrado em Sabrina, a aprendiz de feiticeira, que também é uma personagem da editora Archie Comics. Assim como “Riverdale”, o derivado de Sabrina está sendo desenvolvido por Roberto Aguirre-Sacasa, editor da Archie Comics, que renovou os quadrinhos originais da Turma do Archie ao introduzir elementos de terror e suspense. O sucesso de “Riverdale” mostra que o público aprovou a combinação de suspense e tramas sombrias com as histórias de romance juvenil de Archie, abrindo caminha para a reinvenção televisiva de Sabrina como série de terror – bem diferente da sitcom juvenil estrelada por Melissa Joan Hart nos anos 1990.

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    Sabrina, a aprendiz de feiticeira, pode protagonizar série de terror derivada de Riverdale

    20 de setembro de 2017 /

    Um dos personagens mais populares da Archie Comics, Sabrina, a aprendiz de feiticeira, pode estrelar um spin-off de “Riverdale”. A rede CW encomendou um piloto do projeto, passado no mesmo universo de “Riverdale”. O responsável pelo piloto é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger, que dirigiu o piloto aprovado de “Riverdale”. O detalhe é que a abordagem será bem diferente da vista anteriormente nos desenhos animados e na série dos anos 1990 “Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira”, estrelada por Melissa Joan Hart. A começar pelo título, “Chilling Adventures of Sabrina”. Segundo o site Deadline, a produção trocará o tom de comédia adolescente, geralmente associada à personagem, por uma estética de terror, algo que Roberto Aguirre-Sacasa já introduziu numa linha de publicações bem-sucedidas da Archie Comics – como “Afterlife with Archie” e, justamente, “Chilling Adventures of Sabrina”. O novo projeto reimagina a origem e as aventuras de Sabrina como uma história sombria que envolve horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Na trama, a protagonista luta para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Por conta do piloto, Sabrina pode aparecer em episódios da 2ª temporada de “Riverdale”. Este é o segundo spin-off em desenvolvimento no CW, após o anúncio de “Wayward Sisters”, projeto derivado de “Supernatural”. Caso sejam aprovadas, as duas séries devem estrear apenas no final de 2018.

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    Saga Divergente vai mesmo ser concluída numa produção televisiva

    2 de agosto de 2017 /

    Após o adiamento das filmagens e os boatos de que a franquia “Divergente” seria concluída num telefilme, o site Deadline apurou que o canal Starz irá exibir o projeto. Recentemente, a Lionsgate, que produziu os filmes de “Divergente”, comprou o canal pago americano, visando transformá-lo numa plataforma para suas produções. O projeto ainda estaria em estágios iniciais, com roteiro de Adam Cozad (“A Lenda de Tarzan”) e direção de Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”). Os dois estavam previamente acertados para escrever e dirigir “A Série Divergente: Ascendente”, o filme que encerraria a franquia. Eles também terão créditos como produtores. O Deadline não soube precisar se a produção será um telefilme ou uma série, mas afirmou que há definitivamente planos para uma série baseada nos livos de Veronica Roth. A crise com “Divergente” foi criada pela própria Lionsgate, que decidiu dividir o último livro da trilogia literária em dois filmes, imitando “Harry Potter”, “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”. O problema é que, enquanto “Divergente” (2014) e “A Série Divergente: Insurgente” (2015) arrecadaram US$ 288,8 milhões e US$ 297,2 milhões, respectivamente, “A Série Divergente: Convergente” (2016), com metade de uma história, implodiu com US$ 179 milhões em todo o mundo, tornando a filmagem da parte final inviável do ponto de vista financeiro. A franquia acabou ficando sem fim. Como a produção ainda está em estágio inicial, não está claro se a trama trará de volta os personagens do filme ou se os atores irão repetir seus papéis. Shailene Woodley, que interpreta a protagonista Tris, já se disse disposta a concluir a história para os fãs. Após inicialmente rejeitar a ideia de fazer um telefilme, ela mudou a ideia, afirmando que tinha se comprometido a “contar a história completa de Tris e adoraria ser capaz de fazer isso”. Mas o elenco inclui outros jovens que acabaram deslanchando suas carreiras após o primeiros filme, como Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) e Miles Teller (“Whiplash”). Também fazem parte do elenco cinematográfico Zoe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Theo James (“Anjos da Noite: Guerras de Sangue”), Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”), Naomi Watts (série “Gypsy”) e Jeff Daniels (“Steve Jobs”). Vale observar que as séries da Lionsgate são tão divisivas quanto seus filmes. Entre as produções do estúdio, destacam-se positivamente “Orange Is the New Black”, “Dear White People” e “The Royals”, e negativamente “MacGyver”, a já cancelada “Guilt” e o desastroso tele-remake de “Dirty Dancing”.

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    Diretor de Divergente lamenta destino da franquia: “É triste”

    19 de outubro de 2016 /

    Enquanto o futuro da saga “Divergente” segue incerto, o diretor do primeiro filme, Neil Burger, lamentou que situação tenha chegado neste ponto, e aponta a ganância do estúdio como culpada. Em entrevista para a revista The Hollywood Reporter durante o Festival de Nova York, Burger desabafou: “É tão triste. Eu estava apenas conversando com o pessoal da Lionsgate sobre outra coisa recentemente, e eles entraram nessa situação complicada devido a várias circunstâncias. Acho que eles sentem que não deveriam ter dividido o último livro em dois [filmes]. Se não tivessem feito, teriam encerrado em alta, mas à época eles estavam animados e viram potencial ali.” “É triste porque eu amo todos aqueles atores, e eles foram bastante leais”, completou. “Eles ainda estão tentando entender o que fazer com a franquia”, finalizou. Segundo apurou o site da revista Variety, o estúdio Lionsgate estaria planejando lançar “A Série Divergente: Ascendente”, atualmente em pré-produção, diretamente na televisão ou num serviço de streaming. A mudança de estratégia seria reflexo da queda de bilheteria registrada no filme anterior. Enquanto “Divergente” (2014) e “A Série Divergente: Insurgente” (2015) arrecadaram US$ 288,8 milhões e US$ 297,2 milhões, respectivamente, “A Série Divergente: Convergente” (2016) implodiu com US$ 179 milhões em todo o mundo. Diante de um calendário lotado de blockbusters no verão de 2017, o estúdio passou a considerar uma mudança de estratégia. Segundo a Variety, além de levar “Ascendente” para a televisão, o estúdio ainda estaria pensando em transformar o universo criado pela escritora Veronica Roth em uma série televisiva, mas ainda não fechou parceria com nenhum canal de TV ou streaming. A ideia é que o filme finalize o enredo envolvendo os protagonistas da franquia e apresente novos personagens, que serão as estrelas da vindoura série. Assim, o final da saga viraria o piloto de série mais caro de todos os tempos. Com direção de Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”), “A Série Divergente: Ascendente” ainda pode ser lançado nos cinemas no mercado internacional. No Brasil, a estreia ainda está mantida em 8 de junho de 2017, embora as filmagens sequer tenham sido marcadas até o momento. Em entrevista recente, a protagonista Shailene Woodley demonstrou que não está de acordo com a mudança de planos. “Eu não assinei [contrato] para fazer uma série de TV”, declarou, completando: “O estúdio e todo mundo envolvido podem ter mudado de ideia, mas eu não estou necessariamente interessada em fazer uma série de TV”.

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    Divergente: Shailene Woodley se diz surpresa com os planos para o final da franquia

    22 de julho de 2016 /

    Não foi só o público que ficou surpreso pela divulgação dos planos do estúdio Lionsgate para o final da saga “Divergente”, que pode ser lançado direto para a TV ou um serviço de streaming. Enquanto divulgava o vindouro filme “Snowden” na San Diego Comic-Con, a protagonista Shailene Woodley revelou ter descoberto a novidade pela imprensa e ainda não sabe como reagir. “Sinceramente, estava no avião quando tudo aconteceu, desembarquei e fiquei meio ‘Wow, o que está acontecendo?'”, disse a atriz. Quando questionada se estaria disposta a reprisar o seu papel como a mocinha Tris nesses novos termos, a artista deixou a resposta no ar: “Preciso conversar e descobrir os detalhes”. A decisão, que ainda não é oficial, seria reflexo da queda de bilheteria registrada no filme anterior. Enquanto “Divergente” (2014) e “A Série Divergente: Insurgente” (2015) arrecadaram US$ 288,8 milhões e US$ 297,2 milhões, respectivamente, “A Série Divergente: Convergente” (2016) implodiu com US$ 179 milhões em todo o mundo. O fracasso, inclusive, também já rendeu um corte de orçamento da sequência. Segundo o site Variety, a ideia é que “A Série Divergente: Ascendente” finalize o enredo envolvendo os protagonistas da franquia e apresente novos personagens, que se tornarão estrelas de uma série televisiva. Assim, o final da saga viraria o piloto de série mais caro de todos os tempos. “A Série Divergente: Ascendente”, atualmente em pré-produção, tem direção de Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”) e ainda pode ser lançado nos cinemas no mercado internacional. No Brasil, a estreia ainda está mantida em 8 de junho de 2017.

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    Final da saga Divergente pode ser lançado direto na televisão

    21 de julho de 2016 /

    O último capítulo da franquia juvenil “Divergente” pode ter sua estreia suspensa nos cinemas. Segundo apurou o site da revista Variety, o estúdio Lionsgate está planejando lançar “A Série Divergente: Ascendente”, atualmente em pré-produção, diretamente na televisão ou num serviço de streaming. A mudança de estratégia seria reflexo da queda de bilheteria registrada no filme anterior. Enquanto “Divergente” (2014) e “A Série Divergente: Insurgente” (2015) arrecadaram US$ 288,8 milhões e US$ 297,2 milhões, respectivamente, “A Série Divergente: Convergente” (2016) implodiu com US$ 179 milhões em todo o mundo. Diante de um calendário lotado de blockbusters no verão de 2017, o estúdio passou a considerar uma mudança de estratégia. Segundo a Variety, além de levar “Ascendente” para a televisão, o estúdio ainda está pensando em transformar o universo criado pela escritora Veronica Roth em uma série televisiva, mas ainda não fechou parceria com nenhum canal de TV ou streaming. A ideia é que o filme finalize o enredo envolvendo os protagonistas da franquia e apresente novos personagens, que serão as estrelas da vindoura série. Assim, o final da saga viraria o piloto de série mais caro de todos os tempos. Com direção de Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”), “A Série Divergente: Ascendente” ainda pode ser lançado nos cinemas no mercado internacional. No Brasil, a estreia ainda está mantida em 8 de junho de 2017.

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    Fracasso de Convergente rende crise e corte no orçamento de Ascendente, o final da franquia Divergente

    22 de março de 2016 /

    “A Série Divergente: Convergente” pode ter aberto em 1º lugar no Brasil na semana passada, mas é um grande fracasso internacional. Por conta de seu péssimo desempenho nos EUA, onde estreou muito abaixo dos primeiros filmes da franquia, as ações do estúdio Lionsgate despencaram. O quarto filme, de conclusão da saga, só não foi cancelado devido aos contratos já firmados, num caso em que a ambição (dividiram o terceiro livro de Veronica Roth em dois filmes, como no final de “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”) provou-se um erro estratégico. Com um custo altíssimo de produção (estimado em US$ 110 milhões), “Convergente” só rendeu US$ 29 milhões em seu fim de semana nos EUA – no mesmo período, “Divergente” fez US$ 54,6 milhões em 2014 e “Insurgente” rendeu US$ 52,2 milhões em 2015. E deve dar prejuízo. Por conta disso, a Lionsgate, que já tinha se antecipado e afastado o diretor Robert Schwentke, pretende cortar muito o orçamento de “Ascendente”, último capítulo da saga, previsto para ser lançado em junho de 2017, que será dirigido por Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adeline”). “O orçamento para o próximo longa vai ser reduzido. Mas ainda não se sabe o quanto”, disse uma fonte da produção ao site da revista The Hollywood Reporter. Para completar a tempestade perfeita, a baixa bilheteria do filme aconteceu três semanas após o desastre de “Deuses do Egito”, filme que custou US$ 140 milhões e rendeu apenas US$ 29 milhões nos EUA. E nem com a bilheteria mundial, que soma US$ 127 milhões, ele se paga. Além de se preocupar com o desastre financeiro, o estúdio considera o resultado especialmente preocupante diante do indício do esgotamento do filão da sci-fi e fantasia juvenis. A Lionsgate se especializou em filmes do gênero, que renderam seus principais sucessos, de “Crepúsculo” a “Jogos Vorazes”. O estilo, que já foi uma das grandes apostas de Hollywood, também rendeu este ano o fracasso de “A 5ª Onda”. Ao mesmo tempo, o gênero migrou para a televisão. Só em 2016, foram três lançamentos de fantasia/sci-fi juvenis: “The Magicians”, The Shannara Chronicles” e “Shadowhunters”, sendo que a última série levou para a telinha uma franquia que fracassou nos cinemas, “Os Instrumentos Mortais”. Das três, apenas a mais cara, “The Shannara Chronicles”, ainda não teve sua renovação confirmada.

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