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  • Filme

    Ator de How to Get Away with Murder vai estrelar filme dirigido por Lázaro Ramos

    2 de abril de 2019 /

    O ator Alfred Enoch, que ficou conhecido como o Wes das primeiras temporadas de “How to Get Away with Murder” (ou “Lições de um Crime” na Globo), vai estrelar o primeiro filme dirigido por Lázaro Ramos (“Mister Brau”). A revelação foi feita pelo próprio cineasta estreante nesta terça (2/4) em seu Instagram. Veja abaixo, junto com outros posts sobre a produção. Intitulado “Medida Provisária”, o longa é baseado no espetáculo teatral “Namíbia, Não!”, sobre uma nova lei do governo federal que deporta todos os brasileiros de “melanina acentuada” para o continente Africano. Enoch será o protagonista da história. O ator nasceu em Londres, na Inglaterra, mas sua mãe é brasileira e ele fala português fluentemente. No filme, o astro internacional vai contracenar com Taís Araújo (também de “Mister Brau”), Seu Jorge (“Paraíso Perdido”), Mariana Xavier (“Minha Mãe É uma Peça”) e Luís Miranda (“Crô em Família”). “Só posso dizer que talvez esse seja o maior desafio da minha vida mas, ao mesmo tempo, o maior privilégio, pois a história é consistente”, declarou Lázaro em vídeo postado no Instagram. “Medida Provisária” já está sendo filmado, mas ainda não tem previsão de estreia. Visualizar esta foto no Instagram. Senhoras e senhores, com vcs o protagonista de @medidaprovisoriaofilme: Alfred Enoch. Ele já tá há um mês aqui conosco se preparando para as filmagens. Foi engraçado ver vcs se surprendendo ao vê-lo nos cantinhos do Rio de Janeiro! Já não é mais segredo e trago esta surpresa pra vcs. Se vcs curtiram o trabalho dele em #HowToGetAwayWithMurder ou o viram em #HarryPotter vão vê-lo agora na nossa produção, fazendo um personagem que… não posso contar nada mais! Só posso dizer que tem sido um prazer contar com este ator tão talentoso e dedicado. Já já vcs vão poder acompanhar toda a nossa aventura em #MedidaProvisóriaOFilme! Uma publicação compartilhada por Lázaro Ramos (@olazaroramos) em 2 de Abr, 2019 às 8:06 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Hoje inauguramos um novo caminho. Já comecei, há quase dois meses, a direção de um longa-metragem de ficção – projeto que começou há 4 anos e meio – com um elenco dos sonhos, uma equipe comprometida e dedicada e, a partir de hj, as minhas redes sociais ganham um novo nome: Lázaro | Medida Provisória – O filme. Durante as filmagens, eu vou contando a vcs um pouquinho do que tá acontecendo: quem é o elenco, um pouquinho da história; mas não mto, que é pra vcs irem ao cinema Rsrs. Só posso dizer que talvez esse seja o maior desafio da minha vida mas, ao mesmo tempo, o maior privilégio, pois a história é consistente. Acho que, assim como os desafios de #NaMinhaPele e fazer #OTopoDaMontanha, será possível fazer uma obra relevante graças às parcerias que estamos montando. Por favor, acompanhem a história e torçam. Quem quiser, pode seguir o @medidaprovisoriaofilme que a gnt vai atualizando vcs por lá tb. A gnt se vê nos cinemas. Conto com vcs! Uma publicação compartilhada por Lázaro Ramos (@olazaroramos) em 1 de Abr, 2019 às 3:42 PDT Visualizar esta foto no Instagram. @medidaprovisoriaofilme tá chegando pesadão!? Essas são cenas dos nossos ensaios. E, nesse vídeo feito por @cinemajota, estão alguns de nossos atores e atrizes. Sigam as redes do filme e continuem aqui que ao longo das filmagens contarei mais sobre esta comédia/thriller/drama que estou dirigindo e logo mais chegará aos cinemas. Ah… e mandem boas vibrações!!! Uma publicação compartilhada por Lázaro Ramos (@olazaroramos) em 2 de Abr, 2019 às 2:16 PDT Visualizar esta foto no Instagram. @marianaxavieroficial alfredenoch @taisdeverdade olha aí nós! Uma publicação compartilhada por Seu Jorge (@seujorge) em 30 de Mar, 2019 às 11:56 PDT Visualizar esta foto no Instagram. O nome dela agora é SARAH! ? ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ O grito tava entalado na garganta, mas agora tá liberado! AAAAAAAAHHHH!!!!!!!!! ??? ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Vocês não imaginam a alegria e a honra que eu estou sentindo por integrar o timaço do primeiro longa dirigido por @olazaroramos ! Alguém me belisca? Porque ainda parece que eu tô sonhando… ? ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ @medidaprovisoriaofilme vem aí! ? ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ A foto delícia é do meu primeiro dia de ensaio! Especial demais. ❤️ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ #medidaprovisoriaofilme #cinema #cinemanacional #avidadaatriz #marianaxavier #taisaraujo #lazaroramos #alfredenoch que é evoluído e não tem #instagram ? Uma publicação compartilhada por Mariana Xavier (@marianaxavieroficial) em 2 de Abr, 2019 às 9:31 PDT

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  • Filme

    Documentário sobre Mussum ganha primeiro trailer

    14 de março de 2019 /

    A Elo Company divulgou o trailer de “Mussum, um Filme do Cacildis”, documentário sobre a carreira de Antonio Carlos Bernades Gomes, mais conhecido como o músico e comediante Mussum. Com narração de Lázaro Ramos e trilha sonora do músico Pretinho da Serrinha, o filme pretende mostrar Mussum por diferentes ângulos, como o comediante carismático que roubava as cenas dos Trapalhões, o ex-membro da Força Aérea Brasileira (FAB), o pai dedicado e o integrante do grupo musical Originais do Samba. A direção é de Susanna Lira, especialista em documentários, que tem no currículo “Clara Estrela” (2017), sobre a cantora Clara Nunes, e prêmios por “Positivas” (2009) e ” Torre das Donzelas” (2018), respectivamente no Festival do Rio e na Mostra de São Paulo. O filme entrará em cartaz no dia 4 de abril no “Projeta às 7”, parceria entre a rede Cinemark e a Elo. As sessões acontecerão de segunda à sexta, às 19h, em 20 salas de 19 cidades a preços populares: R$ 6 (meia) e R$ 12 (inteira). Vale lembrar que a história de Mussum também vai virar um filme com atores, estrelado por Ailton Graça com o título de “Mussum, o Filmis” – que ainda não teve data de lançamento divulgada.

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  • Filme

    O Beijo no Asfalto usa metalinguagem para contar história clássica

    9 de dezembro de 2018 /

    “O Beijo no Asfalto” (2017), filme que marca a estreia na direção do ator Murilo Benício, é uma adaptação da peça homônima de Nelson Rodrigues, que fala sobre um homem, Arandir (Lázaro Ramos), que vê um sujeito ser atropelado na sua frente e concede ao moribundo um último pedido: um beijo. Escrita em 1960, a peça mostra como a vida desse homem é arruinada, uma vez que aquele simples ato de bondade dá início a uma verdadeira perseguição por parte da polícia, da imprensa e do seu próprio sogro, ao mesmo tempo em que causa problemas no seu casamento com Selminha (Débora Falabella). O texto original foi transposto integralmente para o filme. E isso é perceptível tanto no conteúdo verborrágico e nos diálogos sobrepostos – característicos do teatro – quanto na abordagem de alguns temas comuns a Nelson, como a sexualidade, a intimidade da família “normal” brasileira e as perversões humanas. Porém, vale citar que a peça não condena a homossexualidade, o que ela condena é a repressão da mesma, e a maneira como as instituições de poder, como a polícia, a mídia e a religião, tratam desse assunto como se fosse uma doença – e o fato de um texto tão antigo soar tão atual é um mau sinal. Ainda assim, Benício imprimiu a sua própria visão para a obra, propondo algo diferente para esta adaptação: fazendo uso da metalinguagem, ele apresenta o processo dos próprios atores ao se prepararem para realizar o longa-metragem. Assim, o que vemos é o elenco sentado a uma mesa discutindo o texto e se familiarizando com os seus respectivos personagens, enquanto Murilo fica num canto, só ouvindo. As cenas dos ensaios se misturam com cenas “de cinema”, da adaptação em si, e é por meio dessa mistura que acompanhamos a história de Arandir. Trata-se de uma proposta bastante complexa para um diretor estreante, mas Benício demonstra habilidade de um veterano. Explicitando todo o aparato cinematográfico, desde as câmeras, os trilhos do travelling e as páginas do roteiro, o realizador usa esse recurso da metalinguagem para criar algumas composições belíssimas, como aquela na qual um plano geral revela o cenário montado, mas aos poucos a câmera se aproxima dos atores, deixando de lado todo aquele aspecto “realista” (ou seja, excluindo os detalhes do estúdio e da equipe de filmagem) e se concentrando na “ficção” (tornando-se uma cena “normal” de cinema). Assim, ainda que as cenas dos ensaios continuem a fazer parte da narrativa, a partir do segundo ato – sim, existe a divisão em três atos – a ficção torna-se muito mais presente na tela do que essa (falsa) realidade. É como se os atores já conhecessem bem os seus personagens e já tivessem ensaiado o bastante, podendo partir para a “prática”. Com isso, em momentos mais densos, como na discussão entre Selminha e seu pai, Aprígio (Stênio Garcia), o diretor fecha o quadro no rosto daquelas pessoas para que possamos ver em detalhes todas as expressões que eles tanto ensaiaram. E isso só funciona porque o talentoso elenco consegue extrair a densidade do texto de Nelson com aparente facilidade e, contraditoriamente, com naturalidade. Murilo declarou que “O Beijo no Asfalto” foi um projeto coletivo e que todos os envolvidos são responsáveis por esse resultado. De fato, o cinema é uma arte colaborativa. Mas o cinema também precisa do direcionamento do realizador para não se tornar uma cacofonia de diversas vozes falando ao mesmo tempo. E Benício demonstra o talento necessário tanto para criar, quanto para ouvir e filtrar aquilo que lhe interessa. Ou seja, é um excelente cineasta.

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    Novos vídeos de O Grinch destacam a dublagem nacional de Lázaro Ramos

    25 de outubro de 2018 /

    A Universal divulgou dois vídeos que destacam o dublador nacional de “O Grinch”, nova animação sobre a criatura que odeia o Natal. O personagem, que conta com dublagem original do inglês Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”), ganhou a entonação baiana de Lázaro Ramos no Brasil. Mais identificado com produções adultas, o ator faz sua primeira dublagem de desenho internacional e finalmente poderá mostrar um de seus filmes para os filhos. O desenho inspirado na criação de Dr. Seuss tem uma abordagem de “malvado favorito”, explorando o mau-humor e maldades cotidianas do personagem-título, que na verdade tem um bom coração. Por sinal, a nova versão foi escrita pela dupla de “Meu Malvado Favorito”, Ken Daurio e Cinco Paul, que chegam a sua terceira adaptação de personagens de Dr. Seuss – após as animações “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012) e “Horton e o Mundo Dos Quem!” (2008). Já a direção foi compartilhada por um quarteto, Yarrow Cheney (“Pets: A Vida Secreta dos Bichos”), Scott Mosier (criador da série animada “Clerks”, baseada em “O Balconista”), Peter Candeland (animador da série “Aladdin”) e Matthew O’Callaghan (“George, o Curioso”). A estreia está marcada para 8 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Animação O Grinch ganha novo trailer com a voz de Lázaro Ramos

    19 de setembro de 2018 /

    A Universal divulgou um novo pôster e o terceiro trailer dublado em português de “O Grinch”, animação sobre a criatura que odeia o Natal. E voz nacional do protagonista tem sotaque baiano. O personagem, que conta com dublagem original de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”), ganhou entonação de Lázaro Ramos no Brasil. Mais identificado com produções adultas, o ator faz sua primeira dublagem de desenho internacional e finalmente poderá mostrar um de seus filmes para os filhos. Além deste detalhe, o trailer também inclui a música “You’re a Mean One, Mr. Grinch”, gravada pelo rapper Tyler the Creator, que compôs outras músicas para o filme, O desenho inspirado na criação de Dr. Seuss tem uma abordagem de “malvado favorito”, explorando o mau-humor e maldades cotidianas do personagem-título, mas também um pouco do azar do Coiote (de “Papa-Léguas”), conforme o Grinch se mostra a maior vítima de seus próprios planos. Por sinal, a nova versão foi escrita pela dupla de “Meu Malvado Favorito”, Ken Daurio e Cinco Paul. Mas esta também é sua terceira adaptação de personagens de Dr. Seuss – após as animações “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012) e “Horton e o Mundo Dos Quem!” (2008). Já a direção foi compartilhada por um quarteto, Yarrow Cheney (“Pets: A Vida Secreta dos Bichos”), Scott Mosier (criador da série animada “Clerks”, baseada em “O Balconista”), Peter Candeland (animador da série “Aladdin”) e Matthew O’Callaghan (“George, o Curioso”). A estreia está marcada para 8 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Nova animação de O Grinch ganha trailer com dublagem nacional de Lázaro Ramos

    13 de julho de 2018 /

    A Universal divulgou a versão dublada em português do trailer de “O Grinch”, animação sobre a criatura que odeia o Natal. E voz nacional do protagonista tem sotaque baiano. O personagem, que conta com dublagem original de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”), ganhou entonação de Lázaro Ramos no Brasil. Mais identificado com produções adultas, o ator faz sua primeira dublagem de desenho internacional e finalmente poderá mostrar um de seus filmes para os filhos. O desenho inspirado na criação de Dr. Seuss tem uma abordagem de “malvado favorito”, explorando o mau-humor e maldades cotidianas do personagem-título, mas também um pouco do azar do Coiote (de “Papa-Léguas”), conforme o Grinch se mostra a maior vítima de seus próprios planos. A nova versão foi escrita, claro, pela dupla de “Meu Malvado Favorito”, Ken Daurio e Cinco Paul, em sua terceira adaptação de personagens de Dr. Seuss – após as animações “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012) e “Horton e o Mundo Dos Quem!” (2008). Já a direção foi compartilhada por um quarteto, Yarrow Cheney (“Pets: A Vida Secreta dos Bichos”), Scott Mosier (criador da série animada “Clerks”, baseada em “O Balconista”), Peter Candeland (animador da série “Aladdin”) e Matthew O’Callaghan (“George, o Curioso”). A estreia está marcada para 8 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Série Mister Brau vira “O Filme” com exibição de compacto de suas três temporadas

    13 de abril de 2018 /

    A série “Mister Brau” vai ser exibida como um filme da “Sessão da Tarde” na próxima terça-feira (17/4) pela rede Globo. Pegando a deixa de “Os Dez Mandamentos – O Filme”, da rival Record, a emissora editou um resumão das três primeiras temporadas da série e batizou de “Mister Brau – O Filme” – comprovando que a expressão “O Filme”, mania dos títulos dos longas brasileiros, tem mais a ver com TV que cinema. O compacto da série estrelada pelo casal Lázaro Ramos e Tais Araújo servirá para os fãs relembrarem a atração, na véspera da estreia da 4ª temporada, marcada para o dia 24 de abril. A atração de comédia conta o que acontece quando Mr. Brau (Ramos) e sua esposa Michelle (Tais), casal de origem humilde, decide se mudar para um condomínio de luxo, incomodando os novos vizinhos. Além de ser exibido na “Sessão da Tarde”, “O Filme” que não é filme ainda ficará disponível na Globo Play, a plataforma de streaming da emissora.

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  • TV

    Atriz Dira Paes será a comentarista da Globo no Oscar 2018

    4 de março de 2018 /

    Desde a morte de José Wilker, a Globo vem alternando atores como convidados em sua cobertura da premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Depois de participações de Lázaro Ramos, Gloria Pires (que bateu recordes de memes) e Miguel Falabella, este ano o canal contará com a atriz Dira Paes. Ao contrário do meme “não sou capaz de opinar”, que se tornou viral com Gloria Pires, a expectativa é que a nova convidada demonstre seus conhecimentos cinematográficos. Afinal, Dira focou sua carreira no cinema. Com 38 filmes no currículo e a participação assídua no circuito de festivais de cinema pelo Brasil, ela já teria impressionado os colegas de transmissão pelo conhecimento técnico. “No nosso ensaio, ela falou de mixagem de som como uma especialista!”, disse Maria Beltrão, em entrevista ao jornal O Globo. Com 12 anos de experiência na transmissão, a apresentadora da GloboNews será a mediadora da turma, repetindo ainda a parceria dos últimos anos com o Artur Xexéo, crítico de O Globo. Como o carnaval já passou, a Globo irá transmitir a cerimônia ao vivo – após privilegiar o desfile das escolas de samba do Rio no ano passado, quando optou por exibir o Oscar em forma de compacto, no dia seguinte. Mesmo assim, quem optar pelo canal vai perder vários prêmios. É que a emissora mantém o costume de iniciar a transmissão depois do “BBB”, por volta da meia-noite, quando os vencedores das primeiras categorias, inclusive Melhor Ator e Atriz Coadjuvantes, já tiverem sido definidos. Além da Globo, o Oscar será transmitido ao vivo pelo canal pago TNT.

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  • Filme

    Lázaro Ramos planeja estrear como diretor de cinema em adaptação da peça Namíbia, Não!

    21 de março de 2017 /

    O ator Lázaro Ramos planeja estrear como diretor de cinema ainda neste ano. Em entrevista ao jornal O Globo, ele revelou que pretende transformar a tragicomédia “Namíbia, Não!”, que já dirigiu no teatro, em filme. “Sou conhecido como ator, mas venho exercendo outras funções há tempos. Tem gente que não sabe que eu dirigi o [programa de entrevistas] “Espelho” por dez anos, tem gente que não sabe que estou indo para o meu quinto livro. Essa complexidade profissional tem sido uma luta interna e externa de aceitação”, ele disse. A história de “Namíbia, Não!” foi escrita pelo também ator baiano Aldri Anunciação e já foi encenada para mais de 100 mil espectadores em 234 apresentações em 10 estados brasileiros, desde 2011. A trama se passa no futuro próximo – em 2016, no texto original – , após o governo brasileiro baixar uma Medida Provisória obrigando que toda a população de “melanina acentuada” sejam capturada e enviada imediatamente à África. Mas, para não incorrer no crime de “Invasão a Domicílio”, as pessoas só podem ser capturadas na rua. Assim, os protagonistas André e Antônio passam o dia trancados no apartamento, debatendo as questões sociais e econômicas da vida atual, seus anseios pessoais e as consequências de um iminente retorno à África-mãe. Em 2012 o texto foi publicado em livro e venceu o Prêmio Jabuti de Literatura na categoria Ficção para Jovens. Assim, Aldri Anunciação se tornou o primeiro negro a receber o prêmio por uma obra de ficção. Ainda não há previsão para o começo das filmagens.

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  • Filme

    Oscar 2017 também teve participações de brasileiros

    27 de fevereiro de 2017 /

    Os brasileiros Lázaro Ramos (“Mundo Cão”) e Seu Jorge (“E Aí… Comeu?”) fizeram uma breve participação no Oscar 2017. Durante uma vinheta sobre a paixão do cinema ao redor do mundo, produzida em colaboração com diversos países, os dois comentaram brevemente sobre seus filmes preferidos: “O Poderoso Chefão” (1972) e “Faça a Coisa Certa” (1989) para Lázaro, e “E.T.: O Extraterrestre” (1982), para Seu Jorge. Veja abaixo. Além deles, o Oscar ainda homenageou o argentino naturalizado brasileiro Hector Babenco, na seção In Memoriam. Anteriormente, ele tinha sido indicado ao Oscar de Melhor Diretor por “O Beijo da Mulher Aranha” em 1986.

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  • Música

    Seu Jorge aparece como Pixinguinha nas primeiras fotos da cinebiografia

    15 de fevereiro de 2017 /

    O cantor e ator Seu Jorge divulgou nas redes sociais as primeiras imagens do filme “Pixinguinha – Um Homem Carinhoso”, em que que vive o protagonista, um dos artistas mais importantes da música brasileira. Nas fotos, ele aparece ao lado da atriz Tais Araújo (“O Roubo da Taça”), que viverá a mulher do personagem, Beti. O longa vai priorizar o período dos anos 1940 e trará Seu Jorge tocando de verdade a flauta — uma das especialidades de Pixinguinha — para conferir credibilidade à representação do maestro, músico e compositor carioca. Seu Jorge já tem bastante experiência no cinema, tendo aparecido em clássicos modernos como “Cidade de Deus” (2002) e “Tropa de Elite 2” (2010), além de ter se destacado até em produções internacionais, como “A Vida Marinha com Steve Zissou” (2004), de Wes Anderson, e no thriller “O Escapista” (2008), de Rupert Wyatt. Com lançamento previsto para outubro, a biografia de Pixinguinha vai marcar a estreia nos cinemas de Denise Saraceni, conhecida pela direção de novelas e séries da Globo. O roteiro foi escrito por Manuela Dias (“A Floresta Que Se Move”), com quem Saraceni trabalhou na minissérie “Ligações Perigosas”.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Vic Militello (1943 – 2017)

    28 de janeiro de 2017 /

    A atriz Vic Militello, que marcou época na novela clássica “Estúpido Cupido” e conquistou novas gerações em “Florbella”, morreu neste sábado (28/1), aos 73 anos. Ela estava fazendo tratamento contra um câncer. Filha de artistas circenses, a paulistana Vicência Militello Martelli aprendeu a atuar no picadeiro, com os pais, Dirce Militello e Humberto Militello, apresentando-se em viagens pelo interior do Brasil. Não por acaso, firmou rapidamente sua carreira no teatro, destacando-se em “A Celestina” (1969) e “A Menina e o Vento” (1972), ao mesmo tempo em que dava os primeiros passos no cinema. A estreia na tela grande foi com participações em chanchadas de Fauzi Mansur, mas logo enveredou pelas pornochanchadas, sendo dirigida até por José Mojica Marin, o Zé do Caixão, no terror erótico “Como Consolar Viúvas (1976). Entre “O Poderoso Machão” (1974) e “Eu Faço… Elas Sentem” (1976), acabou encaixando um clássico do cinema brasileiro, “O Rei da Noite” (1975), de Hector Babenco, como uma das três irmãs apaixonadas pelo personagem-título, vivido por Paulo José. A repercussão do filme de Babenco lhe abriu as portas da rede Globo, onde foi logo escalada para viver seu papel mais famoso, como Joana D’Arc, a Daquinha, fazendo par romântico com Tony Ferreira na novela de época “Estúpido Cupido” (1976), sobre a juventude rebelde dos anos 1950. Sua carreira televisiva seguiu curiosa, indo enfrentar o Conde Drácula (ou melhor, Vladimir, vivido por Rubens de Falco) em “Um Homem Muito Especial” (1980), novela gótica romântica da Bandeirantes. Ao retornar para a Globo, conquistou destaque em parcerias com o autor de novelas Carlos Lombardi, que explorou seu lado cômico em papéis exóticos, como a enfermeira Theda Bara de “Vereda Tropical” (1984), a Dominatrix de “Uga Uga” (2000) e Vicky em “Kubanacan” (2003). Ela também participou das minisséries “Primo Basílio” (1988) e “Memorial de Maria Moura” (1994), antes de viver a governanta Helga da novela “Florbella” (na Band, em 2005) e a Mulher Barbada do “Sítio do Pica-Pau Amarelo” (2005-2007) Paralelamente, seguiu fazendo teatro e cinema, alternando dramas importantes como “Romance da Empregada” (1987), de Bruno Barreto, e “O Homem do Ano”, de José Henrique Fonseca, com projetos mais comerciais, entre eles “Xuxa e os Duendes 2: No Caminho das Fadas” (2002), e “Mais Uma Vez Amor” (2005), em que voltou a se reunir com Lombardi. Seu último trabalho foi na comédia “Amanhã Nunca Mais” (2011), de Tadeu Jungle. Como a sogra do protagonista, vivido por Lázaro Ramos, foi responsável pelas melhores tiradas da produção.

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  • Música

    Seu Jorge vai viver Pixinguinha no cinema

    30 de dezembro de 2016 /

    O cantor Seu Jorge vai encarnar Pixinguinha (1897-1973), o lendário compositor de “Carinhoso”, numa cinebiografia. Ele assinou contrato para protagonizar “Pixinguinha — Um Homem Carinhoso”, cujas filmagens estão previstas para acontecer entre janeiro e fevereiro no Rio. O elenco também inclui Taís Araújo (“O Roubo da Taça”) como Beti, mulher do músico, e deve contar com Lázaro Ramos (“Mundo Cão”), atualmente em negociação para interpretar o também flautista Alfredo da Rocha Vianna, pai do protagonista. O longa vai priorizar o período dos anos 1940 e trará Seu Jorge tocando de verdade a flauta — uma das especialidades de Pixinguinha — para conferir credibilidade à representação do maestro, músico e compositor carioca. Seu Jorge já tem bastante experiência no cinema, tendo aparecido em clássicos modernos como “Cidade de Deus” (2002) e “Tropa de Elite 2” (2010), além de ter se destacado até em produções internacionais, como “A Vida Marinha com Steve Zissou” (2004), de Wes Anderson, e no thriller “O Escapista” (2008), de Rupert Wyatt. Com lançamento previsto para outubro de 2017, a biografia de Pixinguinha vai marcar a estreia nos cinemas de Denise Saraceni, conhecida pela direção de novelas e séries da Globo. O roteiro foi escrito por Manuela Dias (“A Floresta Que Se Move”), com quem Saraceni trabalhou na minissérie “Ligações Perigosas”.

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