Jackie Chan será homenageado com Oscar honorário por sua carreira
O ator Jackie Chan vai receber um Oscar em homenagem à sua carreira, anunciou a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos nesta quinta-feira (1/9). O ator de 62 anos já participou de mais de 150 filmes desde os anos 1960, tendo iniciado a carreira em clássicos do kung fu de Hong Kong, ganhado projeção em comédias de Hollywood, onde estrelou sucessos como as franquias “A Hora do Rush” e “Bater e Correr”, e se transformado no astro mais bem-sucedido da China, a ponto de aparecer em 2º lugar na lista dos atores de maior remuneração do mundo em 2016. Além de Chan, a Academia vai homenagear o documentarista Frederick Wiseman, a editora de filmes britânica Anne V. Coates e o diretor de elenco Lynn Stalmaster, todos contemplados com o Governors Awards de 2016. Cada um deles receberá uma estatueta honorária do Oscar em reconhecimento à sua contribuição ao cinema em uma cerimônia de gala em Los Angeles, em novembro. Em um comunicado, a presidente da Academia, Cheryl Boone Isaacs, os classificou como “verdadeiros pioneiros e lendas de seu ofício”.
Kung Fu Panda 3 continua eterno aprendizado de Po
Uma fantasia oriental adaptada para crianças ocidentais, de acordo com o olhar de adultos ocidentais. Isso é (até aqui) a trilogia “Kung Fu Panda”, aquela em que você sempre acha que o protagonista virou mestre do kung fu, mas, a cada continuação, descobre que ele ainda não chegou lá e falta algo para aprender. “Kung Fu Panda 3” tenta amarrar toda a saga de Po, sacrificando a trama em nome desse objetivo. Perto do segundo longa alucinado, que tem ação do início ao fim, a terceira aventura é uma grande enrolação. Para segurar a onda, a solução é abusar do carisma do protagonista dublado por Jack Black (ou Lúcio Mauro Filho, que faz um ótimo trabalho no Brasil). O filme ainda inventa novas lições a serem aprendidas pelo personagem, apela para um vilão do além e apresenta dezenas de pandas que nunca terão seus nomes decorados pelo público. Tudo para evitar (em vão) um marasmo que só desaparece quando a animação se aproxima da tradicional luta decisiva no clímax. Tudo bem, a trilogia é concluída de forma satisfatória, mas vamos combinar que este é o filme mais fraco. E que chegou a hora de parar. Ainda que, certamente, Po tenha alguma nova lição para assimilar em “Kung Fu Panda 4”. Pois, até aqui, a franquia tem se demonstrado um arco que nunca se completa e se repete infinitamente. Um exemplo é o final de “Kung Fu Panda 2”, em que Po aceita seu pai adotivo. Fim de papo, certo? Errado. Trataram de apresentar seu pai biológico para o protagonista repensar sua origem (de novo) no “3”; uma desleixada regressão que comprova a falta de criatividade do roteiro. “Kung Fu Panda 3” serve mesmo para vender produtos relacionados à marca, porque, como progressão da franquia, não tem nada a acrescentar. Como exemplo, a moral de sua história ressalta que todo mundo é bom em alguma coisa e que o kung fu pode ser praticado por qualquer um. Legal, mas isso já não tinha sido concluído, quando Po descobriu que era o Dragão Guerreiro no final do “Kung Fu Panda” original?
Sequência de O Tigre e o Dragão ganha novo trailer repleto de ação
O serviço de streaming Netflix divulgou segundo trailer de “Crouching Tiger, Hidden Dragon: Sword of Destiny”, continuação do clássico de artes marciais “O Tigre e o Dragão” (2000), que vendeu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. A prévia tem imagens espetaculares e destaca o retorno de Michelle Yeoh ao papel de Yu Shu Lien, que participa de muitas lutas e cenas de ação. Entre os combates de guerreiros que parecem voar, o vídeo introduz a história, que, como em 2000, volta a girar em torno de uma jovem impetuosa e uma espada cobiçada. Também foram divulgados pôsteres dos personagens centrais para o mercado chinês. O roteiro de John Fusco (“O Reino Proibido”) é baseada no livro “Iron Knight, Silver Vase”, de Wang Du Lu, quinto e último livro da franquia literária que inspirou o filme de 2000. A direção está a cargo Yuen Woo-ping, mais conhecido em Hollywood por criar a coreografia de artes marciais de filmes como “Matrix” (1999), “Kill Bill” (2003) e o próprio “O Tigre e o Dragão”, mas que já dirigiu quase 30 filmes na China, entre eles o maior clássico da carreira de Jackie Chan, “O Mestre Invencível” (1978), e é um especialista na técnica denominada wire fu (kung-fu aéreo, coreografado por meio de cabos, que erguem os lutadores). O elenco traz Donnie Yen (“O Grande Mestre”), Jason Scott Lee (“Dragão: A História de Bruce Lee”), Harry Shum Jr. (série “Glee”), Eugenia Yuan (“Memórias de uma Gueixa”), Shuya Chang (“A Vingança dos Dragões Verdes”), Juju Chan (“Fist of Dragon”) e Chris Pang (“Guerreiros do Amanhã”). A estreia está marcada para 26 de fevereiro no Netflix, com um detalhe que o diferencia do filme original, falado em mandarim. Visando o público americano, a continuação foi filmada com diálogos em inglês.
Sequência de O Tigre e o Dragão ganha trailer espetacular
O serviço de streaming Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Crouching Tiger, Hidden Dragon: Sword of Destiny”, continuação do clássico de artes marciais “O Tigre e o Dragão” (2000), que vendeu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e rendeu a primeira indicação ao diretor Ang Lee. A prévia tem imagens espetaculares e destaca o retorno de Michelle Yeoh ao papel de Yu Shu Lien, que participa de muitas lutas e cenas de ação. Entre espadas afiadas e guerreiros que parecem voar, o vídeo conclui com uma batalha impossível, em que rivais caem vários andares sem parar de trocar golpes ou perder o equilíbrio. Este exagero já é tradicional nas produções de Wuxia, ainda que pareça transformar os heróis marciais em super-heróis. A técnica é denominada wire fu (kung-fu aéreo, coreografado por meio de cabos, que erguem os lutadores). O roteiro de John Fusco (“O Reino Proibido”) é baseada no livro “Iron Knight, Silver Vase”, de Wang Du Lu, quinto e último livro da franquia literária que inspirou o filme de 2000. A direção está a cargo Yuen Woo-ping, mais conhecido em Hollywood por criar a coreografia de artes marciais de filmes como “Matrix” (1999), “Kill Bill” (2003) e o próprio “O Tigre e o Dragão”, mas que já dirigiu quase 30 filmes na China, entre eles o maior clássico da carreira de Jackie Chan, “O Mestre Invencível” (1978). O elenco traz Donnie Yen (“O Grande Mestre”), Jason Scott Lee (“Dragão: A História de Bruce Lee”), Harry Shum Jr. (série “Glee”), Eugenia Yuan (“Memórias de uma Gueixa”), Shuya Chang (“A Vingança dos Dragões Verdes”), Juju Chan (“Fist of Dragon”), Chris Pang (“Guerreiros do Amanhã”). A estreia está marcada para 26 de fevereiro no Netflix, com um detalhe que o diferencia do filme original, falado em mandarim. Visando o público americano, a continuação foi filmada com diálogos em inglês.



