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    Harvey Weinstein é considerado culpado por estupro em novo julgamento

    19 de dezembro de 2022 /

    O produtor de cinema Harvey Weinstein foi considerado culpado em três novas acusações de estupro. O veredicto foi revelado nesta segunda (19/12), após julgamento que durou dois meses em um tribunal de Los Angeles nos EUA. O júri entendeu que ele deveria ser responsabilizado penalmente pelos crimes de estupro, cópula oral forçada e penetração sexual por objeto estranho, cometidos contra uma das quatro acusadoras, que não tiveram os nomes revelados no julgamento – são identificadas no processo como Jane Doe. Entretanto, o júri considerou Weinstein inocente em outra acusação e não conseguiu chegar a um veredito nos demais casos, inclusive no caso da Jane Doe 3, que durante o julgamento se identifico como sendo a Primeira Dama da Califórnia, Jennifer Siebel Newsom. O júri retornará na terça-feira (13/12) para ouvir os argumentos sobre fatores agravantes para chegar a uma pena. Weinstein deve pegar a pena máxima de 18 anos de prisão, que pode chegar a 24 anos, dependendo de como o júri decidir sobre esses fatores. Weinstein já cumpre na prisão uma sentença anterior de 23 anos, também por estupro, resultante de um julgamento em Nova York. O atual julgamento na Califórnia ficou marcado pela tática grosseira do advogado de Weinstein, Mark Werksman, que resolveu chamar as vítimas dos abusos do produtor de “vagabundas”. Tentando justificar os atos do seu cliente, ele pediu que o júri considerasse que assédios sexuais fazem parte da cultura de Hollywood. Segundo Werksman, o que Weinstein cometeu não foi estupro, mas “sexo transacional”, algo que ele afirmou ser comum na indústria do cinema dos EUA. “Durante o julgamento, os advogados de Weinstein usaram sexismo, misoginia e táticas de intimidação para atacar, rebaixar e ridicularizar nós, sobreviventes. Este julgamento foi um forte lembrete de que nós, como sociedade, temos trabalho a fazer. Para todos os sobreviventes – vejo vocês, ouço vocês e estou com vocês”, disse Siebel Newsom em um comunicado sobre o veredito. As primeiras denúncias contra Weinstein renderam recentemente um filme, “Ela Disse”, que entrou em cartaz há menos de duas semanas nos cinemas do Brasil.

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    Johnny Depp se diz “satisfeito” com acordo para finalizar processo contra Amber Heard

    19 de dezembro de 2022 /

    O ator Johnny Depp está “satisfeito” com o fim de seu longo confronto judicial por difamação contra Amber Heard, graças ao acordo firmado com a ex-esposa e anunciado pela estrela de “Aquaman” nesta segunda (19/12) em suas redes sociais. Em um comunicado enviado à imprensa norte-americana, Depp confirmou que recebeu US$ 1 milhão de Heard para encerrar o processo e pretende doar o valor para várias instituições de caridade. Depp teria direito a receber US$ 10,35 milhões, de acordo com sentença do processo em Virgínia, mas também teria que pagar US$ 2 milhões a Heard. Em nome de seu cliente, os advogados do ator, Benjamin Chew e Camille Vasquez, disseram que a prioridade não era o dinheiro, mas “trazer a verdade à tona”. “Estamos satisfeitos por fechar formalmente a porta deste capítulo doloroso para o Sr. Depp, que deixou claro ao longo deste processo que sua prioridade era trazer a verdade à tona. A decisão unânime do júri e o julgamento resultante a favor de Depp contra Heard permanecem totalmente em vigor. O pagamento de US$ 1 milhão – que Depp está prometendo e (na verdade) doará para instituições de caridade – reforça o reconhecimento de Heard da conclusão da busca rigorosa do sistema legal por justiça”, diz o texto divulgado. Em sua declaração anterior, Heard disse que tomou a decisão de negociar com Depp após “muita deliberação” e que agora ela tem uma “oportunidade de me emancipar de algo que tentei deixar há seis anos e em termos com os quais eu posso concordar”. “É importante para mim dizer que nunca escolhi isso. Defendi minha verdade e, ao fazê-lo, minha vida como a conhecia foi destruída”, contou ela. “A difamação que enfrentei nas redes sociais é uma versão ampliada das formas pelas quais as mulheres são revitimizadas quando se apresentam.” Heard também negou que o acordo signifique uma admissão de culpa da sua parte, reforçando que foi levada à essa decisão pelas circunstâncias. Para apelar da sentença, a juiza Penny Azcarate exigiu que Heard pagasse o valor descontado da sentença, US$ 8,35 milhões, antes que pudesse seguir em frente com a ação. E ela simplesmente não tinha esse dinheiro. Não foram divulgados detalhes sobre o acordo, ou sobre como isso afetou o próprio recurso de Depp, aberto em em 3 de novembro, contra sua pena de US$ 2 milhões. Mas os advogados do ator reforçaram que o julgamento (condenação) segue em vigor, sugerindo que apenas os valores foram negociados entre as partes. O julgamento aconteceu porque Depp se sentiu difamado por uma artigo escrito por Heard no jornal The Washington Post, no qual ela afirmou ser vítima de violência doméstica, sem mencioná-lo. O ator alegou que isso prejudicou sua reputação.

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    Luiz Bacci é condenado por ofender delegado no “Cidade Alerta”

    19 de dezembro de 2022 /

    A Justiça de São Paulo condenou o apresentador Luiz Bacci, da TV Record, ao pagamento de indenização ao delegado José Carlos de Souza por injúria e difamação. Originalmente, o apresentador do programa “Cidade Alerta” recebeu uma pena de cinco meses e 12 dias de detenção, em regime aberto, mas a punição foi substituída pelo juiz, que determinou o pagamento de 20 salários mínimos ao delegado. A ação foi motivada por comentários feitos durante o “Cidade Alerta” em abril de 2020. Na ocasião, a polícia investigava o desaparecimento de uma criança de um ano e onze meses em Itapira, no interior de São Paulo. A mãe era suspeita de ter matado a menina. A acusação alega que o apresentador informou ao público que polícia já havia encontrado o corpo da criança e acusou o delegado, a quem chamou de “delegadozinho”, de segurar a informação com o objetivo de dar uma entrevista coletiva “sob holofotes”. “Bacci, de forma evasiva e irresponsável, afirmou no programa no dia 20 de abril que o corpo havia sido encontrado. Mas somente no dia 29, onze dias depois da confissão, a genitora apontou o local correto onde havia enterrado a filha”, declarou à Justiça a advogada Nathany de Souza, que representou o delegado. “Ele insinuou a milhares de pessoas que o delegado estaria escondendo o corpo da criança.” No processo, Bacci afirmou que sempre se guiou pelo dever de informar o público e que a informação de que o delegado já teria encontrado o corpo havia sido obtida com “fontes jornalísticas seguras”. Citou que, com base nas mesmas fontes, ele havia revelado que a mãe confessara o crime antes mesmo de a polícia divulgar o fato publicamente. “Se as fontes eram idôneas e lhe apresentavam andamentos verídicos sobre o caso, por qual motivo o jornalista desconfiaria das informações prestadas sobre a localização do corpo da criança vitimada?”, questionou a defesa do apresentador. Apesar disso, o juiz José Fernando Steinberg concluiu na sentença que, com base nas provas documentais e nos testemunhos, ficou evidente que as investigações se mostraram bem conduzidas, “enquanto as críticas ultrapassaram os limites do bom senso e do jornalismo”. “O acusado [Bacci] ofendeu a reputação, dignidade e decoro da vítima [o delegado], declarou. Bacci ainda pode recorrer.

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    Jornalista da Jovem Pan News faz gesto obsceno para Alexandre de Moraes

    12 de dezembro de 2022 /

    O apresentador Tiago Pavinatto, da Jovem Pan News, conseguiu chamar atenção e repercutir nas redes sociais nesta segunda (12/12) por fazer um gesto obsceno na tela durante o discurso do ministro Alexandre de Moares na diplomação de Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin como presidente e vice do Brasil. Ao vivo, o âncora do canal de notícias fez caras e bocas durante a fala do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Pavinatto deu show de desrespeito, com caretas e gestos, inclusive a obscenidade, sem se preocupar com etiqueta ou ética. Também colocou uma caneta na boca, rasgou um papel em frente à câmera e mastigou a folha, cuspindo para o alto em seguida. Diante disso, a imagem do jornalista foi cortada e, quando retornou ao ar, ele apareceu mais contido. O discurso que ele ironizou dizia respeito à defesa da democracia, a condenação das fake news e aos ataques ao sistema eleitoral, que ganharam força neste ano entre os adeptos extremistas de Jair Bolsonaro. “A utilização em massa das redes sociais foi subvertida para disseminar a desinformação, os discursos de ódio e as notícias fraudulentas, as famosas fake news”, discursou o ministro. “A utilização das redes sociais foi desvirtuada por extremistas no intuito de desacreditar as notícias veiculadas pela mídia tradicional.” “Os extremistas, criminosos, as milícias digitais, passaram a atacar a mídia tradicional para, desacreditando-a, substituir o livre debate de ideias, garantido pela liberdade de expressão e de imprensa, por suas mentiras autoritárias e discriminatórias”, acrescentou Moraes. O evento ocorreu no TSE com a presença de apoiadores e aliados do presidente eleito do Brasil. A diplomação do presidente e do vice marca o fim do processo eleitoral. No evento, eles recebem um certificado atestando que as eleições foram legítimas, que os partidos estão dentro da legalidade e que os políticos estão aptos a tomar posse em 1º de janeiro. Diante da repercussão negativa de seus gestos, Pavinatto foi às redes sociais atacar os críticos. “Gesto obsceno foi o discurso do Ministro… ou deboche também virou crime?”, ele escreveu no Twitter. Apesar das críticas, vários bolsonaristas manifestaram admiração pela micagem do apresentador. Tiago Pavinatto, âncora da Jovem Pan – Satiriza ao vivo o discurso de Alexandre de Moraes. Sabe o que isso significa? Que Moraes CAIU!!!! 👈🏻 🙌🏻🙌🏻🙌🏻🙌🏻🙌🏻🙌🏻 Se inscreva no Canal Thami Gasparetto 🎥https://t.co/zAcZZFAtyU pic.twitter.com/naca9gGqoD — Thami Gasparetto (@Tha_Gasparetto) December 12, 2022

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    Léo Lins é condenado por “ridicularizar” imagem de seguidora

    9 de dezembro de 2022 /

    A Justiça de São Paulo condenou o comediante Léo Lins por expor a imagem de uma seguidora para ridicularizá-la. O humorista terá que indenizar a mulher no valor de R$ 20 mil. Nos autos do processo, a moça alegou que teria mandado uma mensagem privada ao humorista após ele criticar outro usuário, que havia dito que os seguidores “não sabiam fazer piada”. “Ê corno, quando é para zoar você, você não aguenta, né?”, teria comentado a mulher, que explicou no processo que o “corno” foi no sentido cômico. Outros seguidores de Léo Lins costumam chamá-lo da mesma maneira. A ação, que tramitou na 38ª Vara Cível do estado, entendeu que Léo Lins optou por revidar as provocações da moça de forma pública, embora tenha removido as postagens poucas horas depois da publicação. Ainda que o comediante não tenha iniciado a polêmica, a sentença declarou que ele abusou do direito à “liberdade de manifestação” quando realizou o uso indevido da imagem da autora do processo, ainda mais com legenda gordofóbica de “não peguem tão pesado quanto ela num rodízio” e “que desperdício um parque fazer duas rodas gigantes”. Segundo a seguidora, as exposições públicas de Léo Lins estimulam ataques cibernéticos para provar o contrário das “supostas acusações” que o humorista recebe. Além disso, a justiça entendeu que a atitude do comediante causou um inegável abalo moral à seguidora, que teve a sua imagem exposta em um cenário de humilhação. À princípio, o representante legal da seguidora exigia uma indenização de R$ 200 mi, além de R$ 50 mil pelo uso indevido de imagem. A decisão da Justiça de São Paulo é passível de recurso. No ano passado, Leo Lins foi condenado a pagar uma indenização de R$ 15 mil para uma transexual por ter feito piadas sobre sua mudança de gênero. Ele também precisou indenizar em mais R$ 5 mil a influenciadora Thais Carla ao ironizar um vídeo em que ela demonstrava a dificuldade de pessoas gordas para ter acesso às poltronas de avião – “exalando inequívoca gordofobia”, segundo a sentença. E, em agosto deste ano, sofreu nova condenação com indenização de R$ 44 mil por danos morais contra Adriana Cristina da Costa Gonzaga, mãe de um menino autista.

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    Diretor de “O Rei da Paquera” é acusado de abuso sexual por 38 mulheres

    7 de dezembro de 2022 /

    O cineasta James Toback, indicado ao Oscar pelo roteiro de “Bugsy” (1991), foi acusado de abuso sexual por 38 mulheres. As mulheres entraram com uma ação contra o diretor na segunda (5/12), na Suprema Corte de Manhattan, em Nova York. As acusações foram feitas sob o Adult Survivors Act, uma lei do estado de Nova York que suspende temporariamente a prescrição de denúncias de agressões sexuais mais antigas. Vigente desde novembro, a lei permite que se abra uma “janela retroativa” de um ano para os acusadores entrarem com ações civis de agressão sexual, independentemente da data em que foram cometidas. As acusações de que Toback praticara abuso sexual surgiram no final de 2017, e foram relatadas pela primeira vez pelo jornal Los Angeles Times quando o movimento #MeToo ganhou atenção. Entre as atrizes mais famosas a denunciar Toback na ocasião, estavam Selma Blair e Rachel McAdams. Em entrevista ao programa The Talk, Blair disse que esperava ver o diretor na prisão, após passar “17 anos com medo de James Toback”, que a ameaçou de morte. “Ele disse que me colocaria num sapato de cimento e furaria meus olhos com canetas se eu contasse para alguém”, ela afirmou. Em 2018, os promotores de Los Angeles disseram que o prazo de prescrição havia expirado em cinco dos casos denunciados e se recusaram a apresentar acusações criminais contra Toback. Agora, porém, com a nova janela, as acusações serão levadas à Justiça. Do total de acusadoras, 15 das mulheres são identificadas por nome no processo, enquanto outras 23 são listadas como Jane Does (ou seja, suas identidades são mantidas em segredo). Além de Toback, o Clube Harvard da cidade de Nova York também está listado como réu, visto que algumas das mulheres disseram que foram abusadas lá. O diretor nega as acusações feitas contra ele. Além da indicação ao Oscar por escrever o filme “Bugsy” (1991), ele também roteirizou o clássico “O Jogador” (1974) e dirigiu 12 longas, incluindo as comédias “O Rei da Paquera” (1987) e “Uma Paixão Para Duas” (1997), ambas estreladas por Robert Downey Jr., e o documentário “Tyson” (2008), que foi premiado no Festival de Cannes. Seu último filme foi “História de um Assassinato” (2017), com Sienna Miller e Alec Baldwin, lançado na época das denúncias.

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    Julgamento de Danny Masterson por estupro é anulado

    1 de dezembro de 2022 /

    O julgamento do ator Danny Masterson (das séries “That ’70s Show” e “O Rancho”) foi encerrado de maneira inconclusiva. A juíza da Corte Superior de Los Angeles, Charlaine Olmedo, declarou a anulação do julgamento na quarta (30/11) depois que o júri chegar a um impasse e não conseguir chegar a um veredito em relação às três acusações de estupro contra o ator. “Acho que o júri está em um impasse irremediável”, disse Olmedo. “Portanto, eu declaro a anulação do julgamento”. Parte do júri se inclinava em absolver o acusado, mas eles não conseguiram chegar a um consenso. O advogado de Masterson, Philip K. Cohen, era contra ampliar o tempo de debates do júri, e pediu a anulação do julgamento, o que acabou acontecendo. O júri, composto por sete homens e cinco mulheres, deliberou por seis dias. Eles recomeçaram as deliberações na segunda (28/11), depois que dois deles foram substituídos por suplentes após contraírem covid-19. Segundo a deliberação, o júri favoreceu a absolvição de Masterson em cada uma das acusações, com uma votação de 10 a dois (em uma acusação), oito a quatro (em outra) e sete a cinco (na última). Olmedo leu uma carta do júri que dizia que “após uma discussão completa e considerável, está claro que nós, como jurados, que somos inflexíveis quanto a manter nossas posições individuais em cada uma das três acusações.” Uma conferência de status para discutir os próximos passos entre a corte, a promotoria e a defesa está marcada para 10 de janeiro, com um novo julgamento preventivamente marcado para começar em 27 de março. Mas ele pode não acontecer. Masterson se recusou a comentar o impasse, mas seu advogado, Cohen, disse que os promotores deveriam considerar o resultado divisivo e desistir das acusações, cancelando um novo julgamento. “Este foi um júri que examinou cada testemunho e teve algumas discussões sinceras e significativas sobre a credibilidade [das acusações]”, disse ele. “Tendo em conta os fatos deste caso, os testemunhos neste caso e a evolução das declarações neste caso, seria muito difícil encontrar 12 pessoas que realmente considerassem este um caso condenável”, acrescentou, afirmando que vai mover uma ação para descartar as acusações. Sobre a possibilidade de os promotores prosseguirem com um novo julgamento, Ariel Anson, vice-promotor público, disse: “É uma conversa que precisamos ter com nosso escritório”. As três mulheres que acusaram Masterson de estupro testemunharam contra ele, assim como uma quarta acusadora, embora as alegações desta não tenham se transformado em acusações. Durante o julgamento, os promotores detalharam um padrão de Masterson, que convidava suas acusadoras para sua casa em Hollywood Hills e dava-lhes uma bebida que rapidamente as deixava desconcertadas, antes de estuprá-las. “Se você fosse uma mulher jovem, como cada uma dessas mulheres era na época, você estava longe de se sentir segura”, disse o vice-promotor distrital, Reinhold Mueller, durante seus argumentos finais. “Porque, se você estivesse incapacitada na cama dele, ele iria estuprar você. Se você estivesse incapacitada em outro lugar da casa, ele viria e a encontraria. E se você estivesse na casa dele e ainda não estivesse embriagada, ele lhe ofereceria álcool para incapacitá-la e depois a estupraria à força”. Uma das vítimas acusou Masterson de supostamente arrastá-la para uma banheira antes que ela desmaiasse. Ela testemunhou que acordou em uma cama com ele a penetrando. Quando ela revidou, Masterson a sufocou e brandiu uma arma para fazê-la parar de resistir. Outra acusadora alegou ter sido estuprada enquanto dormia, mas a defesa enfatizou que ela é uma ex-namorada de Masterson e que o casal teve sexo consensual. Segundo o advogado, a outra acusadora forneceu testemunho inconsistente e mostrou uma foto da acusadora sorrindo com uma amiga logo após ela ter sido supostamente estuprada, apesar de dizer que tinha hematomas por todo o corpo e que sua dor era insuportável devido à agressão. A defesa de Masterson sustentou que todas as acusadoras consentiram em fazer sexo com ele. Cohen disse durante as alegações finais que uma das supostas vítimas “ordenou que ele viesse para cima” e que ela teve um “caso” com seu cliente. Durante o julgamento, a Igreja da Cientologia também desempenhou um papel importante. As três acusadoras são ex-cientologistas que afirmam ter sido ameaçadas de excomunhão se fossem à polícia para denunciar seus estupros contra o ator, membro destacado da seita. Em 2004, uma das acusadoras escreveu uma carta ao chefe de justiça internacional da igreja pedindo permissão para denunciar Masterson. Ela disse ter sido encaminhada para um “curso” sobre “pessoas repressivas”, instruída a não usar a palavra “estupro” e a omitir referências a Masterson, sendo ameaçanda com uma arma. Esta acusadora acabou concordando em fechar um acordo de confidencialidade de US$ 400 mil, o que a impediu de falar sobre o estupro. Mas foi abordada pela polícia em 2016 e acabou abrindo um processo civil contra o ator, em busca de indenização. Este processo corre em paralelo às queixas criminais. As acusadoras do processo civil de Masterson, que incluem as três que abriram queixas criminais, disseram em um comunicado que a “luta legal está longe de terminar”. “Estamos obviamente desapontadas porque, pelo menos por enquanto, Daniel Masterson escapou da responsabilidade criminal por seus atos deploráveis”, disseram elas. “No entanto, estamos decididas coletivamente a continuar nossa luta por justiça, inclusive no tribunal civil, onde alegamos que o Sr. Masterson, junto com a Igreja da Cientologia, seu líder David Miscavige e outros, conspiraram para nos perseguir, assediar e nos intimidar sistematicamente quando procurávamos lançar luz sobre as ações do Sr. Masterson.”

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    Antonia Fontenelle é condenada por sugerir que Felipe Neto usa drogas

    30 de novembro de 2022 /

    A atriz e apresentadora Antonia Fontenelle foi condenada mais uma vez num processo movido pelo Youtuber Felipe Neto. Desta vez, por sugerir que ele faz uso de cocaína. A pena foi declarada pela 7ª Câmara Criminal do Rio de Janeiro na terça-feira (19/11). Ela terá que cumprir pena de quase um ano e meio em serviço comunitário, além de pagar uma multa de R$ 20 mil pelo crime de injúria. De acordo com a decisão do juiz Rudi Baldi Loewenkron, da 34ª Vara Criminal do TJ-Rio, Antonia cometeu os crimes ao chamar o Youtuber de “sociopata” e afirmar que ele “não usa drogas em serviço”. É curioso notar que essas não foram as primeiras condenações da atriz por difamar Felipe Neto. Os crimes começaram após um vídeo de julho de 2020, onde a apresentadora atacou afirmou (sem provas) que teria sido “coagida pelo Youtuber em uma reunião, que este teria tentado lhe aplicar um golpe e que ele já teria estragado a vida de muitas pessoas”. Em outubro de 2021, Antonia teve que arcar com R$ 63 mil pelo ataque e por chama-lo de “canalha” e “câncer da Internet”. Em dezembro do mesmo ano, voltou a ser condenada em 1ª instância na 39ª Vara Criminal do Rio por ter dito que Felipe Neto e Luccas Neto incentivavam a pedofilia. A pena foi convertida em prestação de serviços comunitários e lá se foram mais R$ 8 mil. Em janeiro deste ano, a influenciadora bolsonarista somou mais um ano e nove meses em regime aberto e um multa de R$ 40 mil por três crimes de difamação, um de injúria e outro de calúnia contra o Youtuber. Ela tenta recursos contra as decisões, mas se enfrentar queixas por novas injúrias deverá receber penas mais duras, na medida em que deixa de ser ré primária.

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    Centro Dom Bosco perde mais um processo contra Porta dos Fundos

    18 de novembro de 2022 /

    Colecionando derrotas em processos contra o grupo Porta dos Fundos, o Centro Dom Bosco de Fé e Cultura perdeu mais um nessa semana. A 30ª Vara Cível do Rio extinguiu a ação que pedia a retirada do ar do vídeo “Corpo de Cristo”, produzido pelo Porta Fundos em 2018. A Justiça concluiu que a entidade de tendência ultraconservadora, que acusava a produção de “achincalhar com a fé católica”, não era parte legítima para propor ação individual em nome de seus associados. A sentença destaca que “a liberdade de culto e de religião, a fé, a crença e o sentimento religioso são direitos e atributos vinculados exclusivamente às pessoas naturais, que são o público-alvo das religiões”. E que cumpria à entidade ter distribuído ação coletiva, indicando, através de lista, os associados representados, o que não foi feito. Exibido originalmente no feriado religioso de Corpus Christi de 2018, o vídeo na verdade usa o contexto da data para fazer uma crítica jocosa à “cultura fitness”, que leva as pessoas a restrições alimentares desmedidas como forma de emagrecimento. O esquete traz Evelyn Castro questionando um padre se a hóstia tem glúten. Veja abaixo. O Centro Dom Bosco possui um longo histórico de processos perdidos para o Porta dos Fundos. Todo o especial de Natal do grupo rende uma ação da associação religiosa na justiça comum. Mas como os casos tratam de liberdade artística e de expressão, nas raras vezes em que a associação vence, as sentenças são sempre revertidas no STF. Em uma decisão de 2019, o ministro relator Gilmar Mendes sugeriu aos religiosos ofendidos simplesmente não assistirem ao conteúdo. A repetição de ações já chamou atenção na Justiça e levou a 11ª Vara Cível de São Paulo a multar o grupo religioso no mês passado. O Dom Bosco foi condenado a pagar R$ 10 mil por conduta de má-fé ao abrir processo contra a animação “Te Prego Lá Fora”, especial de Natal do Porta dos Fundos levado ao ar no final de 2021 pela plataforma de streaming Paramount+. A ação, que pedia a censura da produção por supostamente “atacar a fé católica”, foi julgada improcedente. Além de considerar falta de motivo para pedir censura, a Justiça considerou que a associação agiu de má-fé ao processar as empresas responsáveis pela divulgação do especial, após ter acionado judicialmente o Porta dos Fundos por diversas vezes em função de produções anteriores. “O conteúdo do especial, repisa-se, não se trata de discurso de ódio, mas, de uma sátira, por mais questionável que seja a qualidade da produção”, citou a decisão. Confira o esquete que ocasionou a derrota mais recente dos ultraconservadores.

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    José de Abreu diz que radicalismo de Cassia Kis é “deficiência psíquica”

    18 de novembro de 2022 /

    O ator José de Abreu voltou a comentar sobre sua relação estremecida com Cassia Kis, após a colega da Globo fazer declarações homofóbicas e passar a frequentar manifestações antidemocráticas. Em uma live promovida pelo canal MyNews nesta sexta (18/11) no YouTube, Abreu afirmou que a intérprete de Cidália em “Travessia” sofre de transtornos “psíquicos” e que se recusa a tomar a medicação. Isto explicaria sua radicalização e a postura que vem adotando na vida pessoal. Relacionadas “Ela tem uma petulância que me parece ser algo psíquico, como se a maneira que ela pensasse fosse a correta. Essa certeza dela revela uma certa deficiência psíquica – o ser humano é feito de dúvidas”, analisou o ator da novela “Mar do Sertão”. “Ela tem uma deficiência, e o terapeuta medicou, mas ela parou com os remédios”, acrescentou. “É complicada a situação da Cassia, ela nunca foi uma pessoa fácil. Nunca fomos amigos, mas eu estive na casa dela”. Vale lembrar que Cassia Kis realmente anunciou em 2009 que sofria de transtorno bipolar. No entanto, alguns anos mais tarde, em 2016, ela voltou atrás e contou que deixara de se medicar porque o diagnóstico médico havia sido equivocado. Abreu revelou ainda que bloqueou Cássia nas redes sociais. “Senti que ela começou a provocar, mandar mensagens agressivas, uma coisa que passou do bolsonarismo. Eu bloqueei, e soube por amigos que estava impossível de conversar com ela.” No início da semana, o ator entrou com processos contra a atriz por conta das falas homofóbicas proferidas no final de outubro numa live da jornalista Leda Nagle. Por meio da advogada Luanda Pires, especialista em Direito Antidiscriminatório, Abreu entrou com uma notícia-crime no Ministério Público Federal e ingressou na Secretária de Justiça de São Paulo, acusando a atriz de cometer o crime de LGBTfobia. Ele também protocolou uma ação cível coletiva, pleiteando uma indenização a ser revertida em favor da comunicade LGBTQIAP+. A ação é movida em conjunto com a psicóloga Paula Dalaio e instituições como Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos) e o Grupo de Advogados Pela Diversidade Sexual e de Gênero. Os processos são motivados por falas que atacam as relações homossexuais e a “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana) por destruírem as famílias e a “vida humana”. “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, ela disse na live de Leda Nagle, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). Segundo Cássia, quando há uma relação entre duas pessoas de sexo igual há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. Ela também criticou a adoção de crianças por casais homossexuais, porque elas são geradas apenas pelo “útero de uma mulher”. José de Abreu tem uma filha transexual, Bia.

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    Xuxa vai doar indenização de Sikêra Jr. à assistência de crianças

    17 de novembro de 2022 /

    Xuxa Meneghel revelou nesta quinta (17/11) em suas redes sociais que doará toda a indenização que vier a receber do apresentador Sikêra Jr. e da RedeTV! por danos morais. Sikêra Jr. e a emissora foram condenados em segunda instância pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a pagar R$ 50 mil à empresária e apresentadora, numa redução do valor fixado anteriormente, de R$ 300 mil. Mas ainda cabe recurso à decisão. “A segunda instância do TJSP confirmou a condenação do apresentador Sikêra Jr. e RedeTV! à indenização por danos morais por ofensa a Xuxa em seu programa de TV. O valor será repassado às instituições ligadas à assistência de crianças e adolescentes. ‘Bora’ fazer o bem que o resto vem!”, escreveu a apresentadora na publicação. Xuxa processou Sikêra Jr. após polemizar com o apresentador. Em outubro de 2020, ele exibiu na TV imagens de um homem que se relacionava sexualmente com uma égua. O apresentador ainda “reproduziu” a cena de zoofilia ao brincar com funcionários no estúdio do programa “Alerta Nacional”. Ela protestou nas redes sociais com um vídeo em que a ativista Luísa Mell demonstrava indignação com a atitude do apresentador. A “rainha dos baixinhos” ainda acrescentou um “emoji” de vômito. Revoltado, Sikêra decidiu atacar Xuxa em seu programa de televisão. Ele criticou Xuxa por lançar um livro para crianças que incluía temática LGBTQIAP+ — “Maya”, que conta a história de uma menina que tem duas mães – e ainda a associou à pedofilia, ao dizer que Xuxa apareceu nua ao lado de um menor no filme “Amor, Estranho Amor” (1982). “A que se diz rainha vai lançar um livro LGBT para criança… A mesma que fez um filme com uma criança, ela (estava) nua com uma criança de 12 anos. Ex-rainha, eu quero dizer para você que pedofilia é crime e não prescreve… Tua filha falando que ofereceu maconha para ti, isso é uma coisa que se diga? Todo mundo preocupado com o rabo do cavalo, apologia a droga também é crime”, disse o apresentador ao vivo no “Alerta Nacional”. Xuxa processou Sikêra e o canal que exibiu a difamação e venceu. E não só ela. Junno Andrade, companheiro da apresentadora, também foi envolvido na discussão e chamado de “jugolô” por Sikêra Jr. Com isso, o apresentador e a emissora ainda foram condenados a pagar uma indenização de R$ 10 mil por danos morais ao cantor, valor que será acrescido de juros e correção monetária.

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    Filha de Johnny Depp diz que nunca vai comentar processo de Amber Heard

    16 de novembro de 2022 /

    A atriz Lily-Rose Depp disse que não comenta nem pretende comentar o processo aberto por seu pai, Johnny Depp, contra a ex-esposa dele, Amber Heard. O julgamento virou sensação midiática neste ano ao ser transmitido na íntegra pela internet. Ela foi questionada sobre o assunto pela revista Elle e deu sua justificativa. “Quando é algo que é tão privado e tão pessoal e se torna algo não tão pessoal… Eu me senti no direito de ter meu próprio jardim de pensamentos”, disse ela. Vale lembrar que, durante o julgamento, Amber citou que a ex-enteada era testemunha de uma agressão que ela sofreu de Johnny Depp, durante um passeio de iate com a família. Foi em março de 2013, quando a estrela de “Aquaman” deixou o barco com a ajuda de Lily-Rose, envergonhada por ter sido agredida e pelas acusações do ex-marido de que ela o havia humilhado na frente de seus filhos. A jovem elaborou um pouco mais sua decisão de se afastar dessa polêmica. “Acho que não estou aqui para falar por ninguém, e acho que por muito tempo da minha carreira as pessoas queriam me definir pelos homens da minha vida, fossem meus namorados ou membros da minha família, o que seja. Estou realmente pronta para ser definida pelo que eu coloco para o público”, acrescentou. A estrela da vindoura série “The Idol”, da HBO, também reclamou do tratamento que costuma receber na mídia como “filha de Johnny Depp”. “É estranho pra mim reduzir uma pessoa à ideia de que ela só está onde está por um fator geracional. Não faz o menor sentido pra mim”, reclamou. “A internet se preocupa muito mais com quem é da sua família do que as pessoas que te colocam no elenco de uma produção. Talvez você tenha um pé na porta, mas é apenas o pé na porta. Existe muito trabalho que vem depois disso”, completou. Além de “The Idol”, que ainda não ganhou previsão de estreia, Lily-Rose Depp será vista em breve no remake do terror clássico “Nosferatu”, dirigido por Roger Eggers (“O Homem do Norte”), e no drama “The Governesses”, ao lado da revelação sul-coreana Hoyeon (“Round 6”).

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    José de Abreu processa Cassia Kis por LBTQfobia

    15 de novembro de 2022 /

    O ator José Abreu resolveu processar a colega Cassia Kis na Justiça por conta de falas homofóbicas proferidas numa live da jornalista Leda Nagle no final de outubro. Por meio da advogada Luanda Pires, especialista em Direito Antidiscriminatório, ele entrou com uma notícia-crime no Ministério Público Federal e ingressou na Secretária de Justiça de São Paulo, acusando a atriz de cometer o crime de LGBTfobia. Ele também protocolou uma ação cível coletiva, pleiteando uma indenização a ser revertida em favor da comunicade LGBTQIAP+. A ação é movida em conjunto com a psicóloga Paula Dalaio e instituições como Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos) e o Grupo de Advogados Pela Diversidade Sexual e de Gênero. “Trabalho em um ambiente onde a grande maioria é gay, lésbica, enfim, LGBT. Aí vem a Cassia Kis com mais de 40 anos de carreira e fala isso! As pessoas ficaram espantadas, porque não esperavam isso de uma colega. A Globo, inclusive, vem trabalhando com inserção contra todos os tipos de preconceito, abrangendo o seu quadro”, desabafou o ator ao site Heloísa Tolipan. Atualmente no ar na novela “Mar do Sertão”, o ator lembra que já trabalhou com Cassia em diversas ocasiões. “No ‘Porto dos Milagres’ a relação foi muito difícil, não só comigo, mas com todo mundo. A impressão que a gente tinha é que ela criava um ambiente de ódio contra ela, que era a maneira dela aparecer”, lembra. José de Abreu tem uma filha transexual, Bia. As falas de Cassia Kis já renderam vários outros processos, abertos pelo deputado estadual de São Paulo Agripino Magalhães, o produtor cultural Heitor Werneck, a advogada Márcia Verçosa de Sá Mercury (filha da cantora Daniela Mercury e da empresária Malu Verçosa) e o Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT, liderado por Claudio Nascimento. Os processos são motivados por falas que atacam as relações homossexuais e a “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana) por destruírem as famílias e a “vida humana”. “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, ela disse na live de Leda Nagle, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). Segundo Cássia, quando há uma relação entre duas pessoas de sexo igual há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. Ela também criticou a adoção de crianças por casais homossexuais, porque elas são geradas apenas pelo “útero de uma mulher”.

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