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    Amado Batista terá que indenizar fãs após cancelar show

    30 de janeiro de 2023 /

    O cantor Amado Batista foi condenado por danos morais em um processo movido por um casal de fãs, que se revoltaram com o cancelamento surpresa de um show. O caso aconteceu em agosto do ano passado, em São Paulo. Na ocasião, os fãs do cantor compraram passagens aéreas de Juazeiro do Norte com destino a capital paulista, onde o evento aconteceria no Clube Nacional Vila Vivalde. As entradas custavam cerca de R$ 100 cada, mas, além destes gastos, o casal chegou a confeccionar uma faixa para ser exibida no show, que teria um pedido exclusivo para o ídolo. Horas antes do início do show, a empresa de direito privado Jaqueline Suriani Macrineu Eventos – EPP anunciou que o cantor não realizaria o espetáculo, sem entrar em mais detalhes sobre o cancelamento. O pesadelo do casal não ficou por isso mesmo. A dupla acionou a Justiça pedindo que Amado Batista fosse condenado junto à empresa e exigiu o pagamento dos valores desembolsados, na quantia de R$ 2.968,66. O casal, que entrou com o benefício de gratuidade de Justiça, também solicitou uma indenização a título de danos morais no valor de R$ 30 mil. Os pedidos foram acatados no tribunal e os réus devem ser responsabilizados pelos danos. Vale ressaltar que Amado Batista chegou a apresentar sua defesa ao ser citado na ação. O artista alegou sua ilegitimidade passiva, pois o show foi cancelado pelo não-pagamento do cachê até o dia 24 daquele mês. Ele acrescentou que os danos foram causados exclusivamente por terceiros. Entretanto, a Justiça entendeu que o show foi adiado por conta do não-comparecimento do cantor, pois não foi remarcado para outra data. A Justiça também julgou que ele e a empresa deveriam devolver os valores gastos ao casal. Com a condenação, o artista e a empresa terão que pagar R$ 5 mil para cada autor da ação, bem como mais R$ 2.900 relacionados aos gastos totais do casal. A quantia deve vir acompanhada da devida atualização monetária.

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    Janja processa Jovem Pan e comentarista que a chamou de maconheira

    27 de janeiro de 2023 /

    A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, entrou com um processo contra a Jovem Pan e a comentarista Pietra Bertolazzi. Distribuído na segunda-feira (23/1), o processo corre na 1ª Vara Cível do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) e busca uma indenização de R$ 50 mil em danos morais por Bertolazzi dizer no ar que Janja fuma maconha. O comentário foi feito em setembro do ano passado, durante a campanha para as eleições. Na ocasião, Brotolazzi, que se define como antifeminista, comparou Janja com a então primeira-dama Michelle Bolsonaro, a quem se referiu como uma mulher “elegante, educada, que fala de Deus” e que, por isso, representa uma “ameaça para a esquerda”. “Enquanto você tem a Janja abraçando Pabllo Vittar, fumando maconha, fazendo sei lá o que, você tem uma mulher impecável representando a direita, seus valores, a bondade, a beleza”, ela disparou na tela da Jovem Pan News. Não ficou nisso. Bertolazzi ainda afirmou que Janja fazia “farofa” em eventos com o marido e chamou apoiadores de Lula de “um monte de artista maconhista”. “Todos abraçando a Janja, porque é este tipo de valor que ela demonstra, muito ao contrário da Michelle Bolsonaro”, acrescentou a comentarista. O juiz Cassio Pereira Brisola deu o prazo de 15 dias para que a comentarista e a emissora apresentem suas defesas. Caso esse prazo não seja respeitado, os fatos apresentados por Janja serão presumidos como verdadeiros. Além da indenização, o processo busca fazer com que a Jovem Pan e Bertolazzi se retratem publicamente e publiquem em suas redes sociais a sentença, que seja retirado o vídeo publicado nas plataformas da emissora e que, além da indenização, paguem as custas processuais e despesas com advogados de 20% sobre o valor atualizado da causa. Jovem Pan sobre evento do Lula ontem: "Janja abraçando a Pablo Vittar e fumando maconha; fazendo farofa; bando de maconhistas". @JanjaLula cabe um processo na JP e nessa "jornalista". pic.twitter.com/zDvw1JY1fS — Lázaro Rosa 🇧🇷 (@lazarorosa25) September 27, 2022

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    Seu Jorge obtém autorização para registrar filho caçula com o nome Samba

    27 de janeiro de 2023 /

    Seu Jorge obteve autorização para registrar seu quarto filho, nascido no último domingo (22/1), com o nome Samba. A informação foi confirmada oficialmente na quinta (26/1) pela Arpen/SP (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo). “Diante das razões apresentadas, que envolvem a preservação de vínculos africanos e de restauração cultural com suas origens, assim como o estudo de caso que mostrou a existência deste nome em outros países, formei meu convencimento pelo registro do nome escolhido, que foi lavrado no dia de hoje”, diz a nota oficial. A Arpen/SP diz ter tomado a decisão após uma manifestação formal dos pais em contato com o Cartório de Registro Civil do 28º subdistrito de São Paulo (SP). O artista teve o filho com a atual namorada, Karina Barbieri, e os dois escolherem o nome de Samba para a criança. O artista teve o pedido de registro original recusado na segunda-feira (23/1) no Cartório do Jardim Paulista, que considerou a escolha do nome Samba pejorativa. Conforme está previsto no artigo 55 da Lei 6.015/73, o oficial de registro civil tem a opção de não registrar prenomes que possam ridicularizar os indivíduos. Inconformado, Seu Jorge acionou seus advogados. “Não vejo nada de vexatório no nome Samba se vemos outros nomes ligados à cultura, à religião, aos hábitos e histórico familiar daqueles pais”, declarou o advogado Ricardo Brajterman, citando outros nomes como Zoe (filha de Sabrina Satto) ou Lua (bebê de Viih Tube). A decisão a favor de Seu Jorge citou que existem casos de pessoas chamadas Samba no exterior. De fato, há até um filme sobre um homem chamado “Samba”, estrelado por Omar Sy (“Lupin”) e lançado em 2014 na França.

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    Desejo de Seu Jorge de registrar filho como Samba vai parar na Justiça

    26 de janeiro de 2023 /

    Seu Jorge terá que aguardar mais alguns dias para registrar o nome de seu quarto filho, que nasceu domingo (22/1). Após ter o pedido de registro do nome Samba recusado em cartório, o caso será analisado na justiça. O artista teve o pedido recusado na segunda-feira (23/1) no 28º Cartório do Jardim Paulista, que considerou a escolha do nome Samba como pejorativa. Inconformado, Seu Jorge acionou seus advogados para encontrar vias legais para batizar o filho com o nome escolhido junto à terapeuta Karina Barbieri. Agora, o caso será levado à apreciação judicial, segundo a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais de São Paulo (Arpen). “Não vejo nada de vexatório no nome Samba se vemos outros nomes ligados à cultura, à religião, aos hábitos e histórico familiar daqueles pais”, declarou o advogado Ricardo Brajterman, citando outros nomes como Zoe (filha de Sabrina Satto) ou Lua (bebê de Viih Tube). Como o caso está envolvendo um bebê, o cartório informou que não entrará em detalhes sobre o registro. Além disso, o caso pode se tornar segredo de Justiça. Conforme está previsto no artigo 55 da Lei 6.015/73, o oficial de registro civil tem a opção de não registrar prenomes que possam ridicularizar os indivíduos. “Quando os genitores não se conformarem com a recusa do oficial, este submeterá por escrito o caso à decisão do juiz competente, independentemente da cobrança de quaisquer emolumentos.” Vale lembrar que existe até um filme sobre um homem chamado “Samba”, estrelado por Omar Sy e lançado em 2014 na França.

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    Argentina chega a sua 8ª indicação ao Oscar de Melhor Filme Internacional

    24 de janeiro de 2023 /

    O filme “Argentina, 1985”, de Santiago Mitre, emplacou nomeação na lista dos cinco finalistas de Melhor Filme Internacional do Oscar 2023. Com a indicação do filme premiado no Globo de Ouro 2023, a Argentina chega favorita à sua oitava disputa nessa categoria. O número também dá à Argentina o dobro exato de indicações conquistadas pelo Brasil na história da premiação. Mais que isso: a Argentina já levou para casa dois Oscars na categoria, que até recentemente era denominada de Melhor Filme em Língua Estrangeira, com “A História Oficial” em 1986 e com “O Segredo dos Seus Olhos” em 2010. O Brasil nunca venceu essa disputa. Os finalistas do Brasil foram “O Pagador de Promessas” (1962), “O Quatrilho (1995), “O que É Isso, Companheiro?” (1997) e “Central do Brasil” (1998). Já os argentinos se fizeram representar por “A Trégua” (1974), “Camila” (1984), “A História Oficial” (1985), “Tango” (1998), “O Filho da Noiva” (2001), “O Segredo dos Seus Olhos” (2009), “Relatos Selvagens” (2014) e agora “Argentina, 1985” (2022). Vale apontar que o ator Ricardo Darín estrela todos os quatro últimos indicados argentinos. A trama de “Argentina, 1985” é inspirada na luta real dos promotores Julio Strassera e Luis Moreno Ocampo, que ousaram investigar e processar a ditadura militar do país no ano de 1985. Sem se deixar intimidar pela influência dos militares, que continuava poderosa na nova democracia a ponto de amedrontar os profissionais do Ministério Público, os dois reuniram uma equipe jurídica de jovens, que, sem ter carreira para perder, viraram heróis improváveis na luta contra a impunidade. Sob constante ameaça a si mesmos e suas famílias, eles enfrentaram tudo até trazer justiça às vítimas da junta militar – ao contrário do que aconteceu no Brasil, onde não houve punições de assassinos e torturadores estatais. O elenco repleto de estrelas destaca Ricardo Darín e Peter Lanzani (“O Clã”) como Strassera e Ocampo. O filme de Santiago Mitre vai enfrentar na disputa pelo Oscar o alemão “Nada de Novo no Front”, o belga “Close”, o polonês “EO” e o irlandês “A Menina Silenciosa”. Dos títulos em competição, “Argentina, 1985” pode ser visto na Amazon Prime Video e “Nada de Novo no Front” na Netflix. Os demais ainda são inéditos no Brasil. A cerimônia do Oscar 2023 está marcada para 12 de março no Dolby Theater em Los Angeles, EUA.

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    Monark tem perfis no Twitter e Instagram derrubados por ordem judicial

    14 de janeiro de 2023 /

    O Youtuber Bruno Aiub, mais conhecido como Monark, teve os perfis de suas redes sociais derrubados por ordem judicial na sexta-feira (13/1). Além dele, também foram retidas as contas do deputado Nikolas Ferreira e da influencer de direita Barbara “Te Atualizei” Destefani. Os três disseminaram notícias falsas sobre as urnas eletrônicas e outras narrativas bolsonaristas, além de incentivarem os ataques terroristas contra os Três Poderes em Brasília. Durante os ataques de 8 de janeiro, Monark escreveu: “Eu sinto simpatia pelas pessoas que estão protestando, esse nosso estado é uma ditadura nefasta e autoritária, só roubam o povo. Algo deve ser feito, mas nossa classe política se provou covarde e conivente, com isso é normal o povo se sentir sem esperanças e rebelar”. Ele também culpou o STF pelas invasões. “A culpa disso que está acontecendo é do STF. Lembra do ‘perdeu mane’ [que] os caras esfregaram na cara de milhões de brasileiros que eles tão cagando pro povo. O resultado tá aí, caos social”. Depois de ver a dimensão da destruição, Monark buscou se distanciar do estrago que incentivou com sua retórica. “Quero deixar claro que eu não apoio a invasão, meus comentários tem como propósito apenas analisar e situação. Espero que todos os envolvidos voltem para suas casas em segurança, e que os atos de violência sejam punidos”. A conta do Twitter de Monark tinha 1,4 milhões de seguidores, enquanto no Instagram ele possuía 618 mil. Ambos os perfis tinham os selos de verificação das plataformas. Relacionadas Ele já tinha perdido seu canal no YouTube por decisão judicial em novembro. Antes disso, Monark perdeu sua participação no “Flow”. Durante uma edição do podcast que apresentava até o começo de 2022, ele defendeu a legalização do nazismo no Brasil. Foi expulso e emitiu um pedido de desculpas bizarro, alegando que estava bêbado. “Peço também um pouco de compreensão: são quatro horas de conversa e eu estava bêbado”, publicou na ocasião. Os outros influenciadores de direita que tiveram as contas retidas também fizeram postagens tendenciosas em relação à marcha da destruição em Brasília. As contas de Nikolas Ferreira já tinham sido bloqueadas em outra ocasião. Em novembro de 2022, ele perdeu o acesso temporariamente ao Twitter, Facebook e Instagram por compartilhar mentiras sobre o sistema eleitoral. Mas vale apontar que Nikolas não foi o único político a fazer publicações polêmicas sobre os atos golpistas. O The Intercept Brasil fez um levantamento que apontou 46 deputados federais eleitos em 2022 que incentivaram, defenderam ou mesmo buscaram justificar o terrorismo em Brasília.

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    Ator da “Liga da Justiça” é sentenciado a um ano de liberdade condicional

    13 de janeiro de 2023 /

    O ator Ezra Miller, o Flash da “Liga da Justiça”, foi condenado a um ano de liberdade condicional, após ter se declarado culpado de ter invadido uma casa para roubar três garrafas de bebida A declaração do ator faz parte de um acordo feito com o tribunal para reduzir sua sentença. Além de ter que cumprir o período de liberdade condicional, Miller também precisará pagar uma multa de US$ 500. “O tribunal imporá a sentença aqui… aceitamos sua confissão de culpa. Vamos impor aqui a multa de US$ 500 e a sentença de 80 a 90 dias de prisão, suspensa com liberdade condicional. O período de liberdade condicional será de um ano”, disse a juíza do Tribunal Superior, Kerry A. McDonald-Cady, nesta sexta (13/1). “Como parte do acordo de confissão aqui, o estado rejeitará sem prejuízo as acusações 1 e 2, de roubo e furto”, acrescentou McDonald-Cady. As “acusações 1 e 2″ a que a juíza se refere são: roubo em uma residência ocupada, que acarretava pena de até 25 anos e/ou multa de até US$ 1.000, e pequeno furto, que teria pena de até um ano e/ou multa de até US$ 1.000. “Você estará em liberdade condicional administrativa por um ano pela invasão ilegal da qual se declara culpado. Se você concluir essa liberdade condicional com sucesso e a liberdade condicional for encerrada e liberada, a acusação 1 permanecerá descartada”, disse McDonald-Cady. “No entanto, se houver uma violação da liberdade condicional, que foi arquivada e para a qual o tribunal encontrou causa provável, o estado pode desarquivar novamente a acusação de roubo.” Miller deve se registrar no departamento de correções em Vermont, notificar o oficial de liberdade condicional do seu endereço atual a cada mês e notificar dentro de 72 horas se houver causa provável para um novo crime durante o período de liberdade condicional. Além disso, ele não pode beber álcool, na medida em que isso interfira no seu emprego, no bem-estar da sua família, de si mesmo ou em qualquer outra pessoa, de acordo com o juiz. A advogada do ator emitiu um comunicado sobre a decisão judicial. “Ezra Miller confessou-se culpado esta manhã de uma contravenção ilegal no Tribunal Superior de Vermont e aceitou as condições impostas pelo tribunal. Ezra gostaria de agradecer ao tribunal e à comunidade por sua confiança e paciência ao longo deste processo, e mais uma vez gostaria de reconhecer o amor e o apoio que recebeu de sua família e amigos, que continuam sendo uma presença vital em seu contínuo tratamento de saúde mental”, disse a advogada Lisa B. Shelkrot. O caso que foi jugado aconteceu em 1º de maio de 2022, quando Miller invadiu a despensa da casa do seu vizinho, Isaac Winokur, e roubou garrafas de gim, vodca e rum. Na ocasião, as imagens das câmeras de segurança do local levaram a polícia até Miller. O procurador-adjunto de Vermont, Alexander Burke, do Ministério Público de Bennington, disse que Winokur “apoia esta resolução”. “Ela protege seu interesse de privacidade sem ter que prosseguir com o julgamento, além de garantir tratamento contínuo de saúde mental para o réu. Essencialmente, atua como uma sentença sobre a questão do crime, que foi o projeto do acordo que continuará a permitir que o réu se envolva no emprego que escolher.” O ator está colecionando denúncias e problemas com a polícia desde fevereiro, quando foi acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Para completar, em junho veio à tona a denúncia de que Miller estava abrigando uma mãe e seus filhos pequenos em sua fazenda em Vermont, em meio a condições inseguras, com armas e munição espalhadas pela propriedade. A mãe disse à publicação que o ator a ajudou a escapar de um casamento abusivo. Em agosto, Miller pediu desculpas por seu comportamento e começou um tratamento de saúde mental. “Tendo passado recentemente por um período de crise intensa, agora entendo que estou sofrendo problemas complexos de saúde mental e comecei um tratamento contínuo”, disse ele em comunicado. “Quero pedir desculpas a todos que alarmei e aborreci com meu comportamento passado. Estou comprometido em fazer o trabalho necessário para voltar a um estágio saudável, seguro e produtivo em minha vida.” O tratamento seria uma exigência da Warner Bros., que enfrentou um dilema em relação ao filme “The Flash” já concluído. Os custos para substituir o ator na produção seriam simplesmente caros demais – Miller não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção. Mas há planos para tirá-lo do papel em próximas produções. No ano passado, Miller supostamente teve uma reunião bem-sucedida com os presidentes do estúdio Warner Bros., Michael De Luca e Pamela Abdy, para se desculpar por todos os problemas jurídicos e midiáticos que seu comportamento causou. Porém, seu destino dentro da Warner/DC ainda é incerto, visto que a nova diretoria, formada pelo cineasta James Gunn e o produtor Peter Safran (“O Esquadrão Suicida”), não detalhou qual será o futuro do Flash.

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    Xuxa é condenada a pagar R$ 65 milhões por plágio

    11 de janeiro de 2023 /

    A Justiça do Rio de Janeiro condenou a Xuxa Promoções e Produções, empresa de Xuxa Meneghel, a pagar mais de R$ 65 milhões por apropriação indevida de personagens criados por um empresário mineiro. O autor da ação, o publicitário Leonardo Soltz, afirma que os personagens de “A Turma do Cabralzinho”, criados por ele para festejar os 500 anos do descobrimento do Brasil, foram copiados em um projeto da empresa de Xuxa, que teria obtido lucros e licenças com a história. Segundo o processo, Leonardo Soltz teve encontros com a equipe da Xuxa em 1998 e 1999 para tratar sobre os personagens. Mas em vez de acertarem um negócio, a empresa de Xuxa teria se apropriado dos personagens que ele criou para lançar a “Turma da Xuxinha Descobrindo o Brasil”. O lançamento da apresentadora foi um sucesso e a “Turma da Xuxinha” fechou licenciamento para uma linha de cosméticos infantis. O produto também virou revistas em quadrinhos e bichos de pelúcia. O processo tramita desde 2004. Segundo o G1, as partes já teriam tentado acordo, sem sucesso. O cálculo de R$ 65 milhões considerou a tiragem da revista e reprodução de imagens dos personagens em outros produtos, além de considerar outras publicações, que foram usadas como referência. O perito responsável pela fixação do valor afirma que o tempo do litígio, 19 anos, aumentou o valor devido. A defesa da Xuxa Promoções e Produções tentou apontar suspeição do perito, no que foi rechaçada pela juíza Flávia Viveiros de Castro, da 6ª Vara Cível, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. No processo, a juíza diz: “A parte ré utiliza-se de manobras pouco éticas, levantando suspeição do perito, que é profissional idôneo, trabalhando para este Juízo e outros deste E. Tribunal, sem nunca ter tido sua reputação profissional questionada”. A decisão ainda cabe recurso, mas se Xuxa não apelar na Justiça pode ter os bens penhorados.

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    Suzane von Richthofen é solta da prisão

    11 de janeiro de 2023 /

    Suzane von Richthofen foi solta nesta quarta-feira (11/1), após conseguir progressão na Justiça para o regime aberto. Ela estava presa desde 2002 pelo assassinato de seus pais, Manfred Albert Von Richthofen e Marísia Von Richthofen. O crime chocou o país e recentemente foi adaptado num par de filmes, “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, disponíveis na plataforma de streaming Prime Video, da Amazon. Segundo informações da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), ela deixou a Penitenciária Feminina I Santa Maria Eufrásia Pelletier, em São Paulo, às 17h35. A criminosa passou 13 anos em regime fechado, mas desde 2015 vinha conseguindo progredir seu regime por bom comportamento. Depois de conquistar o semiaberto, com “saidinhas” temporárias, obteve licença até para frequentar a faculdade de biomedicina. Apesar disso, sua condenação original foi de 39 anos e 6 meses de prisão. Caso a pena fosse cumprida integralmente, ela só deixaria o presídio em 25 de fevereiro de 2038. Mesmo em liberdade, ela deverá continuar se reportando às autoridades e não poderá cometer atos ilícitos, sob a condição de ter que cumprir a pena integral. Vale lembrar que a história de seu crime vai render um terceiro filme, atualmente em fase de pós-produção, em que voltará a ser interpretada pela atriz Carla Diaz. Em processo que correu em segredo na Comarca de Angatuba (SP), Suzanne tentou impedir a produção dos dois primeiros longas, mas acabou perdendo.

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    Ricardo Darín comemora Globo de Ouro de “Argentina, 1985” em clima de Copa do Mundo

    11 de janeiro de 2023 /

    O filme “Argentina, 1985” venceu o Globo de Ouro de Melhor Filme Não Falado em Inglês na madrugada desta quarta-feira (11/1). E o astro Ricardo Darín (“O Segredo de Seus Olhos”) comemorou a conquista ainda no clima da Copa do Mundo do Catar, conquistada pela Argentina. “Depois da Copa do Mundo, é uma grande alegria”, diz o ator, protagonista do longa, no discurso de agradecimento, proferido em espanhol. O filme dirigido por Santiago Mitre (“Paulina”) também é finalista do Oscar na categoria de Filme Internacional e venceu o Prêmio da Crítica (Fipresci) no Festival de Veneza. Sua trama histórica é inspirada na luta real dos promotores Julio Strassera e Luis Moreno Ocampo, que ousaram investigar e processar a ditadura militar da Argentina no ano de 1985. Sem se deixar intimidar pela influência dos militares, que continuava poderosa na nova democracia a ponto de amedrontar os profissionais do Ministério Público, os dois reuniram uma equipe jurídica de jovens, que, sem ter carreira para perder, viraram heróis improváveis na luta contra a impunidade. Sob constante ameaça a si mesmos e suas famílias, eles enfrentaram tudo até trazer justiça às vítimas da junta militar – ao contrário do que aconteceu no Brasil, onde a “anistia” escondeu os crimes da ditadura brasileira. O elenco repleto de estrelas destaca Ricardo Darín e Peter Lanzani (“O Clã”) como Strassera e Ocampo. “Argentina, 1985” pode ser visto na Amazon Prime Video. Confira o trailer abaixo.

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    Constantino, Fiúza e Paulo Figueiredo são banidos das redes sociais em todo o mundo

    6 de janeiro de 2023 /

    Os bolsonaristas Rodrigo Constantino, Guilherme Fiúza e Paulo Figueiredo Filho foram banidos do YouTube, Facebook e Instagram em todo o mundo. Além disso, seguem com acesso barrado no X (antigo Twitter) em território brasileiro. Segundo a CNN, a decisão teria partido do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes em inquérito sigiloso, que investiga os três por divulgação de discurso de ódio e antidemocrático. Ex-comentaristas da Jovem Pan, eles disseminaram informações falsas sobre a Covid-19 e endossaram ataques contra o Tribunal Superior Eleitoral e o sistema eleitoral brasileiro. Paulo Figueiredo chegou a relatar na quarta-feira (4/1), que teve suas contas bancárias no Brasil bloqueadas e seu passaporte cancelado.

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  • Etc

    Acusação de abuso sexual contra Marilyn Manson é arquivada pela Justiça americana

    5 de janeiro de 2023 /

    Um processo de abuso sexual contra Marilyn Manson foi arquivado pela Justiça americana por falta de representação legal. A decisão foi tomada após Ashley Morgan Smithline não cumprir uma determinação judicial no prazo devido. Ela perdeu o advogado no começo de outubro e tinha um prazo até o dia 5 de dezembro para substitui-lo, o que não ocorreu. “O tribunal, portanto, extingue esta ação sem prejuízo, por omissão do autor em processar a ação”, diz o texto da decisão judicial. A modelo e ex-namorada de Manson acusou o cantor de abuso sexual, estupro, violência, ameaça de morte e tortura física e psicológica, acrescentando que ele cortou seu ombro, a parte interna do braço e o estômago com uma faca, deixando cicatrizes. Em entrevista à revista People no ano passado, ela dizia querer que o artista fosse “responsabilizado de uma vez por todas”. Apesar desse arquivamento, Manson ainda enfrenta dois processos de agressão sexual: da atriz Esmé Bianco (de “Game of Thrones”), que acusa Manson de estupro e de tentar matá-la, e de uma vítima anônima, que afirma ter sido estuprada brutalmente na residência do cantor em 2011. Um quarto processo movido em maio de 2021 pela ex-assistente de Manson, Ashley Walters, foi indeferido por ter ultrapassado o limite de prescrição, mas ela entrou com uma apelação na Justiça. Em sua denúncia, Walters alegou que Manson a sujeitou a mais de um ano de “exploração sexual, manipulação e abuso psicológico” depois de atrai-la com a promessa de uma colaboração profissional. Marilyn Manson, cujo nome verdadeiro é Brian Hugh Warner, também entrou com seu próprio processo de difamação na Justiça, acusando sua ex-namorada Evan Rachel Wood (atriz de “Westworld”) de fabricar acusações contra ele e, de acordo com a ação, “recrutar, coordenar e pressionar mulheres ligadas a Warner a fazer falsas acusações de abuso contra ele”. Primeira a denunciar Manson em suas redes sociais, Wood disse que já esperava o processo ao se pronunciar publicamente sobre os abusos e disse que não estava “com medo” de enfrentá-lo no tribunal. “Isso é o que praticamente todo sobrevivente que tenta expor alguém em uma posição de poder sofre, e isso faz parte da retaliação que mantém os sobreviventes quietos. É por isso que as pessoas não querem se apresentar. Isso era esperado”, afirmou durante participação no programa televisivo americano “The View”. “Estou muito confiante de que tenho a verdade do meu lado e que a verdade virá à tona.”

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    Leandra Leal voltará a estrelar “Justiça”, na 2ª temporada da série

    3 de janeiro de 2023 /

    A série “Justiça”, da Globo, vai ganhar uma 2ª temporada sete anos após a sua estreia, e voltará a contar mais uma vez com a presença da atriz Leandra Leal, que estrelou a temporada anterior. Mas todo o restante do elenco será novo. Outra diferença é que a continuação, que vai se chamar “Justiça 2”, está sendo desenvolvida para a plataforma de streaming Globoplay e agora vai se passar em Brasília e em Ceilândia, no Distrito Federal, ao contrário da temporada inaugural, que foi ambientada em Recife. Repetindo a estrutura da 1ª temporada, a trama vai acompanhar histórias paralelas de pessoas com problemas na Justiça, após terem suas vidas transformadas por episódios traumáticos. Mas em determinado momento, os personagens se encontram. “Quem assistir a ‘Justiça 2’ vai reconhecer ‘Justiça 1’. A gente segue com quatro histórias, que são independentes mas que se cruzam”, disse Manuela Dias, autora da série, durante painel do Globoplay na CCXP22. “Na questão da escalação, a gente trabalha com pessoas conhecidas e pessoas menos conhecidas, mas igualmente maravilhosas. Vai ser uma boa surpresa pro ano que vem”. “A nova temporada traz toda a filosofia que já tinha em ‘Justiça 1’. Acho que pensar sobre a Justiça num país tão desigual quanto o Brasil é uma tarefa diária pra todo mundo. É uma série que não está preocupada com a parte em que a pessoa fica presa, mas com essa dimensão muito humana da Justiça. O que acontece quando a pessoa sai da cadeia e como ela retoma a vida dela”, disse a autora. “Justiça 2” ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo ao trailer da 1ª temporada.

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