Roberto Carlos vai participar de filme derivado da novela “Amor de Mãe”
O cantor Roberto Carlos voltará às telas, meio século depois sua trilogia musical de aventuras dos anos 1960 e 1970. Ele fará uma rara participação especial em “Dona Lourdes, o Filme”. A produção vai trazer de volta a personagem de Regina Casé na novela “Amor de Mãe” (2019), da Globo, e contará também com a presença da apresentadora Ana Maria Braga, segundo informações da coluna Play, do jornal O Globo. Da TV para o cinema “Amor de Mãe” teve seu percurso impactado pela pandemia da Covid-19, interrompendo as gravações em março de 2020. O retorno à programação ocorreu um ano depois, o que estendeu sua permanência no imaginário popular. Na trama, a personagem de Casé se dedicava à busca incessante pelo filho Domênico, que mais tarde se revelou ser Danilo, interpretado por Chay Suede e criado pela vilã Thelma, papel de Adriana Esteves. O filme vai mostrar o que aconteceu com Dona Lourdes um ano depois do final da novela. Regina Casé retornará para interpretar a personagem que, agora, enfrenta uma nova fase de sua vida. Os cinco filhos seguiram seus próprios caminhos e ela se redescobre como mulher, após anos dedicados à maternidade. A trama é baseada no livro “Diário da Dona Lurdes”, que a autora Manuela Dias lançou após a novela “Amor de Mãe”. O roteiro é de Claudio Torres Gonzaga (“Os Parças”) e o elenco também terá Chay Suede, Nanda Costa, Juliano Cazarré, Thiago Martins e Jéssica Ellen, que voltam a interpretar os filhos de Lurdes, além de Enrique Diaz como Durval. Para completar, Arlete Salles, Evandro Mesquita e Maria Gal farão novos papéis na história. Ainda não há previsão de estreia confirmada para o filme.
Filha caçula de Juliano Cazarré passa por nova cirurgia
Maria Guilhermina, filha caçula de Juliano Cazarré, de apenas um ano de idade, precisou passar por uma nova cirurgia. A informação foi compartilhada por Letícia, mulher do ator, que também informou que o procedimento ocorreu como o esperado. “Chegou no quarto, foi tudo bem!”, ela escreveu junto de uma foto da menina. A criança nasceu com uma condição rara chamada Anomalia de Ebstein, uma cardiopatia congênita que afeta a válvula tricúspide do coração. Ela passou os primeiros sete meses de vida internada e já foi submetida a quatro cirurgias cardíacas. A mais recente internação hospitalar aconteceu no domingo (10/9), diante de um quadro de febre e dificuldade de respirar. Nos stories do Instagram, Letícia contou que a caçula estava com duas bactérias muito resistentes e que, por conta disso, os médicos precisaram colocar um acesso profundo no pescoço da bebê. “A gente recebeu os resultados dos exames e ela está com duas bactérias muito resistentes. Então vamos precisar passar o acesso profundo no pescoço, que ela já fez várias vezes. Ela vai para o centro cirúrgico, vai anestesiar, vai passar o acesso e entrar nos antibióticos mais fortes que existem. Ela já fez também, outras vezes, mas, desta vez, ela não está com nenhum sinal de sepse. Clinicamente ela está bem, mas a gente vai ter que entrar com antibiótico”, explicou. Na semana passada, Juliano Cazarré e a mulher, que já são pais de cinco crianças, anunciaram que terão mais um filho. “Agora somos oito”, revelou o casal nas redes sociais. Os dois já são pais de Vicente, de 11 anos, Inácio, de 10, Gaspar, de 3, Maria Madalena, de 2, e Maria Guilhermina, que completou um ano de vida em junho.
Juliano e Leticia Cazarré anunciam sexto filho
O ator Juliano Cazarré e sua esposa Leticia revelaram que estão à espera de seu sexto filho. A notícia vem em meio a um cenário de rotina familiar que já inclui cuidados especiais para a filha caçula, Maria Guilhermina. O casal anunciou a novidade pelas redes sociais e compartilhou sentimentos sobre a expansão da família, que já conta com Vicente, 11 anos, Inácio, de 10, Gaspar, 3, Maria Madalena, 2, e Maria Guilhermina, de 1 ano. “Como nós sempre dizemos: A vida quer viver! Agora somos oito! Estamos esperando mais um bebê com muito amor! Celebrando e dividindo com vocês nossas conquistas, nossas lutas, nossa rotina”, declarou Letícia numa publicação que também foi compartilhada por Juliano. A bióloga ainda disse que o novo membro da família é motivo de alegria e que não foi totalmente uma surpresa. “Tem mais um pãozinho no forno e que será recebido com muita alegria, muito amor e de braços abertos. Essa não foi exatamente uma surpresa. Um misto de sentimentos. É isso pessoal. Agora, contem aí para a gente, tem pãozinho no forno aí também?” Desafios familiares e cuidados especiais Em conversa com o Gshow, Letícia informou que está na 12ª semana de gestação. Ela também comentou sobre a reação dos filhos mais velhos à notícia, que a receberam com entusiasmo. “Eles já pediam e, quando anunciei a gravidez, ficaram super felizes!” Letícia manifestou certa preocupação em engravidar no momento atual devido aos cuidados com Maria Guilhermina, a filha mais nova, que possui uma condição cardíaca que requer atenção especial. “Eu tinha um pouco de receio de engravidar agora por causa da Guilhermina, que ainda inspira muitos cuidados da gente. Gostaríamos de esperar mais um pouco, mas existe Deus que sabe mais do que a gente do que é melhor”, ressaltou a bióloga. Juliano Cazarré já havia falado sobre os cuidados especiais que a família dedica a Maria Guilhermina, que nasceu com uma anomalia cardíaca chamada Ebstein. O ator enfatizou a importância do carinho entre os irmãos para o bem-estar da caçula. “Todos passam pelo quarto da Maria Guilhermina ao longo do dia para fazer uma visitinha. Ela já reconhece os irmãos, sorri quando eles chegam. Esse carinho é o melhor que podem fazer por ela.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leticia Cazarré (@leticiacazarre)
“O Auto da Compadecida 2” ganha primeira foto com Selton Mello e Matheus Nachtergaele
O ator Selton Mello divulgou em seu Instagram a primeira foto de “O Auto da Compadecida 2”, sequência da minissérie de 1999, que o mostra ao lado de Matheus Nachtergaele, retomando os papéis de Chicó e João Grilo. A imagem marca o início da produção da continuação, mais de 20 anos após o lançamento da minissérie, que também virou filme no ano seguinte. Do elenco original, ainda retornam Virginia Cavendish e Enrique Diaz, que viveram, respectivamente, Rosinha e Joaquim Brejeito. Mas Fernanda Montenegro, que interpretou a Nossa Senhora, teve conflitos de agenda e será substituída por Taís Araújo (“Medida Provisória”) na sequência. Produção e elenco A produção, direção e roteiro de “O Auto da Compadecida 2” são assinados por Guel Arraes (“Lisbela e o Prisioneiro”) que também comandou a primeira versão há 25 anos. E o elenco terá ainda participações de Eduardo Sterblitch (“Os Outros”), Humberto Martins (“Travessia”), Fabiula Nascimento (“Segundo Sol”), Luis Miranda (“Encantado’s”), Juliano Cazarré (“Pantanal”) e Luellem de Castro (“Encantado’s”). Baseado na obra de Ariano Suassuna, “O Auto da Compadecida” se passa em Taperoá, no sertão da Paraíba, nos anos 1930, onde João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello) tentam vencer na vida com inteligência em meio a adversidades de uma vida humilde. A continuação se passa nos anos 1950 e é baseada numa ideia original de Guel Arraes, “com a aprovação entusiasmada da família de Ariano Suassuna”, segundo a postagem de Selton. O roteiro é assinado por Guel Arraes e João Falcão, com a colaboração de Adriana Falcão e do cineasta Jorge Furtado (“Real Beleza”). Guel, João e Adriana escreveram juntos a minissérie de 1999. A previsão de estreia é para 2024. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Selton Mello (@seltonmello)
Filha de Juliano Cazarré tem alta hospitalar seis meses após nascimento
A filha do ator Juliano Cazarré (“Pantanal”), de apenas sete meses de idade, foi liberada do hospital onde estava desde seu nascimento. De acordo com a mãe da criança, Letícia Cazarré, a bebê passou por um período delicado de saúde, mas agora está recuperada e em casa. “Estamos em casa! Maria Guilhermina de Guadalupe, sua vida é toda um milagre!”, ela celebrou num post no Instagram neste domingo (29/1). Letícia agradeceu ao apoio dos médicos, enfermeiros, fãs e amigos durante esse período difícil. A bebê foi diagnosticada com uma cardiopatia rara, conhecida como Anomalia de Ebstein, e precisou passar por vários procedimentos médicos para se recuperar. “Obrigada a cada médico, técnicas de enfermagem, mães da UTI, amigos e familiares, vocês foram a montanha que nos elevou ao longo dos últimos 7 meses e nos fizeram enxergar mais longe, um horizonte que só os olhos do coração poderiam ver! Obrigada, minha Nossa Senhora de Guadalupe”, completou, demonstrando sua felicidade com um vídeo que registrou a alta da bebê. Os primeiros seis meses de internação foram em São Paulo, mas em dezembro os pais conseguiram transferir a bebê, via UTI aérea, para o Rio de Janeiro, onde a família mora. Em entrevista à revista Quem, Juliano Cazarré também agradeceu a preocupação dos fãs e amigos, mas aproveitou para pedir privacidade para a família durante esse momento difícil. “Nosso maior desejo é que ela se recupere completamente. Agradecemos a todos pelo carinho e orações”, disse o ator. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leticia Cazarré (@leticiacazarre)
Globo vai agir para evitar “nova Cassia Kis” em novelas
A rede Globo está determinada a não escalar mais nenhum artista extremista para as próximas novelas, de acordo com informações de fontes internas. A ideia é evitar o mesmo erro cometido com a atriz Cassia Kis (de “Travessia”), que tem aproveitado o destaque na TV para chamar atenção para pautas contrárias às iniciativas da emissora. Segundo informações do NaTelinha, a emissora decidiu vetar artistas que estejam comparecendo a manifestações antidemocráticas, questionando os resultados das urnas ou pedindo uma intervenção militar. Até o momento, a cúpula da Globo não tem ideia de como lidar com a situação polêmica envolvendo a interprete de Cidália da novela das nove. O clima de tensão entre o elenco de “Travessia” também está afetando a novela, afirmou uma fonte. Cassia virou musa dos bolsonaristas após fazer declarações homofóbicas numa live com a jornalista Leda Nagle, razão pela qual está sendo processada no Rio de Janeiro, e por participar de manifestações antidemocráticas no Rio de Janeiro contra o resultado da eleição presidencial. Os frequentadores dos atos a veem como um grande exemplo para a “luta”. Além de Cassia, o ator aposentado Victor Fasano e a atriz Andrea Richa (a Muda da primeira versão de “Pantanal”) também foram vistos em atos antidemocráticos durante o feriado de 15 de novembro. Entre os que se manifestaram de foram extremista também se destacam Carlos Vereza e Regina Duarte. Por outro lado, documentos internos de diretores da Globo deixariam claro que a proibição não visa eleitores de Jair Bolsonaro com comportamento moderado. Desta forma, artistas como Humberto Martins (de “Travessia”) e Juliano Cazarré (de “Pantanal”) continuarão tendo espaço na emissora. Para fazer essa diferenciação, até as postagens nas redes sociais seriam analisadas. Gente… Cássia Kis puxando oração em manifestação golspita no Rio de Janeiro 👀pic.twitter.com/c0sCjxljqa — michel (@gramich) November 15, 2022
Trailer de “Pluft – O Fantasminha” mostra volta de Arthur Aguiar às telas
A Downtown Filmes divulgou o pôster e o trailer da nova adaptação de “Pluft – O Fantasminha”, adaptação da famosa peça infantil de Maria Clara Machado. A prévia resume a premissa e revela a participação de Arthur Aguiar, vencedor do “BBB 22”. As filmagens aconteceram bem antes do reality show, em 2020. No filme, o ex-“Rebelde” vive o marinheiro Sebastião, um dos três amigos de Maribel. O elenco também destaca as crianças Nicolas Cruz e Lola Belli (“Onde Está Meu Coração”), Fabiula Nascimento (“Segundo Sol”), Juliano Cazarré (“Pantanal”), Lucas Salles (“Detetive Madeinusa”) e Hugo Germano (“Desenrola”). A trama clássica mostra como Pluft (Cruz), uma criança fantasma com medo de gente, inicia uma amizade com Maribel (Belli), uma menina com medo de fantasma, que foi raptada pelo terrível pirata Perna-de-Pau (Cazarré). Como os únicos em busca de Maribel são três marinheiros atrapalhados, Pluft se vê impelido a virar o herói da história. Primeiro filme live-action infantil brasileiro produzido para exibição em 3D, o longa dirigido por Rosane Svartman (“Tainá, a Origem”) vai chegar às telas 60 anos depois da primeira adaptação cinematográfica de “Pluft”, que contou com participação de Tom Jobim e Dorival Caymmi. A estreia está marcada para 21 de julho, durante as férias escolares.
Veja as fotos de Pluft – O Fantasminha, primeiro filme infantil brasileiro em 3D
A produtora Raccord divulgou as primeiras fotos de “Pluft – O Fantasminha”, primeiro filme infantil em 3D do Brasil. Orçado em US$ 10 milhões, ele também será o mais caro longa infantil já produzido no país. “Todo o desenho de produção do filme é muito diferente do que se costuma fazer por aqui. Cada detalhe, desde o roteiro, foi pensado para ser filmado em 3D e live-action”, explicou Clélia Bessa, produtora do filme, ao site Filme B. O longa é uma adaptação da clássica peça de teatro escrita por Maria Clara Machado em 1955 e já transformado em filme em 1965 e minissérie em 1975. A trama retrata a inesperada amizade entre a menina Maribel (Lola Belli) e Pluft, um menino fantasma que tem medo de gente. Eles se conhecem quando a menina é sequestrada pelo pirata Perna de Pau (Juliano Cazarré). O elenco também inclui Lucas Salles, Arthur Aguiar e Hugo Germano como os marujos João, Sebastião e Juliano, amigos da menina. Com direção de Rosane Svartman (“Tainá – A Origem”), o filme está sendo rodado em duas etapas. A primeira, com duração de quatro semanas, tem como locações o Rio Grande do Norte e o Rio de Janeiro. Já a segunda, prevista somente para abril, será dedicada às cenas com efeitos especiais. “Estamos tratando de um mundo fantástico, com fantasmas e piratas. O 3D tem essa linguagem, por si só já traz essa magia. A gente sabe que, para ser competitivo, o filme infantil tem que trazer um algo a mais, e neste caso é o 3D”, explicou a produtora, que revelou que o longa terá até filmagens debaixo d’água. A expectativa de lançamento é apenas para 2018. O Brasil ainda engatinha na produção de longas em 3D. Até hoje, foram realizados apenas três filmes para o circuito comercial com a tecnologia: a animação “Brasil Animado” (2011), de Mariana Caltabiano, a comédia besteirol “Se puder… Dirija!” (2013), com Luiz Fernando Guimarães, e a coprodução franco-brasileira “Amazônia” (2013), uma aventura pela maior floresta do mundo guiada pelo olhar de um macaco-prego.
Tudo parece natural em Boi Neon, filme de sensibilidade extraordinária
Apesar de ser um aspecto da cultura popular, que coexiste com shows de bandas de forró, a vaquejada não é muito bem vista por quem vê crueldade na brincadeira de laçar o boi e fazê-lo ir ao chão. De fato é, mas também não se pode negar sua existência, nem perceber o quanto se trata de um tipo de negócio que movimenta uma quantidade significativa de pessoas, principalmente nas cidades do interior do Nordeste. “Boi Neon”, o novo longa-metragem de Gabriel Mascaro, não só trata do assunto, como tem a ousadia de mostrar a vida das pessoas que atuam em seus bastidores, personagens que não passariam de figurantes na lógica de qualquer outro filme convencional, uma vez que o cinema costuma privilegiar quem fica sob os holofotes ou tem uma história de vida mais ligada a uma trajetória de sucesso. Mascaro inverte também a lógica de gênero, evitando mostrar um vaqueiro com os estereótipos mais comuns. Iremar, interpretado por Juliano Cazarré (“Serra Pelada”), trabalha nos currais, sendo responsável por limpar o rabo do boi e prepará-lo para os peões do espetáculo. No entanto, ele sonha em trabalhar com confecção, especialmente feminina. Até tem uma máquina de costuma bem simples e monta seus manequins a partir do que encontra no lixão. E convive com uma mulher que também foge ao estereótipo feminino, Galega, a mãe solteira vivida por Maeve Jinkings (“O Som ao Redor”), que dirige o caminhão da trupe. Como já havia mostrado em seu trabalho anterior, “Ventos de Agosto” (2014), Mascaro demonstra uma obsessão pelos corpos, seja do homem ou da mulher (e, no caso de “Boi Neon” também dos animais), e muito da força do filme vem do modo como ele visualiza esses corpos. Algumas cenas, porém, podem até ser consideradas fortes, levando em consideração como o cinema brasileiro vem se domesticando desde a década de 1990, com a chamada retomada. De fato, o cineasta pernambucano inclui em seu filme imagens explícitas de sexo (com direito a membro em ereção) e não hesita em mostrar uma cena com um cavalo que certamente vai dar o que falar durante e depois das sessões, até por ser também engraçada. Mas apesar de se destacar dentro da estrutura narrativa, essas cenas não são feitas com um intuito sensacionalista, mas para mostrar os corpos como algo natural, ainda que momentos íntimos, como o sexo, o banho e a depilação, sejam considerados de natureza privada. Além da naturalidade com o trato do corpo, também pode causar estranheza ao grande público a estrutura pouco convencional da narrativa, que foge ao tradicional formato “introdução-desenvolvimento-conclusão”, embora esses elementos estejam presentes, mas de uma maneira mais moderna, por assim dizer. Mascaro privilegia o recorte de determinados momentos das vidas de seus personagens, e lhes dá profundidade. A força de cada cena e diálogo do filme, desde as simples conversas de Iremar com a garotinha que não tem contato com o pai, com os outros vaqueiros colegas ou com Galega, é captada com um senso de realismo impressionante, como já se podia notar em “Ventos de Agosto”, e próprio de um diretor que começou com documentários. Não por acaso, as cenas das vaquejadas se destacam como apropriações de eventos reais. Mas a experiência documental também pode ser traçada em sua opção por focar os bastidores e os personagens menos evidentes das vaquejadas. É fácil entender porque “Boi Neon” fez tanto sucesso no circuito dos festivais internacionais – foi premiado nos festivais de Veneza, Toronto, Rio, Nantes, Hamburgo e Adelaide, entre outros. Difícil é não ficar encantado com a sensibilidade do filme e a forma extraordinária com que capta a vida de pessoas tão simples.
Boi Neon: Filme brasileiro mais premiado do ano ganha primeiro trailer
Filme brasileiro mais premiado de 2015, “Boi Neon” ganhou seu primeiro trailer e pôster. A prévia lista a coleção de troféus e participações em festivais internacionais, além de elogios da imprensa americana, mas convence mesmo pelas qualidades que permite vislumbrar, como as belas imagens e a sensibilidade que Juliano Cazarré (“Serra Pelada”) demonstra no papel principal. Consagrado nos festivais do Rio, Veneza (Itália), Toronto (Canadá), Adelaide (Austrália), Nantes (França) e Hamburgo (Alemanha), “Boi Neon” se passa no Nordeste do Brasil, acompanhando o drama particular da família de um vaqueiro, que viaja acompanhando vaquejadas, mas cujo sonho é trabalhar com moda, confeccionando vestidos. Segundo longa de ficção do pernambucano Gabriel Mascaro – o primeiro, “Ventos de Agosto”, ganhou menção especial no Festival de Locarno do ano passado -, também destaca Maeve Jinkins (“O Som ao Redor”) no elenco central. A estreia comercial está marcada para o dia 14 de janeiro.









