Robert De Niro e Julianne Moore vão estrelar série do diretor de Joy: O Nome do Sucesso
Os atores Robert De Niro (“Tirando o Atraso”) e Julianne Moore (“Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”) vão estrelar uma série desenvolvida pelo cineasta David O. Russell, diretor e roteirista dos filmes “O Lado Bom da Vida” (2012), “Trapaça” (2013) e “Joy: O Nome do Sucesso” (2015). Todos estes, por sinal, com participação de De Niro. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto está em fase inicial e ainda não tem título nem canal definido para ir ao ar, mas algumas fontes apontam que se trata de uma série policial ambientada nos anos 1990. O problema é que David O. Russell não tem o retrospecto mais confiável em relação ao lançamento de séries. Ele chegou a desenvolver “The Club”, que foi aprovada sem piloto e teve 13 episódios encomendados pela rede ABC no ano retrasado, apenas para abandonar o projeto na véspera do início de sua produção, levando o canal a desistir da série.
Kingsman: Colin Firth aparece em foto dos bastidores da continuação
O ator Pedro Pascal (série “Narcos”) compartilhou em seu Instagram uma foto dos bastidores de “Kingsman – O Círculo Dourado”, continuação de “Kingsman – Serviço Secreto” (2014), que mostra o ator Colin Firth de volta ao visual de seu personagem Harry Hart. Firth aparece em primeiro plano na imagem, com Pascal ao fundo. Novamente dirigido por Matthew Vaughn, a continuação de “Kingsman – Serviço Secreto” (2014) vai trazer o personagem de Taron Egerton contando com o apoio de um agente secreto americano para derrotar um novo vilão. O elenco grandioso também inclui Channing Tatum (“Magic Mike”), Jeff Bridges (“O Sétimo Filho”), Julianne Moore (“Jogos Vorazes: A Esperança”), Halle Barry (série “Extant”) e o músico Elton John. O filme tem estreia marcada para o dia 15 de junho de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Jeff Bridges entra no elenco da continuação de Kingsman
O ator Jeff Bridges (“O Sétimo Filho”) entrou no elenco de “Kingsman – O Círculo Dourado”. O anúncio foi feito pelo próprio ator em ao postar um cartaz e a hashtag com o título do filme em seu Twitter Ele vai se juntar a um elenco grandioso, que inclui, além dos retornos de Taron Egerton, Colin Firth e Mark Strong, participações de Channing Tatum (“Magic Mike”), Padro Pascal (série “Narcos”), Julianne Moore (“Jogos Vorazes: A Esperança”), Halle Barry (série “Extant”) e o músico Elton John. Novamente dirigido por Matthew Vaughn, a continuação de “Kingsman – Serviço Secreto” (2014) vai trazer o personagem de Taron Egerton contando com o apoio de um agente secreto americano para derrotar um novo vilão. O filme tem estreia marcada para o dia 15 de junho de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
O Caçador e a Rainha do Gelo é o maior lançamento e também o pior filme da semana
“O Caçador e a Rainha do Gelo” é o lançamento mais amplo da semana, distribuído em 920 salas pelo país. Espécie de quimera, que junta prólogo e sequência na mesma criatura, o filme retoma os personagens de Chris Hemsworth e Charlize Theron em “Branca de Neve e o Caçador” (2012), mas em vez de aprofundar a fábula de Branca de Neve leva sua trama para o mundo de “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013). O resultado parece um episódio de “Once Upon a Time” mal escrito e obcecado por efeitos visuais dourados. O longa também estreia neste fim de semana nos EUA, onde foi eviscerado pela crítica (19% de aprovação no site Rotten Tomatoes). A outra estreia infantil, a animação “No Mundo da Lua”, é mais criativa, ao acompanhar um adolescente, filho e neto de astronautas, em sua luta para preservar o programa espacial americano e impedir um bilionário excêntrico de virar dono da lua. A produção mantém o espírito aventureiro do primeiro longa do diretor espanhol Enrique Gato, “As Aventuras de Tadeo” (2012), com exibição em 290 salas (126 em 3D). “Milagres do Paraíso” também foca famílias com sua história, sobre uma criança doente que consegue uma cura milagrosa. Típica produção religiosa, sua trama reforça a insignificância da ciência, desautoriza coincidências e prega que Deus sempre atende aos que acreditam. A crítica americana considerou medíocre, com 47% de aprovação. A diretora mexicana Patricia Riggen é a mesma do drama “Os 33” (2015) e o elenco destaca Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”) como a mãe que padece no paraíso. Chega em 180 salas do circuito. Dois filmes nacionais completam a programação dos shoppings. E, por incrível que pareça, nenhum deles é uma comédia boba. Com maior alcance, “Em Nome da Lei” marca a volta do diretor Sergio Rezende ao gênero policial, sete anos após seu último longa, “Salve Geral” (2009). O lançamento em 380 salas sinaliza a expectativa positiva do estúdio à história de um juiz federal incorruptível, que evoca esses dias de operação Lava Jato (dá-lhe zeitgeist). Mas o personagem de Mateus Solano (“Confia em Mim”) não é Sergio Moro nem a trama enfrenta a corrupção política, optando por situações clichês de máfia de fronteira, narradas de forma novelesca, com direito a “núcleo romântico”. Não prende sequer a atenção. A melhor opção nacional é o drama “Nise – O Coração da Loucura”, fruto de um roteiro mais maduro (escrito a 14 mãos!), que encontra um meio-termo entre o didatismo e o desenvolvimento de personagem. Glória Pires (“Flores Raras”) se destaca no papel central, a doutora Nise da Silveira, figura importante da psiquiatria brasileira, que merecia mesmo virar filme. O longa dirigido por Roberto Berliner (do péssimo “Julio Sumiu”) mostra seu confronto com os tratamentos violentos dos anos 1940 e a bem-sucedida adoção da terapia ocupacional, que passa a humanizar os doentes de um hospício público. Além de competente cinebiografia, o filme possuiu uma bela mensagem contra a intolerância. Em apenas 59 telas. Intolerância também é o tema de “Amor por Direito”, drama indie americano que ocupa uma faixa intermediária, em pouco menos de 50 salas. Baseado em fatos reais, a história mostra a batalha jurídica de uma policial (Julianne Moore, de “Para Sempre Alice”), diagnosticada com uma doença terminal, que enfrenta preconceitos para deixar sua pensão para sua parceira de vida (Ellen Page, de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). O caso teve repercussão nacional nos EUA, mas, apesar das boas intenções, a trama cinematográfica não ressoa como “Filadélfia” (1993), do mesmo roteirista. Ironicamente, o drama lésbico teve a mesma nota do drama crente da semana, 47% de aprovação no Rotten Tomatoes. Dois dramas europeus e dois documentários brasileiros ocupam o circuito limitado. O principal título europeu é o romeno “O Tesouro”, de Corneliu Porumboiu (“Polícia, Adjetivo”), em que dois vizinhos enfrentam a amarga realidade da crise econômica com um sonho infantil, de encontrar um suposto tesouro escondido. Venceu vários prêmios em festivais internacionais, inclusive Cannes. O outro lançamento é o francês “Uma História de Loucura”, de Robert Guédiguian (“As Neves do Kilimanjaro”), que acompanha as histórias dois jovens: um terrorista e sua vítima colateral num atentado contra o embaixador da Turquia em Paris, nos anos 1980. Ambos chegam em quatro salas. Entre os documentários, o destaque pertence a “O Futebol”, de Sergio Oksman, vencedor do recente festival É Tudo Verdade. O diretor tem uma longa lista de prêmios no currículo. Já tinha vencido até o Goya (o Oscar espanhol) e o prêmio de Melhor Documentário do festival Karlovy Vary com o curta “A Story for the Modlins” (2012). “O Futebol”, por sua vez, foi exibido também nos festivais de Locarno e Mar Del Plata. E, apesar do título, tem o futebol apenas como pano de fundo para um reencontro entre um pai e um filho que não se viam a 20 anos, e que marcam de passar um mês juntos para acompanhar os jogos da Copa do Mundo de 2014. Os planos, porém, não se realizam como previsto. A estreia também acontece em quatro salas. Por fim, “Meu Nome É Jacque”, de Angela Zoé (“Nossas Histórias”) foca uma mulher transexual, portadora do vírus da aids, que precisa superar grandes obstáculos para viver sua vida da melhor forma possível. Chega em apenas uma sala no Rio.
Michelle Williams e Julianne Moore vão estrelar o próximo filme do diretor de Carol
As atrizes Michelle Williams (“Sete Dias com Marilyn”) e Julianne Moore (“Para Sempre Alice”) podem estrelar o próximo filme de Todd Haynes (“Carol”). Intitulado “Wonderstruck”, o filme adapta o livro infantil homônimo de Brian Selznick (autor de “A Invenção de Hugo Cabret”), sobre duas crianças surdas, Ben e Rose, cujas histórias são separadas por 50 anos. Rose foge de casa em 1927, rumo a Nova York para conhecer Lillian Mayhew, estrela de cinema que idolatra. Jack também escapa para Nova York, mas em 1977, em busca de seu pai. Em determinado momento, porém, suas vidas se cruzam de maneira inesperada. Julianne Moore está confirmada no elenco, mas seu papel não foi anunciado. Segundo o site da revista Variety, Williams está negociando para interpretar a mãe de Ben. “Wonderstruck” está sendo produzido pelo serviço de streaming Amazon e ainda não tem previsão de estreia.
Colin Firth vai participar da continuação de Kingsman
Em época de adaptações de quadrinhos, até quem morre no cinema pode voltar no filme seguinte. Parece ser o caso do personagem de Colin Firth na franquia “Kingsman”. Morto no primeiro filme, “Kingsman: Serviço Secreto” (2014) ele vai reaparecer na continuação, informou seu parceiro de elenco, o ator Taron Egerton, via Twitter. Ele postou um cartaz, descrito como “uma mensagem de um velho amigo”, em que se lê a famosa máxima atribuída à Mark Twain, “As notícias da minha morte foram muito exageradas”, sob o óculos usado pelo personagem de Firth no primeiro filme. A arte também revela o subtítulo do filme, que será lançado como “Kingsman: The Golden Circle” (Kingsman: O Círculo Dourado). Veja logo abaixo. Além dos protagonistas Taron Egerton e Colin Fith, também Mark Strong retornará na continuação, que ainda deve incluir participações de Halle Berry (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) e Julianne Moore (“Para Sempre Alice”). Por enquanto, não há detalhes sobre a trama, que deve continuar adaptando as histórias dos quadrinhos de Mark Millar (criador também de “Kickass”). O filme será novamente roteirizado por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, e tem estreia marcada para 16 de junho de 2017 nos EUA.
Halle Berry negocia papel na continuação de Kingsman – Serviço Secreto
A atriz Halle Berry (série “The Extant”) está em negociações para participar da continuação de “Kingsman – Serviço Secreto” (2014). Segundo o site The Hollywood Reporter, a atriz deve interpretar uma agente da CIA. Caso a negociação seja bem-sucedida, ela vai se juntar a outra vencedora do Oscar, Julianne Moore, que também está envolvida na produção. Além do protagonista Taron Egerton, os demais integrantes do elenco original ainda não foram confirmados na continuação, nem há maiores detalhes sobre a trama, que novamente será roteirizada por Jane Goldman. O diretor Matthew Vaughn também estará de volta para comandar o longa, que tem estreia marcada para 16 de junho de 2017 nos EUA.
Oscar 2016: Tendências da alta costura vestem as 10 mais elegantes da premiação
O tapete vermelho do Oscar 2016 também foi uma passarela para as grandes grifes. Contrariando tendências de outras primaveras, quando costureiros de baile (como os libaneses Zuhair Murad e Elie Saab) eram preferidos pelas atrizes, este ano os vestidos cheios de brocados deram lugares a tendências da alta-costura, vistas em revistas de moda e desfiles das fashion weeks. Decotes profundos, costas nuas, cores de pedras preciosas e outras marcas da temporada fashion foram seguidas à risca pelas estrelas estilosas, que praticamente não erraram nos looks. Mesmo a mais ousada, Cate Blanchett, num vestido cheio de aplicações de flores da marca premium de Giorgio Armani, apareceu escultural e deslumbrante. As demais foram tão sóbrias e minimalistas que nem o colar de US$ 3,7 milhões em diamantes, usado por Charlize Theron, ofuscou as atenções. Mas engana-se quem acha que o visual menos espalhafatoso seja mais simples de ser realizado. O vestido Chanel de Julianne Moore, por exemplo, levou 500 horas de trabalho e 22 artesões para ficar tão perfeito em seu corpo. Suprema ironia, a pior vestida da noite acabou sendo uma ex-top model, Heidi Klum, que apareceu amarelada num vestido Marchesa, comparado a uma algodão doce nas redes sociais.
Julianne Moore pode virar a vilã da continuação de Kingsman – Serviço Secreto
A atriz Julianne Moore (“Para Sempre Alice”) está negociando interpretar a vilã da continuação de “Kingsman – Serviço Secreto”, informou o site The Hollywood Reporter. Detalhes sobre a personagem de Moore e até mesmo a trama da sequência estão sendo mantidos em sigilo. De confirmado, apenas a volta do ator Taron Egerton ao papel principal e de Matthew Vaughn à cadeira de diretor. As filmagens de “Kingsman 2” começam em maio, mas ainda não há previsão de estreia. Julianne Moore será vista em breve no drama “Wonderstruck”, dirigido por Todd Haynes (“Carol”), e na comédia “Suburbicon”, comandada pelo ator George Clooney (“Os Caçadores de Obras-Primas”), ambos sem data de lançamento.
Amor por Direito: Ellen Page e Julianne Moore lutam por seus direitos em trailer de melodrama lésbico
A Paris Filmes divulgou o trailer legendado do drama “Amor por Direito”, em que Julianne Moore (“Para Sempre Alice”) e Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) vivem um casal lésbico. Baseado em fatos reais, a trama mostra a relação do casal, que, em sua batalha por direitos iguais, acabou mobilizando os EUA. A prévia capricha no melodrama de “filme de doença” e inclui a balada uivante cantada por Miley Cyrus, que ficou mais conhecido pelo barraco de sua compositora, Linda Perry, ao não ser indicada ao Oscar. A história também possui elementos de drama jurídico ao acompanhar a batalha nos tribunais de Laurel Hester, a personagem de Julianne Moore, uma policial diagnosticada com câncer em estágio terminal. Enfrentando preconceitos para que sua esposa tivesse, após sua morte, os mesmos direitos das mulheres dos outros policiais, ela encontrou apoio de organizações de defesa dos direitos homossexuais e até da associação dos policiais, ajudando a modificar a percepção de sua comunidade a ponto de conseguir mudar a legislação. A luta de Hester já tinha virado documentário, também chamado “Freeheld” (o título original) e premiado com o Oscar de Melhor Curta Documental em 2008. Mas apesar das conquistas da comunidade LGBT nos últimos anos, a atual produção chegou a ter suas filmagens vetadas em uma escola católica por causa de seu tema. “Freeheld” é o primeiro trabalho em que Ellen Page interpreta uma lésbica e foi filmado logo após ela assumir sua homossexualidade. O elenco também inclui Steve Carell (“Foxcatcher”) como militante gay e Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como o policial parceiro de Moore. Escrito por Ron Nyswaner, autor de outro roteiro de luta por direitos LGBT, o pioneiro “Filadélfia” (1993), e dirigido por Peter Sollett (“Uma Noite de Amor e Música”), o filme, lançado em outubro nos EUA, estreia apenas em 22 de abril no Brasil.
Julianne Moore estrelará adaptação de novo livro do autor de A Invenção de Hugo Cabret
A atriz Julianne Moore (“Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”) vai estrelar a adaptação do livro infantil “Sem Fôlego” (Wonderstruck), de Brian Selznick (autor de “A Invenção de Hugo Cabret”). “Wonderstruck” acompanha duas crianças, Ben e Rose, que secretamente desejam que suas vidas fossem diferentes. Ben anseia pelo pai que nunca conheceu. Rose sonha com uma misteriosa atriz cuja vida ela narra em um scrapbook. Quando Ben descobre uma pista intrigante no quarto de sua mãe e Rose lê uma manchete instigante no jornal, ambas as crianças embarcam em missões desesperadas para encontrar o que estão perdendo. O detalhe é que, no livro, as duas histórias são separadas por 50 anos de diferença. E enquanto a história de Ben é narrada por palavas, a de Rose se manifesta por meio de imagens. Mas, no final, ambas se entrelaçam de forma a surpreender o leitor. Não está claro qual papel a atriz desempenhará na trama, mas há duas possibilidades distintas: como mãe de Ben e como a atriz misteriosa de Rose. A adaptação está sendo desenvolvida pelo cineasta Todd Haynes, e a produção marcará a quarta parceria entre Moore e o diretor, após trabalharem juntos em “Mal do Século” (1995), “Longe do Paraíso” (2002) e “Não Estou Lá” (2007). Ainda não há cronograma de filmagens nem previsão para a estreia.









