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    Novo trailer da animação WiFi Ralph destaca a personagem de Gal Gadot

    12 de agosto de 2018 /

    A Disney divulgou um novo trailer de “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, ainda sem legendas ou dublagem em português. E a prévia destaca a personagem recém-anunciada da atriz Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”), além de fazer uma piada divertida às custas da Pixar. A personagem de Gadot é uma piloto de corrida de rua durona, não muito diferente da personagem que ela viveu na franquia “Velozes e Furiosos” – e com visual que lembra a própria atriz. Já a piada da Pixar acontece no encontro das princesas da Disney, quando Vanellope revela que não consegue entender nada que fala a princesa Merida, da animação “Valente”, dublada por Kelly Macdonald com forte sotaque escocês. Pois as outras princesas também não entendem nada. Ela é a única com sotaque, porque pertence a outro estúdio. Depois do primeiro filme mostrar Ralph (voz original de John C. Reilly) e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) interagindo com games clássicos, a continuação os leva a viver aventuras na internet, graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney, pois agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama serve para evidenciar franquias do próprio estúdio, além de juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Novamente dirigido por Rich Moore, desta vez em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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    Gal Gadot vai dublar uma personagem da animação WiFi Ralph: Quebrando a Internet

    10 de agosto de 2018 /

    A atriz Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”) vai dublar uma personagem na nova animação da Disney, “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, continuação do sucesso “Detona Ralph”. Ela própria contou a novidade no Twitter, compartilhando uma foto da personagem – que parece com a atriz. Veja acima. “Estou tão animada por finalmente poder anunciar que estou interpretando uma personagem chamado Shank em ‘WiFi Ralph’ da Disney”, ela escreveu. “Foi uma experiência muito incrível fazer parte deste projeto, com um elenco e equipe tão maravilhosos”, completou. Sua personagem fará parte de um jogo on-line visitado pelos personagens principais do filme, intitulado “Slaughter Race”. Segundo o Deadline, Ralph e Vanellope encontram Shank, uma piloto de corrida de rua durona, em uma de suas primeiras paradas pelo mundo da internet. Vale lembrar que Gadot já viveu uma piloto de rua na franquia “Velozes e Furiosos”. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Entre outors personagens, Vanellope encontrará as princesas encantadas da Disney num site que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. I’m so excited to finally announce that I am playing a character named Shank in Disney’s #RalphBreaksTheInternet hitting theaters this November! Such an amazing experience to be apart of this project with such great creators and cast! Welcome to Slaughter Race! ??? pic.twitter.com/MxLuWFPJ0L — Gal Gadot (@GalGadot) 10 de agosto de 2018

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    Foto de WiFi Ralph mostra as Princesas da Disney como nunca foram vistas antes

    9 de agosto de 2018 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou uma nova imagem da animação “WiFi Ralph”, que mostra as princesas Disney como o público nunca tinha visto antes: “desmontadas”. Elas aparecem sem tiaras, vestidos longos e sapatinhos de cristal, relaxando de moletons, camisetas, shorts, jeans e tênis. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Como mostra a foto, Vanellope encontrará princesas encantadas num site que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Por sinal, vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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    Primeira foto da cinebiografia Stan & Ollie revela John C. Reilly e Steve Coogan como o Gordo e o Magro

    4 de agosto de 2018 /

    O estúdio britânico Entertainment One divulgou o pôster e a primeira foto do filme “Stan & Ollie”, em que os atores John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”) e Steve Coogan (“Philomena”) aparecem caracterizados como Stan Laurel e Oliver Hardy, mais conhecidos no Brasil como “O Gordo e o Magro”. A produção é ambientada em 1953 e acompanha a última turnê de humor realizada pela dupla na Inglaterra, pouco antes da morte de Hardy. A complicada relação entre os dois faz parte da história, assim como a amizade. Com uma agenda lotada, eles seguem em frente graças ao apoio um do outro e ao amor por suas esposas, interpretadas por Shirley Henderson (“T2 Trainspotting”) e Nina Arianda (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). O filme escrito por Jeff Pope (também de “Philomena”) e dirigido por Jon S. Baird (“Filth”) é descrito pelo estúdio como “uma carta de amor aos dois pioneiros e gigantes eternos da comédia”, cuja parceria bem-sucedida iniciou nos anos 1920 e rendeu mais de 100 filmes, dos quais 23 em longa-metragem. “Stan & Ollie” terá sua première mundial no Festival de Londres, como o filme de encerramento do evento, no dia 21 de outubro. E, por enquanto, a estreia comercial está marcada apenas para o Reino Unido, em janeiro de 2019.

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    WiFi Ralph: Vanellope foge de stormtroopers e encontra princesas da Disney no novo trailer dublado

    4 de junho de 2018 /

    A Disney divulgou um novo pôster e o trailer dublado de “WiFi Ralph”, continuação de “Detona Ralph” (2012), que mostra Vanellope em meio às princesas das animações da Disney após ser perseguida por stormtroopers de “Star Wars”. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Destaque do trailer, 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Outro detalhe do trailer mostra os personagens discutindo o título da produção. Nos Estados Unidos, assim como quase aconteceu no Brasil, o filme vai se chamar “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet”, repetindo duas vezes o nome do protagonista, o que torna o título maior do que o necessário. O mercado internacional não gostou. Assim, a animação virou “WiFi Ralph” no Brasil. Mais curto, o nome definitivo inverte a (i)lógica da titulagem nacional, que costuma batizar lançamentos com títulos duas, três até quatro vezes maiores que os originais – “Little Fockers” (2010) virou “Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família”, por exemplo. O detalhe é que o Brasil não foi o único país a adotar “WiFi Ralph”. Além disso, na França a continuação virou “Ralph 2.0”. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. Confira também abaixo o trailer em inglês com as vozes das princesas originais, que não foi disponibilizado com legendas.

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    Vanellope encontra princesas da Disney em imagem da continuação de Detona Ralph

    1 de junho de 2018 /

    A Disney divulgou uma nova imagem de “WiFi Ralph”, continuação de “Detona Ralph”, que mostra Vanellope em meio às princesas das animações da Disney. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Como mostra a foto, Vanellope encontrará princesas encantadas num site que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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    Joaquin Phoenix e John C. Reilly são irmãos pistoleiros em trailers de comédia

    25 de maio de 2018 /

    A UGC divulgou o pôster francês, duas fotos e dois trailers de “The Sisters Brothers”, comédia passada no Velho Oeste, em que Joaquin Phoenix (“Ela”) e John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) são irmãos pistoleiros. O filme é dirigido pelo cineasta francês Jacques Audiard (“Ferrugem e Osso”) e um dos trailers também é para o mercado francês. Na trama, os irmãos chamados Sisters (irmãs, em inglês) são contratados para matar um prospector de ouro (papel de Riz Ahmed, de “Rogue One”), que desenvolveu uma fórmula química revolucionária para o garimpo. Por conta disso, ele é protegido por outro pistoleiro (vivido por Jake Gyllenhaal, de “Animais Noturnos”). Com tom de humor negro, “The Sisters Brothers” será o primeiro filme de Audiard desde sua conquista da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2015 com o drama de imigrantes “Dheepan – O Refúgio”. Baseado no livro homônimo de Patrick Dewitt (roteirista de “Terri”), o filme ainda não tem previsão de estreia, o que sugere um plano de lançamento nos festivais do final do ano.

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    Trailer da continuação de Detona Ralph mostra como o protagonista vai parar na internet

    28 de fevereiro de 2018 /

    A Disney divulgou o primeiro trailer dublado em português da continuação de “Detona Ralph”, que mostra como Ralph e Vanellope saem de seu mundo de games antigos e entram na internet, graças ao wi-fi. E essa tecnologia rende uma curiosidade nacional. Aparentemente, o estúdio mudou o título do filme para o Brasil, baseando-se no detalhe do wi-fi. O primeiro material nacional do filme trazia o título “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet”, repetindo duas vezes o nome do protagonista, o que tornava o título maior do que o necessário. Entretanto, o trailer revela outro nome: “WiFi Ralph”. Mais curto, inverte a (i)lógica da titulagem nacional, que costuma batizar lançamentos nacionais com títulos duas, três até quatro vezes maiores que os originais – “Little Fockers” (2010) virou “Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família”, por exemplo. O detalhe é que o Brasil não é o único país do mundo a reparar em como o título em inglês da continuação é longo e repetitivo. Ele continua chamado “Ralph Breaks the Internet: Wreck-It Ralph 2” nos Estados Unidos, mas também virou “WiFi Ralph” em espanhol e “Ralph 2.0”, de forma mais simples e efetiva, para o mercado francês. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. Veja abaixo a versão dublada em português e a original, com as vozes de John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”) e Sarah Silverman (“A Guerra dos Sexos”), respectivamente como Ralph e Vanellope.

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    Pôster da continuação de Detona Ralph revela quem quebrou a internet

    26 de fevereiro de 2018 /

    A Disney divulgou um pôster da continuação de “Detona Ralph” (2012), que no Brasil vai se chamar “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet” – assim mesmo, repetindo duas vezes o nome Ralph para tornar o título maior do que o necessário. A arte brinca com a premissa, colocando num campo de pesquisa a pergunta “Quem quebrou a internet?”, trazendo logo abaixo uma seta de mouse apontando o envergonhado Ralph. A trama ainda não foi totalmente explicada, além do fato de que, se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Uma cena revelada na D23, a convenção anual da Disney, mostrou que Vanellope encontrará 10 princesas encantadas num site chamado OhMyDisney.com, que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que as princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Os produtores também confirmaram a participação de Stan Lee, dublando a si mesmo, e Taraji P. Henson (série “Empire”) como uma nova personagem chamada Yesss, que é um algorítimo. O resto das novidades continua mantido em segredo. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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    Animação Detona Ralph 2 ganha teaser exclusivo da internet

    3 de janeiro de 2018 /

    A Disney divulgou um teaser exclusivo para a internet da continuação de “Detona Ralph” (2012). A distribuição, via Facebook, tem a ver com a premissa, evidenciada no título comprido e mal-escrito, que repete o nome do protagonista duas vezes: “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet”. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet. A ideia da continuação permite uma grande oportunidade comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama será sinérgica, aproveitando para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Uma cena revelada na D23, a convenção anual da Disney, mostrou que Vanellope encontrará 10 princesas encantadas num site chamado OhMyDisney.com, que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que as princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Os produtores também confirmaram a participação de Stan Lee, dublando a si mesmo, e Taraji P. Henson (série “Empire”) como uma nova personagem, Yesss, que é um algorítimo. O resto das novidades continua mantido em segredo, mas pelo aperitivo é possível imaginá-las. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro de 2018 nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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    Continuação de Detona Ralph vai juntar universos Disney, Pixar, Marvel e Star Wars

    16 de julho de 2017 /

    A Disney realiza neste fim de semana sua convenção pública anual D23, evento que é uma espécie de Comic-Con da empresa, no qual revela trailers e novidades de seus próximos lançamentos, com a participação do elenco e diretores de filmes, séries e animações. Entre as produções animadas, a que teve mais novidades compartilhadas foi a continuação de “Detona Ralph” (2012). Parece promissora, apesar do título comprido e mal-escrito, que repete duas vezes o nome do protagonista: “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet” Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet. A premissa permite uma oportunidade de exploração do catálogo da própria empresa. Do ponto de vista econômico, em vez de promover games de outras empresas, a trama será sinérgica, aproveitando os personagens da própria Disney. Do ponto de vista criativo, a produção marcará a primeira vez que a empresa juntará, num mesmo filme, personagens da Disney, Pixar, Marvel e da Lucasfilm. Uma cena revelada na D23 mostrou que Vanellope encontrará 10 princesas encantadas num site chamado OhMyDisney.com, que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que as princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Os produtores também confirmaram a participação de Stan Lee, dublando a si mesmo, e Taraji P. Henson (série “Empire”) como uma nova personagem, Yesss, que é um algorítimo. O resto das novidades continua mantido em segredo, mas pelo aperitivo é possível imaginá-las. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro de 2018 nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. Veja abaixo o primeiro teaser e o vídeo da apresentação, que reúne 9 das princesas e Sarah Silverman, a intérprete de Vanellope.

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    Os Cowboys revisita o western Rastros de Ódio na era do terrorismo islâmico

    17 de março de 2017 /

    Uma das grandes surpresas do Festival Varilux de Cinema Francês deste ano foi o pouco badalado “Os Cowboys”, estreia do roteirista Thomas Bidegain (“O Profeta”, “Dheepan”) na direção e exibido na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. O ideal é ver o filme sem saber nada do enredo, que é uma mistura bem dosada de “Rastros de Ódio” (1956), o clássico de John Ford, com “Homeland”, a série sobre ataques terroristas exibida no Brasil no canal pago Fox Action. O filme apresenta uma comunidade francesa que tem um carinho especial pela cultura americana e logo no início traz uma festa com várias bandeiras dos Estados Unidos, em que as pessoas cantam e dançam música country e se vestem como se estivessem no Velho Oeste selvagem. Há quem se vista de xerife, há quem se vista de índio. Mas não demora a surgir o que será o seu principal eixo dramático: o desaparecimento da filha mais velha de um casal, uma adolescente que teria fugido com um rapaz de origens árabes. A família está esfacelada, mas o pai (François Damiens, de “A Família Bélier”) tenta a todo o custo trazer a filha de volta, enfrentando vários obstáculos pelo caminho, pois o rapaz que a teria levado estaria envolvido com grupos extremistas. E trafegar pelos lugares onde ele possa ter ido é sempre um perigo, tanto para o pai quanto para o filho (Finnegan Oldfield, de Um Fim de Semana na Normandia”) que o acompanha por todo o caminho. O passar do tempo na narrativa é muito interessante, com o filme oferecendo sinais de maneira muito sutil, a partir de eventos que requerem um pouco mais de observação por parte do espectador, mas nada que seja muito difícil de acompanhar. É apenas uma maneira menos didática de contar uma história, respeitando a inteligência de quem vê o filme. A jornada de pai em busca da filha, que pode ter virado outra pessoa depois de conviver com os extremistas por anos, lembra bastante a trajetória do personagem de John Wayne no western de John Ford. Saem os índios, entram inimigos ainda mais perigosos, já que se sacrificam e se tornam invisíveis. Um acontecimento inesperado faz com que o filme se divida em duas partes, como um disco que contém um lado A e um lado B. A boa notícia é que, com a saída de cena de um ótimo personagem, a narrativa continua forte, já que muda um pouco mais de aspecto, passando a se confundir com um thriller moderno de espionagem, mas sem perder o foco dramático. Ao contrário, a busca pela garota se torna ainda mais desesperadora, levando em consideração um sentimento maior de desesperança. O elenco também inclui o americano John C. Reilly (“Kong – A Ilha da Caveira”) que dá um conselho precioso para o irmão da jovem desaparecida. E a situação de reencontro perto do final é de uma sensibilidade tão bonita quanto dolorosa. É sempre muito bom encontrar uma obra tão cheia de força, mesmo que essa força venha da dor da perda.

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    Kong – A Ilha da Caveira usa truques digitais, ação e humor para disfarçar falta de roteiro

    10 de março de 2017 /

    “Kong – A Ilha da Caveira” quer ser mais que um spin-off/reboot do mais famoso gorila de Hollywood. Tem a clara pretensão de superar tudo o que já foi visto antes no gênero. Considerando que o cinema é lugar de milagres, onde o impossível se torna possível, por que não pagar para ver? Para começar, porque não há reembolso. Como espetáculo tecnológico, o novo filme faz o “King Kong” (2005) de Peter Jackson parecer uma obra-prima, e, como aventura seria uma covardia compará-lo ao clássico de 1933. Claro, nenhum remake, nem o de Jackson supera o original. Ainda que houvesse as precariedades técnicas em 1933 e o macaco não passasse de um boneco animado a partir de um esqueleto em arame, forrado com uma antiga estola de pele, o “King Kong” original alinhava uma cena de ação após a outra num clima mágico sem igual. Para não dizer que falta boa vontade, o novo Kong tem lá algumas qualidades. A maior delas vem da comparação com a quase esquecida versão de 1976, com Jessica Lange. Dessa, “Kong – A Ilha da Caveira” ganha. Mas não de lavada. Existe sim uma ambição de renovação em cena comandada por Jordan Vogt-Roberts. O diretor é egresso da TV e do cinema independente norte-americano. Tem uma pegada boa para as comédias, tendo se destacado na série “You’re the Worst” e no ótimo filme “Os Reis do Verão”, sobre três garotos que se exilam da sociedade montando um acampamento na selva. Apoiados pelo sucesso que o igualmente indie Colin Trevorrow obteve com o blockbuster “Jurassic World” (2015), os produtores sentiram que podiam apostar as fichas no jovem diretor com ponto de vista para o novo. Acontece que o talentoso Jordan Vogt-Roberts caiu de pára-quedas no meio de uma produção imensa e, pelo resultado, não teve muito tempo pra se situar. O maior problema de “Kong – A Ilha da Caveira” é que não consegue se decidir o que pretende ser. É um filme de monstros? Um filme de terror? Um filme de ação (anti-guerra)? Os três roteiristas contratados não se firmam em nenhum desses registros, e ainda roubam cenas inteiras de “Apocalypse Now” (1979), “Jurassic Park” (1993) e “Godzilla” (2014). Uma pena, porque se examinarmos a essência, o filme até promete um ponto de partida diferente. A premissa é que o programa LandSat (Satélite de mapeamento de terras) em 1973, tira fotos de uma ilha perdida (A Ilha da Caveira do título) e John Goodman (“Argo”) convence o governo a lançar uma expedição para explorar o lugar. Eles levam alguns soldados que acabam de ser derrotados no Vietnã e são chefiados por Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”). Para completar a equipe, convidam um britânico das ex-forças especiais (Tom Hiddleston, de “Thor”) e um fotógrafa “anti-guerra”, interpretada por Brie Larson (vencedora do Oscar 2016 por “O Quarto de Jack”). O frustrado capitão feito por Jackson chega a ilha querendo mostrar a imponência da armada norte-americana, e Kong aparece sem cerimônias e destrói todos os brinquedinhos voadores. Os sobreviventes se espalham pela selva e então – essa é a melhor parte do filme – descobrem que a ilha é oca e esconde uma caverna, onde animais pré-históricos ficaram preservados. Quando esse fiapo de história acaba, fica patente que os roteiristas, o diretor e o elenco estão perdidos. Tom Hiddleston e Brie Larson estão tão desorientados em cena, que acabam não se assumindo como protagonistas. E o impasse rola por todos os lados. Sabe-se que a produção começou a ser rodada antes mesmo do roteiro estar pronto. Levando em consideração que a trama engana bem até o ataque de Kong aos helicópteros, o que deve totalizar uns 25 minutos de filme, e que o edifício treme, desaba e não fica mais de pé nos 90 minutos seguintes, então, é absurdo deduzir, mas o diretor começou a trabalhar com menos de metade de uma história formulada! Para os produtores de Hollywood, depois do sinal verde, pouco importa a falta de roteiro, é preciso manter o foco na dimensão operacional. Nesse sentido, cabe ao diretor ser profissional. Como a trama patina e se torna repetitiva, o negócio é improvisar com o seu melhor número de mágica, no caso, o humor. Toda vez que o assunto acaba em Kong, ele bota um Creedence para enxotar o tédio de cena. E felizmente quando o recurso se esgota, ele obtêm o auxílio do veterano John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”), como um piloto da 2ª Guerra encalhado há 29 anos na ilha. O personagem é quase uma apropriação dos roteiristas do doido Dennis Hooper de “Apocalypse Now”. Para a maioria dos atores isso podia soar como uma desvantagem, mas Reilly é um baita ator. E acaba dando um encanto bonachão ao personagem que disfarça a roubada. Outros personagens, como John Goodman e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), parece que foram destinados a desempenhar papéis mais significativos. Cria-se uma aura de pó de pirlimpimpim em volta deles, mas na falta de texto e sem ideias, eles não decolam. O personagem mais bem composto em cena é Kong. Ainda assim, fica claro que poderiam ter dado mais atenção ao uso da criatura em sua dimensão tecnológica. O CGI é convincente, mas suas proporções parecem erradas. Cada hora, o gorila aparece com um tamanho diferente. Coroando a comédia de erros: há várias cenas de transição que não se encaixam, que fazem os personagens acabarem em lugares diferentes do que estavam nas cenas anteriores. A platéia gargalha a valer na sessão, o que pode parecer um sinal positivo para o filme. Mas será que o público ri pela diversão ou por conta das “cartolinas” que estavam despencando na cena? Uma lástima. Quando esse Kong acaba, deixa uma sensação de vazio na tela. Nos anteriores, inclusive o de Peter Jackson, a tecnologia era usada para dizer alguma coisa. Aqui, para deixar de dizer.

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