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  • Filme

    Diretor de Doutor Estranho fará remake de Labirinto, fantasia dos anos 1980

    26 de maio de 2020 /

    A Sony contratou Scott Derrickson (“Doutor Estranho”) para dirigir o remake/continuação da fantasia infantil “Labirinto – A Magia do Tempo”, estrelada por David Bowie e a jovem Jennifer Connelly em 1986. O projeto da refilmagem foi anunciado há quatro anos e nesse período o estúdio chegou a negociar com Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas” e “A Morte do Demônio”) para assumir a direção. O diretor uruguaio e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”) chegaram a desenvolver a história, que seria uma nova aventura passada no mesmo universo e não uma refilmagem do longa original. Aparentemente, não era o que a Sony tinha em mente, pois Derrickson vai trabalhar a partir de um novo roteiro, escrito por Maggie Levin em sua estreia em longas-metragens – recentemente, ela roteirizou um episódio da série de terror “Into the Dark”. Com a troca, o estúdio não desistiu de uma abordagem mais sombria, já que Derrickson, assim como Alvarez e os roteiristas, tornou-se conhecido como diretor de terror – de “Hellraiser V: Inferno” (2000), “O Exorcismo de Emily Rose” (2005), “A Entidade” (2012) e “Livrai-nos do Mal” (2014). O filme original de 1986 acompanhava a jornada de uma adolescente (Jennifer Connelly, hoje na série “Expresso do Amanhã”), que, cansada de ser babá do irmão mais novo, deseja que ele suma, sendo atendida pelo Rei dos Duendes. Desesperada ao perceber o que fez, ela entra num mundo mágico, repleto de fantoches e pedras que soltam pum, para enfrentar a criatura vivida por David Bowie e recuperar seu irmãozinho. “Labirinto” contou com músicas de Bowie, roteiro de Terry Jones (dos Monty Python) e produção de George Lucas (criador de algo chamado “Star Wars”). Um supertime que, curiosamente, não impediu seu fracasso de bilheteria. A derrota financeira levou o diretor Jim Henson a entrar em depressão profunda. Ele nunca mais dirigiu nenhum filme até sua morte, quatro anos depois. O lançamento em vídeo e as exibições televisivas, porém, mudaram a percepção do público a respeito da obra, a ponto de muitos até acharem que o filme foi um dos grandes sucessos dos anos 1980. A obra também foi valorizada pelo reconhecimento obtido por Connelly em seus filmes seguintes. A atriz acabou ganhando o Oscar por “Uma Mente Brilhante” em 2002. A decisão de realizar o remake foi tomada em 2016, quando se comemorou 30 anos de lançamento do original e se lamentou a morte de Bowie. Lisa e Brian Henson, filhos de Jim Henson, que idealizou e dirigiu o “Labirinto” original, estão entre os produtores da sequência, e a Jim Henson Company deve mais uma ver criar o visual das criaturas do filme. Ainda não há previsão para o começo das filmagens ou data de lançamento.

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  • Filme,  Série

    Roteirista de Millennium: A Garota na Teia de Aranha vai escrever o filme de Battlestar Galactica

    19 de dezembro de 2018 /

    A versão cinematográfica da série “Battlestar Galactica” contratou um novo roteirista. Jay Basu (“Millennium: A Garota na Teia de Aranha”) vai reescrever o primeiro roteiro encomendado pela Universal, que foi desenvolvido por Lisa Joy (criadora de “Westworld”). O novo desenvolvimento parece indicar que houve mudanças na prioridade do projeto, que será dirigido por Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: A Esperança”), após se arrastar pelo estúdio Universal desde 2009. Infelizmente, atinge essa etapa após a morte do criador da atração, Glen A. Larson (1937–2014), e de seu astro original, Richard Hatch (1945–2017). Quando foi originalmente anunciado, o filme seria uma adaptação da série clássica de 1978 – ou seja, ignoraria o cultuado remake de 2003 – e a direção estaria a cargo de Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”), mas essa abordagem acabou engavetada após os fãs da nova versão protestarem. Desde então, o estúdio descartou o roteiro de John Orloff (“A Lenda dos Guardiões”) e, em 2014, contratou Jack Paglen para escrever uma nova trama. Plagen escreveu o bisonho “Transcendence: A Revolução” (2014) e foi um dos responsáveis pela decepção de “Alien: Covenant”, a continuação de “Prometheus” (2012). Após passar mais alguns anos esquecido num arquivo, a Universal voltou a lembrar do projeto ao contratar Lisa Joy e decidir começar tudo do zero, sem explicar se filme continuaria focado na trama original, criada por Glen A. Larson, ou se adaptaria o remake de Ronald D. Moore, que mudou o sexo de vários personagens em 2003, além de ter alterado a origem dos vilões Cylons, que deixaram de ser alienígenas para virar robôs rebelados capazes inclusive de parecer humanos. Ou seja, enquanto a primeira versão tinha sua gênese associada ao sucesso de “Guerra nas Estrelas” (1977), a mais recente sofreu influência de “O Exterminador do Futuro” (1984). O projeto tem produção de Michael de Luca (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Scott Stuber (“Ted 2”), e ainda não possui cronograma para o início de suas filmagens ou previsão de estreia.

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  • Filme

    Novo trailer legendado de Millennium: A Garota na Teia de Aranha traz Claire Foy em cenas de muita ação

    17 de setembro de 2018 /

    A Sony divulgou novos pôsteres, mais fotos e o segundo trailer de “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”, em versões dublada e legendada. Repleto de cenas de ação, com explosões, tiroteios e perseguições motorizadas, o filme retoma a trama de “Millennium – Os Homens Que Não Amavam As Mulheres”, dirigido por David Fincher em 2011, com novo diretor e elenco. O principal destaque da prévia é a grande transformação sofrida por Claire Foy, a intérprete da Rainha Elizabeth II na série “The Crown”, que aparece como a hacker punk bissexual justiceira Lisbeth Salander, papel interpretado por Rooney Mara no filme anterior. E convence, ao menos fisicamente. Também é grande a transformação do jornalista Mikael Blomkvist, coprotagonista da franquia literária. O papel que foi de Daniel Craig se tornou difícil de identificar, após sofrer rejuvenescimento pela escalação do sueco Sverrir Gudnason (“Borg vs. McEnroe”). A prévia também não deixa claro como serão resolvidos outros problemas de continuidade da franquia. Afinal, entre as tramas do longa anterior e o atual há um hiato grande o suficiente para preencher dois livros completos. É realmente o caso. Como se sabe, o escritor sueco Stieg Larsson escreveu três livros de suspense centrados na parceria entre Blomkvist e Salander, publicados após sua morte em 2005. Mas a trilogia fez tanto sucesso que seus herdeiros decidiram estender a franquia, convidando outros autores a criar histórias com os personagens. “A Garota na Teia de Aranha”, escrito por David Lagercrantz, é o quarto livro. A trilogia original chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. Foi este sucesso que inspirou a Sony a lançar a primeira versão hollywoodiana, mas, apesar de elogiada pela crítica e indicada a cinco Oscars, o remake teve fraco desempenho internacional, porque, obviamente, o mencionado sucesso dos filmes originais já era indicação de que o público-alvo tinha visto as adaptações suecas no cinema e o remake era só uma reprise. “A Garota na Teia de Aranha” era o único dos livros da franquia que nunca foi filmado. E como também virou best-seller, reviveu o interesse da Sony nos personagens. Assim, o estúdio decidiu pular “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”, continuações imediadas da trama adaptada no filme de Fincher, para evitar investir em novo remake. Por isso, o resultado tende a ser um híbrido, que tanto pode incluir trechos dos livros anteriores ou, como parece apontar a prévia, abandonar elementos da trama original para contar uma história bem diferente da publicada. Nenhum dos trailers adiantados parece abordar a conspiração da NSA, a Sociedade da Aranha, a luta de hackers e as citações a personagens da Marvel que constam do livro original – Thanos e Vespa são codinomes importantes. Em vez disso, há ênfase no conflito da protagonista com sua irmã malvada, encarnada pela holandesa Sylvia Hoeks (“Blade Runner 2049”), que só surge no livro original na segunda metade da história. O responsável pela adaptação foram os roteiristas Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”), e a direção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”). Além dos citados, o elenco também inclui Lakeith Stanfield (série “Atlanta”), Stephen Merchant (“Logan”), Vicky Krieps (“Trama Fantasma”), Claes Bang (“The Square: A Arte da Discórdia”) e Synnøve Macody Lund (“Headhunters”). A estreia está marcada para 8 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Claire Foy é punk e irreconhecível no trailer legendado de Millennium: A Garota na Teia de Aranha

    7 de junho de 2018 /

    A Sony divulgou o pôster, quatro fotos e o primeiro trailer de “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”, em versões dublada e legendada. O filme retoma a trama de “Millennium – Os Homens Que Não Amavam As Mulheres”, dirigido por David Fincher em 2011, com novo elenco e pulando dois livros. O principal destaque da prévia é a grande transformação sofrida por Claire Foy. Intérprete da Rainha Elizabeth II na série “The Crown”, ela aparece como a hacker punk bissexual justiceira Lisbeth Salander, que foi interpretada por Rooney Mara no filme anterior. E convence, ao menos fisicamente. O mais curioso, porém, é a completa ausência do jornalista Mikael Blomkvist, coprotagonista da franquia literária. O papel que foi de Daniel Craig será vivido pelo sueco Sverrir Gudnason (“Borg vs. McEnroe”), mas nem sequer é mencionado no trailer. Assim como a conspiração da NSA, a Sociedade da Aranha, a luta de hackers e as citações a personagens da Marvel que constam do livro original – Thanos e Vespa são codinomes importantes. Em vez disso, há ênfase no conflito da protagonista com sua irmã malvada, encarnada pela holandesa Sylvia Hoeks (“Blade Runner 2049”), que só surge na segunda metade da obra. Isto sugere que a história foi bastante alterada para compensar o fato de que os livros que contam a história do pai de Lisbeth não ganharam adaptação americana. Vale lembrar que o escritor sueco Stieg Larsson escreveu três livros de suspense centrados na parceria entre o jornalista Mikael Blomkvist e a hacker Lisbeth Salander, publicados após sua morte em 2005. Mas a trilogia fez tanto sucesso que seus herdeiros decidiram estender a franquia, convidando outros autores a criar histórias com os personagens. “A Garota na Teia de Aranha”, escrito por David Lagercrantz, acabou virando um best-seller e reviveu o interesse da Sony nos personagens. A trilogia original chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. Foi este sucesso que inspirou a Sony a lançar a versão hollywoodiana, mas, apesar de elogiada pela crítica e indicada a cinco Oscars, o remake americano teve fraco desempenho internacional, porque, obviamente, o mencionado sucesso dos filmes originais já devia ser indicação de que todos já tinham visto essas histórias no cinema. “A Garota na Teia de Aranha” era o único dos livros da franquia que não tinha sido filmado. E assim a Sony decidiu pular “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar” para evitar cair novamente na armadilha dos remakes. O resultado tende a ser um híbrido, que tanto pode incluir trechos dos livros anteriores ou, como parece apontar a prévia, abandonar elementos da trama para contar uma história bem diferente da publicada. A direção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”), que vai trabalhar com um roteiro escrito por Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”). O elenco ainda inclui Lakeith Stanfield (série “Atlanta”), Stephen Merchant (“Logan”), Vicky Krieps (“Trama Fantasma”), Claes Bang (“The Square: A Arte da Discórdia”) e Synnøve Macody Lund (“Headhunters”). A streia está marcada para 8 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Atriz de Blade Runner 2049 será irmã malvada de Lisbeth Salander no novo filme da franquia Millennium

    23 de outubro de 2017 /

    A atriz holandesa Sylvia Hoeks (“Blade Runner 2049”) está em negociações para participar de “Millennium – A Garota na Teia da Aranha”, que surge como uma espécie de continuação de “Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011). Segundo o site da revista Variety, ela deve interpretar a irmã malvada da heroína Lisbeth Salander, que será vivida pela inglesa Claire Foy, estrela da série “The Crown”. O projeto um tanto bizarro da Sony não é uma continuação direta, mas um salto na história, que passa batido por dois livros e muda todo o elenco, resultando num reboot envergonhado. Originalmente, o escritor sueco Stieg Larsson escreveu só três livros de suspense centrados na parceria entre o jornalista Mikael Blomkvist e a hacker Lisbeth Salander, publicados após sua morte em 2005. Mas a trilogia fez tanto sucesso que seus herdeiros decidiram estender a franquia, convidando outros autores a criar histórias com os personagens. “A Garota na Teia de Aranha”, escrito por David Lagercrantz, acabou virando um best-seller e reviveu o interesse da Sony nos personagens. A trilogia de Larsson chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. Mas o remake com Daniel Craig e Rooney Mara, apesar de indicado a cinco Oscars, teve fraco desempenho internacional, porque o público já tinha visto os filmes originais. O que explica a falta de interesse da Sony em continuar investindo em histórias já filmadas e sua opção por ir direto em “A Garota na Teia de Aranha”, o único dos livros inéditos no cinema. A direção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”), que vai trabalhar com um roteiro escrito por Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”). Atualmente em fase de pré-produção, o filme tem lançamento previsto para outubro de 2018.

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  • Filme

    De Rainha Elizabeth a hacker punk bissexual: Claire Foy será Lisbeth Salander em A Garota na Teia de Aranha

    15 de setembro de 2017 /

    Difícil imaginar Claire Foy, que interpreta a Rainha Elizabeth na série “The Crown” (e antes foi Anna Bolena em “Wolf Hall” e a aristocrata Lady Persephone Towyn em “Upstairs Downstairs”), como uma hacker punk bissexual de 23 anos. Mas é exatamente isso que a Sony Pictures espera que o público veja em “A Garota na Teia de Aranha”. O estúdio oficializou a contratação da atriz para o papel de Lisbeth Salander, que já foi interpretado por Noomi Rapace e Rooney Mara em outros filmes da franquia literária “Millennium” (veja as duas à caráter logo abaixo). A direção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”), que também deve mexer no roteiro escrito por Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”). “Eu não poderia estar mais empolgado sobre Claire tomar as rédeas da icônica Lisbeth Salander. Claire é incrível, um talento raro que vai injetar uma nova e empolgante vida em Lisbeth. Mal posso esperar para levar essa história para um público mundial, com Claire Foy no centro”, afirmou o diretor em comunicado, citando o nome da atriz três vezes em três frases. A adaptação seguirá uma trajetória confusa, já que, anteriormente, a Sony filmou o primeiro dos três livros escritos pelo sueco Stieg Larsson, “Millennium – Os Homens Que Não Amavam As Mulheres”, dirigido por David Fincher em 2011. Fincher queria fazer uma continuação e estruturou o filme de modo que tivesse uma sequência. Mas o estúdio protelou, protelou e agora decidiu filmar… o quarto dos três livros. Ou melhor, o livro publicado após a morte de Larsson e o fecho da trilogia, escrito por David Lagercrantz com os mesmos personagens. A trilogia original chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. A Sony correu para lançar sua versão, mas, apesar de elogiada pela crítica e indicada a cinco Oscars, o remake americano teve fraco desempenho internacional, porque obviamente todos já conheciam a história. “A Garota na Teia de Aranha” é o único dos livros da franquia que não foi filmado. A opção da Sony resulta num produto bizarro, já que, ao mudar todo o elenco, a produção perdeu as características de uma continuação tradicional. Mas também não será um típico reboot, pois deverá levar em conta as relações dos protagonistas, introduzidas no filme de Fincher, que não teve resolução. Fincher chegou a sugerir condensar os dois livros seguintes num único filme, mas a Sony decidiu ir direto para o quarto volume, com outro diretor e elenco. Não se sabe como o estúdio irá lidar com a transição das histórias, mas a opção por contar uma trama que ainda permanece inédita nos cinemas parece mesmo resultado de uma reflexão sobre o crescente desinteresse internacional nos remakes americanos. A adaptação de “A Garota na Teia de Aranha” será produzida por Amy Pascal (ex-CEO da Sony) e a equipe original de “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, encabeçada por Scott Rudin. A estreia foi marcada para outubro de 2018.

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  • Filme

    Diretor do terror O Homem nas Trevas vai filmar remake de Labirinto

    14 de abril de 2017 /

    A Sony contratou Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas” e “A Morte do Demônio”) para dirigir o remake/continuação da fantasia infantil “Labirinto – A Magia do Tempo”, estrelada por David Bowie e a jovem Jennifer Connelly em 1986. Segundo o site Deadline, o diretor uruguaio e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”) vão escrever a história, que seria uma nova aventura passada no mesmo universo e não uma refilmagem do longa original. O filme de 1986 acompanhava a jornada da adolescente vivida por Connelly, que, cansada de ser babá do irmão mais novo, deseja que ele suma, sendo atendida pelo Rei dos Duendes. Desesperada ao perceber o que fez, ela entra num mundo mágico, repleto de fantoches e pedras que soltam pum, para enfrentar a criatura vivida por Bowie e recuperar seu irmãozinho. “Labirinto” contou com músicas de Bowie, roteiro de Terry Jones (dos Monty Python) e produção de George Lucas (criador de algo chamado “Star Wars”). Um supertime que, curiosamente, não impediu seu fracasso de bilheteria. A derrota financeira levou o diretor Jim Henson a entrar em depressão profunda. Ele nunca mais dirigiu nenhum filme até sua morte, quatro anos depois. O lançamento em vídeo e as exibições televisivas, porém, mudaram a percepção do público a respeito da obra, a ponto de muitos até acharem que o filme foi um dos grandes sucessos dos anos 1980. A obra também foi valorizada pelo reconhecimento obtido por Connelly em seus filmes seguintes. A atriz acabou ganhando o Oscar por “Uma Mente Brilhante” em 2002. A decisão de realizar o remake foi tomada no ano passado, quando se comemorou 30 anos de lançamento do original e aconteceu a morte de Bowie. Ainda não há previsão para o começo das filmagens ou data de lançamento. Antes de filmar “Labirinto”, Alvarez e Basu vão trabalhar juntos em outro projeto: a adaptação de “A Garota na Teia de Aranha”.

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  • Filme

    Continuação de Millennium – Os Homens Que Não Amavam As Mulheres é confirmada com novo elenco

    13 de março de 2017 /

    A Sony vai mesmo levar aos cinemas a adaptação de “A Garota na Teia de Aranha”, quatro livro da ex-trilogia “Millennium”, como seu segundo lançamento da franquia. O estúdio marcou o início das filmagens para setembro e anunciou que a produção terá um elenco completamento novo, sem Daniel Craig e Rooney Mara, que estrelaram a primeira história, “Millennium – Os Homens Que Não Amavam As Mulheres”, dirigida por David Fincher em 2011. A direção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”), que também vai mexer no roteiro escrito por Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”). Lançar um filme coerente será um grande desafio, já que, ao mudar todo o elenco, a produção perdeu as características de uma continuação tradicional. Entretanto, tampouco pode ser considerada um reboot, já que deverá levar em conta as relações dos protagonistas, introduzidas no primeiro filme, que não teve resolução. Que confusão. O mais curioso é que, originalmente, o escritor sueco Stieg Larsson escreveu só três livros de suspense centrados na parceria entre o jornalista Mikael Blomkvist e a hacker Lisbeth Salander, publicados após sua morte em 2005. Mas a trilogia fez tanto sucesso que seus herdeiros decidiram estender a franquia, convidando outros autores a criarem histórias com os personagens. “A Garota na Teia de Aranha”, escrito por David Lagercrantz, acabou virando um best-seller e revivendo o interesse da Sony na franquia. A trilogia original chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. A Sony correu para lançar sua versão, mas, apesar de elogiada pela crítica e indicada a cinco Oscars, caiu vítima da maldição de todos os remakes hollywoodianos desde então, com fraco desempenho internacional. Por conta disso, os planos para suas duas continuações foram arquivados. Fincher chegou a considerar condensar os dois livros seguintes num único filme, mas a Sony decidiu ir direto para o quarto volume. Não se sabe como o estúdio irá lidar com a transição das histórias, mas a opção por contar uma trama que ainda permanece inédita nos cinemas parece mesmo resultado de uma reflexão sobre o crescente desinteresse internacional nos remakes americanos. A adaptação de “A Garota na Teia de Aranha” será produzida por Amy Pascal (ex-CEO da Sony) e a equipe original de “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, encabeçada por Scott Rudin. A estreia foi marcada para outubro de 2018.

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