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    Duna ganha primeiro trailer épico ao som de Pink Floyd

    9 de setembro de 2020 /

    A Warner divulgou novas fotos oficiais e o primeiro trailer legendado do remake de “Duna”, que destaca o papel de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) como herói predestinado e apresenta a escala épica da produção. Ao som de Pink Floyd (“Eclipse”), a prévia também distribui closes do elenco estrelado, uma direção de fotografia de tirar o fôlego e diversos efeitos visuais, culminando na ameaça de um verme gigante, que emerge das areias. A história de “Duna” é bastante conhecida pelos fãs de ficção científica. Trata-se de um clássico do gênero, originalmente escrito por Frank Herbert em 1965 e levado às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). O material ainda rendeu duas minisséries do canal Syfy e uma franquia literária, que continua a ser estendida, anos após a morte de Herbert, em 1986. Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, que só existe no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Além de Timothée Chalamet como Paul Atreides, o elenco grandioso inclui Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). A direção é de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), que também trabalhou no roteiro com Jon Spaihts (“Prometheus”) e Eric Roth (“Forest Gump”). Já o favorito ao Oscar 2021 de Melhor Direção de Fotografia se chama Greig Fraser, em sua primeira parceria com Villeneuve e após estrear na sci-fi com “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016). Meses antes da estreia, “Duna” já tem uma continuação confirmada. Isto sugere que a adaptação será dividida em duas partes. Além dos filmes, Villeneuve também está trabalhando numa série derivada para o serviço de streaming HBO Max. Apesar da pandemia, a Warner não alterou a previsão de estreia do longa, que segue mantida para o mês de dezembro.

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  • Série

    Amazon desiste de série sobre conquistadores espanhóis com Javier Bardem

    4 de setembro de 2020 /

    As restrições geradas pelos cuidados demandados pelo coronavírus levaram a Amazona desistir de produzir uma série sobre a conquista espanhola do México. Produzida pela Amblin, empresa de Steven Spielberg, a série, intitulada “Cortés y Moctezuma”, seria estrelada por Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Em comunicado conjunto, Amazon e Amblin afirmaram que não haveria como “reiniciar a produção num futuro próximo para alcançar a escala e o escopo planejados” para a série. As empresas afirmaram que têm “enorme respeito” pelo trabalho de toda equipe, incluindo os produtores – e astros mexicanos – Gael García Bernal e Diego Luna e o roteirista Steve Zaillian (“O Irlandês”). “Esperamos trabalhar juntos no futuro”, diz o anúncio do cancelamento. Projeto antigo de Spielberg, que chegou a ser considerado para o cinema, “Cortés y Moctuzema” teria um orçamento altíssimo comparado a outras séries e era vista como a maior produção em língua espanhola da história. Além do custo elevado, a quantidade de figurantes prevista para várias cenas tornou a produção impraticável devido a pandemia. Além disso, manter guardados e intactos todos os (muitos) cenários já criados para produção por tempo indeterminado provou-se proibitivo, especialmente caro para uma série sem previsão de gravação.

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  • Filme

    Elenco de Duna vai voltar à Hungria para filmagens extras

    19 de junho de 2020 /

    A nova versão da ficção científica “Duna”, dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), vai passar por filmagens adicionais assim que as produções forem retomadas em Budapeste, na Hungria, para onde a equipe deve embarcar nos próximos meses. A revelação foi feita pelo ator Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), que interpreta o duque Leto Atreides no filme, durante entrevista ao site Deadline. “Vamos fazer algumas filmagens adicionais em meados de agosto… eles estão dizendo que será em Budapeste, na Hungria”, disse Isaac. “Vi algumas coisas editadas e parece incrível. Denis [Villeneuve] é um verdadeiro artista e será emocionante ver o filme finalizado. É meio louco que estamos filmando apenas alguns meses antes do lançamento, mas isso aconteceu com ‘Star Wars’ também”, revelou. A Warner Bros marcou a estreia do filme para 17 de dezembro no Brasil e um dia depois nos EUA, e se as filmagens extras não forem atrasadas, as datas devem ser mantidas. Isto, porém, acrescenta pressão sobre a equipe. A Hungria deve ser uma das próximas nações europeias a retomar as filmagens, seguindo a adoção de extensas medidas de segurança contra o coronavírus. Desde seu começo, “Duna” foi parcialmente filmado em Budapeste, no Origo Film Studios, e também incluiu cenas nos desertos da Jordânia e na topografia da Noruega. A fotografia principal foi considerada encerrada em julho do ano passado. Mas, desde então, começaram as etapas de pós-produção, como a edição, que pode revelar “buracos” narrativos, e as sessões de testes, que verificam as reações do público. A adaptação será dividida em duas partes e a Warner já deu sinal verde para a continuação – bem como para uma série derivada, inspirada em outro livro da saga, que será lançada no serviço de streaming HBO Max. A história de “Duna” foi originalmente publicada pelo escritor Frank Herbert em 1965 e ganhou a fama de ser um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, tanto que enfrentou dificuldades de produção em sua primeira adaptação cinematográfica, lançada em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). A obra originou uma franquia literária, que continua a ser estendida anos após a morte de Herbert, em 1986. O material também já rendeu duas minisséries do canal Syfy, a partir de 2000. Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) vive Paul Artreides e o elenco grandioso ainda inclui o citado Oscar Isaac, Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”), Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”) e Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”).

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  • Etc

    Roteirista diz ter trazido A Noiva de Frankenstein de volta à vida na Universal

    13 de junho de 2020 /

    O isolamento social pode ter revivido a noiva de Frankenstein. Quando a Universal Pictures ainda imaginava lançar um Dark Universe centrado em filmes de monstros clássicos, o plano previa que o remake de “A Noiva de Frankenstein” seguisse “A Múmia” nos cinemas. Mas o filme com Tom Cruise foi um fracasso retumbante e o projeto foi cancelado. Só que a Universal não desistiu de seus monstros. O estúdio reconfigurou sua estratégia ao lançar “O Homem Invisível”. Aquela que seria a terceira superprodução milionária do Dark Universe – com Johnny Depp no papel principal – virou uma produção de baixo orçamento que eletrizou público e crítica, além de ter rendido ótima bilheteria. Agora, David Koepp, autor do roteiro de “A Noiva de Frankenstein” e um dos roteiristas de maior sucesso em Hollywood – com “Jurassic Park”, “Homem-Aranha”, “Missão: Impossível” e “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” no currículo – revelou ter aproveitado a quarentena para rever o projeto, readequando a superprodução – que previa Angelina Jolie no papel-título e Javier Bardem como Frankenstein – para os padrões modestos do novo “O Homem Invisível”. “Isso foi uma coisa que fiz durante a quarentena – trouxe de volta a ‘A Noiva de Frankenstein'”, ele afirmou, em entrevista ao site Collider. “A Universal foi muito gentil ao me deixar tentar novamente. Porque eles prepararam e cancelaram o projeto durante o fiasco do Dark Universe. Bem, não fiasco, mas decepção. Então, eu tenho uma nova versão agora que todos realmente gostamos. Eu acho que eles estão conversando com diretores agora”, revelou. Originalmente previsto para estrear em fevereiro de 2019 com direção de Bill Condon (“A Bela e a Fera”), a versão anterior de “A Noiva de Frankenstein” chegou a iniciar a pré-produção, com trabalho cenográfico que durou quatro meses antes de ser suspenso pela “decepção” de “A Múmia”. A nova versão será bem diferente da “grande extravagância de US$ 150 milhões com estrelas gigantes de cinema”, que a Universal imaginava lançar com Angelina Jolie. Mas também não terá orçamento “tão reduzido quanto ‘o Homem Invisível'”, explicou Koepp. Será algo intermediário, “uma coisa muito mais razoável e factível, com uma ideia muito legal e passado nos dias atuais”. O fato de trazer a trama vitoriana para os dias atuais já devia estar presente na versão do Dark Universe, mas se tornou ainda mais viável após o sucesso de “O Homem Invisível”. Vale lembrar que a Universal tem outros projetos em desenvolvimento para seus monstros, entre eles um filme sobre Frankenstein produzido por James Wan, um novo filme de Drácula dirigido por Karyn Kusama e a transformação de Ryan Gosling em Lobisomem.

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    Duna: Timothée Chalamet e Josh Brolin aparecem em nova foto da sci-fi

    12 de maio de 2020 /

    A Legendary divulgou uma novo foto do remake de “Duna”, que mostra o protagonista os personagens de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) e Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”) no deserto. Além desses atores, o elenco grandioso também inclui Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”) Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. A história de “Duna” foi originalmente publicada pelo escritor Frank Herbert em 1965 e ganhou fama de ser um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, tanto que enfrentou dificuldades de produção em sua primeira adaptação cinematográfica, lançada em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). A obra originou uma franquia literária, que continua a ser estendida anos após a morte de Herbert, em 1986. O material também já rendeu duas minisséries do canal Syfy, a partir de 2000. A nova adaptação deve ser dividida em duas partes e virar franquia, uma vez que a Warner já trabalha numa continuação e numa série derivada, inspirada em outro livro da saga, que será lançada no serviço de streaming HBO Max. A direção é de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), que também trabalhou no roteiro com Jon Spaihts (“Prometheus”) e Eric Roth (“Forest Gump”). Por enquanto, a estreia de “Duna” está mantida para o mês de dezembro.

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    Duna: Novas fotos destacam Timothée Chalamet, Zendaya, Oscar Isaac, Rebecca Ferguson, Josh Brolin e Jason Momoa

    14 de abril de 2020 /

    Após a primeira foto do remake de “Duna” revelar o visual de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) no papel do protagonista Paul Atreides, novas imagens da produção da Warner foram veiculadas pela revista Vanity Fair, que destaca uma reportagem exclusiva sobre o filme em sua edição deste mês. As novas imagens destacam os demais integrantes do elenco central, como Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) e Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), que vivem os pais do protagonista, o duque Leto Atreides e lady Jessica Atreides, Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como Chani, a “garota dos sonhos” de Paul, Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”) como Gurney Halleck, treinador e mentor de Paul, Jason Momoa (o “Aquaman”) como Duncan Idaho, braço direito do duque Atreides, e Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”) no papel de Liet Kynes, ecologista e líder secreta dos Fremen, que era um homem branco no livro original (e Max Von Sydow na adaptação anterior) e virou a mãe da personagem de Zendaya. Além desses atores, o elenco grandioso também inclui Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”), que pode ser visto numa imagem de bastidores com o diretor Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). Ele vive Stilgar, o líder rebelde de uma tribo que ajuda Paul Artreides. Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. A história de “Duna” foi originalmente publicada pelo escritor Frank Herbert em 1965 e ganhou fama de ser um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, tanto que enfrentou dificuldades de produção em sua primeira adaptação cinematográfica, lançada em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). A obra originou uma franquia literária, que continua a ser estendida anos após a morte de Herbert, em 1986. O material também já rendeu duas minisséries do canal Syfy, a partir de 2000. A nova adaptação deve ser dividida em duas partes e virar franquia, uma vez que a Warner já trabalha numa continuação e numa série derivada, inspirada em outro livro da saga, que será lançada no serviço de streaming HBO Max. O roteiro do filme atual foi escrito por Jon Spaihts (“Prometheus”) em parceria com o veterano Eric Roth (“Forest Gump”) e o diretor Denis Villeneuve, que comanda as filmagens. Por enquanto, a estreia de “Duna” está mantida para o mês de dezembro.

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    Remake de Duna ganha primeira foto com Timothée Chalamet

    13 de abril de 2020 /

    A Warner liberou a primeira foto do remake de “Duna”, que traz Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) no papel do protagonista Paul Atreides. A imagem foi veiculada originalmente pela revista Vanity Fair, que inclui uma entrevista com o ator em sua edição deste mês. “O que imediatamente me atraiu para Paul foi que, em meio a uma história cheia de detalhes, tão gigantesca, ele está em uma jornada de anti-herói”, explicou Chalamet, dizendo que seu personagem não está “procurando uma aventura”, mas com medo dela. “Ele quer ser este jovem general que vai estudar todas as técnicas do seu pai, a forma como ele lidera a família, antes de assumir o controle, o que ele imagina que seja dentro de uma década, ou algo assim”, continuou o ator. Mas fatos inesperados alteram essa perspectiva. Na trama, Paul faz parte de uma família aristocrática, que deixa seu planeta para supervisionar a mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. A história de “Duna” foi originalmente publicada pelo escritor Frank Herbert em 1965 e ganhou fama de ser um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, tanto que enfrentou dificuldades de produção em sua primeira adaptação cinematográfica, lançada em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). A obra originou uma franquia literária, que continua a ser estendida anos após a morte de Herbert, em 1986. O material também já rendeu duas minisséries do canal Syfy, a partir de 2000. A nova adaptação pode ser dividida em duas partes ou virar franquia, uma vez que a Warner já trabalha numa continuação e numa série derivada, inspirada em outro livro da saga, que será lançada no serviço de streaming HBO Max. O roteiro do filme atual foi escrito por Jon Spaihts (“Prometheus”) em parceria com o veterano Eric Roth (“Forest Gump”) e o diretor Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), que também comanda as filmagens. Além de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), o elenco estelar inclui Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). Por enquanto, a estreia de “Duna” está mantida para o mês de dezembro.

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    Melissa McCarthy confirma que vai viver a vilã de A Pequena Sereia

    17 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Melissa McCarthy (“Alma da Festa”) confirmou que vai interpretar a vilã Ursula na versão live-action de “A Pequena Sereia” da Disney, que será dirigida por Rob Marshall (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”). Ela fez a revelação durante sua participação no programa americano “The Ellen Show”, na tarde desta segunda-feira (17/2). Na conversa com a apresentadora Ellen Degeneres, McCarthy disse que atuar no longa é como “um sonho febril” e que topa tudo o que a produção propõe, inclusive “escorregar em conchas gigantes”. Confira no vídeo abaixo. A negociação de McCarthy para o papel da vilã de “A Pequena Sereia” aconteceu em meados de 2019, mas ela ainda não tinha sido anunciada oficialmente na produção, ao contrário de outros integrantes do elenco, como a atriz e cantora Halle Bailey (da série “Grown-ish”), intérprete de Ariel, e Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC), que viverá o Príncipe Eric. Outros atores citados em negociações da produção incluem Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Podres de Rico”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio com arrecadação de mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. Na trama, a filha do Rei Tritão da Atlântida rebela-se para fazer parte do mundo humano e acaba se casando com um humano, o príncipe Eric, que ela resgatou de um naufrágio. A versão da Disney difere bastante do conto original de Hans Christian Anderson, que não tem final feliz. A nova adaptação começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), mas já foi reescrita por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Rob Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Ainda não há previsão de estreia para o novo “A Pequena Sereia”.

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    A Pequena Sereia define intérprete de seu Príncipe Encantado

    13 de novembro de 2019 /

    A versão live-action de “A Pequena Sereia” encontrou seu Príncipe Encantado. A Disney definiu o jovem ator londrino Jonah Hauer-King como o príncipe Eric, na adaptação dirigida por Rob Marshall (“O Retorno de Mary Poppins”). O ator é pouco conhecido do público americano, tendo construído a carreira em produções da TV britânica, como as minisséries “Howards End”, “Little Women” e “World on Fire”. Sua estreia em Hollywood foi no filme de cachorro “A Caminho de Casa”, lançado em fevereiro passado, e ele também estará na vindoura produção da Blumhouse “Once Upon a Time in Staten Island”, de James DeMonaco (“Uma Noite de Crime”). Neste sentido, trata-se de uma escolha bem diferente do planejamento original, em que o cantor Harry Styles chegou a ser cogitado para o papel – mas recusou. Depois da recusa, vários atores foram testados. Hauer-King passou por duas audições. A última aconteceu no sábado (9/11), em Londres, com o diretor Rob Marshall. Ele vai se juntar a Halle Bailey (da série “Grown-ish”), que viverá o papel-título, marcando uma mudança racial em relação ao desenho animado de 1989. O filme será a estreia cinematográfica de Bailey, que também é cantora. A produção ainda negociou com Melissa McCarthy (“Poderia Me Perdoar?”), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Podres de Rico”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) para integrarem o elenco, mas não há confirmação de suas contratações. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio com arrecadação de mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. Na trama, a filha do Rei Tritão da Atlântida rebela-se para fazer parte do mundo humano e acaba se casando com um humano, o príncipe Eric, que ela resgatou de um naufrágio. Diferente da versão Disney, o conto original de Hans Christian Anderson não tem final feliz, pois Eric se revela interessado apenas em usar Ariel, sem direito a um “e viveram felizes para sempre” em seu futuro – que por isso é trágico. A nova adaptação começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), que foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Rob Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Ainda não há previsão de estreia para o novo “A Pequena Sereia”.

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    Duna: Warner encomenda continuação, um ano antes da estreia do filme

    5 de novembro de 2019 /

    A Warner já está trabalhando em uma sequência do remake de “Duna”. De acordo com o site da revista The Hollywood Reporter, Jon Spaihts (“Prometheus”) deixou o cargo de showrunner de “Dune: The Sisterhood”, série da HBO Max derivada do mesmo universo sci-fi do escritor Frank Herbert, para escrever o roteiro da continuação. Spaiths escreveu o roteiro do “Duna”, que está sendo filmado na Jordânia, em parceria com o veterano Eric Roth (“Forest Gump”) e o diretor Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). A notícia revela confiança do estúdio no filme de Villeneuve, que tem estreia marcada para dezembro de 2020. Por outro lado, a informação de que “Duna” seria dividido em duas partes não é nova, apenas não tinha sido oficializada. A produção é uma parceria com a Legendary Pictures e o CEO deste estúdio, Joshua Grode, revelou em julho que a trama literária seria realmente dividida em dois filmes. “Esse é o plano. Há uma plano de fundo que foi acenado em alguns dos livros [que nós expandimos]. E também, quando você lê o livro, há um ponto em que faz sentido para interromper o filme antes do final do livro”, ele explicou na ocasião. Ou seja, o segundo filme não contará a história de outro livro – como aconteceu com as minisséries do canal pago Syfy – , mas sim o final do primeiro. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 pelo cineasta David Lynch e também originou duas minisséries do canal Syfy a partir de 2000. A história se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local enfrente complôs e sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) vive Paul Atreides e o elenco estelar inclui Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”).

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    Javier Bardem negocia viver o Rei Tritão em A Pequena Sereia

    17 de julho de 2019 /

    A Disney está negociando com o ator espanhol Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) para encarnar o papel do Rei Tritão na versão live-action de “A Pequena Sereia”. Cínicos poderia dizer que a escalação completa o mostruário politicamente correto do elenco. Depois de selecionar uma protagonista negra, que formará casal com um príncipe branco, faltava um pai latino para completar a média. A princesa Ariel será interpretada por Halle Bailey (da série “Grown-ish”), marcando uma mudança racial em relação ao desenho animado de 1989. O filme será a estreia cinematográfica de Bailey, que também é cantora – tem um projeto musical com sua irmã, a dupla Chloe x Halle – e deverá formar par romântico com o cantor Harry Styles, cotado para o papel do Príncipe Eric após estrear no cinema no drama de guerra “Dunkirk”, de Christopher Nolan. A produção ainda negocia com Melissa McCarthy (“Poderia Me Perdoar?”), Jacob Tremblay (“Extraordinário”) e Awkwafina (“Podres de Rico”) para completar o elenco. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio com arrecadação de quase US$ 1 bilhão em todo o mundo. Na trama, a filha do Rei Tritão da Atlântida rebela-se para fazer parte do mundo humano e acaba se casando com um humano, o príncipe Eric, que ela resgatou de um naufrágio. Diferente da versão Disney, o conto original de Hans Christian Anderson não tem final feliz, pois Eric se revela interessado apenas em usar Ariel, sem direito a um “e viveram felizes para sempre” em seu futuro – que por isso é trágico. A nova adaptação começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), que foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Ainda não há previsão para a estreia do novo “A Pequena Sereia”.

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    WarnerMedia vai lançar série derivada de Duna com direção de Denis Villeneuve

    10 de junho de 2019 /

    O serviço de streaming da WarnerMedia encomendou uma série derivada do vindouro filme “Duna”. Intitulada, em inglês, “Dune: The Sisterhood”, a atração será focada nas personagens femininas criadas pelo escritor Frank Herbert. E o cineasta Denis Villeneuve, responsável pela nova e ainda inédita versão de cinema de “Duna, vai comandar o piloto. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformada em filme em 1984 pelo cineasta David Lynch e também originou duas minisséries do canal Syfy nos anos 2000. O próprio filho mais velho de Herbert estendeu a trama em outros livros, entre eles “The Sisterhood of Dune”, um prólogo da obra original, que pode servir de base para a série. Um dos roteiristas do novo filme, Jon Spaihts (“Doutor Estranho”), será responsável por escrever a série, que será produzida por ele, Villeneuve, herdeiros de Herbert e executivos do estúdio Legendary. Não está claro se as atrizes que interpretam as principais personagens femininas do filme participarão da série ou se a produção será um prólogo como o livro de nome similar. O elenco do longa inclui Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Chernobyll”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). A história se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que governa o local sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides (Chalamet), escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. As filmagens começaram em março e a estreia está prevista para novembro de 2020. Já a série não tem previsão, pois só começará a ser produzida após Villeneuve encerrar seu trabalho em “Duna”. Ainda sem nome, a plataforma de streaming de WarnerMedia será lançada, em versão beta, no final do ano nos Estados Unidos.

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    Nova adaptação de Duna será dividida em dois filmes

    27 de abril de 2019 /

    O CEO da Legendary Pictures, Joshua Grode, revelou que a nova adaptação de “Duna”, comandada pelo diretor Dennis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), será feita em dois filmes. Em entrevista para a revista The Hollywood Reporter, o executivo confirmou os planos do estúdio para a produção de dois longas a partir do primeiro romance da saga literária de Frank Herbert. “Esse é o plano. Há uma plano de fundo que foi acenado em alguns dos livros [que nós expandimos]. E também, quando você lê o livro, há um ponto em que faz sentido para interromper o filme antes do final do livro”. Ou seja, o segundo filme não contará a história de outro livro – como aconteceu com as minisséries do canal pago Syfy – , mas sim o final do primeiro. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 pelo cineasta David Lynch e também originou duas minisséries do canal Syfy a partir de 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”) e contará a conhecida história, passada no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) vive Paul Atreides e o elenco estelar inclui Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). As filmagens já começaram, mas ainda não há previsão de estreia.

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