PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Sony é acusada de explorar tragédia por pai de uma das meninas do caso real do Slender Man

    3 de janeiro de 2018 /

    A Sony Pictures está tentando ganhar dinheiro com uma tragédia ao produzir o filme “Slender Man”, acusa o pai de uma das duas garotas de Wisconsin que tentaram matar uma colega de classe para agradar ao bicho-papão fictício. Bill Weier, pai de Anissa Weier, disse à Associated Press na quarta-feira (3/1) que espera que os cinemas de sua cidade não mostrem o filme quando for lançado em maio. “É absurdo que eles desejem fazer um filme como este”, disse Weier. “É popularizar uma tragédia. Não estou surpreso, mas na minha opinião é extremamente desagradável. Tudo o que estão fazendo é ampliar a dor que as três famílias passaram”. O estúdio não respondeu à polêmica. Anissa Weier e Morgan Geyser atraíram a colega de classe Payton Leutner em 2014 para um parque arborizado em Waukesha, um bairro de Milwaukee. Lá, Geyser esfaqueou Leutner 19 vezes, sem acertar seu coração, enquanto Weier a encorajava. Leutner ainda conseguiu rastejar para fora da floresta onde um ciclista a encontrou. Ela sobreviveu ao ataque. Weier e Geyser disseram à polícia que elas tinham que matar Leutner para provar ao Slender Man que eram dignas de ser suas servas, bem como para proteger suas famílias contra ele. Todas as três meninas tinham 12 anos no momento do ataque. Geyser, agora com 15 anos, se declarou culpada de tentar homicídio intencional em primeiro grau, em um acordo com promotores, que pediram que ela passe pelo menos 40 anos em um hospital psiquiátrico. Weier, agora com 16 anos, foi condenada a 25 anos em uma instituição psiquiátrica no mês passado, depois de se declarar culpada por tentativa de homicídio intencional de segundo grau. O Slender Man foi criado no Photoshop pelo internauta Erick Knudsen como um meme em 2009, mas ganhou tanta popularidade que se espalhou pela internet e começou a gerar relatos de pessoas que afirmam tê-lo visto de verdade. Sua lenda atingiu picos de notoriedade após o ataque das crianças em Milwaukee. Depois da história ir parar na mídia, a criatura foi citada como inspiração de outros crimes. Dias após o esfaqueamento de Payton Leutner, uma garota de 13 anos no condado de Hamilton, Ohio, atacou sua mãe com uma faca. A mãe disse à TV que achava que a menina estava obcecada com o Slender Man. Em setembro dequele mesmo ano, uma garota de 14 anos em Port Richey, na Flórida, incendiou sua casa. Os policiais disseram que ela começou o fogo depois de ler sobre o Slender Man. A produção da Sony é o primeiro filme do personagem, com direção de Sylvian White (“Assassinato em Quatro Atos”) e roteiro de David Birke, que escreveu o aclamado suspense francês “Elle” (2016), de Paul Verhoeven. O estúdio lançou o primeiro trailer na quarta-feira. Não está claro por suas imagens se o filme aborda o caso das meninas, mas uma cena mostra uma parede coberta com desenhos de Slender Man que se assemelham aos esboços que Geyser desenhou. Outras cenas mostram o Slender Man perseguindo uma menina na floresta.

    Leia mais
  • Filme

    Animação Detona Ralph 2 ganha teaser exclusivo da internet

    3 de janeiro de 2018 /

    A Disney divulgou um teaser exclusivo para a internet da continuação de “Detona Ralph” (2012). A distribuição, via Facebook, tem a ver com a premissa, evidenciada no título comprido e mal-escrito, que repete o nome do protagonista duas vezes: “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet”. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet. A ideia da continuação permite uma grande oportunidade comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama será sinérgica, aproveitando para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Uma cena revelada na D23, a convenção anual da Disney, mostrou que Vanellope encontrará 10 princesas encantadas num site chamado OhMyDisney.com, que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que as princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Os produtores também confirmaram a participação de Stan Lee, dublando a si mesmo, e Taraji P. Henson (série “Empire”) como uma nova personagem, Yesss, que é um algorítimo. O resto das novidades continua mantido em segredo, mas pelo aperitivo é possível imaginá-las. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro de 2018 nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Slender Man: Terror baseado em lenda urbana da internet ganha primeiro trailer

    3 de janeiro de 2018 /

    A Sony divulgou o pôster e o trailer de “Slender Man”, a primeira lenda urbana da internet. A prévia é repleta de cenas de personagens frágeis, sujeitos à autoflagelação e depressão, e que aparecem na maior parte do tempo de costas. O monstro do título, porém, surge apenas brevemente no final do vídeo. O Slender Man foi criado no Photoshop pelo internauta Erick Knudsen como um meme em 2009, mas ganhou tanta popularidade que se espalhou pela internet e começou a gerar relatos de pessoas que afirmam tê-lo visto de verdade. Sua lenda atingiu picos de notoriedade quando duas crianças de 12 anos esfaquearam 19 vezes uma terceira e tentaram culpar a criatura. O filme tem direção de Sylvian White (“Assassinato em Quatro Atos”) e roteiro de David Birke, que escreveu o aclamado suspense francês “Elle” (2016), de Paul Verhoeven. O elenco inclui Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Joey King (“7 Desejos”), Julia Goldani Telles (série “The Affair”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”) e Kevin Chapman (série “Sneaky Pete”). A estreia está marcada para 17 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Série

    Netflix cancela Haters Back Off! após 2ª temporada

    2 de dezembro de 2017 /

    A Netflix cancelou a série de comédia “Haters Back Off!” após sua 2ª temporada. Embora a plataforma não divulgue números de audiência, a série tinha mais haters que fãs entre os críticos americanos, com apenas 47% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A atração acompanhava a vida de Miranda Sings, uma jovem sem talento algum, mas cheia de vontade de conquistar a fama com vídeos no YouTube. A personagem foi criada pela atriz e cantora Colleen Ballinger em 2008 para um canal no YouTube – com 7 milhões de inscritos. Ela canta (mal), dança (pior ainda), dá opiniões sobre os mais diversos assuntos (sem entender nada) e “encanta” a todos com seu inconfundível batom vermelho, usado de forma exagerada. A série mostrava a vida em família de Sings, com participações de sua mãe hipocondríaca (Angela Kinsey, da série “The Office”), seu tio (Steve Little, da série “Eastbound and Down”), que está decidido a fazer da sobrinha uma estrela da internet, e a irmã mais nova (Francesca Reale, vista em “Blue Bloods”), que tenta sobreviver à insanidade dos parentes. Para completar, Miranda tem um vizinho (Erik Stocklin, da série “Stalker”) que a ama de verdade e a quem ela usa sem piedade. A decisão de cancelar “Haters Back Off!” foi tomada 40 dias após a estreia da 2ª temporada e três meses após o cancelamento de “Gypsy”, mostrando que a Netflix tem diminuído sua taxa de tolerância. Isto é reflexo de um discurso do CEO Reed Hastings, que disse publicamente que a plataforma de conteúdo não estava cancelando séries suficientes.

    Leia mais
  • Etc

    Comissão de Ética Pública pede explicações do presidente da EBC por memes irônicos contra Taís Araujo

    28 de novembro de 2017 /

    A Comissão de Ética Pública da Presidência decidiu, em reunião realizada na segunda-feira (27/11), pedir esclarecimentos ao presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Laerte Rimoli, por postagens em redes sociais em que ironizava um discurso anti-racista da atriz Taís Araújo. Durante participação no evento TEDx, a atriz disse que “no Brasil, a cor do meu filho é a cor que faz com que as pessoas mudem de calçada, escondam as bolsas e blindem seus carros”, como forma de expor o preconceito existente no país. Para ridicularizar o discurso, Rimoli compartilhou no Facebook um meme com uma colagem da atriz em que uma criança branca aparece fugindo em primeiro plano, ao lado da frase “Quando você percebe que é o filho da Taís Araújo na calçada”, além de um comentário no Twitter sobre pessoas que “pulam do avião” ao verem a atriz. “A comissão examinou a partir de uma denúncia apresentada as supostas postagens em redes sociais feitas pelo presidente da EBC. São publicações que dizem respeito — em tom jocoso — a uma entrevista da atriz Taís Araújo, narrando vicissitudes que ela e sua família atravessam”, afirmou o presidente da comissão, Mauro Menezes, errando o contexto e a ocasião da frase da atriz. Segundo Menezes, consta no código de ética do servidor público civil a “observância do decoro”, que “é um imperativo dentro e fora das instituições”. Para o presidente da comissão, mesmo que as postagens tenham ocorrido fora das atividades, elas podem terminar por afetar a imagem da administração pública. “Sem fazer juízo antecipado, abrimos procedimento para investigar a sua conduta e ele terá dez dias para prestar esclarecimentos”, explicou. Após o caso, diversas entidades que combatem o preconceito se manifestaram em apoio à Taís Araujo e exigindo respeito. Além disso, o ator Pedro Cardoso, intérprete de Agostinho na série “A Grande Família”, protestou ao vivo no programa “Sem Censura”, da TV Brasil, abandonando o programa após fazer um discurso enfático, em que abordou a greve dos funcionários do canal, o governo Temer e a crítica fora do tom do presidente da EBC (estatal responsável pela TV Brasil) contra a atriz. Diante da repercussão, Laerte Rimoli reconheceu que cometeu um erro e pediu desculpas públicas à atriz, usando novamente seu próprio Facebook. “Peço desculpas à atriz Taís Araújo e sua família por ter compartilhado um post inadequado em minha timeline”, ele escreveu. Mas o presidente da EBC não foi o único integrante do poder público que se dispôs a atacar a fala de Taís. O senador José Medeiros, do Mato Grosso, disse, durante transmissão da TV Senado, que ela estava “mentindo”, “prestou um desserviço ao Brasil” e fez “discurso de ódio”, enquanto o secretário de Educação do Rio de Janeiro, Cesar Benjamim, usou seu Facebook para classificar o depoimento como “idiotice racial”, ensinando que o racismo no Brasil é “uma criação do Departamento de Estado dos Estados Unidos”. No mesmo período em que Taís Araújo sofreu ataques de homens brancos ricos, William Waack, apresentador do “Jornal da Globo”, foi afastado por fala racista vazada nos bastidores da produção e uma autoproclamada socialite xingou a filha adotiva de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, chamando-a de “macaca” num vídeo postado na internet.

    Leia mais
  • Etc

    Taís Araújo discursa contra racismo e é ridicularizada por integrantes de cargos públicos

    22 de novembro de 2017 /

    Falar de racismo no Brasil pode render ataques do governo. Dois integrantes de cargos públicos e um senador resolveram atacar Taís Araújo no feriado que deveria despertar a “Consciência Negra”, após a circulação do vídeo de um discurso da atriz em conferência sobre educação, em que ela afirma que “no Brasil, a cor do meu filho é a cor que faz com que as pessoas mudem de calçada, escondam as bolsas e blindem seus carros”, como forma de expor o preconceito existente no país. Para ridicularizar o discurso, o presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Laerte Rimoli, compartilhou no Facebook um meme com uma colagem da atriz em que uma criança branca aparece fugindo em primeiro plano, ao lado da frase “Quando você percebe que é o filho da Taís Araújo na calçada”, além de um comentário no Twitter sobre pessoas que “pulam do avião” ao verem a atriz. A postagem indignou entidades de defesa da igualdade racial. O Fórum Nacional pela Democratização (FNDC) anunciou a intenção de denunciar o gestor público pela ironia diante da manifestação antirracista. “Ele deveria zelar pelo fim de todas as formas de discriminação, pelo respeito à diversidade e aos direitos humanos”, afirmou a coordenadora do FNDC, Renata Mielli, em entrevista à Rede Brasil Atual. “Racismo já é crime. Agora, praticado por um gestor de empresa pública de comunicação é totalmente absurdo. Vamos exigir que medidas cabíveis sejam adotadas”, completou. Diante da repercussão negativa da “piada” de fundo racista, ele usou o Facebook, nesta quarta-feira (22/11), para pedir desculpas. “Peço desculpas à atriz Taís Araújo e sua família por ter compartilhado um post inadequado em minha timeline”, escreveu. Mas o presidente da EBC não foi o único integrante do poder público que se dispôs a atacar a fala de Taís. O senador José Medeiros, do Mato Grosso, disse, durante transmissão da TV Senado, que ela estava “mentindo”, “prestou um desserviço ao Brasil” e fez “discurso de ódio”, enquanto o secretário de Educação do Rio de Janeiro, Cesar Benjamim, usou seu Facebook para classificar o depoimento como “idiotice racial”, ensinando que o racismo no Brasil é “uma criação do Departamento de Estado dos Estados Unidos”. Todos os que protestaram são brancos. Assim como muitos jovens que fizeram questão de gravar vídeos no YouTube contra a atriz, demonstrando de forma clara, branquíssima, a gravidade do problema racial do país – onde nem sequer se pode falar sobre racismo sem sofrer repressão. Veja abaixo o discurso contundente de Taís Araújo, no TEDx São Paulo, e as gracinhas compartilhadas pelo presidente da EBC.

    Leia mais
  • Etc

    Atriz Lucy Ramos denuncia ataque racista na internet

    14 de outubro de 2017 /

    Lucy Ramos usou seu Instagram para denunciar ataques de racismo que vem sofrendo. A atriz, que participou do filme americano “Turistas” e recentemente viveu a personagem Leila na novela “A Força do Querer”, reuniu os comentários abusivos deixados em seu perfil e fez um desabafo, dizendo que vai procurar seus direitos. “Como pode uma pessoa criar uma conta no Instagram, única e exclusivamente para ofender outras pessoas! Porque com certeza eu não fui a única. A covardia é tanta que nem mostrar o rosto teve coragem. Mas eu me amo, me aceito, me respeito, sei quem sou, para o que luto e vivo. E digo claramente que nada disso me atingiu”, explicou ela. A atriz contou que ficou em dúvida se compartilharia as agressões que recebeu. “Pensei muito se deveria ou não postar essas ofensas, mas fiz questão de postar para dizer que não podemos deixar esse tipo de pessoa sair ofendendo outras, se escondendo por trás da internet e achando que nada vai lhe acontecer. Estou indo atrás dos meus direitos e essa pessoa não vai sair impune”, avisou. O post recebeu diversos comentários de apoio. “Racismo não é inveja, é crime de ódio. Denuncie!”, disse uma fã. “Você é porta-voz daquelas que se calam”, acrescentou outro seguidor da atriz. VEJA A PRÓXIMA FOTO. Que você vai entender o que estou dizendo! Como pode uma pessoa criar uma conta no Instagram, única e exclusivamente para ofender outras pessoas! Porque com certeza eu não fui a única. A covardia é tanta que nem mostrar o rosto teve coragem. Mas eu me amo, me aceito, me respeito, sei quem sou, para o que luto e vivo. E digo claramente que nada disso me atingiu. Pensei muito se deveria ou não postar essas ofensas, mas fiz questão de postar para dizer que não podemos deixar esse tipo de pessoa sair ofendendo outras, se escondendo por trás da internet e achando que nada vai lhe acontecer. Estou indo atrás dos meus direitos e essa pessoa não vai sair impune. ✊? Uma publicação compartilhada por Lucy Ramos (@lucyramos_) em Out 13, 2017 às 1:00 PDT

    Leia mais
  • Filme

    Trailer mostra Nicholas Hoult e Laia Costa num romance da era dos aplicativos

    8 de outubro de 2017 /

    O novo romance indie do diretor Drake Doremus (“Loucamente Apaixonados”) ganhou pôster e seu primeiro trailer. Intitulado “Newness”, o filme mostra o relacionamento de Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) e a espanhola Laia Costa (“Victoria”), que se conhecem por meio de um aplicativo e passam a viver um grande amor em meio a experimentações modernas. Ou nem tanto. Afinal, a única novidade do romance aberto da dupla, em relação ao “amor livre” dos anos 1960, é a internet. As consequências, brigas e questionamentos não representam essa novidade toda para quem cresceu durante a nouvelle vague. Além do par central, o elenco também inclui Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”), Jessica Henwick (série “Punho de Ferro”), Matthew Gray Gubler (série “Criminal Minds”), Andrew Lees (série “The Originals”), Courtney Eaton (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Albert Hammond Jr., guitarrista da banda The Strokes. O filme dividiu a crítica ao ser exibido no Festival de Sundance (tem 60% de aprovação no site Rotten Tomatoes), mas foi comprado pela Netflix, que ainda não marcou sua estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Continuação de Detona Ralph vai juntar universos Disney, Pixar, Marvel e Star Wars

    16 de julho de 2017 /

    A Disney realiza neste fim de semana sua convenção pública anual D23, evento que é uma espécie de Comic-Con da empresa, no qual revela trailers e novidades de seus próximos lançamentos, com a participação do elenco e diretores de filmes, séries e animações. Entre as produções animadas, a que teve mais novidades compartilhadas foi a continuação de “Detona Ralph” (2012). Parece promissora, apesar do título comprido e mal-escrito, que repete duas vezes o nome do protagonista: “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet” Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet. A premissa permite uma oportunidade de exploração do catálogo da própria empresa. Do ponto de vista econômico, em vez de promover games de outras empresas, a trama será sinérgica, aproveitando os personagens da própria Disney. Do ponto de vista criativo, a produção marcará a primeira vez que a empresa juntará, num mesmo filme, personagens da Disney, Pixar, Marvel e da Lucasfilm. Uma cena revelada na D23 mostrou que Vanellope encontrará 10 princesas encantadas num site chamado OhMyDisney.com, que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que as princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Os produtores também confirmaram a participação de Stan Lee, dublando a si mesmo, e Taraji P. Henson (série “Empire”) como uma nova personagem, Yesss, que é um algorítimo. O resto das novidades continua mantido em segredo, mas pelo aperitivo é possível imaginá-las. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro de 2018 nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. Veja abaixo o primeiro teaser e o vídeo da apresentação, que reúne 9 das princesas e Sarah Silverman, a intérprete de Vanellope.

    Leia mais
  • Série

    Teaser da 4ª e última temporada de Halt and Catch Fire destaca o surgimento da web

    27 de junho de 2017 /

    O canal pago americano AMC divulgou o teaser da 4ª e última temporada de “Halt and Catch Fire”, que traça a explosão digital do começo da era da informática nos anos 1980. A prévia destaca o surgimento da world wide web, a interface gráfica da internet. Criada por Christopher Cantwell e Christopher C. Rogers, a história começou focada no grupo de geeks de computação por trás do surgimento do computador pessoal, mas, a partir da 2ª temporada, a inovação já ficou por conta da invenção da internet. Apesar dos personagens serem fictícios, a reconstituição dos fatos que os cerca é bastante realista na evocação da tecnologia e dos acontecimentos que criaram o mundo digital atual. Além disso, o elenco é fenomenal, com Lee Pace (“Guardiões da Galáxia”), Scoot McNairy (“Batman vs. Superman”), Kerry Bish (“Argo”) e a grande revelação da série Mackenzie Davis (“Perdido em Marte”). Adorada pela crítica, a série não reflete seu culto com boa audiência. A linguagem técnica se provou uma barreira que impediu “Halt and Catch Fire” de atingir o grande público. Mesmo assim, a qualidade é tão elevada que o AMC segurou a série no ar por quatro anos. A última temporada terá 10 episódios que serão exibidos a partir de 19 de agosto nos Estados Unidos. A série também é exibida no canal pago AMC no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Fernanda Young é atacada na internet e juiz diz que ela tem “reputação elástica” por ter posado nua

    9 de junho de 2017 /

    A roteirista, produtora e atriz Fernanda Young levou uma lição de moral de um juiz, por conta de um processo que moveu na Justiça contra o dono de um perfil falso no Instagram que a chamava, entre outras coisas, de “vadia lésbica”. Segundo publicou o site Jota, o juiz Christopher Alexander Roisin, da 11ª Vara Cível de São Paulo, concordou que o pernambucano Hugo Leonardo de Oliveira Correa teve a intenção de insultar Fernanda. Porém, estabeleceu um valor baixo de indenização, em R$ 5 mil, na altura da reputação que ele atribui à vítima. No processo, o juiz afirma que “o valor leva em conta o fato da autora ter artisticamente posado nua, de modo que sua reputação é mais elástica, inclusive porque se sujeitou a publicar fotografia fazendo sinal obsceno, publicou fotografia exibindo os seios (…). Ora, uma mulher com tantos predicados como a autora afirma possuir deveria demonstrar, porque formadora de opinião, uma pouco mais de respeito”. A advogada de Fernanda, Isabela Guimaraes Del Monde, disse à imprensa que a escritora decidiu recorrer da decisão. “Não pelo valor da indenização, mas pelos trechos bastante machistas da decisão do juiz”, diz. “Foi um choque para a gente. Ele demonstrou ter uma posição machista, conservadora e retrógrada.”

    Leia mais
  • Filme

    Mulher-Maravilha estreia em mais de mil salas de cinema

    1 de junho de 2017 /

    “Mulher-Maravilha” é o maior lançamento da semana no Brasil, com uma distribuição em 1,2 mil salas. O longa chega precedido por críticas muito positivas, com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, que o apontam como uma das melhores adaptações de quadrinhos já feitas. Trata-se de uma mudança de percepção gigantesca em relação aos filmes de super-heróis da DC Comics, como “Batman vs. Superman” (2016), que introduziu a heroína. E isto acontece com a primeira superprodução de quadrinhos dirigida por uma mulher neste milênio. Patty Jenkins (do premiado “Monster: Desejo Assassino”) está fazendo História, mas também se destaca o desempenho de Gal Gadot, perfeita no papel. A segunda maior estreia é uma comédia nacional, “Amor.com”, com Ísis Valverde (“Faroeste Caboclo”) e Gil Coelho (“S.O.S.: Mulheres ao Mar 2”), que chega a 336 salas. Seu humor reflete o tema do reality show “As Gostosas e os Geeks”. Na trama, o geek conquista a gostosa, perde a gostosa e tenta reconquistá-la, com o diferencial de que boa parte disso é compartilhado nas redes sociais. Uma história convencional em tempos modernos. O filme marca a estreia solo na direção de Anita Barbosa, que foi diretora assistente de algumas das maiores bilheterias brasileiras do século – como “Se Eu Fosse Você 2” (2009), “De Pernas pro Ar” (2010) e “S.O.S.: Mulheres ao Mar 2” (2015). “As Aventuras de Ozzy” aparece em terceiro. Trata-se de uma animação espanhola sobre cachorros que, mesmo sem o pedigree de “Pets: A Vida Secreta dos Bichos” (2016), mostra que as alternativas no nicho da computação gráfica de bichos falantes estão se aprimorando. A premissa enfoca um dos grandes receios de quem tem cachorrinhos. Quando seus donos precisam viajar, Ozzy é deixado num hotel pet, cuja hospedagem de luxo se revela mera fachada para um regime carcerário, em que os cãozinhos são mal-tratadas e se vêem prisioneiros de ferozes cães de guarda. O drama épico “Z – A Cidade Perdida” completa a lista dos lançamentos de maior alcance. Com grande elenco, encabeçado por Charlie Hunnam (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Robert Pattinson (“Mapas para as Estrelas”) e Tom Holland (o novo Homem-Aranha do cinema), conta a história do Indiana Jones da vida real, o Coronel Percy Harrison Fawcett (Hunnam), que deixou a carreira militar para se tornar explorador. Obcecado pela Amazônia, o britânico se embrenhou nas matas brasileiras para encontrar uma cidade que ele chamava de “Z” e acreditava ser El Dorado, a cidade de ouro. Sua última expedição aconteceu em 1925 no Mato Grosso, onde foi visto pela última vez. Há mais três filmes em circuito bastante limitado. “Inseparáveis” não é o que se poderia chamar de cinema de arte. Ao contrário, trata-se de uma comédia concebida como remake de um blockbuster internacional. Para resumir, é a versão argentina do francês “Intocáveis” (2014), que, curiosamente, elimina o elemento racial do original, alimentando o questionamento sobre a falta de negros no cinema argentino. A trama do paraplégico milionário que fica amigo de seu tratador pobre ainda ganhará remake americano em breve. O drama escandinavo “Ande Comigo” também lida com deficiência física e clichês. Após perder uma perna no Afeganistão, um ex-militar tem dificuldades para se reajustar à vida civil e é auxiliado em sua reabilitação por uma bailarina. Os opostos se atraem, como nos romances de cinema. Mas os cinéfilos podem minimizar os lugares-comuns por conta de mais uma boa performance do dinamarquês Mikkel Boe Følsgaard (o rei louco de “O Amante da Rainha”). Por fim, o documentário nacional “O Jardim das Aflições” tem lançamento apenas em sessões especiais, mas mesmo assim chega em cinco capitais (veja onde aqui). A obra do pernambucano Josias Teófilo é um passeio pelos pensamentos filosóficos de Olavo de Carvalho, o anticomunista que na juventude militou no PCB. Sem contraditórios, ele empilha discursos sobre a “autonomia da consciência individual” em oposição à “tirania da coletividade”, no conforto de sua residência nos Estados Unidos, mostrando-se culto e articulado. É bem feitinho com seu orçamento de R$ 300 mil, arrecadados em financiamento coletivo. Mas também um tédio, que se contrapõe à forma como eletrizou a esquerda, a ponto de cineastas provocarem o cancelamento do festival Cine-PE, ao se retirarem da programação num boicote coletivo contra sua inclusão no evento. As críticas ruidosas ao pensamento de Carvalho e a contrariedade com a ideia de se fazer um filme sobre ele são usadas, de forma inteligente, no material de marketing do lançamento. Mas as reações sobressaltadas dariam um filme bem melhor que o retrato plácido realizado. Clique nos títulos em destaque para ver os trailers de todas estreias da semana.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Josh McDermitt abandona redes sociais após ameaças de fãs de The Walking Dead

    3 de maio de 2017 /

    O ator Josh McDermitt apagou todos os seus perfis nas redes sociais (Facebook, Twitter e Instagram) após receber ameaças de morte de fãs de “The Walking Dead”, que não sabem distinguir ficção e realidade. Tudo por causa de seu personagem Eugene, que aparentemente se aliou ao vilão e traiu os “mocinhos” da atração, no final da 7ª temporada. “Não me ameacem de morte, pois vou denunciá-los às autoridades. Estou cansado disso”, disse McDermitt em vídeo publicado nas redes antes do sumiço. “Você pode odiar o Eugene, não ligo. Posso até argumentar que você está errado, mas é seu direito pensar o que quiser. Mas, quando você diz que espera que eu morra, eu não sei se está falando do Joss ou do Eugene. Então, vou denunciá-lo.” Em seguida, o ator deu um conselho aos haters. “Pare de reclamar de tudo na internet. Vá passar um tempo com sua família e amigos.” O ator já tinha feito uma crítica aos comentários indiscriminados na internet em dezembro, durante uma entrevista ao site Huffington Post, lamentando que sua colega de elenco Alanna Masterson tenha sido cruelmente chamada de gorda por internautas – a atriz que interpreta Tara estava grávida e precisou ocultar o fato nos alguns em que apareceu. “A internet é muito frustrante, pois as pessoas sentem que podem falar o que querem de forma anônima. Assim, podem ser racistas e estúpidas atrás de um nickname. Para mim, são extremamente infantis”, ele disse na época.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie