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    Moonlight: Conheça o drama indie que está fazendo sensação nos EUA com as melhores críticas do ano

    23 de outubro de 2016 /

    Um drama indie chamou atenção neste fim de semana por uma performance muito acima da média no circuito limitado norte-americano. Exibido em apenas quatro cinemas, “Moolinght” fez mais de US$ 100 mil por sala, a maior arrecadação por tela do ano. Para completar, conquistou 99% de aprovação crítica no levantamento tanto do site Rotten Tomatoes quanto do Metacritic. Trata-se da melhor avaliação do ano. Para se ter ideia, em sua introdução ao filme, a revista Rolling Stone definiu o lançamento como “melhor filme de 2016”. E não foi no texto. Foi no título. O filme também conquistou três indicações ao Gotham Awards, a primeira premiação de cinema da temporada, que acontece em novembro nos EUA. Para conhecer melhor o longa, produzido pelo astro Brad Pitt, confira abaixo o pôster, o trailer e o comercial com elogios rasgados (“perfeito”, “obra-prima”, etc) divulgados pelo estúdio A24. Com imagens impactantes, as prévias dão uma ideia da dramaticidade da produção, que acompanha três períodos da vida de um jovem, desde os dias de bullying na infância até seu formação como adulto, com direito a decepções familiares, contato com a violência e o tráfico e descoberta de desejos homossexuais em um bairro violento de Miami. “Moonlight” marca a estreia do jovem diretor e roteirista Barry Jenkins em longa metragem, e deve ocupar o vácuo deixado pela rejeição ao cineasta Nate Parker, que era considerado favorito ao Oscar com seu drama escravagista “The Birth of a Nation”, até cair em desgraça por conta da descoberta de um escândalo sexual de seu passado. O elenco, composto exclusivamente por intérpretes negros, faz uma combinação de atores novatos com veteranos conhecidos, como Naomie Harris (“007 Contra Skyfall”) e Mahershala Ali (o Boca de Algodão da série “Luke Cage”), além da cantora Janelle Monáe. Lançado neste fim de semana nos EUA, o filme não tem previsão de estreia no Brasil  

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    Jack Reacher estreia em 2º lugar e comédia com Gal Gadot vira piada nas bilheterias dos EUA

    23 de outubro de 2016 /

    O besteirol “Boo! A Madea Halloween”, enésimo filme da franquia estrelada por Tyler Perry vestido de mulher – o “Mamãe É uma Peça” americano – , deu uma rasteira nos grandes lançamentos da semana. A comédia de baixo orçamento, que não será lançada nos cinemas brasileiros, como nenhum dos filmes anteriores de Madea foi, faturou US$ 27,6 milhões em sua estreia nos EUA, deixando para trás a estreia de “Jack Reacher: Sem Retorno”. O primeiro “Jack Reacher” já não tinha sido exatamente um sucesso. Mas Tom Cruise insistiu no retorno. Devia ter lido o título: “Jack Reacher: Sem Retorno”. O personagem que soca antes de perguntar levou uma surra do homem vestido de mulher nas bilheterias, com US$ 23 milhões de sexta a domingo na América do Norte – e da crítica, com 40% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas, por incrível que pareça, a quantia que lhe rendeu o 2º lugar foi superior à arrecadação de estreia do filme anterior (US$ 15 milhões em 2012). Os dois “Jack Reacher” compartilham o mesmo orçamento de US$ 60 milhões. O primeiro acabou com US$ 218 milhões mundialmente, o que normalmente não sinalizaria uma sequência. Mas Tom Cruise também é produtor do longa e a negociação pode ter envolvido seu retorno à franquia “Missão Impossível”, produzida pelo mesmo estúdio – Paramount. De todo modo, o filme se deu melhor no exterior. Com lançamento em 40 países neste final de semana, “Jack Reacher: Sem Retorno” totalizou US$ 54 milhões em todo o mundo. No Brasil, a produção estreia apenas no dia 24 de novembro. Já “Ouija: Origem do Mal” teve desempenho inverso no 3º lugar. O novo filme de terror rendeu US$ 14,1 milhões em seus primeiros três dias em cartaz, menos que a abertura do longa anterior da franquia, “Ouija: O Jogo dos Espíritos”, que fez US$ 19,9 milhões na estreia em 2014. Mas não é exatamente um fracasso, já que o longa foi produzido por apenas US$ 9 milhões, e o boca-a-boca deve manter o interesse na produção nas próximas semanas, uma vez que obteve 81% de aprovação no Rotten Tomatoes. Fracasso, fracasso mesmo foi a estreia calamitosa de “Vizinhos Nada Secretos”, comédia estrelada por Zach Galifianakis, Isla Fisher, Gal Gadot e Jon Hamm. Nem comerciais mostrando a nova Mulher Maravilha de lingerie levaram público ao cinema ou interessaram à crítica – 17% de aprovação no Rotten Tomatoes. O resultado de amargar foi um 7º lugar com US$ 5,2 milhões. Detalhe: esses números de drama indie representaram uma estreia ampla em mais de 3 mil salas. Para se ter ideia, o Brasil só tem 3 mil salas no país inteiro. Brasil, onde este filme só será lançado em fevereiro… Por falar em drama indie, vale uma comparação. Enquanto a overdose de “Vizinhos Nada Secretos” rendeu US$ 1,8 mil por sala nos EUA, um lançamento modesto, em apenas 4 cinemas, faturou mais de US$ 100 mil por tela: “Moonlight”, que concorre a três prêmios no Gotham Awards. Trata-se da maior arrecadação por sala do ano, e uma das maiores de todos os tempos, e após este impacto o filme terá seu circuito ampliado nas próximas semanas. A avaliação da crítica também é a melhor do ano: 99% de elogios rasgados, babas derramadas e altares erguidos no Rotten Tomatoes. Claro que este filme não tem previsão de lançamento no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Boo! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 27,6 milhões Total EUA: US$ 27,6 milhões Total Mundo: US$ 27,6 milhões 2. Jack Reacher: Sem Retorno Fim de semana: US$ 23 milhões Total EUA: US$ 23 milhões Total Mundo: US$ 54 milhões 3. Ouija: Origem do Mal Fim de semana: US$ 14 milhões Total EUA: US$ 14 milhões Total Mundo: US$ 21,9 milhões 4. O Contador Fim de semana: US$ 14 milhões Total EUA: US$ 47,9 milhões Total Mundo: US$ 58,1 milhões 5. A Garota no Trem Fim de semana: US$ 7,2 milhões Total EUA: US$ 58,9 milhões Total Mundo: US$ 104 milhões 6. O Lar das Crianças Peculiares Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 74,4 milhões Total Mundo: US$ 224,4 milhões 7. Vizinhos Nada Secretos Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 5,6 milhões Total Mundo: US$ 8 milhões 8. Kevin Hart: What Now? Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 18,9 milhões Total Mundo: US$ 18,9 milhões 9. Cegonhas: A História Que Não Te Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 64,7 milhões Total Mundo: US$ 147,8 milhões 10. Horizonte Profundo – Desastre no Golfo Fim de semana: US$ 3,6 milhões Total EUA: US$ 55,2 milhões Total Mundo: US$ 92,1 milhões

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    Temporada de premiações é aberta com as indicações do Gotham Awards

    22 de outubro de 2016 /

    A temporada de premiações do cinema americano foi inaugurada com a primeira lista de indicados a troféus do ano. Voltado ao reconhecimento da produção independente, o Gotham Awards divulgou os filmes de concorrem a seus prêmios. E o drama “Manchester à Beira-Mar”, de Kenneth Lonergan, se destacou com quatro indicações. “Manchester à Beira-Mar” vai disputar categorias de Melhor Filme, Ator (Casey Affleck), Roteiro (Lonergan) e Ator Revelação (Lucas Hedge). O filme é queridinho da crítica, situação atestada pelo trailer que destaca elogios rasgados. A trama gira em torno do personagem de Affleck, que é obrigado a cuidar do sobrinho após a morte do pai do garoto, apesar de ter abandonado sua família há muito tempo atrás. Seu principal concorrente é “Moonlight”, de Barry Jenkins, que obteve três indicações nas mesmas categorias: Melhor Filme, Roteiro (Jenkins) e Revelação (todo o elenco). Além dos dois longas, a disputa de Melhor Filme ainda inclui “Paterson”, de Jim Jarmusch, “Certas Mulheres”, de Kelly Reichardt, vencedor do Festival de Londres, e “Jovens, Loucos e Mais Rebeldes!!”, de Richard Linklater, que estreou nos cinemas brasileiros neste fim de semana. A cerimônia de premiação do Gotham Awards acontece em 28 de novembro, em Nova York, bem antes da estreia de diversos candidatos em potencial ao Oscar, que chegam aos cinemas na época do Natal. Mas vale observar que os dois últimos vencedores do Gotham Awards também venceram o Oscar: “Spotlight” (2015) e “Birdman” (2014).

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    20th Century Women: Trailer traz Greta Gerwig e Ella Fanning na era do punk rock

    9 de outubro de 2016 /

    A A24 divulgou o trailer da comédia “20th Century Women”, produção indie passada na época do punk/new wave e estrelada pelas atrizes Annette Bening (“Minhas Mães e Meu Pai”), Greta Gerwig (“Frances Ha”) e Elle Fanning (“Malévola”). A prévia situa a época em 1979, por meio de um discurso desencantado do então presidente Jimmy Carter, assistido pela família da trama em sua sala de estar, e pela trilha sonora da banda Talking Heads. O filme gira em torno de Dorothea (Bening), uma mãe que tenta criar o seu filho Jamie (Lucas Jade Zumann, de “A Entidade 2”), da melhor maneira possível, e para isso contará com a ajuda de duas outras mulheres de diferentes gerações. Gerwig vai interpretar uma fotógrafa sofisticada, submersa na cultura punk, que é forçada a voltar para sua cidade natal e acaba vivendo com Dorothea e Jamie. Fanning, por sua vez, será Julie, uma garota de 16 anos que é amiga/namorada do menino. O elenco ainda conta com Billy Crudup (“Spotlight”) e Alia Shawkat (“Sala Verde”). Escrito e dirigido por Mike Mills, do premiado “Toda Forma de Amor” (2010), com base na sua própria experiência de juventude, “20th Century Women” tem estreia marcada para 25 de dezembro nos EUA, buscando qualificação para os prêmios da temporada, com um lançamento mais amplo em 20 de janeiro. Ainda não há previsão para o Brasil.

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    Manchester à Beira-Mar: Trailer legendado multiplica críticas elogiosas a Casey Affleck

    1 de outubro de 2016 /

    A Sony divulgou o pôster e o trailer legendado de “Manchester à Beira-Mar”, drama do diretor e roteirista Kenneth Lonergan (autor do roteiro de “Gangues de Nova York”). A trama mostra Casey Affleck (“Interestelar”) sendo obrigado a cuidar do sobrinho após a morte do pai do garoto, além de muitos trechos de críticas elogiosas, a ponto de “Obra-prima” parecer o slogan da produção. O elenco de “Manchester By the Sea” ainda inclui Michelle Williams (“Oz, Mágico e Poderoso”), Lucas Hedges (“O Teorema Zero”), Kyle Chandler (série “Bloodline”), Matthew Broderick (“Roubo nas Alturas”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), e C.J. Wilson (“Um Senhor Estagiário”). O filme fez muito barulho no Festival de Sundance, mas não chegou a vencer nada. Mesmo assim, o marketing do estúdio já ensaia a possibilidade de Casey Affleck ser indicado pela primeira vez à estatueta de Melhor Ator, posicionando sua estreia na época das premiações de fim de ano. A estreia está marcada para 18 de novembro nos EUA e apenas em 12 de janeiro no Brasil.  

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    Paterson: Elogiado drama de Jim Jarmusch com Adam Driver ganha 20 fotos e primeiro trailer

    1 de outubro de 2016 /

    A Amazon divulgou 20 fotos, o pôster e o primeiro trailer de “Paterson”, novo longa do cultuado diretor indie Jim Jarmusch (“Amantes Eternos”). O filme acompanha um motorista de ônibus chamado Paterson na cidade que se chama Paterson. Mas também inclui outra peculiaridade: o motorista é interpretado por Adam Driver (driver, claro, é motorista em inglês). A redundância faz parte da estratégia do diretor, que busca apresentar a banalidade do cotidiano, de onde seu protagonista extrai poesia. Literalmente. Enquanto não dirige seu ônibus pela cidadezinha de Nova Jersey, o motorista Driver escreve poemas. E a trama é contada em estrofes, uma para cada dia da semana, ao longo de uma semana em sua vida. A escolha da locação não foi casual. Paterson foi lar dos poetas Allen Ginsberg e William Carlos Williams. Ambos tinham em comum o uso da linguagem coloquial e versos que refletiam o cotidiano. Paterson, o personagem, também escreve sobre o que vive. Mas sua vida é monótona, com uma mulher dona de casa (a iraniana Golshifteh Farahani, de “Êxodo: Deuses e Reis”), um cachorro e um emprego tedioso. Exibido no Festival de Cannes, “Paterson” arrancou muitos elogios da crítica – alguns destacados no cartaz e na prévia, que pincela o cotidiano do protagonista. A estreia está marcada para 28 de dezembro nos EUA, data final para filmes que aspiram ao Oscar, mas não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Final da franquia clássica de terror Fantasma ganha trailer

    28 de setembro de 2016 /

    A Well Go Usa divulgou o pôster e o trailer de “Phantasm: Ravager”, final da saga de terror “Fantasma”, iniciada em 1979 pelo cineasta Don Coscarelli. Quinto longa da franquia, o filme registra o último trabalho de Angus Scrimm, falecido em janeiro, na pele do personagem que o consagrou, o misterioso agente funerário que comanda esferas voadoras mortais, conhecido apenas como “Tall Man”. “Phantasm: Ravager” também inclui outro integrante do elenco original, Reggie Bannister, que continua assombrado por visões de outro mundo e disposto a acertar as contas com o Tall Man, mesmo já tendo entrado na Terceira Idade. Coscarelli volta a assinar a trama, mas, pela primeira vez, deixa outro dirigir a franquia. A missão de encerrar a história ficou com o animador e técnico de efeitos visuais David Hartman, que trabalhou com Coscarelli em “John Morre no Final” (2012). A estreia está marcada para 7 de outubro nos EUA, em circuito limitado e VOD, e não há previsão de lançamento no Brasil.  

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    The Eyes of My Mother: Veja o trailer de um dos terrores mais falados e premiados do ano

    27 de setembro de 2016 /

    A Magnolia Pictures divulgou o pôster e o trailer de “The Eyes of My Mother”, o terror mais comentado do último Festival de Sundance e grande vencedor do Fantastic Cinema Festival. Filmado em preto e branco, o filme evoca temas de “Psicose” (1960) com uma bizarria toda própria. A prévia atmosférica introduz a protagonista, vivida pela portuguesa Kika Magalhães (“Patient: 23”), que conta para uma visita incauta, ao som de um fado triste, o que aprendeu na infância com sua mãe cirurgiã. Vivendo no isolamento de uma fazenda distante, ela foi ensinada desde cedo a entender a anatomia humana e não se impressionar com a morte. O filme foi escrito e dirigido por Nicolas Pesce, que estreia no cinema após realizar alguns clipes musicais – inclusive da argentina Tei Shi. O elenco também inclui Diana Agostini (“O Miado do Gato”), Clara Wong (série “Vinyl”) e Will Brill (“Not Fade Away”). A estreia está marcada para 2 de dezembro nos EUA e não há previsão de lançamento para o Brasil.

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    Filme inspirado em lenda urbana da banda The Smiths define elenco

    18 de setembro de 2016 /

    A história do garoto que amava The Smiths a ponto de invadir uma rádio armado para exigir que tocassem as músicas da banda vai mesmo virar filme. A produção já definiu o elenco, que irá trazer dois jovens integrantes do elenco de “Boyhood”, Nick Krause e Ellar Coltrane (o próprio “boy”), além da revelação de “American Honey” Sasha Lane, a já veterana adolescente Isabelle Fuhrman (“Jogos Vorazes”) e o fortão Joe Maganiello (“Magic Mike”). Maganiello será o “refém” e é quem está ajudando a tirar o projeto do papel, como produtor executivo. O filme é basicamente uma encenação do hit “Panic” de 1986, em que os Smiths conclamavam seus fãs a enforcarem os DJs das rádios que não tocavam músicas que tinham a ver com suas vidas. Poucos meses depois deste lançamento, a letra inspirou um fã incondicional de 18 anos a tentar invadir uma rádio americana, em Denver, para manter o DJ como refém, obrigando-o a tocar repetidamente as músicas dos Smiths. Com o passar dos anos, esta história ganhou status de lenda urbana e o sequestro radiofônico até inspirou a trama de uma comédia, “Os Cabeça-de-Vento” (1994). Mas, agora, a “lenda real” de 1987 finalmente será mostrada nos cinemas, e com o título de outra música famosa dos Smiths, “Shoplifters of the World”. A verdade, porém, é que há mais lenda que realidade nessa história. Foi o próprio cantor dos Smiths, Morrissey, quem começou a espalhar o mito, contando detalhes em entrevistas e até em sua biografia. Mas, segundo a imprensa de Denver da época, o jovem fã de 18 anos que teria cometido o crime se arrependeu em cima da hora e se entregou para a polícia no estacionamento da rádio. Apesar de armado com um rifle, um LP e sete fitas K7 dos Smiths, ele nunca entrou na emissora, sendo recolhido pela polícia para uma avaliação psiquiátrica. Os policiais acreditavam que só mesmo um louco poderia adorar – naquela época e naquele lugar – aquela banda inglesa obscura, com letras depravadas e ainda por cima liderada por um cantor de inclinação sexual suspeitíssima. O roteiro e a direção da versão lendária do fato real estão a cargo de Stephen Kijak, responsável por documentários musicais sobre os Rolling Stones, Scott Walker e Jaco Pastorius. E, para completar, o projeto conta com a benção de Morrissey, que facilitou a negociação dos direitos das músicas da banda para a produção. As filmagens vão começar no fim do ano. Além deste longa, há outro filme sobre os Smiths em desenvolvimento: uma cinebiografia de Morrissey intitulada “Steven”, com roteiro e direção de Mark Gill, indicado ao Oscar pelo curta “The Voorman Problem” (2011), e estrelada por Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e Jessica Brown Findlay (série “Downton Abbey”).

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    Mostra Indie traz filmes alternativos e retrospectiva de Walerian Borowczyk a São Paulo

    15 de setembro de 2016 /

    Após passagem por Belo Horizonte, onde foi originalmente concebido há 16 anos, a mostra Indie 2016 finalmente chega a São Paulo para apresentar aos cinéfilos um recorte singular da produção independente e alternativa mundial, que não se vê no circuito comercial ou mesmo no mercado de home video. Com duração de uma semana, a nova edição precisou se compactar, mas a qualidade da seleção resiste. A programação é dividida em três mostras. Na Mostra Mundial, 13 títulos dão conta de apresentar um panorama da produção de destaque em alguns países a partir da realização de veteranos, como Kiyoshi Kurosawa (“Creepy”), Albert Serra (“A Morte de Luís XIV”) e Philippe Grandrieux (“Apesar da Noite”), e novatos, como Zhang Hanyi (“A Vida Após a Vida”) e Ted Fendt (“Short Stay”). Já a Mostra Clássica trará quatro obras icônicas do cinema. São elas: “Blow-Up – Depois Daquele Beijo” (1966), de Michelangelo Antonioni, “Estranhos no Paraíso” (1984), de Jim Jarmusch, “Hiroshima Meu Amor” (1959), de Alain Resnais, e “O Homem que Caiu na Terra” (1976), de Nicolas Roeg. Como tradição, a mostra Indie dedica uma retrospectiva a um diretor, com uma obra geralmente pouco acessível ao público. O homenageado da vez é o polonês Walerian Borowczyk. Falecido em fevereiro de 2006, o artista se desdobrava em diversas funções além do comando atrás das câmeras. Com dezenas de créditos como diretor, Borowczyk também assinou o roteiro, a montagem, a direção de arte e a fotografia de alguns de seus filmes – na Indie, serão exibidos dele sete longas e seis curtas. A mostra Indie 2016 começa nesta quinta-feira (15/9) no CineSesc. No site do evento, é possível consultar a programação na íntegra.

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    Manchester By the Sea: Casey Affleck mostra talento dramático em trailer repleto de críticas elogiosas

    26 de agosto de 2016 /

    A Roadside Attractions divulgou quatro fotos e o primeiro trailer de “Manchester By the Sea”, drama do diretor e roteirista Kenneth Lonergan (autor do roteiro de “Gangues de Nova York”). A trama mostra Casey Affleck (“Interestelar”) sendo obrigado a cuidar do sobrinho após a morte do pai do garoto, além de muitos trechos de críticas elogiosas, a ponto de “Obra-prima” parecer o slogan da produção. O elenco de “Manchester By the Sea” ainda inclui Michelle Williams (“Oz, Mágico e Poderoso”), Lucas Hedges (“O Teorema Zero”), Kyle Chandler (série “Bloodline”), Matthew Broderick (“Roubo nas Alturas”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), e C.J. Wilson (“Um Senhor Estagiário”). O filme fez muito barulho no Festival de Sundance, mas não chegou a vencer nada. Mesmo assim, o marketing do estúdio já ensaia a possibilidade de Casey Affleck ser indicado pela primeira vez à estatueta de Melhor Ator, posicionando sua estreia na época das premiações de fim de ano. A estreia está marcada para 18 de novembro nos EUA e apenas em 12 de janeiro no Brasil.

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    Patricia Arquette vai estrelar comédia indie da criadora de Hung

    15 de agosto de 2016 /

    A atriz Patricia Arquette, vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “Boyhood” (2014), vai estrelar a comédia independente “Permanent”. Segundo o site da revista Variety, o filme dirigido por Colette Burson (criadora a série “Hung”) é ambientado nos anos 1980 e segue as desventuras de uma família que anseia para se sentir mais confiante e artística. O elenco ainda conta com Rainn Wilson (“Cooties: A Epidemia”), Jane McNeill (“Magic Mike XXL”) e a adolescente de 12 anos Kira McLean (“A Seita”). Curiosamente, Patricia Arquette começou a carreira nos anos 1980, fazendo sua estreia em “A Hora do Pesadelo 3: Os Guerreiros dos Sonhos”, de 1987. As filmagens começaram na Virgínia na última semana e a produção ainda não tem previsão de estreia.

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    Mr. Church: Eddie Murphy muda de tom em trailer dramático

    13 de agosto de 2016 /

    A Cinelou Films divulgou o pôster e o trailer de “Mr. Church”, que traz o ator Eddie Murphy (“Roubo nas Alturas”) em papel dramático. Após muitos anos sem emplacar sucessos com comédias alopradas, Murphy interpreta o cozinheiro talentoso e carismático do título, contratado para trabalhar na casa de um família branca nos anos 1960. Mas há muitos segredos envolvendo a presença dessa Mary Poppins masculina, entre eles o que a mãe (Natascha McElhone, da série “Californication”) guarda para a filha: que enfrenta um câncer terminal. A prévia acompanha a história por muitos anos, até a menina crescer, virar a atriz Britt Robertson (“Tomorrowland”) e ter sua própria filha, enquanto se dedica a desvendar o mistério da presença de Mr. Church em sua vida, responsável por ajudá-la nas horas mais difíceis. O filme tem roteiro de Susan McMartin (série “Mom”) e direção de Bruce Beresford, que ficou famoso ao filmar outra relação entre patroa branca e empregado negro: “Conduzindo Miss Daisy” (1989), vencedor do Oscar e responsável por popularizar o ator Morgan Freeman, mas também acusado de racismo por perpetuar ideais de submissão racial. “Mr. Church” estreia em 26 de setembro nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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