Mogli: Veja um vídeo de bastidores e duas cenas que destacam o realismo da produção
A Disney divulgou um vídeo de bastidores e duas cenas de “Mogli – O Menino Lobo”. O vídeo demonstra a influência da animação clássica de 1967 na nova versão, com depoimentos do diretor Jon Favreau (“Homem de Ferro”) e seu elenco de dubladores famosos, enquanto as cenas mostram o impressionante realismo dos animais do filme, que preservam o espírito de suas contrapartes animadas, como a ironia cômica do urso Balu e a presença ameaçadora do tigre Shere Khan. No filme, o jovem estreante Neel Sethi, de 10 anos de idade, intérprete de Mogli, é o único ator real da produção. Os demais personagens foram criados por computação gráfica. Mas em contraste ao apuro com que eles se movimentam e interagem, a trama mantém o principal elemento de fantasia da história clássica: os bichos são falantes. O elenco de dubladores, por sinal, é repleto de feras. Inclui Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3″), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Idris Elba (“Thor: O Mundo Sombrio”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Giancarlo Esposito (série “Revolution”) e Bill Murray (“O Grande Hotel Budapeste”). O filme adapta o clássico infantil “O Livro da Selva”, de Rudyard Kipling, sobre o menino órfão criado por lobos numa floresta da Índia, que já inspirou várias versões, entre elas a animação-referência “Mogli – O Menino Lobo” (1967), último longa produzido por Walt Disney. A nova versão tem lançamento marcado para 14 de abril no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.
Mogli – O Menino Lobo ganha pôsteres e fotos especiais com os personagens e seus dubladores
A Disney divulgou sete pôsteres de personagens e seis fotos especiais de “Mogli – O Menino Lobo”. As fotos trazem os dubladores originais ao lado de seus personagens no filme, destacando o realismo dos animais que vem marcando a divulgação do longa-metragem. No filme, o jovem estreante Neel Sethi, de 10 anos de idade, intérprete de Mogli, é o único ator real da produção. Os demais personagens foram criados por computação gráfica. Mas em contraste ao apuro com que eles se movimentam e interagem, a trama mantém o principal elemento de fantasia da história clássica: os bichos são falantes. O elenco de dubladores, por sinal, é repleto de feras. Inclui Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3″), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Idris Elba (“Thor: O Mundo Sombrio”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Giancarlo Esposito (série “Revolution”) e Bill Murray (“O Grande Hotel Budapeste”), o único ausente na sessão fotográfica. O filme adapta o clássico infantil “O Livro da Selva”, de Rudyard Kipling, sobre o menino órfão criado por lobos numa floresta da Índia, que já inspirou várias versões, inclusive a animação “Mogli – O Menino Lobo” (1967), último longa produzido por Walt Disney. A nova versão tem direção de Jon Favreau (“Homem de Ferro”) e lançamento marcado para 14 de abril no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.
Stephen King confirma Idris Elba e Matthew McConaughey na adaptação de A Torre Negra
O escritor Stephen King confirmou, em seu Twitter, que Idris Elba (“Beasts of No Nation”) e Matthew McConaughey (“Interestelar”) estrelarão a adaptação cinematográfica de “A Torre Negra”. Os nomes dos dois atores já eram citados em diversos rumores da produção. “A Torre Negra” é uma franquia literária composta por oito livros, que King começou a escrever ainda na adolescência. O primeiro volume foi publicado em 1982 e o último em 2012. Os livros apareceram várias vezes em listas dos mais vendidos e já foram transformados em quadrinhos e num jogo online. Mas a adaptação para o cinema tem se provado bastante complicada. O planejamento se estendeu por toda a última década, envolvendo conversas com vários estúdios e atores para os papéis principais, incluindo Russell Crowe e Javier Bardem. O projeto começou a sair do papel com o envolvimento da Sony Pictures e a definição do cineasta dinamarquês Nikolaj Arcel (“O Amante da Rainha”) como diretor. Ele também mexeu no roteiro de Akiva Goldsman (“O Código Da Vinci”), com a experiência de quem escreveu a versão original sueca de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2009). Idris Elba fará o papel do pistoleiro Roland Deschain, e Matthew McConaughey será seu inimigo, conhecido como o Homem de Preto. Além deles, a modelo australiana Abbey Lee, que virou atriz em “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), está negociando interpretar a protagonista feminina da produção. A trama gira em torno da jornada do Pistoleiro, que percorre um mundo apocalíptico em busca da Torre Negra, que a tudo observa no horizonte distante e fica num local cuja natureza é tanto física quanto metafórica. Em uma entrevista recente à revista Entertainment Weekly, Stephen King revelou que as primeiras falas do filme serão as primeiras palavras do livro: “O homem de preto fugiu pelo deserto e o pistoleiro o seguiu”. Entretanto, o longa cobrirá histórias do meio da série e se desenrolará nos dias atuais.
Círculo de Fogo 2 é confirmado com direção do criador da série Spartacus
A Legendary Pictures anunciou que “Círculo de Fogo 2” voltou a fazer parte de sua agenda de produções. A reviravolta é um novo capítulo na novela da continuação do filme de 2013, que chegou a ser cancelada após o fim da parceria entre o estúdio e a Warner Bros. O projeto ainda entrou brevemente na pauta da Universal, nova parceira da Legendary, apenas para ser adiado indefinidamente. A retoma se dá após a Legendary trocar de dono, adquirido pelo bilionário Wang Jianlin, considerado o homem mais rico da Ásia, e incorporada pelo Dalian Wanda Group Co., estúdio chinês controlado por Wang. Nessas idas e vindas, porém, o longa perdeu seu diretor. Comprometido com outros projetos, Guillermo del Toro participará da sequência apenas como roteirista e produtor. Segundo o site Deadline, “Círculo de Fogo 2” será dirigido por Steven S. DeKnight, roteirista veterano de “Buffy – A Caça-Vampiros”, criador da série “Spartacus” e showrunner da 1ª temporada de “Demolidor”, que fará sua estreia como diretor de cinema. Estrelado por Charlie Hunnam, Rinko Kikuchi e Idris Elba, “Círculo de Fogo” mostrava a guerra da humanidade contra criaturas monstruosas (conhecidas como Kaijus), e rendeu US$ 411 milhões ao redor do mundo, um faturamento baixo considerando seu orçamento de US$ 190 milhões. Entretanto, fez sucesso na China, o que explica o interesse em retomar a franquia, agora com coprodução chinesa. A sequência deve se passar alguns anos depois da derrota dos Kaijus e abordará o destino dos Jaegers, os robôs gigantes que não têm mais contra o que lutar. Só que os seres extradimensionais responsáveis pela invasão dos monstros gigantes ainda não desistiram da Terra. O filme ainda não tem previsão de estreia.
Atriz-modelo de Mad Max pode estrelar a adaptação de A Torre Negra
A saga da produção de “A Torre Negra”, filme baseado na obra homônima de Stephen King, parece que vai mesmo deixar de ser lenda para virar filme. Segundo o site Deadline, a modelo australiana Abbey Lee, que virou atriz em “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), está negociando interpretar a protagonista feminina da produção. O site ainda afirma que sua personagem será Tirana. Entretanto, a única Tirana da franquia literária só aparece no sétimo volume e num papel bastante secundário. Na verdade, as histórias de “A Torre Negra”, que começaram a ser escritas quando King ainda era adolescente, contam com poucas personagens femininas. Além de Abbey Lee, o elenco contará com Idris Elba (“Thor: O Mundo Sombrio”) e Matthew Macconaughey (“Interestelar”), respectivamente nos papéis de Roland Deschain, o Pistoleiro, e de Walter, o Homem de Preto. A trama gira em torno da jornada do Pistoleiro, que percorre um mundo apocalíptico em busca da Torre Negra, que a tudo observa no horizonte distante e fica num local cuja natureza é tanto física quanto metafórica. Produzido pela Sony, o longa terá direção do dinamarquês Nikolaj Arcel (“O Amante da Rainha”) e tem previsão de estreia para janeiro de 2017.
Bastille Day: Idris Elba tenta impedir atentado em Paris em trailer de filme de ação
O Studiocanal divulgou o primeiro trailer do thriller de ação “Bastille Day”. A prévia mostra Idris Elba (“Beasts of No Nation”) tentando impedir um ataque terrorista em Paris. Para isso, conta com a ajuda de um ladrão (Richard Madden, de “Game Of Thrones”), cuja destreza o transforma rapidamente de suspeito em aliado. Na trama, o personagem de Madden é um batedor de carteiristas americano que mora em Paris, e cai nas mãos da CIA quando rouba uma maleta que contém mais do que apenas uma carteira. Responsável pelo caso, o agente vivido por Elba logo percebe que a habilidade do ladrão pode ajudá-lo a desvendar uma conspiração criminosa no coração da força policial. O elenco também inclui Kelly Reilly (“O Voo”) e Charlotte Le Bon (“A Travessia”). Com direção de James Watkins (“A Mulher de Preto”), o filme estreia em 22 de abril no Reino Unido e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Personagem importante pode morrer – mais ou menos – em Thor: Ragnarok
O site Latino Review aprontou de novo, divulgando um spoiler mortal, talvez não tão mortal, menos mortal que parecia no começo. Mas que, com certeza, envolve morte, talvez. Segundo o spoiler, “Thor: Ragnarok” terá a morte de um personagem importante. O site, inclusive, revela quem é e como esse personagem morrerá. Apenas para, logo em seguida, dizer que não será assim um morte definitiva. Ele morrerá, só que não. Enfim, para quem quiser saber a anedota completa (alerta de spoiler!): na trama, Hela, a deusa da morte vivida por Cate Blanchett (“Carol”), vai banir Thor (Chris Hemsworth) de Asgard, destruir o Mjolnir e matar… Heimdall (Idris Elba). A morte do personagem explicaria porque ele apareceu numa visão para Thor, em “Vingadores: Era De Ultron” (2015), alertando-o sobre uma ameaça. Só que este não será o fim de Heimdall. No confronto final, ele surgirá para lutar contra a vilã. É como dizem que disse Mark Twain: “A notícia sobre a minha morte foi grandemente exagerada”. Mas, ok, ele pode realmente ter morrido e aparecer no final só para dar um oizinho. Afinal, trata-se de um longa dirigido por quem já ganhou prêmio ao filmar gente morta se divertindo – Taika Waititi, diretor da comédia vampírica “What We Do in The Shadows”. Para conferir se tudo vai mesmo acontecer assim, a estreia está prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Netflix faz estreia impactante no cinema com Beasts of No Nation
Primeiro longa metragem produzido pelo Netflix, “Beasts of No Nation” conta a história do jovem Agu (o pequeno e impressionante Abraham Attah) que após a morte de sua família é adotado pelo Comandante de um grupo guerrilheiro de um obscuro país da África, tornando-se parte de um exército formado em sua maioria por crianças. Escrito e dirigido por Cary Fugunaga (da 1ª temporada de “True Detective”), possui ecos inegáveis de “Apocalipse Now” (1979), seja na figura ao mesmo tempo fascinante e repugnante do personagem do Comandante interpretado por Idris Elba (“Círculo de Fogo”) como na própria trajetória de Agu, que vai se tornando cada vez mais violenta e surreal, numa espiral de violência regada a lavagem cerebral, rituais sadísticos e abuso de todo os tipos. Baseado no livro homônimo de Uzondinma Iweala, “Beasts of No Nation” não faz questão de – e nem precisa – identificar o país em que Agu vive. Em determinando momento, sabemos que o exército nigeriano atua nas forças de paz, mas é o máximo que temos de qualquer localização possível. Não que isso importe. Para Fugunaka, a bestialidade da guerra não precisa de limites ou fronteiras para se estabelecer. Da mesma forma, aos poucos percebemos que tanto as forças do governo quanto os rebeldes são apenas dois lados da mesma moeda, já que veem espiões e conspirações por todos os lados, executando a sangue frio qualquer pessoa que passar pela frente. O filme mostra, a princípio, como Agu vive na miserável vila que habita. Há nestes momentos iniciais, uma sequência absolutamente fascinante, na qual Agu e seus amigos tentam vender uma carcaça de televisão – a TV da Imaginação – na qual enxergam e representam um mundo quase ideal, de brincadeiras, jogos, lutas de caratê e romances. Fica evidente que Fukunaga evita fantasiar tanto uma infância como um família ideal, mas é visível a segurança e a felicidade de Agu ao lado de seus pais. Quando o pai e o irmão são assassinados pelo exército do governo, Fukunaga trata estas sequências com uma displicência quase cruel, mostrando que na guerra a violência atinge qualquer um, objetificando pessoas e transformando-as em simples estatísticas de um massacre. Ainda que o garoto Abraham conduza o filme com a segurança de um adulto, é Idris Elba, no papel do Comandante, que merece todos os aplausos – e prêmios – do mundo por encarnar um dos personagens mais complexos de sua carreira, um líder carismático capaz de convencer dezenas a lutar por sua causa – e uma pessoa absolutamente abjeta por usar deste poder para sua satisfação e realização pessoal. Elba é um guerrilheiro falastrão, de roupas coloridas e óculos escuros, que usa de todo o seu arsenal de palavras e conceitos deturpados para convencer crianças a segui-lo. Quase como um pastor – a crítica religiosa é pontual e acertada -, sua eloquência atira para todos os lados: seja no discurso sobre justiça e sobre devolver o país a seus donos, na conversa ao pé da fogueira sobre como as mulheres amam homens de guerra ou nas danças e canções de viés ritualístico. E quando tudo isso já fez o seu estrago, há ainda a droga, injetada em crianças para que estas consigam sobreviver ao pesadelo em que vivem. Para as crianças menores, como Agu e seu amigo Stryka (o também impressionante Emmanuel Nii Adom Quaye), há ainda outros fardos mais pesados que o filme indica com uma frieza contundente. Beirando muitas vezes o insuportável, o filme estabelece com clareza o conceito de perda da inocência, tão comum em filmes de guerra. Que vejamos isso em crianças de 10 ou 12 anos tornadas assassinos frios e cruéis é algo absolutamente perturbador. Há outro momento particularmente impressionante e gráfico no filme, justamente na prova final de Agu para mostrar-se digno de carregar uma arma. Ali, aliado a uma narração em off econômica e pontual, percebemos que Agu trilha agora um caminho sem volta, algo que já havia evidentemente destruído seu irmão de armas Stryka. À medida que o filme avança, a narrativa vai se tornando cada vez mais surreal, culminando em um momento em que Fukunaga chega a trocar a paleta de cores e transforma toda a selva verde em um inferno vermelho, uma opção estética mais do que apropriada para o estado mental do pequeno Agu – que, em determinado momento, chega a acreditar que encontra sua mãe ao ver uma senhora indefesa numa casa, para logo em seguida tratá-la com a violência usual a que se acostumou. O filme ainda encontra espaço para lidar com as questões políticas referentes à guerra – repleta de acordos, tratados, cargos e dinheiro -, mas este desvio, ainda que importante por estabelecer ainda mais o caráter podre do Comandante, soa infinitamente menos interessante do que a trajetória de Agu. E ainda que o filme termine com uma nota levemente otimista, Fukunaga faz questão de nos mostrar – em um último e brilhante diálogo – que, para Agu, a TV da Imaginação será para sempre uma lembrança de uma época e de uma vida que não voltarão mais. Tudo o que resta para ele é viver a cada dia, com seus fantasmas e com o sangue que jamais sairá de suas mãos. “Beasts of No Nation” não é apenas um filme tecnicamente impecável e com interpretações antológicas. É uma obra tão atual e relevante que ninguém fica imune após conhecê-la.







