Globo anuncia elenco principal de “Vale Tudo”; veja nomes
A novidade foi divulgada no Upfront 2025, um evento da emissora para divulgar seus projetos
Globo revela primeiro teaser do remake de “Renascer”
A rede Globo divulgou o primeiro teaser do remake de “Renascer”, próxima novela das nove, que estreia em 22 de janeiro. A produção é uma nova versão do sucesso homônimo de 1993, escrito por Benedito Ruy Barbosa, o mesmo autor de “Pantanal”, que também ganhou remake recente. A adaptação está a cargo de Bruno Luperi, neto do escritor, que já tinha sido responsável pela bem-sucedida versão de “Pantanal”, indicada ao prêmio Emmy Internacional. “Renascer” segue a saga de José Inocêncio, fazendeiro da zona cacaueira de Ilhéus, na Bahia. A prévia mostra Humberto Carrão vivendo o protagonista jovem, na 1ª fase da novela, enquanto Marcos Palmeira, que vive o mesmo personagem na 2ª fase, faz a narração da cena – a aparece brevemente ao final do vídeo. O teaser registra um momento-chave da trama, quando José Inocêncio chega em Ilhéus e encontra um Jequitibá. Fascinado pela árvore, ele finca seu facão ao pé dela e faz um pacto: enquanto a faca permanecer fincada ali, ele e a árvore prosperarão, sem morrer nem de “morte matada nem de morte morrida”. O pacto não impede tragédias em sua vida. Após perder a esposa no parto do filho mais novo, ele nutre ódio pelo herdeiro. Tudo piora quando se casa com Mariana, que era namorada do jovem e trocou o filho pelo pai.
Ator de “Mar do Sertão” assume relacionamento LGBTQIAP+
O ator Matteus Cardoso, atualmente no ar em “Mar do Sertão” na Globo, assumiu seu namorado e até revelou planos de casamento. Na quarta-feira (28/12), ele tornou público o namoro com o estudante de medicina Bruno Henrique Albuquerque, com quem está junto há quatro anos e planeja se casar. Numa entrevista ao site NDT, o artista declarou que está sendo “muito bem querido e cuidado” pelo amado e aproveitou para rasgar elogios a Bruno. “[Ele] é um cara inspirado, inspirador, muito apaixonado pela medicina, pela ciência, pela saúde. É um cara que cuida muito bem de mim, me inspira e a gente tá seguindo nessa caminhada, juntos”, afirmou. “Eu quero muito me casar, eu estou aí, juntando dinheiro, fazendo a novela. E juntando dinheiro pra gente poder se casar. É, mas é isso, eu tenho namorado, estamos juntos, estamos bem”, confirmou o ator, que há tempos trocam declarações afetivas e compartilham fotos românticas nas redes sociais. Curiosamente, ao mesmo tempo começou a circular que Humberto Carrão estaria namorando com o produtor e diretor de arte Thales Junqueira. Os dois estão juntos em Salvador (BA) para as festas de fim de ano e o romance começou a ser especulado desde dias atrás, quando Humberto publicou uma foto abraçando Thales e escreveu: “Brilhante, ê! Viva, meu amor”. Na quinta (29/12), Thales publicou uma foto com Humberto, a atriz Regina Cazé (“Todas as Flores”) e o cantor Caetano Veloso. Na legenda da publicação, ele escreveu que a atriz seria a responsável pela união da dupla. “Nossa cupida”, declarou. Nenhum deles definiu o relacionamento como Matteus Cardoso, mas as redes já assumiram que se trata mesmo de um casal. Diante da repercussão, os assessores se pronunciaram, afirmando que a notícia do namoro era “completamente equivocada”. O próprio Thales resolveu dizer que não é namoro, mas amizade.Responsável por sucessos do cinema como “Bacurau” e “Que Horas Ela Volta?”, o produtor explicou que a “expressão ‘cupida’ é porque foi a Regina que apresentou a gente pro Caetano”, esclareceu. E ainda acrescentou: “Não, claro que não estamos namorando. Somos amigos”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bruno Albuquerque (@brunoabq) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thales Junqueira (@thalesjunqueiraa)
Julio Andrade surge transformado nas gravações da minissérie sobre Betinho
A Globo divulgou a primeira imagem de Julio Andrade (“Sob Pressão”) como Betinho, marcando o começo da produção da minissérie biográfica sobre a vida do sociólogo e ativista Herbert José de Sousa (1935-1997). Além de passar por uma transformação visual, com ajuda de maquiagem, Julio Andrade perdeu 7kg para o papel. Ainda sem título divulgado, a minissérie vai retratar a luta de Betinho contra a fome no Brasil. A produção também contará com Humberto Carrão (“Rota 66: A Polícia que Mata”) e Ravel Andrade (“Reality Z”), que é irmão de Julio na vida real, nos papéis dos irmãos de Betinho, o cartunista Henfil e o violonista Chico Mário. A mãe dos três será vivida por Marieta Severo (“A Grande Família”), na maturidade, e Silvia Buarque (“Reza a Lenda”), na juventude. O elenco da atração também destaca Andréia Horta (“Elis”) no papel de Nádia Rebouças, publicitária que trabalhou com Betinho na ONG Ação da Cidadania. Desenvolvido pela AfroReggae Audiovisual, a produção começou a ser gravada nessa semana com direção geral de André Felipe Binder (“Aruanas”). Ainda não há previsão de estreia.
Marieta Severo será mãe de Betinho em série da Globo
Duas semanas após encerrar seu contrato de 39 anos com a Globo, a atriz Marieta Severo (“A Grande Família”) voltou a ser chamada pela empresa para participar de uma nova atração da Globoplay. Ela será a mãe do sociólogo Herbert José de Sousa (1935-1997), o Betinho, numa minissérie sobre a luta dele contra a fome no Brasil. Marieta interpretará Maria Figueiredo Souza, que também foi mãe do cartunista Henfil e do violonista Chico Mário. O papel do protagonista está a cargo de Julio Andrade (“Sob Pressão”), enquanto Humberto Carrão (“Rota 66: A Polícia que Mata”) encontra-se escalado como seu irmão Henfil. Para completar, Ravel Andrade (“Reality Z”), que é irmão de Julio, interpretará Chico Mário, o caçula da família. O elenco da atração também destaca Andréia Horta (“Elis”) no papel de Nádia Rebouças, publicitária que trabalhou com Betinho na ONG Ação da Cidadania. Desenvolvido pela AfroReggae Audiovisual, a produção começa a ser gravada em 4 de dezembro com direção geral de André Felipe Binder (“Aruanas”). Ainda não há previsão de estreia.
Estreia de “Rota 66” retrata um Brasil “muito triste, muito violento”
A série “Rota 66 – A Polícia que Mata”, que estreou nessa quinta (22/9) na plataforma de streaming Globoplay, é baseada no livro homônimo do jornalista Caco Barcellos, que em 1992, muito antes do movimento “Vidas Negras Importam”, causou furor por apontar ações de extermínio da tropa de elite da PM paulista, a Rota, na periferia de São Paulo, que vitimaram basicamente pessoas negras e pobres. “A expectativa para o lançamento é muito grande”, contou Barcellos, durante a coletiva de imprensa da série. “Trabalhei sete anos na investigação dessa história. Durante o processo de apuração, imaginava isso virando um roteiro para o cinema.” “Andava pelas comunidades e, quando cruzava com a história de alguém que havia sido vítima das ações da Rota, tentava captar os diálogos das pessoas, fazendo com que elas relembrassem todos os detalhes dos episódios que levaram à morte de um filho, de um irmão, por exemplo, pensando justamente em construir esses diálogos, imaginando um futuro roteiro. Nunca deixei esse assunto de lado”, completou ele. Na série, Barcellos é vivido por Humberto Carrão (“Marighella”), que na trama arrisca a própria vida para denunciar o aparente genocídio. “Foi uma grande responsabilidade para mim, como ator, e para todo o elenco, roteiristas e diretores dar conta de adaptar um livro como o ‘Rota 66’ para o audiovisual”, contou o ator. “A série, ao mesmo tempo, é uma aventura muito bonita, não só pelo Caco ser um grande jornalista, mas também por retratar o ‘jornalismo de acompanhamento’, que ele tanto faz em suas reportagens. Diria que é quase uma forma de homenagear a forma dele de pensar e fazer o jornalismo”. Carrão também falou sobre o processo de preparação para interpretar o jornalista na série. “Tentei aprender as coisas do corpo, a forma de ouvir. Vi mil reportagens, de diferentes épocas, já que a série abrange dez anos. Isso cria um caldo de referências, e ainda tem a afetiva. Mas não senti um peso de que teria que ser o Caco”, explicou ele. A série não vai mostrar apenas a vida profissional do repórter, mas também o seu lado pessoal. “Estive muito tenso antes de ver as primeiras cenas, mas acho que fiquei melhor na ficção do que na vida real”, brincou Barcellos, que também contou que não participou do desenvolvimento do roteiro da série, mas colaborou da maneira que pôde. “Minha postura foi colaborar ao máximo”, explicou ele. “Sugeri a eles: ‘Vão atrás das pessoas que não gostam do meu trabalho, não gostam de mim, para construir um personagem mais complexo, talvez’. E eles se dedicaram muito a me investigar. Quando você é investigado, é claro que fica numa certa tensão. O que será que falam de mim por aí?” A trama da série mergulha no período mais violento de atuação da Rota, entre 1970 e 1990. E o que o jornalista descobriu durante as suas investigações foi que não eram só os bandidos que eram mortos pela polícia. “Embora eu considere grave matar criminoso, evidentemente é mais grave ainda matar pessoas inocentes que nem sequer tiveram um ato ilícito ou um confronto com a polícia. Isso me assustou muito”, disse Barcellos. Falando sobre o processo de escrita do livro, o jornalista explicou que “a maior dificuldade do processo era conviver com as pessoas vítimas dessa violência, enquanto a maior motivação era fazer essa denúncia. Só não desisti por conta disso – sofro muito com a injustiça, mas esse sofrimento não me paralisa, pelo contrário, me movimenta, é um combustível, minha energia para continuar.” “Eu não saberia contar quantas vezes eu acordei com pesadelos horrorosos, com gritos horrorosos. Evidentemente, fiz um processo terapêutico para entender que eram essas vidas eliminadas que (me) acompanham”, completou ele. Barcellos diz que se emocionou ao ver seu esforço traduzido para a tela. “Ver tudo o que eu apurei realizado visualmente é especial e emocionante. Fiquei sensibilizado com a interpretação dos atores”, contou ele. O elenco também destaca Lara Tremouroux (“Medusa”) no papel de uma jornalista que trabalha com Carrão, Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) como um repórter experiente e mentor da dupla principal, além de Aílton Graça (“Carcereiros”), Ariclenes Barroso (“Segunda Chamada”) e Naruna Costa (“Colônia”). Naruna disse que, para se preparar para o seu papel, ela acompanhou as Mães de Maio de São Paulo, uma organização das famílias das quase 500 vítimas dos chamados Crimes de Maio de 2006, praticados pela polícia. “Foi impactante ouvir o quanto uma morte numa família gera outras mortes simbólicas, de afeto, mas, ao mesmo tempo, geram também outras vidas”, contou ela. “Afinal, muitas mulheres se descobriram líderes dentro de suas comunidades.” A atriz contou que trouxe muito da sua própria experiência para sua personagem. “Sou nascida e criada na periferia da Zona Sul de São Paulo, então vivenciei muito desse cenário que a série traz na minha infância e juventude. É muito doído para quem tem uma relação direta com essas histórias atravessar essa dor e poder contá-las”, disse ela. “Minha personagem, Anabela, é a tradução dessa força. Ela teve a vida devastada por essa violência policial.” “Nosso país foi fundado a partir da morte de muitas pessoas, especialmente pretas, e ainda carrega essa realidade. Então a série fala muito do hoje também”, continua ela. “É uma história que presta um serviço forte sobre [a denúncia d]o genocídio negro no Brasil. É importante que esse tema atinja todos os tipos de público, com variadas visões. Ela percorre anos de um Brasil infelizmente muito próximo do que estamos vivendo hoje. Mais do que representar uma personagem, penso na representatividade que tenho nesse projeto”, concluiu. Falando sobre essa história violenta contemporânea, Caco Barcellos conta que, na época da escrita do livro, a “mentalidade miliciana” estava embrenhada na Rota. “O miliciano é essencialmente um preguiçoso. O violento não gosta de trabalhar, inclusive os fardados. Porque é complicado trabalhar, investigar. É mais simples, entre aspas, usar a perversidade da tortura.” Humberto Carrão, que acompanhou o jornalista numa reportagem no Morro do Salgueiro como parte de sua pesquisa, contou que experimentou o impacto da violência nessa incursão. “É muito complexo, muito triste, muito violento. Enquanto o Caco estava entrevistando uma mãe, eu ouvi comentários de que tinha acabado de acontecer uma Troia, um método inconstitucional no qual o policial se esconde na mata ou em uma casa e espera um jovem considerado suspeito passar para executá-lo”, contou. Apesar disso, Caco Barcellos é esperançoso em relação ao futuro. “Tenho esperança nas novas gerações, as bandeiras identitárias significam gestos de esperança. Os jovens são mais conscientes e não estão admitindo, como aceitavam no passado, essa brutalidade contra eles. Tenho uma grande esperança que as coisas melhorem, a mesma que tinha quando fiz aquela investigação no passado”, disse ele. “Eu divido com o Caco a esperança de que as coisas possam se transformar, mas também a frustração e a tristeza de que trabalhos tão contundentes tenham sido feitos durante esses anos e, mesmo assim, os números de violência continuam grandes ou até maiores do que eram 30 anos atrás”, denunciou o ator. “A realidade continua e está até pior, pois vivemos um momento de estímulo e intenção de volta a esse passado” “‘Rota 66’ é uma série dura, sobre as pessoas que sobrevivem a esse cenário de violência, e que traz uma ferramenta política muito importante”, completou Carrão. Coprodução da Boutique Filmes, “Rota 66 – A Polícia que Mata” tem roteiro de Teodoro Poppovic, criador de “Ninguém Tá Olhando” na Netflix, e direção de Philippe Barcinski (“Entre Vales”) e Diego Martins (“Hard”). A série teve seus primeiros quatro episódios disponibilizados na madrugada desta quinta (22/9) e novos capítulos serão adicionados semanalmente no serviço de streaming Globoplay. Assista abaixo ao trailer.
Rota 66: Humberto Carrão denuncia violência policial em trailer tenso da Globoplay
A Globoplay divulgou o trailer de “Rota 66 – A Polícia que Mata”, série policial que estreia na quinta-feira (22/9). A prévia impactante mostra ações de extermínio da polícia paulista em bairros pobres e a falta de ação da Justiça para impedir que pessoas inocentes continuassem a ser assassinadas por conta da cor de suas peles. A trama adapta o livro homônimo do jornalista Caco Barcellos, lançado em 1992, que mergulha no período mais violento de atuação da Rota, a tropa de elite da PM paulista, entre 1970 e 1990. Na série, o repórter vivido por Humberto Carrão (“Marighella”) descobre cada vez mais vítimas inocentes da polícia na periferia de São Paulo, percebendo que a violência excessiva é cometida exclusivamente contra negros e pobres. Ele arrisca a própria vida para denunciar o aparente genocídio. O elenco também destaca Lara Tremouroux (“Medusa”) no papel de uma jornalista que trabalha com Carrão, Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) como um repórter experiente e mentor da dupla principal, além de Aílton Graça (“Carcereiros”), Naruna Costa (“Colônia”), Ariclenes Barroso (“Segunda Chamada”) e outros. Coprodução da Boutique Filmes, a série tem roteiro de Teodoro Poppovic, criador de “Ninguém Tá Olhando” na Netflix, e direção de Philippe Barcinski (“Entre Vales”) e Diego Martins (“Hard”).
Humberto Carrão encontra Caco Barcellos nos bastidores da nova série “Rota 66″
O ator Humberto Carrão (“Marighella”) compartilhou em seu Instagram uma foto com o jornalista Caco Barcellos (“Profissão Repórter”), tirada nos bastidores de “Rota 66 – A Polícia que Mata”, série que estreia no próximo dia 22 no Globoplay. “Que alegria estar perto do Caco!”, escreveu o ator, que interpreta o jornalista na produção. A trama adapta o livro homônimo de Barcellos e é focada no período mais violento de atuação da Rota, a tropa de elite da PM paulista, entre 1970 e 1990. Na série, o repórter vivido por Carrão descobre cada vez mais vítimas inocentes da polícia na periferia de São Paulo. Longe dos holofotes, a violência excessiva é cometida contra jovens negros e pobres. O elenco também destaca Lara Tremouroux (“Medusa”) no papel de uma jornalista que trabalha com Carrão, Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) como um repórter experiente e mentor da dupla principal, além de Aílton Graça (“Carcereiros”) como integrante do núcleo policial da história. Coprodução da Boutique Filmes, a série tem roteiro de Teodoro Poppovic, criador de “Ninguém Tá Olhando” na Netflix, e direção de Philippe Barcinski (“Entre Vales”) e Diego Martins (“Hard”). Barcellos ganhou o Prêmio Jabuti na categoria Reportagem pelo livro “Rota 66”, lançado em 1992. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por humbertocarrao (@humbertocarrao)
Rota 66: Humberto Carrão e Lara Tremouroux vão estrelar série policial da Globoplay
A nova série “Rota 66”, atualmente em desenvolvimento para a Globoplay, definiu seus protagonistas. Os atores Humberto Carrão (“Marighella”) e Lara Tremouroux (“Medusa”) viverão os jornalistas responsáveis pela investigação da trama. Apesar do título ser o mesmo de uma série clássica americana, “Rota 66” é uma produção policial baseada no livro homônimo do repórter Caco Barcellos. A trama é focada no período mais violento de atuação da Rota, a tropa de elite da PM paulista, entre 1970 e 1990. Lançado em 1992, o livro venceu o Prêmio Jabuti na categoria de Melhor Reportagem. Coprodução da Boutique Filmes, a série tem roteiro de Teodoro Poppovic, criador de “Ninguém Tá Olhando” na Netflix. O elenco também destaca Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) como um repórter experiente e mentor da dupla principal, além de Aílton Graça (“Carcereiros”) como integrante do núcleo policial da história. As gravações vão começar no fim do mês em São Paulo com previsão de lançamento para outubro de 2022.
“Marighella” ganha data oficial de estreia no Brasil
O filme “Marighella”, estreia do ator Wagner Moura na direção, finalmente ganhou data de lançamento no Brasil. A O2 Filmes anunciou nas redes sociais que a produção vai chegar oficialmente aos cinemas brasileiros em 4 de novembro, três dias após começar a ser exibido no esquema de “pré-estreias pagas”. Pronto há dois anos, “Marighella” teve sua première mundial no Festival de Berlim de 2019 e foi recebido com muitos aplausos e elogios da crítica internacional. Mas a estreia nacional, inicialmente programada para novembro do mesmo ano, teve que ser adiada por dificuldades criadas pela Ancine, logo depois de Jair Bolsonaro atacar publicamente a produção. O filme também foi alvo dos robôs bolsonaristas, que se mobilizaram para manipular sua nota em sites americanos. O ataque chamou atenção das empresas dos EUA, que mudaram até suas regras de publicações para evitar a prática de “review bombing” – crítica de cinema transformada em terrorismo virtual. Na nota que realmente vale, o filme atingiu 88% de aprovação da crítica norte-americana, na análise do site Rotten Tomatoes. O filme desagrada bolsonaristas por romancear a luta armada contra a ditadura no Brasil. A trama foca nos últimos anos da vida do guerrilheiro baiano Carlos Marighella, entre 1964 e 1969, quando ele liderou ataques contra o regime e foi executado em uma emboscada da polícia. Transformado em herói na tela, Marighella é considerado um bandido comum por negacionistas da ditadura. Protagonizado por Seu Jorge (“Cidade de Deus””), o elenco também conta com Adriana Esteves (“Benzinho”), Humberto Carrão (“Paraíso Perdido”), Bruno Gagliasso (“Todas as Canções de Amor”) e Herson Capri (“Minha Mãe é uma Peça 3”). As várias exigências burocráticas que atrasaram o lançamento do filme no Brasil acabaram criando um paradoxo e um novo problema. O filme foi lançado antes nos EUA e começou a ser disponibilizado em streaming americano desde 30 de abril. Isto fez com que cópias piratas de alta qualidade começassem a circular em diversos sites brasileiros – e não apenas nos dedicados à filmes piratas. Falando à Folha de S. Paulo, o produtor Fernando Meirelles chegou a sugerir adiantar a estreia e disponibilizar o filme em streaming também no Brasil. Entretanto, a decisão de Wagner Moura e da O2 Filmes foi manter o cronograma anteriormente acertado, com um lançamento em novembro, aproveitando a retomada do circuito cinematográfico após a pandemia. A espera acabou! Finalmente você vai conhecer a história de um dos filmes mais aguardados! Marighella, longa dirigido por Wagner Moura, estreia 04 de novembro exclusivamente nos cinemas. Sessões a partir de 01 de novembro.#MarighellaVive pic.twitter.com/z4QhHGjfcW — O2 Filmes (@o2filmes) October 4, 2021
Globoplay prepara seis novas séries brasileiras
A Globoplay voltou a produzir novas séries à todo vapor, após as paralisações causadas pela pandemia de covid-19. A lista inclui o desenvolvimento das atrações inéditas “Guerreiros do Sol”, “Musa Música”, “Dragon”, “Rota 66”, “Rensga Hits!” e “As Aventuras de José e Durval”. Em “Musa Música”, uma jovem vai tentar transformar seu bairro por meio da arte e para isso conta com ajuda da musa grega Euterpe. O roteiro está sendo escrito por Rosane Svartman (“Malhação”). Produzida em parceria com a Casa de Cinema de Porto Alegre, “Dragon” é sobre uma família falida que passa a ganhar dinheiro por causa da equipe de eSports dos filhos. Apesar do título ser o mesmo de uma série clássica americana, “Rota 66” é uma produção policial baseada no livro homônimo de Caco Barcellos. A trama é focada no período mais violento de atuação da Rota, a tropa de elite da PM paulista, entre 1970 e 1990, e terá como protagonista um jornalista vivido por Humberto Carrão (“Paraíso Perdido”). A coprodução é com a Boutique Filmes. “Rensga Hits!” se passa no universo da música sertaneja e vai juntar Alice Wegmann (“Onde Nascem os Fortes”), Lorena Comparato (“Impuros”), Fabiana Karla (“De Perto Ela Não é Normal”) e Deborah Secco (“Salve-se Quem Puder”). A cargo da Glaz Entretenimento, a produção já começou em Goiânia. “As Aventuras de José e Durval” também vai trazer muitas músicas sertanejas. A produção é uma biografia da dupla Chitãozinho e Xororó. José e Durval são os nomes reais dos dois cantores. Coprodução com a O2 Filmes, o projeto tem direção de Hugo Prata (“Coisa Mais Linda”) e vai juntar os irmãos Rodrigo e Felipe Simas nos papéis principais, após estrelarem juntos a novela “Salve-se Quem Puder”. Já “Guerreiros do Sol” vai revisar o romance cangaceiro de Lampião e Maria Bonita, com roteiro da dupla George Moura e Sergio Goldenberg (“Onde Está Meu Coração”), 40 anos após o sucesso de “Lampião e Maria Bonita”, a primeiríssima minissérie brasileira, estrelada por Nelson Xavier e Tânia Alves em 1982. Para completar, ainda está em produção uma nova temporada de “Cilada”, de Bruno Mazzeo, em parceria com o Multishow.
Inédito nos cinemas, “Marighella” vaza em sites piratas
Ainda inédito nos cinemas brasileiros, o filme “Marighella”, estreia do ator Wagner Moura na direção, vazou em sites piratas no último fim de semana. Desde sábado (9/5), links para baixar o filme surgiram em sites diversos e até em páginas de Facebook, como a da torcida de futebol Palmeiras Antifascita. O vazamento se originou de cópia do streaming oficial americano. O filme está disponível nos EUA desde 30 de abril. A pirataria abriu uma crise na produção, gerando uma reunião de emergência entre Moura, a produtora O2 Filmes e a distribuidora Paris Filmes no começo da noite de segunda-feira (10/5). O objetivo era decidir o que fazer diante do vazamento. Falando à Folha de S. Paulo, o produtor Fernando Meirelles sugeriu adiantar a estreia e disponibilizar o filme em streaming também no Brasil. Entretanto, a decisão foi manter o cronograma anteriormente acertado. Os responsáveis pela produção se manifestaram em comunicado divulgado após a reunião. “‘Marighella’ estreou nos Estados Unidos no dia 30 de abril. O longa foi disponibilizado em algumas plataformas digitais para usuários do país, o que possibilitou o vazamento do filme para a internet no último final de semana. A estratégia de lançamento nos cinemas brasileiros segue a mesma. ‘Marighella’ será lançado oficialmente no segundo semestre”, resume a nota. O filme tem estreia prevista para 20 de novembro e, a princípio, a data se mantém. Paralelamente, as páginas com os links piratas de “Marighella” foram sendo derrubadas durante toda a tarde de segunda. O caso lembra o vazamento do primeiro “Tropa de Elite”, de 2007. Antes da era do streaming, uma versão não finalizada foi desviada da pós-produção e virou DVD, que acabou comercializada por camelôs de todo o país. Isto não impediu o filme de se tornar um fenômeno de bilheterias. “Marighella” está pronto há dois anos. Sua première mundial foi no Festival de Berlim de 2019, sob aplausos, e a estreia nacional estava inicialmente programada para novembro do mesmo ano. Entretanto, o longa passou a enfrentar dificuldades para agendar seu lançamento, a ponto de Wagner Moura acusar o governo de sabotar o planejamento com uma censura burocrática. “Bolsonaro já gastou tempo para detonar o filme e a mim. Quando o presidente de um país se declara pessoalmente contra uma obra cultural específica e um setor específico, não dá para não dizer que não é perseguição política”, ele disse, em entrevista ao colunista Leonardo Sakamoto, do UOL, em 2020. O presidente realmente atacou o filme sem tê-lo visto, assim como vários robôs, que tentaram manipular a nota da produção em sites americanos, chamando atenção das empresas, que derrubaram as mensagens de ódio e mudaram até regras para evitar a prática de “review bombing” – terrorismo virtual. Na nota que vale, o filme atingiu 88% de aprovação da crítica norte-americana, na análise do site Rotten Tomatoes. O “problema” dos bolsonaristas com o filme é a narrativa dos últimos anos da vida do guerrilheiro baiano Carlos Marighella, entre 1964 e 1969, quando ele foi executado em uma emboscada da polícia na época da ditadura militar. Transformado em herói na tela, ele é considerado um bandido comum por quem afirma que a ditadura foi “ditabranda”. Protagonizado por Seu Jorge (“Cidade de Deus””), o elenco também conta com Adriana Esteves (“Benzinho”), Humberto Carrão (“Paraíso Perdido”), Bruno Gagliasso (“Todas as Canções de Amor”) e Herson Capri (“Minha Mãe é uma Peça 3”). Veja abaixo o trailer da produção.
Dira Paes começa a filmar primeiro longa como diretora
A atriz Dira Paes (“Divino Amor”) iniciou na semana passada as filmagens de “Pasárgada”, seu primeiro longa como diretora. Segundo informações da coluna de Monica Bergamo, no jornal Folha de São Paulo, além de dirigir, ela estrela, assina o roteiro e produz o filme. A trama acompanha uma bióloga (ela mesma) que estuda pássaros no interior do Rio. O ator Humberto Carrão (“Paraíso Perdido”) também integra o elenco e as filmagens, que seguem os protocolos de segurança de prevenção à covid-19, devem ser realizadas até o Natal. “Pasárgada” ainda não tem previsão de lançamento.











