A Torre Negra vira pior líder de bilheterias de 2017 na América do Norte
As previsões pessimistas foram confirmadas pela estreia sombria de “A Torre Negra”. O filme abriu em 1º lugar na América do Norte, mas será difícil a Sony investir numa continuação. Isto porque a arrecadação de US$ 19,5 milhões, abaixo das expectativas, foi o pior desempenho de um líder de bilheterias em todo o ano de 2017. “A Torre Negra” transformou em inverno o final da alta temporada (verão) cinematográfica norte-americana. E tampouco empolgou o resto do mundo, somando em todos os territórios US$ 27,5 milhões. Mas não deveria ser surpresa para os investidores. Esta é a performance que costuma ser associada a adaptações do escritor Stephen King. Pela quantidade de filmes que seus livros geram, pode-se acreditar que ele é autor de blockbusters, mas a maior abertura de um longa inspirado por King foi “1408”, que estreou com US$ 20,6 milhões em 2007. O filme da Sony custou, supostamente, US$ 60 milhões de produção, divididos com a coprodutora MRC (Media Right Capital). Mas os gastos de marketing não foram revelados. Havia planos para o desenvolvimento de uma franquia com novos filmes e séries. Entretanto, tudo isso deve ter sido enterrado pela implosão nos cofres do estúdio. A pá de cal foi fornecida pela crítica, num registro de somente 18% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Executivos da Universal e Warner, que chegaram a cogitar produzir o projeto megalômano, podem respirar aliviados por terem desviado desta catástrofe. O lançamento no Brasil vai acontecer em 24 de agosto. Foi por pouco, mas “Dunkirk” caiu para 2º lugar após duas semanas no topo. O filme de guerra da Warner rendeu US$ 17,6 milhões nos últimos três dias nos Estados Unidos e no Canadá, chegando a um total de US$ 133,5 milhões no mercado doméstico. De forma impressionante, já superou até a arrecadação de “Planeta dos Macacos: A Guerra”, que tem uma semana a mais de exibição e contou com uma campanha de marketing grandiosa. “Dunkirk” também ultrapassou a sci-fi da Fox no mercado mundial, ao comemorar a marca de US$ 300 milhões no mundo inteiro. “Emoji – O Filme” e “Girls Trip” ficaram com o 3º e 4º lugares, respectivamente, em condições opostas. Enquanto a animação marca outro ponto negativo para a Sony – e que negativo, com só 7% de aprovação – , “Girls Trip” é um fenômeno da Universal. Produzido por US$ 19 milhões, rendeu até agora US$ 89,4 milhões no mercado doméstico. O Top 5 se completa com mais uma estreia. O suspense “O Sequestro” (Kidnap), estrelado por Halle Berry, fez US$ 10,2 milhões. E já está no lucro, pelo simples fato de ter chegado aos cinemas. A falência da produtora Relativity deixou vários filmes no limbo, como “Fallen”, que foi lançado no Brasil e ninguém sabe se um dia aparecerá nos Estados Unidos. Por sinal, “O Sequestro” estreia em 7 de setembro no Brasil. As decepções ainda continuaram com a ampliação do circuito de “Detroit”. Lançado em 20 salas na semana passada, o drama indie de época e denúncia social da premiada diretora Kathryn Bigelow (“Guerra ao Terror”) chegou a 3 mil salas na sexta (4/8) sem lotar nenhuma. Apareceu em 8º lugar, com US$ 7,2 milhões e uma média de público 60% menor que a de “A Torre Negra”. “Detroit” estreia no Brasil em 7 de setembro. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Torre Negra Fim de semana: US$ 19,5 milhões Total EUA: US$ 19,5 milhões Total Mundo: US$ 27,5 milhões 2. Dunkirk Fim de semana: US$ 17,6 milhões Total EUA: US$ 133,5 milhões Total Mundo: US$ 314,1 milhões 3. Emoji – O Filme Fim de semana: US$ 12,3 milhões Total EUA: US$ 49,4 milhões Total Mundo: US$ 62,1 milhões 4. Girls Trip Fim de semana: US$ 11,4 milhões Total EUA: US$ 85,4 milhões Total Mundo: US$ 90,8 milhões 5. O Sequestro Fim de semana: US$ 10,2 milhões Total EUA: US$ 10,2 milhões Total Mundo: US$ 10,2 milhões 6. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 8,8 milhões Total EUA: US$ 294,9 milhões Total Mundo: US$ 670,9 milhões 7. Atômica Fim de semana: US$ 8,2 milhões Total EUA: US$ 34,1 milhões Total Mundo: US$ 45,8 milhões 8. Detroit Fim de semana: US$ 7,2 milhões Total EUA: US$ 7,7 milhões Total Mundo: US$ 7,7 milhões 9. Planeta dos Macacos: A Guerra Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 130,2 milhões Total Mundo: US$ 278 milhões 10. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 240,7 milhões Total Mundo: US$ 879,4 milhões
Críticas negativas afundam Emoji e Dunkirk mantém 1º lugar na América do Norte
“Emoji – O Filme” conseguiu realizar uma façanha, ao se tornar a primeira animação de grande estúdio a ser repudiada de forma unânime pela crítica norte-americana. Com apenas 8% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a produção da Sony foi maldosamente identificada pela imagem de um de seus personagens, Poop (um cocô), e seguiu descarga abaixo, rendendo bem menos que o esperado nas bilheterias. O longa animado, que só chega no Brasil no final de agosto, abriu com US$ 25,6 milhões e não conseguiu superar o drama de guerra “Dunkirk”, que manteve o 1º lugar pela segunda semana seguida na América do Norte, com US$ 28,1 milhões. Foi a primeira vez que um lançamento se manteve por duas semanas no topo desde a estreia de “Mulher-Maravilha”, no início de junho. A superprodução de Christopher Nolan já ultrapassou os US$ 100 milhões no mercado doméstico. O 3º lugar ficou com “Girls Trip”, uma comédia para maiores sobre farra de mulheres, protagonizada por atrizes negras. O sucesso deste filme, que soma US$ 65,5 milhões em 10 dias, é inversamente proporcional ao fracasso da produção similar com atrizes brancas (e Scarlett Johansson) “A Noite É Delas”, que fez ao todo US$ 21,8 milhões e já saiu de cartaz. Estrelada por Queen Latifah (série “Star”) e Jada Pinkett Smith (série “Gotham”), “Girls Trip” não tem previsão de estreia no Brasil O êxito de “Girls Trip” também realça o tropeço de “Atômica”, que abriu abaixo das projeções da Universal. Nem os 75% de aprovação da crítica ajudou o thriller de ação a atingir sua meta, somando nas bilheterias US$ 18,5 milhões. Apesar do orçamento ser baixo (US$ 30 milhões), o estúdio contava com um pouco mais de ímpeto para investir numa continuação. A decisão agora vai depender do desempenho internacional. A estreia no Brasil acontece em 31 de agosto. Entre os lançamentos limitados, que não entraram no Top 10, o documentário “Uma Verdade Mais Inconveniente”, sobre o aquecimento global, teve a melhor performance, faturamento mais por tela que qualquer filme em cartaz no fim de semana. A estreia ocupou apenas quatro salas. “Detroit”, o novo longa da diretora Kathryn Bigelow (“A Hora Mais Escura”), também teve uma performance de “blockbuster indie” em sua exibição em 20 telas. Ambos os filmes terão seu circuito ampliado nos próximos dias. Mas vão demorar a chegar ao Brasil. A estreia nacional de “Detroit” está marcada para 7 de setembro, enquanto “Uma Verdade Mais Inconveniente” ficou apenas para 9 de novembro. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dunkirk Fim de semana: US$ 28,1 milhões Total EUA: US$ 102,8 milhões Total Mundo: US$ 234,1 milhões 2. Emoji – O Filme Fim de semana: US$ 25,6 milhões Total EUA: US$ 25,6 milhões Total Mundo: US$ 25,6 milhões 3. Girls Trip Fim de semana: US$ 20 milhões Total EUA: US$ 65,5 milhões Total Mundo: US$ 67,5 milhões 4. Atômica Fim de semana: US$ 18,5 milhões Total EUA: US$ 18,5 milhões Total Mundo: US$ 24,4 milhões 5. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 13,4 milhões Total EUA: US$ 278,3 milhões Total Mundo: US$ 633,7 milhões 6. Planeta dos Macacos: A Guerra Fim de semana: US$ 10,3 milhões Total EUA: US$ 118,6 milhões Total Mundo: US$ 224,5 milhões 7. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 7,7 milhões Total EUA: US$ 230,4 milhões Total Mundo: US$ 819,2 milhões 8. Valerian e a Cidade dos Mil Planetas Fim de semana: US$ 6,8 milhões Total EUA: US$ 30,6 milhões Total Mundo: US$ 30,6 milhões 9. Em Ritmo de Fuga Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 92 milhões Total Mundo: US$ 138,6 milhões 10. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 395,4 milhões Total Mundo: US$ 786 milhões
Dunkirk estreia em 1º lugar e Valerian fracassa nas bilheterias da América do Norte
Rodado em 60mm, como os épicos de outrora, e com aviões e navios reais na locação verdadeira da história, “Dunkirk” arrastou multidões aos cinemas norte-americanos, abrindo em 1º lugar nas bilheterias em seu fim de semana de estreia. Superando expectativas da indústria, o longa dirigido por Christopher Nolan faturou US$ 50,5 milhões e dobrou a arrecadação com seu desempenho no mercado internacional. De forma inesperada para muitos, o filme de guerra à moda antiga deu um pau na sci-fi com efeitos digitais mirabolantes “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, que era a outra grande estreia da semana. A produção mais cara já dirigida pelo francês Luc Besson fracassou de forma retumbante, rendendo apenas US$ 17 milhões e um modesto 5º lugar no ranking. Publicações especializadas tinham cravado que “Dunkirk” teria dificuldades para abrir com mais de US$ 40 milhões, devido ao tema. Filmes sobre a 2ª Guerra Mundial não costumam virar blockbusters. Mas os lançamentos do diretor Christopher Nolan, responsável pela trilogia “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, “A Origem” e “Interestelar”, nunca decepcionaram a Warner, que investiu uma fortuna em marketing para sua divulgação, praticamente dobrando os gastos de US$ 100 milhões de seu orçamento. A aposta era mais no prestígio, com possibilidade de Oscar, do que em lucro. Mas parece que “Dunkirk” vai render algum troco. Para dar dimensão a seu feito, a maior bilheteria de filme de guerra na América do Norte tem quase 20 anos. É “O Resgate do Soldado Ryan”, de Steven Spielberg, que rendeu US$ 216,5 milhões em 1998, mas abriu com bem menos que “Dunkirk”: US$ 31 milhões. A estreia no Brasil está marcada para quinta-feira (27/7). Já “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” tem o potencial de quebrar a produtora de Besson, EuropaCorp. O cineasta se reforçou com parceiros na produção. Mesmo assim, os custos são de outro mundo. Para começar, o orçamento é o dobro de “Dunkirk”. Trata-se do primeiro filme europeu que custou mais de US$ 200 milhões. E as despesas de marketing são tratadas como segredo de estado, pois devem aumentar muito a hemorragia financeira. Enquanto “Dunkirk” foi elogiado pela crítica, com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Valerian” dividiu opiniões, entre aplausos pelo visual impressionante e vaias para o roteiro nonsense. O crítico do site The Hollywood Reporter chegou a afirmar que o filme era favorito ao Framboesa de Ouro 2018, mas opiniões menos rigorosas elevaram a média do filme para 54%. Ou seja, não é um lixo, é apenas medíocre. A sci-fi chega aos cinemas brasileiros em 10 de agosto. Entre os dois extremos do Top 5, o ranking ainda reservou uma enorme surpresa. A comédia “Girls Trip”, que não tem título nacional nem previsão de lançamento no Brasil, estreou em 2º lugar, com US$ 30,3 milhões, num desempenho que ninguém previu. O resultado representou a maior abertura da carreira do diretor Malcolm D. Lee (“O Natal dos Amigos Indiscretos”, “Um Salão do Barulho 3”, etc). E com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, não repetiu o vexame crítico da outra comédia recente sobre viagens de amigas, “A Noite é Delas”, fracasso completo que sorrateiramente sumiu do cronograma de estreias do Brasil. “Girls Trip” se mostrou mais que “Uma Noite É Delas” com atrizes negras. Para começar, reforçou a ótima química entre as atrizes Queen Latifah (série “Star”) e Jada Pinkett Smith (série “Gotham”), que voltaram a filmar juntas 21 anos após estrelarem “Até as Últimas Consequências” (1996). Viajam junto com elas Regina Hall (“Pense como Eles”), que estreou no cinema na primeira comédia do diretor, “Amigos Indiscretos” (1999), e Tiffany Haddish (“Keanu: Cadê Meu Gato?!”). As quatro vivem melhores amigas que resolvem curtir o carnaval de Nova Orleans, onde reencontram o espírito juvenil, dançando, brigando e flertando até corar. Entre os alvos masculinos de sua energia está ninguém menos que Mike Colter (o astro da série Luke Cage”). Vale observar que logo abaixo de “Girls Trip” – e acima de “Valerian” – estão pesos-pesados como “Homem-Aranha: De Volta para Casa” e “Planeta dos Macacos: A Guerra”, filmes de franquias, que disputavam o topo do ranking. O detalhe é que o filme das férias femininas, que impediu as superproduções de assegurarem ou manterem o 2º lugar, foi feito por apenas US$ 20 milhões. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dunkirk Fim de semana: US$ 50,5 milhões Total EUA: US$ 50,5 milhões Total Mundo: US$ 105,9 milhões 2. Girls Trip Fim de semana: US$ 30,3 milhões Total EUA: US$ 30,3 milhões Total Mundo: US$ 30,3 milhões 3. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 22 milhões Total EUA: US$ 251,7 milhões Total Mundo: US$ 571,7 milhões 4. Planeta dos Macacos: A Guerra Fim de semana: US$ 20,4 milhões Total EUA: US$ 97,7 milhões Total Mundo: US$ 174,8 milhões 5. Valerian e a Cidade dos Mil Planetas Fim de semana: US$ 17 milhões Total EUA: US$ 17 milhões Total Mundo: US$ 17 milhões 6. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 12,7 milhões Total EUA: US$ 213,3 milhões Total Mundo: US$ 727,4 milhões 7. Em Ritmo de Fuga Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 84,2 milhões Total Mundo: US$ 118,6 milhões 8. The Big Sick Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 24,5 milhões Total Mundo: US$ 24,6 milhões 9. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 4,6 milhões Total EUA: US$ 389 milhões Total Mundo: US$ 779,4 milhões 10. 7 Desejos Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 10,5 milhões Total Mundo: US$ 10,5 milhões
Diretor de Homem-Aranha: De Volta ao Lar negocia filmar a continuação
O diretor Jon Watts abriu negociações com a Marvel e a Sony Pictures para voltar à direção na sequência de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Considerado uma boa surpresa, o trabalho de Watts agradou. Até então pouco conhecido, o diretor deve retornar para comandar Tom Holland no segundo filme solo do Homem-Aranha, que já tem data marcada para estrear nos cinemas: 5 de julho de 2019. O longa deverá marcar o começo de uma nova fase no universo cinematográfico da Marvel, pois chegará após “Vingadores 4”, último filme dos intérpretes de Homem de Ferro, Capitão América e outros heróis.
Homem-Aranha: De Volta ao Lar lidera as bilheterias brasileiras pela segunda semana
“Homem-Aranha: De Volta ao Lar” foi o filme mais visto do Brasil pela segunda semana consecutiva. O longa do super-herói da Marvel sustentou o 1º lugar no ranking nacional com quase 1 milhão de ingressos vendidos e arrecadação de R$ 16,7 milhões, de acordo com levantamento do ComScore. A situação é diferente da enfrentada pelo filme na América do Norte, onde perdeu a liderança em sua segunda semana para “Planeta dos Macacos: A Guerra”. A produção sci-fi da Fox só estreia no Brasil em 3 de agosto. A maior concorrência do herói aracnídeo no país, com distribuição em mais de mil salas de cinema na quinta (13/7), seria “Carros 3”, mas a animação desapontou ao não conseguir superar nem mesmo “Meu Malvado Favorito 3”, que sustentou seu 2º lugar, com cerca de 800 mil ingressos e R$ 12 milhões de faturamento. O filme dos carrinhos da Pixar abriu apenas em 3º lugar, com pouco menos de R$ 10 milhões arrecadados e 600 mil espectadores. Em compensação, “DPA – Filme”, a versão de cinema da série infantil brasileira “Detetives do Prédio Azul”, abriu em 4º lugar ao ocupar somente 350 salas. Considerada “pré-estreia”, a distribuição “limitada” faturou quase R$ 2 milhões com 128 mil ingressos vendidos. A “estreia” oficial está marcada para o dia 20, quando o circuito será ampliado para 500 salas. O Top 5 nacional fecha com “Mulher-Maravilha”, que continua faturando mais de R$ 1 milhão por fim de semana, após sete semanas em cartaz.
Planeta dos Macacos vence a guerra pelo 1º lugar nas bilheterias da América do Norte
“Planeta dos Macacos: A Guerra” venceu a batalha pelas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá em sua estreia, encarando de frente a competição de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, que não conseguiu segurar-se no teto em sua segunda semana em cartaz. O terceiro filme da franquia sci-fi da Fox arrecadou US$ 56,5 milhões em 4.022 salas de cinema (considere que o Brasil inteiro tem pouco mais de 3 mil salas…), praticamente repetindo a bilheteria do filme inaugural da trilogia, “Planeta dos Macacos: A Origem” (US$ 54,8 milhões em sua estreia, em 2011). Apesar disso, também foi vítima do desgaste que tem acompanhado os lançamentos de continuações em 2017, rendendo bem menos que o capítulo anterior, “Planeta dos Macacos: O Confronto” (US$ 72,6 milhões em 2014). Mas “A Guerra” saiu-se melhor que seus concorrentes, como “Transformers: O Último Cavaleiro” e “Piratas do Caribe: A Maldição de Salazar”, que tiveram desempenho desastroso nas bilheterias domésticas. A grande diferença entre o filme estreante e os anteriores foram as críticas positivas. O terceiro “Planeta dos Macacos” tem 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O lançamento no Brasil está previsto para 3 de agosto e o ator Andy Serkis, que interpreta Caesar, anunciou que virá ao país participar da divulgação. “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” ficou em 2º lugar com US$ 45,2 milhões, após uma queda de 61% na arrecadação em relação ao seu fim de semana de abertura – muito maior do que Sony e Marvel projetavam. Por outro lado, em apenas 10 dias a produção já bateu a bilheteria doméstica de “O Espetacular Homem-Aranha 2”. Atualmente com US$ 208,2 milhões na América do Norte, o reboot ultrapassou o total de US$ 202,8 milhões alcançados pelo lançamento de 2014 ao longo de 16 fins-de-semana. Assim como “Planeta dos Macacos: A Guerra”, o filme do super-herói também é um sucesso de crítica, com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. Além do blockbuster da Fox, a semana só teve outra estreia ampla, o terror “7 Desejos”, que decepcionou com US$ 5,5 milhões e uma abertura em 7º lugar. O pouco interesse do público pode ter sido reflexo das críticas negativas. Com apenas 20% no Rotten Tomatoes, a nova obra do diretor de “Annabelle” foi considerada pouco assustadora e sem originalidade. A trama gira em torno de uma caixinha de música mágica, capaz de realizar desejos, que vai parar na mão de uma menina de 17 anos (Joey King, de “Independence Day: O Ressurgimento”). Não demora para ela descobrir que, a cada desejo concedido, deve pagar um preço terrível. A estreia no Brasil está marcada para 27 de julho. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Planeta dos Macacos: A Guerra Fim de semana: US$ 56,5 milhões Total EUA: US$ 56,5 milhões Total Mundo: US$ 102,5 milhões 2. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 45,2 milhões Total EUA: US$ 208,2 milhões Total Mundo: US$ 469,3 milhões 3. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 18,9 milhões Total EUA: US$ 187,9 milhões Total Mundo: US$ 619,3 milhões 4. Em Ritmo de Fuga Fim de semana: US$ 8,7 milhões Total EUA: US$ 73,1 milhões Total Mundo: US$ 96,2 milhões 5. The Big Sick Fim de semana: US$ 7,6 milhões Total EUA: US$ 16 milhões Total Mundo: US$ 16,1 milhões 6. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 6,8 milhões Total EUA: US$ 380,6 milhões Total Mundo: US$ 764,8 milhões 7. 7 Desejos Fim de semana: US$ 5,5 milhões Total EUA: US$ 5,5 milhões Total Mundo: US$ 5,5 milhões 8. Carros 3 Fim de semana: US$ 3,1 milhões Total EUA: US$ 140 milhões Total Mundo: US$ 222,9 milhões 9. Transformers: O Último Cavaleiro Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 124,8 milhões Total Mundo: US$ 517,2 milhões 10. The House Fim de semana: US$ 1,7 milhão Total EUA: US$ 23,1 milhões Total Mundo: US$ 28,5 milhões
Zendaya e Tom Holland zoam boatos de que estão namorando
Nesta semana, a publicação mais famosa de celebridades dos Estados Unidos descobriu um namoro entre Zendaya e Tom Holland, estrelas de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, e como no passado outros intérpretes da franquia acabaram mesmo se envolvendo, a notícia da revista People repercutiu em muitos sites. Só que os alvos da fofoca reduziram tudo a piada. Zendaya e Tom Holland riram da publicação nas redes sociais. “Espere espere… a minha parte favorita é quando diz que tiramos férias juntos. HA!”, Zendaya escreveu. “Eu não tiro férias há anos! E você, Tom Holland?” Em resposta, o ator retrucou: “A turnê de divulgação do filme conta?” Claro, nem Zendaya nem Holland negaram os rumores. O fato deles racharem o bico com a notícia confirma que no mínimo são bons amigos. De resto, “a turnê de divulgação do filme conta?” Wait wait…my favorite is when it says we go on vacations together HA! I haven't been on a vacation in years!???hbu @TomHolland1996 ??? https://t.co/zSkvcfzzTa — Zendaya (@Zendaya) July 13, 2017 @Zendaya Does the press tour count ?? https://t.co/2WsstZPyde — Tom Holland (@TomHolland1996) July 13, 2017 I'm done?✋? https://t.co/XEEipLyG4d — Zendaya (@Zendaya) July 13, 2017
Homem-Aranha: De Volta ao Lar conquista 1º lugar com bilheteria histórica na América do Norte
“Homem-Aranha: De Volta ao Lar” não teve dificuldades para estrear em 1º lugar na América do Norte. Sem concorrentes, foi o único lançamento amplo do fim de semana e aproveitou a vantagem para render uma bilheteria histórica. Com US$ 117 milhões, estimados pelo site Boxoffice Mojo, tornou-se a segunda maior abertura doméstica da Sony Pictures em todos os tempos. Quem lidera a lista de grandes estreias da Sony é, de forma irônica, “Homem-Aranha 3” (US$ 151,1 milhões em 2007), considerado um “fracasso” e responsável pela ideia de lançar o reboot de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012). Com o novo filme, o estúdio corrigiu o equívoco num segundo reboot, desta vez em parceria com a Marvel, após quase encerrar a franquia com bilheterias abaixo do desejado. O sucesso inaugural de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” foi tão grande que superou os US$ 103,3 milhões da estreia de “Mulher-Maravilha”. Só perde para mais dois outros filmes em 2017, “A Bela e a Fera” e “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. Como a Marvel é coprodutora do longa do super-herói aracnídeo, o resultado faz com que todas as três maiores bilheterias de estreia do ano nos Estados Unidos e no Canadá sejam produções da Disney. No mercado internacional, o lançamento faturou US$ 140 milhões em 56 países. As maiores bilheterias aconteceram na Coreia do Sul (US$ 25,8 milhões), México (US$ 12 milhões), Reino Unido (US$ 11,8 milhões) e Brasil (US$ 9,1 milhões). No território nacional, o valor representa a maior estreia de julho de todos os tempos. Mais detalhes na segunda (10/7), com os dados oficiais. Ao todo, a produção soma US$ 257 milhões em todo o mundo, e ainda nem estreou na China. A adaptação do super-herói dos quadrinhos também conquistou a crítica, atingindo 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Neste ano, público e crítica norte-americanos parecem se entender como nunca. As maiores bilheterias domésticas de 2017 receberam grandes elogios na imprensa, enquanto os grandes fracassos foram triturados. Franquias como “Piratas do Caribe” e “Transformers” só não darão prejuízo graças ao público chinês. De forma significativa, “Transformers: O Último Cavaleiro”, com somente 15% de aprovação no Rotten Tomatoes, levou três semanas para arrecadar o que “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” fez em três dias. Mas, graças ao mercado internacional, já se aproxima dos US$ 500 milhões mundiais. Do mesmo modo, “Meu Malvado Favorito 3” também experimenta um desempenho internacional mais efusivo. Após cair para o 2º lugar, em sua segunda semana em cartaz, a animação se aproximou dos US$ 150 milhões na América do Norte. Mas fez o dobro disso no exterior, atingindo quase US$ 450 milhões de faturamento mundial. Fora do Top 10, um drama sobrenatural de distribuição limitada impressionou os analistas por superar a arrecadação por tela de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Lançado em apenas quatro salas, “A Ghost Story” fez US$ 108 mil, o equivalente a US$ 27 mil por tela – o filme do Homem-Aranha faturou US$ 26,9 mil por tela. Sem distribuição prevista no Brasil, “A Ghost Story” volta a reunir o diretor David Lowery com os atores Casey Affleck e Rooney Mara, após terem colaborado no belo “Amor Fora da Lei” (Ain’t Them Bodies Saint, 2013). O filme acompanha o relacionamento do casal e o que acontece após a transformação de Affleck em fantasma, invisível a todos a seu redor. Para o público, porém, ele aparece como um figura triste e muda, coberta por um lençol branco de desenho animado, incapaz de consolar sua jovem viúva. Exibido no Festival de Sundance 2017, “A Ghost Story” tem 87% de aprovação no Rotten Tomatoes. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 117 milhões Total EUA: US$ 117 milhões Total Mundo: US$ 257 milhões 2. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 33,9 milhões Total EUA: US$ 149,1 milhões Total Mundo: US$ 447,5 milhões 3. Em Ritmo de Fuga Fim de semana: US$ 12,7 milhões Total EUA: US$ 56,8 milhões Total Mundo: US$ 70,8 milhões 4. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 10,1 milhões Total EUA: US$ 368,7 milhões Total Mundo: US$ 745,7 milhões 5. Transformers: O Último Cavaleiro Fim de semana: US$ 6,3 milhões Total EUA: US$ 118,9 milhões Total Mundo: US$ 494,6 milhões 6. Carros 3 Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 133,7 milhões Total Mundo: US$ 193,7 milhões 7. The House Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 18,6 milhões Total Mundo: US$ 24 milhões 8. The Big Sick Fim de semana: US$ 3,6 milhões Total EUA: US$ 6,9 milhões Total Mundo: US$ 6,9 milhões 9. 47 Meters Down Fim de semana: US$ 2,8 milhões Total EUA: US$ 38,5 milhões Total Mundo: US$ 38,5 milhões 10. O Estranho que Nós Amamos Fim de semana: US$ 2 milhões Total EUA: US$ 7,4 milhões Total Mundo: US$ 8,2 milhões
Ótimo vilão impede Homem-Aranha de virar comédia adolescente
O novo filme do Homem-Aranha é o segundo recomeço do herói em 15 anos, e o primeiro em parceria com o Marvel Studios, o que, se rompe a conexão com os títulos anteriores do herói, acaba exigindo do espectador um conhecimento de todos os outros lançamentos do estúdio. Afinal, os filmes da Marvel estão 100% conectados. No caso de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, a principal conexão é com “Capitão América: Guerra Civil” (2016), que trouxe a primeira aparição do personagem dentro desse universo, e isso já interliga a produção com a trama dos Vingadores. Entretanto, ao contrário do que o marketing sugere, as aparições de Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) são apenas pontuais, e o Homem-Aranha lida com situações mais corriqueiras do seu bairro, como ladrões e coisas do tipo. Isto porque, além do pretexto de estabelecer o protagonista num universo em que outros super-heróis existem, o novo reboot tem uma segunda e maior motivação: aproximar mais o herói das histórias de Stan Lee e Steve Ditko, ou seja, representá-lo como um adolescente desajeitado e com pouca popularidade na escola, destacando mais sua turma de colegial. Ironicamente, para cumprir esse objetivo simples, o roteiro opta por complicar, realizando uma simbiose entre o Peter Parker que todos conhecem e a versão Ultimate do personagem, com a inclusão de um melhor amigo, Ned Leeds (Jacob Batalon), que na verdade é um gordinho trazido da versão do universo alternativo criada pelo roteirista Brian Michael Bendis – o personagem original se chama Ganke Lee, que não é nada parecido com o jornalista adulto Ned Leeds das histórias de Stan Lee. O problema é que ele, assim como tantos outros elementos do filme, foram incluídos na trama para fazer o público rir. Fala-se numa suposta influência de John Hughes, mas mesmo a referência explícita de “Curtindo a Vida Adoidado” (1986) não é exatamente eficiente. O humor forçado, aliás, é uma constante em grande parte dos filmes da Marvel, mas se torna ainda mais evidente no primeiro Homem-Aranha do estúdio, escrito por especialistas em comédia (Jonathan Goldstein e John Francis Daley), como as péssimas “Quero Matar Meu Chefe 2” (2014) e “Férias Frustradas” (2015). Para efeito de comparação, “Mulher-Maravilha”, de Patty Jenkins, fez o público rir sem se esforçar tanto, com muito mais naturalidade. São dois estúdios diferentes e rivais, mas como a distância entre os dois lançamentos foi muito próxima, as diferenças se acentuam. Aliás, as cenas de ação, de pouco impacto, são outro problema que chama atenção. O que, então, funciona em “De Volta ao Lar”? Tom Holland convence como o adolescente que ganhou super-poderes e mal se contém de empolgação. Mas é Michael Keaton quem arrasa no papel do Abutre – uma escalação perfeita, logo após o ator, que já foi Batman, ter interpretado um super-herói alado, “Birdman”, no premiado filme de Alejandro González Iñárritu. Seu personagem está presente nas duas cenas que realmente funcionam no filme: a visita à casa de Liz (Laura Harrier), o interesse amoroso de Peter, e a cena no carro, em conversa com Peter. Ambas trazem elementos de suspense que até então o filme não havia explorado. Na filmografia do diretor Jon Watts, há pelo menos dois filmes dos gêneros suspense e terror, “Clow” (2014) e “A Viatura” (2015), e é bem provável que isso seja o seu forte. Também é possível considerar um acerto a escalação de Marisa Tomei como a Tia May. É inusitado ver uma mulher tão jovem e bonita fazendo o papel de uma personagem representada nos quadrinhos tradicionalmente como uma senhora idosa. Mas a May de Marisa Tomei faz um bom contraponto ao mulherengo Tony Stark, como sugere uma piada/elogio logo no início do filme. Já o que mais destoa é a opção curiosa de incluir uma cota racial na produção e mudar a caracterização de praticamente todos os colegas de escola de Peter Parker. A ideia de inserir o herói num ambiente colegial não é, de maneira alguma, um equívoco. Vendo os créditos finais, com imagens de desenhos parecidos com os de uma criança e ao som de “Blitzkrieg Bop”, dos Ramones, percebe-se o potencial. Mas juntar esse conceito original de Stan Lee com a alta tecnologia do traje criado para o personagem por Tony Stark, num retcon radical, faz com que Peter Parker pareça às vezes um Homem de Ferro adolescente e atrapalhado. Apesar do entusiasmo palpável que provocou entre os blogueiros de quadrinhos, o resultado é menos empolgante que a impressão dominante na mídia. Ponto central da questão: a luta com o Abutre demora tempo demais para acontecer. E ela é o batismo de fogo do herói. Há outros vilões conhecidos dos fãs dos quadrinhos, mas suas aparições são muito discretas e, no máximo, funcionam como um aperitivo para um segundo filme. Ao final, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” oferece uma longa introdução para o próximo filme, pois não chega a mostrar o Aranha estabelecido como super-herói ou nas situações mais conhecidas dos leitores – não há o ambiente do Clarim Diário. Com isso, fica a obrigação de caprichar mais na sequência. Senão, os pedidos de “volta, Sam Raimi!”, por enquanto tímidos, podem ganhar volume.
Cenas de beijos foram cortadas de Homem-Aranha: De Volta ao Lar
A atriz Laura Harrier revelou uma curiosidade sobre a produção de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Em entrevista ao site ComicBook, ela afirmou ter filmado várias cenas de beijo com Tom Holland. No filme, seus personagens, Liz Allan e Peter Parker, têm um relacionamento romântico. Mas nenhum beijo entrou na edição final. “Nós fizemos um monte de cenas de beijos diferentes e nenhuma delas está no filme. Eu não sei. É uma escolha interessante. Nós não sabíamos o que eles estavam tentando escolher, porque tínhamos todas essas opções diferentes de beijos do Homem-Aranha, mas no final não entrou nenhuma”, ela contou. O filme estreou nesta quinta-feira (6/7) em quase metade dos cinemas disponíveis no Brasil.
Veja os primeiros quatro minutos de Homem-Aranha: De Volta ao Lar
A Sony divulgou os quatro primeiros minutos de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” na plataforma da Playstation Network. A prévia é uma espécie de diário digital de Peter Parker (Tom Holland), que registra num smartphone o primeiro encontro do Aranha com os Vingadores – quando roubou o escudo do Capitão América no filme “Capitão América: Guerra Civil”. Boa parte das imagens já tinham sido antecipadas nos trailers. Na trama, depois de ter uma participação espetacular ao lado dos Vingadores, chegou o momento do jovem Peter Parker voltar para casa e para a sua rotina, agora não mais tão normal. Enquanto luta contra pequenos crimes nas redondezas de seu bairro, ele acredita ter encontrado sua verdadeira missão quando surge o vilão Abutre (Michael Keaton). “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para esta quinta (6/7) no Brasil.
Homem-Aranha: De Volta ao Lar ganha 15 novas fotos
A Sony e a Marvel divulgaram 15 novas fotos de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. A maioria traz Tom Holland como Peter Parker, em meio a seus colegas de escola, e como Homem-Aranha, enfrentando os supervilões do filme, entre eles o Shocker, vivido por Logan Marshall-Green (série “Quarry”), além de cenas de bastidores com o diretor Jon Watts e o produtor Kevin Feige. “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para esta quinta (6/7) no Brasil.
Trilha de Homem-Aranha: De Volta ao Lar incorpora tema clássico do herói. Ouça como ficou
A trilha de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” vai incorporar o velho e clássico tema da série animada do super-herói de 1967. O compositor Michael Giacchino (“Rogue One”) divulgou uma prévia de seu arranjo no Vevo. Confira abaixo como ficou. O primeiro filme solo em que Tom Holland veste o uniforme do herói aracnídeo agradou a crítica norte-americana. Além de diversos elogios no Twitter, atingiu (provisoriamente) 93% de aprovação na avaliação do site Rotten Tomatoes. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”), o novo “Homem-Aranha” estreia na próxima quinta (6/7) no Brasil, um dia antes de seu lançamento nos EUA. Theme (from “Spider Man”) [Original Television Series] by Michael Giacchino on VEVO.











