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    Christina Applegate celebra estrela na Calçada da Fama após esclerose múltipla

    14 de novembro de 2022 /

    A atriz Christina Applegate foi homenageada com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood nesta segunda (14/11). O evento marcou a primeira aparição pública da atriz desde que ela anunciou que sofre esclerose múltipla, em 2021. Applegate deveria ter recebido a homenagem em 2020, mas a pandemia atrasou a cerimônia. Ela fez o anúncio do seu diagnóstico de esclerose múltipla por meio de uma postagem no Twitter, enquanto filmava a 3ª e última temporada da série “Disque Amiga para Matar”. A cerimônia também contou com a participação de Katey Sagal e David Faustino, que trabalharam com Applegate na série “Um Amor de Família” (Married… with Children), a produção que revelou seu talento cômico. “Você não está sozinha. Estamos todos aqui”, disse Sagal, que viveu sua mãe na série clássica dos anos 1980, enquanto tentava conter a emoção. A atriz Linda Cardellini e a roteirista-produtora Liz Feldman, ambas de “Disque Amiga para Matar”, o trabalho mais recente de Applegate, também estavam presentes. Afetada pela doença, a atriz subiu ao pódio com o auxílio de Sagal, que ficou ao lado dela durante seu discurso. Applegate chorou ao falar da sua filha, à quem ela agradeceu pelo apoio. “A pessoa mais importante deste mundo é minha filha”, disse. “Você é tão linda e gentil e inteligente e interessante. Sou abençoada todos os dias por acordar e levar você para a escola… obrigada por me apoiar em tudo isso.” Applegate também agradeceu aos seu fãs, dizendo “eu amo muito todos vocês”. Numa entrevista ao site Variety antes da cerimônia, Applegate disse que filmar a temporada final de “Disque Amiga para Matar” enquanto lutava contra a esclerose múltipla foi “difícil como você imagina que seria”. A atriz contou que precisou usar uma cadeira de rodas para chegar ao set. “Fui diagnosticada enquanto estávamos trabalhando”, disse Applegate. “Eu tive que ligar para todo mundo e dizer: ‘Eu tenho esclerose múltipla. Tipo, que p*rra é essa!’ E então tiver que aprender – todos nós aprendemos – o que eu seria capaz de fazer.” A 3ª temporada de “Disque Amiga para Matar” estreia em 17 de novembro na Netflix e será o primeiro novo projeto de Applegate lançado após seu anúncio sobre a doença. “As pessoas vão me ver pela primeira vez como uma pessoa com deficiência, e é muito difícil”, disse Applegate, referindo-se às suas futuras aparições públicas, que devem incluir a première da série em 15 de novembro. Porém, Applegate já vem preparando o seu público para isso. No mês passado, ela postou uma foto das diferentes bengalas que ela estava pensando em usar nos tapetes vermelhos. “As bengalas agora fazem parte do meu novo normal”, escreveu Applegate na época. Assista à cerimônia completa da Calçada da Fama abaixo.

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  • Série

    Série estrelada por Robert Downey Jr. define elenco internacional

    10 de novembro de 2022 /

    A série “The Sympathizer”, desenvolvida para o canal pago HBO, definiu o elenco internacional que vai atuar ao lado de Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”) na atração. Após uma longa busca por atores vietnamitas ou descendentes nos EUA, Europa, Ásia e Oceania, a escolha recaiu sobre o australiano Hoa Xuande (“Cowboy Bebop”) para o papel principal, além de Fred Nguyen Khan (“District 31”), Toan Le (“Pé Grande”), Vy Le (“MacGyver”) e Alan Trong (“A Guerra do Amanhã”) em outros papéis importantes. “The Sympathizer” adapta o livro satírico homônimo de 2015 do professor vietnamita-americano Viet Thanh Nguyen, consagrado com o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno de um espião norte-vietnamita (comunista), infiltrado junto aos americanos durante a guerra no Vietnã, que acaba virando consultor cultural de uma grande produção de Hollywood sobre o conflito, no estilo de “Platoon” e “Apocalypse Now”. Xuande vai interpretar o protagonista, conhecido apenas como “Capitão”. Seu personagem é meio francês e meio vietnamita, e ele foge do Vietnã durante a queda de Saigon em 1975, indo parar nos EUA, onde se envolve com uma comunidade de exilados do sul da Califórnia e, eventualmente, entra no mundo do cinema. Khan será Bon, o amigo de infância do Capitão que se recusa a revelar as múltiplas identidades do seu amigo. Depois de chegar em Los Angeles, Bon encontra um novo significado para sua vida nos lugares e circunstâncias mais improváveis. Toan Le interpretará o General, o ex-chefe da Polícia Secreta do Vietnã do Sul que agora está obcecado em descobrir traidores dentro da comunidade de refugiados. Ele também tenta liderar uma missão contra-revolucionária em sua terra natal. Vy Le será Lana, a filha do general que é fluente na cultura americana e vietnamita, uma habilidade que o Capitão acha estonteante e que irrita o General. Trong viverá Sonny, um ex-colega de classe idealista do Capitão que agora é editor de um jornal de língua vietnamita em Los Angeles. O personagem é uma espécie de contraponto do Capitão. Downey Jr., por sua vez, deve desempenhar vários papéis na produção, representando elementos diferentes do establishment americano, incluindo um congressista emergente, um agente da CIA e um diretor de cinema de Hollywood, entre outros. O elenco também contará com a atriz canadense Sandra Oh (“Killing Eve”) e vários atores vietnamitas em papéis secundários. Além de atuar, Downey Jr. é um dos produtores, junto com o diretor sul-coreano Park Chan-wook (“Oldboy”), o roteirista Don McKellar (“Ensaio Sobre a Cegueira”) e sua esposa e sócia Susan Downey. Chan-wook e McKellar serão responsáveis ainda por dirigir e escrever a série. “The Sympathizer” já começou a ser gravada, mas ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Hollywood vira “Babilônia” em trailer de cair o queixo com Brad Pitt e Margot Robbie

    13 de setembro de 2022 /

    A Paramount divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer de cair o queixo de “Babilônia”, que volta a reunir os astros Brad Pitt e Margot Robbie, após “Era uma Vez em… Hollywood”, numa nova história da velha Hollywood. Só que a produção é ainda mais aloprada que a obra anterior, com excessos impressionantes de sexo, drogas e… jazz! O clima é “F*, yeah!”, como diz Brad Pitt para uma Robbie alucinada, após ela perguntar: “Quem quer me ver lutar contra com uma cobra?”. E exalta uma época em que os astros de cinema não tinham limites. Sabe as lendas das festas com groupies do Led Zeppelin e Mötley Crüe? Contos da Carochinha perto do que viveram os primeiros astros de Hollywood. A maioria dos personagens do filme é fictícia, mas inspirada em pessoas reais. Depois de viver Sharon Tate no filme de Quentin Tarantino, Robbie interpreta uma versão cocainômana de Clara Bow, símbolo sexual da era de ouro do cinema americana, conhecida como a “It girl” durante a transição do cinema mudo para o falado, enquanto Pitt é outra estrela do cinema mudo, baseado no ator real John Gilbert, que tem dificuldades de se adaptar às mudanças tecnológicas trazidas pela sonorização. A trama toma liberdades para acompanhar a ascensão e queda de seus personagens, fictícios e históricos, durante a era do jazz do final dos anos 1920, marcada pela Lei Seca e também por todo o tipo de decadência e excessos. O elenco grandioso ainda inclui Tobey Maguire (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Olivia Wilde (“O Caso Richard Jewell”), Jovan Adepo (“Watchmen”), Li Jun Li (“Evil”), Jean Smart (“Hacks”), P.J. Byrne (“The Boys”), Lukas Haas (“O Regresso”), Olivia Hamilton (“La La Land”), Max Minghella (“The Handmaid’s Tale”), Rory Scovel (“Physical”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), Eric Roberts (“Vício Inerente”), Ethan Suplee (“Dog – A Aventura de Uma Vida”), Phoebe Tonkin (“The Originals”), Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”) e o baixista Flea (“Queen & Slim”), da banda Red Hot Chili Peppers. O filme tem roteiro e direção de Damien Chazelle, diretor dos premiados “Whiplash” e “La La Land”, e o lançamento nos EUA está marcado para o Natal deste ano, visando abocanhar indicações ao Oscar 2023. No Brasil, porém, a estreia só vai acontecer em 19 de janeiro.

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  • Filme

    Babilônia: Novo filme com Brad Pitt e Margot Robbie ganha primeiras fotos

    8 de setembro de 2022 /

    A Paramount Pictures divulgou as primeiras fotos de “Babilônia” (Babylon), novo filme de Damien Chazelle, diretor de “La La Land”, que volta a reunir Margot Robbie e Brad Pitt após “Era uma vez em Hollywood”. Depois de viver Sharon Tate no filme de Quentin Tarantino, Robbie vai interpretar um papel inspirado em outra atriz famosa de Hollywood, Clara Bow, símbolo sexual da era de ouro do cinema americana, conhecida como a “It girl” durante a transição do cinema mudo para o falado. A personagem, porém, terá outro nome, já que a trama tomará liberdades para acompanhar a ascensão e queda de personagens fictícios e históricos na era do jazz, no final dos anos 1920, marcada pela Lei Seca e também por decadência e excessos. Pitt também vai interpretar um personagem “fictício”, uma estrela do cinema mudo que não consegue se adaptar às mudanças tecnológicas trazidas pela sonorização – e que é baseado no ator real John Gilbert. O elenco grandioso ainda inclui Tobey Maguire (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Olivia Wilde (“O Caso Richard Jewell”), Jovan Adepo (“Watchmen”), Li Jun Li (“Evil”), Jean Smart (“Hacks”), P.J. Byrne (“The Boys”), Lukas Haas (“O Regresso”), Olivia Hamilton (“La La Land”), Max Minghella (“The Handmaid’s Tale”), Rory Scovel (“Physical”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), Eric Roberts (“Vício Inerente”), Ethan Suplee (“Dog – A Aventura de Uma Vida”), Phoebe Tonkin (“The Originals”), Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”) e o baixista Flea (“Queen & Slim”), da banda Red Hot Chili Peppers. O próprio Chazelle escreveu o roteiro, e o lançamento nos EUA foi marcado para o Natal deste ano, visando abocanhar indicações ao Oscar 2023. No Brasil, porém, a estreia só vai acontecer em 19 de janeiro.

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  • Série

    Charlie Sheen vai voltar às séries interpretando a si mesmo

    4 de março de 2022 /

    Depois de oito anos afastado da TV, Charlie Sheen vai voltar a estrelar uma série de comédia. Intitulada “Ramble On”, a atração vai mostrar o ator interpretando a si mesmo. Desenvolvida por Doug Ellin (criador de “Entourage”), a série mostrará Sheen e dois atores de “Entourage”, Kevin Connoly e Kevin Dillon, dando vida a versões ficcionais deles mesmos. A premissa é exibir celebridades veteranas de Hollywood que buscam se reinventar, junto de aspirantes que procuram fazer seus próprios nomes. O elenco incluiu até o pai de Charlie, o ator Martin Sheen, além de Kimiko Glenn (“Orange Is the New Black”), Bre-Z (“All American”), John C. McGinley (“Scrubs”) e muitos outros. A série é uma produção da Angry Lunch, empresa formada recentemente por Ellin em associação com a Action Park Media. Ainda sem previsão de estreia e sem uma plataforma específica para exibição, a série concluiu a gravação de seu episódio piloto na quinta (3/3) para levá-lo ao mercado em busca de interessados em investir em uma temporada completa. “Essa ideia está girando na minha cabeça há anos e vê-la ganhar vida é incrível”, disse Ellin em comunicado. “Sinto-me muito grato por tantos membros da minha equipe e elenco de ‘Entourage’, juntamente com algumas das forças cômicas mais talentosas da indústria, se juntarem a nós nesta nova e emocionante jornada. Mal podemos esperar para compartilhar isso com o mundo.” Vale lembrar que Charlie Sheen já foi o ator mais bem-pago da TV americana, graças ao sucesso de “Two and a Half Men” (“Dois Homens e Meio” na TV aberta brasileira), mas caiu em desgraça ao ser demitido em 2011, após surtar devido ao excesso de consumo de drogas. Mesmo assim, conseguiu emplacar uma última série, a sitcom “Tratamento de Choque”, que foi ao ar entre 2012 e 2014 sem repercussão.

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  • Filme

    Diretor de “Logan” vai filmar cinebiografia de Buster Keaton

    23 de fevereiro de 2022 /

    O diretor James Mangold (“Logan”) está desenvolvendo uma cinebiografia de Buster Keaton, pioneiro dos filmes mudos e um dos maiores comediantes dos Estados Unidos. Em desenvolvimento no 20th Century Studios, a produção será baseada no livro “Buster Keaton: Cut to the Chase”, de Marion Meade. Segundo o site Deadline, os executivos do estúdio consideram o projeto uma prioridade e estão em busca de roteiristas. Apesar disso, Mangold só vai se dedicar ao filme após terminar “Indiana Jones 5”, atualmente em filmagens secretíssimas. Além de ator brilhante, Keaton também foi diretor, produtor e roteirista, além de ser mundialmente celebrado pelo clássico “A General” (1926), considerada uma das melhores – se não for a melhor – comédias do cinema mudo. Ele faleceu em 1966 após aparecer em filmes da Turma da Praia. Mangold já dirigiu duas cinebiografias premiadas: “Johnny & June” (2005) e “Ford vs. Ferrari” (2019). Ele ainda está envolvido com “Juliet”, adaptação do romance de Anne Fortier sobre uma mulher que descobre ser parente do casal protagonista da história de amor mais trágica de todos os tempos.

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  • Filme

    Sidney Poitier ganhará documentário na Apple TV+

    8 de janeiro de 2022 /

    A empresária Opha Winfrey está produzindo um novo documentário sobre Sidney Poitier, primeiro ator negro a vencer o Oscar, que faleceu na sexta-feira (7/1) aos 94 anos. Desenvolvido para a Apple TV+, o documentário terá direção do cineasta Reginald Hudlin (“Marshall: Igualdade e Justiça”). Segundo apurou o site da revista The Hollywood Reporter, o documentário já estava sendo realizado em segredo há mais de um ano, com participação do ator e de sua família. Celebrado como um dos maiores atores de todos os tempos e o mais importante ator negro da história de Hollywood, Poitier estrelou inúmeros clássicos, quase sempre denunciando o racismo, o que o tornou símbolo da luta pela igualdade racial nos EUA. Ele venceu o Oscar por seu trabalho menos “polêmico”, “Uma Voz nas Sombras” (1963), mas é mais lembrado por um trio de produções icônicas de 1967: “Adivinhe Quem vem para Jantar”, “Ao Mestre, com Carinho” e “No Calor da Noite”. Hudlin também está desenvolvendo outros dois filmes sobre a Hollywood negra para a AppleTV+: “Number One on the Call Sheet”, um sobre os protagonistas negros do cinema americano, que ele próprio dirigirá, e outro ainda sem título sobre as protagonistas negras, a ser dirigido por Shola Lynch (“Libertem Angela Davis”).

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  • Filme

    Tom Holland revela que vai viver Fred Astaire no cinema

    6 de dezembro de 2021 /

    O jovem ator inglês Tom Holland (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) revelou que interpretará o lendário astro de Hollywood Fred Astaire (1899–1987), que brilhou em musicais clássicos do cinema. “Vou interpretar Fred Astaire. O roteiro chegou uma semana atrás, mas ainda não o li. Eles não liberaram pra mim”, disse Holland à agência Associated Press, durante uma jornada de entrevistas (junket) em Londres para “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”. Considerado um dos maiores dançarinos de todos os tempos, Astaire teve uma trajetória de sete décadas no cinema e no teatro. Algumas de suas interpretações mais marcantes foram ao lado de Ginger Rogers, com quem formou uma famosa dupla no começo da carreira – em filmes como “O Picolino” (1935), “Ritmo Louco” (1936) e “Vamos Dançar?” (1937). Mas ele também brilhou com Jane Powell em “Núpcias Reais” (1951), Cyd Charisse em “A Roda da Fortuna” (1953) e “Meias de Seda” (1957), e Audrey Hepburn em “Cinderela em Paris” (1957). Seu último musical foi “O Caminho do Arco-Íris” (1968), de Francis Ford Coppola, no qual trabalhou com a cantora Petula Clark. Quando a idade não lhe permitiu mais dançar, ele seguiu em papéis dramáticos em séries como “Dr. Kildare” (1965), “O Rei dos Ladrões” (1969-1970) e “Battlestar Galactica” (1979) e filmes como “Inferno na Torre” (1974) e “Histórias de Fantasmas” (1981). Holland acrescentou que a cinebiografia do ator tem produção de Amy Pascal, responsável também pela franquia do “Homem-Aranha”. “Ela conversou comigo pelo FaceTime mais cedo. Eu estava no banho e tivemos uma conversa adorável”, ele afirmou. Tom Holland será visto a seguir em “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que estreia em 16 de dezembro no Brasil, e dois meses depois em “Uncharted – Fora do Mapa”, com lançamento marcado para 17 de fevereiro nos cinemas brasileiros. Veja abaixo uma seleção das 10 melhores danças de Fred Astaire no cinema.

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  • Filme

    Dwayne Johnson declara que não usará mais armas reais em seus filmes

    4 de novembro de 2021 /

    O astro Dwayne “The Rock” Johnson, ator mais bem-pago de Hollywood na atualidade, declarou que não vai mais participar de filmes que utilizem armas de fogo reais. A decisão foi tomada após a tragédia no set do western “Rust”, em que um tiro disparado por Alec Balwin num ensaio das filmagens matou a diretora de fotografia Halyna Hutchins. Johnson disse que ficou com o “coração partido” ao saber da morte da profissional e passou a repensar o uso de armas de fogo durante os projetos de sua produtora Seven Bucks Productions. “Perdemos uma vida”, disse o ator de 49 anos à revista Variety, no tapete vermelho de seu novo filme, a comédia “Alerta Vermelho” da Netflix. “Aquela foi uma situação terrível que aconteceu. Conheço Alec (Baldwin) há muitos, muitos anos. Ele é meu camarada, e me solidarizo com as famílias de todos os envolvidos”, continuou. “Não posso falar por mais ninguém, mas posso dizer, sem dúvida alguma, que em qualquer filme que fizermos a partir de agora com a Seven Bucks Productions — qualquer filme, qualquer programa de televisão ou qualquer coisa que façamos ou produzamos — com certeza não usaremos armas reais”, destacou. Ele explicou que sua produtora usará pistolas de borracha e adicionará todos os efeitos de disparos na pós-produção. “Não nos preocuparemos com o quanto vai custar”, acrescentou. Com sua iniciativa, Johnson espera inspirar outros a fazerem mudanças mais profundas na indústria cinematográfica. “À medida que avançamos, acredito que existem novos protocolos e novas medidas de segurança que devemos adotar, especialmente depois do ocorrido”, disse. “É horrível que isso tenha precisado acontecer desta forma para que despertemos”. Hutchins morreu no mês passado no set de “Rust” em Santa Fé, Novo México, quando a arma cenográfica usada por Baldwin foi disparada. A bala atingiu a diretora de fotografia em cheio e o diretor Joel Souza no ombro. Ele foi hospitalizado e recebeu alta. Baldwin recebeu um revólver identificado como “arma fria”, uma expressão da indústria para se referir a um objeto considerado seguro para o uso. Entretanto, ele continha uma bala de verdade. O departamento do xerife de Santa Fé, encarregado das investigações, ainda não indiciou ninguém, mas também não descartou nenhum suspeito envolvido com o revólver responsável pela morte da cinematógrafa, incluindo o assistente de direção que declarou a arma “fria” e a armeira responsável pela segurança do armamento utilizado na produção. Ambos tiveram problemas em trabalhos anteriores.

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  • Série

    Robert Downey Jr vai estrelar série da HBO

    15 de julho de 2021 /

    Depois de se tornar um dos atores de cinema mais bem-pagos do mundo com os filmes da Marvel, Robert Downey Jr. vai estrelar a primeira série de sua carreira. Seu próximo trabalho será “The Sympathizer”, uma produção do estúdio indie A24 para a HBO que adapta o livro satírico homônimo de 2015 do professor vietnamita-americano Viet Thanh Nguyen, consagrado com o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno de um espião norte-vietnamita (comunista), infiltrado junto aos americanos durante a guerra no Vietnã, que acaba virando consultor cultural de uma grande produção de Hollywood sobre o conflito, no estilo de “Platoon” e “Apocalypse Now”. Downey Jr. deve desempenhar vários papéis na produção, representando elementos diferentes do establishment americano, incluindo um congressista emergente, um agente da CIA e um diretor de cinema de Hollywood, entre outros. Ele também vai produzir a atração com o diretor sul-coreano Park Chan-wook (“Oldboy”), o roteirista Don McKellar (“Ensaio Sobre a Cegueira”) e sua esposa e sócia Susan Downey. Chan-wook e McKellar serão responsáveis ainda por dirigir e escrever a série, que atualmente está em busca de um ator vietnamita para o papel principal. “Adaptar o importante e magistral trabalho do Sr. Nguyen requer uma equipe visionária”, disse Robert Downey Jr. em comunicado sobre o projeto. “Com o diretor Park no comando, espero que seja uma aventura criativa de produção para Susan, para mim e para o time Downey, além de um processo estimulante para mim mesmo, ao interpretar esses papéis coadjuvantes complexos. A24 e HBO são a combinação perfeita de parceiros e família… É exatamente o tipo de desafio que eu ansiava e acredito que ofereceremos uma experiência de exibição excepcional para o nosso público.” Ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Kaley Cuoco será Doris Day em minissérie biográfica

    13 de março de 2021 /

    A atriz Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”) já tem um novo projeto após o sucesso de sua nova série “The Flight Attendant”, renovada para a 2ª temporada, e da atração animada “Harley Quinn”, sobre a vilã Arlequina, da DC Comics. Ela vai continuar na HBO Max para estrelar uma minissérie biográfica sobre a atriz e cantora Doris Day, a eterna “namoradinha da América”. A produção será baseada no livro de memórias “Doris Day: Her Own Story”, escrito por AE Hotchner em 1976, com base numa série de entrevistas com a loira de voz diáfana, que estrelou várias comédias românticas de sucesso nos anos 1950 e 1960, muitas delas fazendo par com o gay enrustido Rock Hudson – como “Confidências à Meia-Noite”, que lhe rendeu indicação ao Oscar. A obra conta vários detalhes de bastidores de seus filmes e revela dificuldade de sua vida pessoal, sendo considerada uma autobiografia. Cuoco interpretará Day, que morreu aos 97 anos em 2019, após uma carreira repleta de clássicos, além de muitos altos e baixos. Embora seja mais lembrada por comédias e musicais, Doris Day também foi uma loira hitchockiana. E ironicamente lançou sua música de maior sucesso, “Que Sera, Sera”, em “O Homem que Sabia Demais”, de Alfred Hitchcock. Apesar do sucesso, a atriz teve azar no amor. Ela se casou quatro vezes, e seu terceiro marido perdeu todo seu dinheiro, deixando-a endividada quando morreu em 1968. Foi apenas graças a uma nova carreira na televisão, que ela detestava, que evitou a ruína financeira. A estrela também se dedicou à defesa dos direitos animais a partir dos anos 1970, uma causa que Cuoco também compartilha. Além de estrelar, Cuoco também vai produzir a série, via sua produtora Yes, Norman, em parceria com a Berlanti Productions e a Warner Bros. Television. Trata-se da mesma configuração criativa de “The Flight Attendant”.

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  • Filme

    Elle Fanning viverá Ali MacGraw em filme sobre bastidores de O Poderoso Chefão

    9 de março de 2021 /

    A atriz Elle Fanning (“Malévola”) entrou no filme “Francis and The Godfather”, longa-metragem sobre os bastidores da produção de “O Poderoso Chefão” (1972). Ela vai interpretar a atriz Ali MacGraw, estrela dos blockbusters “Love Story” (1970) e “Comboio” (1978), que foi casada com o produtor Robert Evans, ex-chefe da Paramount. Fanning se junta a um elenco grandioso. Anteriormente, Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) foi confirmado como o intérprete de Evans, Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) como Francis Ford Coppola e Elisabeth Moss (“O Homem-Invisível”) no papel de sua esposa, Eleanor Coppola. O filme tem direção do veterano Barry Levinson (“Rainman”) e é baseado no roteiro do estreante Andrew Farotte, que se destacou na Lista Negra (os melhores roteiros não filmados de Hollywood) e foi reescrito com Levinson. O longa vai contar as batalhas entre Coppola, que tinha 31 anos na época, e Evans, que brigaram pela escalação de Marlon Brando, que não fazia sucesso há anos, e pelo pouco conhecido Al Pacino no papel principal. “Em meio à loucura da produção, e contra todas as probabilidades, um filme clássico aconteceu”, resumiu Levinson, em comunicado sobre o projeto. Coppola, por sua vez, comentou a produção de forma mais modesta. “Qualquer filme que Barry Levinson fizer sobre qualquer coisa, será interessante e vale a pena!” Quando o projeto foi originalmente anunciado há quatro anos, havia menção de produção da HBO, mas os últimos comunicados afirmam que a Endeavour Content e a FilmNation ainda negociam os direitos de exibição mundial. Além deste projeto, a plataforma Paramount+ também desenvolve uma série sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão”. Intitulada “The Offer”, a produção seriada narra a realização do filme de 1972 através dos olhos de seu produtor, Al Ruddy, que se empenhou para tirar o projeto do papel ao lado do diretor Francis Ford Coppola. O projeto perdeu recentemente seu ator principal. Ruddy seria interpretado por Armie Hammer, que se afastou da produção em meio à polêmica sobre mensagens de conteúdo violento que supostamente enviou a várias mulheres nas redes sociais.

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  • Música

    Diretor “cancelado” enfrenta ira feminista ao planejar volta a Hollywood

    21 de fevereiro de 2021 /

    O diretor e produtor Brett Ratner (“X-Men: O Confronto Final”) estaria planejando um retorno a Hollywood com a direção de um projeto sobre a dupla pop Milli Vanilli. A cinebiografia veio à tona no sábado (20/2), junto com a revelação de que produtora Millennium Media pretendia apresentá-la durante o evento de mercado European Film Market (EFM) na primeira semana de março. O cineasta está ligado à biografia sem título de Milli Vanilli há mais de uma década, quando adquiriu os direitos vitalícios para filmar a história da dupla franco-alemã, envolvida num escândalo de farsa musical. O roteiro é de Jeff Nathanson, com quem o Ratner trabalhou na franquia “A Hora do Rush”. Só que a iniciativa feminista Time’s Up não pretende deixar o filme acontecer. Ratner encontra-se “cancelado” desde que se tornou um dos poderosos de Hollywood denunciados durante o auge do movimento #MeToo. Em novembro de 2017, sete mulheres, incluindo as atrizes Olivia Munn e Natasha Henstridge, acusaram o cineasta de assédio e abuso sexual, com descrições de comportamento de revirar o estômago, que fizeram com que a Warner Bros. rompesse contratos e todos os laços com o produtor-diretor com quem o estúdio tinha um negócio lucrativo de coprodução. A relação de Ratner com a Warner se devia a seu sucesso como produtor. Em 2012, ele fundou a produtora RatPac com o milionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment e fechou uma parceria com a Warner Bros, originando os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “O Regresso” (2015) e até… “Liga da Justiça” (2017). A presidente e CEO da Time’s Up, Tina Tchen, divulgou um comunicado que afirma: “A Time’s Up nasceu da reavaliação nacional do assédio sexual no local de trabalho. Nosso movimento é um produto de incontáveis ​​atos de coragem de muitos sobreviventes, incluindo aqueles que falaram sobre o que sofreram nas mãos de Brett Ratner”. O texto acusa: “Ratner não apenas nunca reconheceu ou se desculpou pelo dano que causou, mas também entrou com processos na tentativa de silenciar as vozes das sobreviventes que se apresentaram – uma tática tirada do manual do predador. Você não pode apenas sumir por alguns anos e depois ressurgir e agir como se nada tivesse acontecido. Nós não esquecemos – e não iremos esquecer. E a Millennium Media também não deveria. Não deveria haver retorno”. A Time’s Up também lançou uma hashtag no Twitter: #wewontforgetbrett (nós não esqueceremos Brett). O último filme de Ratner como diretor foi “Hércules” (2014) e antes do movimento #MeToo ele pretendia filmar a cinebiografia de Hugh Hefner, o fundador da Playboy. Not only did he never acknowledge harm or apologize to the survivors, he tried to silence them. We didn’t forget. 2/2 #wewontforgetbrett https://t.co/QvAucNyx9a — TIME'S UP (@TIMESUPNOW) February 20, 2021

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