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    Shane Rimmer (1929 – 2019)

    29 de março de 2019 /

    O ator e dublador Shane Rimmer, que deu voz ao piloto Scott Tracy na série de marionetes “Thunderbirds”, morreu em sua casa na madrugada desta sexta (29/3). Ele tinha 89 anos. Canadense, nascido em Toronto em 1929, Rimmer se mudou para o Reino Unido na década de 1950, onde trabalhou em várias séries (incluindo “Doctor Who”) e iniciou uma carreira repleta de figurações no cinema, iniciada pelo clássico “Dr. Fantástico” (1964), de Stanley Kubrick, e com direito a três filmes de 007 nos anos 1970 – “007 – Os Diamantes São Eternos” (1971), “Com 007 Viva e Deixe Morrer” (1973) e “007: O Espião que me Amava” (1977), sempre como personagens diferentes. Rimmer também tinha uma relação afetiva com as adaptações da DC Comics. Após aparecer nos três primeiros filmes de “Superman” estrelados por Christopher Reeve, ainda figurou em “Batman Begins” (2005). Sua ficha no IMDb cita 165 créditos, incluindo “Guerra nas Estrelas” (1977) e o vencedor do Oscar “Gandhi” (1982), mas a maioria de seus papéis de cinema foi tão pequena que nem sequer tinha nome – em vez disso, eram identificados como o “técnico mais velho”, o “treinador”, o “coronel”, o “comentarista”. Seu trabalho mais consistente se deu nas séries do produtor Gerry Anderson. Além de dar voz ao líder da tripulação dos Thunderbirds entre 1964 e 1966, ele também dublou personagens de outras duas atrações famosas de bonecos, “Capitão Escarlate” (1967-68) e “Joe 90” (1968-69). Para completar, apareceu em carne e osso nas séries live-action de ficção científica do produtor, “Projeto UFO” (1970-71) e “Espaço: 1999” (1975–1977). Um de seus últimos trabalhos foi uma minissérie em que voltou a dublar o líder dos Thunderbirds. Foram três episódios lançados em 2015. Entretanto, quando a série original foi refeita no mesmo ano, os novos produtores não o chamaram de volta, encerrando sua longa ligação com o legado de Gerry Anderson (1929–2012).

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    Ronnie Taylor (1924 – 2018)

    10 de agosto de 2018 /

    Morreu Ronnie Taylor, veterano diretor de fotografia britânico que venceu o Oscar por “Gandhi” (1982). Ele tinha 93 anos e faleceu em sua casa na ilha de Ibiza, na Espanha, na sexta passada (3/8), após sofrer um AVC. O anúncio do falecimento só foi feito hoje pela Sociedade Britânica de Diretores de Fotografia. Taylor começou sua carreira como operador de câmera, trabalhando em clássicos como “Os Inocentes” (1961), “Barry Lyndon” (1975) e até no primeiro “Guerra nas Estrelas” (1977). E foi assim também que iniciou seu relacionamento profissional com o cineasta Richard Attenborough. Ator famoso do cinema britânico (até hoje lembrado como o Professor Hammond de “Jurassic Park”), Attenborough virou diretor com “Oh! Que Bela Guerra!” (1969) e “As Garras do Leão” (1972), e quando se viu em apuros devido a uma emergência na produção de “Gandhi”, lembrou-se do cameraman desses filmes e chamou Ronnie Taylor para fazer História. Ainda novato na função, o currículo de Ronnie Taylor como diretor de fotografia tinha apenas quatro filmes – entre eles o musical “Tommy” (1977) – , quando se viu convocado por Attenborough para salvar as filmagens de “Gandhi”. É que o cinematógrafo original, Billy Williams (de “Num Lago Dourado”), tinha sofrido uma fratura na coluna e precisou se afastar das filmagens. A superprodução caríssima correu risco de interrupção. Mas Attenborough encontrou um aliado precioso em Taylor, que aceitou o desafio e já na sua primeira cena imprimiu o tom grandioso que transformou a cinebiografia num épico. Seu primeiro dia de trabalho foi justamente a recriação do funeral de Gandhi, que usou mais de 300 mil figurantes, um recorde de atores até hoje inigualado, de acordo com o Livro Guinness dos Recordes. Billy Williams acabou voltando posteriormente para a produção, mas Attenborough considerou que ambos tiveram contribuições importantes para as filmagens e decidiu que eles compartilhariam os créditos da direção fotográfica. Acabaram compartilhando também o Oscar de Melhor Fotografia. “Gandhi” também venceu os Oscars de Melhor Filme, Diretor, Ator (Ben Kingsley), Roteiro, Direção de Arte, Figurino e Edição. Depois de vencer o Oscar, Taylor voltou a trabalhar com Attenborough em “Chorus Line: Em Busca da Fama” (1985) e “Um Grito de Liberdade” (1987). Também firmou nova parceria, ao filmar “Terror na Ópera” (1987), “Um Vulto na Escuridão” (1998) e “Insônia” (2001) para o mestre do terror italiano Dario Argento. Outros trabalhos notáveis de sua filmografia ainda incluem “O Cão dos Baskervilles” (1983), aventura de Sherlock Holmes, “Vítimas de uma Paixão” (1989), com Al Pacino, e o drama “O Ladrão do Arco-Íris” (1990), de Alejandro Jodorowsky.

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  • Filme

    Ron Howard revela visita surpresa e contribuição de George Lucas em Han Solo

    4 de maio de 2018 /

    George Lucas tenta, mas não consegue ficar longe de “Star Wars”. O criador da franquia tinha se afastado das produções dos filmes quando vendeu sua empresa, Lucasfilm, para a Disney. Mas é grande amigo de Ron Howard, que dirigiu “Han Solo: Uma História Star Wars”. Assim, acabou fazendo uma visita surpresa ao set de filmagens. E não se conteve. Afinal, ele criou Han Solo. Howard contou, em entrevista no programa “The Late Show” com Stephen Colbert, que Lucas se virou para ele, durante a filmagem, e sugeriu uma piada. E ela acabou entrando no filme. “Estávamos filmando uma cena e ele estava tentando não atrapalhar, mas uma hora inclinou-se e disse ‘Você sabe o que Han realmente ia fazer ali?'”, contou Howard. “Eu disse ‘o quê?’ e ele descreveu a piada. Ele me deu uma pequena piada e me virei para à equipe e falei: ‘Adivinhem. Isso é o que vamos fazer na próxima tomada’. Eu sei quando escuto uma boa ideia.” Howard não deu detalhes sobre a piada, mas ela entrou na edição final. De acordo com o diretor, foi uma surpresa agradável ver Lucas no set e poder incluir uma contribuição dele no filme. “Somos amigos, continuamos amigos por muitos anos, e, para mim, significou muito que ele tenha aparecido para me dar apoio”, comentou Howard, que estrelou, na época em que ainda era ator, o melhor filme de George Lucas, “Loucuras de Verão” (1973), quatro anos antes da estreia de “Guerra nas Estrelas” (1977). Veja a íntegra da entrevista abaixo. “Han Solo: Uma História Star Wars” estreia em 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Homenagem a Mark Hamill na Calçada da Fama de Hollywood vira evento de Star Wars

    9 de março de 2018 /

    O ator Mark Hamill finalmente recebeu sua estrela na Calçada da Fama na tarde de quinta (8/3) no Hollywood Boulevard. Realizada pela Câmara do Comércio de Hollywood, a homenagem acabou virando uma mini convenção de “Star Wars”, com discursos de seu colega Harrison Ford (o eterno Han Solo) e do cineasta George Lucas, criador da franquia, roteirista e diretor do filme que começou tudo em 1977. Além deles, também marcaram presença duas atrizes da nova trilogia da Disney, Kelly Marie Tran (Rose Tico) e Billie Lourd (Tenente Connix), filha de Carrie Fisher (a eterna Princesa Leia), falecida em dezembro de 2016. Sem esquecer do robô R2-D2, uma escolta de stormtroppers e, claro, uma multidão de fãs, que se aglomerou para ver seus ídolos. Bem-humorado, Hamill agradeceu a homenagem com um discurso breve, “porque me faltam palavras”, disse. “E não tinha ficado sem fala desta maneira desde ‘O Despertar da Força'”, brincou ele, em alusão à sua aparição em “O Despertar da Força” (2015), na última cena do minuto final, sem dizer uma única palavra. Hamill ainda agradeceu a George Lucas, criador do universo da franquia, a Harrison Ford, a sua família e aos fãs, por estarem junto nos bons e maus momentos da carreira. Em seu momento mais emotivo, também aconteceu uma singela homenagem de Harrison Ford à atriz Carrie Fisher. “Pensando sobre hoje, eu realmente lamento que nós não estejamos com o outro membro do nosso trio para comemorar, mas eu consigo sentir a presença dela”, disse o ator sob aplausos, lembrando a parceria entre os personagens Luke Skywalker, Han Solo e a princesa Leia na primeira trilogia da saga. Famoso pelo papel de Luke Skywalker, o protagonista da primeira trilogia de “Star Wars”, Mark Hamill tem mais de 40 anos de carreira, com diversas participações em séries, filmes e animações. Seu segundo papel mais duradouro é o de dublador do Coringa em diversas séries e longas animados da DC Comics, de 1992 até os dias de hoje, com uma risada e voz inimitáveis.

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  • Filme

    John Williams volta à Star Wars para compôr o tema do filme de Han Solo

    30 de dezembro de 2017 /

    O filme solo de, hmm, Han Solo terá seu tema musical composto por John Williams, o veterano compositor de inúmeros clássicos do cinema, inclusive da trilha sonora de “Guerra nas Estrelas”, que introduziu o personagem em 1977. Mas Williams não fará a trilha completa da produção. As demais músicas estarão a cargo de John Powell, mais conhecido por trilhas de animação, como “Rio”, “A Era do Gelo” e “Como Treinar Seu Dragão” – pela qual foi indicado ao Oscar em 2011. A informação foi revelada em entrevista de Williams à revista Variety. “O plano atual é o seguinte: eu vou compôr um tema para Han Solo e John Powell ficará com a trilha sonora, que ele fará brilhantemente”, disse o músico e maestro. Williams trabalhou em todos os filmes de “Star Wars”, menos o spin-off anterior, “Rogue One” (2016). Ele não é o único veterano da franquia envolvido na nova produção. O roteiro de “Han Solo: Uma História Star Wars” foi escrito por Lawrence Kasdan, de “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983), em parceria com seu filho Jon Kasdan. Originalmente interpretado por Harrison Ford na franquia “Star Wars”, Han Solo será agora vivido por Alden Ehrenreich (“Ave César!”), numa produção que começou a ser dirigida por Phil Lord e Chris Miller (“Anjos da Lei”) e acabou finalizada por Ron Howard (“O Código Da Vinci”). “Han Solo: Uma História Star Wars” tem estreia marcada para o dia 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Obi-Wan Kenobi vai ganhar filme solo da franquia Star Wars

    27 de agosto de 2017 /

    A Lucasfim está desenvolvendo um filme solo da franquia “Star Wars” baseado no personagem Obi-Wan Kenobi, o sábio e nobre mestre Jedi assassinado por Darth Vader no clássico de 1977. O estúdio não confirma, mas as revistas Variety e The Hollywood Reporter citam fontes não identificadas para revelar que o projeto está em estágio inicial de desenvolvimento. Isto é, ainda não possui sequer roteiro. Mesmo assim, o cineasta britânico Stephen Daldry (que filmou “Trash” no Brasil) já estaria negociando dirigir o longa. Os rumores sobre um filme de Obi-Wan Kenobi são antigos. Mas chama atenção o timing deste projeto, que seria realizado após dois prólogos de “Star Wars”, passados cronologicamente entre os filmes “A Vingança dos Sith” e “Guerra nas Estrelas” (ou “Uma Nova Esperança”, a versão em que Greedo atira primeiro). A coincidência cronológica de “Rogue One” , o filme ainda sem título de Han Solo e o longa sobre Obi-Wan Kenobi parece apontar para o planejamento de um reboot do universo de “Star Wars”, com atores mais jovens nos papéis icônicos dos personagens originais. Na verdade, não está claro se o filme de Kenobi se passaria no mesmo período. Mas este é o grande hiato da história do personagem, já que sua juventude foi explorada na segunda trilogia, iniciada em “A Ameaça Fantasma”. Por sinal, Ewan McGregor não precisaria ser substituído se o filme continuar a história de “A Vingança dos Sith”, pois, com 46 anos, o ator ainda é muito mais jovem que Alec Guinnes, que tinha 63 quando deu vido a Obi-Wan “Ben” Kenobi em “Guerra nas Estrelas”, em 1977. O próximo filme da saga original, “Star Wars: Os Últimos Jedi”, tem estreia marcada para dezembro deste ano.

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    Pôster especial celebra 40 anos de Star Wars

    24 de fevereiro de 2017 /

    A Lucasfilm e a Disney divulgaram um pôster especial para o evento de comemoração dos 40 anos anos da franquia “Star Wars”, iniciada em 1977 com o lançamento do então chamado “Guerra nas Estrelas”, escrito e dirigido por George Lucas. A arte do ilustrador Paul Shipper reúne imagens das três trilogias, com Luke Skywalker ao centro. A comemoração oficial vai acontecer no evento Star Wars Celebration, que já virou uma tradição anual da franquia. Neste ano, a celebração será em Orlando, na Flórida, entre os dias 13 e 16 de abril. A ocasião será marcada pela participação do elenco e da equipe de produção dos filmes e séries da franquia, com direito a muitas revelações. O próximo filme a ser lançado será “Star Wars: Os Últimos Jedi”, em 14 de dezembro, seguido pelo spin-off centrado no jovem Han Solo, ainda sem título oficial, em maio de 2018.

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    Novo intérprete de R2-D2 é oficializado pela Disney

    15 de fevereiro de 2017 /

    A LucasFilm e a Disney anunciaram o substituto de Kenny Baker no icônico papel do robô R2-D2 nos próximos filmes de “Star Wars”. O papel vai ficar definitivamente com o escocês Jimmy Vee, que já havia vestido a couraça do pequeno personagem em “Star Wars: O Despertar da Força” (2016), embora não-creditado. Baker faleceu em agosto de 2016, aos 81 anos, e foi o homem responsável por dar vida ao simpático dróide desde “Guerra nas Estrelas” (1977). Pela idade avançada e problemas de saúde, ele não atuou diretamente em “O Despertar da Força”, mas seu nome permaneceu nos créditos como uma homenagem. Vee será creditado como R2-D2 oficialmente em “Star Wars: Os Últimos Jedi”. O ator de 57 anos e 1,12 metro de altura tem no currículo participações na série “Doctor Who” e em filmes como “Peter Pan” (2015) e “Harry Potter e a Pedra Filosofal” (2001), como o personagem Goblin. Novo R2-D2

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    Richard Hatch (1945 – 2017)

    8 de fevereiro de 2017 /

    Morreu o ator Richard Hatch, que se tornou conhecido como o Capitão Apollo da série clássica “Galactica: Astronave de Combate” (Battlestar galactica), grande sucesso do fim da década de 1970. Ele lutava contra um câncer avançado no pâncreas e faleceu na terça-feira (7/2), aos 71 anos. “Richard Hatch era um bom homem, amável, e um profissional perfeito. Sua morte é um duro golpe para toda a família ‘BSG’, escreveu Ronald D. Moore, criador da nova versão televisiva da história, em seu Twitter — o reboot ficou no ar entre 2004 e 2009 e também contava com Hatch no elenco. O ator nasceu em 1945, em Santa Monica, na Califórnia, e iniciou a carreira televisiva com uma participação na novela “All My Children” em 1971. Logo se tornou bastante requisitado, aparecendo em inúmeras séries clássicas dos anos 1970, de “Kung Fu” a “Havaí 5-0”, e até teve participação recorrente como um integrante da família de “Os Waltons”, antes de conquistar seu primeiro papel fixo, como o inspetor Dan Robbins, substituindo Michael Douglas na 5ª e última temporada de “San Francisco Urgente”, em 1978. Mas foi por “Battlestar Galactica” que ganhou legiões de fãs. A série foi a primeira tentativa televisiva de realizar uma produção com nível cinematográfico. Tanto que os primeiros episódios foram exibidos nos cinemas em diversos países. A série foi criada por Glen A. Larson, que depois faria “Buck Rogers”, “A Supermáquina”, “Duro na Queda” e “Magnum”, entre outras. Mas tão importante quanto o roteirista foram os efeitos visuais empregados na atração. Um dos produtores era John Dykstra, supervisor de efeitos de “Guerra nas Estrelas” (1977), que trouxe para o projeto um virtuosismo visual até então inédito na TV. A premissa era uma espécie de “Eram os Deuses Astronautas?” misturado à “batalhas navais” que aconteciam no espaço. Combinando mitologias de antigas civilizações, dos egípcios aos gregos, a trama acompanhava um grande êxodo espacial, após um ataque alienígena destruir 12 planetas, com os últimos sobreviventes buscando um novo lar na 13ª colônia, que tinha se tornado perdida há muitos anos. O problema é que os inimigos, chamados de cylons, vinham atrás para destruir as naves que escaparam. E a única nave de combate que restara era a Galactica, uma espécie de porta-aviões espacial, que abrigava pequenos caças capazes de enfrentar as forças alienígenas. O Capitão Apollo, personagem de Hatch, era o líder do esquadrão de caças e filho do Comandante Adama (o veterano Lorne Greene, patriarca de “Bonanza”), principal oficial da Galactica. A série era caríssima e durou só uma temporada de 21 episódios. Graças à sua popularidade, porém, a rede ABC retomou a produção em 1980 com novo título, “Galactica: Batalha nas Estrelas” (1980), e menos efeitos visuais. A redução de custos foi obtida com a chegada da nave à colônia perdida: o planeta Terra. Infelizmente, vários personagens não sobreviveram à transição, entre eles os dois favoritos do público, Apollo e seu parceiro Starbuck. De todo modo, a série voltou a ser cancelada após o novo ciclo e nunca mais voltou ao ar na TV aberta. O ator foi reaparecer na 5ª temporada da série “Dinastia”, além de acumular passagens por atrações da época, de “Ilha da Fantasia” a “SOS Malibu” (Baywatch). Mas jamais superou o reconhecimento obtido por “Galactica”. Diante dos inúmeros convites para participar de convenções de fãs, ele chegou a escrever, produzir e estrelar um curta-metragem em forma de trailer em 1999, intitulado “Battlestar Galactica: The Second Coming”, com vários integrantes do elenco original, para tentar convencer a rede ABC a retomar a série. “The Second Coming” nunca virou realidade. Mas o sucesso do trailer nas convenções mostrou que a franquia tinha potencial para ser revivida. Isto acabou acontecendo em 2003, pelas mãos do produtor e roteirista Donald D. Moore, no canal pago Sci-Fi (atualmente, renomeado SyFy). O revival aconteceu como uma minissérie de dois episódios, que aproveitou a maior liberdade da TV paga para deixar a premissa mais sexy, violenta, política e realista. O sucesso foi tanto que o canal encomendou a produção de uma série semanal. E “Battlestar Galactica” virou a franquia mais importante do Sci-Fi, acumulando picos de audiência, prêmios, telefilmes, quadrinhos e spin-offs. Ciente da importância de Hatch para a série, Moore o trouxe à bordo da nova versão como um novo personagem, um líder rebelde e oportunista, chamado Tom Zarek, que ajudou a movimentar a trama. Ao fim do reboot de “Battlestar Galactica”, o ator voltou ao cotidiano de participações em convenções. Mas não reclamava. “‘Battlestar Galactica’ foi um marco histórico. Ela me permitiu viver meus sonhos e fantasias de infância”, disse, em seu site oficial.

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    Novo trailer de Star Wars: Rebels destaca participação de Obi Wan Kenobi

    7 de janeiro de 2017 /

    O canal pago americano Disney XD divulgou um novo trailer da segunda metade da 3ª temporada de “Star Wars Rebels”. E além de incluir diversos personagens vistos no recente filme “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016), a prévia destaca a participação de Obi-Wan Kenobi, que aparece tanto com o visual jovem de Ewan McGregor na segunda trilogia quanto no clássico de Alec Guinness, com a barba branca eternizada em “Guerra nas Estrelas” (1977). Entre os personagens de “Rogue One”, por sua vez, é possível ver Mon Mothma (Genevieve O’Reilly) e especialmente Saw Gerrera, cuja participação inclui dublagem de seu intérprete no cinema, o ator Forest Whitaker. “Rebels” se passa logo após os eventos de “Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith” (2005) e antes de “Rogue One”. E seu retorno à televisão acontece neste sábado (7/1) com um episódio especial, chamado de “Ghosts of Geonosis”, que faz referência ao planeta Geonosis, onde Anakin Skywalker virou Darth Vader.

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    Filho de Debbie Reynolds faz homenagem emocionante à mãe e à irmã Carrie Fisher

    30 de dezembro de 2016 /

    Todd Fisher postou no Twitter uma homenagem emocionante à sua irmã e sua mãe, que faleceram um dia após a outra. Ele desenhou Carrie Fisher, em seu vestido de Princesa Leia de “Guerra nas Estrelas” (1977), abraçada à Debbie Reynolds, trajada com a capa de chuva de “Cantando na Chuva” (1952). A imagem foi acompanhada por um verso da música do filme de 1952: “Que sentimento glorioso. Eu estou feliz novamente”. E no post, ele acrescentou: “Essa é uma bela história de amor que pude testemunhar por 58 anos. Eu sinto tanto a falta das duas. O amor é eterno”. Carrie Fisher morreu na terça-feira (27/12) e Debbie Reynolds faleceu no dia seguinte. This is a beautiful love story to witness in my 58 years. I miss them both so much. Love is everlasting pic.twitter.com/AeIVGaGl9k — Todd Fisher (@tafish) December 29, 2016

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    Veja o vídeo do teste de Carrie Fisher para o papel de Princesa Leia

    27 de dezembro de 2016 /

    Um vídeo de Carrie Fisher, falecida nesta terça (27/12), revela como a atriz conseguiu seu famoso papel de Princesa Leia em “Guerra nas Estrelas” (1977). A gravação de 1976 registra o teste da atriz, ainda sem o famoso penteado da personagem, repassando suas falas com o ator Harrison Ford. O diálogo aborda a necessidade de enfrentar a Estrela da Morte, uma trama que, 40 anos depois, continua a reverberar nos cinemas, agora em “Rogue One: Uma História Star Wars”. Confira:

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    Carrie Fisher (1956 – 2016)

    27 de dezembro de 2016 /

    Morreu a atriz Carrie Fisher, que será sempre lembrada como a Princesa Leia Organa da saga “Star Wars”. Ela sofreu um ataque cardíaco na sexta-feira (23/12), durante um voo que ia de Londres para Los Angeles, e chegou a ser levada para um hospital. Mas não resistiu. Na manhã desta terça (27/12), veio a falecer. Filha do cantor Eddie Fisher e da atriz Debbie Reynolds (estrela de “Cantando na Chuva”), que se separaram quando ela era bebê, Carrie estreou como atriz num telefilme de sua mãe, “Debbie Reynolds and the Sound of Children” (1969), com 13 anos de idade. Já nesta época, mãe e filha viviam uma relação conturbada, que Carrie detalhou no livro “Postcards from the Edge”. A obra virou filme em 1990, com o título “Lembranças de Hollywood”, estrelado por Meryl Streep. Disposta a virar atriz, ela estreou no cinema como uma adolescente precoce que seduzia Warren Beatty na comédia “Shampoo” (1975). Em busca de maior destaque, candidatou-se ao teste de uma produção que procurava por atores desconhecidos para lançar uma saga espacial. Como ela conta em sua biografia, foi há muito tempo, praticamente numa galáxia distante. O vídeo, inclusive, pode ser conferido aqui. Carrie tinha 20 anos e precisou emagrecer cinco quilos para conseguir o papel, condição exigida pelo diretor George Lucas. E apesar de viver uma Princesa, recebeu o salário mínimo da categoria, cerca de 500 libras por semana. Mesmo assim, jamais se arrependeu de atuar em “Guerra nas Estrelas” (1977), que a tornou mundialmente famosa da noite para o dia. Ela chegou até a ficar surpresa quando percebeu que virara um símbolo sexual, pois se considerava feia. A fama de atriz sexy foi consequência direta do figurino do terceiro filme da trilogia original, “O Retorno de Jedi” (1983), que em seus minutos iniciais a mostrou com “visual de escreva”, num biquíni metálico. A fantasia se tornou tão popular que a revista Rolling Stone a convidou para fazer um ensaio fotográfico na praia com o biquíni de Leia. O resultado foi uma das capas mais famosas da publicação. E desde então os nerds do mundo inteiro sonham com a Princesa de biquíni. Trinta e dois anos depois, ela voltou a reviver seu papel icônico na continuação da saga. Em “Star Wars: O Despertar da Força”, Carrie ressurgiu não mais como Princesa, mas como a General Organa, heroína da República que ajudou a derrotar o Império. “Foi como se estivéssemos num acampamento. Harrison e eu ficamos um pouco derretidos no set”, disse a atriz na época do lançamento. A atriz não teve outros papéis que atingissem a mesma repercussão, mas apareceu em alguns filmes importantes, como “Os Irmãos Cara de Pau” (1980), no qual viveu a mulher misteriosa que perseguia os Blues Brothers para matar Jake Blues (John Belushi), “Hannah e Suas Irmãs” (1986), um dos melhores filmes da carreira de Woody Allen, e “Harry & Sally: Feitos um para o Outro” (1989), comédia romântica que se tornou cultuada. Ela fez diversas outras comédias nos anos 1980, incluindo duas com Tom Hanks, “O Homem do Sapato Vermelho” (1985) e “Meus Vizinhos São um Terror” (1989). Também apareceu na comédia sci-fi “As Amazonas na Lua”, de Joe Dante, e no mistério “Encontro Marcado com a Morte” (1988), adaptação de Agatha Christie, antes de sumir em papéis cada vez menos importantes a partir dos anos 1990. Acabou virando uma figurante de luxo, vista em produções tão diferentes quanto “Hook: A Volta do Capitão Gancho” (1991), “Austin Powers” (1997), “Pânico 3” (2000) e “As Panteras: Detonando” (2003), e logo se especializou em viver a si mesmo, surgindo como Carrie Fisher nos filmes “Gente Famosa” (2000) e “Mapas para as Estrelas” (2014), além das séries “Sex and the City” e “The Big Bang Theory”, entre outras. Enquanto desaparecia de vista, Carrie passou a acumular outras funções nos bastidores, trabalhando como roteirista de diversas produções, da série “O Jovem Indiana Jones” às cerimônias de entrega do Oscar. Ela também ficou conhecida por debater publicamente seus problemas pessoais, como o transtorno bipolar e o alcoolismo, que transformou numa peça/livro/especial da HBO “Wishful Drinking”, indicado ao Emmy em 2011. Entre seus últimos trabalhos, destacava-se um papel recorrente na série britânica “Catastrophe”. Ela vinha justamente da gravação de dois episódios da 2ª temporada da atração, viajando de Londres para sua casa em Los Angeles, quando sofreu o ataque cardíaco que a matou. Ela ainda deixou finalizada sua participação no filme “Star Wars: Episódio VIII”, sua derradeira aparição numa galáxia distante. E, mais importante, deixa uma filha, Billie Lourd, fruto de seu relacionamento com o empresário Bryan Lourd, que também virou atriz e segue seu legado, como parte do elenco da nova trilogia “Star Wars”.

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