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  • Música

    50 clipes clássicos para celebrar 50 anos de hip hop

    20 de agosto de 2023 /

    O hip hop está completando 50 anos e a festa acontece por aqui com uma seleções de clipes. São 50 clipes clássicos do rap americano, que não pretendem ser uma lista de maiores gravações, mas servir de trilha representativa para a festa – organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist como videotecagem/mixtape. Experimente ouvir sem saltar as faixas – funciona melhor na versão Premium do YouTube (sem interrupções de anúncios). A data escolhida para marcar o cinquentenário é 11 de agosto de 1973, quando o jovem DJ Kool Herc deu sua primeira festa no bairro do Bronx, em Nova York, montando dois toca-discos para manter uma seleção de funk, soul, música latina e reggae tocando sem parar – uma adaptação dos sound systems de sua infância na Jamaica, onde equipamentos de som itinerantes usavam discotecagem para transformar ruas em festas instantâneas. O aprimoramento americano, hip hop, deu início à cultura dos DJs, que logo passaram a criar novas músicas a partir de trechos de discos diferentes, e os MCs, que começaram animando as festas com gritos e palavras de ordem para acompanhar as batidas, antes de virarem rappers, sem esquecer dos b-boys dançarinos de rua e a turma do grafite, que criava o visual da época. O gênero teve uma rápida evolução, mas se manteve em segredo por vários anos. O primeiro rap (com MCs e uma banda) só foi gravado em 1979, surpreendendo o mundo que desconhecia o sucesso das block parties de Nova York, mas o verdadeiro impacto veio em 1981, quando o primeiro hip hop autêntico de DJ (“Adventures on the Wheels of Steel”, de Grandmaster Flash) virou disco, criando uma revolução de novas possibilidades para a música pop. Os 50 clipes abaixo capturam a evolução do hip hop ao longo das décadas, abrangendo desde os pioneiros como The Sugarhill Gang e Grandmaster Flash & The Furious Five, que ajudaram a tornar o gênero conhecido, até artistas mais recentes como Jay-Z e 50 Cent, que continuam a empurrar os limites do gênero. A relação inclui gravações pioneiras como o primeiro rap gravado, “Rapper’s Delight” da Sugarhill Gang, e a faixa inovadora que trouxe consciência social ao rap: “The Message”, de Grandmaster Flash & The Furious Five. Também estão presentes hits icônicos como “California Love” de 2Pac e “Lose Yourself” de Eminem, que mostram a expansão do hip hop para a cultura mainstream. A seleção abrange uma variedade de estilos e subgêneros, desde o rap consciente de Public Enemy e KRS-One até o G-funk (ou gangsta rap) da Costa Oeste de Dr. Dre, Snoop Dogg e Warren G. Também estão representados o electro de Afrika Bambaataa, o Miami bass de L’Trimm, o rap alternativo de De La Soul e A Tribe Called Quest, o rap hardcore de DMX e Wu-Tang Clan, e o rap feminino de Salt-N-Pepa e Queen Latifah, entre outras vertentes. É uma visão abrangente do que muitos chamam de “old school”, uma escola com muitas classes diferentes. Detalhe: essa é apenas a primeira parte da celebração audiovisual do aniversário. Uma nova seleção de 50 clipes continua a história – e a festa – no fim de semana que vem.     The Sugarhill Gang | Kurtis Blow | Funky Four Plus One | Grandmaster Flash & The Furious Five | Grandmaster Melle Mel | Afrika Bambaataa & The Soulsonic Force | Salt-N-Pepa | L’Trimm | Davy DMX | RUN DMC | J.J. Fad | Sir Mix-A-Lot | Tag Team | Rob Base & DJ EZ Rock | Wreckx N Effect | K7 | Poor Righteous Teachers | Showbiz & A.G. | Digable Planets | Nice & Smooth | Gang Starr | Queen Latifah | A Tribe Called Quest | De La Soul | Special Ed | Arrested Development | Beastie Boys | LL COOL J | Ice-T | Public Enemy | Eric B. & Rakim | Jay-Z | N.W.A. | DMX | 50 Cent | KRS-One | Ol’ Dirty Bastard | Method Man | Gravediggaz | Wu-Tang Clan | Dr. Dre | Warren G | DJ Quik | 2Pac | Eminem | Blackstar | The Roots | The Pharcyde | Brand Nubian | Nas

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  • Luke Cage
    Série

    Luke Cage: Nova cena revela mais conexões com o universo do hip-hop

    13 de setembro de 2016 /

    A plataforma de streaming Netflix divulgou uma nova cena da série “Luke Cage”, que chama atenção por destacar uma foto do rapper Notorious B.I.G., assassinado em 1997, perfeitamente integrada à ação e ao discurso do vilão encarnado por Mahershala Ali (“Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”). A série vai fazer diversas conexões com o universo hip-hop. Para começar, todos os episódios da 1ª temporada são nomeados com títulos de músicas da clássica dupla de rap Gang Starr. Além disso, a série terá uma trilha sonora exclusiva, criada pelo rapper Ali Shaheed Muhammad, do grupo A Tribe Called Quest, e o compositor Adrian Younge (do filme “Black Dynamite”). Os dois são creditados como produtores musicais da atração e pretendem lançar a trilha em disco. Criada por Cheo Hodari Coker (“Ray Donovan”) e estrelada por Mike Colter (que já viveu Luke Cage na série “Jessica Jones”), a produção estreia em 30 de setembro no Netflix.

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  • Série

    Luke Cage: Vídeo de bastidores revela detalhes da trilha hip-hop da série

    31 de agosto de 2016 /

    A plataforma de streaming Netflix divulgou um vídeo de bastidores da série “Luke Cage”, focado na trilha sonora da produção. Os comentários do criador da atração Cheo Hodari Coker e do ator Mike Colter, intérprete do personagem-título, confirmam que todos os episódios da 1ª temporada serão nomeados com títulos de músicas da clássica dupla de rap Gang Starr. Mas a conexão com o mundo do hip-hop vai muito além disso, conforme revelam as participações do rapper Ali Shaheed Muhammad, do grupo A Tribe Called Quest, e o compositor Adrian Younge, da trilha de “Black Dynamite” (2009), na produção musical da série. Na prévia, os dois afirmam que cada episódio foi encarado como um álbum, num total de “13 álbuns” de músicas originais criadas especialmente para a série. Os dois, por sinal, já tinham trabalhado juntos antes, na produção de discos de Soul of Mischief e Kendrick Lamarr, e se juntaram aos rappers A$AP Ferg e Method Man nas gravações de “Luke Cage”. Além de Colter, que já apareceu no papel na série “Jessica Jones”, a atração também trará de volta Rosario Dawson como a enfermeira Claire Temple, e introduzirá sua mãe, Soledad Temple, que será interpretada pela brasileira Sonia Braga (“Aquarius”). O elenco ainda inclui Simone Missick (vista na série “Ray Donovan”) como a heroína Misty Knight e Mahershala Ali (série “House of Cards”), Theo Rossi (série “Sons of Anarchy”) e Alfre Woodard (“12 Anos de Escravidão”) em papéis de vilões. A estreia está marcada para 30 de setembro no Netflix.

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  • Série

    Luke Cage: Episódios da série terão títulos de músicas do grupo de rap Gang Starr

    30 de julho de 2016 /

    O criador da série “Luke Cage”, Cheo Hodari Coker (produtor de “Ray Donovan”), já tinha mencionado sua intenção de fazer com que cada episódio da série tivesse o título de um rap conhecido. Mas, aparentemente, sua homenagem pode ficar restrita ao trabalho da dupla Gang Starr, formada pelo falecido rapper Guro e o DJ Premier, pioneiros da fusão entre jazz e rap em Nova York. Na sexta-feira (29/7), Coker revelou no Twitter os títulos dos três primeiros episódios da série, que vão se chamar “Moment of Truth”, “Code of the Streets” e “Who’s Gonna Take the Weight?”. Todos são títulos de músicas do Gang Starr, de álbuns lançados entre 1991 e 1998. Entretanto, o trailer divulgado pelo Netflix durante a San Diego Comic-Con trouxe o super-herói da Marvel em ação ao som do clássico “Shimmy Shimmy Ya”, do também falecido rapper Ol’ Dirty Bastard. Considerado um dos personagens negros mais importantes do quadrinhos, Luke Cage será vivido por Mike Colter, que já apareceu no papel na série “Jessica Jones”. Além de Colter, a atração também trará de volta Rosario Dawson como a enfermeira Claire Temple, e introduzirá sua mãe, Soledad Temple, que será interpretada pela brasileira Sonia Braga (“Aquarius”). O elenco ainda inclui Simone Missick (vista na série “Ray Donovan”) como a heroína Misty Knight e vilões vividos por Mahershala Ali (série “House of Cards”), Theo Rossi (série “Sons of Anarchy”) e Alfre Woodard (“12 Anos de Escravidão”). A estreia está marcada para 30 de setembro no Netflix.

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