Série mais cara da Netflix, The Get Down é cancelada após uma temporada
A Netflix cancelou a série “The Get Down”, criada pelo cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), após a disponibilização da segunda metade de sua temporada inaugural sem muita fanfarra. Considerada a mais cara produção do serviço de streaming, a série despertou grande expectativa, mas se revelou bem diferente do que se esperava. Prometida como um relato da origem do hip-hop, a atração se revelou fantasiosa e coreografada como um grande musical. Mesmo acompanhando personagens fictícios, a produção incorporou fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash era um dos produtores, ao lado do rapper Nas e do crítico e escritor Nelson George, que trabalharam junto com Luhrmann para garantir a autenticidade da recriação da época. Passada no berço do hip-hop em meados dos anos 1970, a trama girava em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos de South Bronx, em Nova York, que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços para a cena artística de Manhattan. A história também tinha uma trama paralela, envolvendo uma cantora de discoteca filha de um pastor evangélico. O elenco incluía uma nova geração de atores negros e latinos, mas também nomes conhecidos como Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Giancarlo Esposito (série “Breaking Bad”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”) e Justice Smith (“Cidades de Papel”). Segundo o instituto de pesquisa Symphony Advanced Media, a primeira parte da temporada de estreia, lançada em agosto do ano passado, foi vista por 3,2 milhões de pessoas nos Estados Unidos em seus primeiros 31 dias no ar — menos de um quinto do registrado por “Orange is the New Black” em sua 4ª temporada. O fracasso é ainda maior considerando os altos custos de produção — um total de US$ 120 milhões, sendo US$ 7,5 milhões por episódio, maior orçamento de uma série da plataforma — e as várias paralisações na produção, que atrapalharam o andamento do projeto, criando a necessidade de dividir a temporada em duas partes – a segunda metade foi disponibilizada em abril. De acordo com a revista Variety, “The Get Down” teve a produção interrompida e reiniciada tantas vezes que a equipe passou a apelidá-la de “The Shut Down” (“Desligada”, em inglês). Relatos falam em bastidores tumultuados pelo perfeccionismo de Luhrman, que não teria se adaptado ao formato de produção em série. Durante as gravações, Luhrman chegou a se declarar sobrecarregado e considerou abandonar o projeto, mas decidiu ao menos terminar uma temporada completa.
Ludmilla faz seu high school musical com o clipe de “Cheguei”
Quem tirar o som do novo clipe de Ludmilla pode achar que se trata de um lançamento americano. Afinal, o vídeo de “Cheguei” é uma verdadeira high school musical. Lá estão os indefectíveis armários de colégio americano, camisetas que só trazem frases em inglês, cheerleaders com uniforme azul, vermelho e com estrelas brancas… E, em vez de futebol, o esporte que essa juventude feliz prestigia é o de Zac Efron no telefilme colegial da Disney. Pelo excesso de cor-de-rosa, a ideia seria uma recriação de outro filme, “Meninas Malvadas”. A diferença é que a turma popular da historinha não é a das loiras, lindas e ricas, e sim o pessoal que geralmente fica de lado nessas produções. Os esquisitos, as drags, os trans, as carecas, os nerds, os goths e outras opções estilosas, que põem todo mundo para dançar. Alguns dos coadjuvantes são “celebridades da internet” e drag queens conhecidas, como Lia Clark. No cenário do clipe, também é possível ver vários cartazes com mensagens de inclusão, como “ser gay é ok”, “machistas não passarão”, “não ao bullying” e “girl power”. Por conta disso, dá para relevar o fato de o elenco ser claramente velho demais para frequentar o ensino médio, ainda que esse detalhe cause desconforto. De resto, a letra é uma coleção de frases feitas que todo jovem diz pelo menos uma vez por semana. Parece durar para sempre, mas tem só três estrofes, repetidas ad nauseum. Melhor tirar o som e imaginar tudo em inglês mesmo. “Cheguei” é o terceiro single do mais recente álbum de Ludmilla, “A Danada Sou Eu”, lançado em outubro de 2016, e a direção do clipe é de Felipe Sassi, que já tinha feito “24 Horas Por Dia” para a cantora.
Trailer apresenta segunda metade da série de hip-hop The Get Down
A Netflix divulgou o trailer da segunda metade de “The Get Down”, série musical do cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) sobre as origens do hip-hop em plena época da disco music. A primeira parte dividiu opiniões, ao se mostrar fantasiosa como um grande musical de Hollywood, quando muitos esperavam um relato mais factual, mas o acabamento cinematográfico justificou o custo elevado – US$ 120 milhões em sua 1ª temporada. A série se passa no berço do hip-hop, no bairro negro do South Bronx, em Nova York, em meados dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54, mas também tem uma trama paralela, envolvendo uma cantora de gospel, fã de discoteca e filha de pai evangélico (vivido por Giancarlo Esposito, da série “Breaking Bad”). Apesar de acompanhar personagens fictícios, a produção incorpora fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash é um dos produtores, ao lado do rapper Nas e do crítico e escritor Nelson George, que trabalharam junto com o Baz Luhrmann para garantir a autenticidade da recriação da época. No elenco, que destaca uma nova geração de atores negros e latinos, há alguns rostos bem conhecidos como o veterano Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”) e Justice Smith (“Cidades de Papel”). Os últimos seis episódios da 1ª temporada serão disponibilizados no dia 7 de abril na plataforma de streaming.
Vídeo anuncia volta de The Get Down, a série mais cara da Netflix
Série mais cara da Netflix, “The Get Down” já tem data para retornar. A plataforma de streaming divulgou um vídeo para anunciar a segunda metade da 1ª temporada, que custou US$ 120 milhões para ser gravada. A primeira parte dividiu opiniões, ao se mostrar fantasiosa, como um grande musical, quando muitos esperavam um relato mais factual das origens do hip-hop. Apesar de acompanhar personagens fictícios, a produção incorpora fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash é um dos produtores, ao lado do rapper Nas e do crítico e escritor Nelson George, que trabalharam junto com o criador da atração, o cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), para garantir a autenticidade da recriação da época. A série se passa no berço do hip-hop, no bairro negro do South Bronx, em Nova York, em meados dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54, mas também tem uma trama paralela, envolvendo uma cantora de gospel, fã de discoteca e filha de pai evangélico (vivido por Giancarlo Esposito, da série “Breaking Bad”). O elenco destaca uma nova geração de atores negros e latinos, mas há alguns rostos mais conhecidos como o veterano Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”) e Justice Smith (“Cidades de Papel”). Os últimos seis episódios da 1ª temporada serão disponibilizados no dia 7 de abril na plataforma de streaming.
Diretor de Policial em Apuros vai filmar novo remake de Shaft
O diretor Tim Story vai dirigir a nova versão de “Shaft”, o maior clássico do cinema blaxploitation dos anos 1970. No currículo do cineasta, destaca-se a franquia de super-heróis “Quarteto Fantástico”, mas ele é mais conhecido por comédias de elenco negro, como as também franquias “Pense como Eles” e “Policial em Apuros”. Como o roteiro está a cargo da dupla Kenya Barris (criador da série “Black-ish”) e Alex Barnow (roteirista da série “The Goldbergs”), a nova versão tende a ser bem diferente das anteriores, com provável tom de comédia. O detetive negro John Shaft surgiu em 1971 em um filme dirigido por Gordon Parks e estrelado por Richard Roundtree. No longa original, ele era contratado por um chefão do crime para resgatar sua filha sequestrada. O filme e sua trilha antológica, assinada por Isaac Hayes, fizeram enorme sucesso e inspiraram duas continuações, além de uma série, todas estreladas por Roundtree na primeira metade dos anos 1970. A icônica produção também já ganhou um remake, lançado em 2000 com Samuel L. Jackson no papel-título. A sinopse do novo filme está sob sigilo no estúdio New Line e ainda não há previsão para o início das filmagens nem para sua estreia.
Clássico blaxploitation, Foxy Brown vai virar série
O clássico do cinema black dos anos 1970 “Foxy Brown” vai virar série da plataforma de streaming Hulu. A nova versão trará a atriz Meagan Good (série “Minority Report”) no papel-título, que foi interpretada por Pam Grier (“Jackie Brown”) em 1974. O filme original de Jack Hill trazia a jovem Foxy Brown em busca de vingança pela morte do namorado por um cartel de traficantes. Cultuadíssimo, influenciou diversas produções a mostrar mulheres negras capazes de chutar traseiros, incluindo nisso a homenagem de Quentin Tarantino, “Jackie Brown”, estrelada pela mesma atriz em 1997. A adaptação está sendo desenvolvida por Malcolm Spellman (roteirista da série “Empire”) e Ben Watkins (criador da série “Hand of God”), com produção de Meagan Good e seu marido DeVon Franklin (produtor do filme cristão “Milagres do Paraíso”). A Hulu ainda não marcou a estreia da produção, que será a segunda série recente se inspirar na era blaxploitation, de filmes de crimes e música funk dos anos 1970. O tom caiu como uma luva para a série “Luke Cage”, mas os filmes originais envelheceram muito mal. Confira abaixo o trailer de “Foxy Brown” para comprovar.
Conheça os 10 clipes mais vistos do YouTube no Brasil em 2016
O Google divulgou a lista dos campeões de audiência do YouTube no Brasil. E uma das categorias que sempre rende o que falar é a dos clipes mais vistos. Entre os vídeos musicais de maior visualização no Brasil em 2016 tem funk, pop, R&B e música sertaneja. Em suma, reflete o que toca nos rádios, mostrando que a plataforma de vídeos também pode ser extremamente popular. A lista enfatiza artistas brasileiros, inclusive com diversas surpresas, mas no gosto nacional também couberam duas atrações internacionais: Rihanna (duplamente) e Fifth Harmony. Confira abaixo os clipes favoritos dos internautas brasileiros, que muitos podem curtir e outros tantos desacreditar. 1. MC Zaac & MC Jerry: “Bumbum Granada” 2. Matheus e Kauan: “O Nosso Santo Bateu” 3. Naiara Azevedo feat. Maiara e Maraisa: “50 Reais” 4. Anitta feat. Jhama: “Essa Mina É Louca” 5. Rihanna feat. Drake: “Work” 6. Fifth Harmony feat. Ty dolla Sign: “Work From Home” 7. MC Livinho: “Cheia de Marra” 8. Calvin Harris ft. Rihanna: “This Is What You Came For” 9. Dennis feat. Mc Nandinho & MC Nego Bam: “Malandramente” 10. Luan Santana: “Eu, Você, o Mar e Ela”
Luan Santana e Anitta gravam dueto em vídeo musical
Luan Santana e Anitta protagonizaram um novo encontro musical no DVD “1977”, lançamento do cantor que começa a render clipes no YouTube. A parceria da dupla é o segundo vídeo derivado do lançamento, que tem clima de Acústico MTV. Há até um mini-making of (em preto e branco para diferenciar) como apêndice na abertura do “clipe” propriamente dito, em que os dois ensaiam, em clima descontraído e com direito a desafinada, o que logo fica perfeito com playback ao vivo. A música se chama “RG” e aproxima mais Anitta do sertanejo que vice-versa, embora a melodia acabe recebendo um arranjo diferente do que se costuma ouvir do cantor. O mais divertido, porém, é a pose heavy metal dos músicos de apoio, quando a música entra numa parte mais “dançante”. A propósito, o casal já tinha cantado junto anteriormente no “Música Boa ao Vivo”, programa do Multishow. Todas as músicas que integram o DVD “1977″ – e quem chama de DVD é a gravadora, apesar da tecnologia ser ultrapassada – , já estão disponíveis nas plataformas digitais. Além da Anitta, também marcam presença no projeto cinco outras cantoras: Ana Carolina, Camila Queiroz, Ivete Sangalo, Marília Mendonça e Sandy, cada uma interpretando uma música inédita em dueto com o “Príncipe do Sertanejo”.
Documentário vai contar início da carreira de Prince
O documentarista Michael Kirk vai dirigir o primeiro documentário póstumo sobre Prince. Segundo o site Screen Daily, intitulado “Prince: R U Listening?”, contará a história da ascensão de Prince no início dos anos 1980 a partir de entrevistas com músicos que o acompanharam na época (como Dez Dickerson, seu primeiro guitarrista, Andre Cymone, primeiro baixista, e a baterista Sheila E), bem como seus contemporâneos famosos, como Bono, Mick Jagger, Lenny Kravitz e Billy Idol. Kirk já documentou a Guerra Civil americana, o treinamento dos marines e atualmente dá os retoques finais em seu documentário sobre o jazzista Winton Marsalis, “Crescendo”, que ainda não tem previsão de estreia. Já o lançamento do documentário de Prince deve acontecer em abril, para coincidir com o primeiro aniversário da morte do artista. Vários outros projetos estão previstos para a data, incluindo um grande festival em Pasley Park, entre os dias 20 e 23 de abril, que contará com shows das diferentes bandas com quem Prince tocou durante sua carreira.
Clipe de Valesca Popozuda é proibido para menores e ultrapassa 1 milhão de visualizações
O novo clipe de Valesca Popozuda ultrapassou a marca de 1 milhão de visualizações no YouTube. Mas, ao mesmo tempo, acabou recebendo uma classificação etária elevada, proibido para menores de 18 anos. Isto porque “Viado”, o clipe, foi considerado “extremamente sensual” pelo portal de vídeos. “Viado” mostra a cantora incorporando o papel de uma policial/carcereira sensual, que coloca os homens na linha, com direito a “fiscalização” do banho dos popozudos, que aparecem pelados. Ela ainda tasca um beijão na boca do modelo e ator Raphael Sander, que integrou o elenco de “Verdades Secretas” e “Totalmente Demais”. A marca de milionária foi comemorada por Valesca em seu Instagram no fim de semana com a seguinte mensagem: “Bom dia, popofãs. Vamos comemorar sim!! Um milhão de views mesmo com a censura em cima do clipe!! Obrigada meus fãs-clubes que estão sendo incríveis nessa batalha”. E nesta segunda ela mostrou sua alegria num vídeo em que aparece correndo de felicidade. Veja abaixo. Já o clipe de “Viado” pode ser assistido aqui. Adivinha o que eu estava comemorando? Coloque aqui nos comentários se sabe o que é ? #beijonabocaviado #variasquicadasetal Um vídeo publicado por Valesca Popozuda (@valescapopozudaoficial) em Nov 7, 2016 às 8:00 PST
Tati Zaqui é Rebelde e Abusada em clipe colorido
A leva de clipes de cantoras de funk influenciados pela estética colorida de Anitta acrescentou mais uma discípula. Tati Zaqui até já tinha o cabelo colorido para acompanhar o visual do vídeo de “Rebelde e Abusada”. Conhecida pelos hits “Pararatimbum” e “Água na Boca”, Tati é provavelmente a cantora mais bonita de sua geração, mas a sensualidade reciclada de coreografia do É o Tchan, usada para embalar o vídeo, não é exatamente rebelde e abusada como sugere a canção. Está mais para entediada e cansada. A opção estética ascética pode sugerir um trabalho simples, mas o clipe não foi simples de realizar, como demonstra seus créditos, com direção de quatro pessoas: Henrique Ribeiro, João Marcelo, Rodrigo Stradiotto, e Sergio Twardowski, com produção da Catalunya Filmes. Além de dancinha “com a mão no joelho” e “descendo até o chão”, o vídeo capricha na direção de arte e no figurino, com muitas trocas de roupas. Mas também chama a atenção a troca de identidade. Tati tirou o MC do nome para se tornar mais pop, novamente seguinte os passos de Anitta – e Ludmilla.
Valesca Popozuda abusa do ator Raphael Sander em clipe de nome sugestivo
Valesca Popozuda lançou novo clipe de nome sugestivo, “Viado”, após dois anos de “Eu Sou A Diva Que Você Quer Copiar”. No clipe, ela divide a cena com Raphael Sander (novela “Verdades Secretas”). O ator e modelo vive um bandido submetido às vontades da funkeira, que na historinha do vídeo (escrito e dirigido por Isabelle Lopes) interpreta uma policial e carcereira, que prende mais que as atenções. O clipe tem cenas de assalto, violência e homens pelados, em clima de “Magic Mike” num presídio. Numa cena, a cantora caminha de cassetete em punho enquanto observa as bundas dos presos – todos sarados, claro – tomando banho. O título “Viado” supostamente não é pejorativo, mas uma homenagem à forma como os gays costumam se tratar entre amigos. Também é o segundo título consecutivo em referência ao universo gay, que sempre apoiou Valesca. Em fevereiro, ela tinha lançado a música “Boy Magia”, outra gíria gay.
Lázaro Ramos e Taís Araújo estrelam novo clipe de Karol Conka
A rapper Karol Conka lançou o clipe da música “Maracutaia”, que é colorido como dita a tendência do funk brasileiro pós-Anitta. Enquanto ela canta, o vídeo ilustra a letra, que fala de um homem que se acha muito malandro para conquistar as mulheres, mas no fundo é um grande otário. A historinha é interpretada pelo casal Lázaro Ramos e Taís Araújo. “Obrigada pelo convite, Karol! Amamos a ideia e mais ainda participar desse novo momento da sua carreira!”, escreveu a atriz nas redes sociais. A direção é da dupla de publicitários Brendo Garcia e Adriano Gonfiantini.










