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    Fracasso de Convergente rende crise e corte no orçamento de Ascendente, o final da franquia Divergente

    22 de março de 2016 /

    “A Série Divergente: Convergente” pode ter aberto em 1º lugar no Brasil na semana passada, mas é um grande fracasso internacional. Por conta de seu péssimo desempenho nos EUA, onde estreou muito abaixo dos primeiros filmes da franquia, as ações do estúdio Lionsgate despencaram. O quarto filme, de conclusão da saga, só não foi cancelado devido aos contratos já firmados, num caso em que a ambição (dividiram o terceiro livro de Veronica Roth em dois filmes, como no final de “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”) provou-se um erro estratégico. Com um custo altíssimo de produção (estimado em US$ 110 milhões), “Convergente” só rendeu US$ 29 milhões em seu fim de semana nos EUA – no mesmo período, “Divergente” fez US$ 54,6 milhões em 2014 e “Insurgente” rendeu US$ 52,2 milhões em 2015. E deve dar prejuízo. Por conta disso, a Lionsgate, que já tinha se antecipado e afastado o diretor Robert Schwentke, pretende cortar muito o orçamento de “Ascendente”, último capítulo da saga, previsto para ser lançado em junho de 2017, que será dirigido por Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adeline”). “O orçamento para o próximo longa vai ser reduzido. Mas ainda não se sabe o quanto”, disse uma fonte da produção ao site da revista The Hollywood Reporter. Para completar a tempestade perfeita, a baixa bilheteria do filme aconteceu três semanas após o desastre de “Deuses do Egito”, filme que custou US$ 140 milhões e rendeu apenas US$ 29 milhões nos EUA. E nem com a bilheteria mundial, que soma US$ 127 milhões, ele se paga. Além de se preocupar com o desastre financeiro, o estúdio considera o resultado especialmente preocupante diante do indício do esgotamento do filão da sci-fi e fantasia juvenis. A Lionsgate se especializou em filmes do gênero, que renderam seus principais sucessos, de “Crepúsculo” a “Jogos Vorazes”. O estilo, que já foi uma das grandes apostas de Hollywood, também rendeu este ano o fracasso de “A 5ª Onda”. Ao mesmo tempo, o gênero migrou para a televisão. Só em 2016, foram três lançamentos de fantasia/sci-fi juvenis: “The Magicians”, The Shannara Chronicles” e “Shadowhunters”, sendo que a última série levou para a telinha uma franquia que fracassou nos cinemas, “Os Instrumentos Mortais”. Das três, apenas a mais cara, “The Shannara Chronicles”, ainda não teve sua renovação confirmada.

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    Fracasso de Deuses do Egito mantém Deadpool em 1º lugar nos EUA

    28 de fevereiro de 2016 /

    “Deadpool” se manteve em 1º lugar pelo terceiro fim de semana consecutivo nos EUA. O filme do super-herói desbocado faturou US$ 31,5 milhões entre sexta (26/2) e domingo (28/2), mais que o dobro do que rendeu a estreia mais ampla do período, “Deuses do Egito”, que implodiu com US$ 14 milhões. Enquanto “Deadpool” contabiliza sua fortuna, que já ultrapassou os US$ 600 milhões mundiais, “Deuses do Egito” já calcula o prejuízo. Mesmo abrindo em 2º lugar, o lançamento, que ocupou mais de 3 mil salas de cinema, já é um dos maiores fracassos de 2016, graças ao orçamento de US$ 140 milhões de produção – e provavelmente mais US$ 40 milhões consumidos pelo marketing. Pior só seu desempenho com a crítica, que lhe deu apenas 13% de aprovação, na média do site Rotten Tomatoes. O filme também foi a maior estreia dos cinemas brasileiros neste fim de semana. As outras duas estreias americanas, a comédia biográfica “Voando Alto”, em que Taron Egerton (“Kingsmen – Serviço Secreto”) é um atleta desengonçado treinado por Hugh Jackman (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), e o thriller de ação “Triplo 9”, com elenco grandioso encabeçado por Casey Affleck (“Interestelar”), Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) e Kate Winslet (“Steve Jobs”), também tiveram desempenho abaixo das expectativas, abrindo em 5º e 6º lugares. Ambos estreiam no Brasil no dia 31 de março. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Deadpool Fim de semana: US$ 31,5 milhões Total EUA: US$ 285,6 milhões Total Mundo: US$ 609,8 milhões 2. Deuses do Egito Fim de semana: US$ 14 milhões Total EUA: US$ 14 milhões Total Mundo: US$ 38,2 milhões 3. Kung Fu Panda 3 Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 128,4 milhões Total Mundo: US$ 314,2 milhões 4. Ressurreição Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 22,7 milhões Total Mundo: US$ 22,8 bilhões 5. Voando Alto Fim de semana: US$ 6,3 milhões Total EUA: US$ 6,3 milhões Total Mundo: US$ 6,3 milhões 6. Triplo 9 Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 6,1 milhões Total Mundo: US$ 6,1 milhões 7. Como Ser Solteira Fim de semana: US$ 5,1 milhões Total EUA: US$ 39,6 milhões Total Mundo: US$ 74,3 milhões 8. A Bruxa Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 16,6 milhões Total Mundo: US$ 16,6 milhões 9. Race Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 13,8 milhões Total Mundo: US$ 13,8 milhões 10. O Regresso Fim de semana: US$ 3,8 milhões Total EUA: US$ 170,5 milhões Total Mundo: US$ 404 milhões

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    Paramount tira sequência de O Exterminador do Futuro: Gênesis do calendário de lançamentos

    21 de janeiro de 2016 /

    Confirmando rumores, a Paramount Pictures tirou a continuação de “O Exterminador do Futuro: Gênesis” de seu calendário de lançamentos futuros. A data reservada para o filme foi preenchida por “Baywatch”, versão de cinema da série “SOS Malibu”. O fracasso comercial inviabilizou a produção de mais filmes da franquia sci-fi. Nos EUA, o desempenho foi considerado pífio, com faturamento de US$ 89 milhões. Graças ao sucesso na China, o filme chegou a US$ 350 milhões em todo o mundo. Mas isso não foi o suficiente para justificar os gastos – US$ 155 milhões apenas em produção. Para completar, a critica odiou o filme, que teve apenas 26% de aprovação na média apurada pelo site Rotten Tomatoes. Por isso, o cancelamento pode ser considerado, na verdade, um presente para os fãs dos filmes que iniciaram a história. Os direitos dos personagens serão revertidos para seu criador, o cineasta James Cameron, em 2019 – 20 anos após sua venda original – , possibilitando ao “Exterminador” um futuro potencialmente melhor. Entretanto, a produtora Dana Goldberg ameaça lançar um novo filme antes de Cameron assumir a produção. Ela afirmou ao site da revista Variety que a sequência está apenas se “readaptando”.

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    O Bom Dinossauro deve se tornar o primeiro fracasso da Pixar

    9 de dezembro de 2015 /

    A animação “O Bom Dinossauro” encaminha-se para se tornar o primeiro fracasso da parceria Disney-Pixar. Com rendimentos de US$ 76,4 milhões em 20 dias de exibição, o longa só supera as bilheterias iniciais dos dois primeiros lançamentos do estúdio, “Toy Story” (1995) e “Vida de Inseto” (1998), quando os preços dos ingressos eram bem mais baixos. Especula-se que seu orçamento tenha ultrapassado os US$ 350 milhões (US$ 200 milhões de produção, somados a US$ 150 milhões de marketing). É um custo insano, mas a Disney geralmente consegue quitar. Também lançado este ano, “Divertida Mente” fez US$ 851 milhões. “O Bom Dinossauro” teve problemas desde a concepção, chegando a ser paralisado. A dificuldade de encontrar o tom ainda levou à demissão do diretor Bob Peterson (“Up – Altas Aventuras”), que foi substituído pelo co-diretor original, Peter Sohn (curta “Parcialmente Nublado”). Este tipo de problema, porém, já tinha acontecido antes em produções da Pixar, como, notoriamente, em “Valente” (2012). A diferença é que “O Bom Dinossauro” não está tendo a mesma repercussão dos filmes anteriores da Pixar. Alguns críticos apontam que a produção parece mais Disney que Pixar, no sentido de que não traz muita inovação e prega uma mensagem muito evidente, do tipo “moral da história”, sem a sutileza das obras anteriores do estúdio. O fracasso nos EUA ainda pode ser revertido no mercado internacional. A animação ainda vai estrear em vários países, inclusive no Brasil, onde só chega em 7 de janeiro. Mesmo assim, somente a China poderia salvar o filme do fiasco comercial – e não há previsão de lançamento no país, que tem uma cota limitada para a exibição de filmes estrangeiros.

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    Quarteto Fantástico 2 some do calendário de lançamentos da Fox

    24 de novembro de 2015 /

    O estúdio 20th Century Fox tirou a continuação do filme “Quarteto Fantástico” de seu cronograma de lançamentos para 2017. A ausência não foi anunciada nem precedida por comunicado. Ao contrário, mesmo após o desempenho pífio nas bilheterias, representantes do estúdio davam a entender que o investimento na franquia seria mantido, assegurando a produção de pelo menos uma continuação. A estreia da sequência chegou a ser marcada para 9 de junho de 2017, mas agora não há mais previsão para a franquia voltar aos cinemas. Marcado por problemas de bastidores, com rumores de problemas na direção de Josh Trank e interferência do estúdio, a nova versão de “Quarteto Fantástico” estreou este ano para fazer um reboot na saga da primeira família da Marvel, mas arrecadou somente US$ 160 milhões nas bilheterias mundiais, tornando-se o maior fracasso da era moderna dos filmes de super-heróis. Com a desistência da Fox, o futuro de “Quarteto Fantástico” se tornou indefinido. Os personagens devem passar uma longa temporada no limbo, para que o público esqueça o que foi feito com eles no cinema, saindo apenas num novo reboot, com um novo elenco – o terceiro. Mas esta espera tende a ser tão demorada que a Fox pode considerar entrar em um acordo com a Marvel, como fez a Sony, diante de problema bem menor com a franquia do Homem-Aranha. “Quarteto Fantástico” pode até virar série, como aconteceu com o “Demolidor”, que fracassou no cinema, em produção da mesma Fox. Considerando-se incapaz de produzir um novo filme do herói, o estúdio deixou os direitos do personagem voltarem para a Marvel, que relançou o personagem numa série. A atração se tornou o maior sucesso do serviço de streaming Netflix.

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    Superprodução Steve Jobs fez só US$ 1 milhão a mais que a versão indie Jobs

    18 de novembro de 2015 /

    A cinebiografia “Steve Jobs” deu um grande prejuízo para a Universal Pictures. O filme orçado em US$ 30 milhões e estrelado por Michael Fassbender (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) está prestes a sair de cartaz, após seis semanas de exibição nos EUA, tendo arrecadado apenas US$ 17,4 milhões. O valor supera em pouco mais de US$ 1 milhão o resultado da cinebiografia “Jobs”, produção independente orçada em US$ 12 milhões, com Ashton Kutcher no papel principal. Considerada uma produção de prestígio pela Universal, o longa visava concorrer ao Oscar, mas o vexame não se deu apenas entre o público. “Steve Jobs” também rendeu críticas negativas e repúdio, em relação aos fatos representados. Embora haja consenso de que o retrato supervalorize os defeitos do fundador da Apple, descartando suas qualidades e realizações, o roteirista Aaron Sorkin se defendeu dizendo que há somente uma liberdade artística em todo o roteiro, que são as cenas em que Steve Jobs aparece sempre discutindo com alguém antes de apresentar um grande lançamento. A estreia de “Steve Jobs” no Brasil está marcada somente para 21 de janeiro, quando deve ser eclipsado pelos filmes de maior destaque na temporada de premiações. Mesmo com o diretor Danny Boyle (vencedor do Oscar por “Quem Quer ser um Milionário?”) e um elenco repleto de astros famosos, o filme não é cotado para despontar entre os melhores do ano.

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