Legion: Série derivada dos X-Men ganha novos comerciais
A Fox divulgou novos comerciais de “Legion”, primeira série derivada do universo dos filmes dos “X-Men”. A prévia mostra o protagonista David Haller (interpretado pelo inglês Dan Stevens, de “Downton Abbey”) no hospício, observado pelo psiquiatra vivido por Hamish Linklater (série “The Crazy Ones”), que revela saber que ele é um mutante, e várias cenas de efeitos visuais. Haller é atormentado por legiões de vozes e visões. Mas, após anos sendo tratado como esquizofrênico, seus sintomas revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, ele é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. Desenvolvida pelo excelente roteirista Noah Hawley (criador de “Fargo”) e com produção do cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”), “Legion” estreia em fevereiro no canal pago americano FX e terá exibição simultânea no Brasil pela Fox.
The Walking Dead: Novos comerciais internacionais revelam cenas inéditas da série
A Fox divulgou dois novos comerciais do próximo episódio de “The Walking Dead“, intitulado “The Well”, para o mercado internacional. Com legendas em português e espanhol, os comerciais acompanham Morgan (Lennie James), conforme ele é introduzido a uma nova comunidade de sobreviventes do apocalipse zumbi: o Reino, governado pelo Rei Ezekiel (Khary Payton). Este novo ambiente, porém, não será suficiente para dissipar a tensão da ameaça de Negan (Jeffrey Dean Morgan), que, conforme o trailer americano do episódio antecipou, vai aparecer em Alexandria para se apresentar aos que não testemunharam seu sadismo. O próximo episódio de “The Walking Dead” vai ao ar no domingo, dia 30 de outubro, fim de semana do Halloween, e será maior que o primeiro episódio da 7ª temporada, com 76 minutos de duração. No Brasil, a série tem exibição simultânea pelo canal pago Fox.
The Walking Dead: Vídeo de bastidores registra a despedida de Michael Cudlitz
O canal pago AMC divulgou o segundo vídeo de bastidores da 7ª temporada de “The Walking Dead”, que registra a despedida de Michael Cudlitz, o intérprete de Abraham Ford. Enquanto ele agradece a experiência de ter participado da série, cenas de sua trajetória são lembradas, e no final parte do elenco aparece, com bigodes postiços, para demonstrar seu carinho pelo ator. Quem viu o episódio de estreia da temporada sabe o que motivou este vídeo. A série continua, agora sem Abraham e Glenn, com o próximo episódio previsto para domingo, dia 30 de outubro, fim de semana do Halloween. O capítulo, inclusive, será maior que o primeiro episódio da 7ª temporada, com 76 minutos de duração. No Brasil, “The Walking Dead” tem exibição simultânea pelo canal pago Fox.
The Walking Dead: Vídeo de bastidores registra a despedida de Steven Yeun
O canal pago AMC divulgou o primeiro vídeo de bastidores da 7ª temporada de “The Walking Dead”, que registra a despedida de Steven Yeun, o intérprete de Glenn. Enquanto ele agradece a experiência de ter participado da série, cenas de sua trajetória são lembradas, e no final quase todo o elenco e parte da equipe de produção aparece para demonstrar seu carinho pelo ator com muitos beijos. Quem viu o episódio de estreia da temporada sabe o que motivou este vídeo. A série continua, agora sem Glenn e Abraham, com o próximo episódio previsto para domingo, dia 30 de outubro, fim de semana do Halloween. O capítulo, inclusive, será maior que o primeiro episódio da 7ª temporada, com 76 minutos de duração. No Brasil, “The Walking Dead” tem exibição simultânea pelo canal pago Fox.
The Walking Dead: Cena e fotos do próximo episódio introduzem uma nova comunidade
Após a violência do episódio de estreia, a série “The Walking Dead” volta a respirar um pouco de esperança com a divulgação de uma cena e fotos do próximo episódio, intitulado “The Well”. As imagens e a prévia revelam o destino de Morgan (Lennie James) e Carol (Melissa McBride), que encontram uma nova comunidade pacífica: o Reino, governado pelo Rei Ezekiel (Khary Payton). Este novo ambiente, porém, não será suficiente para dissipar a tensão da ameaça de Negan (Jeffrey Dean Morgan), que, conforme o trailer do episódio antecipou, vai aparecer em Alexandria para se apresentar aos que não testemunharam seu sadismo. O próximo episódio de “The Walking Dead” vai ao ar no domingo, dia 30 de outubro, fim de semana do Halloween, e será maior que o primeiro episódio da 7ª temporada, com 76 minutos de duração. No Brasil, a série tem exibição simultânea pelo canal pago Fox.
The Walking Dead: Negan chega em Alexandria no trailer do próximo episódio
O canal pago americano AMC divulgou o trailer do próximo episódio de “The Walking Dead”, intitulado “The Well”. A prévia situa rapidamente o telespectador no novo mundo da série, com trechos que mostram Daryl (Norman Reedus) chegando no Santuário, a fortaleza de Negan, a introdução do Rei Ezekiel (Khary Payton) e seu Reino, uma nova comunidade, mas principalmente a chegada de Negan à Alexandria. O vilão e seu taco sangrento são apresentados à população pela confissão de Rick (Andrew Lincoln), totalmente submisso após as mortes chocantes da estreia da temporada: “Eu não estou mais no comando, Negan está”. O próximo episódio de “The Walking Dead” vai ao ar no domingo, dia 30 de outubro, fim de semana do Halloween, e será maior que o primeiro episódio da 7ª temporada, com 76 minutos de duração. No Brasil, a série tem exibição simultânea pelo canal pago Fox.
The Walking Dead: Vídeo de realidade virtual cerca o espectador com zumbis
O canal pago AMC divulgou um vídeo diferente para promover o retorno da série “The Walking Dead”. Produzido em realidade virtual e dirigido por Greg Nicotero, criador dos zumbis da série, ele deixa o espectador cercado por mortos-vivos, numa experiência de terror em 360 graus. Os produtores prometem outros vídeos de VR ao longo da temporada. A 7ª temporada da série começa neste domingo (23/10), com exibição no Brasil pelo canal pago Fox. Por sinal, “The Walking Dead” já se encontra renovada para sua 8ª temporada.
Dez atrizes são candidatas a viver a mutante Dominó na continuação de Deadpool
Começaram os rumores sobre a produção da sequência de “Deadpool”. Segundo fontes do site Deadline, a produção já tem candidatas para interpretar a protagonista feminina do novo filme. Uma dezena de atrizes aparecem listadas para o papel de Dominó, uma mutante de pele branca capaz de manipular as leis das probabilidades para fazer a sorte atuar a seu favor. São elas as americanas Lizzy Caplan (“A Entrevista”), Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”), Sienna Miller (“Sniper Americano”), Kelly Rohrbach (do vindouro “Baywatch”), a canadense Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), a irlandesa Eve Hewson (“The Knick”), a australiana Ruby Rose (série “Orange is the New Black”), a argelina Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), a mexicana Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”) e a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”). O site anuncia que outros nomes ainda podem entrar na disputa, mas o diretor Tim Miller já começou a conduzir os testes com as listadas – ainda sem uma favorita. A personagem foi criada por Fabian Nicieza e Rob Liefeld. Resultado de uma experiência secreta do governo, o nome real de Dominó é Neena Thurman. Graças a seus poderes e habilidades físicas, ela acaba integrando um esquadrão de mercenários liderado por Cable e participa da primeira fase da X-Force, grupo de mutantes responsável por realizar missões mais sensíveis que, digamos, impedir o fim do mundo como fazem os X-Men. Com o retorno de Ryan Reynolds já confirmado, “Deadpool 2” ainda não tem uma data de estreia oficial, mas a previsão é que chegue aos cinemas em 2018. O novo filme também terá o retorno da equipe criativa original, formada pelo diretor Tim Miller e os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick.
#MeChamaDeBruna: Novos vídeos aumentam a temperatura da divulgação da série de Bruna Surfistinha
A Fox divulgou três novos vídeos quentes da série “#MeChamaDeBruna”, sobre a vida de Bruna Surfistinha. O material se explora a sensualidade da intérprete de Bruna/Raquel, a praticamente estreante Maria Bopp. Os vídeos são um convite ao voyeurismo, e combinam com a forma como a série é contada, usando o artifício do diário digital. Antes de cada episódio, Bruna/Raquel fala ao público por meio de uma câmera digital, como se estivesse ao vivo em um “vlog”, num recurso que mantém o tom de diário das memórias originais da Surfistinha, ao mesmo tempo em que atualiza a história para os dias de hoje. Na vida real, Rachel escrevia num blogue com o nome que a tornou famosa, mais tarde transformado no livro “O Doce Veneno do Escorpião”. O livro, por sua vez, inspirou o filme “Bruna Surfistinha” (2011), campeão de bilheterias nacional, e agora essa história chega na TV. A série foca no começo da carreira da garota de programa, concentram-se no período em que viveu num “privê” de São Paulo, mostrando seu cotidiano com as outras garotas do prédio, sua cafetina, o filho dela e a clientela do estabelecimento. O elenco também inclui Carla Ribas (“Aquarius”), Luciana Paes (“Mãe Só Há Uma”), Nash Laila (“Amor, Plástico e Barulho”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Stella Rabello (série “Tapas & Beijos”) e Perfeito Fortuna (“O Homem do Ano”), entre outros. “#MeChamaDeBruna” é uma produção da TV Zero, com direção de Marcia Faria (diretora assistente de “Diários de Motocicleta”, “Xingu” e “Chatô”) e estreou em 8 de outubro no canal pago Fox+. Os dois primeiros episódios também já estão disponíveis na plataforma FoxPlay.
Legion: Primeira série derivada dos X-Men ganha novo comercial
A Marvel divulgou um novo comercial de “Legion”, primeira série derivada do universo dos filmes dos “X-Men”. A prévia mostra o protagonista David Haller (interpretado pelo inglês Dan Stevens, de “Downton Abbey”) no hospício, observado pelo psiquiatra vivido por Hamish Linklater (série “The Crazy Ones”), que revela saber que ele é um mutante, e várias cenas de efeitos visuais. Haller é atormentado por legiões de vozes e visões. Mas, após anos sendo tratado como esquizofrênico, seus sintomas revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, ele é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. Desenvolvida pelo excelente roteirista Noah Hawley (criador de “Fargo”) e com produção do cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”), “Legion” estreia em fevereiro no canal pago americano FX e terá exibição simultânea no Brasil pela Fox.
The Walking Dead: Vítima de Negan foi escolhida há um ano
Os produtores de “The Walking Dead” deixaram os telespectadores em suspense desde o final da última temporada, com um cliffhanger assassino. Mesmo o elenco ficou meses sem saber quem tinha sido a vítima do sadismo de Negan (Jeffrey Dean Morgan) na última cena da 6ª temporada, filmada de um ângulo subjetivo. Entretanto, segundo Greg Nicotero, a identidade da vítima foi definida pelos roteiristas no começo da temporada passada, há um ano. “Tomamos essa decisão no ano passado, antes de chegarmos no episódio final. A história toda foi decidida por nossa equipe de roteiristas. Se você olhar para o nosso histórico de mortes, cada uma delas nos ajudou a mudar a direção da série. Mesmo Shane, Lori, Hershel, Tyreese e Beth. A série ficou muito diferente após a morte dessas pessoas, e o mesmo acontece com a introdução de Negan e a morte desta pessoa”, ele afirmou, em entrevista ao site ComicBook. A intenção da cena brutal é redirecionar a trama, mostrando que a segurança de Alexandria e a autoconfiança de Rick eram meras ilusões. “Rick pensava que sabia o que viria. Ele pensava que poderia lidar com qualquer um que estiver em seu caminho. A verdade é que ele não pode e ele não sabe o que espera por ele. Rick estava confiante, ele subestimou aquele mundo e as pessoas que vivem nele. E acabou pagando por isso. É uma oportunidade de mudar a direção, pois o mundo é maior do que ele pensa”, sentenciou Nicotero. Vale observar, com direito a spoilers vindos dos quadrinhos, que, ao longo da temporada passada, o personagem que morreu nos gibis de Robert Kirkman, nas mãos de Negan, já foi dado como morto por vários episódios, num suspense similar ao causado pelo cliffhanger da season finale, sobrevivendo de modo “miraculoso”. Enquanto isso, outro personagem, que deveria ter morrido num dos últimos episódios, escapou para esperar a decisão de Negan. Agora, se esta decisão foi tomada há bastante tempo, como alega Nicotero, esses fatos não podem ser considerados simples casualidade. Por sinal, os quadrinhos antecipam até o preço pessoal pago por Rick (Andrew Lincoln). O spoiler está aqui.
The Walking Dead: Segundo episódio da temporada será especial de Halloween com duração mais longa
O segundo episódio da 7ª temporada de
O Lar das Crianças Peculiares resgata a sombra do diretor que já foi Tim Burton
Adaptado dos livros de Ransom Riggs, “O Lar das Crianças Peculiares” tem o perfil de um filme típico de Tim Burton, cuja filmografia é repleta de alegorias contra a descrença. Infelizmente, Burton já não é o mesmo diretor que fez seus grandes clássicos há duas décadas. “O Lar das Crianças Peculiares” pode divertir, encantar, assustar aqui e ali, além de impressionar pela estética (o mínimo que se espera de Tim Burton) e apresentar uma bela trilha sonora. Está tudo lá. Mas, por um segundo, imagine se o diretor tivesse total liberdade criativa (ou a palavra seria “vontade”?) para ser Tim Burton. Falta, sim, aquela pitada de ousadia que caracterizava suas melhores obras, de “Os Fantasmas se Divertem” (1988) a “Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” (1999). Fica a impressão de que, há tempos, estúdio nenhum entrega dinheiro de bandeja para Burton fazer o filme que ele quiser e do jeito que bem entender. Das duas, uma: 1) Ele perdeu a essência que chamou a atenção do mundo no final dos anos 1980, até o fim dos 1990, e assumiu que hoje é uma caricatura de si próprio, ou 2) Ainda que trabalhando sob rédea curta, acomodou-se e prefere seguir usando o apelo de seu nome para faturar com salários caros em contratos com grandes estúdios. Não dá para esconder que este é um produto importante para um grande estúdio como a Fox, que deve enxergar nos livros de Riggs “uma mistura de Harry Potter e X-Men”. Ou seja, uma oportunidade para gerar mais uma franquia lucrativa. Para Tim Burton, trata-se de um conto capaz de despertar as inspirações de outrora para conduzir um filme com sua assinatura tão conhecida e apreciada. Afinal, mesmo dentro do “esquema”, a obra de Riggs permitiu que o cineasta voltasse a extrair beleza da escuridão, sem perder o equilíbrio entre o lirismo e o macabro, entre os prós e contras de estar vivo ou morto de acordo com a sua excêntrica visão. As intenções do estúdio e do diretor se cruzam, mas não parecem se encontrar, o que interfere diretamente no resultado final. Talvez seja o melhor filme de Tim Burton nesta década, muito em função do material de origem. Não se engane, porque a grande cabeça do projeto é a de Ransom Riggs, que armou um tabuleiro sobre o poder da imaginação ser hereditário, mesmo que pule uma geração, passando de avô para neto. Isso leva a uma aventura em um passado mágico, onde existe um orfanato de crianças que carregam mais fardos que poderes. Tudo obra de Riggs, enquanto Burton se contentou apenas em reproduzir na tela algumas das cenas mais bonitas do livro, como a menina cheia de ar nos pulmões isolando a água de um dos cômodos de um navio fantasma ou qualquer frame que traga Eva Green no papel da Srta. Peregrine, que cuida da garotada. A beleza dessas cenas é, claro, mérito do diretor, mas ele tem talento de sobra para ir além da plasticidade evidente. A história era um prato cheio para Tim Burton brilhar, afinal Ransom Riggs distribuiu temas variados em seus livros, como viagens no tempo, a ameaça de uma espécie de bicho papão, o excesso de cuidado com crianças quando o mundo real está lá fora, homenagens ao cinema – como o menino que projeta seus sonhos na tela –, e a situação do orfanato que remete aos judeus fugindo e se escondendo dos nazistas na 2ª Guerra Mundial. Mas tudo acaba se perdendo. Não há a menor dúvida que os dois primeiros atos são muito mais Tim Burton que o último. Embora traga elementos que costumamos identificar em seu cinema, o clímax parece ter sido acelerado pelo estúdio, como se fosse obrigatória a necessidade de aumentar a ação para agradar uma plateia mais jovem. A ação pode acontecer, mas ela precisa ser devidamente preparada. Porém, neste filme, somos arremessados, durante seu ato derradeiro, a uma correria desenfreada, passando por explicações apressadas e, por isso mesmo, confusas sobre fendas no tempo e as motivações dos vilões. O pior é que esse atropelamento narrativo é corriqueiro quando se trata de adaptações literárias infanto-juvenis. Até isso é lugar-comum. E flertar com o convencional é muito pouco quando se trata de Tim Burton. Ao final, é triste constatar que qualquer David Yates poderia ter feito este filme.











