Deadpool agradece aos fãs pela bilheteria com vídeo inspirado na série Super Gatas
A Fox divulgou um vídeo especial de “Deadpool 2” em agradecimento pelo sucesso da produção, que já arrecadou US$ 364 milhões em todo o mundo. Numa homenagem à calorosa recepção do filme por parte dos fãs, o vídeo reúne imagens fofas da produção acompanhado pelo tema da série “Super Gatas” (The Golden Girls), que sublinha a mensagem de agradecimento. O resultado também sugere a abertura de um sitcom antigo, em que todos são amigos. Para quem não sabe, Deadpool é um grande fã das “Super Gatas” e chegou a usar uma camiseta com foto de Bea Arthur no primeiro filme. Ele também desejou feliz aniversário à Betty White, quando ela completou 96 anos em janeiro. Esta paixão, por sinal, não é uma invenção de Ryan Reynolds. Vem dos quadrinhos. “Deadpool 2” está atualmente em cartaz nos cinemas.
Episódios “bônus” de Lucifer ganham 12 fotos inéditas
A Fox divulgou 12 fotos dos dois episódios inéditos de “Lucifer”, anteriormente gravados para a 4ª temporada, que serão exibidos como bônus da série. O produtor Joe Henderson chegou a descrevê-los como dois dos melhores episódios já feitos para a série e temia que o cancelamento os deixasse no limbo. Como a série não terá 4ª temporada, a Fox resolveu aproveitar os episódios prontos para exibi-los como um especial de duas horas. São episódios com histórias completas, que não seriam exibidos no começo da temporada, caso ela tivesse sido confirmada. Portanto, não abordam o cliffhanger do último episódio. De todo modo, ambos trazem participações curiosas e um deles serve até como um encerramento espetacular para a série. O primeiro, chamado de “Boo Normal”, acompanha Lúcifer (Tom Ellis) e sua equipe investigando o assassinado de uma pediatra, e conta com participação de Charlyne Yi, atriz da série “House”, como uma amiga de Ella (Aimee Garcia), que pode ser uma fantasma. Já o segundo, batizado de “Once Upon a Time”, mostrará uma dimensão alternativa criada pela mãe de Lúcifer (Tricia Helfer) onde o anjo caído nunca conheceu Chloe (Lauren German) mas tem livre arbítrio. A grande curiosidade deste episódio é que ele é “narrado” por Deus, que por sua vez é dublado pelo escritor Neil Gaiman – o próprio criador de Lúcifer nas páginas de “Sandman”, publicação de quadrinhos da Vertigo. Este episódio ainda tem a curiosidade de se aproximar de uma história dos quadrinhos originais, algo que raramente a série realizou. Justamente no arco final de sua revista própria, Lucifer criou um mundo alternativo, para provar que seria capaz de realizar algo melhor que Deus. Os episódios adicionais serão exibidos juntos, na próxima segunda (28/5) nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de estreia para esta “coda” no Brasil. O canal pago Universal começou a exibir a 3ª e última temporada de “Lucifer” no país em 16 de maio.
Netflix ultrapassa a Disney e vira empresa de mídia mais valiosa do mundo
A Netflix virou a empresa de mídia mais valiosa do mundo. A conquista da plataforma de streaming aconteceu após uma alta das ações da empresa nesta quinta-feira (24/5), que a levou a ultrapassar o conglomerado Disney pela primeira vez na liderança do mercado. Com cada ação custando US$ 351,09 dólares, a companhia atualmente tem um valor de mercado total de US$ 162 bilhões. Em comparação, a ação da Disney (que teve queda de 1,1% hoje) atualmente custa US$ 101,74 dólares, somando um valor de US$ 152 bilhões. A briga com a Netflix assinala para a Disney a importância de seu projeto de streaming, previsto para ser lançado em 2019. Mas uma parte estratégica deste negócio já pode estar em risco. É que a Comcast, dona dos estúdios Universal e terceira maior empresa de mídia do mundo, quer atravessar a compra da Fox pela Disney, com uma oferta bastante superior ao valor oferecido pela rival.
Vingadores também vão usar dispositivo de Cable para viajar no tempo?
Uma foto do set de “Vingadores 4” chamou atenção dos fãs, ao mostrar o Capitão América, Tony Stark e o Homem Formiga com um dispositivo na mão, idêntico ao usado por Cable para viajar no tempo em “Deadpool 2”. Veja abaixo. Os dois filmes (ainda) não estão no mesmo universo cinematográfico compartilhado, mas se inspiram em tramas da mesma editora de quadrinhos. Vai que a Marvel usou uma ideia dos quadrinhos, que a produção da Fox antecipou? A semelhança entre os dispositivos é realmente muito grande. E, vale lembrar, esse equipamento não faz parte do traje original dos heróis. A imagem é mais um elemento a reforçar a suspeita de viagem no tempo em “Vingadores 4” para mudar os acontecimentos do final de “Vingadores: Guerra Infinita”. O próprio uniforme do Capitão América é outro. O herói aparece com o mesmo visual do primeiro filme dos Vingadores, lançado em 2012. Como os fãs sabem, a Marvel “atualiza” os uniformes de seus personagens a cada filme, de modo que eles nunca se repetem. Confira abaixo.
Deadpool 2 vai ganhar versão estendida com piadas inéditas
O diretor David Leich revelou que está trabalhando numa versão estendida de “Deadpool 2”. Em entrevista ao site CinemaBlend, Leitch disse que está conversando com os roteiristas Ryan Reynolds, Rhett Reese e Paul Wernick para definir quais piadas cortadas entrarão na nova versão. Leitch adiantou algumas coisas. “A cena do suicídio está lá e tem uma cena de café da manhã na mansão X. Terá mais coisas da Dominó e várias piadas novas”, revelou. Por fim, ele afirmou que a versão estendida terá mais de duas horas. O que não quer dizer muita coisa. A versão cinematográfica de “Deadpool 2” tem 1h59 de duração. A Fox ainda não definiu como irá distribuir a nova versão, mas o material deve ser lançado pelo menos em Blu-ray.
Série de comédia LA to Vegas é cancelada ao final da 1ª temporada
A rede Fox cancelou a série de comédia “LA to Vegas” após apenas uma temporada. A notícia do cancelamento foi compartilhada pelo ator Amir Talai via Twitter. “Eu amo vocês, fãs de ‘LA to Vegas’. É por isso que me parte o coração dizer que nossa série não vai voltar”, ele escreveu, acrescentando que não tinha uma explicação oficial, mas que isso pouco importava, porque já estava decidido. “LA to Vegas” tinha uma média de 2,3 milhões de telespectadores e marcava 0,7 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Criada por Lon Zimmet (produtor-roteirista de “Unbreakable Kimmy Schmidt”), a série acompanha a tripulação e os passageiros de um voo comercial de ida e volta entre Los Angeles e Las Vegas. O elenco destacava Dylan McDermott (série “American Horror Story”) como o Capitão Dave, Amir Talai (“O Círculo”) como o copiloto, e Kim Matula (série “UnReal”) e Nathan Lee Graham (“Zoolander 2”) como comissários de bordo. O último episódio foi ao ar em 1 de maio nos Estados Unidos. I love you so much #LAtoVegas fans. That's why it breaks my heart to tell you that our show is not coming back. I don't have an explanation for you, but it doesn't actually matter. It's done. I'm gonna miss our #LAtoVegas family so much, and that includes you. pic.twitter.com/vO3sFSiTmi — Amir Talai (@AmirTalai) May 22, 2018
Lucifer vai ganhar dois episódios inéditos como bônus após o final da série
A Fox anunciou a exibição de dois episódios inéditos de “Lucifer”, anteriormente gravados para a 4ª temporada, que não será mais realizada. O produtor Joe Henderson chegou a descrevê-los como dois dos melhores episódios já feitos para a série e lamentou seus destinos, acreditando que eles não seriam exibidos, já que o cancelamento os deixou no limbo. Mas, embora tenha interrompido a produção, a Fox resolveu programá-los como “bônus” para os fãs. São episódios com histórias completas, mas não está claro se abordam o cliffhanger do final da 3ª temporada. De todo modo, ambos trazem participações curiosas e um deles serve até como um encerramento espetacular para a série. O primeiro, chamado de “Boo Normal”, acompanha Lúcifer (Tom Ellis) e sua equipe investigando o assassinado de uma pediatra, e conta com participação de Charlyne Yi, atriz da série “House”, como uma amiga de Ella (Aimee Garcia), que pode ser uma fantasma. Já o segundo, batizado de “Once Upon a Time”, mostrará uma dimensão alternativa criada pela mãe de Lúcifer (Tricia Helfer) onde o anjo caído nunca conheceu Chloe (Lauren German) mas tem livre arbítrio. A grande curiosidade deste episódio é que ele é “narrado” por Deus, que por sua vez é dublado pelo escritor Neil Gaiman – o próprio criador de Lúcifer nas páginas de “Sandman”, publicação de quadrinhos da Vertigo. Este episódio ainda tem a curiosidade de se aproximar de uma história dos quadrinhos originais, algo que raramente a série realizou. Justamente no arco final de sua revista própria, Lucifer criou um mundo alternativo, para provar que seria capaz de realizar algo melhor que Deus. Os episódios adicionais serão exibidos juntos, na próxima segunda (31/5) nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de estreia para esta “coda” no Brasil.
Jennifer Love Hewitt vai substituir Connie Britton na série 9-1-1
A série “9-1-1”, que gira em torno de chamados de emergência para a polícia e bombeiros, precisou resolver uma emergência própria. Com a decisão de Connie Britton de sair da atração, a Fox contratou Jennifer Love Hewitt como integrante do elenco fixo da 2ª temporada. A atriz vai interpretar Maddie, uma nova operadora do serviço de emergências 911 (preenchendo a lacuna deixada pela personagem Abby Clark, de Britton). Maddie também é irmã de Buck, interpretado por Oliver Stark. Hewitt deve ter sido pega de surpresa, porque estava afastada da TV desde 2015, quando participou de uma temporada de “Criminal Minds”. Sex symbol dos anos 1990, a atriz de 39 anos compareceu nos Upfronts, evento de divulgação da programação, e chamou atenção por estar fisicamente diferente. Veja abaixo. Ela própria foi ao Instagram pedir desculpas pela aparência, jogando a culpa na falta de maquiagem, na viagem em cima da hora com seus filhos e a maratona de 12 horas que acompanhou o evento. Em março, o produtor executivo Ryan Murphy disse esperar que Britton pudesse voltar como atriz convidada – algo que parece improvável após ela fechar o papel principal na série de antologia “Dirty John”, do canal pago Bravo. “Estamos no processo de renegociar seu contrato para que ela possa fazer alguns episódios para manter sua personagem viva”, disse Murphy na época. “Ela realmente ama o elenco e a equipe e está muito esperançosa de que isso possa acontecer.” Na mesma entrevista, Murphy revelou que a 2ª temporada apresentaria vários novos operadores de call center. “Estamos indo atrás de grandes nomes”, ele brincou. Além de “Criminal Minds”, os créditos de Hewitt na TV incluem “The Client List” (2012-2013), “Ghost Whisperer” (2005-2010) e a clássica “Party of Five” (O Quinteto, 1994–2000), que gerou o spin-off “Time of Your Life” (1999-2000) centrado em sua personagem, mas ela também é conhecida por papéis no cinema, como o terror “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” (1997) e sua continuação, além da comédia “Mal Posso Esperar” (1999) e até “O Terno de Dois Bilhões” (2002), com Jackie Chan.
Tom Ellis revela a existência de negociações para o resgate de Lucifer
A resposta dos fãs ao cancelamento de “Lucifer”, com a campanha #SaveLucifer ganhando cada vez mais adeptos nas redes sociais, impressionou até o ator inglês Tom Ellis, que interpretava o personagem-título. Após se assumir em “estado de choque” com o cancelamento da série pela rede Fox, ele revelou ter viajado para Los Angeles, atendendo uma convocação do showrunner Joe Henderson e do produtor Jerry Bruckheimer, para participar de conversas entre os executivos da WBTV (Warner Bros. Television) e serviços de streaming para salvar a série. “Honestamente, fiquei um pouco chocado. Eu entrei em um estado de choque estranho. Eu realmente não estava esperando e fui pego de surpresa. E bateu em mim o quanto eu me importava com a série, e fiquei muito, muito triste. Eu não conseguia acreditar”, confessou o ator ao site TVLine. Mas seu humor mudou com a resposta “incrivelmente apaixonada” dos fãs. “Desde que comecei a fazer ‘Lucifer’, eu participei de divulgação em várias partes do mundo e estou ciente de que esse programa é muito mais popular do que parece ser na Fox. Nossos números sugerem que muitas pessoas assistem ao programa, mas não necessariamente na Fox. Então, de uma maneira estranha, não estou surpreso que as pessoas estejam com raiva. Eu só não estava preparado para este tsunami de amor que veio”. Após as primeiras reuniões para negociar uma ressurreição para a série, o ator se diz animado. “Não quero prometer nada para ninguém, porque há muitas coisas que precisam ser alinhadas para que isso aconteça. Mas eu não tive esperança antes, e agora tenho esperança. E enquanto houver esperança, continuarei lutando. Porque acho que é isso que nossos fãs querem que façamos”. E os fãs permanecem incansáveis. Em novo desdobramento para salvar a série, estão agora fazendo campanha para “Lucifer” ser indicada ao Teen Choice, algo que nunca aconteceu antes. A votação do Teen Choice Award 2018 é aberta ao público e se encerra na segunda (21/5). Veja abaixo. Caso “Lucifer” consiga emplacar alguma indicação, conquistará maior visibilidade e um argumento a mais para seu resgate. O último episódio da 3ª temporada de “Lucifer”, que marcou o final da série na Fox, foi ao ar no dia 14 de maio, deixando um grande gancho para a continuação. Boatos sugerem que a série pode ser resgatada pelo novo serviço de streaming da Warner focado em adaptações de suas publicações em quadrinhos, o DC Universe, que deve ser lançado ainda no final deste ano. Mas a WBTV prioriza uma parceria com a plataforma Hulu, que já tem direitos de exibição da série em streaming nos Estados Unidos, ou a Netflix, que possui os direitos internacionais.
Deadpool 2 acaba com reinado dos Vingadores nas bilheterias
Após três fins de semana como o filme mais visto da América do Norte – e do mundo – , “Vingadores: Guerra Infinita” perdeu o topo do ranking para um novo filme de super-herói. “Deadpool 2” abriu com US$ 125M (milhões) nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá, a segunda maior estreia de um filme com classificação etária “R” em todos os tempos – atrás apenas do primeiro “Deadpool”, que fez US$ 132,4M há dois anos. Mas não ficou nisso. O filme do herói tagarela quebrou o recorde da Fox no mercado internacional, com estimados US$ 176,3M de arrecadação, superando os US$ 174M de “X-Men: Dias de um Futuro Passado”. A diferença é que, ao contrário do filme do grupo mutante, “Deadpool 2” não estreou na China. O valor também representa recorde internacional de lançamento classificado como “R” nos Estados Unidos, superando outra produção da Fox, “Logan” (abriu com US$ 160M em 2017). As maiores bilheterias vieram do Reino Unido (US$ 18M), Coreia do Sul (US$ 17M), Rússia (US$ 11,8M), Austrália (US$ 11,7M) e México (US$ 10,1M). Graças a este desempenho, a soma de “Deadpool 2” atingiu impressionantes US$ 301,3M em todo o mundo. Apesar de perder a liderança, “Vingadores: Guerra Infinita” continua aumentando sua fortuna. Foram mais US$ 28,7M nos últimos três dias na América do Norte, o que lhe rendeu o 2º lugar no ranking semanal. Com a soma das bilheterias deste fim de semana, o terceiro “Vingadores” também atingiu US$ 1,8B (bilhão) de arrecadação mundial, aproximando-se da marca mítica dos US$ 2B que apenas três filmes conseguiram cruzar – “Star Wars: O Despertar da Força”, “Titanic” e “Avatar”. O 3º lugar doméstico ficou com outra estreia do fim de semana na América do Norte, a comédia “Do Jeito que Elas Querem” (Book Club), com Jane Fonda, Diane Keaton, Candice Bergen e humor sexual da Terceira Idade. Fez US$ 12,5M, mas não eletrizou a crítica, com 58% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 16 de junho no Brasil. De todo modo, foi o dobro do conquistado pela outra estreia, “Show Dogs”, mais uma comédia sem graça da temporada, que abriu em 6º lugar com US$ 6M e apenas 26% de aprovação da crítica. O humor canino não tem previsão de lançamento no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para saber mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Deadpool 2 Fim de semana: US$ 125M Total EUA e Canadá: US$ 125M Total Mundo: US$ 301,3M 2. Vingadores: Guerra Infinita Fim de semana: US$ 28,6M Total EUA e Canadá: US$ 595M Total Mundo: US$ 1,8B 3. Do Jeito que Elas Querem Fim de semana: US$ 12,5M Total EUA e Canadá: 12,5M Total Mundo: 12,5M 4. Alma da Festa Fim de semana: US$ 7,7M Total EUA e Canadá: US$ 31M Total Mundo: US$ 36,8M 5. Breaking In Fim de semana: US$ 6,4M Total EUA e Canadá: US$ 28,7M Total Mundo: US$ 30,4M 6. Show Dogs Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 6M Total Mundo: US$ 6,7M 7. Overboard Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 36,9M Total Mundo: US$ 49M 8. Um Lugar Silencioso Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 176,1M Total Mundo: US$ 296,4M 9. Rampage Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 92,4M Total Mundo: US$ 406,9M 10. RBG Fim de semana: US$ 1,2M Total EUA e Canadá: US$ 3,8M Total Mundo: US$ 3,8M
Deadpool 2 zoa tudo, o tempo inteiro, e isso não é para todos
Não há como negar o quanto “Deadpool”, o primeiro filme do mercenário tagarela, foi importante para trazer um pouco mais de ousadia aos lançamentos de super-heróis recentes. Dirigida por David Leitch, de “Atômica”, a sequência não tem mais a obrigação de contar a origem de seu anti-herói. Mas até quem desconhece o personagem vai se sentir à vontade com seu senso de humor ácido e pop, graças às inúmeras piadas internas envolvendo filmes de super-heróis, quadrinhos, a consciência da música diegética e até mesmo a própria carreira de Ryan Reynolds. As brincadeiras com o fato de Deadpool ser uma franquia que utiliza heróis do segundo escalão, mesmo tendo o direito de trazer os personagens dos filmes dos X-Men, continuam valendo neste longa, apesar da trama incluir Cable, herói muito querido dos leitores dos heróis mutantes na década de 1990. Josh Brolin interpreta o homem que veio do futuro para matar um mutante adolescente que matará sua família. Claro, Deadpool não deixa passar batida a semelhança dessa missão com o enredo de “O Exterminador do Futuro”. Ainda que inicialmente inimigos, Cable e Deadpool têm algo muito doloroso em comum e já se prevê que no final ambos serão aliados. O divertido é acompanhar o processo desta aventura despretensiosa até a sua conclusão. A própria criação do grupo X-Force, que Deadpool reúne para enfrentar Cable, é divertidíssima. Não só a criação como o destino de seus membros logo na primeira missão. A boa surpresa do grupo é Dominó, a mulher cujo superpoder é ter sorte, vivida por Zazie Beetz, conhecida de quem acompanha a série “Atlanta”. Por sinal, o humor da produção é justamente um dos elementos que mais divide o público entre gostar e odiar esta franquia, mas a verdade é que isso vale para os filmes dos estúdios Marvel também. Nem é nem a questão de se entender ou não as piadas, mas de não achá-las boas o suficiente para rir. A proposta do roteiro de Rhett Reese, Paul Wernick e do próprio Ryan Reynolds é zoar tudo, o tempo inteiro, e isso não é para todos. Claro que, no fim das contas, mesmo com conteúdo sexual e violento, tudo passa por um filtro dentro de uma época mais politicamente correta. Aliás, há até uma piada a respeito disso, que envolve a fixação um tanto estranha do taxista amigo do protagonista pela personagem de Kirsten Dunst em “Entrevista com o Vampiro”, uma vampira de dez anos de idade. Mas nem tudo é zoação. Há também um pouco de tragédia que invade a vida do herói e que muda um bocado a dinâmica e o clima em relação ao que o público espera encontrar. E isso é muito bom. Ainda mais para um personagem que é praticamente imortal. No final, não deixem de ver as duas cenas extras pós-créditos. Elas são ótimas e importantes para a verdadeira conclusão da história. Assim como são muito bons os poucos momentos de cena com a bela Morena Baccarin e a nova versão de “Take on Me”, do A-Ha, que vai acompanhar o público até em casa ao final da sessão – melhor do que ficar na cabeça com a música de Celine Dion, feita especialmente para a abertura, mas, se isso acontecer, considere como outra zoeira do Deadpool.
Deadpool 2 é reclassificado para maiores de 16 anos no Brasil
Após estrear nos cinemas do país na quinta-feira (17/5) com classificação etária para maiores de 18 anos, “Deadpool 2” conseguiu ser reclassificado para 16 anos. O anúncio foi feito nesta sexta-feira pela Fox Film do Brasil, que distribui o longa-metragem. Menores de 16 terão a entrada autorizada desde que acompanhados pelos pais ou responsáveis legais. A distribuidora brasileira fez o anúncio por meio de sua página no Twitter e aproveitou a natureza irônica e sarcástica do personagem para fazer piada: “Eu disse que era um filme família!”. Veja abaixo Segundo informações do site Filme B, que acompanha o mercado audiovisual brasileiro, “Deadpool 2” entrou em cartaz na quinta com público estimado de 238 mil pessoas, desempenho 41% menor do que a performance do o primeiro título, que levou 404 mil espectadores aos cinemas no dia da estreia, apesar de distribuído em menos cinemas. A expectativa, com a nova classificação indicativa, é que os números melhorem no fim de semana. O primeiro filme tinha sido classificado para maiores de 16 anos. O Departamento de Políticas de Justiça do Ministério da Justinha afirmou ter proibido a continuação para menores de 18 anos por conter exibição de “drogas, violência extrema e conteúdo impactante”. Se esta classificação não fosse revertida, espectadores com idades abaixo dessa faixa não seriam admitidos nas salas nem se estiverem acompanhados de seus pais ou responsáveis. Por conta isso, algumas redes de exibição e serviços online de vendas de ingressos, como o Cinemark, chegaram a orientar os menores de idade que tinham adquirido ingressos para o filme em pré-venda a pedirem reembolso. A repercussão nas redes sociais foi grande, com manifestações a favor e contra a medida. Boa parte das reclamações veio de fãs menores que estavam se programando para assistir ao filme. Ninguém lembrou, entretanto, da polêmica de “Aquarius”. O filme de Kleber Mendonça Filho também foi classificado para maiores de 18 anos. Tinha cenas de consumo de drogas e nudez masculina frontal, com pênis ereto e sexo grupal. Mas protestos politizaram a discussão da recomendação etária, que acabou revista para 16 anos após o diretor insinuar que se tratava de perseguição política. Aquele filme era para adultos. “Deadpool 2” é um besteirol adolescente. Eu disse que era um filme família. OFICIAL: A classificação indicativa de #Deadpool2 (que antes era 18 anos) agora é 16 anos. ASSISTA HOJE NOS CINEMAS! Compre aqui: https://t.co/OHaSJ3sHBk pic.twitter.com/9CgW6EaxJV — Fox Film do Brasil (@FoxFilmdoBrasil) May 18, 2018
Saiba quais spin-offs e remakes de atrações famosas foram rejeitados e não vão virar séries em 2018
“Wayward Sisters”, spin-off de “Supernatural”, não foi o único projeto tido como certeiro que acabou recusado para a temporada de outono na TV aberta dos Estados Unidos. Outras atrações derivadas de franquias conhecidas e com elencos e produtores famosos ficaram pelo caminho, decepcionando não apenas os envolvidos em seus pilotos, mas a expectativa dos fãs. Ao todo, os pilotos rejeitados incluem três remakes e três spin-offs, totalizando seis desdobramentos de franquias reprovados. Destes, os spin-offs são os que possuem mais chances de reviver em outro canal ou em outra data. Confira abaixo os cinco projetos inesperadamente recusados pelas redes de TV americanas na temporada de pilotos de 2018. Clique nos títulos de cada atração para saber mais detalhes sobre seus desenvolvimentos. “Cagney & Lacey” Remake de uma das séries mais bem-sucedidas dos anos 1980, que durou sete temporadas, entre 1981 e 1988, sobre o trabalho e a amizade de duas detetives da polícia de Nova York. Desenvolvido por Bridget Carpenter (criadora da minissérie “11.22.63”), o piloto contava com Sarah Drew (recém-saída de “Grey’s Anatomy”) como Cagney e Michelle Hurd (da série “Blindspot”) como Lacey, numa revisão racial da trama original. Além delas, o ator Ving Rhames (da franquia “Missão Impossível”) integrava o elenco, como o chefe da delegacia de polícia de Los Angeles – numa mudança também de locação. Na hora de definir sua programação, a rede CBS preferiu aprovar apenas o remake de “Magnum”. Caso prosseguisse com “Cagney & Lacey”, poderia virar um canal de nostalgia, acrescentando mais um remake à exibição de “Hawaii 5-0”, “MacGyver” e o anunciado “Magnum P.I.”. “Greatest American Hero” Remake da série de comédia dos anos 1980 exibida no Brasil como “Super-Herói Americano”. A série original foi criada por Stephen J. Cannell (“Anjos da Lei”, “Esquadrão Classe A”) e durou três temporadas, entre 1981 e 1983, acompanhando um professor (William Katt) que encontrava uma roupa que lhe dava superpoderes. O problema é que ele perdia o manual de uso, tendo que aprender suas novas habilidades por meio de tentativa e erro. A atualização previa não apenas uma mudança racial, mas também de sexo. Desenvolvido por Rachna Fruchbom (roteirista-produtora de “Fresh Off the Boat”), o piloto girava em torno de Meera, uma mulher de 30 anos que ama tequila e karaokê, e cuja falta de responsabilidade sempre causou grande desgosto em sua família tradicional indiana. Hannah Simone (a Cece da série “New Girl”) tinha o papel principal. “Get Christie Love” Remake da atração homônima de 1974, batizada de “Anjo Negro” no Brasil. A versão original foi a primeira série dramática protagonizada por uma atriz negra (Teresa Graves) na TV americana, inspirada pelas heroínas valentonas dos filmes de blaxploitation. O piloto foi desenvolvido por Courtney Kemp Agboh, criadora da série “Power”, maior sucesso do canal pago Starz, e em vez de uma policial infiltrada, Christie Love seria uma agente da CIA altamente treinada e mestre de disfarces. A atriz Kylie Bunbury (séries “Under the Dome” e “Pitch”) viveria o papel principal e a produção estava a cargo da One Race Television, produtora do ator Vin Diesel (da franquia “Velozes e Furiosos”), em parceria com a Universal e a Lionsgate Television. Apesar disso, foi recusada pela rede ABC. “L.A.’s Finest” Spin-off da franquia cinematográfica “Bad Boys”, que rendeu dois filmes estrelados por Will Smith e Martin Lawrence há mais de 15 anos. O projeto era centrado na personagem Syd Burnett, irmã do detetive Marcus Burnett (Martin Lawrence), introduzida em “Bad Boys 2” (2003). A série estava sendo desenvolvido pelos roteiristas Brandon Margolis e Brandon Sonnier (ambos da série “The Blacklist”) e mostraria o trabalho de Syd para o Departamento de Combate ao Tráfico de Drogas. Ela voltaria a ser interpretada pela mesma atriz, Gabrielle Union. E, replicando a dinâmica do filme, teria uma parceira feminina, papel que marcaria o retorno de Jessica Alba (“Sin City”, “Machete”) para a TV, 16 anos após o final da série sci-fi “Dark Angel” (2000–2002). A produção estava a cargo de Jerry Bruckheimer (da franquia “CSI”), que produziu os filmes. E, segundo o site The Hollywood Reporter, só não virou série devido a impasses na negociação entre a Sony TV e a rede NBC. Ou seja, não houve rejeição do piloto e sim dos custos. Por conta disso, a Sony pretende levar o projeto para outros interessados, e ainda é possível que vire série. “Gone Baby Gone” Spin-off do filme homônimo, o primeiro dirigido pelo ator Ben Affleck, lançado em 2007 no Brasil com o título “Medo da Verdade”. A cargo de Robert Levine, co-criador de “Black Sails”, o piloto se concentrava nos personagens do livro de Dennis Lehane em que o filme original foi baseado, os detetives particulares Patrick Kenzie e Angela Gennaro. Na sinopse, eles eram descritos como uma dupla armada com inteligência, conhecimento de rua e uma química inegável para tentar corrigir os erros da lei no bairro pobre de Dorchester, na cidade de Boston. Joseph Morgan (Klaus em “The Originals”) e Payton List (atualmente na série “Colony”) interpretariam os protagonistas, que no cinema foram vividos por Casey Affleck e Michelle Monagham. O elenco do piloto também incluía a veterana Christine Lahti (série “The Blacklist”) como a mãe de Angela, e a canadense-brasileira Laysa Oliveira (“Lea to the Rescue”) como a namorada de Patrick, uma médica de pronto socorro. O projeto era o primeiro piloto desenvolvido pela Miramax, empresa que foi fundada em 1979 por Bob e Harvey Weinstein, mas que atualmente pertence ao BEIN Media Group. Mas a Fox não aprovou o resultado. “Wayward Sisters” Spin-off com as personagens femininas de “Supernatural”, cuja premissa foi apresentada num episódio da atual temporada da série original. O projeto estava sendo desenvolvido por Robert Berens e Andrew Dabb, ambos roteiristas de “Supernatural”, e seria centrado na xerife Jody Mills (Kim Rhodes) e nas adolescentes problemáticas que ela adotou: Claire Novak (Kathryn Newton), filha do receptáculo humano de Castiel (Misha Collins), Alex Jones (Katherine Ramdeen), jovem raptada por vampiros, a médium Patience Turner (Clark Backo) e possivelmente Kaia (Yadira Guevara-Prip, da série “Mad Dogs”), que pode se projetar astralmente em outras dimensões. Sob o treinamento e proteção das xerifes Jody Mills e sua amiga Donna Hanscum (Briana Buckmaster), as jovens formariam uma equipe de caçadoras de monstros, num contraponto feminino à série original – sobre dois irmãos, Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles), originalmente treinados por um pai caçador. Mas a rede CW preferiu aprovar o spin-off de “The Originals”, intitulado “Legacies”, em vez deste. Como as personagens continuarão em “Supernatural”, sempre é possível retomar o projeto numa próxima temporada.











