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  • Série

    Emerald City: Série inspirada em O Mágico de Oz ganha novas fotos

    14 de maio de 2016 /

    A rede NBC divulgou novas fotos de “Emerald City”, série inspirada em “O Mágico de Oz”, que foi aprovada para a próxima temporada. As fotos destacam o visual da Bruxa Má do Oeste (a uganense Florence Kasumba, vista em “Capitão América: Guerra Civil”), além de revelar o envolvimento amoroso de Dorothy (a porto-riquenha Adria Arjona, da série “True Detective”) e Lucas, o Espantalho (o inglês Oliver Jackson-Cohen, de “Mr. Selfridge”). As imagens se juntam à primeira leva anteriormente divulgada, que incluía Vincent D’Onofrio (“Jurassic World”) como o Mágico de Oz. Apresentada como uma versão moderna da fantasia clássica, a trama de “Esmerald City” vai acompanha Dorothy Gale, uma jovem de 20 anos que chega à terra de Oz e se depara com uma luta pelo poder, sendo travada por grupos distintos. Um detalhe curioso da produção é que todos os 10 episódios da 1ª temporada serão dirigidos pelo cineasta Tarsem Singh (de “Imortais”, “Espelho, Espelho Meu”). O arranjo foi conseguido pelo novo showrunner da atração, David Schulner (criador de “Do Not Harm”), que ao substituir o idealizador do projeto (Matt Arnold, criador de “Siberia”) fez uma reformulação completa na produção.

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  • Filme

    Cannes: Spielberg busca a magia de sua juventude em O Bom Gigante Amigo

    14 de maio de 2016 /

    Steven Spielberg está de volta a Cannes, três anos após presidir o júri que deu a Palma de Ouro ao belo “Azul É a Cor Mais Quente”, desta vez buscando agradar outro público. Em “O Bom Amigo Gigante”, ele retoma as produções infantis, levando às telas uma adaptação do livro de fantasia escrito por Roald Dahl (autor de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”) em 1982. O filme acompanha uma menina que, ao ficar acordada até tarde num orfanato, descobre a existência de um gigante, e embarca numa jornada de encantamento e perigo, acompanhando-o até uma terra mágica, onde conhece sua missão de levar sonhos bons para as crianças. Entretanto, nem todos os gigantes são bonzinhos e a jovem logo se vê em apuros. O livro foi publicado no mesmo ano em que Spielberg lançou seu maior sucesso entre as crianças, o clássico “E.T. – O Extraterrestre” (1982). A lembrança da sci-fi juvenil, claro, foi bastante evocada durante o encontro com a imprensa em Cannes. E deverá ser perpetuada durante sua estreia comercial, numa homenagem à roteirista de ambas as produções. “Para mim não foi como voltar ao passado, foi revistar algo que eu sempre amei fazer: contar histórias cheias de imaginação”, explicou o diretor, no encontro com a imprensa internacional em Cannes. “Quando faço filmes históricos, como ‘Lincoln’ ou ‘Ponte dos Espiões’, a imaginação é um pouco deixada de lado. Aqui, me senti livre. Fazer o filme me trouxe de volta sentimentos que tinha quando era um cineasta mais jovem. De que trata este filme? Simplesmente do poder da imaginação”. O cineasta contou que leu o romance de Roald Dahl a seus sete filhos quando eram pequenos, e a reação das crianças foi sua principal inspiração para filmá-lo. “Estou sempre à procura de uma boa história. Às vezes elas estão na nossa frente”, comentou. Para ele, esta história contém uma mensagem importante. “Devemos acreditar na magia, quando o mundo não deixa de piorar, precisamos de magia”. A ideia de evocar um mundo mágico para as crianças o inspirou a retomar uma saudosa parceria. Para materializar a adaptação, ele tirou a roteirista Melissa Mathison (“Kundun”) da aposentadoria. Especialista em fantasias estreladas por crianças, Melissa foi quem escreveu “E.T. – O Extraterrestre”, e voltou a evocar a mesma sensação de maravilhamento em “O Bom Amigo Gigante”. Infelizmente, ela já lutava com um câncer durante o trabalho e veio a falecer após entregar o roteiro finalizado, em novembro passado. Mas se há essa ligação sentimental com o passado, a produção também reflete as novas experiências do diretor com a tecnologia digital. Spielberg utilizou a experiência adquirida durante as filmagens da animação “As Aventuras de Tintim” (2011) para trabalhar com captura de performance. O gigante do título, por exemplo, ganhou vida por meio dessa técnica, interpretado por Mark Rylance, que venceu do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo filme anterior do cineasta, “Ponte dos Espiões” (2015). Rylance falou um pouco sobre a experiência, que envolve usar macacões cheios de pontos para leitura de computadores. “Para mim, não foi muito diferente de ensaios no teatro. Você precisa usar sua imaginação. Não há câmeras nem a necessidade de usar marcações rígidas.” Spielberg aproveitou para tecer elogios ao ator, com quem ainda vai trabalhar em seus próximos dois filmes, a sci-fi “Jogador Nº 1” e o drama de época “The Kidnapping of Edgardo Mortara”. “Tenho sorte de conhecê-lo. E mais sorte ainda por termos nos tornado amigos. Conheci muita gente em 40 anos de carreira, mas não trouxe muitas pessoas para minha vida. Mark é um dos raros, e ter com ele amizade e relação profissional é um sonho.” Para o papel principal, porém, o diretor apostou numa pequena estreante: a inglesa Ruby Barnhill, que debuta no cinema aos 11 anos de idade. Sentada ao lado de Spielberg durante a coletiva de imprensa, a jovem atriz disse que “fez aulas de teatro” e participou de uma série infantil britânica (“4 O’Clock Club”) antes de filmar a fantasia. Mas acabou revelando-se tão encantada com Cannes quanto com a terra de gigantes. “Isto aqui é incrível”, ela exclamou. “O Bom Amigo Gigante” estreia em 28 de julho no Brasil, quase um mês após o lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Jack Black entra no elenco do remake de Jumanji

    12 de maio de 2016 /

    O elenco do remake de “Jumanji” adicionou um novo astro. Jack Black (“Goosebumps: Monstros e Arrepios”) foi confirmado na produção pelo protagonista Dwayne Johnson (“Velozes & Furiosos 7”), que irá estrelar o longa-metragem. “É oficial, um velho amigo está pronto para atuar no mundo de Jumaji: Jack Black”, anunciou Johnson em seu Instagram. “Sou um grande fã do trabalho dele. Jack traz aquele equilíbrio raro entre o legal e o divertido e tudo com uma alegria de criança. O Clube dos Cinco está se formando comigo, Jack Black e Kevin Hart. Ainda tem mais dois grandes papéis. Quem serão os atores? Isso vai ser divertido”, escreveu o ator. Jack Black vai se juntar a Dwayne Johnson e Kevin Hart (“Policial em Apuros”), faltando apenas, segundo Johnson, escalar “uma garota fodona” e “um carinha quase meio fodão”. Com direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”), a refilmagem de Jumaji terá uma nova visão do livro de Chris Van Allsburg, que deu origem ao filme de 1995 com Robin Williams. Nesta semana, Johnson também disse que o filme homenageará Williams e seu personagem na produção original. A trama clássica acompanha um jogo de tabuleiro que traz criaturas e seres de outros lugares para uma vizinhança tranquila no subúrbio de uma cidadezinha americana. A estreia da nova versão está marcada para 28 de julho de 2017 nos EUA.

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  • Série

    Game of Thrones: Ator brasileiro retorna à série no próximo episódio

    12 de maio de 2016 /

    O ator brasileiro Lino Facioli vai voltar a aparecer em “Game of Thrones”. Seu personagem, Robin Arryn, que não era visto desde o começo da 5ª temporada, dá as caras no trailer do próximo episódio, intitulado “Book of the Stranger”, que vai ao ar no domingo (15/5) pelo canal pago HBO. Na prévia, Robin Arryn ouve de Mindinho (Aidan Gillen) que Sansa Stark (Sophie Turner), sua prima, fugiu de Winterfell. Em entrevista para o jornal O Globo, ele disse não poder revelar “muito sobre o que acontece”, mas adiantou “que Robin está um pouco mudado”. Mesmo descrevendo o personagem como “inocente”, ele afirma que Robyn dificilmente teria uma vida normal após os acontecimentos da série. “Acho que ele é ainda mais doido que a mãe (Lisa Arryn, interpretada por Kate Dickie), para falar a verdade. Ela foi o único exemplo que ele teve enquanto crescia, imagina o estado em que ele deve ter ficado”, explicou. Entretanto, não descarta uma redenção para o personagem. “O Robin tem uma personalidade bem forte. Mas se eu mudei tanto nos últimos anos, acho que ele também pode mudar”, conclui. Nos livros, Robin é chamado de Robert Arryn (o nome foi mudado em “Game of Thrones” para evitar confusão com o rei Robert Baratheon) e descrito como um jovem debilitado, sofrendo com epilepsia e fragilidade física e mental. Nos últimos capítulos conhecidos, ele desenvolve um amor quase maternal por Sansa, que cuida de sua saúde e a quem ele propõe casamento. Nada disso apareceu na série. Facioli, que mora em Londres desde os 4 anos de idade, já estreou um longa infantil no Brasil, “O Menino no Espelho” (2014), e atualmente está mais concentrado nos estudos do que na carreira dramática. Aos 15 anos, ele estuda para o vestibular, visando cursar artes visuais ou algo “mais acadêmico”. — —

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  • Etc,  Série

    George R.R. Martin divulga capítulo inédito de Ventos de Inverno com personagens já mortos em Game of Thrones

    12 de maio de 2016 /

    Os fãs que consideram um heresia assistir a atual temporada de “Game of Thrones” antes de lerem “Os Ventos de Inverno”, o sexto volume da franquia literária “As Crônicas de Gelo e Fogo”, encontraram alento na liberação de um novo capítulo do livro inédito, no site oficial do escritor George R.R. Martin. O problema é que a história, contado a partir da perspectiva da princesa Arianne Martell, mostra personagens inéditos, como a própria Arianne, ou já mortos na série, como o príncipe Doran Martell, governante de Dorne, despachado sem muita pompa no começo da 6ª temporada pelas Serpentes de Areia. “Você quer saber o que as Serpentes de Areia, o príncipe Doran, Areo Hotah, Ellaria Sand, Darkstar e outros farão em ‘Os Ventos de Inverno’? Muita coisa, na verdade. Esse trecho traz um gostinho”, escreveu Martin em seu blog, ao apresentar o capítulo. Já são sete os capítulos que Martin disponibilizou online, além de quatro transcrições de fãs em leituras que ele cedeu em eventos pelo mundo. Ao todo são 11 capítulos já conhecidos. Mas apesar disso a data de publicação de “Os Ventos de Inverno” ainda não foi definida. No início do ano, o escritor revelou que não conseguiria terminar o sexto livro antes da estreia da nova temporada da série, que já exibiu três episódios. “Sim, há muita coisa escrita. Centenas de páginas. Dezenas de capítulos “, contou. “Mas há também uma grande quantidade ainda para escrever. Preciso de alguns meses ainda… Isso se a escrita for bem”. O primeiro volume da saga, “A Guerra dos Tronos”, foi lançado em 1996, seguido por “A Fúria dos Reis” em 1998 e “A Tormenta de Espadas” em 2000. A partir daí, porém, os hiatos foram aumentando, com “O Festim dos Corvos” saindo somente após cinco anos, em 2005, e “A Dança dos Dragões” depois de seis, em 2011. A expectativa agora é que “Os Ventos de Inverno” seja lançado antes da estreia da 7ª temporada de “Game of Thrones”. O que não resolverá o problema de descompasso com a trama televisiva, uma vez que George R.R. Martin já avisou que ainda precisará escrever outro livro – sabe-se lá quando – para encerrar a trama literária.

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  • Filme

    Dwayne Johnson diz que remake de Jumanji vai homenagear Robin Williams

    11 de maio de 2016 /

    O ator Dwayne Johnson (“Velozes & Furiosos 7”) usou o Instagram para postar uma foto sobre o remake de “Jumanji” (1995) e aproveitou para adiantar os planos de uma homenagem ao ator Robin Williams, protagonista da aventura original, que faleceu em 2014. “Uma coisa importante com que eu quero ser honesto e relembrar é Robin Williams. O amor e respeito que eu tenho por esse homem é ilimitado. Vocês têm a minha palavra, nós vamos honrar o nome dele e o personagem Alan Parrish será para sempre imortalizado no mundo de Jumanji de uma forma sincera e legal. […] Eu acho que a família dele vai ficar orgulhosa”, ele escreveu, sugerindo que o personagem vivido por Williams será referido na trama. A refilmagem terá a direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”) e a estreia está prevista para o dia 28 de julho de 2017.

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  • Filme

    Kristen Stewart revela surpresa por ter ficado de fora de O Caçador e a Rainha do Gelo

    11 de maio de 2016 /

    A ausência de Kristen Stewart em “O Caçador e a Rainha do Gelo” causou estranheza entre os fãs e gerou muitas especulações. Durante sua participação no Festival de Cannes, a própria atriz revelou sua surpresa com a decisão da Universal Pictures. Estrela de “Branca de Neve e o Caçador” (2012), ela contou, em entrevista para a revista Variety, que nem sequer sabia que o estúdio estava fazendo a continuação. Vale lembrar, claro, que a atriz se envolveu com Rupert Sanders, diretor do primeiro filme, num caso polêmico de bastidores, que alimentou o machismo de Hollywood. Tanto que, a princípio, a Universal dispensou a atriz e confirmou o diretor na continuação, só voltando atrás após a reação negativa da opinião pública. Ao final, nenhum dos dois participou de “O Caçador e a Rainha do Gelo”. Kristen contou que, a princípio, discutiu a sequência e chegou a receber alguns roteiros, que contariam a continuação da história de Branca de Neve. “Eu li alguns roteiros. Nenhum deles era bom. E eu tive uma reunião com a Universal sobre os rumos que a história poderia tomar”, explicou a atriz. “Não fui expulsa do filme porque tive problemas. Conversamos por meses e tentamos fazer as coisas funcionarem, mas nunca deu certo.” Aparentemente, porém, a Universal não se empenhou muito para motivá-la. Afinal, deu sinal verde para uma produção sem a presença da sua personagem. E que Kristen só soube que estava sendo feita pela imprensa. Ela assume que não gostou de saber da produção dessa forma. “Eu pensei: ‘OK, tudo bem. Nós não nos falávamos há um bom tempo, mas eu não sabia que tínhamos rompido”, criticou a atriz, que ainda considerou, após o episódio, fazer uma participação especial no filme. Mas nem isso aconteceu. “Agora eu penso: ‘Obrigada, meu Deus'”, ela ironizou, referindo-se ao fracasso da produção, que acumulou críticas negativas e péssimas bilheterias no mundo inteiro. Kristen está no Festival de Cannes participando da première de dois filmes: “Café Society”, de Woody Allen, que abriu o festival na noite desta quarta-feira, e “Personal Shopper”, longa de Olivier Assayas que disputa a competição pela Palma de Ouro.

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  • Série

    Game of Thrones: Trailer do próximo episódio promete reencontros

    10 de maio de 2016 /

    Após três episódios em que a trama de “Game of Thrones” avançou conforme os fãs previam, inclusive nos flashbacks sobre a “origem” de Jon Snow, o trailer do quarto capítulo, divulgado com legendas pela HBO, revela novos desdobramentos. As cenas prometem vários reencontros: a chegada de Sansa (Sophie Turner) à Muralha, onde está Jon Snow (Kit Harington), a volta de Theon (Alfie Allen) para sua família e a descoberta de onde Daenerys (Emilia Clarke) está sendo mantida prisioneira. Há, inclusive, um vislumbre da tentativa de Jorah Mormont (Iain Glen) para libertá-la. O trailer confirma a impressão deixada pelos primeiros episódios da temporada, de que os produtores David Benioff e D.B. Weiss estão movimentando os personagens com uma pressa que não havia no começo da trama, fazendo a série perder nuances e ganhar previsibilidade. A 6ª temporada é a primeira escrita sem o embasamento dos livros de George R.R. Martin, cuja publicação foi ultrapassada pelo cronograma da produção televisiva. O próximo episódio, intitulado “Book of the Stranger”, estreia no domingo (15/5).

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  • Filme

    Alice no País dos Espelhos: Cenas revelam que o Chapeleiro ficou mais Louco

    10 de maio de 2016 /

    A Disney divulgou um novo pôster do Chapeleiro Louco e duas cenas de “Alice no País dos Espelhos”, que revelam partes importantes da história. A primeira cena mostra Alice (Mia Wasikowska) de volta à mesa de chá, onde descobre que o Chapeleiro (Johnny Depp) está mais louco que o costume e é conclamada pelos demais personagens a ajudá-lo. O segundo vídeo revela como ela vai lidar com a situação, mostrando sua viagem no tempo para encontrar uma versão mais jovem do Chapeleiro. Além de reencontrar velhos conhecidos, Alice também terá que lidar, na continuação do filme de 2010, com um novo inimigo, o Tempo (Sasha Baron Coen, que debuta na franquia). O roteiro foi escrito por Linda Wolverton (“Malévola”) e a direção está a cargo de James Bobin (“Os Muppets”). A estreia acontece em 26 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. https://www.youtube.com/watch?v=bgQPW9k-BOg

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  • Série

    Game of Thrones: Veja o trailer e 17 fotos do próximo episódio

    6 de maio de 2016 /

    A HBO divulgou o trailer legendado e 17 fotos de “Oathbreaker”, o terceiro episódio da 6ª temporada de “Game of Thrones”. A prévia mostra Jon Snow (Kit Harington) levantando da morte, o treinamento de Arya (Maisie Williams), a jornada de Daenerys (Emilia Clarke) e uma cena enigmática, em que a Casa de Umber oferece um presente a Ramsay Bolton (Iwan Rheon). Enquanto surgem teorias a respeito do tal presente, é interessante reparar que o personagem introduzido nesta cena é Smalljon Umber (vivido por Dean S. Jagger). Embora seja sua estreia na série, ele teve destaque nos livros de “As Crônicas de Fogo e Gelo” como um dos guardas pessoais de Robb Stark (Richard Madden), que foi assassinado durante o Casamento Vermelho. Sua inclusão, a esta altura da trama, não só é inesperada como surpreendente. Há também uma cena de flashback envolvendo um duelo entre outros personagens que ainda não tinham sido vistos: Arthur Dayne (Luke Roberts) e Howland Reed (Leo Woodruff), além da versão jovem de Ned Stark (Robert Aramayo). Esta luta é importante na mitologia da série, pois se passa logo após a rebelião que destronou o pai de Daenerys. “Oathbreaker” será exibido no domingo (8/5) no canal pago HBO. Clique nas imagens acima para vê-las em tela inteira.

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  • Filme

    Atriz de Vikings entra na adaptação de A Torre Negra

    30 de abril de 2016 /

    A atriz Katheryn Winnick (a guerreira Lagertha da série “Vikings”) foi confirmada no elenco de “A Torre Negra”, informou o site da revista Variety. Seu papel, porém, não foi confirmado. Ela vai se juntar no elenco a Idris Elba (“Thor: O Mundo Sombrio”) e Matthew Macconaughey (“Interestelar”), que terão, na adaptação do livro de Stephen King, os papéis de Roland Deschain, o Pistoleiro, e de Walter, o Homem de Preto. Também estão escalados os atores Jackie Earle Haley (“RoboCop”), Fran Kranz (“O Segredo da Cabana”) e Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”). O roteiro original foi escrito por Akiva Goldsman e Jeff Pinkner (que trabalharam juntos no fraco “A 5ª Onda”) e revisado por Anders Thomas Jensen (“Em um Mundo Melhor”), trazido à bordo pelo cineasta dinamarquês Nikolaj Arcel (“O Amante Da Rainha”), que fará sua estreia em Hollywood à frente da produção. “A Torre Negra” tem data de estreia prevista para 16 de fevereiro de 2017 no Brasil.

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  • Filme

    O Caçador e a Rainha do Gelo é um desperdício de talento e dinheiro

    30 de abril de 2016 /

    Às vezes, os bastidores de uma produção são muito mais interessantes do que o resultado das filmagens. É o caso de “O Caçador e a Rainha do Gelo”, tanto um prólogo quanto uma sequência de “Branca de Neve e o Caçador” (2012), o filme que já tinha dado o que falar devido ao relacionamento indiscreto entre a protagonista Kristen Stewart e o diretor Rupert Sanders. Os dois foram barrados na sequência. Mas até Charlize Theron, que viveu a bruxa malvada de visual arrasador do longa original, esteve prestes a desistir do projeto, após descobrir que o salário de Chris Hemsworth, intérprete do Caçador, era maior do que o dela. Só aceitou filmar por cachê igual. Ainda que apareça menos do que Hemsworth, a atriz sul-africana recebeu os mesmos US$ 10 milhões. E, no final, é uma das poucas coisas que se salvam na produção. A má vontade também se estendeu a Jessica Chastain, que não ficou muito satisfeita em ter que integrar o elenco dessa produção destinada ao fracasso. Ela foi contratualmente obrigada, como parte do acordo com a Universal para viver a vilã de “A Colina Escarlate”. E acabou encarando um papel de guerreira genérica nessa curiosa fantasia torta, que tem uma trama até mais inventiva do que a do primeiro filme, mas que se perde muito sob a fraca direção do novato Cedric Nicolas-Troyan, diretor de segunda unidade e supervisor de efeitos especiais do longa original. O filme começa apresentando as duas irmãs bruxas vividas por Charlize Theron e Emily Blunt. A primeira tinha domínio de magia negra e era essencialmente má, enquanto a segunda era apenas uma mulher apaixonada por um plebeu, até uma tragédia ativar seus poderes congelantes. A história acaba destacando mais a personagem de Blunt, que viaja para o norte, onde se torna a imperatriz perversa de uma terra gelada. Neste lugar sem calor, ela decreta que o amor é proibido, porque aprendeu que a paixão faz mal para o coração. Mesmo assim, é neste cenário frígido que brota o amor entre dois caçadores de sua tropa, Eric (Hemsworth) e Sara (Chastain). Ironicamente, esta representação do ódio e do mal, exacerbada em ambas as irmãs, acaba servindo para demonstrar como a animação da Disney “Frozen – Uma Aventura Congelante” foi transgressora, utilizando o amor em vez da raiva como motivação da aventura das irmãs. No filme da Universal, as personagens são cheias de traumas e rancores… e chatice. Com personagens fracas, a produção tosca (mas milionária) tenta embalar o filme na base das reviravoltas, como o evento que marca o fim de seu prelúdio e os inimigos que aparecem pelo caminho dos heróis. Além disso, a trama busca se reforçar com as piadinhas dos dois anões Nion e Griff, que servem de alívio cômico – muito mais eficientes do que as falas supostamente engraçadas de Eric, o Caçador. Mas nada funciona. A ponto de situações trágicas inspirarem apenas tédio. Um tédio que cresce na mesma medida em que a trama perde seu rumo. Nem a presença de cena excepcional de Charlize Theron, como a bruxa má que retorna dos mortos, no último ato, consegue impedir o derretimento dos milhões de dólares despejados em “O Caçador e a Rainha do Gelo”. O resultado é um monumental desperdício de dinheiro, repleto de efeitos e atores caros, que custou uma fábula para parecer uma fábula. E, mesmo assim, não consegue disfarçar a enorme ausência de Kristen Stewart no papel de Branca de Neve. Os motivos que levaram a atriz a ser descartada na sequência renderiam um filme, por sinal bem melhor, em que não faltaria a analogia sobre o moral(ismo) da história.

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  • Série

    Criadores de Game of Thrones já trabalham no fim da história

    27 de abril de 2016 /

    A 6ª temporada de “Game of Thrones” começou no domingo (24/7) batendo recordes, mas os novos episódios também aproximam o público do final da atração. Os criadores da série, David Benioff e D.B. Weiss, confirmaram ao site The Hollywood Reporter que já estão trabalhando na finalização da história. E, dependendo das negociações com o canal pago HBO, ele pode ir ao ar já no ano que vem. “No começo, nós esperávamos que, caso a série funcionasse, teríamos sete temporadas para contar a história. Sete reinos, sete deuses, sete livros — sete parecia um número de sorte”, disseram, em entrevista que não identificou individualmente os autores das frases. Mas, apesar da simbologia numérica, entrevistas anteriores da dupla sugeriram uma duração de 8 anos, com duas temporadas finais de tamanho reduzido. Por enquanto, a série encontra-se renovada apenas até a 7ª temporada. O fato é que eles querem esticar demais a trama, para não comprometer a qualidade da produção. “Estamos nos aproximando da reta final. De acordo com os planos, queríamos entregar uma obra completa, com começo, meio e fim. Estamos escrevendo o ato final agora e a última coisa que gostaríamos é permanecer no palco após o término da peça”, contam. Os dois afirmaram que já sabiam, há pelo menos três anos, que a 6ª temporada ultrapassaria os livros de George R.R. Martin, em que a série se baseia, e que o final seria inteiramente de sua responsabilidade. “A agenda de George é muito a dele mesmo, como deve ser para um escritor. Mas estamos presos em uma agenda de gravação de uma nova temporada por ano”, compararam. Benioff e Weiss ainda frisaram que a série continua se distanciando dos livros, e neste ponto, nenhum dos dois públicos precisa se preocupar com spoiler, pois os livros não tem obrigação de reproduzir o que eles fizerem na série. Ou seja, o final de “Game of Thrones” não será o mesmo da saga literária “As Crônicas de Fogo e Gelo”.

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