Hugh Jackman anuncia que virá a São Paulo para divulgar Logan
O ator Hugh Jackman anunciou nesta quarta-feira (1º) que virá a São Paulo para promover “Logan”, o terceiro filme solo do herói Wolverine. “Bom dia, São Paulo. Estou muito animado para estar aí com vocês em breve. E estou levando o ‘Logan’ também’, escreveu Jackman, em português, em suas páginas no Instagram, Facebook e Twitter. A Fox, distribuidora do longa, confirmou a passagem do ator pela cidade, mas não divulgou mais detalhes, como a data da viagem. A produção tem estreia prevista para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Os trailers liberados até o momento revelam que o filme tem um tom mais sério que as produções dos X-Men e também prometem mais violência que o usual. Nos EUA, a classificação etária foi “R”, impróprio para menores de 17 anos. O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de Mangold, que foi responsável pelo filme anterior, “Wolverine – Imortal” (2013). pic.twitter.com/XG0ynfKyt5 — Hugh Jackman (@RealHughJackman) 1 de fevereiro de 2017
Bilheteria inflada de Minha Mãe É uma Peça 2 revela que distribuidoras contabilizam mais de mil salas invisíveis no país
Os números impossíveis das estreias dos cinemas do fim de semana no Brasil chegaram. E enquanto a Paris Filmes celebra o fato de Paulo Gustavo ter mais Força que Darth Vader no Brasil, os recordes festejados revelam que as distribuidoras contabilizam mais de 1,5 mil salas invisíveis no país – ou seja, 50% mais salas que o circuito efetivamente mapeado pela Ancine. Segundo relatórios divulgados pelo site Filme B (veja a tabela completa abaixo), “Minha Mãe É uma Peça 2 – O Filme” registrou a segunda melhor estreia nacional do ano com R$ 8,7 milhões, ficando atrás apenas de “Os Dez Mandamentos – O Filme”. O longa foi visto por cerca de 715 mil pessoas nos últimos quatro dias e estreou em mais de mil salas, o que deveria equivaler a um terço do parque exibidor nacional e também o consagraria como o maior lançamento entre as comédias nacionais de todos os tempos. O detalhe é que a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta” também foi lançado em circuito similar. E, para isso, era de se imaginar que “Rogue One – Uma História Star Wars” precisasse sair de cartaz na maioria das salas em que se encontrava, uma semana após registrar uma das maiores estreias do ano no país. Mas não foi o que aconteceu. “Rogue One – Uma História Star Wars” apareceu em 2º lugar, com uma arrecadação de R$ 3,7 milhões, ainda em mais de mil salas, seguido por “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, que fez R$ 2,6 milhões em 980 salas. Basta vislumbrar o desempenho destes três filmes para perceber que, se os números de seus circuitos estão corretos, não deveria haver mais nenhum outro filme em cartaz no país. Em cinema algum. Há um ano, a Ancine publicou um balanço do parque exibidor nacional, revelando que o Brasil encerrou 2015 com um pouco mais de 3 mil salas em funcionamento. O país não atingia esta marca desde 1977 e, no ano passado, cresceu em ritmo recorde com um acréscimo de 304 novas telas. Entretanto, a se acreditar nos números divulgados pelo mercado neste fim de semana, em 2016 o Brasil ganhou, por baixo, mais de 1,5 mil salas. Afinal, ainda segundo dados do Filme B, os filmes em cartaz do 4º ao 10º lugares também estão sim, por incrível que pareça, em salas de cinema. Na verdade, os dados fornecidos garantem que eles ocupam mais de 1,2 mil salas! E estes são os blockbusters. Há ainda o circuito alternativo… Não houve, porém, um milagre chinês na expansão do parque cinematográfico nacional. O mais recente relatório da Ancine, relativo ao terceiro trimestre de 2016, informa que o circuito realmente cresceu. De 3003 para… 3098 salas! A página que contém estes números pode ser conferida abaixo. O relatório ainda revela que, no último trimestre, o mercado de exibição brasileiro teve até crescimento 27% menor que no mesmo período em 2015. A íntegra do texto pode ser lida neste link. Vale observar que diversas salas alternam alguns filmes ao longo da semana e até do dia, tornando plausível que haja mais cópias exibidas do que salas disponíveis, especialmente no interior, onde a falta de telas exige maior flexibilidade. Mesmo assim, seria improvável considerar que essa prática de exceção fosse capaz de fazer o circuito inflar 50%. Ou seria capaz? O que é mais razoável? Questionar se a Ancine subestima o mercado, se as distribuidoras superestimam seus números, se o levantamento do Filme B é totalmente equivocado ou se metade dos cinemas do país exibem mais de dois filmes por semana? Um terço três filmes? Um quarto quatro filmes? Pois a resposta oficial oferecida para o mistério é que, sim, até mais da metade dos cinemas brasileiros exibem mais de um filme ao mesmo tempo. Saiba mais sobre esta explicação e suas consequências na continuação deste artigo – aqui.
Minha Mãe É uma Peça 2 bate recorde e fatura maior dia de estreia do cinema brasileiro
A comédia “Minha Mãe É Uma Peça 2 – O Filme” levou 290 mil pessoas ao cinema no primeiro dia de exibição, segundo levantamento da ComScore. Trata-se do maior dia de estreia de um filme nacional em todos os tempos, batendo “Tropa de Elite 2” (2010), de José Padilha. Com algumas salas ainda a contabilizar, o número ainda deve aumentar. A estimativa do site Filme B é que a bilheteria da quinta-feira (22) alcance cerca de 313 mil espectadores. A bilheteria é consequência direta da acessibilidade. “Minha Mãe É Uma Peça 2 – O Filme” foi lançado com a maior distribuição já vista para uma comédia brasileira – e a segunda maior de todos os tempos para um filme nacional, atrás apenas de “Os Dez Mandamentos”. O tamanho disso é 1.160 salas. Isto é, um terço de todos os cinemas do país estão mostrando o ator Paulo Gustavo vestido de mulher. Com distribuição três vezes menor, lançado em 413 mil telas, o primeiro filme da dona Hermínia virou o longa nacional mais visto em 2013 (4,6 milhões de espectadores). O próprio Paulo Gustavo, intérprete da mãe do título, é um dos roteiristas, ao lado de Rafael Dragaud e Fil Braz, que escreveram o primeiro “O Filme”. Já a direção é de César Rodrigues, que comandou o ator em “Vai que Cola”, o “O Filme” de 2015.
Rogue One, prólogo da saga Star Wars, chega a mais de 1,2 mil cinemas no Brasil
“Rogue One: Uma História Star Wars” é disparada a maior estreia da semana. Mais que isso, com lançamento em mais de 1,2 mil telas, é também uma das dez maiores estreias de todos os tempos no país – o recorde pertence a “Star Wars: O Despertar da Força”, distribuído em 1.504 salas há exatamente um ano – metade de todos os cinemas do Brasil. Bastante aguardado, o filme é um prólogo do clássico “Guerra nas Estrelas”, apresentando um grupo de rebeldes nunca visto antes na franquia, mas também o saudoso vilão Darth Vader. A trama gira em torno de uma missão para roubar os planos de construção da Estrela da Morte, a arma de destruição do Império que é derrotada no filme de 1977. Apesar de muitos relatos de problemas nos bastidores, o ritmo é empolgante e faz o longa escalar a lista dos melhores títulos da saga. Com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, também estreia neste fim de semana nos EUA – lá, em mais de 4 mil telas, isto é, em mais cinemas que todo o parque exibidor nacional. Adiado para não chegar aos cinemas tão próximo da tragédia da Chapecoense, “Sully – O Herói do Rio Hudson” também supera expectativas. Em cartaz em 261 salas, a produção conta a história real do piloto de avião que impediu um acidente de graves proporções ao realizar um pouso de emergência no Rio Hudson, em Nova York, salvando a vida de todos os passageiros. Mas mesmo considerado um herói pela mídia, ele precisou lidar com o escrutínio e acusações, durante a investigação de seus atos. Lembra “O Voo” (2012), mas consegue superar comparações, muito por conta da dobradinha formada pelo ator Tom Hanks e o diretor Clint Eastwood, dois veteranos que não enferrujam, apenas se aprimoram. Sucesso de bilheteria e crítica nos EUA (86% de aprovação), tem aparecido até em algumas listas importantes de Melhores Filmes do ano. Com ainda mais destaque na temporada de premiações, “Neruda” é a obra sul-americana mais celebrada do ano. Candidato do Chile ao Oscar, o novo filme de Pablo Larraín é uma delícia, que usa tom farsesco para contar fatos reais: a caçada policial ao poeta Pablo Neruda, “o comunista mais importante do mundo”, no final dos anos 1940. Sofisticado por um lado, no uso da metalinguagem, o longa também usa elementos de comédia maluca, evocando até a franquia “Pantera Cor-de-Rosa” na forma atrapalhada com que o inspetor vivido por Gael Garcia Bernal tenta prender aquele que é muito mais esperto que ele. Estreia em 34 telas. Sem muito espaço no circuito devido à guerra de blockbusters, a comédia brasileira “Magal e os Formigas” também tem seu jeito surreal de lidar com a realidade. O filme é praticamente uma homenagem ao cantor Sidney Magal, girando em torno de um fã mau-humorado que, em meio à crise financeira, resolve entrar num concurso para imitá-lo. No processo, acaba redescobrindo o bom humor. E tudo isso com uma ajuda do próprio Magal, que aparece apenas para ele, dando-lhe conselhos de vida. Há quem lembre de “Quero Ser John Malkovich” (1999), mas o tom abordado está mais para “A Procura de Eric” (2009), com direito à parábola moral de fábula encantada. Não que esteja neste nível ou seja tão engraçado quanto parece. As piadas fraquinhas renderam apenas 16 salas. O circuito limitado ainda recebe duas produções de perfil de festival. O romeno “Sieranevada” chegou a ser exibido em Cannes, e gira em torno do encontro de uma grande família num jantar para celebrar seu patriarca recém falecido. O diretor Cristi Puiu (“Aurora”) dá ao evento um tom de tragicomédia – em 13 salas. Bem mais ambicioso, o nepalês “Nas Estradas do Nepal” foi exibido em Veneza e usa a jornada de dois meninos, de castas e crenças diferentes, para retratar uma região belíssima, que ganha contornos horríficos por viver tantos anos mergulhada em guerra. Apesar do tema universal, o diretor estreante Min Bahadur Bham optou por uma filmagem de câmera parada, que não deixa o filme ser confundido com uma versão infantil de Hollywood sobre a barbárie. Por isso, a distribuição é confinada a apenas quatro salas do Rio e uma de Porto Alegre. Clique nos títulos de cada lançamento para ver seus trailers.
Westworld vira a série estreante mais assistida da história da HBO
A série “Westworld” encerrou sua 1ª temporada no último domingo (4/12) atingindo sua maior audiência, assistido ao vivo por 2,2 milhões de telespectadores nos EUA. Os números não parecem tão elevados, mas canais premium como o HBO, que custam mais caros, tem menos público que os canais do pacote básico. De todo modo, o número sobe para 3,6 milhões quando contadas as reprises e gravações digitais. Isto representa um aumento de 7% na audiência em relação à semana anterior, quando a atração tinha registrado seu maior público até então, e revela o interesse do público na trama, que estreou diante de 3,3 milhões de telespectadores, em todas as plataformas, no dia 3 de outubro. Entretanto, o site Deadline apurou que, quando somadas as audiências de streaming dos aplicativos HBO Go e HBO Now, a série tem atingido uma média semanal de 12 milhões de espectadores. Os dados oficiais do streaming da season finale só serão computados na semana que vem, mas, seja qual for o número da sintonia final, “Westworld” já pode comemorar o fato de ter realizado a temporada de estreia mais assistida da história da HBO. Claro que sucessos clássicos do canal, como “Os Sopranos” e até o ainda exibido “Game of Thrones”, não contabilizavam estes serviços quando estrearam, mas não deixa de ser um feito, já que nenhuma outra série recente, na era do streaming, chegou perto de seus números. O recorde ajuda a cacifar a atração para retornar mais forte em sua 2ª temporada, já confirmada.
Westworld tem a melhor estreia da HBO desde True Detective
A série sci-fi “Westworld” não virou o novo “Game of Thrones”, mas pode ser o novo “True Detective”. Pelo menos nos números de audiência, esta foi a referência mais próxima da sintonia da estreia da nova atração do canal pago HBO. Segundo dados iniciais levantados pela Nielsen e publicados pelo site Deadline, 3,3 milhões de telespectadores assistiram ao primeiro capítulo da atração na noite de domingo (3/10) nos EUA. Os números são iguais aos alcançados pela estreia de “True Detective” em 2014. E superam o começo de “Game of Thrones”, que estreou com 2,2 milhões de telespectadores em 2011. A diferença é que, na época, não eram contabilizadas as plataformas online. Sem os aplicativos da HBO, “Westworld” perde mais de 1 milhão de telespectadores. A sintonia exclusivamente televisiva foi de 2,3 milhões de telespectadores. Vale lembrar que o outro “grande” lançamento da HBO em 2016 foi a série “Vinyl”. A produção de Martin Scorsese e Mick Jagger estreou em fevereiro diante de 1,5 milhão de telespectadores. Em todas as plataformas. Quaisquer que sejam as comparações, os números garantem que “Westworld” estreou com bastante sucesso.
Mogli lidera bilheterias dos EUA pela terceira semana seguida
Como “Capitão América: Guerra Civil” só chega aos EUA no próximo fim de semana, “Mogli, O Menino Lobo” não teve dificuldades em manter a liderança do ranking doméstico pela terceira semana consecutiva, rendendo mais US$ 42,4 milhões para ultrapassar a marca de US$ 250 milhões após 17 dias em cartaz. O desempenho já coloca a produção da Disney como a quarta maior bilheteria da América do Norte em 2016. Todos os demais filmes em cartaz renderam menos de US$ 10 milhões, inclusive o 2º lugar, “O Caçador e a Rainha do Gelo”, que se agarrou na posição pelo segundo fim de semana. O fato de estar bem posicionado, porém, não disfarça seu fracasso comercial. Em 10 dias, a superprodução orçada em US$ 110 milhões rendeu apenas US$ 33,9 milhões nos EUA, resultado que, ironicamente, sinaliza uma vitória pessoal de Kristen Stewart, que não participou da continuação (como Branca de Neve) por decisão do estúdio Universal. As três estreias da semana tiveram arrecadação pífia. A comédia “Keanu” foi a mais bem rankeada, em 3º lugar com quase a mesma arrecadação da fábula desencantada. Sem previsão de lançamento no Brasil, o filme explora o sucesso televisivo da dupla de humoristas Keegan-Michael Key e Jordan Peele numa história policial sobre um gato roubado. A crítica americana achou engraçado o suficiente para render 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Os lançamentos restantes, porém, foi eviscerados. Em 4º lugar, “O Maior Amor do Mundo” é a terceira comédia romântica consecutiva do diretor Garry Marshall passada numa data comemorativa – os títulos originais são bem claros, embora os tradutores brasileiros tentem disfarçar o truque. Acontece que, a não ser para os edipianos, não há nada muito romântico no Dia das Mães, a data que justifica o amontado de histórias paralelas da ocasião, e nem a participação de estrelas do calibre de Julia Roberts, Jennifer Aniston e Kate Hudson impediram o linchamento crítico – apenas 8% de aprovação. Ironicamente, a pior estreia nem se deu tão mal. Afinal, “Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank” devia sair direto em vídeo. Conseguiu embolsar US$ 4,8 milhões e ainda apareceu no Top 10. Um feito para uma animação made in Hong Kong, que explora personagens de videogame e tem direção do responsável pelo abismal “Dylan Dog e as Criaturas da Noite” (2010). Para completar, ainda foi melhor avaliada que o filme estrelado pela atriz e o diretor de “Uma Linda Mulher” (1990), com 18% no Rotten Tomatoes. Tanto “O Maior Amor do Mundo” quanto “Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank” estreiam no Brasil na quinta-feira (5/5). BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 42,4 milhões Total EUA: US$ 252 milhões Total Mundo: US$ 684,7 milhões 2. O Caçador e a Rainha do Gelo Fim de semana: US$ 9,39 milhões Total EUA: US$ 33,9 milhões Total Mundo: US$ 130,9 milhões 3. Keanu Fim de semana: US$ 9,35 milhões Total EUA: US$ 9,3 milhões Total Mundo: US$ 9,3 milhões 4. O Maior Amor do Mundo Fim de semana: US$ 8,3 milhões Total EUA: US$ 8,3 milhões Total Mundo: US$ 8,3 milhões 5. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 44,7 milhões Total Mundo: US$ 44,7 milhões 6. Zootopia Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 323,5 milhões Total Mundo: US$ 931,4 milhões 7. Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 4,8 milhões Total Mundo: US$ 4,8 milhões 8. A Chefa Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 56,1 milhões Total Mundo: US$ 67 milhões 9. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 3,8 milhões Total EUA: US$ 325,1 milhões Total Mundo: US$ 862,9 milhões 10. Mente Criminosa Fim de semana: US$ 1,3 milhão Total EUA: US$ 13,4 milhões Total Mundo: US$ 13,4 milhões
Bilheterias: O Caçador e a Rainha do Gelo decepciona e Mogli mantém 1º lugar nos EUA
A produção da Disney “Mogli, o Menino Lobo” não teve dificuldades em se manter em 1º lugar nas bilheterias dos EUA, faturando três vezes mais que seu principal desafiante, o lançamento de “O Caçador e a Rainha do Gelo”. A batalha entre as fábulas foi definida de forma inequívoca. Enquanto “Mogli” rendeu US$ 60 milhões em seu segundo fim de semana em cartaz, a fantasia da Universal Pictures abriu com US$ 20 milhões em sua estreia, um desastre para uma produção orçada em US$ 115 milhões. Vale lembrar que esse filme é continuação de “Branca de Neve e o Caçador”, que fez US$ 56 milhões em seu fim de semana inaugural em 2012. O público, aparentemente, não aprovou a estratégia da Universal de tirar da história a Branca de Neve, vivida por Kristen Stewart. E nem a crítica, que considerou o longa “podre”, com apenas 17% de opiniões favoráveis no balanço do site Rotten Tomatoes. A implosão também deixou claro que o apelo de Chris Hemsworth limita-se ao papel de Thor. Fora da Marvel, nenhum dos filmes que ele protagonizou fez sucesso comercial. A lista inclui “Rush: No Limite da Emoção” (2013), “Hacker” (2015) e “No Coração do Mar” (2015). Quanto à “Branca de Neve e o Caçador”, seu papel era de coadjuvante para a estrela Kristen Stewart. O prejuízo da Universal só não é insanável porque o mercado internacional compensou, ajudando a produção a atingir US$ 100 milhões mundialmente. Enquanto isso, “Mogli” já superou, em dez dias, US$ 500 milhões mundiais, consagrando-se como um fenômeno de popularidade. Outras marcas mundiais imponentes também foram obtidas por “Batman vs. Superman”, que superou os US$ 850 milhões, e “Zootopia”, ao chegar aos US$ 900 milhões na liderança do ranking de 2016. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 60 milhões Total EUA: US$ 191,4 milhões Total Mundo: US$ 528,4 milhões 2. O Caçador e a Rainha do Gelo Fim de semana: US$ 20 milhões Total EUA: US$ 20 milhões Total Mundo: US$ 100,2 milhões 3. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 10,8 milhões Total EUA: US$ 36 milhões Total Mundo: US$ 36 milhões 4. Zootopia Fim de semana: US$ 6,6 milhões Total EUA: US$ 316,4 milhões Total Mundo: US$ 907,1 milhões 5. A Chefa Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 49,5 milhões Total Mundo: US$ 57,7 milhões 6. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 5,5 milhões Total EUA: US$ 319,5 milhões Total Mundo: US$ 851,6 milhões 7. Mente Criminosa Fim de semana: US$ 3,1 milhões Total EUA: US$ 10,8 milhões Total Mundo: US$ 10,8 milhões 8. Casamento Grego 2 Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 55,3 milhões Total Mundo: US$ 82 milhões 9. Compadres Fim de semana: US$ 1,3 milhão Total EUA: US$ 1,3 milhão Total Mundo: US$ 1,3 milhão 10. Decisão de Risco Fim de semana: US$ 1,2 milhão Total EUA: US$ 14,9 milhões Total Mundo: US$ 14,9 milhões
Mogli tem estreia esmagadora no topo das bilheterias dos EUA e do mundo
A nova versão de “Mogli, o Menino Lobo”, produção da Disney com animais falantes criados por computação gráfica, surpreendeu as expectativas ao faturar mais de US$ 100 milhões nas bilheterias dos EUA e quase US$ 300 milhões em todo o mundo, em seu fim de semana de estreia. Recebido com críticas extremamente positivas – 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes – , o filme dirigido por Jon Favreau (“Homem de Ferro”) já vinha impressionando com trailers bastante realistas e conquistou aprovação unânime do público – nota A no levantamento do CinemaScore – por seu visual realista, capaz de evocar uma selva imersiva no interior de um estúdio de Los Angeles. Os US$ 103,5 milhões arrecadados nos primeiros três dias representa a segunda maior bilheteria já atingida por uma estreia no mês de abril nos EUA, atrás apenas do blockbuster “Velozes e Furiosos 7” (US$ 146,2 milhões) no ano passado. No exterior, o melhor desempenho veio da China, onde o lançamento fez mais de US$ 50 milhões. Na Índia, onde a estreia aconteceu na semana anterior, a produção já atingiu US$ 20 milhões na soma de seus primeiros dez dias, a terceira maior arrecadação de um filme hollywoodiano durante esse período no país. O 2º lugar da bilheteria norte-americana foi ocupado por outra estreia, “Um Salão do Barulho 3”, que fez US$ 20,2 milhões, o desempenho esperado para a franquia, que nos filmes anteriores abriu na mesma faixa. Além de trazer de volta Ice Cube no papel principal, a comédia destacou a rapper Nicki Minaj como uma das cabeleireiras do novo salão, mas agradou especialmente por incluir discussão social relevante entre suas piadas. A crítica recebeu o lançamento com palmas, com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, uma das melhores notas para uma comédia neste ano. Já a terceira estreia ampla da semana implodiu. O thriller “Mente Criminosa”, em que um criminoso vivido por Kevin Costner (“3 Dias para Matar”) recebe a mente de um agente secreto, interpretado por Ryan Reynolds (“Deadpool”), fez só US$ 5,8 milhões em 6º lugar. E amargou apenas 26% de aprovação no Rotten Tomatoes. “A Chefa” comprovou que era fogo de palha com os US$ 10,1 milhões somados em sua segunda semana em cartaz, ficando com o 3º lugar. “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” caiu para o 4º lugar com mais US$ 9 milhões, mas cruzou duas barreiras importantes com sua bilheteria acumulada, ultrapassando os US$ 300 milhões nos EUA e os US$ 800 milhões em todo o mundo. “Zootopia” fecha o Top 5 com mais US$ 8,2 milhões, atingindo assim US$ 882,2 milhões mundiais, a maior bilheteria do ano em todo o mundo. Para completar, a maior bilheteria por sala da semana ficou com um lançamento em circuito limitado, o suspense indie “Green Room”, exibido em apenas três telas em Los Angeles e Nova York, que rendeu US$ 30 mil por sala, US$ 5 mil acima do desempenho por sala de “Mogli”. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 103,5 milhões Total EUA: US$ 103,5 milhões Total Mundo: US$ 290,9 milhões 2. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 20,2 milhões Total EUA: US$ 296,6 milhões Total Mundo: US$ 783,4 milhões 3. A Chefa Fim de semana: US$ 10,1 milhões Total EUA: US$ 40,3 milhões Total Mundo: US$ 44,2 milhões 4. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 311,3 milhão Total Mundo: US$ 827,3 milhões 5. Zootopia Fim de semana: US$ 8,2 milhões Total EUA: US$ 307,4 milhões Total Mundo: US$ 882,2 milhões 6. Mente Criminosa Fim de semana: US$ 5,8 milhões Total EUA: US$ 5,8 milhões Total Mundo: US$ 5,8 milhões 7. Casamento Grego 2 Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 52 milhões Total Mundo: US$ 78,6 milhões 8. Milagres do Paraíso Fim de semana: US$ 1,9 milhão Total EUA: US$ 56,9 milhões Total Mundo: US$ 62,1 milhões 9. Deus Não Está Morto 2 Fim de semana: US$ 1,7 milhão Total EUA: US$ 16,9 milhões Total Mundo: US$ 16,9 milhões 10. Decisão de Risco Fim de semana: US$ 1,5 milhão Total EUA: US$ 13,1 milhões Total Mundo: US$ 13,1 milhões







