Christina Ricci vive Zelda Fitzgerald em trailer de nova série da Amazon
O serviço de streaming da Amazon divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Z: The Beginning of Everything”, série baseada na vida da escritora Zelda Fitzgerald, mulher do gênio literário F. Scott Fitzgerald e ícone dos anos 1920. A prévia mostra o romance do casal, a fama e as brigas, que alimentaram obras-primas da literatura, como “Os Belos e Malditos” (1922) e “O Grande Gatsby” (1925), de Scott Fitzgerald, “Esta Valsa É Minha” (1932), de Zelda, e “Suave É a Noite” (1934), a resposta do escritor. Cristina Ricci (série “Pan Am”) tem o papel principal na atração, desenvolvida por Dawn Prestwich e Nicole Yorkin (roteiristas de “The Killing”), com base na biografia “Z: A Novel of Zelda Fitzgerald”, de Teresa Anne Fowler. Já o escritor é interpretado por Gavin Stenhouse (série “Allegiance”). O episódio piloto, dirigido por Tim Blake Nelson (“Irmãos de Sangue”), está atualmente disponível para streaming e os demais nove episódios da 1ª temporada chegam à plataforma em 27 de janeiro 27. Com o lançamento, a Amazon sai na frente de dois projetos cinematográficos sobre a vida de Zelda Fitzgerald: “The Beautiful and The Damned”, que teria Scarlett Johansson no papel principal, e “Zelda”, estrelada por Jennifer Lawrence. A estreia de “Z: The Begining of Everything” deve ter consequências para ambas produções.
Jennifer Lawrence vai viver Zelda Fitzgerald em filme do diretor de Inferno
A atriz Jennifer Lawrence vai estrelar um novo filme com potencial de Oscar. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela viverá a socialite, escritora e símbolo da era do jazz Zelda Fitzgerald numa cinebiografia intitulada simplesmente “Zelda”. O projeto está sendo desenvolvido por Ron Howard (“Inferno”), que ainda não definiu se, além de produzir, irá dirigi-lo. Ele vem de uma série de fracassos de bilheterias que custaram fortunas e minaram a confiança em seu talento, embora “Rush” (2013) tenha, ao menos, rendido elogios da crítica – o mesmo não pode ser dito de “No Coração do Mar” (2015) e “Inferno” (2016). O roteiro foi escrito por Emma Frost (minissérie “The White Queen”) e adapta a biografia homônima, assinada pela escritora Nancy Milford, sobre a tumultuada vida de Fitzgerald, seu casamento com o autor F. Scott Fitzgerald e sua tentativa desesperada de afirmar-se através de sua própria arte. Segundo o site, o filme vai questionar se o amor é realmente possível entre pessoas de igual capacidade criativa. Como é regra em Hollywood, o projeto vem à tona poucos meses após o anúncio de outra produção sobre o mesmo tema. O estúdio Millennium está produzindo “The Beautiful and The Damned”, que terá Scarlett Johansson no papel de Zelda.
Scarlett Johansson vai estrelar cinebiografia de Zelda Fitzgerald
A atriz Scarlett Johansson vai viver a romancista e socialite americana Zelda Fitzgerald na cinebiografia “The Beautiful and The Damned”, informou o estúdio Millennium Films. O drama pretende contar a história do tumultuado casamento dos escritores Zelda e Scott Fitzgerald, durante os loucos anos 1920. Recheado de ciúmes e drama, a união terminou de forma trágica, mas rendeu muita inspiração para ambos. Conhecida como “a primeira melindrosa americana” (título que ganhou do marido), Zelda foi ícone da era do jazz e musa de vários romances de Scott Fitzgerald, como “Os Belos e Malditos” (1922), cujo título original em inglês é o mesmo do filme. Zelda, por sua vez, levou sua vida pessoal para o romance “Esta Valsa é Minha” (1932), um olhar semi-autobiográfico para o próprio casamento, que enfureceu Scott Fitzgerald a ponto dele acusá-la de plágio, menosprezar seu talento e revidar com o livro “Suave É a Noite” (1934). Os dois romances oferecem visões contrastantes sobre o relacionamento fracassado do casal. Posteriormente, ela foi diagnosticada com esquizofrenia e admitida em um sanatório. Veio a perecer num incêndio no hospital de Asheville, na Carolina do Norte, oito anos após a morte de Fitzgerald, deixando várias pinturas e manuscritos inacabados de seu segundo romance, jamais publicado. Sua trajetória acabou resgatada numa biografia de 1970, que deu uma nova perspectiva a seu papel de “melindrosa”. Ao retratá-la como vítima de um marido autoritário, o livro a transformou em ícone feminista. “The Beautiful and the Damned” tem roteiro de Hanna Weg (da recente animação “O Profeta”, ainda inédita no Brasil), mas ainda não definiu o resto de sua equipe técnica. Não há previsão de estreia para a produção.


