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  • Série

    Aimee Lou Wood vai estrelar nova adaptação de “Jane Eyre”

    25 de fevereiro de 2026 /

    Após o sucesso da releitura de "O Morro dos Ventos Uivantes", outro clássico das irmãs Brontë ganhará adaptação com atriz de "Sex Education"

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  • Filme

    “O Morro dos Ventos Uivantes” é principal estreia de cinema desta quinta

    12 de fevereiro de 2026 /

    Outros lançamentos incluem "Caminhos do Crime", thriller com astros dos Vingadores, e três animações para públicos distintos - crianças, LGBTs e otakus

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  • Filme

    Margot Robbie e Jacob Elordi vivem amor proibido no trailer de “O Morro dos Ventos Uivantes”

    13 de novembro de 2025 /

    Adaptação do romance gótico de Emily Brontë, feita pela diretora de "Saltburn", ganha prévia intensa com música inédita de Charli XCX

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  • Filme

    Trailer reúne Margot Robbie e Jacob Elordi em versão quente de “O Morro dos Ventos Uivantes”

    3 de setembro de 2025 /

    Adaptação do clássico de Emily Brontë estreia em fevereiro sob direção da cineasta de “Saltburn”

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  • Filme

    Margot Robbie e Jacob Elordi vão estrelar nova adaptação de “O Morro dos Ventos Uivantes”

    24 de setembro de 2024 /

    Emerald Fennell, diretora de "Saltburn", será responsável pela nova versão do clássico de Emily Brontë

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  • Filme

    Trailer traz estrela de “Sex Education” como a escritora Emily Brontë

    14 de agosto de 2022 /

    A Warner Bros. britânica divulgou o pôster e o trailer de “Emily”, cinebiografia da escritora Emily Brontë estrelada por Emma Mackey (a Maeve de “Sex Education”). A prévia mostra o clima repressor que cercou a juventude da personagem-título na primeira metade do século 19, desde a pressão de sua família conservadora às expectativas de um noivado com um dito poeta, que considerava sua escrita profana demais para uma mulher – o que a levou a lançar sua obra-prima com um pseudônimo masculino. Das três irmãs escritoras, a autora de “O Morro dos Ventos Uivantes” é aquela de quem se tem menos informações, o que permite bastante liberdade à atriz Frances O’Connor (“Invocação do Mal 2”), que assina o roteiro e faz sua estreia na direção com a biografia. Assim, Emily é retratada como uma jovem obstinada que usa sua frustração e problemas pessoais para escrever o que acabaria sendo sua obra-prima – e cuja linguagem chocou a crítica da época. A prévia também destaca sua relação fraternal com o irmão mais novo, cuja morte partiria seu coração. O filme também é estrelado por Fionn Whitehead (“Dunkirk”), Alexandra Dowling (“Os Mosqueteiros”) e Amelia Gething (“The Spanish Princess”) como os irmãos de Emily, Branwell e as escritoras Charlotte e Anne. Todos morreram jovens. Emily tinha apenas 30 anos ao falecer, sem ter conseguido publicar outra obra. Charlotte, autora de “Jane Eyre”, foi quem viveu mais, até os 39 anos. O elenco ainda destaca Oliver Jackson-Cohen (“O Homem Invisível”), Adrian Dunbar (“Line of Duty”) e Gemma Jones (“Gentleman Jack”). “Emily” será lançado no Reino Unido em 14 de outubro e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Olivia de Havilland (1916 – 2020)

    26 de julho de 2020 /

    A atriz Olivia de Havilland, vencedora de dois Oscars e uma das últimas estrelas da era de ouro de Hollywood, morreu na noite de sábado (25/7), de causas naturais enquanto dormia em sua casa, em Paris, aos 104 anos. Sua beleza angelical lhe rendeu vários papéis de protagonista romântica. Mas ela também foi heroína de ação. E a primeira pessoa – homem ou mulher – a enfrentar a indústria de Hollywood, implodindo o sistema abusivo de semi-escravidão contratual, usado pelos estúdios para humilhar atores e forçá-los a fazer filmes contra suas vontades, que vigorou até meados dos anos 1940. Sua vitória na Justiça mudou as relações entre astros e estúdios para sempre, inaugurando a era “moderna” em que atores de sucesso se tornaram capazes de escolher o que filmar e com qual estúdio quiserem. Não foi seu único processo. Mais recentemente, ela entrou com uma ação contra o produtor Ryan Murphy por retratá-la na série “Feud” (de 2017), em que foi vivida por Catherine Zeta-Jones “sem autorização e sem aprovação”. O caso estava sendo encaminhado à Suprema Corte dos EUA. Olivia De Havilland nunca foi uma atriz comum. Sua beleza lendária a aproximou de astros famosos. Havia rumores de seu relacionamento com Errol Flynn e registros de envolvimentos com James Stewart, o magnata Howard Hughes, o diretor John Huston e até com o jovem John F. Kennedy, futuro presidente dos EUA, ainda nos anos 1940. Mas, apesar das fofocas, ela recusou vários cortejos, escolhendo intelectuais como maridos. Seu primeiro casamento, em 1946, foi com o escritor e roteirista Marcus Aurelius Goodrich (“Ases da Armada”), com quem teve um filho, Benjamin. O segundo aconteceu em 1955 com Pierre Galante, editor da revista Paris Match, com quem teve uma filha, Gisele. Os dois casamentos acabaram em divórcio. Ela certamente enfrentou alguns rivais poderosos na carreira, mas considerava a própria irmã mais nova como sua maior inimiga, a atriz vencedora do Oscar Joan Fontaine (que morreu em dezembro de 2013 aos 96 anos). Seu pai, Walter, era um advogado britânico de patentes que fazia negócios no Japão, por isso ela nasceu em Tóquio, em 1º de julho de 1916. Já sua mãe, Lilian, era uma atriz de teatro que queria que suas filhas seguissem seus passos. Assim, aos 3 anos, a pequena Olivia foi com a mãe e a irmã morar na Califórnia. Sua educação começou em um convento, mas, ao terminar o colegial, ela se matriculou no Mills College, em Oakland, onde se interessou por atuar. Sua estrela brilhou durante uma apresentação teatral de “Sonho de uma Noite de Verão”, de Shakespeare. No palco como substituta de emergência de Gloria Stuart – a diva temperamental desistira na véspera – , chamou atenção do empresário Max Reinhardt, que tinha ido à estreia atrás de talentos para atuar na versão cinematográfica da peça. Ela assinou um longo contrato com a Warner e debutou em Hollywood naquela adaptação, em 1935, aos 19 anos de idade. Sua atuação encantou os executivos do estúdio que, no mesmo ano de “Sonho de uma Noite de Verão”, a lançaram em mais três produções. E já como protagonista. Um destes trabalhos de seu ano inaugural rapidamente estabeleceu sua reputação como estrela e firmou sua primeira e mais famosa parceria nas telas: nada menos que “Capitão Blood”, um dos melhores filmes de piratas da velha Hollywood, dirigido por Michael Curtiz, em que contracenou com Errol Flynn. Ao todo, Olivia viveu o par romântico de Errol Flynn em nove filmes da Warner, incluindo o famoso “As Aventuras de Robin Hood” (1938), no qual interpretou a icônica Lady Marian, e o épico “A Carga de Cavalaria Ligeira” (1936), ambos dirigidos por Curtiz – ela foi igualmente dirigida nove vezes pelo diretor. Já consagrada como uma das principais atrizes da Warner, Olivia foi atraída por uma oferta para atuar numa superprodução de um estúdio rival no final dos anos 1930. Era “…E o Vento Levou” (1939). Lisonjeada e encantada pelo projeto, uma das superproduções mais caras da época, ela pressionou pela chance de demonstrar que era mais que uma atriz comercial. Após uma dura negociação, que incluiu direitos de distribuição para a Warner, Olivia conseguiu ser liberada para viver Melanie Hamilton, a noiva e depois esposa de Ashley Wilkes, personagem de Leslie Howard, criando um retrato de mulher tímida, gentil e benevolente, que contrastava de forma frontal com o ciúme venenoso de seu marido e com o gênio de sua prima espirituosa, Scarlett O’Hara (Vivien Leigh). A performance lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar, como Melhor Atriz Coadjuvante – ela acabou sofrendo uma derrota histórica para sua colega de elenco Hattie McDaniel, primeira atriz negra premiada pela Academia, que foi mantida separada e segregada do elenco durante as filmagens e até na própria premiação. “…E o Vento Levou” (1939) venceu oito Oscars, tornando-se o filme mais premiado de sua época, uma distinção que durou por duas décadas – até “Gigi” (1958). Empolgada com o impacto do filme e pela nomeação, Olivia voltou à Warner com a expectativa de mais papéis de prestígio. Mas eles não se materializaram. O estúdio queria mais filmes de ação com Errol Flynn, no máximo algumas comédias românticas. Ela chegou a ouvir que tinha sido contratada porque era bonita e fotografava bem, não porque soubesse atuar. Conforme seu contrato inicial se aproximava do fim, Olivia deixou claro que não tinha intenção de renová-lo. Com receio de perder sua estrela, a Warner aceitou incluir alguns dramas entre seus filmes habituais. Um deles foi “A Porta de Ouro” (1941), em que ela interpretou uma professora seduzida por um astuto exilado europeu (Charles Boyer) em busca de uma esposa para obter visto americano. Seu desempenho rendeu-lhe outra indicação ao Oscar, desta vez como Melhor Atriz. Mas ela voltou a perder para uma rival: a própria irmã, Joan Fontaine, que venceu por “Suspeita”, de Alfred Hitchcock. As duas deixaram de se falar depois disso. De fato, Olivia e Joan foram as únicas irmãs a vencer o Oscar na categoria de Melhor Atriz, mas em vez de comemorarem a façanha, sua rivalidade “fraterna” foi considerada a mais feroz da história de Hollywood. Após a segunda indicação, ela começou a recusar papéis que considerava inferiores. A Warner retaliou suspendendo-a por seis meses e, quando seu contrato venceu, o estúdio insistiu que, devido às suspensões, ela ainda lhes devia mais filmes. Mas a Warner jamais suspeitou que a atriz “bonitinha” e que “fotografava bem” tivesse mais obstinação que a fictícia Scarlett O’Hara. Amanhã foi outro dia para Olivia de Havilland, que processou e venceu. O caso se arrastou por um ano e meio, período em que ficou afastada das telas, mas a Suprema Corte da Califórnia aprovou uma decisão de primeira instância em seu favor em 1945. Conhecida como “a decisão de Havilland”, a orientação jurídica determinou que nenhum estúdio poderia prolongar arbitrariamente a duração do contrato de um ator. Foi o fim da semi-escravidão de Hollywood. A atriz se declarou independente, colocando-se no mercado para todos os estúdios. E choveram ofertas, inclusive da própria Warner. Para compensar o tempo em que passou brigando na Justiça, ela apareceu logo em quatro filmes de 1946. Apenas um deles era uma comédia romântica, demonstrando o novo rumo de sua carreira, focado na busca do Oscar. A seleção incluía “Devoção”, um daqueles dramas de prestígio que a Warner não queria lhe dar, mas que enfim deu após o fim do contrato, no papel da escritora Emily Brontë (de “O Morro dos Ventos Uivantes”). Viveu também uma mãe solteira que abandona o filho em “Só Resta uma Lágrima”, de Mitchell Leisen, produzido pela Paramount. E interpretou gêmeas, uma boazinha e outra malvada, em “Espelho d’Alma”, clássico noir de Robert Siodmak, distribuído pela Universal. A estratégia deu certo. Olivia de Havilland venceu seu primeiro Oscar por “Só Resta uma Lágrima”. Ela enfrentou Hollywood, assumiu o controle da carreira e escolheu os filmes que queria fazer. E conquistou o reconhecimento da Academia. Mas a atriz não queria apenas empatar com a irmã. Queria superá-la. Isto ficou claro quando Olivia se recusou a receber os parabéns de Joan ao vencer sua estatueta. Esse esforço rendeu mais dois clássicos: “Na Cova da Serpente” (1948), de Anatole Litvak, em que deu vida à uma mulher internada num hospício, e “Tarde Demais” (1949), de William Wyler, como uma herdeira solteirona seduzida por um golpista mais jovem (Montgomery Clift). O primeiro lhe rendeu nova indicação ao Oscar, perdendo (injustamente) para Jane Wyman por “Belinda”. O outro lhe valeu seu segundo Oscar de Melhor Atriz. Aqueles foram os últimos dois filmes que ela realmente gostou de fazer. Após aparecer como a “mulher mais velha”, as ofertas de bons papéis diminuíram. Mesmo assim, Olivia enfrentou o “ageismo” implacável da velha Hollywood com menos lançamentos, mas sem abrir mão da qualidade. Fez “Eu Te Matarei, Querida! (1952), de Henry Koster, “Não Serás um Estranho” (1955), de Stanley Kramer, “A Noite É Minha Inimiga” (1959), de Anthony Asquith, e até “O Rebelde Orgulhoso” (1958), em que voltou a trabalhar com Michael Curtiz, culminando esta fase numa parceria histórica com a igualmente lendária Bette Davis no suspense “Com a Maldade na Alma” (1964). Foram os derradeiros filmes dignos de seu nome. Ao passar dos 50 anos, Olivia trocou as grandes produções por aparições num punhado de séries – como “Big Valley” (em 1965), a minissérie “Roots: The Next Generations” (em 1979) e “O Barco do Amor” (em 1981) – , e pela função de cota de prestígio em filmes de baixa qualidade, como a “nunsplotation” “Joana, a Mulher que Foi Papa” (1972) e os thrillers de desastre “Aeroporto 77” (1977) e “O Enxame” (1978). Seu último papel no cinema foi em “O Quinto Mosqueteiro” (1979), como a Rainha-mãe de Louis XIV (Beau Bridges), numa homenagem do diretor Ken Annakin a seus primeiros longas de capa e espada. Depois disso, sua carreira ainda se estendeu por mais uma década em produções televisivas, o que lhe valeu um último reconhecimento: o Globo de Ouro pela minissérie “Anastácia: O Mistério de Ana” (1986), aos 70 anos de idade. Em 1988, ele anunciou a aposentadoria e se mudou para Paris, na França, onde se tornou uma celebridade adorada. Ela chegou a receber a maior honraria do país, a comenda da Legião de Honra, em 2010. “Você honra a França por nos escolher como sua morada”, disse o presidente Nicolas Sarkozy na cerimônia. Ao saber de sua morte, a presidente do SAG-AFTRA (sindicato dos atores dos EUA), Gabrielle Carteris, evocou sua importância histórica para a classe artística. “Olivia de Havilland não era apenas bonita e talentosa, era uma visionária corajosa e uma inspiração para todas as gerações. Ela era uma maravilha e uma lenda. Descanse em paz.”

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  • Série

    Atriz de Sex Education viverá autora de O Morro dos Ventos Uivantes em minissérie biográfica

    24 de maio de 2020 /

    A atriz Emma Mackey (a Maeve de “Sex Education”) vai estrelar uma minissérie sobre a escritora Emily Brontë, autora do famoso romance gótico “O Morro dos Ventos Uivantes”. A produção britânica vai abordar a juventude de Bronte, marcada pela tragédia. Apesar de seu pai privilegiar a educação de seu único filho homem, que nunca realizou nada, Emily e suas duas irmãs que sobreviveram à adolescência, Charlotte e Anne, conseguiram estudar por conta própria e viraram escritoras celebradas mundialmente por suas obras. Charlotte escreveu o clássico “Jane Eyre”, inspirada nas agruras que elas passaram num internato, onde outras duas irmãs pegaram febre tifoide e morreram, e Anne escreveu “Agnes Grey” e “A Senhora de Wildfell Hall”, este último considerado o livro mais chocante da era vitoriana, devido às descrições gráficas de perversidade e alcoolismo. Todas usaram pseudônimos masculinos, como se fossem os irmãos Bell, e todas morreram jovens, sem estender suas carreiras. Das três irmãs escritoras, a história de Emily é a menos conhecida, porque ela passou a maior parte da vida enclausurada, com fobia social. “O Morro dos Ventos Uivantes” foi publicado em 1847, após anos sendo recusado pelas editoras – assim como as primeiras obras de Charlotte e Anne. E só foi publicado após Charlotte emplacar “Jane Eyre” entre os livros mais vendidos do Reino Unido. A história acompanhava a história de amor visceral e condenado entre a jovem aristocrata Catherine Earnshaw e o pobre Heathcliff, cujo desfecho trágico tornava seu amor literalmente assombrado. A minissérie biográfica tem roteiro e direção à cargo de Frances O’Connor, atriz de “Invocação do Mal 2” e “Locke & Key”, que estreia nas duas funções. “O trabalho e as palavras de Emily Bronte são cheios de paixão, sentimento, violência e inteligência feroz”, disse O’Connor no comunicado que anunciou a produção. “Ao criar uma vida imaginada para Emily, ela viverá novamente para o nosso público. A história dela é sobre uma jovem que se atreve a se formar, a abraçar sua verdadeira natureza, apesar das conseqüências… Estou muito empolgada por trabalhar com essas pessoas, um elenco emocionante, talentoso e jovem, luminoso, inteligente e espirituoso”. O elenco confirmado também inclui Joe Alwyn (“A Favorita”) como o amante conflituoso de Emily, Fionn Whitehead (“Dunkirk”) como o irmão Branwell Brontë e Emily Beecham (a Viúva de “Into the Badlands”) no papel da irmã mais velha, Charlotte Brontë. A escalação da caçula Anne Brontë ainda não foi anunciada. A produção está marcada para começar na região britânica de Yorkshire no início de 2021.

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