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  • Música

    Spotify lança clipe e documentário para celebrar luta das mulheres por mais espaço

    16 de outubro de 2018 /

    A plataforma Spotify divulgou o clipe e o documentário “Escuta as Minas”. A iniciativa reúne cantoras como Elza Soares, Karol Conká, Maiara e Maraisa, Tiê, Martnália, Lan Lanh, As Baianas e a Cozinha Mineira e o grupo Mulamba para celebrar a luta das mulheres por seu espaço. O trabalho é mais uma colagem que uma canção propriamente dita. A chamada música reúne trechos de versos de várias épocas, como “Ô Abre Alas” (1899), de Chiquinha Gonzaga, “Reposta” (1970), de Maysa, “Relicário” (1995), que fez sucesso na voz de Cássia Eller, “O Que Se Cala” (2018), nova canção de Elza Soares, “A Culpa é Dele” (2018), de Marília Mendonça cantada em parceria com a dupla Maiara e Maraisa, “Mulamba” (2017), da banda que leva o mesmo nome, e “Bate a Poeira” (2013), de Karol Conká. O documentário que acompanha o clipe, por sua vez, traz depoimentos das artistas sobre feminismo e suas carreiras. Tiê, por exemplo, lembra como sua avó, a atriz Vida Alves, foi chamada de vadia ao protagonizar o primeiro beijo na TV. “Fui criada com ideais feministas, mas não se falava claramente sobre isso. Hoje digo para as minhas filhas que somos sim feministas”, conta a cantora. O momento é oportuno, mas o trabalho é genérico, sem levantar bandeiras específicas, além de ressaltar uma das poucas áreas do país em que as mulheres sempre foram muito bem representadas, a música popular brasileira – “a luta segue, por mais mulheres na música…” E mesmo assim sem referenciar várias personalidades icônicas, como Rita Lee, Nara Leão, Clara Nunes, Elis Regina, as Mercenárias, Vange Leonel, Marina Lima, Dona Ivone Lara, Joyce, Angela Rô-Rô, só para citar um punhado de revolucionárias. Veja abaixo.

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  • Música

    Elza Soares ganha clipe dirigido por cineasta vencedora do Festival de Brasília

    3 de março de 2017 /

    Apesar da longa carreira, Elza Soares tem pouquíssimos clipes. O que é um motivo a mais para se festejar o lançamento do vídeo da faixa-título de “A Mulher do Fim do Mundo”, disco de 2015 que teve grande repercussão internacional, com prêmio no Grammy Latino 2016. As imagens criam ainda mais tensão para os acordes dissonantes e atordoantes, que conflitam como pós-rock e pós-samba, num clima de estranhamento carregado de iluminação “radioativa”. A música apocalíptica, por sinal, faz parte da trilha da série sci-fi brasileira “3%”, da Netflix. O vídeo foi dirigido e montado pela cineasta Paula Gaitán, que venceu o prêmio Candango de Melhor Filme no Festival de Brasília 2013 com “Exilados do Vulcão”. A produção executiva é de outro cineasta, Eryk Rocha, cuja obra mais recente, o documentário “Cinema Novo”, levou o troféu Olho de Ouro no Festival de Cannes 2016.

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