Elon Musk anuncia que vai mudar nome do Twitter para X
O bilionário Elon Musk, proprietário do Twitter, anunciou em uma série de tweets que pretende mudar a marca da plataforma social para X, substituindo o icônico pássaro azul por um “X” estilizado. Musk, que assumiu o controle do Twitter em outubro de 2022, afirmou que a mudança será efetuada em todo o mundo a partir de segunda-feira (24/7). “Em breve, daremos adeus à marca Twitter e, gradualmente, a todos os pássaros”, escreveu Musk em um post na madrugada de sábado (22/7). Ele também afirmou que a plataforma será operada a partir do domínio x.com e postou uma enquete perguntando se deveria “Mudar a cor padrão da plataforma para preto” (com cerca de 75% dos votos a favor até a manhã de domingo). “Se um bom logotipo X for postado esta noite, faremos com que ele seja implementado em todo o mundo amanhã”, acrescentou Musk. O fascínio de Elon Musk pela letra X Musk tem uma longa obsessão pela letra X. Na noite de sábado, ele compartilhou uma foto de si mesmo fazendo um “X” com as mãos em frente à placa do Tesla Model X: “Não tenho certeza de quais pistas sutis deram isso, mas eu gosto da letra X”. Musk tem um filho chamado X Æ A-12 com a cantora Grimes, mas o chama pelo nome X. Além disso, Musk fundou o site e serviço bancário online X.com em 1999, que eventualmente se fundiu com outra empresa para se tornar o PayPal. Ele recomprou o domínio X.com do PayPal em 2017. Outro bilionário que gostava do X era Eike Batista. Ele chegou a criar um Grupo X de negócios, com empresas como MMX, MPX, OGX e OSX, antes de falir completamente. Mudanças no Twitter Desde que Musk assumiu o controle do Twitter em um negócio de US$ 44 bilhões, ele demitiu a liderança executiva do Twitter e desmantelou seu conselho. Desde então, realizou quatro rodadas de demissões amplas, reduzindo seu quadro de funcionários em cerca de 80%, de um número estimado em 7.800 pessoas para cerca de 1.500. Musk contratou a ex-executiva de publicidade da NBCUniversal, Linda Yaccarino, como CEO do Twitter, na esperança de reverter a queda dramática na receita de publicidade da empresa, mas continua a tomar diversas decisões que prejudicam seu investimento no Twitter, como cobranças por assinaturas, limites na utilização da plataforma e a própria mudança de nome. And soon we shall bid adieu to the twitter brand and, gradually, all the birds — Elon Musk (@elonmusk) July 23, 2023 If a good enough X logo is posted tonight, we’ll make go live worldwide tomorrow — Elon Musk (@elonmusk) July 23, 2023 Not sure what subtle clues gave it way, but I like the letter X pic.twitter.com/nwB2tEfLr8 — Elon Musk (@elonmusk) July 23, 2023 pic.twitter.com/IwcbqMnQtA — Elon Musk (@elonmusk) July 23, 2023
Pronto pra luta: Zuckerberg provoca Musk com foto ao lado de campões do UFC
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, parece estar levando a sério a bravata de Elon Musk, dono do Twitter, que no mês passado o desafiou para uma luta. Depois de dizer que topava, Zuckerberg posou nesta terça (11/7) para sua primeira imagem sem camisa no Instagram, ao lado dos campeões do UFC Israel Adesanya e Alexander Volkanovski. O dono do Instagram, Facebook, WhatsApp e do recém-lançado Threads ostenta um físico definido na publicação, feita por Adesanya, que ainda escreveu: “No fugazi with Mark. This is Serious Business” (“Sem lorota com o Mark. Esse é um negócio sério”, em tradução livre). A postagem pode ser interpretada como uma provocação a Musk, após a Meta lançar o Threads, um aplicativo que tem funções similares ao Twitter, o que acirrou a competitividade entre os dois. Treta séria Embora a proposta inicial de uma luta tenha aparentado ser uma piada, rumores indicam que os bilionários estão negociando com Dana White, dono do UFC, a possibilidade de realizar o confronto. Zuckerberg, de 39 anos, é conhecido por treinar jiu-jítsu e já ganhou medalhas em competições do esporte. Por sua vez, Musk, de 59 anos, disse que começaria a treinar caso o duelo fosse confirmado. A situação se intensificou quando o Ministério da Cultura da Itália ofereceu o histórico Coliseu, em Roma, como local para o evento, segundo o TMZ Sports. A proposta foi repassada a Dana White, e, desde então, a equipe do UFC tem mantido conversas com as autoridades italianas para verificar a viabilidade do confronto. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Israel Adesanya (@stylebender)
Elon Musk desafia Mark Zuckerberg a mostrar quem tem o maior pênis
A disputa entre Elon Musk, CEO do Twitter, e Mark Zuckerberg, CEO da Meta, descambou para o baixo nível. Depois de desafiar Zuckerberg para uma luta em um ringue, Musk desceu o nível de provocações e sugeriu uma competição para determinar quem tem o maior órgão sexual masculino. “Zuck é um corno. Eu proponho um concurso literal de medição de pênis”, tuitou Musk, em reação a um print retirado do aplicativo Threads que mostrava Zuckerberg interagindo com um post do restaurante de fast-food Wendy’s. A publicação do Wendy’s provocou Musk ao afirmar que Zuckerberg deveria “ir para o espaço” para irritar seu rival e concorrente. A rivalidade entre os dois bilionários atingiu seu maior ponto de tensão com o crescente sucesso da plataforma Threads, desenvolvida por Zuckerberg e direta concorrente do Twitter. Com um recorde impressionante de 100 milhões de usuários alcançados em apenas cinco dias, a nova rede social tem causado uma migração em massa do Twitter para Threads. Apesar do desafio indiscreto, Zuckerberg ainda não respondeu se aceitará ou não a proposta de Musk. Recentemente, o fundador do Facebook concordou com a proposta de uma luta física no ringue, chegando a questionar o local do confronto. Dana White, presidente do UFC, afirmou que a disputa já tem uma data definida, ainda não divulgada ao público. A tensão entre os bilionários, que já inclui trocas de insultos, ameaças de processo e uma competição acirrada no segmento de redes sociais, pode estar se transformando no maior evento de MMA já visto, com visualizações e hype sem precedentes. Embora ainda não esteja claro se isso é apenas uma estratégia de marketing ou algo mais sério, as provocações continuam a alimentar a expectativa do público.
Threads, aplicativo rival do Twitter, ultrapassa 100 milhões de usuários
O Threads, aplicativo recém-lançado da Meta, alcançou o marco de 100 milhões de usuários em menos de uma semana. A informação foi divulgada pelo Search Engine Journal, como base uma contagem dos símbolos que aparecem nos perfis do Instagram, quando pessoas associam as contas em ambas as redes sociais. A plataforma inédita – e concorrente do Twitter – ultrapassou o número em apenas cinco dias. Seguindo um modelo extremamente parecido com a rede social do pássaro azul, o Threads foi lançado na última quarta-feira (5/7) simultaneamente em cerca de 100 países, focando no compartilhamento de mensagens que geram conversas entre os usuários. As postagens podem ter até 500 caracteres e ainda incluir links, fotos e vídeos de até 5 minutos. Entretanto, a rede ainda não inclui um recurso de mensagens diretas e não está disponível para uso em PCs. A disputa das redes sociais Em comparação a outras plataformas recentes, o ChatGPT levou pelo menos dois meses para alcançar 100 milhões de seguidores, enquanto o TikTok levou nove meses. Atualmente, o Twitter tem cerca de 200 milhões de usuários ativos, de acordo com dados da empresa. Vale mencionar que o Threads faz parte do conglomerado da Meta, liderado por Mark Zuckerberg, que também coordena o Instagram e o Facebook. Um fator que levou aos números elevados é que a nova rede social é conectada a perfis já existentes no Instagram. Dessa forma, os usuários só precisam baixar o aplicativo do Threads e fazer o login com o usuário do Instagram, migrando para a plataforma inédita sem precisar criar uma nova conta. Mas os números já podiam ser muito maiores, pois o Threads ainda não está disponível na Europa. A plataforma teve seu lançamento europeu adiado devido a questões de privacidade com base no novo Regulamento de Mercados Digitais (DMA, na sigla em inglês) da União Europeia. Twitter ameaça processar Quem não gostou nada dessa progressão foi seu rival principal – o Twitter de Elon Musk. Logo após o lançamento, a empresa do dono da Tesla redigiu uma carta direcionada à Meta, ameaçando processar a companhia por cópia e roubo de informações, além de uma contratação massiva de ex-funcionários do Twitter. Embora ainda não tenha tomado nenhuma ação legal, a empresa de Musk deixou claro que está disposta a recorrer aos tribunais. “A Meta está expressamente proibida de se envolver em qualquer rastreamento ou extração de seguidores, ou dados de seguidores do Twitter”, avisa a carta sobre o “aplicativo imitador”, como a empresa acusa.
Twitter ameaça processar Meta pelo “aplicativo imitador” Threads
A batalha entre os gigantes da tecnologia Elon Musk e Mark Zuckerberg ganhou mais um capítulo com o lançamento da nova rede social da Meta, a Threads. A empresa de Zuckerberg, dona do Facebook e Instagram, estreou a novidade na quarta-feira (5/7) para concorrer diretamente com o Twitter, comprado por Musk em 2022. No entanto, a disputa parece caminhar para um rumo legal. De acordo com jornal Semafor, a equipe do Twitter ameaçou processar a Meta por cópia e roubo de informações, além de uma contratação massiva de ex-funcionários da rede do passarinho. “O Twitter pretende fazer cumprir estritamente seus direitos de propriedade intelectual e exige que a Meta tome medidas imediatas para parar de usar quaisquer segredos comerciais do Twitter ou outras informações altamente confidenciais”, diz uma carta da empresa de Musk. “No ano passado, a Meta contratou dezenas de funcionários do Twitter”, continua. O recado ainda aponta que a empresa de Zuckerberg designou deliberadamente esses funcionários para desenvolverem, em questão de meses, o “aplicativo imitador ‘Threads'”. Segundo a empresa, esses ex-funcionários do Twitter podem ter usado segredos comerciais e outras propriedades intelectuais da rede social para acelerar o desenvolvimento do aplicativo concorrente. No âmbito judicial, isso viola leis estaduais e federais dos Estados Unidos. Apesar da tendência a iniciar um processo judicial, o objetivo da carta é apenas advertir a Meta por enquanto. “A Meta está expressamente proibida de se envolver em qualquer rastreamento ou extração de seguidores, ou dados de seguidores do Twitter”, alerta a carta. “A extração de quaisquer serviços do Twitter é expressamente proibida por qualquer motivo sem o consentimento prévio do Twitter”. A CEO do Twitter, Linda Yaccarino ainda aproveitou a situação para enaltecer o Twitter e reforçar a originalidade da plataforma de Musk. “Muitas vezes somos imitados, mas a comunidade do Twitter nunca pode ser duplicada”, ela tuitou em defesa da rede social. Resposta da Meta Em resposta à ameaça, o porta-voz da Meta, Andy Stone, negou as acusações. “Ninguém na equipe de engenharia do Threads é um ex-funcionário do Twitter – isso simplesmente não existe”. Já ativo como usuário no Threads, Mark Zuckerberg também fez uma publicação na nova rede social comentando o objetivo da plataforma e alfinetando o Twitter. “Deveria haver um aplicativo de conversas públicas com mais de 1 bilhão de pessoas”, apontou. “O Twitter teve a oportunidade de fazer isso, mas não conseguiu”. Em menos de um dia, a plataforma da Meta alcançou mais de 30 milhões de usuários. “Este é um começo tão bom quanto poderíamos esperar!”, comemorou Zuckerberg em outra publicação no Threads. Vale mencionar que em apenas sete horas desde o lançamento, a rede social já havia marcado mais de 10 milhões de usuários. O que é o Threads Seguindo um modelo extremamente parecido com o Twitter, o Threads foi desenvolvida para o compartilhamento de mensagens e atualizações em texto que gerem conversas entre os usuários. As postagens podem ter até 500 caracteres e ainda incluir links, fotos e vídeos de até 5 minutos. Entretanto, a rede ainda não inclui um recurso de mensagens diretas e não está disponível para uso em PCs. Como parte do conglomerado da Meta, a nova rede social pode ser acessada pelos perfis já existentes no Instagram. Dessa forma, os usuários só precisam baixar o aplicativo do Threads e fazer o login com o usuário do Instagram, migrando para a plataforma inédita sem precisar criar uma nova conta. Lançado simultaneamente em cerca de 100 países, a rede social ficou disponível na App Store e no Google Play às 20h no Brasil na última quarta-feira (5/7), embora a data de lançamento estivesse originalmente prevista para esta quinta-feira (6/7). On Twitter, everyone's voice matters. Whether you’re here to watch history unfold, discover REAL-TIME information all over the world, share your opinions, or learn about others — on Twitter YOU can be real. YOU built the Twitter community. 🙏👏 And that's irreplaceable. This… — Linda Yaccarino (@lindayacc) July 6, 2023
Threads: Concorrente do Twitter já está disponível
Mark Zuckerberg, dono da Meta, anunciou o lançamento antecipado do Threads, concorrente do Twitter, nesta quarta-feira (5/6). O aplicativo se tornou disponível na App Store e no Google Play às 20h no Brasil, embora a data de lançamento estivesse originalmente prevista para quinta-feira (6/7). O bilionário dono do Facebook, Instagram e Whatsapp apresentou seu novo aplicativo em um post inaugural, no qual escreveu apenas: “Vamos fazer isso. Bem-vindo ao Threads.”. Lançado simultaneamente em cerca de 100 países, o Threads é um aplicativo de conversação baseado em texto extremamente parecido com o Twitter, que tira seu nome dos “fios” de conversa das redes sociais. Integração com Instagram Um ponto forte do Threads é a sua integração com o Instagram, o que significa que o aplicativo começa conectado a uma base de centenas de milhões de contas já existentes, sem precisar partir do zero como outras alternativas ao Twitter, que não conseguiram se destacar tanto no mercado. Diversos aplicativos semelhantes ao Twitter, como o Bluesky e o Mastodon, foram lançados nos últimos anos, mas é possível que o Threads, por fazer parte da plataforma do Instagram, represente a maior ameaça ao Twitter até o momento. Ao se conectar, os usuários do Instagram podem manter o mesmo nome de usuário no Threads e, durante a configuração, também podem optar por seguir as mesmas contas que já seguem no Instagram. O aplicativo permite compartilhar postagens de texto de até 500 caracteres, bem como fotos e vídeos (com um máximo de 5 minutos). Mas ainda não inclui um recurso de mensagens diretas. Em compensação, a Meta assegura que os principais recursos de acessibilidade disponíveis no Instagram hoje, como suporte para leitores de tela e descrições de imagens geradas por IA, já estão habilitados no Threads. Além disso, os planos futuros incluem tornar o Threads compatível com o ActivityPub, o protocolo de rede social aberta estabelecido pelo World Wide Web Consortium (W3C) e que é suportado por aplicativos como Mastodon e WordPress. “Estamos trabalhando para que Threads seja em breve compatível com as redes sociais abertas e interoperáveis que acreditamos que podem moldar o futuro da internet”, diz um comunicado do produto. Crise do Twitter O lançamento da Threads acontece num momento de crise do Twitter, que passou a cobrar por contas verificadas e no fim de semana impôs uma limitação na quantidade de postagens que os usuários podem ler, alegando a necessidade de controlar os “níveis extremos” de extração de dados de sua plataforma. Com isso, os usuários começaram a reclamar que não estão conseguindo usar a plataforma como costumavam. Muitos reclamam que alguns recursos ficaram inutilizáveis. Em contraste, o Threads surge como um serviço gratuito e sem restrições à quantidade de postagens que cada usuário pode ler. “Threads é onde as comunidades se reúnem para discutir tudo, desde os tópicos de interesse de hoje até o que será tendência amanhã”, diz a descrição do aplicativo na App Store.
Threads: Meta lança nova rede social para competir com Twitter
A empresa Meta, proprietária de redes sociais populares como o Facebook e Instagram, anunciou a introdução de uma nova plataforma chamada Threads. Com lançamento previsto para quinta-feira (6/7), a nova rede social vai chegar ao mercado como uma forte concorrente do Twitter. Threads se apresenta como um “aplicativo baseado em conversas no formato de texto”, similar ao Twitter. Além disso, as imagens disponibilizadas da interface do aplicativo revelam um painel que lembra bastante o da rede social rival. Rivalidade entre os donos do Twitter e do Facebook O lançamento acontece em meio à crescente rivalidade entre Mark Zuckerberg, dono da Meta, e Elon Musk, proprietário do Twitter. No mês passado, os dois bilionários propuseram um confronto físico num ringue, embora a seriedade da proposta permaneça incerta. Em resposta ao anúncio de Threads, Musk postou um tweet sarcástico: “Graças a Deus eles são administrados com tanta sanidade”. Threads surge em momento de crise do Twitter O lançamento da Threads acontece num momento de crise do Twitter, que passou a cobrar por contas verificadas e no fim de semana impôs uma limitação na quantidade de postagens que os usuários podem ler, alegando a necessidade de controlar os “níveis extremos” de extração de dados. Com isso, os usuários começaram a reclamar que não estão conseguindo acessar quase nada da plataforma. Em contraste, o Threads, vinculado ao Instagram e já disponível para “pré-encomenda” na App Store, promete ser um serviço gratuito e sem restrições à quantidade de postagens que cada usuário pode ler. “Threads é onde as comunidades se reúnem para discutir tudo, desde os tópicos de interesse de hoje até o que será tendência amanhã”, diz a descrição do aplicativo na App Store. Integração com Instagram Um ponto forte do Threads é a sua integração com o Instagram, o que significa que o aplicativo poderá começar a funcionar conectado a centenas de milhões de contas já existentes, sem precisar começar do zero como outras alternativas ao Twitter, que não conseguiram se destacar tanto no mercado. Diversos aplicativos semelhantes ao Twitter, como o Bluesky e o Mastodon, foram lançados nos últimos anos, mas é possível que o Threads, por fazer parte da plataforma do Instagram, represente a maior ameaça ao Twitter até o momento.
Elon Musk aumenta limite diário do Twitter para usuários
O bilionário Elon Musk, dono do Twitter, anunciou neste domingo (2/7) uma nova mudança nos limites de visualizações diárias na plataforma. Desde sábado, a plataforma passou a limitar o número de posts que os usuários podem ver por dia. No anúncio inicial, usuários não verificados poderiam ver 400 posts diários, mas o número subiu para até 600 posts num segundo comunicado. Agora, esse limite foi aumentado para 1.000. Musk justificou o ajuste como uma tentativa de conter “níveis extremos” de coleta de dados, uma vez que muitas organizações estavam coletando informações de forma “extremamente agressiva”, prejudicando a experiência do usuário. Novos limites de visualização De acordo com a atualização, os novos limites para leitura na plataforma são: Contas verificadas: até 10.000 posts por dia; Contas não verificadas: até 1.000 posts por dia; Novas contas não verificadas: até 500 posts por dia. As contas verificadas podem ler mais tweets diários devido à sua relevância ou ao fato de serem assinantes do Twitter Blue, a versão paga da rede social. Críticas à coleta de dados agressiva Musk explicou que o limite de leituras diárias foi introduzido para combater o “uso excessivo” dos recursos da plataforma por bots, como o ChatGPT, que são treinados coletando grandes quantidades de dados da internet. Essa prática pode levar a um aumento nos custos de infraestrutura para a plataforma. O magnata tem sido vocal em suas críticas às empresas que desenvolvem esses bots. Em dezembro, ele acusou a OpenAI de usar dados do Twitter para treinar seus modelos de inteligência artificial. O bilionário anunciou a disposição em buscar ações legais contra aqueles que usaram indevidamente os dados do Twitter, prevendo um possível confronto nos tribunais em 2 a 3 anos. Impacto no serviço Durante a implementação dessas mudanças, o Twitter apresentou falhas para milhares de usuários, como relatado pelo site Downdetector. A interrupção parece ter afetado cerca de 7.500 usuários no pico do problema. Essas mudanças ocorrem em meio a uma série de medidas que o Twitter vem tomando para tentar recuperar anunciantes e aumentar a receita de assinaturas. Uma dessas medidas inclui aumentar a quantidade de assinantes do programa Twitter Blue, que pagam para ter uma versão aprimorada do Twitter e atingir mais leitores. Now to 10k, 1k & 0.5k — Elon Musk (@elonmusk) July 1, 2023
Elon Musk limita uso do Twitter para usuários gratuitos
O magnata Elon Musk, proprietário da rede social Twitter, voltou a causar controvérsia entre os usuários da plataforma ao implementar um limite temporário na quantidade de tweets que os usuários podem visualizar por dia. A medida foi introduzida para “lidar com níveis extremos de extração de dados e manipulação do sistema”, segundo Musk. Os usuários começaram a encontrar problemas para acessar o site neste sábado (1/7), com muitos recebendo mensagens de erro informando “Limite de taxa excedido” ou “Não é possível recuperar tweets”. Mais de 7 mil pessoas reportaram problemas com o uso do Twitter ao site Downdetector. Novos limites de visualização Musk anunciou em um tweet no sábado que contas verificadas podem visualizar cerca de 6.000 postagens por dia. Mas para contas não verificadas, o número cai drasticamente para 600 postagens por dia. Novos usuários não verificados enfrentam situação ainda pior: acesso a apenas 300 postagens por dia. Em um segundo tweet, Musk divulgou que os limites de taxa logo aumentarão para 8.000 para usuários verificados, 800 para usuários não verificados e 400 para novos usuários não verificados. Ele também fechou as portas para visitantes. Para ter acesso ao Twitter, os usuários precisarão logar em suas contas. Quem não tiver conta, não terá mais acesso à rede. Reação dos Usuários O bilionário, que também é dono da Tesla e SpaceX, descreveu a mudança como temporária. No entanto, muitos usuários do Twitter questionaram se isso poderia marcar o início do fim para a polêmica plataforma de mídia social. Expressões como “Twitter Acabou” e “Fim do Twitter” passaram a liderar a lista de assuntos mais comentados da rede social. Muitos culpam Musk por estragar a rede social com as constantes mudanças que vem promovendo, desde que a comprou no fim do ano passado. Justificativa de Musk Musk justificou a medida, escrevendo: “Várias centenas de organizações (talvez mais) estavam coletando dados do Twitter de forma extremamente agressiva, a ponto de afetar a experiência real do usuário”. Ele acrescentou: “Estávamos tendo tantos dados roubados que isso degradava o serviço para usuários normais”. Embora tenha anunciado em maio que Linda Yaccarino assumiria seu lugar como CEO da plataforma de mídia social, Musk continua à frente das questões tecnológicas do Twitter, como os recentes limites de utilização. Ele explicou que Yaccarino “se concentrará principalmente nas operações de negócios, enquanto eu me concentro no design do produto e na nova tecnologia”. Rate limits increasing soon to 8000 for verified, 800 for unverified & 400 for new unverified https://t.co/fuRcJLifTn — Elon Musk (@elonmusk) July 1, 2023
Gravadoras abrem processo milionário contra Twitter por violação de direitos autorais
Um consórcio de editores de música e gravadoras iniciou uma ação judicial contra o Twitter nesta quarta-feira (14/6), alegando que a plataforma de mídia social violou repetidamente a lei de direitos autorais ao hospedar música sem permissão e deixar de policiar os infratores por usos ilegais. A ação foi apresentada no tribunal federal de Nashville pelo National Music Publishers’ Association (NMPA), que representam os três maiores conglomerados musicais – Universal, Sony e Warner – juntamente com uma série de outras editoras. A ação cita o uso indevido de 1.700 músicas, entre elas “What a Wonderful World” de Louis Armstrong, “Heat Waves” de Glass Animals e “Umbrella” de Rihanna. O consórcio busca até US$ 150 mil por cada caso de violação, além de danos adicionais por violação direta de direitos autorais, alegando que enviou centenas de milhares de avisos de remoção. O caso pode gerar uma indenização estimada em pelo menos US$ 250 milhões. “Vídeos com música, incluindo cópias infratoras das músicas dos editores, atraem e retêm titulares de contas e espectadores, e aumentam o corpo de tuítes envolventes na plataforma do Twitter”, diz a ação, que incluiu exemplos de declarações do Twitter sobre a importância da música para a plataforma e seus usuários. “O Twitter, então, monetiza esses tuítes e usuários por meio de publicidade, assinaturas e licenciamento de dados. Tudo isso serve para aumentar a avaliação e as receitas do Twitter”. Twitter piorou com Elon Musk O Twitter é uma das últimas das principais plataformas de mídia social que ainda não fechou acordos de licenciamento com os editores de música, após acordos lucrativos com plataformas como YouTube, TikTok, Facebook, Instagram e Snapchat. Relatos indicam que o Twitter estava em negociações para um acordo semelhante antes de Elon Musk comprar a plataforma por US$ 44 bilhões no ano passado. Mas que as conversas não só foram encerradas desde então, como a situação desandou de vez. Segundo a ação, dois executivos que lideravam a divisão de “confiança e segurança” do Twitter renunciaram após a aquisição por Musk, sendo estas as áreas “envolvidas na revisão de conteúdo e no policiamento de violações dos termos de serviço, incluindo as equipes jurídicas”. Acusações de violação reiterada de direitos A ação também afirma que o Twitter “rotineiramente ignora infratores reincidentes conhecidos e violações conhecidas”, apesar de ter a capacidade de policiar tal atividade. Como prova, a NMPA começou a enviar ao Twitter notificações formais de violação semanalmente a partir de dezembro de 2021. Os editores afirmam que identificaram 300 mil tuítes violadores desde então. “Com as políticas do Twitter e sua resposta às Notificações da NMPA, fica claro que o Twitter não leva a sério suas obrigações legais no que se refere à violação de direitos autorais”, afirmou a ação, acrescentando que a empresa “não adotou, implementou razoavelmente, nem informou aos assinantes ou titulares de contas sobre uma política para encerrar usuários que se envolvem em atos repetidos de violação de direitos autorais”. A NMPA moveu uma ação semelhante contra a empresa Peloton, que foi resolvida em 2020 com um acordo para otimizar os sistemas e processos de licenciamento da plataforma de fitness.
Cinemas russos exibem primeira ficção filmada no espaço. Veja o trailer
O filme russo “The Challenge”, o primeiro longa a ser filmado no espaço, estreou na quinta-feira (20/4) nos cinemas da Rússia. O filme conta a história de uma cirurgiã, interpretada por Yulia Peresild (“O Guardião dos Mundos”), que precisa ir à ISS (Estação Espacial Internacional) para salvar um cosmonauta que foi ferido durante uma caminhada espacial. Peresild e o diretor Klim Shipenko (“Salyut-7”) passaram 12 dias na ISS para gravar as cenas do longa. A atriz e o diretor voltaram com 30 horas de gravação, das quais 50 minutos foram usadas no filme, segundo o jornal britânico The Guardian. Com isso, a Rússia sai campeã em mais uma corrida espacial. Hollywood tinha o seu próprio projeto de gravar um filme no espaço, estrelado por Tom Cruise (“Top Gun: Maverick”), em parceria com a NASA e a SpaceX, empresa de Elon Musk. Após o lançamento de “The Challenge”, o presidente russo Vladmir Putin exaltou a produção: “Nós somos os primeiros a ter filmado um longa em órbita, dentro de uma espaçonave. Mais uma vez, os primeiros”. Ainda não há previsão de estreia nos cinemas brasileiros.
Prime Video zoa Elon Musk após remoção do selo de verificado do Twitter
O fim da era do selo azul de verificação do Twitter de forma gratuita está rendendo discussões na rede e também zoações. A Amazon Prime Video do Reino Unido usou sua conta para cutucar o dono da rede, Elon Musk com um meme de “The Boys”. O meme faz referência a uma cena da 2ª temporada da série, em que o Capitão Pátria (Homelander) empurra seu filho de um telhado, incentivando ela a “voar”. Para quem não acompanha a série, o personagem é um super-herói (leia-se supervilão) maníaco que se enxerga como superior aos humanos. Na legenda, o post faz referência à frase que mostra a essência do personagem: “Eu sou o Capitão Pátria. E eu posso fazer a p**** que eu quiser”. No contexto, serve de alusão à chefia cheia de caprichos de Elon Musk no Twitter. O Amazon Prime Video foi apenas um dos muitos usuários notáveis que tem criticado o esforço de Musk para levar as pessoas a se inscreverem no Twitter Blue, novo serviço de assinatura que garante o selo. O dono do Twitter chegou a confirmar que estava pagando do próprio bolso pela verificação de personalidades como Stephen King, LeBron James e William Shatner. Mais cedo, King havia se manifestado esclarecendo que não estava pagando pelo serviço, após o seu verificado não ser desativado. Confira abaixo a cena do meme. Well… he can do what he wants 🤷 #TheBoys pic.twitter.com/acW2IyI2Kb — Prime Video UK (@primevideouk) April 21, 2023
Twitter troca logo do passarinho por cachorro símbolo de criptomoeda
O Twitter matou nesta segunda (3/4) seu característico pássaro azul, trocando-o pela imagem de um cachorro, que é símbolo da criptomoeda Dogecoin. Novo dono do Twitter desde o ano passado, Elon Musk está envolvido num processo relativo à criptomoeda, e há suspeitas de que a alteração no visual da rede social possa ter relação com isso. Nesta sexta-feira (31/3), Musk pediu à Justiça para encerrar uma ação judicial de US$ 258 bilhões movido contra ele por um investidor que alega que o bilionário prejudicou investidores e manipulou o mercado com tuítes enganosos sobre a Dogecoin. O processo foi movido em maio de 2021 pelo investidor em nome de outros compradores de ações da Dogecoin entre fevereiro e maio de 2021. Ele alega que os tuítes de Musk sobre a criptomoeda, incluindo a afirmação de que ele seria o “Dogefather”, foram enganosos e causaram danos financeiros. Tuítes de Musk sobre a Dogecoin no passado fizeram o valor da criptomoeda disparar e cair logo em seguida, o que chamou a atenção de órgãos reguladores. Os advogados do bilionário afirmam que “não há como sustentar a afirmação de que houve fraude por conta das mensagens publicadas no Twitter” Na moção para encerrar o caso, Musk argumentou que as mensagens eram simplesmente piadas e que ele não tinha a intenção de manipular o mercado. Ele também argumentou que o investidor não tem legitimidade para processá-lo em nome de todos os compradores da Dogecoin. “Não há nada de ilegal em tuitar palavras de apoio ou imagens engraçadas sobre uma criptomoeda legítima que continua a deter um valor de mercado de quase US$ 10 bilhões”, diz a petição dos advogados de Musk. “Este tribunal deve acabar com a fantasia dos queixosos e rejeitar a queixa”. A mudança da imagem fez o valor da criptomoeda saltar de cerca de 8 para 10 centavos de dólar nesta segunda, uma alta de 27% por volta das 16h30 (horário de Brasília), de acordo com o Yahoo! Finance. O Twitter não se pronunciou sobre a mudança de logotipo, mas Musk fez uma piada com auxílio de um cartum, sem comentar mais nada. Veja abaixo. A substituição do logo acompanha várias outras mudanças na rede social, como a venda de identificações de verificados, o Twitter Blue. No fim de semana, todos os selos originais de verificação foram removidos das contas e, agora, eles só poderão ser adquiridos após um pagamento, por iniciativa de Musk para monetizar mais o Twitter. pic.twitter.com/wmN5WxUhfQ — Elon Musk (@elonmusk) April 3, 2023










