“Manhãs de Setembro” é renovada pela Amazon
A Amazon Prime Video anunciou a renovação de “Manhãs de Setembro”, série brasileira estrelada pela cantora Liniker. Na história, Cassandra (Liniker) é uma mulher trans que tem sua independência colocada em cheque quando descobre ter tido um filho, Gersinho (Gustavo Coelho), com uma ex-namorada (Karine Teles). Relutando para não aceitar a condição de pai, ela refuta o filho, mas logo vê sua vida virar de ponta-cabeça. A 2ª temporada vai acompanhar os desdobramentos da vida de Cassandra após se assumir pai, enquanto sua vida muda drasticamente, aprofundando a sensação de descontrole. Produção da O2 Filmes, a série tem roteiro de Josefina Trotta (“Amigo de Aluguel”), Alice Marcone (“Born to Fashion”) e Marcelo Montenegro (“Lili, a Ex”), direção de Luis Pinheiro (“Samantha”) e Dainara Toffoli (“Amigo de Aluguel”), e ainda inclui em seu elenco Thomas Aquino (“Bacurau”), Isa Ordoñez (“Treze Dias Longe do Sol”), Clodd Dias (“Entrega Para Jezebel”), Gero Camilo (“Carandiru”), o cantor Paulo Miklos (“Califórnia”) e a cantora Linn da Quebrada (“Segunda Chamada”) em participação especial.
Atrizes gravam vídeo em repúdio à falta de decoro de Bolsonaro
O coletivo 342Artes, liderado pela produtora Paula Lavigne, produziu um vídeo que reuniu artistas e jornalistas mulheres num manifesto de repúdio ao machismo e falta de decoro de Jair Bolsonaro, em apoio à repórter Patricia Campos Mello, da Folha de S. Paulo, que foi ofendida pelo presidente. No vídeo, aparecem as atrizes Alinne Moraes, Fernanda Lima, Cláudia Abreu, Sophie Charlote, Débora Nascimento, Elisa Lucinda e Júlia Lemmertz, as jornalistas Maíra Azevedo, Milly Lacombe e Astrid Fontenelle; as cantoras Zélia Duncan e Majur; e Mônica Benício, viúva de Marielle Franco, entre outras. A manifestação gravada é acompanhada de um texto texto: “Exigimos respeito. Bolsonaro não pode mais seguir quebrando o decoro de forma impune. Patricia Campos Mello é uma jornalista séria e seu trabalho não pode ser desmoralizado. Não iremos tolerar mais ataques à liberdade de imprensa e à democracia”. A fala de Bolsonaro aconteceu na terça-feira (18/2) ao comentar o depoimento de Hans River, ex-funcionário da Yacows, agência de disparos de mensagens em massa por WhatsApp, na CPI das Fake News no Congresso, e após direcionar, em dois dias seguidos, gestos ofensivos – “bananas” – para a imprensa. A Folha de S. Paulo, que emprega Patricia Campos Mello, emitiu nota afirmando que o presidente da República “agrediu” a profissional e todo o jornalismo e “vilipendiou a dignidade, a honra e o decoro que a lei exige do exercício da Presidência”. Ele também foi retratado como “O Senhor das Bananas” na capa da revista IstoÉ, que pediu um “Basta”. Patricia Campos Mello é uma jornalista reconhecida internacionalmente, vencedora do Prêmio Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Prêmio Internacional de Jornalismo Rei de Espanha, Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo, Prêmio Internacional de Liberdade de Imprensa do Comitê de Proteção de Jornalistas (International Press Freedom Award – Committee to Protect Journalists) e o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos.

