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    Regina Duarte defende racismo e homofobia “da boca para fora” de Bolsonaro em entrevista polêmica

    26 de outubro de 2018 /

    A atriz Regina Duarte deu uma entrevista polêmica ao Estadão, publicada nesta sexta-feira (26/10), em que chama seu candidato a presidente, Jair Bolsonaro, de homofóbico apenas “da boca para fora”, defendendo que as frases que chocam o mundo inteiro são piadas. A atriz defendeu a tese do “humor” do candidato e disse que suas declarações consideradas homofóbicas e racistas são frutos de “edição” de vídeos. “Quando souberam que ele ia se candidatar, começaram a editar todas as gravações e também a provocá-lo para que reagisse a seu estilo, que é brincalhão, machão”, disse. Ela considera um “humor brincalhão típico dos anos 1950” aquilo que chama de “brincadeiras homofóbicas, que são da boca pra fora, coisas de uma cultura envelhecida, ultrapassada”. Não ficou nisso. Uma frase chocou tanto sensibilidades menos, digamos, “ultrapassadas”, que foi destacada pelo diretor Kleber Mendonça Filho, de “Oasis”, em seu Twitter, acompanhado de um comentário curto: “Da série brasileiros primitivos: Regina Duarte”. Eis a frase da atriz: “Quando conheci Bolsonaro encontrei um cara doce, um homem dos anos 1950, como meu pai, que faz brincadeiras homofóbicas, um jeito masculino… que chama brasileiro de preguiçoso e dizia que lugar de negro é na cozinha; sem maldade.” Questionado sobre o contexto da frase que publicou, o cineasta retuitou a imagem com a publicação na íntegra. “Para quem ficou sem acreditar no meu post anterior”. A declaração integral de Regina Duarte é a seguinte: “Eu estava ‘no armário’, e meu filho mais novo começou a me contestar: já que sempre fui uma pessoa democrática, aberta, justa, como eu podia me fechar no conceito de que Bolsonaro é bruto, tosco, ignorante, violento. ‘Você já chegou perto dele?’ Respondi: ‘Não preciso me aproximar, sinto que é o candidato da raiva, da impotência, do ódio, contra a corrupção e não quero votar no emissário da raiva’. Mas, quando conheci o Bolsonaro pessoalmente, encontrei um cara doce, um homem dos anos 1950, como meu pai, e que faz brincadeiras homofóbicas, mas é da boca pra fora, um jeito masculino que vem desde Monteiro Lobato, que chamava o brasileiro de preguiçoso e que dizia que lugar de negro é na cozinha. Eu tinha algumas opções de voto, como o (Geraldo) Alckmin e o (João) Amoêdo, mas, nesse momento, me caíram fichas inacreditáveis, como as omissões do PSDB. Foi tudo ficando muito feio. Quantos equívocos, quantos enganos! Foi quando notei o tamanho da adesão desse país ao Bolsonaro e pensei: eu sou esse país, eu sou a namoradinha desse país.” Outros esclarecimentos se fazem necessários, como lembrar que homofobia da boca para fora é homofobia. E afirmar que lugar de negro é na cozinha “não é um jeito masculino”, é racismo. Humor homofóbico e racista não é engraçado; é triste. DA SÉRIE BRASILEIROS PRIMITIVOS: REGINA DUARTE – “quando conheci Bolsonaro encontrei um cara doce, um homem dos anos 50, como meu pai, que faz brincadeiras homofóbicas, um jeito masculino… que chama brasileiro de preguiçoso e dizia que lugar de negro é na cozinha; sem maldade.” — Kleber Mendonça Filho (@kmendoncafilho) 26 de outubro de 2018 Para quem ficou sem acreditar no meu post anterior sobre “BRASILEIROS PRIMITIVOS”, matéria do Estadão. https://t.co/V2dteNRsxJ — Kleber Mendonça Filho (@kmendoncafilho) 26 de outubro de 2018

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    HBO Brasil censura íntegra do programa de John Oliver que critica “terrível” Jair Bolsonaro

    24 de outubro de 2018 /

    Vencedor do Emmy de Melhor Talk Show do ano, o programa “Last Week Tonight with John Oliver”, da HBO, teve um de seus episódios recentes censurado no Brasil. O programa tinha como tema as eleições presidenciais brasileiras, e trouxe Oliver gozando da campanha do PT e, principalmente, fazendo críticas duras ao candidato do PSL, Jair Bolsonaro, a quem chamou de “ser humano terrível”. Exibido em 7 de outubro nos Estados Unidos, o episódio simplesmente não foi ao ar no Brasil. Ele deveria ter sido transmitido em 8 de outubro, no dia seguinte ao primeiro turno das eleições brasileiras. No entanto, na ocasião, a HBO reprisou o episódio 24 da 5ª temporada. Na semana seguinte, o canal exibiu o episódio 26, como se o 25 não existisse. A HBO Brasil também não deu alternativas para o público assistir ao capítulo pela plataforma HBO Go. Após o episódio 24, o catálogo do serviço oferece diretamente o episódio 26, pulando a edição dedicada às eleições brasileiras. A censura foi na TV e também online. Procurada pela reportagem do jornal O Globo, a HBO Brasil não se manifestou sobre o motivo. Em junho, o Supremo Tribunal Eleitoral (STF) derrubou a regra que impedia sátiras a políticos em período eleitoral. Ou seja, não havia restrições legais para a exibição do conteúdo pela HBO Brasil. Anteriormente, apenas a China, que não é uma democracia, proibiu a exibição de um episódio de “Last Week Tonight”. Fez mais que isso: tirou a HBO do ar para impedir uma piada de John Oliver, que lembrava como o presidente chinês Xi Jingpin não gostava de ser comparado ao Ursinho Pooh. Já o Brasil ainda é uma democracia, pelo menos até o resultado final das eleições. Mesmo assim, houve censura, como na época da ditadura, momento de repressão intensa que Bolsonaro sugere representar. Apesar de barrado no Brasil, a íntegra do segmento dedicado ao país, com 16 minutos de duração, pode ser encontrada na página oficial do programa no YouTube. Por conta disso, “fãs” resolveram legendar uma versão de 11 minutos do vídeo, sem a longa introdução sobre como o mundo via o Brasil há 80 anos. Ambas as versões podem ser vistas abaixo. No programa, além de chamar Bolsonaro de “terrível”, Oliver mostra uma compilação de declarações constrangedoras do deputado, lembrando acusações de homofobia, misoginia, racismo e comportamento antidemocrático. “A melhor coisa que você pode dizer sobre Bolsonaro é que ele não foi denunciado por um escândalo de corrupção, ainda. Infelizmente essa é, literalmente, a única coisa boa que você pode dizer sobre ele, pois ele é um ser humano terrível”. É tão pesado que Oliver termina o programa fazendo uma conclamação aos brasileiros para não votarem em Bolsonaro, dizendo que ainda havia esperanças, graças à campanha #EleNão. Oliver também brincou com a popularidade de Lula, falando que seria prático eleger um presidente que já está preso por corrupção. E chama a campanha petista, que tenta colar a imagem de Fernando Haddad a Lula, de “um insulto à inteligência das pessoas”. O apresentador inglês ainda se mostrou fascinado pela fauna de candidatos brasileiros a cargos legislativos, inclusive os super-heróis, como o “Homem-Aranha do Amapá” e “Geraldo Wolverine”. Ao final, ele conclui que qualquer candidato é melhor do que Bolsonaro. “Brasileiros, sei que vocês estão desiludidos com todos os políticos e que nenhum dos candidatos os inspiram, mas, por favor, qualquer um deles é melhor que o Bolsonaro”, inclusive o “Lula diet” (em referência a Haddad), ele cita, além do Homem-Aranha. “Bolsonaro não reflete o que vocês são de melhor, Brasil”, encerrou. Confira abaixo.

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    Campanha #EleNão edita filme The Wall do Pink Floyd com discursos e cenas de Bolsonoro

    15 de outubro de 2018 /

    A campanha #EleNão aproveitou a polêmica em torno do show de Roger Waters no Brasil, onde a cenografia do espetáculo alinhou o nome de Jair Bolsonaro a outros políticos de extrema direita do mundo e ainda projetou a hashtag com destaque, para mostrar o que Pink Floyd tem a ver com política. Quem ainda não entendeu a relação precisa apenas ver o vídeo abaixo, que edita cenas do filme “The Wall” (baseado no disco homônimo composto por Waters e gravado pelo Pink Floyd em 1977) com discursos e vídeos de Jair Bolsonaro. O resultado é uma distopia de terror neofascista tropical. Waters chegou a ser vaiado pelos apoiadores do candidato militar direitista, durante show realizado na terça (9/10) em São Paulo. Sua resposta foi ampliar a crítica, projetando, em vez de #EleNão, um Nem F*dendo em letras garrafais no show extra realizado no dia seguinte. Filho de pai militar que morreu lutando contra o nazismo na 2ª Guerra Mundial, Waters sempre abordou as críticas ao fascismo em suas músicas, mas é especialmente contundente em “The Wall”, que virou um filme premiado do cineasta Alan Parker em 1982. Na montagem da campanha #EleNão, Bolsonaro é comparado ao ditador do longa, Pink, um personagem que se aproveita da sua popularidade para assumir o poder, criando uma sociedade de extrema direita com perseguição ultraviolenta à homossexuais, negros, judeus e todas as minorias. No Twitter, o candidato citado também comentou o concerto: “Como se não bastassem os artistas milionários brasileiros a defender o PT, agora temos o milionário artista estrangeiro Roger Waters fazendo campanha a favor do Haddad”. Em entrevista ao Fantástico, no domingo (14/10), Waters explicou seu posicionamento: “Eu acredito que todos os artistas, não interessa qual tipo de arte você faça, todos têm a responsabilidade de usar a arte para expressar ideias políticas e criar demandas em favor dos direitos humanos para todos”.

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    Mark Hamill se junta à campanha #EleNão contra o lado negro da Força

    1 de outubro de 2018 /

    O ator Mark Hamill sentiu o surgimento de uma nova ameaça e decidiu se manifestar contra o equivalente à volta da Primeira Ordem ao poder numa galáxia distante chamada Brasil. O intérprete de Luke Skywalker na franquia “Star Wars” aderiu à campanha #EleNão nas redes sociais. E para deixar claro que sabia quem estava levando multidões para o lado negro da Força, acrescentou o nome do vilão em seu tuíte. “#EleNão. Mulheres merecem muito MUITO melhor. #NoToBolsonaro”, ele escreveu no Twitter. A campanha #EleNão foi criada após o ataque de hackers ao grupo do Facebook Mulheres contra Bolsonaro. A hashtag ganhou a adesão de várias artistas brasileiras, como Daniela Mercury, Camila Pitanga e Letícia Spiller, entre outras. E recentemente atingiu projeção internacional, com manifestações de astros do cinema e das séries, como Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Stephen Fry (“Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras”), Alfonso Herrera (“Sense8”), Indya Moore (“Pose”), Madeline Brewer (“The Handmaid’s Tale”), Edgar Ramírez (“The Assassination of Gianni Versace: American Crime History”), Shangela (“Nasce uma Estrela”), além dos músicos Madonna, Lauren Jauregui (Fifth Harmony), Dan Reynolds (Imagine Dragons), Nicole Scherzinger, Dua Lipa, Kehlani e Black Eyed Peas. No sábado (29/9), manifestações de pessoas que aderiram à campanha foram realizadas em várias cidades brasileiras. A polícia militar se recusou a fazer avaliações de público, mas estima-se que 200 mil pessoas se reuniram no protesto no Rio, naquela que foi a maior manifestação social já registrada na capital carioca – diante da mesma Candelária que testemunhou a campanha histórica das Diretas Já, que fãs da ditadura militar devem execrar. Em São Paulo, houve número equivalente no Largo da Batata, em Pinheiros. #EleNao ?? women deserve much MUCH better! ?#NoToBolsonaro ? https://t.co/vnWFWQ0zXw — Mark Hamill (@HamillHimself) 30 de setembro de 2018

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    Eleitores de Bolsonaro lançam ataques contra série de Anitta

    28 de setembro de 2018 /

    Eleitores de Jair Bolsonaro deram início a uma campanha contra a série “Vai, Anitta”, em desenvolvimento para a Netflix. O motivo foi a cantora ter saído do muro e passado a apoiar o movimento #EleNão contra o candidato da extrema direita à presidência do Brasil. Como a série não estreou e nem tem previsão para chegar em streaming, o meio encontrado para “protestar” contra a opinião da cantora tem sido dar “deslike” no teaser publicado pela plataforma em seu canal no YouTube. Em poucas horas, o dedão para baixo que indica “deslike” (“não gostei”) no vídeo teve seu número acrescido de 4 mil cliques, indo de 8,1 mil para 12 mil. No mesmo período, o dedão do “like” se manteve em 34 mil. Além disso, os comentários abaixo do vídeo se encheram de reclamações contra a “comunista” Anitta e por aí à fora, culminando em ameaças de cancelamento da assinatura da Netflix. A reação é similar à comoção gerada entre petistas em relação à série “O Mecanismo”, da mesma plataforma. Com mais de 30 milhões de seguidores no Instagram, as 12 mil descurtidas não fazem muita diferença na popularidade imensa – e internacional – da artista, que além da série documental “Vai, Anitta” terá também uma série animada infantil no canal pago Gloob. A campanha contra Anitta está sendo incentivada por seguidores de Bolsonaro principalmente em grupos de Whatsapp. Veja abaixo um print da recomendação para os drones atacarem a artista, obtido por Cristina Padiglione, do blog Telepadi.

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    Madonna adere à campanha #EleNão contra a eleição de Bolsonaro

    28 de setembro de 2018 /

    Madonna é a mais nova adepta internacional do movimento #EleNão, contra a eleição do candidato de extrema direita Jair Bolsonaro à presidência do Brasil. A cantora publicou no Instagram uma foto em que aparece a boca tapada por uma silver tape onde se lê a palavra “freedom” (liberdade em inglês). A imagem é acompanhada pela hashtag do protesto, juntamente com as frases, em português: “Ele não vai nos desvalorizar. Ele não vai nos oprimir. Ele não vai nos calar”. A campanha #EleNão foi criada após o ataque de hackers ao grupo do Facebook Mulheres contra Bolsonaro. A hashtag ganhou a adesão de várias artistas brasileiras, como Daniela Mercury, Camila Pitanga e Letícia Spiller, entre outras. E recentemente atingiu projeção internacional, com manifestações de astros do cinema e das séries, como Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Stephen Fry (“Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras”), Alfonso Herrera (“Sense8”), Indya Moore (“Pose”), Madeline Brewer (“The Handmaid’s Tale”), Edgar Ramírez (“The Assassination of Gianni Versace: American Crime History”), Shangela (“Nasce uma Estrela”), além dos músicos Lauren Jauregui (Fifth Harmony), Dan Reynolds (Imagine Dragons), Nicole Scherzinger, Dua Lipa, Kehlani e Black Eyed Peas. Neste sábado (29/9), manifestações espontâneas de pessoas que aderiram à campanha serão realizadas em várias cidades brasileiras. A manifestação marcada para o Largo da Batata, em São Paulo, conta com 81 mil confirmações e 236 mil interessados.

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  • Etc

    Ellen Page se junta à campanha #EleNão contra a eleição de Bolsonaro

    24 de setembro de 2018 /

    A atriz americana Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) se juntou às colegas brasileiras na campanha contra a eleição de Jair Bolsonaro à presidência do Brasil. Page entrevistou Bolsonaro em 2016 para a série documental sobre homofobia “Gaycation”, do canal pago Viceland. E após ficar frente a frente com o político, ela diz que ele é um candidato “perigoso”. “Eu entrevistei Jair Bolsonaro para o ‘Gaycation’. Ele é um homem perigoso, homofóbico, racista e misógino que atualmente lidera a corrida presidencial no Brasil”, a atriz escreveu em seu Instagram. “Frase diretamente homofóbica: ‘Prefiro que meu filho morra em um acidente do que apareça com um cara bigodudo. Juntem-se às vozes das pessoas que estão se unindo no Brasil para dizer #elenão #neverhim. Estou mandando amor e apoio aos brasileiros que resistem a essa loucura”, afirmou ela, ao compartilhar a arte com as palavras “Ele Não” que viralizou na internet. Ellen Page não é a primeira celebridade internacional a protestar contra Bolsonaro nas eleições brasileiras. Antes dela, a cantora Dua Lipa e o vocalista do Imagine Dragons, Dan Reynolds, também se mostraram contrários ao candidato à presidência. No Brasil, a maioria das celebridades femininas, de Bruna Marquezine a Anitta, são contra Bolsonaro. Uma das poucas exceções é Antonia Fontenelle, que se junta a Alexandre Frota, Roger Moreira e Lobão entre os defensores do candidato. Lembre abaixo o programa com a entrevista de Bolsonaro a Ellen Page e leia a mensagem original da atriz no Instagram. Visualizar esta foto no Instagram. I interviewed #jairbolsonaro for Gaycation Brazil. He’s a dangerous, homophobic, racist and misogynistic man who currently is leading the presidential race in Brazil. Direct homophobic quote “Prefer that my son dies in an accident than show up with some dude with a mustache.” Join the voices of people coming together in Brazil to say #elenao #neverhim. I’m sending love and support to those in Brazil resisting this madness. Gaycation is available on @hulu if you are interested in checking out our episode in Brazil. #elenao #brazil Uma publicação compartilhada por @ ellenpage em 24 de Set, 2018 às 8:57 PDT

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  • Série

    Trailer de Will & Grace revela as participações especiais da 10ª temporada

    23 de setembro de 2018 /

    A rede NBC divulgou o trailer da nova temporada de “Will & Grace”, que está repleta de participações especiais. A prévia destaca alguns dos convidados, como David Schwimmer (“Friends”), Matt Bomer (“White Collar”), Jon Cryer (“Two and a Half Men”), Alec Baldwin (“30 Rock”) e Chelsea Handler (“Guerra É Guerra”). Trata-se de uma confirmação do sucesso da série, que voltou a ser produzida no ano passado, após hiato de 11 anos, e já tem garantida a gravação de sua próxima temporada, que estreia em 2019. A fase original de “Will & Grace” foi exibida de 1998 a 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. O revival foi escrito pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e os episódios continuam sob a direção de James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. A 10ª temporada estreia no dia 4 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, a nova fase da comédia é transmitida pelo canal pago Fox.

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  • Etc

    Atrizes e celebridades femininas promovem hashtag #EleNão contra voto em Bolsonaro

    17 de setembro de 2018 /

    A hashtag #EleNão começou a viralizar nas últimas horas nas redes sociais, com apoio de atrizes e celebridades femininas famosas, numa reação ao ataque de hackers à página do Facebook “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”, que aconteceu no fim de semana. Candidato mais rejeitado pelas eleitoras, com 49% de desaprovação, Bolsonaro merece poucos comentários nos posts, em que é execrado por estrelas como Bruna Linzmeyer, Camila Pitanga, Deborah Secco, Fernanda Paes Leme, Alice Wegmann, Fabiula Nascimento, Débora Falabella, Patrícia Pillar, entre outras, sem esquecer de cantoras como Pitty, Daniela Mercury, etc. Um vídeo com suas declarações mais controversas do candidato, que mobilizaram essa união feminina, também circula nas redes e pode ser visto abaixo. A mobilização também ultrapassou as redes sociais. Há atos contra o candidato marcados em 20 estados, incluindo as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre. A manifestação marcada para 29 de setembro no Largo da Batata, na capital paulista, conta com 62 mil confirmações e 204 mil interessados. Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por bruna linzmeyer (@brunalinzmeyer) em 16 de Set, 2018 às 1:11 PDT Visualizar esta foto no Instagram. #elenao Uma publicação compartilhada por Fernanda Paes Leme (@fepaesleme) em 16 de Set, 2018 às 7:20 PDT Visualizar esta foto no Instagram. #elenão Uma publicação compartilhada por Daniela Mercury (@danielamercury) em 16 de Set, 2018 às 8:53 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Ele nunca ! Uma publicação compartilhada por Camila Pitanga (@caiapitanga) em 16 de Set, 2018 às 11:24 PDT Visualizar esta foto no Instagram. oi. caso você seja eleitor do candidato da foto, antes de vir aqui me insultar, por favor, leia o que tenho a dizer. a democracia existe e a liberdade de expressão também. se você, hoje, é a favor de poder emitir opiniões sobre suas preferências políticas e sociais, lembre-se: na ditadura (que seu candidato apoia veemente), isso não seria possível. portanto, falemos abertamente sobre nossas preferências enquanto é tempo. minha discordância com os eleitores desse candidato não diz respeito apenas às situações políticas e partidárias, mas principalmente morais. eu sou a favor de um mundo mais livre, justo, igualitário. sou a favor de um país onde toda a população tenha acesso a alfabetização, a escola, saúde pública e outros direitos básicos. não sou a favor do porte de armas. acho que ainda temos que aprender muitas outras coisas antes de aprendermos a manusear uma destas. a cultura da violência não deve ser vangloriada, como vem fazendo esse candidato – através, inclusive, de gestos de armas com as mãos até quando está internado no hospital. qualquer briga de bar ou trânsito daria em morte. a taxa de feminicídio aumentaria. mais crianças morreriam. pra violência morar dentro da sua própria casa, ela teria praticamente passagem livre. eu não sou a favor de um candidato que diz que “deu uma fraquejada” quando teve a quarta filha nascida mulher. senhor, eu sou mulher e sou forte pra caramba. e eu não devo ganhar um salário mais baixo que o dos homens só porque sou capaz de parir uma criança. eu não acho que “ter filho gay é falta de porrada”. tampouco diria, na vida, como esse candidato disse, que “prefiro que um filho meu morra num acidente do que apareça com um bigodudo por aí”. eu vou AMAR meu filho com todo amor que houver no meu coração, e farei de tudo para que ele seja feliz, independente de gênero ou sexualidade. eu sou uma otimista. e sonhadora, também. penso num mundo com menos preconceito, menos intolerância, mais diversidade, mais liberdade para cada um poder ser o que quiser. penso num mundo com menos ódio ao outro. eu respeito e admiro as diferenças. e não voto num candidato que luta para limitá-las. #ELENÃO Uma publicação compartilhada por Alice Wegmann (@alice.weg) em 16 de Set, 2018 às 7:48 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Débora Falabella (@deborafalabellaoficial) em 15 de Set, 2018 às 7:21 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Patricia Pillar (@patriciapillar) em 14 de Set, 2018 às 10:06 PDT #EleNao não tem a ver com política (só). Tem a ver com moral. Com a liberdade e a dignidade de “ser” e de pensar, que eu espero que a minha filha tenha. E os filhos de todos vocês tenham também. É por isso que #EleNão — deborah secco (@dedesecco) 15 de setembro de 2018 Acreditem, somos muito fortes! #EleNāo pic.twitter.com/djlCmGDjkb — fabiula nascimento (@fabiunascimento) 16 de setembro de 2018 um dos autores do PL 6055/2013; projeto de lei que revoga o atendimento obrigatório e integral no SUS para pessoas em situação de violência sexual. #EleNão #EleNunca. — PITTY (@Pitty) September 16, 2018 queria poder andar com esse vídeo na testa #elenão #elenunca pic.twitter.com/qRBEerbzvg — thalyra (@dhelama) September 17, 2018

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  • Etc

    Atriz de Sex and the City anuncia candidatura ao cargo de governador de Nova York

    19 de março de 2018 /

    A atriz Cynthia Nixon, que ficou conhecida como intérprete de Miranda na série “Sex and the City” confirmou os planos de concorrer ao cargo de governador de Nova York. Ela encerrou meses de especulações com o anúncio de sua candidatura, feito por meio do Twitter, para enfrentar o atual governador, Andrew Cuomo, nas primárias que irão definir o candidato do Partido Democrata nas próximas eleições. Apesar da popularidade da atriz, o atual governador leva vantagem pelo fato de estar atualmente no cargo. Cuomo, de 60 anos e filho do falecido governador de Nova York Mario Cuomo, busca seu terceiro mandato neste ano. Cynthia Nixon, que tem 51 anos, estrelou “Sex and the City” de 1998 a 2004. A série tinha a cidade de Nova York praticamente como um personagem, e fez tanto sucesso que mais tarde gerou dois filmes. Ainda bastante ativa como atriz, ela recentemente viveu a poeta Emily Dickson na cinebiografia “Além das Palavras” e venceu o Tony Awards como Melhor Atriz de teatro do ano passado, pela nova montagem de “The Little Foxes”. Paralelamente, tem se envolvido cada vez mais na política, particularmente em defesa dos direitos LGBTQ e contra o governo de Donald Trump. I love New York, and today I'm announcing my candidacy for governor. Join us: https://t.co/9DwsxWW8xX pic.twitter.com/kYTvx6GZiD — Cynthia Nixon (@CynthiaNixon) March 19, 2018

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  • Série

    Will & Grace é renovada para a 3ª temporada de revival

    18 de março de 2018 /

    A rede NBC está realmente entusiasmada com a volta de “Will & Grace”. A série, que tinha sido renovada antes da reestreia, foi renovada pela segunda vez, garantindo a produção da 3ª (ou 11ª) temporada antes mesmo do final dos episódios iniciais do revival. Tem mais. A 2ª (ou 10ª) temporada, que tinha sido anunciada com 13 episódios, teve encomenda de mais cinco capítulos, chegando a um total de 18, mesmo número da 3ª (ou 11ª) recém-encomendada. Tudo isso, enquanto ainda faltam dois episódios inéditos do primeiro ano do revival. A renovação se dá tanto pelo prestígio – a série voltou a ser indicada a prêmios – quanto pela audiência, que tem mantido a média de 5,7 milhões de telespectadores ao vivo por episódio. Trata-se de uma confirmação do sucesso da estratégia atual dos canais norte-americanos, de resgatar séries clássicas para explorar o reconhecimento das marcas. A “Will & Grace” original foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. O revival foi escrito pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. O equivalente à 9ª temporada da série começou a ser exibido em 28 de setembro de 2017 nos Estados Unidos e se encerrará no dia 29 de março. Já a 10ª temporada irá ao ar em setembro de 2018, enquanto a 11ª tem previsão de lançamento para o mesmo período em 2019.

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  • Etc

    Atriz de Sex and the City pode disputar eleições para o governo de Nova York

    7 de março de 2018 /

    A atriz Cynthia Nixon, intérprete de Miranda Hobbes na série “Sex and the City”, quer ser a próxima governadora de Nova York, segundo o NY1. O canal de TV diz ter ouvido de fontes confiáveis que ela já começou a montar sua equipe para disputar as convenções primárias do Partido Democrata. A agente da atriz não confirma nem nega os planos, afirmando que Nixon está “explorando” a ideia. “Muitos nova-iorquinos preocupados têm encorajado Cynthia a concorrer ao cargo, e, como ela disse anteriormente, ela irá continuar explorando isto”, disse Rebecca Capellan, em comunicado. “Caso e quando tal decisão for tomada, Cynthia certamente tornará público seus planos”, completou a agente. As primárias acontecem em 13 de setembro e a eleição geral em 6 de novembro. Cuomo, de 60 anos e filho do falecido governador de Nova York Mario Cuomo, busca seu terceiro mandato neste ano. Cynthia Nixon, que tem 51 anos, estrelou “Sex and the City” de 1998 a 2004. A série tinha a cidade de Nova York praticamente como um personagem, e fez tanto sucesso que mais tarde gerou dois filmes. Ainda bastante ativa como atriz, ela recentemente viveu a poeta Emily Dickson na cinebiografia “Além das Palavras” e venceu o Tony Awards como Melhor Atriz de teatro do ano passado, pela nova montagem de “The Little Foxes”. Paralelamente, ela tem se envolvido cada vez mais na política, particularmente em defesa dos direitos LGBTQ e contra o governo de Donald Trump. Perguntado nesta terça-feira sobre um possível desafio da artista, Cuomo disse a repórteres em teleconferência: “Sobre pessoas que podem ou não concorrer ao governo em ambos lados do corredor, isto cabe a elas e nós iremos lidar com isto conforme a campanha progredir”.

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  • Série

    HBO cancela produção de minissérie sobre a eleição de Trump após novo escândalo sexual

    28 de outubro de 2017 /

    A onda de denúncias de assédio que sacode Hollywood atingiu o jornalista Mark Halperin (foto acima, ao lado do presidente americano), autor de um livro ainda inédito sobre a eleição de Donald Trump, que ia virar minissérie da HBO. Além de o jornalista ter sido demitido da NBC News, onde atuava como analista político, o lançamento do livro e a produção da série foram cancelados. “A HBO não está mais vinculada ao projeto do livro sem título, co-escrito por Mark Halperin e John Heilemann, sobre a eleição presidencial de 2016”, disse a rede em um comunicado. “A HBO não tolera assédio sexual dentro da empresa ou em suas produções”. As denúncias foram relatadas pela primeira vez na quarta-feira (26/10) pela CNN e abordam o período em que Halperin era editor de política na ABC News. As alegações incluem propostas sexuais a funcionárias e abuso de várias mulheres, que ele pressionava sem consentimento para ter uma ereção. Anunciada em março, a minissérie seria produzida pelo astro Tom Hanks e dirigida por Jay Roach. Os dois já tinham feito na HBO o bem-sucedido telefilme “Virada no Jogo”, sobre a corrida presidencial de 2012.

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