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  • Filme

    “Pantera Negra” lidera bilheterias dos EUA pela terceira semana

    27 de novembro de 2022 /

    “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” permaneceu pelo terceiro fim de semana consecutivo como o filme mais visto da América do Norte. Durante o feriadão do Dia de Ação de graças – de quarta a domingo – atingiu uma receita doméstica de US$ 64 milhões e chegou a US$ 675 milhões mundiais. Mas se a Disney comemora o sucesso de mais uma produção da Marvel, também enfrenta uma crise de planejamento, devido ao lançamento de “Mundo Estranho” tão próximo do blockbuster do super-herói. Com a disputa de público na mesma faixa etária, a animação se deu mal, faturando apenas US$ 18,6 milhões no feriadão. Trata-se da pior abertura de um desenho da Disney no período de Ação de Graças neste século. No ano passado, “Encanto” registrou uma receita de US$ 40,6 milhões, apesar da pandemia. E em 2019 “Frozen 2” estabeleceu a bilheteria recorde de US$ 125 milhões no período. Extremistas radicais podem comemorar o fracasso como uma derrota da “lacração” da Disney – “Mundo Estranho” é a primeira animação do estúdio protagonizada por um personagem abertamente gay. Mas a análise interna é que o ex-CEO Bob Chapek treinou o público a esperar os lançamentos animados da Disney direto em streaming. Não por acaso, foi demitido na semana passada para retorno de Bob Iger ao comando do conglomerado. O 3º lugar do ranking também apresentou um desempenho que chama atenção, mas desta vez de forma positiva. Com lançamento limitado (em 696 telas), “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” teria faturado US$ 13,2 milhões nos últimos cinco dias. Embora o valor tenha sido registrado pelo Box Office Mojo, ele é uma estimativa fornecida pelos exibidores, porque a Netflix bloqueou a divulgação dos dados oficiais. Contrária à exibição de seus filmes nos cinemas, a Netflix fez uma concessão ao diretor Rian Johnson para contar com as continuações da franquia “Knives Out” (que foi traduzido como “Entre Facas e Segredos” no Brasil) em sua plataforma. “Glass Onion” teve o maior lançamento já feito pela empresa em cinemas dos EUA e Canadá. Mas o sucesso da iniciativa pressiona a companhia a reconsiderar seu discurso da prioridade ao streaming. Muitos apontam que um lançamento tradicional (em mais de 3 mil salas) poderia dar o topo da bilheteria ao filme da Netflix. Outra novidade ocupou o 4º lugar: “Irmãos de Honra”, um filme de aviação passado durante a Guerra da Coreia. Fez US$ 9 milhões em 3,4 mil cinemas, principalmente por sua evocação do blockbuster “Top Gun: Maverick”. Não apenas pelas cenas de aviões de caça, mas pela presença do ator Glen Powell, que é um dos “irmãos de honra” do título, ao lado de Jonathan Majors (“Loki”). Apreciado pela crítica, com 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, o drama de guerra vai estrear no Brasil em 8 de dezembro. O Top 5 se completa com o terrir “O Menu”, que arrecadou cerca de US$ 7,4 milhões em 3,2 mil salas durante os últimos cinco dias, totalizando US$ 18,7 milhões no mercado doméstico em dez dias. A comédia de terror culinário segue convidados ricos (entre eles Anya Taylor-Joy, de “Os Novos Mutantes”, e Nicholas Hoult, de “X-Men: Fênix Negra”) que embarcam para uma ilha privada para participar de um banquete luxuoso preparado pelo prestigioso Chef Slowik (Ralph Fiennes, o Voldemort de “Harry Potter”), mas ao chegarem lá descobrem que eles é que são o menu do título. O lançamento no Brasil está marcado para quinta-feira (1/12). Veja abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá.   1 | PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE |   2 | MUNDO ESTRANHO |   3 | GLASS ONION: UM MISTÉRIO KNIVES OUT |   4 | IRMÃOS DE HONRA |   5 | O MENU |

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  • Filme

    “Pantera Negra 2” ultrapassa US$ 500 milhões mundiais

    20 de novembro de 2022 /

    “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, liderou as bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana consecutivo, faturando robustos US$ 67,3 milhões para atingir um total doméstico de US$ 288 milhões em 10 dias. Com isto, já é a 7ª maior bilheteria do ano nos EUA e Canadá. Em todo o mundo, o filme chegou a US$ 546 milhões. Isto representa a 8ª maior bilheteria mundial de 2022 – a diferença se deve à inclusão do fenômeno chinês “Water Gate Bridge” na soma internacional. O 2º lugar no ranking norte-americano ficou com a estreia de “O Menu”, uma comédia de terror culinário, que arrecadou US$ 9 milhões em 3.211 cinemas. Por sinal, esta distribuição representa o maior lançamento da História do estúdio Searchlight, o braço pseudo-indie da Disney. A trama de humor sombrio segue convidados ricos (entre eles Anya Taylor-Joy, de “Os Novos Mutantes”, e Nicholas Hoult, de “X-Men: Fênix Negra”) que embarcam para uma ilha privada para participar de um banquete luxuoso preparado pelo prestigioso Chef Slowik (Ralph Fiennes, o Voldemort de “Harry Potter”), com algumas surpresas chocantes. Ao chegarem no local, eles se deparam com um clima sinistro e descobrem que os pratos principais do menu são eles mesmos. A etiqueta da refeição é clara: correr e evitar ser pego ou se tornar o primeiro prato. O longa foi saboreado pela crítica, que lhe deu 90% de aprovação no Rotten Tomates. O lançamento no Brasil está marcado para 1 de dezembro. Em 3º lugar ficou uma série de TV. Os dois primeiros episódios da 3ª temporada de “The Chosen” foram projetados em 2 mil cinemas e faturaram US$ 8,2 milhões nos EUA. A série, que é disponibilizada pela Globoplay no Brasil, tem temática religiosa e segue a vida de Jesus. “Adão Negro” (US$ 4,4 milhões) e “Ingresso para o Paraíso” (US$ 3,2 milhões) completaram o Top 5 norte-americano. Com isso, o lançamento de “Ela Disse” estagnou em 6º lugar, com US$ 2,3 milhões. O desempenho representa uma das piores aberturas – fora da pandemia – para um filme distribuído em mais de duas mil telas. Sem previsão de estreia no Brasil, a produção da Universal narra o trabalho das repórteres investigativas do New York Times que expuseram as décadas de abuso do poderoso produtor Harvey Weinstein, dando origem ao movimento #MeToo. Os papéis principais são vividas por Carey Mulligan (“Bela Vingança”) e Zoe Kazan (“Doentes de Amor”) Apesar da bilheteria fraca, o filme foi bastante elogiado tanto pela crítica (88% de aprovação no Rotten Tomatoes) quanto pelo público (nota A no CinemaScore, avaliação dos espectadores). Mas o perfil de sua audiência foi bastante específico, com média etária superar aos 45 anos, o que rendeu a baixa frequência. Veja abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá.   1 | PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE |   2 | O MENU |   3 | THE CHOSEN 3 |   4 | ADÃO NEGRO |   5 | INGRESSO PARA O PARAÍSO |

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  • Filme

    Ashley Judd se diz grata por viver a si mesma em filme sobre Harvey Weinstein: “Justiça”

    17 de outubro de 2022 /

    A atriz Ashley Judd (“Possuídos”) interpretou a si mesma no drama “Ela Disse” (She Said, 2022), que detalha o trabalho de jornalistas para expor Harvey Weinstein, o poderoso produtor de Hollywood que se tornou criminoso sexual condenado. Judd foi uma das mulheres que se apresentaram ao jornal The New York Times em 2017 para acusar Weinstein de má conduta sexual. No filme, ela aparece contando a sua história para a repórter Jodi Kantor (interpretada por Zoe Kazan, de “Doentes de Amor”), afirmando que foi assediada sexualmente por Weinstein durante a produção do filme “Beijos que Matam” (1997). Enquanto outras vítimas pediram para não serem identificadas no artigo, Judd concordou em ter seu nome publicado. Ela foi a primeira atriz famosa a se assumir vítima de abuso sexual de Weinstein, o que encorajou outras se pronunciarem, desencadeando uma onda de denúncias e compartilhamento público de histórias que ficou conhecido como o movimento #MeToo. “Ela Disse” teve a sua première no Festival de Cinema de Nova York na última quinta (13/10) e na ocasião Judd foi aplaudida de pé pelo público. Ela compareceu ao evento acompanhada por outras vítimas de Weinstein. “Antes de tudo, eu só quero reconhecer minhas irmãs e agradecê-las por sua coragem”, disse Judd durante uma sessão de perguntas e respostas. Ela estava emocionada e prestou uma homenagem à sua mãe, a cantora country Naomi Judd, que morreu em abril. “Eu me lembro quando eu estava falando com minha mãe sobre isso, ela disse: ‘Oh, vá pegá-los, querida.’ Ela ficou encantada com minha audácia (de falar).” Ela lembrou da sua experiência ao ser procurada pelo jornal para expor o que lhe aconteceu. “Foi muito fácil para mim contar essa história. Foi muito válido quando alguém finalmente quis ouvir e fazer algo sobre isso. E o filme é o próximo passo disso. É muito importante estar em nossa verdade e ter justiça em nossa história”, disse ela. “Então foi uma coisa muito simples para mim fazer esse filme e fiquei muito grata pela oportunidade”, acrescentou. “Ela Disse” conta a história de Kantor e Megan Twohey (Carey Mulligan, de “Bela Vingança”), duas jornalistas que divulgaram a história de décadas de alegações de abuso sexual de Weinstein e ganharam um Prêmio Pulitzer pela sua investigação. Dirigido por Maria Schrader (“O Homem Ideal”), o filme adapta o livro homônimo escrito pelas jornalistas e mostra o processo de localizar e entrevistar as vítimas. Falando sobre o que aconteceu com ela, Judd contou que “reformulei experiências que tive que entender que eram de fato assédio e agressão, porque eu as havia minimizado anteriormente”. Segundo ela, as reportagens de Kantor e Twohey, e o movimento #MeToo, “permitiram que a consciência das mulheres se transformasse e estabelecesse limites e reivindicasse autonomia.” Judd e Kazan (que também participou do evento) encerraram a sessão de perguntas e respostas elogiando as mudanças ocorridas em Hollywood desde o início do movimento #MeToo. Isso inclui coordenadores de intimidade em sets de séries de TV e filmes, assim como linhas diretas para denúncias de assédio sexual. Weinstein está atualmente cumprindo uma sentença de 23 anos de prisão após ter sido condenado por estupro e abuso sexual em um julgamento em Nova York em 2020, e agora enfrenta mais 11 acusações de abusos sexuais de cinco mulheres, que ele teria atacado entre 2004 e 2013. Seu novo julgamento está acontecendo em Los Angeles. “Ela Disse” chega aos cinemas americanos em 18 de novembro, quase um mês antes da sua estreia no Brasil, marcada para 8 de dezembro. Assista abaixo ao trailer do filme.

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  • Filme

    Ela Disse: Trailer recria bastidores da reportagem que derrubou Harvey Weinstein

    15 de julho de 2022 /

    A Universal divulgou o trailer legendado de “Ela Disse”, drama baseado nas denúncias de assédio, abuso e estupro contra um dos mais poderosos produtores de Hollywood, Harvey Weinstein. A prévia mostra Carey Mulligan (“Bela Vingança”) e Zoe Kazan (“Doentes de Amor”) no papel das jornalistas do New York Times que investigaram e publicaram pela primeira vez as denúncias contra Weinstein, que abalaram Hollywood e deram início ao movimento #MeToo. Apesar da dificuldade inicial para conseguir quem assumisse as denúncias – conforme o trailer mostra – , uma vez publicada a reportagem inspirou uma centena de mulheres, inclusive estrelas de primeira grandeza de Hollywood, a revelar as tentativas de abusos e até mesmo estupros praticados impunemente pelo produtor – e dono de estúdio de cinema – por mais de três décadas. A sucessão de acusações fez ruir um esquema de proteção que incluía pagamentos por baixo dos panos, acordos de confidencialidade, ameaças de retaliação profissional e até serviços de vigilância e intimidação profissional, levando o magnata à julgamento e para a cadeia. Ao vir à tona, os crimes de Weinstein também tiveram um efeito dominó, inspirando novas denúncias contra poderosos chefões que abalaram os alicerces da indústria do entretenimento e as relações trabalhistas em todo o mundo – com ecos até na queda do presidente da CBF e da Caixa Econômica Federal no Brasil. O é baseado no livro de mesmo nome, lançado em 2019, que conta os detalhes da investigação sobre os boatos que circulavam há anos a respeito da conduta sexual de Weinstein. A história foca nos bastidores de meses de investigações e obstáculos legais que as jornalistas enfrentaram para publicar suas reportagens, lutando contra a fortuna e o poder de um homem que ganhou mais agradecimentos que Deus na História do Oscar. As personagens principais são as jornalistas Megan Twohey e Jodi Kantor, que fizeram a apuração, publicaram a reportagem, escreveram o livro e ganharam o prêmio Pulitzer (o Oscar do jornalismo) com a história. Mulligan vive Twohey e Kazan é Kantor na adaptação cinematográfica, que tem roteiro da inglesa Rebecca Lenkiewicz (“Desobediência”) e direção de Maria Schrader (da minissérie “Nada Ortodoxa”). Weinstein, que argumentou em sua defesa ter feito apenas sexo consensual, foi condenado em março de 2020 em Nova York a 23 anos de prisão por estupro e abuso sexual. Ele ainda enfrenta outras acusações de estupro em Los Angeles. “Ela Disse” estreia em 18 de novembro nos EUA e ainda teve a data de lançamento confirmada no Brasil.

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