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    Donald Sutherland viverá o bilionário John Paul Getty em série do diretor de Trainspotting

    15 de abril de 2017 /

    O ator Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”) vai viver o bilionário John Paul Getty na série “Trust”, desenvolvida pelo diretor Danny Boyle (“Transpotting”) para o canal pago FX. A contratação confirma que a produção está a todo vapor e não se intimidou com as notícias de negociações de elenco do filme que pretende contar a mesma história. “Trust” é uma criação de Danny Boyle e do roteirista Simon Beaufoy, parceiros no filme “Quem Quer Ser um Milionário?” (vencedor do Oscar 2009) e “127 Horas” (indicado ao prêmio em 2011), e contará a história da famosa família Getty, bilionários do petróleo envolvidos em diversos escândalos, como overdoses, sequestros e vidas duplas. A 1ª temporada será centrada no herdeiro John Paul Getty III. Ambientada em 1973, a trama inicia quando o jovem Getty é sequestrado em Roma e um resgate de milhões de dólares é exigido. O problema é que a família não demonstra tanto interesse em conseguir o rapaz de volta: John Paul, avô do jovem, se recusa a liberar a quantia e argumenta que se pagasse um centavo para os sequestradores, em breve teria outros parentes sequestrados. Como o pai do sequestrado, envolvido em drogas, também não responde aos telefonemas dos sequestradores,e sobra para mãe do rapaz, quebrada financeiramente, negociar sua vida. Beaufoy escreveu todos os roteiros e Boyle dirigirá todos os 10 episódios da atração. Embora Sutherland seja apenas o primeiro nome do elenco confirmado, as gravações estão marcadas para junho em Londres e Roma, visando uma estreia em janeiro de 2018. A produção televisiva pode jogar água nos planos de Ridley Scott para realizar um filme centrado no sequestro de John Paul Getty III. Intitulado “All The Money In The World”, este projeto tem filmagens previstas para maio, com financiamento da Imperative Entertainment e distribuição mundial a cargo da Sony Pictures, mas não deverá chegar tão rápido quanto a série às telas. Atualmente, Scott negocia com Michelle Williams, Mark Wahlberg e Kevin Spacey para os papéis centrais. Por sinal, esta não é única série que ameaça projetos do diretor. Scott também pretendia dirigir um filme sobre o narcotraficante El Chapo, mas a Netflix e o canal History também preparam produções sobre a mesma história – sem contar que até Michael Bay pode fazer o seu próprio longa sobre o tema.

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  • Filme

    Jogos Vorazes: A Esperança – O Final encerra a franquia sem empolgar

    19 de novembro de 2015 /

    “Jogos Vorazes: A Esperança – O Final” tem muitos problemas, mas o principal deles é exclusivo do Brasil. O filme não foi lançado em 3D nos EUA, contudo é assim que chega aos cinemas brasileiros, que por isso cobram mais caro para exibir uma cópia com perda de cor, contraste e da beleza de sua fotografia em geral, projetada de forma horrendamente escura. Chegamos a um momento em que o 3D deixou de ser uma novidade para virar uma imposição da indústria. Quantas imagens belas perdidas pela ganância do mercado. Isso afeta diretamente o prazer de se assistir ao filme, que, de longe, é o pior da série. A pior estratégia foi mesmo dividir o final da franquia em duas partes, replicando o que foi feito com “Harry Potter” e “Crepúsculo”. Isto rendeu dois filmes fracos, com enredos extremamente frágeis, e não serviu sequer para desenvolver os personagens coadjuvantes, que permaneceram mal delineados. Muitos deles, promissores nos filmes anteriores, chegam a desaparecer ou, pior, implodir. É o caso de Peeta (Josh Hutcherson), que participou junto com Katniss (Jennifer Lawrence) de dois jogos vorazes, experimentando uma aproximação sentimental durante esse processo, mas desde o episódio anterior se mostra mais um estorvo para a trama, não fazendo jus à personalidade forte de Katniss. O possível romance dos dois – há um triângulo amoroso envolvendo Gale (Liam Hemsworth) – não merece torcida nem parece ser comemorado pelo público. As mortes de personagens ao longo do filme também não são sentidas. Esta indiferença é mais mortal que a reação da Capital, pois prejudica o envolvimento do público. Sim, Jennifer Lawrence é maravilhosa e há um elenco de apoio admirável, com nomes como Woody Harrelson, Julianne Moore, Donald Sutherland, Elizabeth Banks, Jeffrey Right, Stanley Tucci e até Philip Seymour Hoffman, em seu último papel, mas destes, apenas Sutherland, como o vilanesco Presidente Snow, inimigo número um de Katniss e de toda a rebelião, vale cada segundo em que surge na tela. Muito pela excelência do ator, mas também pela relação desenvolvida, durante a franquia, com sua jovem adversária. A cena do encontro final dos dois, inclusive, denuncia a simpatia que o grande vilão é capaz de gerar, mas é também uma alternativa um tanto covarde do roteiro, diante do ímpeto vingativo da heroína. Como o consenso é de que o terceiro livro é o pior da trilogia, há que se dar um desconto para os roteiristas Peter Craig (“Atração Perigosa”) e Danny Strong (criador da série “Empire”), além do diretor Francis Lawrence (“Água para Elefantes”). Afinal, o tratamento da tentativa de tomada de poder, pelo grupo de rebeldes, mais parece um videogame de quinta categoria, com direito até a monstros como obstáculos a serem vencidos. É lamentável, porém, que uma franquia que começou com dois filmes tão bem amarrados tenha acabado dessa maneira. Considerando os quatro longas, é possível dizer que até houve um empate. Mas, na verdade, existiu uma clara vencedora: Jennifer Lawrence, que saiu do anonimato indie com o primeiro filme para se tornar a atriz mais bem paga de Hollywood.

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