PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc,  Filme

    James Redford (1962 – 2020)

    19 de outubro de 2020 /

    O cineasta James Redford, documentarista, ativista e filho do atro Robert Redford, morreu de câncer no ducto biliar na sexta-feira (16/10) em sua casa em Marin County, na Califórnia, aos 58 anos. Em um post no Twitter, sua esposa Kyle Redford escreveu “Jamie morreu hoje. Estamos com o coração partido. Ele viveu uma vida linda e impactante e foi amado por muitos. Ele fará muita falta. Como esposa dele há 32 [anos], sou muito grato pelos dois filhos espetaculares que criamos juntos. Não sei o que teríamos feito [sem] eles nos últimos 2 [anos]. ” James Redford havia sido diagnosticado com colangite esclerosante primária, uma doença autoimune rara que afeta o fígado e chegou a realizar dois transplantes de fígado em 1993. Seus problemas de saúde o inspiraram a fundar o Instituto James Redford para Conscientização sobre Transplantes e a produzir seu primeiro filme, “The Kindness Of Strangers” (1999), um documentário que examinou os sacrifícios feitos por famílias de doadores de órgãos. Como cineasta, o trabalho de James Redford se concentrou principalmente em documentários sobre meio ambiente e saúde. Seu documentário de 2012, “The Big Picture: Rethinking Dyslexia”, foi inspirado por seu filho, Dylan, e suas lutas com a dislexia no colégio. Naquele mesmo ano, o Redford Center produziu “Watershed: Exploring a New Water Ethic for the New West”, um filme que reuniu várias organizações sem fins lucrativos em uma tentativa bem-sucedida de arrecadar US$ 10 milhões para a restauração do Delta do Rio Colorado. Em seu filme “Toxic Hot Seat”, de 2013, Redford relatou os problemas de saúde causados ​​pela exposição a produtos químicos usados ​​em móveis para torná-los impermeáveis. Kyle Redford disse ao Salt Lake Tribune que o filme provocou uma mudança na lei da Califórnia que proibia o uso de produtos químicos em móveis, proibição que acabou se espalhando por todo o país. Ela disse que o filme também está por trás de uma mudança nos benefícios de saúde para os bombeiros da Califórnia, que foram diagnosticados com câncer causado pela exposição a produtos químicos usados nesses móveis durante o combate a incêndios domésticos. Redford ainda se juntou a Karen Pritzker em dois documentários sobre os danos biológicos causados ​​a crianças por abuso físico e emocional, codirigindo “Paper Tigers” em 2104 e “Resilience” em 2016. E, no ano seguinte, estrelou e dirigiu “The Redford Center’s Happening: a Clean Energy Revolution”, uma coprodução com a HBO que examinava a ascensão da economia e da cultura de energia limpa. Além de produzir e dirigir documentários, James Redford escreveu os roteiros do drama “Cowboy Up” (2001), estrelado por Kiefer Sutherland e Darryl Hannah, e do telefilme premiado “Skinwalkers” (2002), e dirigiu o teledrama “Rota de Um Destino” (2003), estrelado por Stanley Tucci e Dana Delaney.

    Leia mais
  • Filme

    Druk – Mais uma Rodada: Drama de Thomas Vinterberg vence o Festival de Londres

    18 de outubro de 2020 /

    A organização do Festival de Londres anunciou os vencedores de seus prêmios neste domingo (18/10), eleitos por meio do voto popular. O drama dinamarquês “Druk – Mais uma Rodada” (Another Round), de Thomas Vinterberg, levou para casa o prêmio principal da competição. O filme marca um reencontro entre o cineasta e o ator Mads Mikkelsen, após o também premiado “A Caça” (2012). A trama gira em torno de Martin, interpretado por Mikkelsen, um tutor, marido e pai que já foi brilhante, mas se tornou apenas uma sombra de si mesmo após embarcar numa jornada alcoólica para testar uma teoria. “Obrigado ao público do Festival de Cinema de Londres por trazer este prêmio para nós. Estamos muito orgulhosos de receber isso do público britânico, é uma grande honra. Mas ficamos tristes por não podermos estar aí pessoalmente”, disse o diretor, por meio de videoconferência, sobre seu prêmio. Exibido no Festival de Toronto, o drama de Vinterberg também foi premiado no Festival de San Sebastian. O público também elegeu “The Painter and the Thief” como Melhor Documentário. O longa de Benjamin Ree detalha o vínculo incomum entre um pintor tcheco e o norueguês que roubou duas de suas obras. Já o júri do evento deu o prêmio Star of Tomorrow para a diretora estreante Cathy Brady por seu trabalho em “Wildfire”. “’Wildfire’ é uma história convincente, contada com habilidade e diferente de tudo que tínhamos visto no cinema britânico antes. Cathy tece uma história íntima e emocionalmente rica de duas irmãs elegantemente enquadradas em um cenário mais amplo e politicamente carregado, ela diz muito sem dizer muito”, disse a atriz Michaela Coel ao anunciar o prêmio para o filme. “Ótimos filmes fazem você pensar e tirá-lo da sua zona de conforto, da melhor maneira que ‘Widlfire’ é deliciosamente desconfortável!”. Veja abaixo os trailers de “Another Round”, “The Painter and the Thief” e uma cena de “Wildfire”.

    Leia mais
  • Filme

    Os 7 de Chicago é a principal estreia do Top 10 online da semana

    16 de outubro de 2020 /

    A programação de estreias digitais da semana tem como grande destaque o primeiro dos quatro dramas que a Netflix vai tentar emplacar no Oscar 2021. E “Os 7 de Chicago” começou bem sua trajetória, com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e menções especialmente elogiosas ao roteiro de Aaron Sorkin, que já tem um Oscar por “A Rede Social” (2010). Ele também dirige o filme, após Steven Spielberg abrir mão da vaga devido a excesso de projetos. Em desenvolvimento há mais de uma década, o longa foi escrito por Sorkin em 2008 para Spielberg dirigir, mas, como o cineasta não encontrou tempo em sua agenda, o próprio Sorkin, que se lançou como diretor com “A Grande Jogada” (2017), acabou assumindo seu comando. O Top 10 ainda inclui mais dois novos volumes do projeto de terror da Amazon “Welcome to the Blumhouse”, dedicado a novos cineastas e produzido pelo estúdio que lançou “Atividade Paranormal”, “Corra” e “O Homem Invisível”. Além disso, um terrir infantil também ajuda os fãs do gênero a entrar no clima do vindouro Halloween. A lista abaixo ainda traz sugestões de dramas premiados no circuito dos festivais, mas já não é tão forte, refletindo uma semana com menos lançamentos online que as anteriores, após a reabertura dos cinemas em São Paulo e Rio. Para completar, filmes como “Alice Junior” e “Dunkirk”, que chegaram na Netflix, não estão na lista pelo fato de não serem realmente lançamentos. São novidades apenas para os assinantes da plataforma, pois já podem ser vistos em VOD há algum tempo. De todo modo, fica a dica dos dois títulos para quem só usa esse serviço. Os 7 de Chicago | EUA | 2020 O novo filme de Aaron Sorkin, que tem produção de Steven Spielberg e é uma aposta da Netflix para o Oscar 2021, recria a história verídica do confronto entre manifestantes pacíficos e a polícia durante a Convenção Nacional Democrata de 1968 na cidade americana de Chicago, cujas imagens, que ganharam manchetes na época, continuam tão atuais hoje quanto foram há meio século. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Tom Hayden e Bobby Seale – foram acusados ​​de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os oito líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale observar que essa história já foi filmada antes em “The Chicago 8” (2011), uma produção indie de pouca repercussão. A diferença no número de ativistas daquele filme é que ele contou Bobby Seale, fundador dos Panteras Negras e “oitavo acusado”, que acabou não indo a julgamento junto com os demais por ter sido condenado rapidamente por desacato e enviado à prisão pelo juiz do caso. Ele era o único negro do grupo. O elenco é bastante estrelado, a começar pelos oito de Chicago: Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”), Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Jeremy Strong (“Succession”), Alex Sharp (“As Trapaceiras”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Danny Flaherty (“The Americans”), Noah Robbins (“Evil”) e Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale. Além deles, o elenco destaca Joseph Gordon-Levitt (“Power”), Frank Langella (“Kidding”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”). Disponível na Netflix. Manual de Caça a Monstros | EUA | 2020 A comédia de terror infantil conta a história de uma babá que tenta resgatar crianças raptadas por monstros. Para isso, ela recebe ajuda de outras babás de uma sociedade secreta, encarregadas de enfrentar ameaças sobrenaturais e manter as crianças seguras até a volta de seus pais. Baseado nos livros de Joe Ballarini (“My Little Pony: O Filme”), o filme dirigido Rachel Talalay (“Tank Girl”) tem como ponto alto a participação de Tom Felton (o Draco Malfoy de “Harry Potter”), irreconhecível como o deformado Grand Guignol, líder dos monstros. Ele é o motivo para ver esse programa de Halloween para crianças, pois não rouba só as crianças da trama, mas todas as cenas do elenco, formado ainda por Tamara Smart (“A Pior das Bruxas”), Oona Laurence (“Perfeita é a Mãe!”), Ian Ho (“Elinor Wonders Why”) e Indya Moore (“Pose”). Disponível na Netflix. Verdade e Justiça | Estônia | 2019 O candidato estoniano ao Oscar 2020 reflete a luta de um agricultor do século 19, que pretende criar sua família num território difícil, mas é confrontado pela natureza e por um vizinho mesquinho, que se vangloria de já ter feito dois antigos proprietários desistirem daquelas terras. Aos poucos, sonho e obsessão se confundem e encaminham a história para um confronto. Elogiadíssimo longa de estreia do premiado curta-metragista Tanel Toom, “Verdade e Justiça” é baseado numa volumosa saga de Anton Hansen Tammsaare (1878-1940), considerada uma das obras essenciais da literatura estoniana. Disponível na Apple TV/iTunes, Now e Vivo Play. O Conto das Três Irmãs | Turquia | 2019 Consagrado nos festivais de Sofia, Saravejo e Istambul, o terceiro longa de Emin Alper combina conto de fadas com drama fatalista, ao acompanhar três garotas de um vilarejo pobre no centro da Península de Anatólia, que são enviadas pelo pai a uma família rica da cidade grande para trabalharem como babás e empregadas domésticas. Entretanto, são devolvidas por desagradarem aos patrões. Enquanto o pai tenta resolver a situação, as irmãs sonham com um futuro longe dali. Disponível no Vivo Play. Até que Você Me Ame | EUA | 2018 Muito falado, este suspense psicológico de baixíssimo orçamento antecipou a acusação de misoginia feita contra “365 Dias” (2020), ao transformar a premissa do sucesso “romântico” da Netflix numa verdadeira “Louca Obsessão” (1990). A trama acompanha uma mulher mantida cativa para se apaixonar por seu sequestrador. A obsessão é tão doentia que ela tem as pernas feridas – e tratadas, de forma fetichista – para não ter sequer a capacidade de escapar. Mas a mulher não se dá por vencida e encontra formas de se exercitar e recuperar a mobilidade. Uma curiosidade da produção é que a norueguesa Ingvild Deila foi dublê de corpo de Carrie Fisher, aparecendo como a versão jovem da Princesa Leia em “Rogue One” (2016). Disponível na Apple TV/iTunes, Looke, Sky Play e Vivo Play. Noturno | EUA | 2020 Terceiro volume da coleção “Welcome to the Blumhouse”, produzida pela produtora de terror Blumhouse (“Atividade Paranormal”, “Corra”, “O Homem Invisível”) e dedicada a novos talentos, a produção marca a estreia da curtametragista Zu Quirke (“Ghosting”) em longas. “Nocturne” (título original) se passa numa academia de artes, onde uma estudante de música tímida começa a ofuscar sua irmã gêmea mais talentosa e extrovertida após descobrir um caderno misterioso, pertencente a um colega de classe recém-falecido. O elenco é encabeçado pelas jovens Sydney Sweeney (“Euphoria”) e Madison Iseman (“Jumanji: Próxima Fase”). Disponível na Amazon Prime Video. Mau-Olhado | EUA | 2020 O quarto título da antologia “Welcome to the Blumhouse”, produzida pela produtora Blumhouse para lançar novos talentos, destaca Elan Dassani e Rajeev Dassani, profissionais de efeitos visuais de séries como “Scandal” e “How to Get Away with Murder”, que assinam seu primeiro trabalho de direção: um romance de terror. A trama de “Evil Eye” (título original) acompanha um relacionamento aparentemente perfeito, que se transforma em pesadelo quando uma mãe (Sarita Choudhury, de “Homeland”) se convence de que o novo namorado de sua filha (Sunita Mani, de “GLOW”) tem uma ligação sombria com seu próprio passado. É o exemplar mais fraco da coleção, que ainda inclui “Caixa Preta” (o melhor) e “Mentira Incondicional”, disponibilizados no fim de semana passado. Disponível na Amazon Prime Video. BLACKPINK: Light Up the Sky | Coreia do Sul | 2020 Documentário sobre o fenômeno do K-Pop BLACKPINK. A produção conta a história do grupo, que foi reunido pela agência de talentos/produtora/gravadora YG Entertainment quando suas integrantes ainda eram pré-adolescentes, mostrando a amizade que se formou entre as meninas (nem todas sul-coreanas), que passaram a morar juntas, a pressão pelo sucesso e a conquista do público americano após a aparição no Festival de Coachella. O filme chega poucos dias após o lançamento do “The Album”, que por incrível que pareça é apenas o primeiro álbum oficial do grupo. Disponível na Netflix. A Parte do Mundo que me Pertence | Brasil | 2017 Premiado no Festival do Rio, o documentário examina sonhos e desejos das pessoas comuns. A vida cotidiana de personagens anônimos, que o cineasta mineiro Marcos Pimentel encontra pelas ruas de Belo Horizonte. Entre uma menina com síndrome de down que deseja se tornar bailarina e um trabalhador que quer reformar a própria casa, o diretor revela o quanto um sonho é importante para a vida das pessoas. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Batman: Morte em Família | EUA | 2020 A nova animação da DC Comics adapta a famosa história homônima dos quadrinhos, publicada em 1988, que narra a trágica morte do segundo Robin, Jason Todd, nas mãos do Coringa. Assim como o destino do personagem foi escolhido pelos fãs, em votação telefônica, a produção também chega com opções interativas, em que o espectador deverá escolher o rumo da trama. Vale observar que a morte de Robin acabou desfeita anos depois, após vir à tona que a votação que resultou na tragédia foi manipulada por hackers amadores. O personagem foi reincorporado como o vilão Capuz Vermelho. O lançamento cobre esse arco e também funciona como um prólogo de “Batman contra o Capuz Vermelho”, animação lançada em 2010. Disponível na Apple TV/iTunes e Google Play.

    Leia mais
  • Etc

    Netflix anuncia novo festival Tudum com apresentação de Maisa

    15 de outubro de 2020 /

    A Netflix anunciou a segunda edição do Tudum, sua “Comic Con” brasileira, após o sucesso do evento de janeiro passado. A diferença é que, em vez de trazer artistas, como Lana Condor e Noah Centineo, casal de “Para Todos os Garotos que já Amei” que desembarcou em São Paulo para o evento original, a nova versão do Tudum será virtual, após sofrer uma mutação completa devido ao coronavírus. Dividida em partes, a programação inclui revista de papel, convenção virtual e um esboço de programa de entrevistas da Maisa. Já explicamos. Para começar, Tudum 2 (a missão) será um “almanaque”. Como o público da Netflix pode não saber o que é um almanaque, já que isso é da época de seus (bis)avós, trata-se de uma revista especial de entretenimento com muitas páginas. No caso da versão da plataforma, serão 100 páginas reunidas numa publicação impressa e digital, trazendo histórias, jogos e atividades interativas sobre as séries e filmes da Netflix. Com 100 mil exemplares impressos, o almanaque trará entrevistas, curiosidades e quizzes (também conhecidos, na época dos almanaques, como testes de conhecimentos) com os personagens das produções do serviço. Haverá, ainda, destaque para temas importantes ligados à representatividade e diversidade presentes nos conteúdos da Netflix, além de itens colecionáveis como adesivos, paper toys e pôsteres. Quem quiser receber a revista impressa em casa precisa se inscrever pelo site: tudumnetflix.com.br. As inscrições abrem nesta sexta (16/10) e são limitadas à quantidade de exemplares disponíveis. Mas o almanaque também poderá ser acessado em sua versão digital, a partir do dia 26 de outubro no mesmo site. Depois disso, começa a segunda parte da brincadeira. Entre os dias 3 e 5 de novembro, o Tudum inicia seu “festival digital”, que na verdade será uma variação do conceito de “convenção virtual”, com participação de convidados por videoconferência. A lista de artistas confirmados inclui Joel Courtney (“A Barraca do Beijo”), Ashley Park e Lucas Bravo (“Emily em Paris”), Ana Becerril e Yankel Stevan (“Control Z”), Bruna Mascarenhas, Jottapê e Christian Malheiros (“Sintonia”), Felipe Castanhari (“Mundo Mistério”) e o rapper Emicida (que terá um documentário exibido na plataforma). A diferença em relação aos eventos virtuais já realizados neste ano, como a Comic-Con Internacional, a Comic Con de Nova York e a DC Fandome, é que haverá uma única apresentadora para todas as atrações. Maisa Silva inicia sua nova relação com a Netflix mediando o Tudum e fazendo perguntas para os convidados, como se fosse seu “Programa da Maisa”. Para completar, os fãs ainda terão a oportunidade de participar diariamente de encontros individuais, cara a cara com seus ídolos — via inscrições (vai ter fila e tempo limite). A forma como isso vai funcionar será explicada ao vivo, durante o festival.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Netflix anuncia documentário de Emicida

    13 de outubro de 2020 /

    A Netflix anunciou nesta terça (13/10) a produção do documentário “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, que contará com músicas, animações, entrevistas e cenas de bastidores do show do rapper Emicida no Theatro Municipal, de São Paulo, no ano passado. Duas imagens das gravações do espetáculo foram divulgadas juntos do anúncio. Veja abaixo. O filme tem direção de Fred Ouro Preto (sobrinho de Dinho, do Capital Inicial), que assinou vários clipes de Emicida, e sua proposta é ambiciosa. Além de apresentar o show, a produção pretende estabelecer um elo entre a apresentação de Emicida e dois momentos importantes da história e da cultura brasileira nos últimos 100 anos: a Semana de Arte Moderna de 1922 e a fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) em 1978. O que esses fatos tem em comum é o fato de terem acontecido no mesmo local. “São quatro décadas que separam a nossa ascensão ao palco do Theatro Municipal do encontro das pessoas do MNU naquelas escadarias. Então, subir ali e gritar ‘obrigado, MNU’ pro mundo é para que eles saibam que é da luta deles que nasce um sonhador como o Emicida”, diz o rapper, no comunicado do projeto. “Quando eu cheguei aqui, tudo era impossível, qualquer coisa que falávamos era tida como problemática e improvável de se realizar. Hoje, não é mais. E é dessa forma que quero que lembrem do meu nome no futuro, como alguém que sabia que o impossível era grande, mas não maior que si. O palco do Municipal abrigou alguns dos mais importantes movimentos da arte do planeta e acho que caminhamos para ser isso”, completa Emicida. Com 90 minutos, o documentário tem lançamento confirmado para o dia 8 de dezembro. Além disso, a Netflix e a produtora Laboratório Fantasma (criada por Emicida e seu irmão Fióti), tem um segundo projeto em desenvolvimento, que será lançado em 2021.

    Leia mais
  • Música

    BLACKPINK vai ganhar documentário da Netflix. Veja o trailer legendado

    6 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado do documentário “Light Up The Sky”, que conta a história do fenômeno do K-pop BLACKPINK. Entre outros detalhes, a prévia mostra a formação do grupo, que foi reunido pela agência de talentos/produtora/gravadora YG Entertainment quando elas ainda eram pré-adolescentes, a amizade que se formou entre as meninas, que passaram a morar juntas, a pressão pelo sucesso e a conquista do público americano após a aparição no Festival de Coachella. Para quem não sabe, nem todas as integrantes do grupo são sul-coreanas. Lalisa Manoban, a Lisa, é tailandesa, e Roseanne Park, a Rosé, nasceu na Nova Zelândia. O documentário promete trazer muitas outras informações para quem tem interesse em conhecer não apenas a história da banda, mas como funciona a indústria do K-pop, que nos últimos anos tem gerado vários grupos musicais sul-coreanos com apelo internacional. O filme já vai chegar ao streaming na próxima semana, dia 14 de outubro, poucos dias após o lançamento do “The Album”, que por incrível que pareça é apenas o primeiro álbum oficial do grupo. Só agora, quatro anos após o primeiro single e a conquista do sucesso mundial, Lisa, Jennie, Jisoo e Rosé preparam seu primeiro lançamento maior que um EP, trazendo oito faixas – uma compilação de singles lançada há dois anos com exclusividade no Japão não costuma constar da discografia oficial. Vale lembrar que alguns dos clipes extraídos do disco, como “How You Like That” e “Ice Cream” (com Selena Gomez), estão entre os mais vistos do YouTube em 2020.

    Leia mais
  • Filme

    Trailer de filme sobre omissão de Trump na pandemia supera 6 milhões de views em 72 horas

    5 de outubro de 2020 /

    A distribuidora indie Neon informou que o trailer de “Totally Under Control”, documentário que denuncia a omissão do governo de Donald Trump diante da pandemia de coronavírus responsável pela morte de mais de 210 mil americanos, foi visto mais de 6 milhões de vezes em 72 horas (desde que foi lançado no fim de semana) em todas as plataformas. O interesse pela produção foi ampliado após o próprio presidente dos EUA ser infectado pela covid-19 e precisar ser internado num hospital na sexta (2/10). O filme tem roteiro e direção de Alex Gibney, vencedor do Oscar de Melhor Documentário por “Um Táxi para a Escuridão” (2007), que denunciou a prática de tortura de prisioneiros, levada adiante pelo governo americano durante a Guerra do Afeganistão. O título de “Totally Under Control” vem de uma frase de Trump, que afirmou que a a pandemia estava “totalmente sob controle”, quando não estava. Em outra frase vista no trailer, um médico define os pronunciamentos do presidente como “uma besteira completa”. “Ele não faz ideia do que está falando”. A produção foi rodada em segredo durante a pandemia e compara a atuação do governo americano com a de outros países, como a Coreia do Sul, onde, sem paralisação significativa das atividades econômicas, apenas 420 vidas foram perdidas – de uma população total de 51 milhões de habitantes. O filme expõe o colapso completo dos EUA causado por um vazio profundo da liderança presidencial e conta o que deu errado por meio de testemunhos contundentes de autoridades de saúde pública e reportagens investigativas que nomeiam responsabilidades. Graças ao desempenho dos EUA, o Brasil acabou não conseguindo a liderança do ranking mundial de mortes e contaminação por covid-19. Mas o desempenho similar de Bolsonaro diante do avanço da doença também deve render um documentário nacional. Já há produções do gênero atualmente em desenvolvimento. “Totally Under Control” será lançado na próxima semana, dia 13 de junho, em PVOD (locação digital premium), antes de chegar no dia 20 para os assinantes da plataforma Hulu nos EUA. Veja abaixo o trailer e o pôster divulgados pela Neon.

    Leia mais
  • Filme

    Libelu – Abaixo a Ditadura vence festival É Tudo Verdade

    4 de outubro de 2020 /

    O filme “Libelu – Abaixo a Ditadura”, de Diógenes Muniz, foi o vencedor da 25ª edição do Festival É Tudo Verdade, após a exibição de 61 longas e curtas-metragens, entre os dias 23 de setembro e este domingo (4/10). O documentário reconstitui a história do grupo Liberdade e Luta, formado principalmente por estudantes trotskistas e que foi pioneiro a gritar Abaixo a Ditadura nas manifestações dos anos 1970. Seus integrantes, mais tarde, lançaram o jornal e a tendência O Trabalho, e ajudaram a criar o PT. O júri do evento também distribuiu menções a “Segredos do Putumayo”, de Aurélio Michiles, e “Fico Te Devendo Uma Carta do Brasil”, de Carol Benjamin. Ambos abordam a questão dos direitos humanos no país, mas em períodos distintos – no ciclo da extração da borracha na Amazônia e durante a ditadura militar. Na competição internacional, o júri premiou “Colectiv”, de Alecxander Nanau, sobre uma organização jornalística independente, que ao investigar um incêndio com dezenas de mortos e centenas de feridos numa boate em Bucareste, descobre uma gigantesca fraude no sistema de saúde da Romênia. O filme já tinha vencido festivais em Luxemburgo e Zurique, na Suíça, entre outros. Entre os curtas, os premiados foram o brasileiro “Filhas de Lavadeiras”, de Edileuza Penha de Souza, e o polonês “Meu País Tão Lindo”, de Grzegorz Paprzycki. Os quatro vencedores da 25ª edição do festival, “Libelu – Abaixo a Ditadura”, “Colectiv”, “Filhas de Lavadeira” e “Meu País Tão Lindo” estão automaticamente qualificados para tentar uma vaga no Oscar nas categorias de melhor longa e melhor curta documental. O tema político dos filmes premiados também ecoou na cerimônia por conta de um manifesto de cineastas em defesa da cultura, da Cinemateca Brasileira e do cinema nacional. Veja abaixo os trailers dos dois longas premiados.

    Leia mais
  • Filme

    Documentário brasileiro sobre saúde e direitos indígenas é premiado na França

    3 de outubro de 2020 /

    O filme brasileiro “O Índio Cor de Rosa Contra a Fera Invisível: A Peleja de Noel Nutels”, de Tiago Carvalho, foi premiado na seção de documentários do 29º Festival Biarritz da América Latina, mostra francesa que celebra o cinema e a cultura latino-americanas. O documentário sobre as expedições do médico sanitarista Noel Nutels, que dedicou sua vida ao tratamento da saúde dos indígenas do Brasil, venceu o Prêmio do Público como Melhor Documentário, uma Menção Especial do júri da categoria e o Prêmio do IHEAL, Instituto de Altos Estudos da América Latina, parceiro do festival. “Índio Cor de Rosa” era o apelido de Nutels, que em suas viagens às aldeias indígenas, entre as décadas de 1940 e 1970, tornou-se um dos primeiros sanitaristas a denunciar o genocídio dos povos indígenas no Brasil. A produção usa imagens feitas pelo próprio médico, que produziu 21 documentários sobre os indígenas enquanto comandou ações de saúde com o SUSA (Serviço de Unidades Sanitárias Aéreas), e também momentos históricos da vida de Nutels, como sua participação na CPI do Índio na Câmara dos Deputados, em 1968, quando proferiu um discurso histórico, que infelizmente continua atual: “A essa hora alguém está matando um índio. É a cobiça da terra, é a cobiça do subsolo, é a cobiça das riquezas naturais. É um vício de estrutura econômica. Enquanto a terra for mercadoria e objeto de especulação, vai se matar índio. A quem interessa o crime?” O argentino “Ofrenda”, de Juan Mónaco Cagni, venceu o prêmio Abraço, o principal do festival, dedicado ao Melhor Longa-metragem de Ficção.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Narciso em Férias é emocionante e essencial para a democracia

    3 de outubro de 2020 /

    “Eu comecei a achar que a vida era aquilo ali. Só aquilo. E que a lembrança do apartamento, dos shows, da vida lá fora era uma espécie de sonho que eu tinha tido.” Essa é uma das falas de Caetano Veloso em “Narciso em Férias”, ao descrever o seu primeiro momento no cárcere, quando foi colocado, sem a menor explicação, em uma solitária escura. Só de pensar nisso, de ter essa sensação de deslocamento da realidade, já é aterrador. “Narciso em Férias” marca o retorno da dupla de cineastas Ricardo Calil e Renato Terra ao mundo da música popular brasileira, depois do ótimo “Uma Noite em 67” (2010). Desta vez, a opção de entrecortar as falas de Caetano Veloso com imagens de arquivo e depoimentos de outros entrevistados foi deixada de lado, e o filme fica muito mais poderoso apenas com as cenas da entrevista com o cantor, músico e compositor baiano. Há quem diga que apresentar única e exclusivamente a entrevista de uma pessoa à frente de uma câmera não é fazer cinema, mas isso é bobagem. Esquecem da grandeza de Eduardo Coutinho, mestre nesse formato. Em “Narciso em Férias”, os diretores optaram por esconder, sempre que possível, suas próprias vozes na condução da entrevista. E utilizam apenas três enquadramentos básicos: o close-up, um plano que mostra o corpo inteiro do cantor e um plano mais distante, que acentua a parede ao fundo. Tudo que ele conta já está em um capítulo do seu livro “Verdade Tropical”, justamente intitulado “Narciso em Férias”, e que agora se tornará um livro à parte, já em pré-venda. O termo foi tomado de empréstimo de um livro do romancista americano F. Scott Fitzgerald, e que também se refere ao fato de que, durante todo o período em que esteve preso, Caetano não se olhou no espelho – deu férias a seu lado narcisista, por assim dizer. Histórias narradas oralmente são a base da construção de nossa civilização e é bom ver que esse tipo de recurso ainda segue sendo incrivelmente poderoso, especialmente quando encontramos alguém que consegue nos colocar dentro da ação. Há momentos da fala de Caetano que conseguem fazer o público se sentir em seu lugar, com um detalhismo de carga dramática assombrosa. O documentário é cheio de momentos de bastante emoção, especialmente em seu terço final. O próprio Caetano Veloso parece ter se surpreendido com o próprio choro e pede para que os diretores parem a filmagem em determinado momento. E não é um momento em que ele fala de seu sofrimento, mas de quando comenta o sentimento de gratidão, que ele tem por um sargento que ficou com pena de sua situação, de ele ser o único que não podia receber a visita da esposa, e que o ajudou. E ele lamenta não ter procurado saber o nome desse homem. Sem dúvida um dos momentos mais bonitos e tocantes do documentário e que, muito provavelmente, perderia um bocado da força sem a voz e sem o olhar do cantor . Outro acerto de Calil e Terra foi o fato de trazerem canções para o documentário. Já começa com uma canção de Orlando Silva, “Súplica”, cuja importância é exposta ao longo do filme. Além disso, cada vez que “Hey Jude”, dos Beatles, tocava nos rádios – foi um grande sucesso da época, o final dos anos 1960 – trazia esperança para Caetano. Outras duas canções do próprio Caetano, inspiradas pela experiência do cárcere, também são citadas com emoção: “Irene” e “Terra”. Além de enfatizar a importância e a beleza do trabalho de um de nossos mais brilhantes músicos, “Narciso em Férias” também impacta por lembrar como os artistas brasileiros foram presos e exilados durante a ditadura militar, em um momento em que a extrema direita se apresenta como uma ameaça cada vez maior para a democracia do Brasil. E isso o torna um filme essencial.

    Leia mais
  • Filme

    Facebook reage ao documentário O Dilema das Redes

    3 de outubro de 2020 /

    O Facebook decidiu responder ao documentário “O Dilema das Redes” (The Social Dilema), lançado pela Netflix há algumas semanas com grande repercussão. Em comunicado divulgado na sexta-feira (2/10), a empresa de Mark Zuckerberg listou sete “erros” do documentário para criticar o conteúdo do filme, acusando a produção de apresentar uma visão distorcida do funcionamento das redes sociais, de modo a “criar um conveniente bode expiatório para problemas sociais complexos”. No comunicado, o Facebook tenta desmentir a narrativa do documentário, apontando as iniciativas realizadas nos últimos anos para corrigir seus problemas. Vale mencionar que algumas dessas iniciativas só foram tomadas após muita pressão, inclusive do Congresso dos EUA, e depois da première do filme — que foi exibido em janeiro deste ano, no Festival de Sundance, quando virou assunto na mídia. Em sua defesa, a empresa afirma que não criou seus produtos para serem viciantes e sim para agregar valor, alegando que seus algoritmos não são “maus” e que eles funcionam para a plataforma continuar relevante e útil. Além disso, disse que, ao mudar seu feed de notícias em 2018, trocando a prioridade do algoritmo – de vídeos virais para “interações sociais significativas” com amigos e parentes – sofreu uma queda de 50 milhões de horas por dia de interações na plataforma. A empresa também garante ter feito mudanças para proteger mais efetivamente a privacidade de seus usuários – após escândalos de utilização desses dados por terceiros – e para combater conteúdos nocivos, que propagam preconceito e desinformação na plataforma. “Reconhecemos que cometemos erros em 2016. No entanto, o filme não considera o que temos feito desde então para construir fortes defesas a fim de impedir as pessoas de usarem o Facebook para interferir em eleições”, diz a empresa. Uma dessas iniciativas foi o desmantelamento de mais de 100 redes que agiam com “comportamento inautêntico coordenado”, entre elas uma rede brasileira com ligações à família do presidente Jair Bolsonaro. A companhia ainda argumenta que “polarização e populismo” existem há muito tempo — não nasceu com a internet e redes sociais. Também diz que a maioria do conteúdo visto lá não é polarizador nem político, e que tem ferramentas para diminuir o alcance de conteúdos sensacionalistas. Para completar, o Facebook inclui também críticas às conclusões do documentário. “Os criadores do filme não reconhecem – criticamente ou não – os esforços já realizados pelas empresas para resolver muitas das questões levantadas. Em vez disso, eles apresentam comentários de quem não está do lado de dentro [do negócio] há muitos anos”, afirma. O comunicado não aborda o fato de o Facebook ter hesitado mais do que qualquer outra rede social a identificar e até derrubar conteúdos de autoridades públicas que praticam desinformação sistemática (eufemismo para mentiras descaradas) na plataforma, às vezes até em desrespeito às políticas da empresa contra discursos de ódio. O próprio Zuckerberg defende que publicações de autoridades públicas merecem um tratamento diferente para serem julgadas pelos eleitores. Entretanto, isso acontece sem contexto em sua rede social. Além do Facebook, Zuckeberg também é dono do Instagram e do Whatsapp. Este último virou um instrumento perigoso de desinformação, especialmente durante a pandemia de covid-19, usado de forma ideológica numa campanha de lavagem cerebral, que chega a usar citação bíblica sobre “a verdade” para convencer usuários de que mentira é verdade e vice-versa – isto é, que os fatos jornalísticos apurados pelas grandes empresas de mídia não tem credibilidade, enquanto apenas os “zaps” de teorias de conspiração absurdas devem ser acreditados. O documentário “O Dilema das Redes” alerta para o risco de acreditar nas mentiras das redes sociais, além de detalhar como elas usam algoritmos para fazer com que os usuários permanecerem interagindo e se submetendo ao bombardeio de desinformação. Alguns usuários do Facebook chegaram a excluir sua conta na rede social depois de assistir ao filme.

    Leia mais
  • Filme

    Estreias online: Magnatas do Crime e outros filmes para ver em casa

    2 de outubro de 2020 /

    Após sete meses sem cinema, devido à pandemia de coronavírus, os lançamentos digitais se tornaram o “novo normal”, trazendo muitos filmes inéditos diretamente ao VOD, PVOD e streaming. Seja por disponibilização em assinaturas ou via aluguel de títulos individuais, as opções de títulos digitais exclusivos, que antes se restringiam à Netflix e poucos rivais, multiplicaram-se. E assim nossa sessão de estreias online, que ocupou o lugar dos lançamentos de cinema, deixou de ser apenas uma iniciativa provisória para se tornar referência. Para continuar essa cobertura, estamos introduzindo alguns ajustes. A partir desta edição, destacaremos apenas as cinco principais novidades com comentários, complementando a lista de estreias com mais cinco trailers de produções acima da média para totalizar 10 dicas semanais. A curadoria semanal vai priorizar títulos inéditos e lançamentos recentes que tiveram poucas chances de serem vistos nos cinemas, como forma de filtrar a quantidade de opções e oferecer sugestões sem mergulhar nos títulos clássicos (são muitos) e perder tempo com as produções de menor qualidade – que, em outras épocas, sairiam direto em DVD. Confira abaixo as melhores opções de filmes para este fim de semana. Magnatas do Crime | EUA | 2020 A volta do diretor inglês Guy Ritchie (do blockbuster “Aladdin”) às tramas de gângsteres do começo de sua carreira acompanha a sucessão de um chefão americano do crime, interpretado por Matthew McConaughey (“Interestelar”), que construiu um império de drogas no Reino Unido. Quando rumores começam a circular sobre sua aposentadoria, todos os outros criminosos de Londres criam seus próprios esquemas para tomar o lugar dele. O elenco inclui Charlie Hunnam (Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Henry Golding (“Podres de Ricos”), Michelle Dockery (“Downton Abbey”), Jeremy Strong (“Succession”), Eddie Marsan (“Ray Donovan”), Colin Farrell (“Dumbo”) e Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). No clima de “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes” (1998) e “Snatch: Porcos e Diamantes” (2000), agradou a crítica (72% no Rotten Tomatoes) e vai virar série. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Looke, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Vestido Maldito | EUA | 2018 Premiado e cultuado, o terror do diretor inglês Peter Strickland (“O Duque de Burgundy”) acompanha uma mulher solitária de meia-idade (Marianne Jean-Baptiste, das séries “Blindspot” e “Homecoming”) que acaba seduzida por um vestido assassino numa vitrine. Ele é vermelho e lhe deixa mais sensual, mas também suga sua alma, arruinando sua vida. Amaldiçoado e indestrutível, o vestido ameaça todos que encontra pelo caminho – inclusive uma máquina de lavar! Apesar da premissa parecer boba, a execução é divertida e conta com forte influência psicodélica de Dario Argento, sugerindo como um remake de “Suspiria” realmente deveria parecer. Vencedor de vários festivais de terror, tem 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Disponível na Amazon. Vigiados | EUA | 2020 Estreia do ator Dave Franco (“Vizinhos”, “Esquadrão 6”) na direção, “The Rental” (título original) acompanha dois casais que alugam uma casa no campo para passar um fim de semana longe da cidade, mas acabam descobrindo que caíram numa armadilha, com câmeras no chuveiro, vultos furtivos na vizinhança e uma série de dificuldades que os impede de sair daquele lugar. Com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, o terror funciona principalmente devido ao bom elenco, encabeçado por Dan Stevens (“Legion”), Alison Brie (“GLOW”), Sheila Vand (“Expresso do Amanhã”), Jeremy Allen White (“Shameless”) e Toby Huss (“Halt and Catch Fire”), que interpreta o locatário sinistro. Disponível na Amazon. The Boys in the Band | EUA | 2020 A nova adaptação da famosa peça de Mart Crowley tem produção de Ryan Murphy (“Pose”) e grande elenco, encabeçado por Jim Parsons (o Sheldon de “Big Bang Theory”), Zachary Quinto (“Star Trek”) e Matt Bomer (“Patrulha do Destino”). A trama se passa em 1968 e gira em torno de uma festa de aniversário, que reúne nove homens gays num apartamento na cidade de Nova York. Mas um amigo supostamente heterossexual do passado do anfitrião resolve fazer uma visita inesperada e muda completamente o clima da noite. Vale lembrar que a história se passa antes de Stonewall, quando a maioria dos gays eram enrustidos, e já tinha virado filme em 1970, com roteiro do próprio Crowley e direção do mestre William Friedkin (“O Exorcista”), numa adaptação considerada marco do cinema queer. A nova versão tem direção de Joe Mantello, que já tinha filmado uma peça de temática gay anteriormente, “Entre Amigos”, em 1997, e apresenta o texto clássico com uma relevância inesperada para os dias de hoje. Disponível na Netflix. O Capitão | Alemanha | 2017 Filme bastante premiado de Robert Schwentke, que volta à Alemanha após vários projetos em Hollywood – entre eles, dois longas da franquia “Divergente” – para registrar em preto e branco o horror dos últimos dias da 2ª Guerra Mundial. A trama acompanha um soldado alemão desertor (Max Hubacher) perseguido por nazistas, que durante a fuga encontra o uniforme abandonado de um capitão. Desesperado, ele assume a identidade do oficial e logo percebe que os nazistas obedecem qualquer ordem que der. Ao tomar o controle de um campo de concentração, começa a se sentir poderoso e respeitado o suficiente para comandar suas próprias atrocidades. Perturbador e polêmico, o drama tem 83% de aprovação no Rotten Tomatoes e se destaca pela capacidade de gerar discussões. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Looke, Now, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Sivas | Turquia | 2014 Disponível na Mubi. Uma Lição de Amor | Bélgica | 2017 Disponível na Apple TV/iTunes e Cinema Virtual. Barreiras | Luxemburgo, Bélgica | 2017 Disponível na Mubi. Vampiros x the Bronx | EUA | 2020 Disponível na Netflix. Cães do Espaço | Áustria | 2019 Disponível na Mubi.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Billie Eilish vai ganhar documentário na Apple TV+. Veja o teaser

    28 de setembro de 2020 /

    A cantora Billie Eilish vai ganhar um documentário. Intitulado “Billie Eilish: The World’s a Little Blurry” (O mundo está meio borrado), a produção ganhou seu primeiro teaser, que revela que será lançada em fevereiro de 2021 pela plataforma Apple TV+. Não há muitos detalhes sobre o projeto, que terá direção de R.J. Cutler, responsável pelo filme “Se Eu Ficar” (2014) e vencedor do Emmy pelo reality “American High” (2000). O documentário acontece durante a melhor fase da carreira de Billie Eilish, que venceu múltiplos prêmios no Grammy 2020, se apresentou no Oscar e gravou o tema do novo filme de James Bond, “007 – Sem Tempo para Morrer”.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie