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  • Filme

    Diretor de Harry Potter vai filmar o best-seller infantil O Grande Ivan para a Disney

    8 de maio de 2016 /

    A Disney contratou o cineasta Mike Newell (“Harry Potter e o Cálice de Fogo”) para levar ao cinema o premiado livro infantil “O Grande Ivan”, de Katherine Applegate. Lançado em 2012, o livro acompanha um gorila chamado Ivan, que vive em uma gaiola em um shopping center, juntamente com um velha elefante doente chamado Stella e um cão vadio chamado Bob. Ivan não recorda a vida antes do shopping, mas quando uma bebê elefanta chamada Ruby passa a lhes fazer companhia, ele se sensibiliza e começa a redescobrir sua vida anterior à prisão, preparando um plano para salvar o elefante bebê de seu proprietário abusivo. Premiado com a Medalha Newberry (conferida por associações de livrarias americanas ao melhor livro infantil do ano, desde 1922), a obra é toda narrada pelo gorila. Mas a história é baseada num fato real. Ivan foi um gorila que realmente existiu e ficou conhecido, nos anos 1970, por assistir TV e realizar pinturas com os dedos, vivendo 27 anos numa vitrine de shopping center. A adaptação do livro, que já vendeu mais de 1 milhão de exemplares, será escrita pelo roteirista Mike White (“Escola de Rock”) e a produção está a cargo de Allison Shearmur (“Cinderela”). Embora não esteja oficialmente definido, o projeto deve misturar atores reais e animais criados por computação gráfica, como no recente “Mogli, o Menino Lobo”. Ainda não há cronograma para a produção nem previsão de estreia.

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  • Filme

    Grupo de pressão faz campanha por personagem gay em Star Wars

    2 de maio de 2016 /

    A GLAAD, uma ONG que surgiu em defesa dos direitos homossexuais nos EUA e que virou um dos maiores lobistas da causa LGBT em Hollywood, iniciou uma campanha para a inclusão de personagens gays na franquia “Star Wars”. A pressão teve origem na divulgação do novo relatório anual da ONG, conhecido como Índice da Responsabilidade, sobre a quantidade de personagens gays nos filmes de Hollywood. O mais recente concluiu que nem a Disney nem a Paramount lançaram filmes com gays, lésbicas ou transgêneros em 2015. É um alerta importante para a mudança de atitude da indústria cinematográfica em relação à diversidade sexual. Entretanto, em vez de buscar enquadrar a Disney e a Paramount, a conclusão do relatório foi bizarra: um pedido específico sobre uma franquia já existente. Ou seja, que sejam incluídos gays em “Star Wars”. “Como os projetos de ficção científica têm a oportunidade especial para criar mundos únicos cujas sociedades avançadas podem servir como um comentário sobre o nosso próprio mundo, o lugar mais óbvio em que a Disney poderia incluir personagens LGBT seria o próximo filme ‘Star Wars'”, diz o relatório, lembrando que “Star Wars: O Despertar da Força” “introduziu um novo e diversificado trio central, que dá oportunidade aos criadores para contarem histórias frescas”. O texto concluiu conclamando: “Livros oficiais da franquia já contam com personagens gays e lésbicas que também poderiam ser facilmente incluídos nas histórias dos filmes”. Vale lembrar que no início desse ano, o cineasta J.J. Abrams, responsável por “Star Wars: O Despertar da Força”, afirmou que os próximos episódios de “Star Wars” poderiam contar com personagens gays. Além disso, o ator Mark Hamill, intérprete de Luke Skywalker, afirmou que seu próprio personagem tinha uma sexualidade aberta à interpretação. Em entrevista ao jornal The Sun, o ator ponderou a preferência sexual do herói da franquia. “Me perguntam: ‘Luke poderia ser gay?’ Eu diria que isso deve ser interpretado pelos fãs. Se você acha que Luke é gay, é claro que ele é. Você não deve ter vergonha dele. Julgue Luke pelo seu caráter, não por quem ele ama”, Hamill explicou. Uma discussão também se levantou acerca da relação entre o piloto Poe Dameron (Oscar Isaac) e o desertor Finn (John Boyega). Para algumas pessoas, os dois teriam um romance. Na época, J.J. Abrams não desmentiu e nem confirmou a teoria. Atualmente sendo filmado, “Star Wars: Episódio VIII” tem estreia marcada para dezembro de 2017, com roteiro e direção de Rian Johnson (“Looper”). Antes disso, a franquia ganhará o seu primeiro spin-off, “Rogue One: Uma História Star Wars”, que chega aos cinemas em 15 de dezembro deste ano.

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    Capitão América: Guerra Civil já lidera a bilheteria mundial

    1 de maio de 2016 /

    O lançamento internacional de “Capitão América: Guerra Civil” rendeu US$ 200,2 milhões e já coloca o filme na liderança da bilheteria mundial em seu primeiro fim de semana em cartaz. A arrecadação aconteceu em 37 países – ou 63% do mercado de cinema mundial – e teve direito a alguns recordes, inclusive no Brasil, onde o filme atingiu a maior bilheteria de estreia de todos os tempos, com estimados US$ 12,3 milhões no fim de semana estendido, segundo o site The Hollywood Reporter. Os valores oficiais do desempenho nacional serão conhecidos na segunda (2/5). No próximo final de semana, “Capitão América: Guerra Civil” chega aos Estados Unidos, onde a Disney espera arrecadar algo em torno de US$ 200 milhões, e também à Rússia e à China, podendo até triplicar sua arrecadação mundial. Com aprovação unânime da crítica – 94% no Rotten Tomatoes – o filme da Marvel pode se tornar o maior sucesso de 2016. Leia a crítica aqui.

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    Mogli lidera bilheterias dos EUA pela terceira semana seguida

    1 de maio de 2016 /

    Como “Capitão América: Guerra Civil” só chega aos EUA no próximo fim de semana, “Mogli, O Menino Lobo” não teve dificuldades em manter a liderança do ranking doméstico pela terceira semana consecutiva, rendendo mais US$ 42,4 milhões para ultrapassar a marca de US$ 250 milhões após 17 dias em cartaz. O desempenho já coloca a produção da Disney como a quarta maior bilheteria da América do Norte em 2016. Todos os demais filmes em cartaz renderam menos de US$ 10 milhões, inclusive o 2º lugar, “O Caçador e a Rainha do Gelo”, que se agarrou na posição pelo segundo fim de semana. O fato de estar bem posicionado, porém, não disfarça seu fracasso comercial. Em 10 dias, a superprodução orçada em US$ 110 milhões rendeu apenas US$ 33,9 milhões nos EUA, resultado que, ironicamente, sinaliza uma vitória pessoal de Kristen Stewart, que não participou da continuação (como Branca de Neve) por decisão do estúdio Universal. As três estreias da semana tiveram arrecadação pífia. A comédia “Keanu” foi a mais bem rankeada, em 3º lugar com quase a mesma arrecadação da fábula desencantada. Sem previsão de lançamento no Brasil, o filme explora o sucesso televisivo da dupla de humoristas Keegan-Michael Key e Jordan Peele numa história policial sobre um gato roubado. A crítica americana achou engraçado o suficiente para render 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Os lançamentos restantes, porém, foi eviscerados. Em 4º lugar, “O Maior Amor do Mundo” é a terceira comédia romântica consecutiva do diretor Garry Marshall passada numa data comemorativa – os títulos originais são bem claros, embora os tradutores brasileiros tentem disfarçar o truque. Acontece que, a não ser para os edipianos, não há nada muito romântico no Dia das Mães, a data que justifica o amontado de histórias paralelas da ocasião, e nem a participação de estrelas do calibre de Julia Roberts, Jennifer Aniston e Kate Hudson impediram o linchamento crítico – apenas 8% de aprovação. Ironicamente, a pior estreia nem se deu tão mal. Afinal, “Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank” devia sair direto em vídeo. Conseguiu embolsar US$ 4,8 milhões e ainda apareceu no Top 10. Um feito para uma animação made in Hong Kong, que explora personagens de videogame e tem direção do responsável pelo abismal “Dylan Dog e as Criaturas da Noite” (2010). Para completar, ainda foi melhor avaliada que o filme estrelado pela atriz e o diretor de “Uma Linda Mulher” (1990), com 18% no Rotten Tomatoes. Tanto “O Maior Amor do Mundo” quanto “Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank” estreiam no Brasil na quinta-feira (5/5). BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 42,4 milhões Total EUA: US$ 252 milhões Total Mundo: US$ 684,7 milhões 2. O Caçador e a Rainha do Gelo Fim de semana: US$ 9,39 milhões Total EUA: US$ 33,9 milhões Total Mundo: US$ 130,9 milhões 3. Keanu Fim de semana: US$ 9,35 milhões Total EUA: US$ 9,3 milhões Total Mundo: US$ 9,3 milhões 4. O Maior Amor do Mundo Fim de semana: US$ 8,3 milhões Total EUA: US$ 8,3 milhões Total Mundo: US$ 8,3 milhões 5. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 44,7 milhões Total Mundo: US$ 44,7 milhões 6. Zootopia Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 323,5 milhões Total Mundo: US$ 931,4 milhões 7. Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 4,8 milhões Total Mundo: US$ 4,8 milhões 8. A Chefa Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 56,1 milhões Total Mundo: US$ 67 milhões 9. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 3,8 milhões Total EUA: US$ 325,1 milhões Total Mundo: US$ 862,9 milhões 10. Mente Criminosa Fim de semana: US$ 1,3 milhão Total EUA: US$ 13,4 milhões Total Mundo: US$ 13,4 milhões

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    Capitão América: Guerra Civil tem um dos maiores lançamentos de todos os tempos no Brasil

    28 de abril de 2016 /

    A estreia de “Capitão América: Guerra Civil” monopoliza os cinemas brasileiros a partir desta quinta (28/4). A Disney lançou o filme em nada menos que 1,4 mil salas. Trata-se do segundo maior lançamento de todos os tempos no país, ocupando quase 50% de todo o parque exibidor nacional. O recorde pertence a “Star Wars: O Despertar da Força”, que ocupou 1.504 salas em dezembro passado. O filme dos super-heróis é ótimo, mas mesmo que fosse podre já teria vantagem para abrir em 1º lugar e até conquistar um possível recorde de bilheteria com esta exposição excessiva. Além disso, como teve lançamento monstro, todo o resto da programação precisa se espremer para o circuito alternativo. As “demais” estreias somam nada menos que oito filmes, entre eles um drama estrelado por um ex-intérprete de super-herói, Tobey Maguire, da trilogia original do “Homem-Aranha”. Enquanto “Capitão América” introduz o novo Homem-Aranha, Maguire segue a carreira com a cinebiografia do enxadrista Bobby Fischer em “O Dono do Jogo”, uma história de gênio torturado que remete ao premiado “Uma Mente Brilhante” (2001). Maior estreia limitada, chega em 55 salas. A comédia francesa “O que Eu Fiz para Merecer Isso” vem a seguir, em 22 salas, enquanto o resto tem distribuição contada nos dedos das mãos. Em dez salas, o documentário vencedor de Berlim, “Fogo no Mar”, de Gianfranco Rosi, registra o êxodo dos refugiados para a Europa em uma perigosa travessia. Já a lista dos que ocupam menos de cinco salas inclui o drama francês “Dois Rémi, Dois”, inspirado em “O Duplo”, de Fiódor Dostoievski, e, criminosamente, quatro ótimos longas brasileiros. O premiado “Exilados do Vulcão”, de Paula Gaitán, vencedor do Festival de Brasília de 2013, esperou quase três anos para chegar as cinemas. E recebeu isso do mercado: uma sala em São Paulo, uma no Rio, uma em Belo Horizonte, uma em Aracaju e outra em Vitória. A situação é ainda pior para “A Frente Fria que a Chuva Traz”, que marca a volta de Neville D’Almeida aos cinemas. O diretor de clássicos como “A Dama do Lotação” (1978) e “Os Sete Gatinhos” (1980) não filmava há duas décadas, desde “Navalha na Carne” (1997). E o esforço de seu retorno é saudado com exibição em duas salas, uma no Rio e outra em São Paulo. Absurdo!!! A marginalização sofrida é desproporcional. Não apenas pelo conteúdo, baseado na peça de um dramaturgo atual, Mário Bortolotto (“Nossa Vida Não Cabe Num Opala”), como pela embalagem, com um elenco repleto de estrelas jovens bastante populares – Chay Suede e Bruna Linzmeyer. Ou seja, há apelo comercial. O que aumenta ainda mais o questionamento a essa sabotagem explícita. Será que o cinema brasileiro é tão desprezível que o mercado não se importa em fazer isso com um cineasta do porte de Neville D’Almeida? Será que a culpa é da Disney, que ocupou as salas; do circuito exibidor, que ofereceu as salas; ou da Ancine, que só bufa diante do número de salas disponíveis para os lançamentos nacionais? Claro que, como é praxe neste país, a culpa será das vítimas, que erraram ao produzir filmes brasileiros de qualidade e voltaram a errar ao tentar lançá-los durante o período em que os blockbusters sufocam o circuito (6 dos 12 meses do ano). Humilhante. Para completar as estreias, o mercado ainda espreme o documentário futebolístico “Geraldinos”, de Pedro Asbeg e Renato Martins, vencedor do prêmio do público na última Mostra de Tiradentes, em uma sala em São Paulo, e “Teobaldo Morto, Romeu Exilado”, de Rodrigo de Oliveira, em três salas entre Vitória, Goiânia e Aracaju. Pela ganância desmedida e falta de regulamentação, o filme dos super-heróis da Marvel será lembrado, infelizmente, como vilão. De propósito ou não, assumiu o papel de grande inimigo do cinema nacional, impossibilitando, com sua tática de dominação, que trabalhos reconhecidamente competentes pudessem alcançar maior público. O melhor filme já feito pela Marvel não merecia virar emblema do descontrole do mercado.

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    Malévola vai ganhar sequência com Angelina Jolie

    26 de abril de 2016 /

    O sucesso de “Mogli: O Menino Lobo” animou a Disney a dar sequência às adaptações de suas fábulas encantadas. O estúdio divulgou seu cronograma de lançamentos futuros do gênero, que incluem, claro, uma continuação de “Mogli” e vários projetos anteriormente anunciados. A grande novidade é a confirmação da sequência de “Malévola” (2014), que trará Angelina Jolie de volta ao papel-título. Ainda não há maiores detalhes da produção, mas a roteirista Linda Woolverton, que escreveu o primeiro filme, também vai assinar a história da continuação. Além das duas sequências, o estúdio está atualmente desenvolvendo produções de “Cruella”, sobre a vilã da animação “A Guerra dos Dálmatas” (com Emma Stone no papel principal), “Dumbo”, com direção de Tim Burton, “Tinker Bell”, com Reese Whitherspoon no papel da fada antigamente conhecida como Sininho, e “Mary Poppins”, com Emily Blunt. Há ainda outros projetos em estágio inicial, como um filme sobre a Rosa Vermelha, irmã de Branca de Neve, e uma nova versão de Peter Pan. Já filmadas, as próximas fábulas da Disney a chegar aos cinemas serão “Alice Através do Espelho”, prevista para 26 de maio, e “A Bela e a Fera”, em 30 de março de 2017.

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    Bilheterias: O Caçador e a Rainha do Gelo decepciona e Mogli mantém 1º lugar nos EUA

    24 de abril de 2016 /

    A produção da Disney “Mogli, o Menino Lobo” não teve dificuldades em se manter em 1º lugar nas bilheterias dos EUA, faturando três vezes mais que seu principal desafiante, o lançamento de “O Caçador e a Rainha do Gelo”. A batalha entre as fábulas foi definida de forma inequívoca. Enquanto “Mogli” rendeu US$ 60 milhões em seu segundo fim de semana em cartaz, a fantasia da Universal Pictures abriu com US$ 20 milhões em sua estreia, um desastre para uma produção orçada em US$ 115 milhões. Vale lembrar que esse filme é continuação de “Branca de Neve e o Caçador”, que fez US$ 56 milhões em seu fim de semana inaugural em 2012. O público, aparentemente, não aprovou a estratégia da Universal de tirar da história a Branca de Neve, vivida por Kristen Stewart. E nem a crítica, que considerou o longa “podre”, com apenas 17% de opiniões favoráveis no balanço do site Rotten Tomatoes. A implosão também deixou claro que o apelo de Chris Hemsworth limita-se ao papel de Thor. Fora da Marvel, nenhum dos filmes que ele protagonizou fez sucesso comercial. A lista inclui “Rush: No Limite da Emoção” (2013), “Hacker” (2015) e “No Coração do Mar” (2015). Quanto à “Branca de Neve e o Caçador”, seu papel era de coadjuvante para a estrela Kristen Stewart. O prejuízo da Universal só não é insanável porque o mercado internacional compensou, ajudando a produção a atingir US$ 100 milhões mundialmente. Enquanto isso, “Mogli” já superou, em dez dias, US$ 500 milhões mundiais, consagrando-se como um fenômeno de popularidade. Outras marcas mundiais imponentes também foram obtidas por “Batman vs. Superman”, que superou os US$ 850 milhões, e “Zootopia”, ao chegar aos US$ 900 milhões na liderança do ranking de 2016. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 60 milhões Total EUA: US$ 191,4 milhões Total Mundo: US$ 528,4 milhões 2. O Caçador e a Rainha do Gelo Fim de semana: US$ 20 milhões Total EUA: US$ 20 milhões Total Mundo: US$ 100,2 milhões 3. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 10,8 milhões Total EUA: US$ 36 milhões Total Mundo: US$ 36 milhões 4. Zootopia Fim de semana: US$ 6,6 milhões Total EUA: US$ 316,4 milhões Total Mundo: US$ 907,1 milhões 5. A Chefa Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 49,5 milhões Total Mundo: US$ 57,7 milhões 6. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 5,5 milhões Total EUA: US$ 319,5 milhões Total Mundo: US$ 851,6 milhões 7. Mente Criminosa Fim de semana: US$ 3,1 milhões Total EUA: US$ 10,8 milhões Total Mundo: US$ 10,8 milhões 8. Casamento Grego 2 Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 55,3 milhões Total Mundo: US$ 82 milhões 9. Compadres Fim de semana: US$ 1,3 milhão Total EUA: US$ 1,3 milhão Total Mundo: US$ 1,3 milhão 10. Decisão de Risco Fim de semana: US$ 1,2 milhão Total EUA: US$ 14,9 milhões Total Mundo: US$ 14,9 milhões

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    Mogli impressiona e emociona em versão digital à altura do clássico da Disney

    21 de abril de 2016 /

    A nova versão “com ator” de “Mogli: O Menino Lobo” é nostálgica e impressionante pelos efeitos visuais, que comprovam mais um milagre do cinema, mas não seria tão bem-sucedida se não fosse também envolvente e emocionante. Jon Favreau é um diretor que raramente erra. Seu currículo não deixa mentir: “Zathura” (2005) e o primeiro “Homem de Ferro” (2008) são indiscutíveis. Seu único fracasso foi o fraco “Cowboys & Aliens” (2011), que ele rebateu com um projeto barato e pessoal, o delicioso “Chef” (2014). O sucesso de “Mogli” apenas confirma a confiança depositada pela Disney em seu talento. Assistir ao filme dá a impressão clara de que um peso enorme saiu das costas do cineasta. Nerd e atento aos detalhes, Favreau caprichou na criação de um novo mundo. Além de fotografia e direção de arte de arregalar os olhos, a selva de “Mogli” e todos os seus habitantes (animais criados por computação) representam um assombro tecnológico. O design gerado quase que inteiramente em CGI prova que, muitas vezes, somos injustos com os efeitos visuais que levam os profissionais que trabalham com isso a orgasmos múltiplos. Cobramos efeitos práticos, à moda antiga, quando vemos a tecnologia digital tomar conta de um filme, a ponto de se tornar mais importante que seu diretor, roteiro e elenco. Mas “Mogli” está aí para lembrar que um diretor faz diferença, sim. Num trabalho praticamente quase todo computadorizado, Favreau jamais esquece onde está a alma de seu filme. Adaptar “Mogli” sempre foi arriscado. Por conta disso, a própria Disney já tinha optado por uma animação em 1967, quando contou sua primeira versão da história criada no século 19 por Rudyard Kipling. Compreensível. Se nos anos 1960 uma adaptação decente com atores de carne e osso seria impossível, a versão de Favreau também jamais teria dado certo em outra época. Aliás, existe um filme em 1994 dirigido pelo Stephen Sommers de “A Múmia”, que ninguém lembra. É claro que a invasão das criaturas digitais ganhou fôlego com os dinossauros de “Jurassic Park”, em 1993, mas “Mogli” impressiona por criar com realismo animais que existem hoje. Esqueça os efeitos articificiais de “Jumanji”, de 1995. Os animais selvagens de “Mogli” são tão realistas quanto os bichinhos falantes de “Babe, O Porquinho Atrapalhado”, roteirizado por George Miller no mesmo ano. Uma revolução para a época, que assim como “Mogli” valorizou uma boa história acima de qualquer truque. Mas em “Babe” ainda eram animais de verdade, com pequenas manipulações digitais. Os bichos 100% computadorizados de “Mogli” só foram possíveis após Ang Lee dirigir “As Aventuras de Pi” (2012). Pense no impressionante tigre que rendeu a “Pi” o Oscar de Melhores Efeitos Visuais, só que falando e se expressando com emoções. É o que acontece no filme de Favreau, mas não somente com um tigre. Com um tigre, um urso, uma pantera, uma cobra, lobos, macacos, etc, que interagem com o menino Neel Sethi, um garoto de 10 anos, estreante no cinema. Favreau se apoia na inocência da criança (e do personagem) para que o “faz de conta” dos bichos falantes vire realidade. E a plateia vai junto. O visual funciona que é uma beleza, mas o verdadeiro valor do filme está na sua história clássica. A trama traz questionamentos básicos sobre onde reside a felicidade e a família que escolhemos, respeitando e entendendo as diferenças para descobrir, numa jornada inimista, qual é nosso lugar no mundo. A Disney se tocou que vivemos em outra época, bem distante daquela da animação de 1967. E, assim como fez em “Zootopia”, usa a fábula de Kipling para atualizar (corrigir?) conceitos e pré-conceitos. Para os mais novos, sua trama resgata até a estrutura do roteiro de “O Rei Leão” (1994). E não tem como errar quando a inspiração é essa. Mas, para os mais velhos, o atrativo da nostalgia é ainda mais irresistível. Dificilmente os marmanjos conseguirão segurar as lágrimas quando o urso Balu (voz de Bill Murray no original em inglês, na companhia de um time de dubladores excepcionais) se junta a Mogli para cantar uma música famosa da animação. O que também é uma ousadia: em meio à tanto realismo, Jon Favreau não fugiu das canções. Assim, o novo “Mogli” é um pseudo-live-action que não representa só uma nova adaptação do livro de Kipling. É uma homenagem à própria história da Disney e suas produções infantis de outros tempos.

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  • Filme

    Mogli tem estreia esmagadora no topo das bilheterias dos EUA e do mundo

    17 de abril de 2016 /

    A nova versão de “Mogli, o Menino Lobo”, produção da Disney com animais falantes criados por computação gráfica, surpreendeu as expectativas ao faturar mais de US$ 100 milhões nas bilheterias dos EUA e quase US$ 300 milhões em todo o mundo, em seu fim de semana de estreia. Recebido com críticas extremamente positivas – 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes – , o filme dirigido por Jon Favreau (“Homem de Ferro”) já vinha impressionando com trailers bastante realistas e conquistou aprovação unânime do público – nota A no levantamento do CinemaScore – por seu visual realista, capaz de evocar uma selva imersiva no interior de um estúdio de Los Angeles. Os US$ 103,5 milhões arrecadados nos primeiros três dias representa a segunda maior bilheteria já atingida por uma estreia no mês de abril nos EUA, atrás apenas do blockbuster “Velozes e Furiosos 7” (US$ 146,2 milhões) no ano passado. No exterior, o melhor desempenho veio da China, onde o lançamento fez mais de US$ 50 milhões. Na Índia, onde a estreia aconteceu na semana anterior, a produção já atingiu US$ 20 milhões na soma de seus primeiros dez dias, a terceira maior arrecadação de um filme hollywoodiano durante esse período no país. O 2º lugar da bilheteria norte-americana foi ocupado por outra estreia, “Um Salão do Barulho 3”, que fez US$ 20,2 milhões, o desempenho esperado para a franquia, que nos filmes anteriores abriu na mesma faixa. Além de trazer de volta Ice Cube no papel principal, a comédia destacou a rapper Nicki Minaj como uma das cabeleireiras do novo salão, mas agradou especialmente por incluir discussão social relevante entre suas piadas. A crítica recebeu o lançamento com palmas, com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, uma das melhores notas para uma comédia neste ano. Já a terceira estreia ampla da semana implodiu. O thriller “Mente Criminosa”, em que um criminoso vivido por Kevin Costner (“3 Dias para Matar”) recebe a mente de um agente secreto, interpretado por Ryan Reynolds (“Deadpool”), fez só US$ 5,8 milhões em 6º lugar. E amargou apenas 26% de aprovação no Rotten Tomatoes. “A Chefa” comprovou que era fogo de palha com os US$ 10,1 milhões somados em sua segunda semana em cartaz, ficando com o 3º lugar. “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” caiu para o 4º lugar com mais US$ 9 milhões, mas cruzou duas barreiras importantes com sua bilheteria acumulada, ultrapassando os US$ 300 milhões nos EUA e os US$ 800 milhões em todo o mundo. “Zootopia” fecha o Top 5 com mais US$ 8,2 milhões, atingindo assim US$ 882,2 milhões mundiais, a maior bilheteria do ano em todo o mundo. Para completar, a maior bilheteria por sala da semana ficou com um lançamento em circuito limitado, o suspense indie “Green Room”, exibido em apenas três telas em Los Angeles e Nova York, que rendeu US$ 30 mil por sala, US$ 5 mil acima do desempenho por sala de “Mogli”. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 103,5 milhões Total EUA: US$ 103,5 milhões Total Mundo: US$ 290,9 milhões 2. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 20,2 milhões Total EUA: US$ 296,6 milhões Total Mundo: US$ 783,4 milhões 3. A Chefa Fim de semana: US$ 10,1 milhões Total EUA: US$ 40,3 milhões Total Mundo: US$ 44,2 milhões 4. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 311,3 milhão Total Mundo: US$ 827,3 milhões 5. Zootopia Fim de semana: US$ 8,2 milhões Total EUA: US$ 307,4 milhões Total Mundo: US$ 882,2 milhões 6. Mente Criminosa Fim de semana: US$ 5,8 milhões Total EUA: US$ 5,8 milhões Total Mundo: US$ 5,8 milhões 7. Casamento Grego 2 Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 52 milhões Total Mundo: US$ 78,6 milhões 8. Milagres do Paraíso Fim de semana: US$ 1,9 milhão Total EUA: US$ 56,9 milhões Total Mundo: US$ 62,1 milhões 9. Deus Não Está Morto 2 Fim de semana: US$ 1,7 milhão Total EUA: US$ 16,9 milhões Total Mundo: US$ 16,9 milhões 10. Decisão de Risco Fim de semana: US$ 1,5 milhão Total EUA: US$ 13,1 milhões Total Mundo: US$ 13,1 milhões

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    Disney vai fazer novo filme sobre Peter Pan

    16 de abril de 2016 /

    A Disney anunciou a produção de um novo filme com atores sobre “Peter Pan”. O estúdio contratou David Lowery (“Amor Fora da Lei”) para dirigir e escrever o roteiro em parceria com Toby Halbrooks (que produziu os filmes indies de Lowery). A dupla, por sinal, já está desenvolvendo um projeto para a Disney: o remake de “Meu Amigo, o Dragão” (1977), que estreia em outubro e, pelo visto, agradou aos executivos do estúdio. O famoso personagem infantil de J. M. Barrie já ganhou inúmeras versões para o cinema desde sua criação em 1911, entre elas uma animação clássica da Disney, que chegou aos cinemas em 1953. A adaptação mais recente foi lançada pela Warner no ano passado, com atores reais e direção de Joe Wright (“Anna Karenina”), mas não conseguiu muito sucesso. A nova versão faz parte da estratégia da Disney de explorar suas propriedades mais famosas em filmes com atores reais, que começou com “Alice no País das Maravilhas” (2010) e manteve seu sucesso nas versões recentes de “Malévola” (2014) e “Cinderela” (2015). Entre as adaptações em desenvolvimento, incluem-se ainda filmes de Dumbo, Pinóquio, A Bela e a Fera, Gênio da Lâmpada, o Príncipe Encantado, a irmão de Branca de Neve, o jovem Rei Arthur de “A Espada Era a Lei” e “Cruella”, sobre a vilão de “101 Dálmatas”.

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    Primeiras críticas exaltam Capitão América: Guerra Civil como o melhor filme da Marvel

    15 de abril de 2016 /

    Saíram as primeiras críticas de “Capitão América: Guerra Civil”. E o resultado é unânime. O longa-metragem que vai colocar a maioria dos heróis do universo cinematográfico da Marvel em luta está sendo considerado o “melhor filme” já feito pelo estúdio, com 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes – a tendência é que a aprovação caia, mas deve ficar em torno de 90%, o que é elevadíssimo. Além dos personagens dos filmes anteriores dos Vingadores, o longa-metragem dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”) terá como novidades o Pantera Negra e o Homem-Aranha. Mas a crítica conseguiu ver mais Batman e Superman que qualquer outro herói, pela quantidade de citações raivosas ao filme da Warner. “A vergonha de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ vai continuar por muito tempo com a chegada de ‘Guerra Civil’. Ou melhor, vai ficar eternamente esquecido”, escreveu Justin Chang, da Variety. “Um extravagante herói vs herói que entra como o mais maduro e substancioso filme feito pela Marvel até agora”, completa. “É o melhor filme da Marvel já feito. Pronto, falei”, exaltou Dan Jolin, da revista Empire. “Esqueça ‘Batman vs Superman’. Quem precisa de vilão quando você tem Steve Rogers e Tony Stark? Ambos protagonistas e ambos anti-heróis”. “Diferente da franquia da DC, um filme que passa um tempo gigantesco dialogando com questões pessoais, ‘Guerra Civil’ é uma adição ao universo da marca, que apresenta heróis batalhando para estabelecer uma responsabilidade futura”, considerou Dave White, do site The Wrap. “Se há um risco de a “fórmula” Marvel tornar-se obsoleta, não há qualquer evidência de que isso aconteça aqui. ‘Guerra Civil’ não é apenas um entretenimento quase perfeito para agradar ao público, ele não oferece respostas fáceis para os seus combatentes, nem para os próximos filmes desse universo”. “É o melhor filme da Marvel, com a maior ação de super-heróis já filmada. É imersivo, divertido de forma maravilhosa. O maior filme de super-herói já feito”, exaltou Mark Hughes, da revista Forbes. “Capitão América: Guerra Civil” estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Estreias: Mogli e O Escaravelho do Diabo disputam o público infantil

    14 de abril de 2016 /

    Os lançamentos mais amplos da semana são duas produções infantis, que devem lotar os cinemas dos shoppings. Com maior distribuição, “Mogli – O Menino Lobo” estreia em 1.030 salas, das quais 70% têm projeção 3D e 12 são Imax. Mais recente versão “live action” das animações clássicas da Disney, o filme é, na verdade, estrelado por apenas um ator real, o menino Neel Sethi, de 10 anos de idade, que tem o papel-título e contracena com animais falantes criados por computação gráfica. O realismo das criaturas, entretanto, é impressionante e tem sido exaltado por toda a crítica (93% de aprovação no site Rotten Tomatoes), assim como a direção de Jon Favreau (“Homem de Ferro”), que rodou o filme inteiro num estúdio em Los Angeles, embora a experiência leve o espectador para as selvas da Índia. Outro destaque da produção é sua dublagem repleta de feras (de Scarlett Johansson a Bill Murray), que, claro, serão substituídas nos cinemas nacionais por sotaques paulistas e cariocas. Como o debate sobre a exibição de filmes dublados versus legendados geralmente releva o cinema infantil, cuja tradição já é a substituição de vozes, a estreia do brasileiro “O Escaravelho do Diabo” oferece uma alternativa que preserva o idioma original.   No best-seller da coleção Vaga-Lume dos anos 1970, o protagonista é um jovem adulto, mas o diretor Carlo Milani (filho do falecido ator Francisco Milani), que faz sua estreia no cinema, optou por transformá-lo em um pré-adolescente de 13 anos. Envolvente, o filme de mistério gira em torno de um garoto que resolve investigar um serial killer que ataca apenas ruivos, enviando antes às vítimas um escaravelho. O filme chega a 334 salas com elogios da crítica nacional e classificação para maiores de 12 anos. Os shoppings ainda recebem o thriller fantasioso “Mente Criminosa” (107 salas), em que um criminoso condenado (Kevin Costner, de “3 Dias para Matar”) recebe um implante de memórias de um agente da CIA (Ryan Reynolds, de “Deadpool”), numa trama tão mirabolante que logo perde o sentido, mas nem por isso deixa de ser previsível em cada minuto de sua projeção. Podre, teve apenas 14% de aprvação no Rotten Tomatoes. Graças às presenças dos astros George Clooney (“Gravidade”), Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), Josh Brolin (“Homens de Preto 3”) e Channing Tatum (“Anjos da Lei”), o novo filme dos irmãos Coen vai chegar em 71 telas. Infelizmente, “Ave, César!” é um dos trabalhos mais fracos dos diretores, que já venceram o Oscar por “Fargo” (1996) e “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007). Trata-se de uma comédia passada nos bastidores de Hollywood durante os anos 1950, que gira em torno do sequestro de um astro de cinema (Clooney).   No circuito limitado, o maior destaque pertence a “Truman”, de Cesc Gay, grande vencedor do prêmio Goya 2016 (o Oscar espanhol), que traz o argentino Richardo Darín como um homem que, ao saber que morrerá em breve, busca encontrar quem fique com seu cão fiel, Truman. Parte drama, parte comédia, é um filmaço com simplesmente 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, cuja crítica pode ser lida aqui. O longa estreia em 39 salas no Brasil. A lista ainda inclui dois filmes sobre lesbianismo. A comédia francesa “A Três Vamos Lá” retrata, de forma leve, a forma de amor popularizada no país do “ménage à trois”, mostrando o envolvimento de um casal e uma amante compartilhada por cada um deles – com exibição apenas em São Paulo e Campinas. Já “Onde o Mar Descansa” mergulha no drama poético, usando fragmentos de poesia decadente, dança e expressão corporal para narrar o relacionamento de duas mulheres suecas no fim do século 19, bruscamente interrompido pela morte de uma delas. O filme é uma produção britânica, falada em sueco e filmada na Escandinávia, mas seus diretores são brasileiros, André Semenza e Fernanda Lippi (ambos de “Ashes of God”), bem conhecidos do teatro nacional, responsáveis por montagens do Zikzira Teatro Físico. O filme será exibido em três salas entre São Paulo, Rio e Belo Horizonte.   Outros dois filmes brasileiros completam a programação. O divertido e original “Sinfonia da Necrópole”, de Juliana Rojas, premiado no Festival de Gramado, ocupa sete salas com a história de amor entre um coveiro e uma funcionária do serviço funerário, que acontece entre cemitérios paulistas, números musicais e zumbis. A crítica já está disponível aqui. Por fim, “O Signo das Tetas”, do maranhense Francisco Machado (“O Exercício do Caos”), segue um homem sem nome (Lauande Aires) que, atormentado pela figura da mãe idosa, vaga pelas cidades do interior do Maranhão, projetando seu Complexo de Édipo em situações fragmentadas. Aclamado pela crítica, a obra passa longe do cinema comercial para buscar seu nicho como “filme de festival”. Passa tão longe do cinema comercial que nem sequer há confirmação de onde está em cartaz – o circuito não foi divulgado e a pesquisa pelo Google não trouxe resultados. Estreias de cinema nos shoppings https://www.youtube.com/watch?v=K53t9lhL498 Estreias em circuito limitado

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    Novo Indiana Jones será continuação de O Reino da Caveira de Cristal

    13 de abril de 2016 /

    O produtor Frank Marshall revelou que o próximo filme de Indiana Jones vai continuar a trama de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, último filme do arqueólogo aventureiro, lançado em 2008. A revelação aconteceu durante sua participação na CinemaCon, evento voltado aos exibidores de cinema. Marshall não deu maiores detalhes sobre o que quis dizer, mas é justo considerar que a trama levará em conta o filho de Indy e seu envolvimento com Marion Ravenwood, vivida por Karen Allen. O roteiro, por sinal, foi escrito pelo mesmo autor da trama de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, David Koepp. O que, entretanto, não garante a volta de Shia LaBeouf ao elenco. O intérprete de Mutt Williams, o filho de Indiana Jones, enfrenta uma espiral de eventos negativos em sua carreira. Aparentemente, apenas Indiana Jones só pode ser interpretado por um único ator. “Acredito que Jason Bourne e Indiana Jones não vão sofrer com essas ‘coisas de James Bond’. Esses personagens são ícones e esses atores são os únicos que podem interpretá-los”, Marshall disse, durante o evento. Por enquanto, apenas Harrison Ford está confirmado no elenco do quinto filme da franquia, que, como todos os demais, será dirigido por Steven Spielberg. Ainda sem título oficial, “Indiana Jones 5” tem estreia marcada apenas para 18 de julho de 2019.

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