The Right Stuff: Minissérie sobre os primeiros astronautas ganha trailer e pôster
O canal pago National Geographic divulgou o pôster e o trailer da minissérie “The Right Stuff”, adaptação do famoso livro “Os Eleitos”, de Tom Wolfe, sobre os primeiros astronautas americanos. A minissérie, que será disponibilizada na plataforma Disney+ (Disney Plus), narra a trajetória dos pilotos de teste americanos que foram selecionados para dar início ao programa espacial dos Estados Unidos. A cena divulgada, por sinal, é o momento em que a oferta é feita para os candidatos, avisando que apenas os melhores seriam escolhidos para ir ao espaço ou morrer tentando. “Os Eleitos” já foi adaptado para o cinema em 1983 em uma obra aclamada de Philip Kaufman, que fez grande sucesso e venceu quatro Oscars. Mas a versão da minissérie tem uma grande diferença em relação ao filme. Apesar de mais longa, deixa de lado um personagem importante: Chuck Yeager, responsável por quebrar a barreira do som. Supostamente melhor que todos os outros pilotos, ele não se interessou em virar astronauta. No filme de Kaufman, ele foi vivido por Sam Shepard e dividiu a trama central como contraponto aos “eleitos” do título. A nova versão vai se concentrar apenas nos sete astronautas do programa Mercury. Eles são vividos por Patrick J. Adams (“Suits”) como John Glenn, Jake McDorman (“Limitless”) como Alan Shepard, Colin O’Donoghue (“Once Upon a Time”) como Gordon Cooper, Michael Trotter (“Underground”) como Gus Grissom, Aaron Staton (“Mad Men”) como Wally Schirra, Micah Stock (“Amizade Dolorida”) como Deke Slayton e James Lafferty (“A Maldição da Residência Hill”) como Scott Carpenter. O elenco também inclui Nora Zehetner (“Designated Survivor”) como Annie Glenn, Shannon Lucio (“True Blood”) como Louise Shepard, Eloise Mumford (“Chicago Fire”) como Trudy Cooper, Rachel Burttram (“Bloodline”) como Betty Grisson, Eric Ladin (“Bosch”) como Chris Kraft e Patrick Fischler (“Happy!”) como Bob Gilruth. A série tem produção da Appian Way, produtora do ator Leonardo DiCaprio, e foi desenvolvida por Will Staples, um especialista em tramas de videogames – como “Need for Speed: Rivals” (2013) e “Call of Duty: Modern Warfare” (2011). O trailer revela que a estreia vai acontecer em 9 de outubro nos EUA.
Disney+define dia de lançamento no Brasil
Depois de anunciar o mês da chegada do seu serviço de streaming na América Latina, incluindo o Brasil, a Disney agora definiu o dia. A inauguração vai acontecer no dia 17 de novembro. A revelação aconteceu por acidente. Um perfil latino-americano da plataforma acabou adiantando a informação no Twitter, ainda com recados para serem executados por quem fosse publicar o conteúdo e com um aviso grande de “Não Publicar”, como sinal de que era preciso aguardar a ordem da matriz, mas, aparentemente, alguém acabou apertando no “Publicar” sem querer. Por conta disso, ainda faltam informações para o público, como, por exemplo, quanto a assinatura vai custar. A partir do seu lançamento na América Latina, a Disney+ (Disney Plus) se tornará a única opção de acesso em streaming para os conteúdos cinematográficos de todas as marcas do conglomerado, encerrando assim a provisória parceria com a Amazon, que atualmente disponibiliza os filmes da Disney no Brasil. Além do catálogo da Disney, que incluem séries do Disney Channel, a plataforma trará para o Brasil grandes sucessos exclusivos, como as séries “The Mandalorian” e “High School Musical: The Musical: The Series”, a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo” e o musical “Hamilton”. Além disso, os próximos lançamentos da plataforma ocorrerão simultaneamente no Brasil. Isto abrange as aguardadas séries da Marvel, como “Falcão e o Soldado Invernal” e “Wandavision”, por exemplo, além de “The Right Stuff”, minissérie da National Geographic sobre o começo do programa espacial americano. Veja abaixo uma mostra do conteúdo que chega junto com o serviço. Animações da Disney: “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Bela e a Fera”, “Pinóquio”, “Bambi”, “O Rei Leão”, “A Dama e o Vagabundo”, “Peter Pan”, “A Pequena Sereia”, “Cinderela” e outros Live-actions da Disney: “Aladdin”, “Mogli – O Menino Lobo”, “O Rei Leão”, “A Bela e a Fera”, “Cinderela” e outros Produções da Marvel: Todos os filmes distribuídos pela Walt Disney Studios, de “Homem de Ferro” a “Vingadores: Ultimato” (com exceção dos filmes solo do “Homem-Aranha”) e algumas das séries de televisão da Marvel desde 1979, incluindo “X-Men”, “Homem-Aranha” e “Marvel’s Runaways” Produções da saga “Star Wars”: Os nove episódios da saga completa desde a estreia em 1977 até 2019, além de títulos spin-off como “Rogue One: Uma História Star Wars” e “Han Solo: Uma História Star Wars” e algumas animações. Produções da Pixar: Todos os filmes da Pixar Animation Studios, como “Toy Story”, “Divertida Mente”, “Viva: A Vida é uma Festa”, “Wall-E”, “Up – Altas Aventuras”, “Monstros S.A.”, “Procurando Nemo”, “Os Incríveis”, “Valente” e outros, além de curtas, como “Bao” e “Os Heróis de Sanjay”, vencedores do Oscar Produções do Disney Channel: Séries como “Hannah Montana”, “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”, “Kim Possible”, “A Casa do Mickey Mouse”, “PJ Masks – Heróis de Pijama”, “Jake e os Piratas da Terra do Nunca” e outros, além de telefilmes, como a trilogia “High School Musical” e as franquias “Camp Rock” e “Descendentes”. Séries da Disney com produção local: Histórias como “Violetta”, “Sou Luna”, “BIA”, “O11ZE”, “Juacas”, “Peter Punk”, “Jungle Nest”, “Highway Rodando a Aventura”, “Quando Toca o Sino” e “Art Attack” Produções para crianças em idade pré-escolar: “Nivis: Amigos de outro mundo”, “Junior Express”, “A Floricultura da Nana”, “A Casa do Disney Junior”, “Morko e Mali”, “O Jardim da Clarilu”, “Playground” e “Playhouse Disney” Produções da National Geographic: Séries documentais e filmes como “One Strange Rock”, “Origens: A Evolução Humana”, “Jane Goodall: The Hope”, “Before the Flood”, “Ciência do Absurdo” e outros programas produzidos na América Latina, sem esquecer de “Free Solo”, documentário vencedor do Oscar. Além deste catálogo, o serviço vai trazer atrações exclusivas, algumas já lançadas e outras que estreiam até 2021. E esta é outra lista para se conferir. Produções inéditas da Marvel: As séries que continuam a trama de “Vingadores: Ultimato” , como “Falcão e o Soldado Invernal”, “WandaVision”, “Loki” e “Gavião, Arqueiro”. Produções inéditas de “Star Wars”: “The Mandalorian”, que chega à 2ª temporada, mais duas séries em desenvolvimento centradas em Obi Wan Kenobi e Cassian Andor, e “Star Wars: The Clone Wars”, revival da série animada para seu grande final. Produções inéditas da Disney: o live-action “A Dama e o Vagabundo”, a comédia natalina “Noelle”, a aventura “Togo”, o musical “Hamilton”, “High School Musical: O Musical – A Série”, o filme teen “Secret Society of Second-Born Royals”, “The Imagineering Story”, série documental sobre os parques temáticos da Disney, e “Disney Family Sundays”, uma série em formato curto Produções inéditas da National Geographic: “The Right Stuff”, série sobre a corrida espacial dos anos 1980, adaptada do best-seller “Os Eleitos”, de Tom Wolfe. Produções inéditas da Pixar: “Pixar na Vida Real” e as séries de curtas animados “SparkShorts” e “Forky Asks a Question”, esta última derivada de “Toy Story 4”.
Earth to Ned: Conheça o talk show com alienígenas do Disney+ (Disney Plus)
A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster e o trailer de seu primeiro talk show, “Earth to Ned”, que também será o primeiro talk show mundial apresentado por alienígenas. Produzido pela The Jim Henson Company, produtora dos “Muppets”, o programa trará fantoches representando as criaturas extraterrestres Ned e Cornelius, que a cada episódio entrevistarão estrelas terrestres, abordando um tema único e fascinante para quem é de outro mundo. Enquanto faz perguntas que ninguém mais faria, Ned aprende um pouco mais sobre a cultura da Terra. O problema é que, segundo a sinopse, quanto mais aprende, mais obcecado ele fica. Entre as celebridades confirmadas no “Earth to Ned” estão Joshua Bassett, Rachel Bilson, Michael Ian Black, Rachel Bloom, Gina Carano, RuPaul, Taye Diggs, Lil Rel Howery, Bindi e Robert Irwin, Gillian Jacobs, NeNe Leakes, Thomas Lennon, Joel McHale, Andy Richter, Olivia Rodrigo, Eli Roth, Kristen Schaal, Paul Scheer, Jenny Slate, Raven Symoné, Reggie Watts e Billy Dee Williams. A estreia está marcada para 4 de setembro nos EUA. Ainda inédita por aqui, a plataforma tem previsão de chegar em novembro no Brasil.
Jon Favreau assume que Baby Yoda é inspirado em E.T.
O cineasta Jon Favreau, criador de “The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars”, assumiu que o Baby Yoda, personagem que fez grande sucesso na atração, foi inspirado em “E.T. – O Extraterrestre”. Em entrevista ao site Deadline, Favreau contou que a cena de introdução de Baby Yoda nasceu de uma ilustração do E.T. assinada pelo animador e diretor Dave Filoni, seu parceiro em “The Mandalorian”. “Dave havia desenhado este momento misturando Michelangelo e ‘E.T.’, e isso nos inspirou. Então Doug Chiang e todo o departamento de arte da série começou a gerar outros desenhos parecidos, e o pessoal da Legacy [empresa de efeitos especiais] construiu a cena.” Na mesma entrevista, Favreau falou sobre como lidou com a pressão de criar algo novo no universo de “Star Wars” criado por George Lucas. “Conseguir criar algo novo, ao mesmo tempo precisando respeitar o que veio antes, é um dos grandes desafios dos contadores de histórias atualmente. Somos inundados com tanto conteúdo, e tudo está na ponta dos nossos dedos. Como criador, você sabe que todo mundo tem um contexto cultural para julgar o seu trabalho. É como se você fosse um DJ tocando músicas dos Beatles. Ele [George Lucas] é os Beatles”, comentou.
Star Wars vai ganhar especial de Natal da Lego na Disney+
A Disney anunciou a produção de um novo especial de fim de ano de “Star Wars”, que desta vez será uma animação com bonecos da Lego. O lançamento, que teve sua primeira foto revelada (acima), estreará em novembro na plataforma Disney+ (Disney Plus), o serviço de streaming da empresa. O especial contará com Rey e outros personagens da trilogia mais recente de “Star Wars”, e terá como tema o Dia da Vida, um feriado importante na galáxia muito, muito distante. O Dia da Vida foi introduzido no primeiro especial de Natal de “Star Wars”, cujo viés cômico causou estranheza e foi repudiado pelos fãs da época – em 1978, um ano após o lançamento do filme originalmente conhecido como “Guerra nas Estrelas”. No novo especial, a heroína Rey será “lançada em uma aventura através de momentos adorados da histórica cinemática de ‘Star Wars’ ao longo de várias épocas”, segundo o comunicado da Disney. A trama vai se passar após os eventos de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, quando Rey deixa seus amigos para se preparar para o Dia da Vida. Ao viajar com BB-8 para obter um conhecimento mais profundo da Força, ela chega num misterioso templo Jedi e acaba lançada no passado, onde entra em contato com Luke Skywalker, Darth Vader, Yoda, Obi-Wan Kenobi e outros heróis e vilões icônicos de todos nove filmes da saga Skywalker. Claramente inspirada na premissa do “Fantasma do Natal Passado” criada por Charles Dickens em seu clássico “Um Conto de Natal”, a animação tem como maior atrativo o encontro de Rey com a versão jovem de Luke Skywalker. Todos os atores dos filmes, como Daisey Ridley (Rey) e Mark Hamill (Luke), vão dublar seus personagens. A atração vai estrear no dia 17 de novembro no Disney+ (Disney Plus), serviço de streaming que também tem previsão para chegar ao Brasil em novembro.
Lançamento da Disney+ (Disney Plus) é confirmado para novembro no Brasil
A Disney oficializou o lançamento da sua plataforma de streaming no Brasil em novembro. Em comunicado dirigido para os mercados da América Latina e Caribe, Diego Lerner, presidente da The Walt Disney Company Latin America, confirmou a data, estabelecida como meta desde o ano passado, e adiantou planos de produção de conteúdo local para a Disney+ (Disney Plus). “Sabemos que nosso público da América Latina está ansioso pela chegada do Disney+ (Disney Plus), o único serviço de streaming que oferecerá acesso exclusivo a todas as estreias dos conteúdos disponíveis de Disney, Marvel, Pixar, Star Wars e National Geographic. Além disso, todos os clássicos animados da Disney estarão juntos pela primeira vez em um único e exclusivo destino. A proposta de entretenimento será complementada por uma oferta robusta de séries e filmes originais do Disney+ (Disney Plus), um selo de produção própria, com uma variedade de títulos que podem ser vistos apenas em nossa plataforma, bem como conteúdo original produzido localmente em vários países da região para os mais diversos públicos”, disse Lerner. A partir do seu lançamento na América Latina, a Disney+ (Disney Plus) se tornará a única opção de acesso em streaming para os conteúdos cinematográficos de todas as marcas do conglomerado, encerrando assim a provisória parceria com a Amazon, que atualmente disponibiliza os filmes da Disney no Brasil. Mais detalhes sobre o lançamento serão anunciados “em breve”, de acordo com o release. Mas uma lista preliminar, incluída no texto, reforça que a plataforma trará para o Brasil os grandes sucessos da plataforma, como as séries “The Mandalorian” e “High School Musical: The Musical: The Series” e o musical “Hamilton”. Além disso, os próximos lançamentos da plataforma ocorrerão simultaneamente no Brasil. Isto abrange aguardadas séries da Marvel, como “Falcão e o Soldado Invernal” e “Wandavision”, por exemplo, além de “The Right Stuff”, minissérie da National Geographic sobre o começo do programa espacial americano.
Netflix vai exibir musical da princesa Diana antes da estreia na Broadway
“Diana: A New Musical”, produção teatral sobre a vida da princesa Diana, vai estrear na Netflix antes de chegar na Broadway. Uma performance completa do musical será encenada e gravada à portas fechadas em Nova York, enquanto os teatros permanecem impedidos de funcionar devido à pandemia de coronavírus. A atual previsão para a estreia física da produção, nos palcos nova-iorquinos, é apenas para 25 de maio de 2021. “Falamos por toda a nossa equipe e nosso elenco quando dizemos que não poderíamos estar mais animados para compartilhar o espetáculo com amantes do teatro ao redor do mundo. Embora não haja substituto para o teatro ao vivo, nos sentimos honrados de fazer parte do entretenimento de qualidade que a Netflix dá aos seus assinantes”, manifestou-se em comunicado a Grove Entertainment, empresa produtora do musical. Na trama, a atriz Jeanna de Waal (que apareceu em dois episódios de “Punho de Ferro”) interpreta a princesa Diana, enquanto a veterana Judy Kaye (vencedora de dois Tonys, o Oscar do teatro americano) vive a rainha Elizabeth II. A iniciativa da Netflix acontece após a plataforma Disney+ (Disney Plus) exibir uma gravação de “Hamilton”, o espetáculo mais bem-sucedido da Broadway nos últimos anos. A gravação também foi feita à portas fechadas e o resultado teria ajudado a bater metas de assinaturas da Disney+ (Disney Plus), que em oito meses atingiu um objetivo originalmente previsto para cinco anos.
Novo trailer de Mulan confirma lançamento em streaming
A Disney divulgou um novo trailer americano da versão live-action de “Mulan”, que confirma o lançamento na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Após vários adiamentos devido a pandemia de covid-19, a superprodução terá uma estreia diferenciada em setembro, chegando na Disney+ (Disney Plus) nos países que já operam o serviço. Já os territórios em que a plataforma ainda não está disponível exibirão o filme nos cinemas. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia de “Mulan” dependerá da reabertura dos cinemas, atualmente fechados em prevenção contra o coronavírus. Caso isso não aconteça a tempo, o filme pode ser lançado em VOD para evitar uma reprise do fenômeno de “Black Is King”, filme exclusivo da Disney+ (Disney Plus), que mesmo sendo inédito no país, foi bastante “visto” por brasileiros. A verdade é que mesmo assinantes da Disney+ (Disney Plus) terão que pagar uma grana extra, além de sua assinatura mensal, se quiserem assistir “Mulan”. Durante sua conferência sobre o balanço trimestral da empresa para acionistas, o CEO da Disney, Bob Chepak, revelou que o filme inaugurará uma seção de “premières” (leia-se VOD) dentro da Disney+ (Disney Plus). O novo trailer denomina a seção de “Premier Access”. Chepak disse que a iniciativa foi uma forma de valorizar o filme ao tentar novas vias de distribuição durante a pandemia. “Nos EUA, Canadá, Nova Zelândia e outros países, ofereceremos o épico Mulan em um acesso de première no Disney+ (Disney Plus), a partir de 4 de setembro, ao preço de US$ 29,99 nos EUA”. Esta decisão favorece o lançamento em VOD em mercados que não tem Disney+ (Disney Plus) nem tampouco aval para reabrir os cinemas. E representa uma grande derrota para as salas exibidoras, que precisam de títulos inéditos e de apelo comercial para atrair o público de volta aos cinemas. Mas a Disney já adiou o filme duas vezes e os cinemas das principais redes dos EUA ainda não reabriram, nem tem expectativa de receber autorização para retomar seus funcionamentos. Diante disso, a Disney fixou 4 de setembro como data definitiva, onde for possível lançar. Primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, a neozelandesa Niki Caro (de “O Zoológico de Varsóvia”), “Mulan” destaca em seu elenco a jovem Liu Yifei (“O Reino Perdido”) como a heroína do título e dois grandes astros do cinema chinês de ação, Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), além do havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que vive uma bruxa capaz de virar águia.
Zac Efron vai estrelar remake de Três Solteirões e um Bebê
O ator Zac Efron vai estrelar um remake da comédia de sucesso “Três Solteirões e um Bebê”, de 1987. A produção é da Disney e visa lançamento na plataforma de streaming do estúdio, Disney+ (Disney Plus). Curiosamente, o filme de 1987 já era um remake, baseado numa comédia francesa de Coline Serreau, feita dois anos antes – e lançada no Brasil como “3 Homens e um Bebê”. A versão americana foi dirigida por Leonardo Nimoy (o Sr. Spock de “Star Trek”) e estrelada por Tom Selleck, Steve Guttenberg e Ted Danson como três amigos solteiros que moravam juntos. Quando um bebê é abandonado na porta de seu apartamento, eles decidem cuidar da criança. O sucesso foi tanto que “Três Solteirões e um Bebê” se tornou o primeiro filme live-action da Disney a arrecadar mais de US$ 100 milhões nos Estados Unidos. A comédia acabou ganhando continuação com o mesmo elenco, “Três Solteirões e uma Pequena Dama” (1990), mostrando o que aconteceu quando o bebê se tornou menina. A nova filmagem vai marcar o retorno de Efron à Disney, empresa que o lançou para o estrelado em “High School Musical” (2006). O roteiro foi escrito por Will Reichel (“Hot Air”), mas ainda não há um diretor definido. O último filme que trouxe Efron como protagonista foi “Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal”, lançado em julho do ano passado. Desde então, ele fez a dublagem de Fred em “Scooby! O Filme”, uma série documental (“Curta Essa com Zac Efron”) e um reality show de sobrevivência (o ainda inédito “Killing Zac Efron”).
Phineas e Ferb: Candace contra o Universo ganha primeiro trailer
A Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Phineas e Ferb: Candace contra o Universo”, que será centrado na irmã mais velha dos protagonistas. Sentindo-se ignorada pela mãe e deixada de lado pelos irmãos, Candace acaba abduzida por alienígenas, fazendo Phineas e Ferb embarcarem numa missão de salvamento intergaláctico. “Phineas e Ferb: Candace contra o Universo” é o segundo longa animado derivado da série “Phineas e Ferb”, sucesso do Disney Channel, mas será o primeiro a estrear em streaming, na plataforma Disney+ (Disney Plus). A estreia está marcada para o dia 28 de agosto nos EUA. Já a plataforma Disney+ (Disney Plus) só deve ser lançada em novembro no Brasil.
Disney confirma estreia de seu streaming na América Latina, mas Brasil pode ficar de fora
O CEO da Disney, Bob Chapek, reconfirmou o que estava marcado desde o ano passado: que a Disney+ (Disney Plus) será lançada na América Latina em novembro. Esta data tinha sido definida em novembro de 2019, quando a plataforma estreou nos EUA. O objetivo sempre foi expandir o serviço para o sul do continente americano um ano após sua inauguração. O reforço no plano original foi feito na terça (4/8), durante a apresentação do relatório fiscal da companhia para o terceiro trimestre, quando Chapek revelou que a Disney+ (Disney Plus) tinha atingido 60 milhões de assinantes, superando sua meta de público de 5 anos em 8 meses. Além disso, os serviços somados da Disney+ (Disney Plus), Hulu e ESPN+ ultrapassaram 100 milhões de assinantes, transformando-se rapidamente num dos principais negócios da companhia. “Esse é um marco significativo e uma reafirmação da nossa estratégia ‘direto-ao-consumidor’, que vemos como chave para o crescimento da nossa companhia”, afirmou o empresário na apresentação. Graças a esse sucesso, a empresa teve menos resistência para tomar a decisão de lançar “Mulan” na plataforma, criando uma categoria de première (que nada mais é que VOD) com preço premium (pago à parte) para os assinantes. Mas, apesar da data de chegada na América Latina estar estabelecida desde o ano passado, o Brasil pode ficar fora desse lançamento. A Claro está contestando a operação porque a Disney+ (Disney Plus) não possui conteúdo nacional em seu catálogo. De acordo com o jornal O Globo, a denúncia foi feita na Anatel e conselheiros da agência irão deliberar sobre o caso em agosto. Se a decisão for no sentido de que a Disney+ (Disney Plus) precisará de conteúdo nacional para seu lançamento, o Brasil pode ser o único país da América Latina a ficar sem o serviço em 2020. O objetivo da Claro é enquadrar a Disney+ (Disney Plus) na chamada Lei da TV Paga, que obriga canais por assinatura a trazer conteúdo nacional como parte da programação. A empresa alega que, caso isso não aconteça, estará sofrendo concorrência desleal. Atualmente, a Netflix, a Amazon Prime Video e a Apple TV+, que são plataformas equivalentes à Disney+ (Disney Plus) em atividade no Brasil, não são enquadradas como TV paga. Mas o lobby das operadoras de TV quer mudar essa situação. Um projeto de lei que tramita na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados também discute sujeitar os serviços de conteúdo distribuídos pela internet às mesmas regras da TV paga – que estabelece, entre outros pontos, cotas de conteúdo nacional para os canais e pacotes. Esta discussão se estende há um ano e já recebeu emendas e substitutivos com propostas que sugerem o contrário – isto é, legislação diferente para a internet. A demora por uma definição também coloca em compasso de espera outras iniciativas do setor, como os lançamentos da HBO Max, Peacock e CBS All Access no Brasil.
Mulan será lançado em setembro na Disney+ (Disney Plus)
A Disney revelou seus planos de lançamento para “Mulan”. Após vários adiamentos, devido a pandemia de covid-19, a superprodução terá uma estreia diferenciada em setembro, chegando na Disney+ (Disney Plus) nos países que já operam o serviço. Já os territórios em que a plataforma ainda não está disponível exibirão o filme nos cinemas. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia de “Mulan” dependerá da reabertura dos cinemas, atualmente fechados em prevenção contra o coronavírus. Caso isso não aconteça a tempo, o filme pode ser lançado em VOD para evitar uma reprise do fenômeno de “Black Is King”, filme exclusivo da Disney+ (Disney Plus), que mesmo sendo inédito no país, foi bastante “visto” por brasileiros. A verdade é que mesmo assinantes da Disney+ (Disney Plus) terão que pagar uma grana extra, além de sua assinatura mensal, se quiserem assistir “Mulan”. Durante sua conferência sobre o balanço trimestral da empresa para acionistas, o CEO da Disney, Bob Chepak, revelou que o filme inaugurará uma seção de “premières” (leia-se VOD) dentro da Disney+ (Disney Plus). Chepak disse que a iniciativa foi uma forma de valorizar o filme ao tentar novas vias de distribuição durante a pandemia. “Nos EUA, Canadá, Nova Zelândia e outros países, ofereceremos o épico Mulan em um acesso de première no Disney+ (Disney Plus), a partir de 4 de setembro, ao preço de US$ 29,99 nos EUA”. Esta decisão favorece o lançamento em VOD em mercados que não tem Disney+ (Disney Plus) nem tampouco aval para reabrir os cinemas. A decisão, claro, representa uma grande derrota para as salas exibidoras, que precisam de títulos inéditos e de apelo comercial para atrair o público de volta aos cinemas. Mas a Disney já adiou o filme duas vezes e os cinemas das principais redes dos EUA ainda não reabriram, nem tem expectativa de receber autorização para retomar seus funcionamentos. Diante disso, a Disney fixou 4 de setembro como data definitiva, onde for possível lançar.
Com 60 milhões de assinantes, Disney+ (Disney Plus) supera meta de 5 anos em 8 meses
O sucesso da plataforma Disney+ (Disney Plus) superou todas as expectativas, atingindo 60,5 milhões de assinantes mundiais. Os números foram atualizados pelo CEO da Disney, Bob Chapek, durante uma apresentação para acionistas nesta terça-feira (4/7). O detalhe é que, na ocasião do lançamento da plataforma em novembro do ano passado nos EUA, a Disney estimou que atingiria 60 milhões de assinantes… em 2024. Assim, o streaming já cumpriu sua meta de cinco anos, que nas projeções da empresa seria quando começaria a dar lucro após um período de grande investimento. Além dos números impressionantes da Disney+ (Disney Plus), o relatório trimestral também apontou crescimento da Hulu, que agora possui 35,5 milhões de assinantes de seu serviço. Como a Hulu ainda não foi lançada no mercado internacional (o plano é para 2021), esse número é apenas de assinantes americanos. Já a plataforma esportiva ESPN+ chegou em 8,5 milhões. Os números de streaming são o único motivo de celebração entre os acionistas da Disney, refletindo o impacto da covid-19 nos negócios da empresa. A pandemia fechou cinemas e parques temáticos, que movimentavam a maior parte dos lucros da companhia. Puxadas por sucessos exclusivos como “The Mandalorian”, a primeira série live-action do universo “Star Wars”, e musicais como “Hamilton” e “Black Is King”, de Beyoncé, as assinaturas da Disney+ (Disney Plus) só perdem atualmente para os 193 milhões de clientes da Netflix e os 150 milhões da Amazon Prime. A Disney+ (Disney Plus), entretanto, ainda não chegou em muitos territórios. Depois de seu lançamento na Europa em abril, a empresa pretende trazer o serviço para a América Latina em novembro. Isto deve incluir o Brasil, se não houver surpresas no Congresso ou na Anatel, com mudanças na legislação referente a serviços de vídeo na Internet.












