HBO americana adquire a animação brasileira Lino
O canal pago americano HBO adquiriu os direitos de exibição do longa brasileiro de animação “Lino: Uma Aventura de Sete Vidas”. O filme, originalmente dublado por Selton Mello, até já ganhou um trailer com vozes em inglês para ser exibido nos Estados Unidos. “Lino” conta a história do rapaz mais azarado do mundo, que sofre o tempo inteiro, seja nos acidentes que acontecem em sua casa, seja no trabalho, como animador fantasiado de buffet infantil. Querendo mudar sua sorte, ele recorre a um suposto mago, que acaba complicando ainda mais sua vida, ao transformá-lo justamente na fantasia do gato gigante que serve de saco de pancadas das crianças. Lino vira um “monstro”, conforme ele próprio descreve. Lançado em setembro de 2017 no Brasil, o filme dirigido por Rafael Ribas se tornou a animação mais bem-sucedida do país, com mais de R$ 4,3 milhões de arrecadação. Mas o sucesso não se resumiu ao mercado nacional. “Lino” virou fenômeno no México, onde estreou em 400 salas, e teve tratamento de blockbuster na Rússia, com exibição em 1,2 mil salas. Lotou, ainda, cinemas na França, Alemanha, Espanha, Itália e Coréia do Sul, e agora também fechou distribuição mínima de 50 salas para o Canadá. Orçado em US$ 7 milhões, o que é considerado troco de boteco para os estúdios americanos de animação, “Lino” foi produzido pela Fox International Productions e pela produtora brasileira StartAnima. O trailer em inglês pode ser visto neste link.
Divino Amor: Sci-fi brasileira tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes
Depois de ter encantado a crítica americana no Festival de Sundance 2019, a sci-fi brasileira “Divino Amor”, dirigida pelo pernambucano Gabriel Mascaro (“Boi Neon”), arrancou elogios dos críticos europeus em sua exibição no Festival de Berlim. O êxtase coletivo resultou em cotação máxima no site Rotten Tomatoes, um aval entusiasmado de 100% de aprovação. Descrevendo o país do futuro, “Divino Amor” se passa em 2027, após uma combinação de Estado e religião tornar os brasileiros profundamente conservadores. Neste futuro, o Carnaval perdeu a primazia para a maior festa brasileira, a do Amor Supremo, uma espécie de rave cristã que marca a espera pela segunda vinda de Jesus. Além disso, os funcionários públicos precisam passar por scanners que determinam o estado civil de cada um, e quem tiver crise deve se consultar com um pastor a qualquer hora do dia, em um drive-thru ao estilo do MacDonald’s. Estrelado por Dira Paes (“Redemoinho”) e Julio Machado (“Joaquim”), o filme participa da Berlinale na prestigiosa Mostra Panorama. “Um profundo questionamento cinemático sobre a natureza da alma conflitada do Brasil”, descreveu o site IndieWire em sua análise. “Mascaro realizou uma parábola futurista arrepiante que ressoa muito além de seus créditos finais, em suas reflexões sobre a fé”, destacou o site Ion Cinema. “Ele nunca soa forçado em seus comentários sobre evangelismo e burocracia inflexíveis, mas suas críticas são tanto inteligentes quanto inescapáveis”, ponderou o site Screen Daily. “Ultrapassando os limites da exploração da fé, o filme de Gabriel Mascaro provavelmente provocará uma controvérsia muito séria no Brasil, mas… é muito mais complexo do que seus aspectos mais imediatos e os momentos carnais sugerem”, ponderou o site Cineuropa. “Lindamente fotografado e produzido, impressionantemente bem interpretado e com muitas coisas fascinantes em mente, este filme é a prova definitiva que Mascaro, aos 35 anos, é um dos dos mais audaciosos e talentosos cineastas brasileiros de sua geração”, rasgou a revista The Hollywood Reporter. “Se a distopia-discoteca fosse um subgênero, o filme seria seu ápice… A nova era do cinema de protesto brasileiro começa aqui, e ‘Amor Divino’ deu o pontapé inicial com sapatilhas de dança”, decretou a revista Variety. Com a reação exacerbada, “Divino Amor” capitaliza uma aprovação internacional que tem sido rara para o cinema brasileiro nos últimos anos. E que é fundamental para impulsionar candidatos à disputa do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. O detalhe é que dificilmente o governo Bolsonaro aprovaria crítica tão contundente a seus valores como representante do país, o que pode manter o baixo nível da seleção em 2020. Até os americanos perceberam as referências. “‘Divino Amor’ chega logo após Bolsonaro ter abolido o Ministério de Direitos Humanos do Brasil para formar o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos sob direção da pregadora evangélica rigorosamente anti-aborto Damares Alves – uma iniciativa que não soaria fora de lugar em uma fantasia sombria como esta”, escreveu a revista Variety.
Saiba onde ver e os detalhes polêmicos da transmissão do Oscar 2018
Evento mais importante de Hollywood, o Oscar 2018 será transmitido ao vivo por três canais no Brasil. Além disso, terá cobertura de seu tapete vermelho e promoção pelas redes sociais. A cerimônia vai acontecer no Dolby Theatre, em Los Angeles, com apresentação de Jimmy Kimmel, repetindo sua participação do ano passado, a partir das 22 horas (horário de Brasília). Mas a transmissão da Globo só começará depois do “BBB”, por volta da meia-noite, quando os vencedores das primeiras categorias, inclusive Melhor Ator e Atriz Coadjuvantes, já tiverem sido definidos. O programa terá apresentação e comentários dos jornalistas Maria Beltrão (da GloboNews) e Artur Xexéo (jornal O Globo), além da atriz Dira Paes (do filme “Redemoinho” e da novela “Velho Chico”). O canal pago TNT vai começar sua transmissão muito mais cedo, a partir das 20h30, com comentários e entrevistas do blogueiro Hugo Gloss e da top model Carol Ribeiro no tapete vermelho da premiação. A premiação começa as 22h com apresentação de Marina Person e comentários sobre os filmes, como sempre ferinos, a cargo do crítico Rubens Ewald Filho. A exibição terá tradução simultânea e opção de áudio original. O feed da transmissão também estará disponível pelo canal pago TBS, que pertence ao mesmo grupo, e por streaming, via aplicativo TNT Go. O tapete vermelho ainda contará com a tradicional cobertura do canal pago E!, que este ano também faz parte das notícias do evento por dois motivos polêmicos. O principal se deve a sua opção de manter na cobertura o apresentador Ryan Seacrest, acusado de assédio por sua ex-estilista. Mas o canal também enfrenta controvérsia por ter demitido uma produtora que colocou no ar, em outro tapete vermelho, críticas à diferença salarial entre seus funcionários homens e mulheres. As reclamações foram feitas ao vivo pelas atrizes Debra Messing e Eva Longoria, durante o Globo de Ouro, após denúncia e demissão da apresentadora do “E! News” Catt Sadler. Logo depois, a produtora responsável pela exibição, Aileen Gram-Moreno, perdeu o emprego. Por sinal, o E! vai dedicar praticamente o inteiro à premiação, com uma contagem regressiva com vídeos dos concorrentes. Suas entrevistas do tapete vermelho também começam mais cedo, a partir das 19h. Mas com um detalhe: acontecerão com atraso de 30 segundos para que o novo produtor responsável pela transmissão possa cortar qualquer comentário embaraçoso – e manter o emprego. Nas redes sociais, a cobertura oficial em português acontece no Twitter, numa parceria com a TNT. Já a cobertura em inglês ficará por conta do Facebook da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e da emissora americana ABC, que transmitirão ao vivo a chegada dos famosos ao Oscar. Ao final da premiação, o Oscar volta a ocupar a programação do E! com a cobertura batizada de “after party”, sobre as grandes festas de Hollywood patrocinadas pelos estúdios e mídia, frequentadas pelos vencedores.
Atriz Dira Paes será a comentarista da Globo no Oscar 2018
Desde a morte de José Wilker, a Globo vem alternando atores como convidados em sua cobertura da premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Depois de participações de Lázaro Ramos, Gloria Pires (que bateu recordes de memes) e Miguel Falabella, este ano o canal contará com a atriz Dira Paes. Ao contrário do meme “não sou capaz de opinar”, que se tornou viral com Gloria Pires, a expectativa é que a nova convidada demonstre seus conhecimentos cinematográficos. Afinal, Dira focou sua carreira no cinema. Com 38 filmes no currículo e a participação assídua no circuito de festivais de cinema pelo Brasil, ela já teria impressionado os colegas de transmissão pelo conhecimento técnico. “No nosso ensaio, ela falou de mixagem de som como uma especialista!”, disse Maria Beltrão, em entrevista ao jornal O Globo. Com 12 anos de experiência na transmissão, a apresentadora da GloboNews será a mediadora da turma, repetindo ainda a parceria dos últimos anos com o Artur Xexéo, crítico de O Globo. Como o carnaval já passou, a Globo irá transmitir a cerimônia ao vivo – após privilegiar o desfile das escolas de samba do Rio no ano passado, quando optou por exibir o Oscar em forma de compacto, no dia seguinte. Mesmo assim, quem optar pelo canal vai perder vários prêmios. É que a emissora mantém o costume de iniciar a transmissão depois do “BBB”, por volta da meia-noite, quando os vencedores das primeiras categorias, inclusive Melhor Ator e Atriz Coadjuvantes, já tiverem sido definidos. Além da Globo, o Oscar será transmitido ao vivo pelo canal pago TNT.
Animação brasileira Lino tem lançamento digno de blockbuster na Rússia
O longa de animação brasileiro “Lino” está ganhando o mundo como blockbuster. Ele estreou no fim de semana na Rússia em grandes proporções, com exibição em 1,2 mil salas de cinema 3D e 2D. No Brasil, o longa produzido pela StartAnima e lançado pela Fox em 7 de setembro virou a maior bilheteria de animação nacional de todos os tempos, com mais de R$ 4,3 milhões de arrecadação. “Estou muito feliz em ver ‘Lino’ ganhar o mundo”, disse o diretor Rafael Ribas em comunicado. E as novidades não param por aí: além do grande lançamento na Rússia, o filme está em negociação com outros países. “Estamos também desenvolvendo uma série de TV baseada na história do filme. Quem sabe a gente não convence o Selton Mello a dublar também a série. O personagem nasceu para ele!”, adiantou Ribas. Além da voz de Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”) no papel principal, o filme conta ainda com as vozes de Dira Paes (“À Beira do Caminho”) e Paolla Oliveira (“Uma Professora Muito Maluquinha”). O filme conta a história do rapaz mais azarado do mundo que sofre o tempo inteiro, seja nos acidentes que acontecem em sua casa, seja no trabalho, como animador fantasiado de buffet infantil. Querendo mudar sua sorte, ele recorre a um suposto mago, que acaba complicando ainda mais sua vida, ao transformá-lo justamente na fantasia do gato gigante que serve de saco de pancadas das crianças. Lino vira um “monstro”, conforme ele próprio descreve, com a voz precisa de Selton Mello.
Animação brasileira Lino – O Filme antecipa duas cenas divertidas
A Fox Film do Brasil divulgou duas cenas da animação “Lino – O Filme”, que parece um desenho da Pixar, mas é brasileiro. Tem até o indefectível subtítulo “O Filme” para comprovar! E não é só o acabamento gráfico que chama atenção. A premissa é um pouco mais “profunda” que o habitual, trazendo um cara azarado, o Lino do título, que sofre o tempo inteiro, seja nos acidentes que acontecem em sua casa, seja no trabalho, como animador fantasiado de buffet infantil. Querendo mudar sua sorte, ele recorre a um suposto mago, que acaba complicando ainda mais sua vida, ao transformá-lo justamente na fantasia do gato gigante que serve de saco de pancadas das crianças. Lino vira um “monstro”, conforme ele próprio descreve, com a voz precisa de Selton Mello (“O Palhaço”). E este é só o começo da história. Em sua jornada para reverter o feitiço, Lino será confundido com o “maníaco da fantasia”, como mostra uma das prévias, e passará a ser procurado pela polícia, dando início a uma grande aventura, que culmina numa luta contra bruxos. O longa tem direção de Rafael Ribas (“O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes”) e conta ainda com as vozes de Dira Paes (“À Beira do Caminho”) e Paolla Oliveira (“Uma Professora Muito Maluquinha”). A produção é da StartAnima, um dos mais premiados estúdios de animação brasileiro, que está há 50 anos no mercado. “Lino – O Filme” estreia na quinta (7/9) nos cinemas.
Selton Mello se transforma num “monstro” no trailer da animação Lino – O Filme
A Fox Film do Brasil divulgou o pôster e um novo trailer da animação “Lino – O Filme”, que parece um desenho da Pixar, mas é brasileiro. Tem até o indefectível subtítulo “O Filme” para comprovar! Mas parece sim americana, de tão profissional. E não é só o acabamento gráfico que chama atenção. A premissa é um pouco mais “profunda” que o habitual, trazendo um cara azarado, o Lino do título, que sofre o tempo inteiro, seja nos acidentes que acontecem em sua casa, seja no trabalho, como animador fantasiado de buffet infantil. Querendo mudar sua sorte, ele recorre a um suposto mago, que acaba complicando ainda mais sua vida, ao transformá-lo justamente na fantasia do gato gigante que serve de saco de pancadas das crianças. Lino vira um “monstro”, conforme ele próprio descreve, com a voz precisa de Selton Mello (“O Palhaço”). E este é só o começo da história. Em sua jornada para reverter o feitiço, Lino será confundido com o “maníaco da fantasia” e passará a ser procurado pela polícia, dando início a uma grande aventura, que culmina numa luta contra bruxos. O longa tem direção de Rafael Ribas (“O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes”) e conta ainda com as vozes de Dira Paes (“À Beira do Caminho”) e Paolla Oliveira (“Uma Professora Muito Maluquinha”). A produção é da StartAnima, um dos mais premiados estúdios de animação brasileiro, que está há 50 anos no mercado. “Lino – O Filme” estreia em 7 de setembro nos cinemas.
Estreia do diretor de Justiça no cinema, Redemoinho ganha trailer tenso
A Vitrine Filmes divulgou o pôster, fotos e o trailer de “Redemoinho”, que marca a estreia no cinema do diretor José Luiz Villamarim, das elogiadas minisséries “Nada Será Como Antes” e “Justiça”. A prévia é tensa, dramática e belamente fotografada, conjurando lembranças de um evento traumático, envolvendo uma ponte e um dia chuvoso. Vencedor do Prêmio Especial e o de Melhor Ator para Julio Andrade no Festival do Rio 2016, o filme gira em torno do reencontro de dois amigos de infância, Luzimar (Irandhir Santos) e Gildo (Júlio Andrade), após muitos anos afastados. Luzimar trabalha em uma fábrica de tecelagem e nunca saiu do interior. Gildo mora em São Paulo e acredita ter se tornado um homem mais bem sucedido. Na véspera do Natal, Gildo chega à Cataguases para ajudar a mãe, Dona Marta (Cássia Kis), a vender a casa da família. Já Luzimar, casado com Toninha (Dira Paes), por quem é apaixonado, tenta guardar de todos um segredo. Mas a volta do velho amigo pode mudar seus planos e lançá-lo em um arriscado acerto de contas. O filme é baseado no livro “Inferno Provisório – O Mundo Inimigo Vol. II”, do escritor mineiro Luiz Ruffato. A fotografia é de Walter Carvalho, responsável pelas imagens de “Central do Brasil” (1998), “Lavoura Arcaica” (2001), “Amarelo Manga” (2002), “Carandiru” (2003) e “Heleno” (2011), entre muitos outros. A direção de arte é de Marcos Pedroso (“Praia do Futuro”, “Que Horas Ela Volta?”) e a montagem de Quito Ribeiro (“Tim Maia”). O longa estreia no dia 9 de fevereiro.
Lino: Selton Mello se transforma num “monstro” em ótimo trailer de animação brasileira
A Fox Film do Brasil divulgou o primeiro trailer da animação “Lino – O Filme”. Que parece um desenho da Pixar. A não ser por detalhes, como os textos inseridos na trama – um close no jornal, por exemplo – serem em português! Sim, “Lino” é uma animação brasileira. Tem até o indefectível subtítulo “O Filme” para comprovar! Mas parece americana, de tão profissional. E não é só o acabamento gráfico que chama atenção. A trama parece mais “profunda” que o habitual, trazendo um cara azarado, o Lino do título, que sofre o tempo inteiro, seja nos acidentes que acontecem em sua casa, seja no trabalho, como animador fantasiado de buffet infantil. Querendo mudar sua sorte, ele recorre a um suposto mago, que acaba complicando ainda mais sua vida, ao transformá-lo justamente na fantasia do gato gigante que serve de saco de pancadas das crianças. Lino vira um “monstro”, conforme ele próprio descreve, com a voz precisa de Selton Mello (“O Palhaço”). E este é só o começo da história. Em sua jornada para reverter o feitiço, Lino será confundido com o “maníaco da fantasia” e passará a ser procurado pela polícia, dando início a uma grande aventura. O longa tem direção de Rafael Ribas (“O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes”) e conta ainda com as vozes de Dira Paes (“À Beira do Caminho”) e Paolla Oliveira (“Uma Professora Muito Maluquinha”). A produção é da StartAnima, um dos mais premiados estúdios de animação brasileiro, que está há 50 anos no mercado. “Lino – O Filme” ainda não tem data de estreia definida nos cinemas.






