Verdadeira Martha ameaça processar Netflix por “Bebê Rena”
Fiona Harvey acusa série de difamação e afirma que irá buscar reparação legal por “retrato desonesto e falso”
Roman Polanski é absolvido em tribunal francês
Diretor foi acusado de difamar a atriz Charlotte Lewis após ser acusado de estupro
Produtor das séries da Nickelodeon processa “Quiet on the Set: O Lado Sombrio da TV Infantil”
Dan Schneide nega ter cometido abuso infantil e acusa responsáveis pela série de difamação
Dado Dolabella abre processo por danos morais: “Causar polêmica”
Dado Dolabella afirmou na quinta-feira (1/2) que está abrindo um processo judicial por danos morais. O ator alegou que está sofrendo difamação nas redes sociais, mas não informou o nome da ré, embora tenha dado pistas. O artista publicou o processo no Instagram, onde ele disse que foi alvo de diversas publicações caluniosas que foram influenciadas por “acusações de uma senhora que incita o público a me chamar de criminoso”. Vale lembrar que sua ex-namorada, Luana Piovani, tem disparado criticas à Wanessa Camargo por se envolver com uma pessoa com histórico de agressão. “Recentemente, ao tomar conhecimento de várias publicações a meu respeito, em que os autores das publicações mentiram, influenciados por uma sequência de vídeos com acusações extremamente difamatórias e caluniosas de uma senhora que incita o público a me chamar de criminoso e que volta e meia usa suas redes para causar polêmica a benefício próprio, ingressei com ações para obter liminarmente os dados pessoais dos autores para tomada das medidas legais”. “Juiz deferiu a liminar e determinou à rede social que forneça todos os dados de uma das autoras das publicações que me caluniaram e difamaram. O juiz entendeu que a publicação revela potencial dano à minha imagem (…) A decisão proferida pelo juiz deixa claro que a rede social não é terra sem lei, e todos que continuarem estarão sujeitos a responder pelos crimes cometidos”, escreveu Dolabella. Confira a publicação na íntegra. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ĐΔĐØ (@dadodolabella)
Edu Guedes presta queixa contra Alexandre Correa por difamação, diz site
Edu Guedes prestou uma queixa-crime contra Alexandre Correa por difamação, segundo o portal Leo Dias. A decisão foi tomada após o empresário sugerir que foi traído por Ana Hickmann com o chef de cozinha. Os rumores começaram nos primeiros dias de janeiro, quando o colunista levantou um suposto envolvimento entre Ana e Edu, dois meses depois da apresentadora registrar denúncias de agressão contra o ex-marido. Quando a história viralizou, o empresário aproveitou o assunto para alegar que os dois poderiam estar juntos há mais tempo, antes mesmo da separação. “Chega para mim que havia anterioridade deste relacionamento, antes do ocorrido do dia 11 de novembro. Aí eu fiquei muito bravo, me disseram que vão me provar isso, que havia anterioridade amorosa entre os dois. Realmente, se isso chegar até mim, isso vai ser uma apunhalada no peito, mas vou ter que aceitar com humildade de resignação”, declarou Correa, na ocasião. Vale destacar que não há nenhuma confirmação a respeito de um envolvimento entre Ana Hickmann e Edu Guedes, que já confirmou que eles são apenas amigos. Até o momento, nenhum dos dois se manifestaram sobre o assunto.
Alessandro Lo-Bianco responderá processo de Patricia Poeta na esfera criminal
Alessandro Lo-Bianco, jornalista da RedeTV!, responderá na esfera criminal ao processo movido por Patricia Poeta, apresentadora da Globo. A decisão foi tomada pela juíza Ana Claudia dos Santos Sillas, da 26ª Vara Criminal de São Paulo. Patricia Poeta acusa Lo-Bianco de difamação, numa ação aberta no primeiro semestre deste ano. De acordo com a decisão da magistrada, a queixa-crime de Poeta preenche os requisitos do artigo 41 do Código de Processo Penal. A juíza afirmou que há prova da materialidade do crime e indícios suficientes de autoria delitiva. Dessa forma, a denúncia contra Alessandro Lo-Bianco foi recebida. Atualmente, o Código Penal prevê pena de detenção de três meses a um ano e multa para o crime de difamação, ou seja, “difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação”. Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, “a propala ou divulga”. Sem acordo entre as partes A decisão foi tomada após as partes não entrarem em acordo. A equipe de advogados da apresentadora do “Encontro” teria solicitado um pedido público de desculpas ao colunista do “A Tarde é Sua”, mas a proposta foi recusada. A equipe de Lo-Bianco afirmou que não há acordo com a censura e que acredita na decisão do judiciário. Mesmo durante o processo, Patricia Poeta alegou que continuava sendo atacada por Lo-Bianco. Segundo a apresentadora, o jornalista continuou a persegui-la e a assediá-la, inventando fatos inexistentes ou comentando postagens realizadas por ela em páginas de terceiros. Poeta argumenta que Lo-Bianco age dessa forma para aumentar a audiência do programa televisivo do qual participa. Lo-Bianco rebateu Patricia Poeta em uma rede social, afirmando que o que ela vive há 12 meses é rejeição e que ela escolheu o profissional errado para tentar calar. A apresentadora da Globo também mencionou outros processos e uma condenação de Lo-Bianco, incluindo uma condenação por “injúria discriminatória” e acusações de agressão, cárcere privado e violência doméstica por um ex. A equipe de Lo-Bianco se posicionou oficialmente, afirmando que o jornalista tem sido vítima de uma estratégia focada em colocar sua vida pessoal em questão com o objetivo de descredibilizar sua imagem. A equipe acredita que a vida profissional de Lo-Bianco não o coloca em nenhum desmérito dentro do processo.
Klara Castanho vence processo contra Antonia Fontenelle por danos morais
A atriz Klara Castanho alcançou uma significativa vitória na tarde de sexta-feira (23/6), em ação judicial contra Antonia Fontenelle. A influenciadora foi condenada a pagar uma indenização de R$ 50 mil a Klara por exposição pública indesejada, relacionada a um abuso sexual que culminou em uma gravidez. A bolsonarista Antonia Fontenelle, que já pleiteou uma vaga de deputada federal pelo Rio de Janeiro, foi acusada de infringir a privacidade de Klara, ao revelar publicamente a violência sexual sofrida pela atriz e a consequente entrega de seu bebê para adoção. A decisão foi proferida pela juíza Flávia Viveiro de Castro, da 2ª Vara Cível da Barra, na zona oeste do Rio de Janeiro, mas ainda cabe recurso. Durante o processo, Klara se emocionou ao assistir trechos da transmissão ao vivo na qual Fontenelle a critica por entregar o recém-nascido, fruto da violência sexual, para adoção. A influenciadora chegou a acusar a atriz de “abandono de incapaz”. A sentença foi proferida com base na live, na ofensa aos princípios da dignidade da pessoa humana e na ausência de solidariedade da ré. Processo criminal continua Além do processo por danos morais contra Fontanelle, Klara Castanho também abriu uma queixa-crime contra Leo Dias, Antonia Fontenelle e Adriana Kappaz, conhecida como Dri Paz, por calúnia, difamação e injúria. As acusações se baseiam na exposição da atriz em notícias publicadas na internet. Klara foi obrigada a vir à publico revelar o que aconteceu após as publicações. Em junho do ano passado, ela publicou o que chamou de “o relato mais difícil da minha vida”, revelando que sofreu um estupro, engravidou e entregou o bebê para adoção. A confissão foi feita após a notícia se espalhar com exposição da atriz. A defesa da atriz alegou que o Leo Dias injuriou a artista ao inferir “que Klara Castanho seria uma atriz ‘que vende uma imagem que todo mundo acha que é santinha’, que tem uma ‘história de trama’ e que o que ela fez é de ‘perder a fé na humanidade'”. Fontenella foi ainda pior. “Ela não quis olhar para o rosto da criança”, afirmou a influencer bolsonarista no YouTube, classificando a história como “monstruosa” e crime. “Parir uma criança e não querer ver e mandar desovar para o acaso é crime, sim, só acha bonitinho essa história de adoção quem nunca foi em um abrigo, ademais quando se trata de uma criança negra. O nome disso é abandono de incapaz”, declarou. Dri Paz seguiu na mesma linha, publicando na rede social Kwai um vídeo “imputando” o crime de abandono de incapaz a atriz. Ela teria afirmado que a jovem pagou para “sumirem com a criança”, o que configura difamação e calúnia. Klara seguiu todos os trâmites e agiu de acordo com a lei para doar o filho fruto de estupro, e jamais pretendeu que o caso viesse à público. O pedido de condenação exige que Leo Dias, Antonia e Adriana cheguem a um acordo com o Ministério Público, aceitando cumprir a pena de maneira imediata, que poderá resultar desde multas até serviços comunitários.
Amber Heard lança primeiro filme após processo de Johnny Depp
A atriz Amber Heard vai lançar seu primeiro filme desde a batalha judicial contra o ex-marido Johnny Depp. Intitulado “In The Fire”, o longa terá première mundial no 69º Festival de Cinema de Taormina, no dia 24 de junho na Sicília. O festival também divulgou as primeiras imagens do filme, que é descrito como um thriller sobrenatural. Passada em 1899, a trama acompanha uma psiquiatra americana (Heard) convocada para resolver o caso de uma criança perturbada em uma fazenda na Colômbia. Enquanto tenta ajudar a criança, ela se depara com acusações de que a criança é possuída pelo diabo. Conforme os eventos nefastos se intensificam, a psiquiatra se vê em uma corrida contra o tempo para salvar a criança da fúria dos moradores e até de si mesma. Retorno de Amber Heard após batalha judicial Com a promoção do longa, Heard fará sua primeira aparição pública oficial após a batalha judicial contra o ex-marido Johnny Depp, que recentemente também fez seu retorno no Festival de Cannes com o longa “Jean du Barry”. A atriz participará do tapete vermelho de Taordmina ao lado do diretor, Conor Allyn (“À Beira da Vingança”), e do co-protagonista Eduardo Noriego (“A Bela e a Fera”). O processo de difamação foi iniciado por Depp no ano passado, devido a um artigo escrito por Heard ao jornal The Washington Post, em que afirmou ter sido vítima de violência doméstica sem mencionar o nome de Depp. O ator alegou que isso prejudicou sua reputação. Embora Heard tenha recebido grande apoio de ativistas e organizações voltadas para a defesa dos direitos das mulheres, o juri decidiu a favor de Depp. Em dezembro de 2022, os dois chegaram a um acordo, com Heard pagando a ele US$ 1 milhão, que ele disse que será doado para instituições de caridade. Campanha de boicote dos fãs de Johnny Depp Os fãs de Johnny Depp também lançaram campanhas de mídia social contra a atriz, incluindo uma petição online com mais de 4,5 milhões de assinaturas pedindo sua remoção do filme “Aquaman e o Reino Perdido” (2023). Em meio a essa pressão, diversos rumores apontavam que a atriz seria cortada da sequência de “Aquaman”, onde reprisaria seu papel como Mera. Apesar disso, a Warner Bros. manteve a atriz escalada como a personagem. No entanto, sua participação sofreu cortes e deverá ser muito pequena. Rumores de aposentadoria Devido à grande repercussão do caso, a atriz chegou a sair dos Estados Unidos. De acordo com o jornal britânico Daily Mail, ela “mudou-se silenciosamente” com a sua filha pequena, Oonagh, de 2 anos, para a Espanha. “Ela é bilíngue em espanhol e está feliz lá, criando sua filha longe de todo o barulho”, disse uma fonte próxima da atriz. O jornal ainda afirmou que ela vendeu sua casa em Yucca Valley, na Califórnia, em julho do ano passado. Pouco antes do acordo com Depp ser estabelecido, ela foi vista na ilha espanhola Maiorca ao lado de sua namorada, Eve Barlow, reforçando os rumores de que deixara os Estados Unidos. Festival de Cinema de Taormina O evento é um dos principais festivais de cinema na Itália e acontece entre os dias 23 de junho a 1º de julho. A programação do festival inclui a exibição de filmes como “Indiana Jones e o Chamado do Destino” e, por ironia, a estreia italiana de “Jeanne du Barry”, estrelado por Johnny Depp. O festival também terá uma retrospectiva da carreira dos diretores John Landis e Abel Ferrara. A exibição dos filmes de Ferrara ainda contará com participação do ator Willem Dafoe, já que contará com sete filmes que fizeram juntos. Além disso, o evento celebra os 100 anos da Warner Bros., exibindo 25 dos maiores filmes do estúdio.
Lucas Guimarães processa ex de Jojo Todynho por “namoro fake”
O influenciador Lucas Guimarães decidiu acionar a Justiça contra o militar Lucas Souza, o ex-marido de Jojo Todynho. A informação surgiu por meio da colunista Fábia Oliveira, do Em Off. Na ação, o marido de Carlinhos Maia está acusando Souza de calúnia e difamação após a exposição do esquema de “namoro fake”. Guimarães acrescentou que passou a receber diversos ataques cibernéticos depois que as acusações falsas de Souza vieram à tona. No processo, o influenciador pede uma indenização por danos morais no montante de R$ 52,08 mil, equivalente a 40 salários mínimos, além de uma retratação nas redes sociais. Guimarães também exige que as plataformas Facebook, Google e Twitter retirem a declaração do militar, o que não aconteceu até o momento. Além disso, foi solicitado na ação judicial que Lucas Souza se abstenha de divulgar matérias ou informações relacionadas à honra e à imagem de Lucas Guimarães. Caso descumpra a determinação, o militar terá que pagar uma multa diária de R$ 5 mil, no mínimo. O influenciador voltou a ser criticado depois de abrir o processo, que ele espera que tramite em segredo de Justiça. Na opinião dos seguidores, Guimarães estaria se aproveitando dos últimos acontecimentos para conseguir engajamento nas redes sociais. Há algumas semanas, o marido de Carlinhos Maia foi relacionado a outra polêmica, mas ele resolveu se manter em silêncio sobre a situação. A influenciadora Emily Garcia relatou que foi vítima de agressão de Babal Guimarães, irmão do Lucas. “Engraçado que posicionamento para ajudar a ex-cunhada que sofria com o irmão dele em relacionamento abusivo, ele não teve… Muito pelo contrário, debochou da vítima da história, enfim… A hipocrisia”, criticou uma usuária do Instagram.
Amber Heard faz acordo com Johnny Depp para encerrar processo
A atriz Amber Heard (“Aquaman”) chegou num acordo em relação ao seu processo de difamação com o ex-marido e também ator Johnny Depp (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”). O anúncio foi feito pela própria Heard, por meio de um post no seu Instagram. Na postagem, Heard disse que a decisão foi resultado de “muita deliberação” e que agora ela tem uma “oportunidade de me emancipar de algo que tentei deixar há seis anos e em termos com os quais eu posso concordar”. “É importante para mim dizer que nunca escolhi isso. Defendi minha verdade e, ao fazê-lo, minha vida como a conhecia foi destruída”, contou ela. “A difamação que enfrentei nas redes sociais é uma versão ampliada das formas pelas quais as mulheres são revitimizadas quando se apresentam.” Heard também negou que o acordo signifique uma admissão de culpa da sua parte ou uma concessão, afirmando que “não há restrições ou gafes com relação à minha voz no futuro”. O anúncio aconteceu menos de um mês depois que Heard e sua nova equipe jurídica lançaram um recurso formal contra o veredicto de 1º de junho, em um tribunal da Virgínia. Após semanas de testemunhos, Depp recebeu US$ 10 milhões em danos compensatórios e US$ 5 milhões em danos punitivos. Antes de liberar o júri, a juíza Penny Azcarate reduziu o valor da indenização punitiva para US$ 350 mil, o máximo permitido no estado de Virgínia. O mais estranho foi que, apesar da derrota, os jurados também deram a Heard US$ 2 milhões em seu processo de difamação contra Depp. Isso abriu espaço para a apelação de Heard. Porém, para complicar as coisas, parte dos requisitos para a abertura do recurso era que Heard pagasse US$ 8,35 milhões com juros de 6% ao ano antes que ela pudesse seguir em frente com a ação. E fontes do site Deadline apontam que ela não tinha esse dinheiro. Não foram divulgados detalhes sobre o acordo, ou sobre como isso afetou o próprio recurso de Depp, aberto em em 3 de novembro, sobre sua pena de US$ 2 milhões. Fontes do Deadline apuraram que Heard supostamente fez um pagamento de US$ 1 milhão a Depp para encerrar a questão. O julgamento aconteceu porque Depp se sentiu difamado por uma artigo escrito por Heard no jornal The Washington Post, no qual ela afirmou ser vítima de violência doméstica, sem mencioná-lo. O ator alegou que isso prejudicou sua reputação. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Amber Heard (@amberheard)
Antonia Fontenelle é condenada por sugerir que Felipe Neto usa drogas
A atriz e apresentadora Antonia Fontenelle foi condenada mais uma vez num processo movido pelo Youtuber Felipe Neto. Desta vez, por sugerir que ele faz uso de cocaína. A pena foi declarada pela 7ª Câmara Criminal do Rio de Janeiro na terça-feira (19/11). Ela terá que cumprir pena de quase um ano e meio em serviço comunitário, além de pagar uma multa de R$ 20 mil pelo crime de injúria. De acordo com a decisão do juiz Rudi Baldi Loewenkron, da 34ª Vara Criminal do TJ-Rio, Antonia cometeu os crimes ao chamar o Youtuber de “sociopata” e afirmar que ele “não usa drogas em serviço”. É curioso notar que essas não foram as primeiras condenações da atriz por difamar Felipe Neto. Os crimes começaram após um vídeo de julho de 2020, onde a apresentadora atacou afirmou (sem provas) que teria sido “coagida pelo Youtuber em uma reunião, que este teria tentado lhe aplicar um golpe e que ele já teria estragado a vida de muitas pessoas”. Em outubro de 2021, Antonia teve que arcar com R$ 63 mil pelo ataque e por chama-lo de “canalha” e “câncer da Internet”. Em dezembro do mesmo ano, voltou a ser condenada em 1ª instância na 39ª Vara Criminal do Rio por ter dito que Felipe Neto e Luccas Neto incentivavam a pedofilia. A pena foi convertida em prestação de serviços comunitários e lá se foram mais R$ 8 mil. Em janeiro deste ano, a influenciadora bolsonarista somou mais um ano e nove meses em regime aberto e um multa de R$ 40 mil por três crimes de difamação, um de injúria e outro de calúnia contra o Youtuber. Ela tenta recursos contra as decisões, mas se enfrentar queixas por novas injúrias deverá receber penas mais duras, na medida em que deixa de ser ré primária.
Johnny Depp apela na Justiça para não indenizar Amber Heard
Mesmo após conquistar US$ 10,35 milhões de indenização em seu processo contra Amber Heard, Johnny Depp não quer pagar os US$ 2 milhões que o júri concedeu a sua ex-esposa no mesmo julgamento. O ator entrou com um recurso na justiça para não ter que pagar nada. De acordo com o site TMZ, a defesa de Depp alega nos documentos apresentados ao Tribunal de Virgínia, EUA, que o júri decidiu erroneamente a favor da atriz em outro processo por difamação que ela moveu contra o ator. Heard processo Depp porque o ex-advogado do ator, Adam Waldman, disse à imprensa que ela forjou uma briga para justificar o fim de seu casamento. Na ocasião, Waldman afirmou: “Então, Amber e suas amigas derramaram um pouco de vinho e bagunçaram o lugar, criaram suas histórias diretamente sob a direção de um advogado e relações públicas, e em seguida fizeram uma segunda ligação para o [serviço de emergência] 911”. Na apelação, a defesa afirma que a decisão foi equivocada porque foi o advogado quem disse isso, não o ator. Ou seja, Depp “não deveria ser responsabilizado por essas observações”. A ação também explicou que a equipe de Amber não conseguiu provar que Waldman fez esses comentários com malícia – um requisito para vencer uma ação de difamação. Heard também entrou com apelação na Justiça para não pagar a indenização vencida por Depp. A defesa da atriz também afirmou que “o tribunal cometeu erros que impediram um veredito justo”, e em sua tese incluiu referências à Primeira Emenda da constituição dos EUA, que proíbe a restrição à liberdade de expressão e imprensa. Depp processou Heard por um artigo publicado no jornal The Washington Post em que ela se descreveu como sobrevivente de violência doméstica. Até o momento, nenhum dos dois pagou a quantia definida no julgamento.
Maíra Cardi é condenada em processo de difamação
O fim de seu casamento não foi a única má notícia da semana para Maíra Cardi. A influenciadora foi condenada na quinta (6/10) pelo Tribunal de Justiça de São Paulo por difamação em uma ação movida pelo nutrólogo Bruno Cosme. A sentença da juíza Fernanda Augusta Jacó Monteiro, publicada no Diário da Justiça de São Paulo, foi de 9 meses de detenção e 30 dias-multa, convertida em pagamento de R$ 24.240 em favor de Cosme. Com o pagamento, Maíra cumprirá a pena em liberdade. O processo foi consequência de ofensas recebidos por Cosme em abril do ano passado, quando ele fez críticas à influenciadora por divulgar um jejum de sete dias, chamando a publicação de “irresponsabilidade” e “desserviço”. Maíra rebateu as críticas usando as expressões “Bruno de merda”, “doutor de merda”, “jovem de merda” e “senhor rato”, além de sugerir que o profissional “não estuda cacete nenhum”. Na noite de ontem, Bruno Cosme celebrou a vitória em seus Stories. “Acabo de receber a notícia de que ganhamos o processo contra a senhora Maíra Cardi. Ela foi condenada na esfera penal pelo crime de difamação contra mim, tendo sido imputada uma pena de 9 meses de detenção”, escreveu. Questionada pelo colunista Lucas Pasin, Maíra criticou a decisão da juíza, afirmando que não xingou Bruno nas redes sociais porque não o conhecia antes do processo. E foi além, dizendo que pessoas querem se aproveitar para atingi-la devido ao anúncio de sua separação de Arthur Aguiar. “Infelizmente, quando se está na mídia as pessoas querem aparecer às nossas custas de qualquer forma, o que é bem triste! Na época, algumas pessoas concordaram, outras discordaram com meu jejum, o que está tudo bem. […] No caso desse profissional, além de falar mal de um trabalho tão sério como o jejum, que é estudado por muitos profissionais incríveis, ele também disse que eu estava fazendo algo sem supervisão o que é uma inverdade, tecendo ofensas a minha honra em suas redes sociais”, disse a influenciadora. “O mesmo resolveu me processar dizendo que eu o xinguei nas minhas redes sociais, o que não é verdade, pois eu não sabia quem ele era até chegar o processo até mim! […] É de se estranhar que ele resolveu divulgar essa decisão de forma incompleta bem no dia da minha separação”, completou. O processo ainda não transitou em julgado e ainda cabe recurso, o que a advogada de Maíra afirmou que pretende fazer.












