Netflix revela trailer do filme sobre Elize Matsunaga
True crime traz Lorena Comparato no papel principal e roteiro do autor de "A Menina que Matou os Pais"
Lorena Comparato vira Elize Matsunaga em filme da Netflix
Produção inspirada em crime real tem roteiro do autor de "A Menina que Matou os Pais", sobre Suzane von Richthofen
“O Agente Secreto” lidera indicações ao Prêmio Grande Otelo
Longa de Kleber Mendonça Filho disputa 18 categorias na premiação da Academia Brasileira de Cinema, que acontece em agosto
Estreias: “Ladrões”, “Os Roses” e “O Último Azul” chegam ao cinema
Lançamentos da semana incluem violência criminal com Austin Butler e comédia ácida com Benedict Cumberbatch, além de distopia brasileira premiada em Berlim
Festival de Gramado abre 53ª edição com filme premiado em Berlim e homenagem a Rodrigo Santoro
Evento começa com exibição de “O Último Azul”, e presta tributo a Santoro, Marcélia Cartaxo e Mariza Leão
Filme de Rodrigo Santoro premiado no Festival de Berlim ganha teaser e data de estreia
"O Último Azul", de Gabriel Mascaro, chega aos cinemas em agosto após consagração internacional
Rodrigo Santoro se emociona com prêmio no Festival de Berlim por “O Último Azul”
Ator celebra reconhecimento ao cinema brasileiro após vitória do filme de Gabriel Mascaro
“O Último Azul”, de Gabriel Mascaro, vence Urso de Prata no Festival de Berlim
Filme estrelado por Denise Weinberg e Rodrigo Santoro também recebe prêmios do júri ecumênico e do público
“O Último Azul”, com Rodrigo Santoro, atinge melhor avaliação da crítica no Festival de Berlim
Filme de Gabriel Mascaro lidera ranking da imprensa especializada entre os já exibidos no evento
Festival de Berlim começa com 13 filmes brasileiros
A 75ª edição do evento tem início nesta quinta (13/2) com homenagem à Tilda Swinton
Filme brasileiro “O Último Azul” vai competir no Festival de Berlim
Produção de Gabriel Mascaro é destaque em uma das mostras mais importantes do cinema internacional
Greta materializa universo LGBTQIA+ com força dramática
O longa-metragem de estreia de Armando Praça, “Greta”, é baseado na peça “Greta Garbo, Quem Diria, Acabou no Irajá”, de Fernando Melo, escrita e encenada como comédia. A mudança da comédia para o melodrama foi uma opção do cineasta, que achava que aquela história era muito mais próxima de uma situação dramática. Aliás, é interessante quando um diretor busca um espaço entre o drama e a comédia para contar suas histórias, como fazia Almodóvar em seus primeiros filmes. No caso de “Greta”, ainda há bastante espaço para o humor, mas se trata definitivamente de uma história sobre dor, sobre busca de sentido para uma vida que está próxima do fim e muita, muita solidão e rejeição. Mesmo sendo um filme com protagonistas homossexuais, certas coisas são universais. Afinal, difícil encontrar quem nunca passou por sentimentos de solidão e rejeição. Na trama, Marco Nanini é Pedro, um enfermeiro septuagenário que procura ajudar sua amiga transexual Daniela (Denise Weinberg), que passa por uma doença terminal e sofre muitas dores. A escalação de uma mulher cis para viver uma trans tem sido bastante questionada, mas difícil não se emocionar com a performance de Denise cantando “Bate Coração”, canção do repertório de Elba Ramalho. A carga dramática que ela empresta à canção e amplifica o sentido da letra é tocante. De todo modo, o elenco também inclui uma trans, Gretta Sttar, interpretando uma mulher cis. Mas o filme está mesmo mais interessado na trajetória de Pedro e sua busca por prazer para aliviar a dor, sua busca por alguém que o ame. Ele é um homem que costuma masturbar alguns pacientes do hospital em que trabalha, tenta marcar encontros e frequenta saunas gay, um espaço favorável para o sexo casual. Há uma cena com um misto de humor e drama bem marcante que se passa nesse espaço. Vale destacar que há cenas em que o sexo aparece bastante pulsante dentro dos leitos de hospital, inclusive. A vida de Pedro ganha novo sentido quando ele, para encontrar uma vaga para a amiga Daniela no hospital, leva um homem responsável pela morte de outra pessoa, ferido, para sua casa. Com esse homem potencialmente perigoso vivido por Démick Lopes, Pedro cria uma relação de ajuda, desejo e afeto. O homem, a princípio muito reticente em ter relações sexuais com aquele idoso, aos poucos começa a se aproximar. Há um diálogo muito bonito e doloroso em que Daniela pergunta a Pedro se ele ainda está tendo um caso com esse homem que cometeu um crime e é procurado pela polícia. “É o único que eu tenho”, Pedro diz, com um misto de alegria e tristeza. A entrega de Marco Nanini a esse papel é admirável. O grande ator não se incomodou em se entregar também de maneira física nas cenas que envolvem sexo e nudez. Isso contribui para que o filme ganhe ainda mais força na materialização desse universo marginal.
Greta: Vencedor do Festival Cine Ceará ganha pôster e trailer oficiais
A Pandora Filmes divulgou o trailer e o pôster de “Greta”, grande vencedor do Festival Cine Ceará 2019, encerrado na noite de sexta-feira (6/9) em Fortaleza. A produção cearense ganhou o Troféu Mucuripe nas categorias de Melhor Filme, Direção e Ator (para Marco Nanini). A trama acompanha um enfermeiro (Nanini) que, para liberar uma vaga para internar sua amiga, a travesti Daniela (Denise Weinberg), resolve ajudar um jovem criminoso (Demick Lopes) a fugir do hospital. O enfermeiro esconde o homem em sua casa e os dois acabam tendo um romance. Inspirado livremente na peça de teatro “Greta Garbo, Quem Diria, Acabou no Irajá”, sucesso dos anos 1970 de autoria de Fernando Melo, o filme também foi exibido no Festival de Berlim e premiado no Festival Internacional de Cinema Gay e Lésbico de Milão. O longa marca a estreia na direção de Armando Praça, roteirista da série “Me Chama de Bruna”, e tem previsão de estreia para 10 de outubro.








