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  • Série

    Séries online: Sanditon e as estreias para maratonar no feriadão

    2 de abril de 2021 /

    As estreias do feriadão da Páscoa oferecem boas opções de maratonas. A começar por “Sanditon”, uma minissérie britânica lançada sem o devido alarde nesta sexta (2/4) na plataforma Globoplay. Para quem gostou de “Bridgerton”, a atração oferece boas doses de romance, intrigas e corações partidos num balneário idílico do século 19. A trama é baseada no último romance não finalizado de Jane Austen (1775—1817), mais famosa escritora romântica de todos os tempos, autora de “Orgulho e Preconceito” e “Emma”, entre outros clássicos. Ela escreveu os 11 primeiros capítulos de “Sanditon” meses antes de sua morte, em 1817. A história retrata Charlotte Heywood (Rose Williams, de “Reign/Reinado”), uma mulher espirituosa e impulsiva que se muda de sua fazenda para Sanditon, uma sonolenta vila de pescadores que está tentando se reinventar como um resort à beira-mar, e para isso precisa atrair turistas abastados. A história inacabada já ganhou várias versões literárias, finalizadas por diferentes escritores – e até uma sobrinha de Austen. A versão do canal britânico ITV foi escrita por Andrew Davies, responsável pela versão da BBC de “Guerra e Paz”. Mas seu final abrupto dividiu opiniões, originando uma campanha de fãs para uma 2ª temporada, que, aparentemente, deve mesmo acontecer. Outra produção britânica de época, “O Paraíso e a Serpente”, conta a história do serial killer Charles Sobhraj, que foi responsável por pelo menos uma dúzia de mortes de turistas hippies na região sudoeste da Ásia durante os anos 1970. Desenvolvida pelo produtor-roteirista Richard Warlow, criador de “Ripper Street”, a série traz o francês Tahar Rahim (“O Profeta”, “The Mauritian”) no papel principal e Jenna Coleman (de “Doctor Who”) como sua cúmplice. A lista também inclui “Dragon Slayer”, o anime que inspirou uma adaptação cinematográfica excepcionalmente bem-sucedida – bateu recordes de bilheteria em 2021, tornando-se o filme mais visto do Japão em todos os tempos. Baseada no mangá escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge desde 2016, “Dragon Slayer” acompanha Tanjiro Kamado e sua irmã Nezuko, que levavam uma vida pacata até serem atacados por demônios. Após perder toda a sua família no massacre e ver a irmã contaminada, Tanjiro inicia uma jornada para tentar tornar Nezuko humana novamente e impedir que outros passem pelos mesmos transtornos, transformando-se num temido matador de demônios. Anteriormente disponível no Crunchyroll, a série animada agora chega na Netflix. Confira abaixo os trailers destas e de outras séries do Top 10 do streaming desta semana.     Sanditon | Reino Unido | 1ª Temporada (Globoplay)     O Paraíso e a Serpente | Reino Unido | Minissérie (Netflix)     Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba | Japão | 1ª Temporada (Netflix)     The Walking Dead: World Beyond | EUA | 1ª Temporada (Amazon Prime Video)     Agents of SHIELD | EUA | 6ª Temporada (Disney Plus)     O Sabor das Margaridas | Espanha | 2ª Temporada (Netflix)     East Los High: No Ritmo de L.A. | EUA | 4 Temporadas (Globoplay)     Perrengue | Brasil | Minissérie (Globoplay)     Eu Vi: América Latina | México | 1ª Temporada (Netflix)     Histórias para Vestir | EUA | 2ª Temporada (Netflix)

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  • Etc,  Filme

    China vira maior mercado mundial de cinema ao superar bilheterias dos EUA em 2020

    2 de janeiro de 2021 /

    É oficial. A bilheteria da China superou a arrecadação dos cinemas da América do Norte em 2020, transformando o país asiático no maior mercado de cinema do mundo. Graças à pandemia de coronavírus e fechamentos sem precedentes de salas de exibição, os ingressos de cinema vendidos nos EUA e Canadá entre 1º de janeiro e 31 de dezembro geraram cerca de US$ 2,3 bilhões, bem abaixo dos US$ 11,4 bilhões arrecadados em 2019, de acordo com estimativas da consultoria Comscore. O valor representa a menor arrecadação em pelo menos 40 anos. A queda dramática era esperada, considerando que muitos cinemas, incluindo as salas situadas nos dois maiores mercados nacionais, Los Angeles e Nova York, estão fechados há mais de nove meses nos Estados Unidos. A China também sofreu uma diminuição drástica em seus rendimentos, mas mesmo assim ficou à frente da América do Norte, faturando cerca de US$ 2,7 bilhões em vendas de ingressos, também de acordo com a Comscore. O principal blockbuster chinês, o épico de guerra “The Eight Hundred”, foi o filme mais visto do mundo, liderando as bilheterias mundiais com quase US$ 440 milhões. Vários outros filmes chineses, incluindo “My People, My Homeland”, integram o Top 10 mundial, assim como o hit japonês “Demon Slayer”, suplantando os sucessos de Hollywood, que sofreram grandes perdas com a pandemia. Os maiores hits hollywoodianos foram “Bad Boys Para Sempre”, da Sony, lançado antes do lockdown, que faturou US$ 413 milhões, de acordo com a Comscore, seguido por “1917”, distribuído em janeiro, que arrecadou cerca de US$ 385 milhões, e “Tenet”, que chegou aos cinemas após a reabertura do circuito em agosto, em meio à pandemia, e faturou US$ 362 milhões em todo o mundo. Globalmente, as vendas de ingressos de cinema devem ficar entre US$ 11,5 bilhões e US$ 12 bilhões em 2020, quase 400% menores que os US$ 42,5 bilhões de 2019.

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  • Filme

    Demon Slayer vira maior bilheteria de todos os tempos no Japão

    28 de dezembro de 2020 /

    A animação baseada no mangá e no anime “Demon Slayer” bateu recorde de bilheteria do cinema japonês no fim de semana, ao ultrapassar “A Viagem de Chihiro”, animação de Hayao Miyazaki vencedora do Oscar, que desde 2001 se mantinha no topo de arrecadações com US$ 295,5 milhões. “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train” atingiu, ao todo, US$ 313,9 milhões, de acordo com a distribuidora Aniplex. Graças aos baixos níveis de infecção de covid-19 no Japão, que mantém os cinemas em pleno funcionamento, o filme quebrou quase todos os recordes de bilheteria do Japão, tornando-se um fenômeno cultural inescapável no país. Lançada em 16 de outubro, a animação teve o maior faturamento bruto em um único dia (US$ 11,3 milhões) no Japão, o maior fim de semana de estreia (US$ 44 milhões), o título que chegou mais rapidamente a US$ 100 milhões (em apenas 10 dias) e o maior sucesso de Imax no país (com US$ 21 milhões). Vários meios de comunicação japoneses também especularam que o sucesso do Demon Slayer pode ter algo a ver com seus temas de resiliência em tempos difíceis. A produção é baseada em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge e serializado desde 15 de fevereiro de 2016 na revista semanal “Weekly Shōnen Jump”, com seus capítulos sendo reunidos em 18 volumes até o momento. A publicação também já tinha sido transformada num anime no ano passado, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o filme é uma continuação direta da 1ª temporada do anime “Demon Slayer” e tem o mesmo diretor da série, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A história acompanha Tanjiro Kamado e sua irmã, Nezuko, que levavam uma vida pacata até serem atacados por demônios. Além de perder todos seus familiares, Tanjiro viu sua irmã se transformar também em um demônio. Para tentar torná-la humana novamente e impedir que outros passem pelos mesmos transtornos, o menino se transforma em um matador de demônios.

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  • Etc

    Hong Kong fecha cinemas pela terceira vez

    2 de dezembro de 2020 /

    Hong Kong fechou seus cinemas novamente, por um período de duas semanas, a partir desta terça (2/12). Isso ocorre em meio a novas restrições do governo local devido ao aumento crescente de infecções por covid-19. Esta é a terceira vez que o governo determina o fechamento dos cinemas na região devido à pandemia. As salas exibidoras de Hong Kong pararam de funcionar pela primeira vez no final de março e reabriram no início de maio, encerrando suas atividades novamente em julho para reabrir no final de agosto. Os filmes que tiveram um bom desempenho entre este abrir e fechar de salas incluem “Tenet”, de Christopher Nolan, a sequência sul-coreana “Invasão Zumbi 2: Península” e o recente sucesso japonês “Demon Slayer The Movie: Mugen Train”. Caso realmente voltem a funcionar em duas semanas, os cinemas de Hong Kong reabrirão com o lançamento de “Mulher-Maravilha 1984”. Em 2017, o mercado da região contribuiu com US$ 6,5 milhões para o faturamento mundial do primeiro “Mulher Maravilha”. Na segunda-feira (1/12), o governo local exortou o público a “ficar em casa o máximo possível, evitar sair a menos que seja necessário, jantar fora com menos frequência, reduzir todas as atividades que levem a tirar a máscara e interromper todas as atividades sociais desnecessárias, especialmente refeições em reuniões familiares”. Juntamente com os cinemas, Hong Kong fechou centros de jogos, locais de diversão, locais de entretenimento público (incluindo museus e parques temáticos), estabelecimentos de karaokê, instalações de mahjong-tin kau e piscinas. O governo também criou uma linha direta para que os residentes possam denunciar festas, incluindo a bordo de iates particulares.

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  • Filme

    Demon Slayer supera Titanic e se torna segundo filme de maior bilheteria do Japão

    30 de novembro de 2020 /

    A animação baseada no mangá e no anime “Demon Slayer” continua a ser um fenômeno no Japão. No fim de semana, o filme ultrapassou “Titanic” e se tornou o segundo filme de maior bilheteria da história do país. Com US$ 264 milhões arrecadados em um mês e meio, a produção japonesa superou a quantia de US$ 251 milhões do longa de James Cameron, que em 1997 se tornou o maior sucesso do Japão. “Titanic” ficou só quatro anos na liderança do ranking, sendo ultrapassado pela animação vencedora do Oscar “A Viagem de Chihiro”, que desde 2001 se mantém no topo de arrecadações com US$ 295,5 milhões. O mais impressionante em relação ao sucesso de “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train” é que ele acontece durante o ano da pandemia de coronavírus, quando as salas de cinema operam com até metade de sua capacidade. Na semana passada, o longa já tinha superado o sucesso de “Frozen”, que arrecadou US$ 254 milhões em 2014, e as apostas do mercado é que ele conseguirá superar o desenho campeão de Hayao Miyazaki. “Demon Slayer” é baseado em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge e serializado desde 15 de fevereiro de 2016 na revista semanal “Weekly Shōnen Jump”, com seus capítulos sendo reunidos em 18 volumes até o momento. A publicação também já tinha sido transformada num anime no ano passado, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o filme é uma continuação direta da 1ª temporada do anime “Demon Slayer” e tem o mesmo diretor da série, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A história acompanha Tanjiro Kamado e sua irmã, Nezuko, que levavam uma vida pacata até serem atacados por demônios. Além de perder todos seus familiares, Tanjiro viu sua irmã se transformar também em um demônio. Para tentar torná-la humana novamente e impedir que outros passem pelos mesmos transtornos, o menino se transforma em um matador de demônios.

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  • Filme

    Demon Slayer atinge US$ 200 milhões nos cinemas do Japão

    8 de novembro de 2020 /

    Com os cinemas de Nova York e Los Angeles bloqueados desde março e a maior parte da Europa sofrendo uma segunda onda de fechamentos, os únicos países que registram reação do setor cinematográfico estão na Ásia – e a situação deve continuar assim por um bom tempo. As bilheterias do Japão, por exemplo, estão registrando recordes como se a pandemia nunca tivesse existido. Depois de se tornar a estreia mais bem-sucedida do cinema japonês, o longa animado “Demon Slayer”, baseado no mangá de mesmo nome, chega à sua quarta semana em 1º lugar, atingindo estimados US$ 200 milhões de arrecadação no país. Com base nas estimativas, o filme, cujo título completo é “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train”, também entrou no Top 10 das maiores bilheterias mundiais de 2020 – incluindo lançamentos pré-covid. Apesar disso, ainda está US$ 100 milhões atrás de outra animação, “A Viagem de Chihiro”, filme de maior bilheteria de todos os tempos no Japão. O detalhe é que está atingindo seu faturamento de forma mais rápida que o clássico de 2001 dirigido por Hayao Miyazaki, que acabou vencendo o Oscar de Melhor Animação. “Demon Slayer” é baseado em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge e serializado desde 15 de fevereiro de 2016 na revista semanal “Weekly Shōnen Jump”, com seus capítulos sendo reunidos em 18 volumes até o momento. A publicação também já tinha sido transformada num anime no ano passado, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o diretor do filme é o mesmo da série animada, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A trama é ambientada no Japão de 100 anos atrás e acompanha um menino que luta contra demônios devoradores de humanos, que mataram quase toda sua família e contaminaram sua irmã para transformá-la numa criatura maligna. Veja o trailer abaixo.

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  • Filme

    Demon Slayer: Animação faz US$ 100 milhões e bate recorde de bilheteria no Japão

    26 de outubro de 2020 /

    Enquanto as bilheterias dos EUA experimentam uma crise sem precedentes, o longa animado “Demon Slayer”, baseado no mangá de mesmo nome, quebrou o recorde de arrecadação no Japão, superando os US$ 100 milhões em apenas 10 dias. A velocidade com que a marca foi atingida foi maior que a obtida pelo antigo recordista, que também foi uma animação, a clássica “A Viagem de Chihiro”, de Hayao Miyazaki, que levou 25 dias para atingir a marca em 2001. “A Viagem de Chihiro” acabou vencendo o Oscar de Melhor Animação. O novo filme, cujo título completo é “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train”, também quebrou o recorde de melhor fim de semana de estreia no Japão, registrado na semana passada. Segundo a empresa distribuidora Aniplex, 7,98 milhões de pessoas viram o filme até esta segunda-feira (26/10) no Japão. “Demon Slayer” é baseado em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge e serializado desde 15 de fevereiro de 2016 na revista semanal “Weekly Shōnen Jump”, com seus capítulos sendo reunidos em 18 volumes até o momento. A publicação também já tinha sido transformada num anime no ano passado, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o diretor do filme é o mesmo da série animada, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A trama é ambientada no Japão de 100 anos atrás e acompanha um menino que luta contra demônios devoradores de humanos, após quase toda sua família ser morta. Veja o trailer abaixo.

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