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    Mulher-Maravilha enfrenta clichês de super-heróis para vencer limites do gênero

    1 de junho de 2017 /

    “Mulher-Maravilha” é um filme cheio de senões. É longo demais, limpo demais (choro, suor e sacrifícios são sempre impecavelmente iluminados e maquiados para parecem lindos), exagerado nos efeitos e, como aventura, está longe de apresentar fluidez narrativa. A diretora Patty Jenkins nunca equilibra as dosagens de ação, humor e drama com harmonia e leveza. Disso, resulta um espetáculo todo compartimentado e truncado. Tem trechos que são só cômicos, outros só de ação, outros exclusivamente dramáticos. Neste sentido, a engenharia da Marvel é bem mais azeitada, as peças são melhor encaixadas e os filmes, mais divertidos e redondos. A mão pesada de Patty Jenkins na direção, contudo, não impede o filme de superar seus limites. “Mulher-Maravilha” triunfa ao trabalhar questões especificamente femininas, sem fazer do rancor ou do proselitismo o centro de seu olhar. O roteiro (curiosamente assinado por cinco homens) tem achados e a presença da atriz Gal Gadot ajuda a sustentar a produção. A Diana Prince de Gadot é uma mulher cheia de nuances. Forte e dedicada, com sensibilidade e inteligência para driblar as burrices e patadas dos brutamontes. Jenkins filma a beleza escultural de Gadot e suas amigas amazonas, no mesmo espírito altivo que Leni Riefensthal registrava os atletas nazistas no cinema dos anos 1930. As mulheres no filme são como deusas, superiores num primeiro momento, mas quando olhadas de perto, revelam traços de ingenuidade e fraqueza. Diana é a mais contraditória das Amazonas. Ela nasce num ilha chamada Themyscira, um lugar paradisíaco, de rochedos e cascatas que parecem esculpidos por sonhos. Filha do mitológico Zeus, Diana é cuidadosamente escondida dos olhos dos desafetos, para nunca ser usada como elemento de barganha. Mas apesar da proteção de uma tribo de guerreiras, Diana revela ter poderes para se virar muito bem sozinha. E embora ainda não saiba, seu destino ou maldição será usá-lo por toda sua existência. O mundo exterior invade a terra confortável da princesa de Themyscira, graças a um soldado norte-americano. É a 1ª Guerra Mundial e o avião de Steve Trevor (Chris Pine) está sendo perseguido pelos alemães. O soldado leva dois sustos: o primeiro, quando atravessa o portal entre os dois mundos, o segundo, quando encontra as mulheres, fortes e destemidas. As amazonas de Themyscira deixam Steve contrariado ao dispensar qualquer ajuda masculina. Numa cena bem humorada, Diana explica para o rapaz que os homens são indispensáveis para a procriação. E só. Para o prazer, ela frisa, há métodos mais eficazes. Essa observação formidável, claro, acaba sendo acelerada, porque os produtores acreditam que é de ação que o público gosta. É preciso então que os personagem obedeçam a produção e comecem a correr. Como já mostraram muito a ilha, toca mudar o cenário para não cansar! Steve retorna às linhas aliadas e Diana espontaneamente decide acompanhá-lo. Ela tem uma espada e um escudo e a ideia ingênua de que, se puder localizar e matar Ares, deus da guerra, acabará com o conflito mundial. Essa motivação conduz à parte mais agradável do filme. Diana não sabe nada sobre os homens. Aliás, não sabe nada sobre a civilização moderna, e é divertido vê-la fazer suas descobertas. Na Londres de 1918, ela reage ao barulho e aos carros. Experimenta um sorvete e adora, e, como uma criança, grita de prazer ao descobrir o segredo de atravessar a porta giratória de um hotel. A mocinha também percebe que a opinião de uma mulher talvez não seja tão valorizada como em Themyscira. E, pra enlaçar o pacote de desilusões, um mundo cheio de destruição e miséria descortina-se para ela, numa escala inimaginável. É aqui que “Mulher Maravilha” torna-se mais do que apenas diversão e jogos de guerra. Este filme facilmente poderia ter sido outro exercício cansativo a definir o feminismo como a oportunidade de uma mulher ser tão ou mais violenta que o mais opressor de seus parceiros. Em vez disso, “Mulher-Maravilha” segue em direção oposta. Ele apresenta Diana como o princípio feminino que representa as artes da vida e, em última instância, o amor, em colisão com um mundo que homens tentaram coletivamente reprimir desde o começo da humanidade. Ao longo desta linha, “Mulher-Maravilha” atinge momentos emocionantes que são incomuns para um filme do gênero. Em particular, há uma cena em que Diana atravessa uma cidade que foi bombardeada com gás mostarda e todos os seus habitantes morreram. Vemos no rosto de Gadot a emoção da dor e da tristeza de deparar-se com o horror da guerra, e seu desencanto expressa algo muito além do que costumamos observar neste tipo de filme. Considerando que no centro desse quadro temos uma atriz israelense, que inclusive serviu no exército de Israel, fica patente que não temos apenas uma atriz representando, mas uma pessoa que com certeza já esteve mais próxima dos horrores de uma guerra química do que nós. Felizmente, nem todos os homens são ruins na história. Existem alguns bons, como Steve Trevor, que tem uma qualidade curiosa: ele está sempre tentando recuperar o atraso. Às vezes, Steve tem que evitar as conseqüências da ingenuidade de Diana, ele tenta argumentar, mas nem sempre consegue convencê-la. O rapaz tenta protegê-la, mas é ela quem o protege. Do elenco, sobressai também a atuação de David Thewlis como um parlamentar gentil, que encontra sempre nuances inesperadas para seu papel. E do outro lado das linhas, Danny Huston acrescenta mais um vilão odioso em sua extensa galeria, um general alemão à procura de vitória usando seu poderoso gás tóxico. Por vezes, os roteiristas baixam o nível e plagiam na cara de pau cenas de “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011). Há dois trechos que são quase decalques do filme do herói patriota, uma no momento em que Steve leva Diana a uma cantina para recrutar um pelotão particular, e outra em que a moça, com seu heroísmo, avança contra os inimigos e sensibiliza os acovardados soldados ingleses a saírem da trincheira. Ainda assim, entre mortos e feridos, o filme supera tudo graças ao carisma de Gal Gadot. O sentimento de esperança, que algum dia a racionalidade feminina ainda vai vencer a brutalidade masculina, está esculpido em cada close da atriz. Essa é parte empolgante que tira “Mulher-Maravilha” do lugar comum.

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  • Série

    Odette Annable viverá a principal vilã da 3ª temporada de Supergirl

    1 de junho de 2017 /

    A 3ª temporada de “Supergirl” definiu sua nova supervilã. A atriz Odette Annable (séries “House”, “Banshee” e “Pure Genius”) foi contratada para viver Régia (Reign). É esta personagem que aparece, ainda bebê, na cena final da 2ª temporada, enviada de Krypton para a Terra. Em comunicado, o produtor executivo Andrew Kreisberg disse que ele e o coprodutor Greg Berlanti desejavam “trabalhar com Odette há anos”. “Estamos muito entusiasmados por vê-la se juntar ao nosso elenco no papel assustador, poderoso e doloroso de Régia”. Régia é uma personagem nova dos quadrinhos, criada por Michael Green (hoje roteirista de cinema, responsável por “Logan” e “Alien: Covenant”) em 2012 como líder de uma raça de kryptonianos modificados geneticamente por Zor-El, o pai cientista de Kara. Nas publicações da DC Comics, cinco integrantes de sua espécie, denominada de Arrasa-Mundos (Worldkillers), tentam destruir a Terra e são impedidos por Supergirl, num combate que testa os limites da heroína. Embora Régia seja baseada nesse arco dos quadrinhos, a versão televisiva será diferente, segundo o site Deadline, que não soube precisar o que irá diferenciá-la. Mas ela deverá ser a principal vilã da próxima temporada da atração, que retorna à rede CW em outubro. No Brasil, “Supergirl” é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Batman e Arlequina se juntam no trailer de nova animação em Blu-ray

    31 de maio de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou a capa e o trailer de sua nova animação da DC em Blu-ray, “Batman and Harley Quinn”. A prévia explica a premissa que leva Batman e Asa Noturna a recrutarem a ajuda da Arlequina para salvar o mundo. Tem a ver com outra parceria, entre Hera Venenosa e o Homem Florônico (vilão clássico dos quadrinhos do Monstro do Pântano), que se juntam para exterminar a humanidade. Como Arlequina é a melhor amiga de Ivy (Hera, em português), os heróis esperam que ela influencie a vilã a mudar de ideia. A animação marca a estreia da comediante Melissa Rauch, intérprete de Bernadette na série “The Big Bang Theory”, como dubladora da Arlequina. Além dela, Paget Brewster, da série “Criminal Minds”, também debuta como voz de Hera Venenosa. Elas vão trabalhar com dois veteranos da franquia animada: Kevin Conroy como a voz de Batman e Loren Lester como Asa Noturna. Eles eram os dubladores originais de Batman e Robin na séria clássica, que originou a Arlequina em 1992. Além deles, Bruce Timm, um dos criadores da Arlequina, também participa do projeto, assinando o roteiro. A direção é de Sam Liu (“Batman: A Piada Mortal”) e o lançamento vai acontecer em agosto, direto em Blu-ray.

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  • Filme

    Filme da Mulher-Maravilha é proibido no Líbano

    31 de maio de 2017 /

    Após pressão de grupos radicais, o Líbano anunciou a proibição do filme da “Mulher-Maravilha” no país. A decisão foi tomada a poucas horas da estreia do longa-metragem. A proibição não tem a ver com a minissaia da heroína ou mensagem de empoderamento feminino, que poderia contrariar crenças islâmicas, mas no fato de o filme ser estrelado por Gal Gadot. A atriz nasceu em Isreal, prestou serviço militar no país (obrigatório para homens e mulheres) e é grande incentivadora das forças israelenses, que estão em conflito com o Líbano há décadas. O Líbano tem uma lei que incentiva o boicote a produtos israelenses e impede que seus cidadãos viajem para Israel ou tenham contato com pessoas desse país. Um grupo denominado “Campanha para Boicote de Apoiadores de Israel-Líbano” foi responsável por pressionar o governo libanês a tomar medidas contra a produção. O grupo já havia tentado proibir anteriormente a estreia de “Batman vs Superman” com o mesmo argumento contra a atriz Gal Gadot, mas não tinha obtido sucesso na ocasião. Antes disso, porém, sua participação na franquia “Velozes e Furiosos” tinha sido encarada com indiferença. A Warner Bros. não se pronunciou sobre a decisão, mas o prejuízo não deve ser grande, já que a previsão era que o filme fosse exibido em apenas 15 cinemas do país, que não tem um grande parque exibidor. Por enquanto, a estreia de “Mulher-Maravilha” segue confirmada em outros países árabes. O filme tem lançamento marcado na Arábia Saudita, Kuwait, Qatar, Oman e Bahrein.

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  • Filme

    Final de Gotham pode introduzir a vilã Arlequina

    31 de maio de 2017 /

    Não será só Ra’s Al Ghul quem aparecerá no final da 3ª temporada de “Gotham”. Segundo o ator David Mazouz, que interpreta o jovem Bruce Wayne na série, o episódio duplo também trará a vilã Arlequina. “Ela estará na (season) finale. Fiquem ligados”, disse o ator sobre a introdução da popular personagem dos quadrinhos, em entrevista ao site Movie Pilot. Curiosamente, a Warner proibiu a série “Arrow” de usar a vilã, que teve sua voz ouvida num episódio sobre o Esquadrão Suicida. A personagem foi vivida por Margot Robbie no filme “Esquadrão Suicida” (2016) e também estará em “Sereias de Gotham”, sobre as vilãs de Gotham City. Além disso, o longa animado “Batman e Arlequina” chega em home video em agosto. Na entrevista, Mazouz também comentou a jornada de seu personagem e como o final da temporada afetará a história de Bruce Wayne. “Algo importante acontece na última cena da 3ª temporada para Bruce. Ele toma uma decisão, e essa decisão influenciará o que ele faz”. Ele só não pode adiantar quais serão as consequências disso, porque a produção dos novos capítulos ainda não começou. “Ainda não sei o que vai acontecer na 4ª temporada, não recebi nenhum roteiro nem falei com os escritores sobre o que vai acontecer, mas vejo que (a história) segue para um ponto que eu queria ir há muito tempo. Você verá o que quero dizer. Bruce vai estar muito ocupado assumindo esse novo papel a que ele se propõe ao final da 3ª temporada e acho que isso será muito legal”, explicou o ator. A 3ª temporada de “Gotham” chega ao final na próxima segunda-feira (5/5), com a exibição de dois episódios seguidos, pela rede americana Fox. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Warner.

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  • Série

    Trailer do final da temporada de Gotham introduz o vilão Ra’s al Ghul

    30 de maio de 2017 /

    A rede Fox divulgou o trailer do final da temporada da série “Gotham”, que destaca a introdução de um novo grande vilão dos quadrinhos de Batman: Ra’s al Ghul. Ele aparece brevemente e rindo, com interpretação do ator Alexander Siddig (que foi Doran Martell na série “Game of Thrones”), e convida Bruce Wayne para se juntar a ele. Sua participação deve estabelecer sua presença como o grande antagonista da 5ª temporada. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), o programa acompanha a juventude do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie), em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude da Mulher Gato, do Pinguim e do Charada, revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. O final da 3ª temporada vai acontecer com um episódio duplo, com exibição marcada para segunda-feira (5/6) nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Diretora de Mulher-Maravilha diz que críticas à sensualidade da personagem são machistas

    30 de maio de 2017 /

    Apesar da mensagem de empoderamento feminino, Mulher-Maravilha não é uma personagem muito querida pelas feministas. Acusada de ser muito sexy e criticada até por – acreditem – depilar as axilas, muitas ativistas veem na heroína apenas uma pin-up, a encarnação de fantasias masculinas. Pois a diretora Patty Jenkins resolveu falar sobre o assunto, durante uma entrevista a um programa matinal da rede CBS. Perguntada pelo repórter como seria possível a heroína ser um ícone do feminismo trajando um uniforme sexy, ela respondeu que quem questiona isso é machista. Afinal, ninguém fala nada das roupas colantes dos heróis masculinos, que também tem suas belas formas ressaltadas nos quadrinhos, na TV e no cinema. “Eu acho que essa questão é machista. Acho machista pensar que você não pode ser os dois. Eu questiono se os outros super-heróis também não são bonitos e vestem roupas colantes. Isso é uma fantasia e faz sentido para quem quem embarca nela. Quando era uma garotinha, adorava a ideia de que o meu poder e minhas habilidades poderiam parar o valentão do parquinho e eu também poderia me parecer com a Lynda Carter enquanto fazia isso”, disse, referindo-se à intérprete da heroína na série dos anos 1970. Estrelado por Gal Gadot, o filme da Mulher-Maravilha foi bastante elogiado pela crítica norte-americana. A estreia no Brasil está marcada para quinta-feira (1/6).

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  • Filme

    Mulher-Maravilha conquista a crítica nos Estados Unidos com 96% de aprovação

    30 de maio de 2017 /

    As primeiras críticas do filme da “Mulher-Maravilha” começaram a ser publicadas pela imprensa dos Estados Unidos e do Reino Unido. E ao contrário do que vinha acontecendo com os filmes de super-heróis da Warner, a recepção foi extremamente positiva. Enquanto “Batman vs. Superman” e “Esquadrão Suicida” atingiram apenas 25% de aprovação no ano passado, “Mulher-Maravilha” impressiona com 96% no site Rotten Tomatoes. O filme está sendo considerado, de forma unânime, a melhor das adaptações de quadrinhos da DC Comics. Para se ter noção, “O Cavaleiro das Trevas”, até hoje considerado o maior acerto da Warner, teve 94% de aprovação em 2008. Houve quem publicasse que era o melhor filme de super-heróis de todos os tempos. Mas um crítico mais velho lembrou ter visto um superior em 1978, o que só aumentou a expectativa pela comparação: “É o tipo de filme que não vemos desde que Christopher Reeve voou para nossas vidas”. Elogiado por suas atuações, todas ótimas, pelos efeitos visuais arrebatadores e principalmente pelo carisma com que Gal Gadot vive a heroína, a produção foi aplaudida por ser ótimo entretenimento e ainda passar uma mensagem de empoderamento feminino. Mas antes de chegar nas críticas positivas, o filme precisou contornar tentativas de sabotagem de sua avaliação. A mais contundente foi plantada no podcast Schmoes Know em janeiro, que espalhou que “Mulher-Maravilha” era “uma porcaria”, citando uma fonte próxima da produção. Mas o ventilador foi ligado bem antes, em agosto do ano passado, quando uma suposta ex-funcionária da Warner publicou uma carta aberta detonando o estúdio por cometer sempre os mesmos erros e afirmando que o filme da heroína era “outro desastre”. Fica claro, agora, que estes rumores eram uma campanha má intencionada. A principal diferença em relação às adaptações anteriores da DC Comics é que o roteiro de “Mulher-Maravilha” foi escrito por dois autores de quadrinhos, Allan Heinberg (também criador da série “The Catch”) e Geoff Johns (criador da série “The Flash”). Além disso, a direção é de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), que se tornou a primeira mulher a assinar um filme de super-heróis neste milênio. Confira abaixo algumas das frases das críticas publicadas nos Estados Unidos e no Reino Unido: “A espera acabou pessoal. O filme da DC que vocês têm esperado finalmente chegou” (Chris Nashawaty, revista Entertainment Weekly). “Uma façanha cinematográfica eletrizante e de tirar o fôlego. Atuações incríveis, ação de elevar os batimentos cardíacos e efeitos visuais surpreendentes fazem deste um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos” (Mark Hughes, revista Forbes). “É um filme que não apenas aperfeiçoa os inúmeros defeitos dos filmes de super-heróis, mas também mescla esperteza, sentimento e adrenalina no melhor estilo de Hollywood” (Alonso Duralde, site The Wrap). “A ação do filme é explosiva, envolvente e deslumbrante” (Kelly Lawler, jornal USA Today). “‘Mulher-Maravilha’ quebra o molde dos filmes do gênero” (Sheri Linden, revista The Hollywood Reporter). “Um dos melhores filmes de super-heróis. De todos os tempos” (William Bibbiani, site CraveOnline). “Este é o momento em que os sonhos e esperanças de milhões de meninas e mulheres adultas finalmente se cristaliza numa imagem transcendente que é orgulhosa, desafiadora e há muito merecida” (Don Kaye, site Den of Geek). “‘Mulher-Maravilha’ é um filme campeão, uma história de origem imersiva com humor inesperado e cenas de ação épicas. Gal Gadot prova que foi feita sob medida para o papel, transformando-se no ícone feminista e heroína que os fãs merecem” (Julian Roman, site MovieWeb). “‘Mulher-Maravilha’’ de Patty Jenkins oferece um alívio bem-vindo ao estilo sombrio da DC, com a estrela Gal Gadot provando-se uma escolha inspirada” (Andrew Barker, da revista Variety). “Gal Gadot é um presente dos deuses” (Kevin Harley, revista Total Film). “Forte, inteligente, sexy e absolutamente super, este é o blockbuster de super-herói que vocês precisam ver” (Chris Hunneysett, jornal Daily Mirror). “‘Mulher-Maravilha’ dá à super-heroína mais famosa dos quadrinhos uma estreia nos cinemas digna de seu legado” (Molly Freeman, site ScreenRant). “É o tipo de filme que não vemos desde que Christopher Reeve voou para nossas vidas” (Stephen Whitty, do jornal Newark Star-Ledger).

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    Gal Gadot impressiona com habilidade acrobática em nova cena intensa de ação de Mulher-Maravilha

    29 de maio de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou um novo vídeo de “Mulher-Maravilha”, que revela uma sequência de luta intensa. Com quase um minuto de duração, o combate corpo-a-corpo com soldados alemães permite a Gal Gadot demonstrar extrema habilidade acrobática. Também chama atenção a forma como a cena é bem coreografada. Passado durante a 1ª Guerra Mundial, o filme também é estrelado por Chris Pine (“Star Trek”), Robin Wright (série “House of Cards”), Connie Nielsen (“Ninfomaníaca”), Lisa Loven Kongsli (“Força Maior”), Danny Huston (“X-Men Origens: Wolverine”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”), Elena Anaya (“A Pele que Habito”), Saïd Taghmaoui (“Trapaça”), Ewen Bremner (“Trainspotting”) e Lucy Davis (“Todo Mundo Quase Morto”). A direção é de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), primeira mulher a assinar um filme de super-heróis neste milênio, e a estreia está marcada para 1 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    2ª temporada de Preacher ganha novas fotos e artes

    28 de maio de 2017 /

    O canal pago americano AMC divulgou as fotos e artes da 2ª temporada de “Preacher”, que destacam os protagonistas: o pastor Jesse Cutler (Dominic Cooper), sua ex-namorada pistoleira Tulip (Ruth Negga), o vampiro bêbado Cassidy (Joseph Gilgun), além do antagonista, denominado apenas como o Cowboy (Graham McTavish) – embora nos quadrinhos seja chamado de Santo dos Assassinos. A série gira em torno do pastor Jesse Cutler, que, após ser atingido por uma entidade sobrenatural, adquire o poder da Palavra de Deus, que é a capacidade de ser obedecido por todos. Isto também o torna alvo de burocratas violentos do Céu. Em busca de respostas, Jesse se junta ao vampiro Cassidy e a sua ex-namorada Tulip e parte em busca de Deus, rumo ao interior dos EUA, enquanto são caçados, sem saber, pelo cowboy contratado pelos seres celestes. A nova temporada vai começar com o trio finalmente pegando a estrada, que é como inicia a trama original dos quadrinhos da Vertigo (subdivisão adulta da DC Comics). Ou seja, toda a 1ª temporada pode ser considerada um longo prólogo para a obra de Garth Ennis e Steve Dillon. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Sam Catlin (série “Breaking Bad”) em parceria com a dupla Evan Goldberg e Seth Rogen (“A Entrevista”). Com 13 episódios, a 2ª temporada vai estrear em 19 de junho nos EUA.

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    Supergirl usa as botas da Mulher-Maravilha em comercial

    28 de maio de 2017 /

    O canal CW divulgou um comercial que junta o elenco feminino da série “Supergirl” para divulgar o filme da “Mulher-Maravilha”. Ao som de um cover de “The Boots Are Made for Walking”, o vídeo mostra Supergirl (Melissa Benoist) com as botas da Mulher-Maravilha. “Peguei emprestado de uma amiga”, ela diz, alimentando um crossover, enquanto pisca para Lynda Carter, intérprete da heroína na série clássica dos anos 1970. Renovada para sua 3ª temporada, “Supergirl” retorna em outubro na TV americana. Já o filme “Mulher-Maravilha”, estrelado por Gal Gadot, estreia nos cinemas em 1 de junho no Brasil.

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    3ª temporada de Legends of Tomorrow ganha primeira imagem promocional

    28 de maio de 2017 /

    O ator Brandon Routh divulgou, em seu Twitter, a primeira imagem promocional da 3ª temporada de “Legends of Tomorrow”. A foto reúne o time de super-heróis, mostrando a mesma formação da temporada recém-finalizada. Uma das curiosidades é que Rip Hunter (Arthur Darvill) continua no grupo, embora tenha perdido a liderança para Sara Lance/Canário Branco (Caity Lotz), que domina a imagem em posição central. Outro detalhe é a continuidade de Amaya/Vixen (Maisie Richardson-Sellers), que decidiu não voltar ao passado após o término de sua missão. A série retorna a partir de outubro com exibição às terças-feiras pela rede CW nos Estados Unidos. No Brasil, “Legends of Tomorrow” faz parte da programação do canal pago Warner.

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    Fotos do final da temporada de Gotham reúnem legião de vilões

    28 de maio de 2017 /

    A rede Fox divulgou 31 fotos do final da temporada da série “Gotham”. E pelas imagens, o desfecho do arco, nomeado “Heroes Rise”, vai reunir os principais vilões da atração num grande confronto, digno das tramas das histórias em quadrinhos. Além dos ex-amigos Pinguim (Robin Lord Taylor) e Charada (Cory Michael Smith), as fotos destacam o Sr. Frio (Nathan Darrow), Vagalume (Camila Perez), Fish Mooney (Jada Pinkett Smith), Professor Hugo Strange (BD Wong), Chapeleiro Louco (Benedict Samuel), Barbara Kean (Erin Richards), Butch (Drew Powell), a agora malvada Dra. Leslie Thompkins (Morena Baccarin), sem esquecer dos ninjas da Liga dos Assassinos e o clone de Bruce Wayne (David Mazouz). Enquanto isso, os mocinhos contam apenas com o detetive James Gordon (Ben McKenzie), o chefe interino da polícia Harvey Bullock (Donal Logue) e o mordomo Alfred (Sean Pertwee), em situação muito delicada. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), o programa acompanha a juventude do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie), em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude da Mulher Gato, do Pinguim e do Charada, revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos de Batman. O final da 4ª temporada vai acontecer com um episódio duplo, com exibição marcada para 5 de junho nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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