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  • Filme

    Filho de David Bowie nega autorização para usar músicas do pai em cinebiografia indie

    1 de fevereiro de 2019 /

    O cineasta Duncan Jones (“Warcraft”), filho de David Bowie, repercutiu no Twitter a notícia sobre a produção de “Stardust”, filme inspirado na juventude de seu pai. Jones disse que o projeto, que será estrelado por Johnny Flynn (o jovem Einstein de “Genius”) não tem a bênção da família nem autorização para usar nenhuma das músicas do cantor. Rebatendo informação em contrário da revista The Hollywood Reporter, ele escreveu: “Este jornalista precisa fazer uma investigação um pouco mais aprofundada. Estou certo que ninguém recebeu autorização para usar as músicas em uma biografia… Eu saberia se isso tivesse acontecido”. “Eu não estou dizendo que o filme não vai acontecer. Estou dizendo que, da forma como está agora, ele não terá nenhuma das músicas do meu pai, e não imagino isso mudando tão cedo”, continuou. “Se os fãs querem ver um filme biográfico sem as músicas dele, e sem a bênção da família, é uma escolha deles”, completou. Jones também deu a entender que a aprovação de um filme sobre Bowie dependeria muito dos envolvidos. Um seguidor quis se ele estaria aberto a uma abordagem menos convencional, como “Não Estou Lá”, sobre Bob Dylan. “Se Neil Gaiman quiser escrever algo usando os muitos personagens do meu pai, e o time de Peter Ramsey quiser transformar isso em um filme animado, eu faria todos da família prestarem atenção na proposta e considerá-la seriamente”, respondeu Jones. Gaiman é o escritor de obras como “American Gods”, “Coraline” e outros elogiados livros de fantasia, vários deles adaptados para o cinema e séries, enquanto Ramsey é um dos diretores de “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Já os responsáveis por “Stardust”, que vai acompanhar uma viagem de Bowie aos EUA em 1971, são o obscuro roteirista Christopher Bell (“The Last Czar”) e o diretor indie Gabriel Range (“A Morte de George W. Bush”). O plano deles é começar as filmagens em junho para um lançamento em 2020. Im not saying this movie is not happening. I honestly wouldn't know.Im saying that as it stands, this movie won't have any of dads music in it, & I can't imagine that changing. If you want to see a biopic without his music or the families blessing, thats up to the audience. — Duncan Jones (@ManMadeMoon) January 31, 2019 If @neilhimself wanted to write something using dad's characters, and @pramsey342 and his team wanted to make it as an animated film, I would urge everyone on my end to pay attention and give the pitch serious consideration. 😉 https://t.co/WdpuL1o7z7 — Duncan Jones (@ManMadeMoon) January 31, 2019

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  • Filme

    Ator da série Genius será David Bowie no cinema

    1 de fevereiro de 2019 /

    Uma época marcante da vida de David Bowie vai virar filme indie. Intitulado “Stardust”, o longa vai narrar uma viagem do cantor para os Estados Unidos em 1971. Bowie foi duas vezes para os Estados Unidos naquele ano. A primeira foi em janeiro e inspirou a criação do álbum “Hunky Dory”, que reflete seu contato com a cultura americana em faixas de títulos auto-explicativos, como “Andy Warhol” e “Song for Bob Dylan”, além de “Queen Bitch”, influenciada por Lou Reed. A experiência também rendeu uma das músicas mais icônicas do cantor, “Changes”, que marcou sua fama como camaleão do rock, além de “Life on Mars?”, a semente do que se tornaria o disco conceitual “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders From Mars” em 1972, com temática de ficção cientifica. O título do filme, curiosamente, cita nominalmente o disco de 1972 e não o que Bowie gravou seis meses após voltar da primeira viagem. Mas Bowie fez uma segunda viagem em setembro, para assinar com a gravadora RCA. E foi quanto finalmente conheceu Lou Reed e Iggy Pop, inspirando-se neles para criar a persona de Ziggy Stardust – logo em seguida, também produziria discos dos dois. O roteiro é de Christopher Bell (“The Last Czar”), a direção está a cargo de Gabriel Range (“A Morte de George W. Bush”) e o elenco já começou a ser escalado. O ator sul-africano Johnny Flynn, que viveu o jovem Einstein em “Genius”, vai interpretar o jovem Bowie. Além dele, Jena Malone (“Jogos Vorazes”) será Angie, a primeira mulher do cantor, e Marc Maron (“GLOW”) viverá um executivo de gravadora. Flynn não é só ator. Ele também é músico e cantor – e compôs a trilha da série “Detectorists”, da BBC. O plano é começar as filmagens em junho para um lançamento em 2020.

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  • Série

    Criador dos quadrinhos de The Walking Dead desenvolve série sobre o fim do mundo

    27 de novembro de 2018 /

    O autor de quadrinhos Robert Kirkman, que criou “The Walking Dead” e é produtor da série, tem um novo projeto apocalíptico para a televisão. Ele está desenvolvendo uma série sobre os últimos dias da Terra para a produtora canadense Entertainment One (eOne). Intitulado “5 Years”, o projeto vai mostrar o que acontece quando os cientistas do planeta ficam sabendo que um gigantesco meteoro vai colidir com a Terra em cinco anos. A ideia é contar a história completa em cinco temporadas. Para quem não lembra, “5 Years” é o nome de uma música de David Bowie que tem premissa idêntica: o fim do mundo em cinco anos. Música e tema foram usados recentemente na série inglesa “Hard Sun”, exibida neste ano no Reino Unido. E, para completar, a ideia de um meteoro em rota de colisão também rendeu duas temporadas de “Salvation”, série que foi cancelada na semana passada. Segundo o site Deadline, a eOne já teria fechado acordo com distribuidores na América Latina, entre outros territórios ao redor do mundo, mas não foi revelada qual emissora ou empresa comprou os direitos de exibição por aqui. A ideia de vender a série para diferentes territórios será incorporada na trama, com uma proposta de produzir diferentes versões de “5 Years” para cada país ou território, que seguirá a linha geral da série, mas mostrará as consequências regionais do apocalipse de Kirkman. A data de estreia do projeto ainda não foi definida.

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  • Etc,  Filme

    Nicolas Roeg (1928 – 2018)

    24 de novembro de 2018 /

    Morreu o aclamado diretor inglês Nicolas Roeg, o homem que caiu no cinema com David Bowie e Mick Jagger. Ele faleceu em sua casa, em Londres, na madrugada de sexta (23/11), aos 90 anos de idade. Referenciado por seus clássicos dos anos 1970, Roeg dizia que só tinha ingressado na indústria cinematográfica porque havia um estúdio em frente à sua casa de infância em Marylebone, no centro oeste de Londres, onde conseguiu seu primeiro emprego em 1947. Ele começou como office boy e foi subindo de escalão aos poucos, passando para ajustador de foco, operador de câmera e finalmente assistente de fotografia nos anos 1960, quando comandou a segunda unidade de blockbusters como “Lawrence da Arábia” (1962) e “Doutor Jivago” (1965). Logo, assumiu a direção de fotografia de produções cultuadas como “A Orgia da Morte” (1964), “Fahrenheit 451” (1966), “Longe Deste Insensato Mundo” (1967) e “Petúlia, um Demônio de Mulher” (1968). Sua estreia na direção foi em “Performance” (1970), concebido como veículo promocional para o cantor Mick Jagger, mas que acabou se tornando uma obra tão experimental e complexa que o próprio estúdio relutou em fazer seu lançamento. O longa ficou dois anos guardado antes de chegar às telas, e mesmo após a estreia demorou a ser apreciado, tornando-se um dos primeiros exemplos do que se costuma chamar de “cult movie”. Seu filme seguinte também virou cult, “A Longa Caminhada” (1971), sobre duas crianças perdidas no outback australiano – uma deles, o próprio filho do diretor – , que são salvas por um jovem aborígene em meio a uma caminhada ritualista. O drama de sobrevivência, porém, quase foi proibido pela censura britânica, devido a uma cena de nu frontal da atriz Jenny Agutter, então com apenas 17 anos, que rendeu muita polêmica na época. Da mesma forma, “Inverno de Sangue em Veneza” (1973), suspense estrelado por Donald Sutherland, também enfrentou forte censura por uma cena de sexo entre os protagonistas e só foi ter maior reconhecimento após sair da sombra de “O Exorcista”, o grande lançamento de terror do ano, que o eclipsou completamente. Revisto, passou a ser considerado uma obra-prima por sua edição não convencional, que antecipou o padrão de cortes frenéticos que viriam a ser associados à montagem dos suspenses das décadas seguintes. Por mais celebrados que esses filmes tenham se tornado entre cinéfilos, nenhum atingiu a idolatria gerada pelo quarto longa de Roeg, “O Homem que Caiu na Terra” (1976), que marcou a estreia de David Bowie no cinema. O filme também ajudou a popularizar a persona do cantor como um alienígena disfarçado entre humanos, imagem idealizada pelo próprio Bowie dois anos antes, na época do hit “Ziggy Stardust”. Bowie embarcou tanto no projeto que adotou como nova identidade o visual do filme, incorporando um personagem que batizou de Thin White Duke, além de usar fotos do longa como capas de dois discos, “Station to Station” (1976) e “Low” (1977). Mesmo assim, o impacto de “O Homem que Caiu na Terra” foi maior em circuitos de arte do que como sucesso comercial. Roeg voltou a trabalhar com um “roqueiro”, Art Garfunkel, em “Bad Timing – Contratempo” (1980), filme que venceu o Festival de Toronto, e decidiu tentar o cinema comercial com a comédia “Malícia Atômica” (1985), sobre um suposto encontro entre Marilyn Monroe e Albert Einstein, mas seu filmes dos anos 1980 tiveram ainda menos bilheterias. Em compensação, afetivamente essa foi sua melhor fase, graças à parceria artística e romântica com a atriz Theresa Russell, sua Marilyn Monroe e estrela da maioria de seus filmes do período, com quem se casou em 1986. Por ironia, ele só foi conhecer o êxito financeiro quando sua filmografia começou a estagnar e no primeiro filme sem a participação de sua esposa, desde que começaram a trabalhar juntos. Com “Convenção das Bruxas” (1990), Roeg finalmente atingiu as massas que não o conheciam, ao mesmo tempo em que manteve sua principal característica, ao criar um novo cult. Combinação de aventura e terror infantil, o filme em que Anjelica Huston vive uma bruxa continua a ser reprisado na TV e com grande audiência até hoje. O sucesso, porém, foi efêmero, já que o cineasta fez apenas mais três longas cinematográficos na carreira. O terror “Desejo Selvagem” (1991) marcou o fim de seu casamento com Theresa Russell e os dois últimos nem foram lançados no Brasil, apesar de “Two Deaths” (1995) ter sido estrelado por Sonia Braga. O diretor ainda fez alguns trabalhos na TV, como o telefilme “A Maldição da Selva” (1993), a minissérie “Sansão e Dalila” (1996) e um episódio de “O Jovem Indiana Jones”, que foi considerado o melhor da série, antes de sair de cena com o terror “Puffball” (2007), fracasso de público e crítica. O fato de não ter estudado cinema, mas aprendido na prática, numa escalada de funções ligadas à fotografia, ajudou-o a criar uma linguagem cinematográfica própria, que o tornou um verdadeiro autor e inspiração para gerações seguintes. “Filmes não são roteiros – filmes são filmes”, costumava dizer, para demonstrar a importância das imagens – da colocação das câmeras à edição, passando pela direção de arte e de artistas. Essa capacidade autoral não foi tão reconhecida como merecia. Ao longo da carreira, Nicolas Roeg foi indicado a três prêmios BAFTA (da Academia britânica), competiu três vezes pela Palma de Ouro e uma pelo Urso de Ouro nos festivais de Cannes e Berlim, além de ter vencido Toronto em 1980. Ainda assim, nada do que fez foi suficiente para que a Academia, o Globo de Ouro e sindicatos dos Estados Unidos percebessem que ele existia. Roeg jamais foi apreciado por Hollywood. Mas impactou cinéfilos de todo o mundo, tendo ajudado a formar o olhar cinematográfico de Christopher Nolan, Paul Thomas Anderson, Steven Soderbergh e Danny Boyle, que mais de uma vez assumiram-se influenciados por sua arte. Um diretor, em especial, deve sua paixão pelo cinema literalmente a Roeg, iniciada ainda na infância, no dia em que ele conheceu um set pela primeira vez, ao visitar o pai nas filmagens de “O Homem que Caiu na Terra”. Trata-se do filho de David Bowie e hoje cineasta Duncan Jones, que publicou uma foto no Twitter em que aparece de pijamas e pirulito na mão, ao lado do pai e de Roeg. “Obrigado por fazer tantas escolhas corajosas, e dar a este estranho rapaz de pijama um amor permanente pelo cinema”, ele escreveu, como homenagem. Just heard another great storyteller, the inimitable Nicolas Roeg left us today. What an incredible body of work he’s left us with!All my love to his family.Thank you for making so many brave choices, & giving this strange little lad in pajamas an ongoing love of filmmaking. pic.twitter.com/QVg2znq3Rs — Duncan Jones (@ManMadeMoon) November 24, 2018

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  • Música

    Documentário sobre os últimos anos de David Bowie chega à TV brasileira

    10 de janeiro de 2018 /

    O documentário “The Last Five Years”, sobre os últimos cinco anos da vida de David Bowie, será exibido na noite desta quarta (10/1) no canal pago Bis, às 21h30. Inédito no Brasil, o filme detalha o processo criativo dos dois últimos álbuns do cantor, “The Next Day”, lançado em 2013, e “Blackstar”, lançado em 2016, dois dias antes da morte do artista, que completa dois anos neste 10 de janeiro. O filme é dirigido por Francis Whately, que também fez “David Bowie: Five Years” (2013) sobre o auge do cantor nos anos 1970. E traz uma informação surpreendente, ao afirmar que Bowie só soube que seu câncer era terminal apenas três meses antes de morrer. Segundo o documentário, ele descobriu que tinha poucos meses de vida enquanto gravava o clipe da música “Lazarus”, que ilustra sua doença e se encerra com uma metáfora de sua saída de cena. Bowie veio a morrer logo em seguida àquela gravação, em 10 de janeiro de 2016, dois dias depois de ter completado 69 anos e de ter lançado seu 25º álbum de estúdio, “Blackstar”, um projeto repleto de simbolismos que sugerem referências à sua própria morte – e que foi considerado um dos melhores discos de sua carreira. Produção original da BBC já exibida no Reino Unido, “David Bowie: The Last Five Years” foi transmitido nos Estados Unidos pela HBO na segunda-feira, no aniversário do cantor, festejado em 8 de janeiro. Veja o trailer abaixo.

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  • Série

    Criador de Hard Sun revela que a série é inspirada em música de David Bowie

    9 de janeiro de 2018 /

    Lançada na noite de sábado (6/1) no Reino Unido, dois dias antes do aniversário de David Bowie, a série sci-fi “Hard Sun” surpreendeu o público ao terminar seu episódio de estreia com uma música clássica do cantor, que soava estranhamente como um resumo da atração. A escolha da trilha não foi coincidência. O criador da série, Neil Cross (criador também da série “Luther”), acabou confessando para a imprensa britânica que escreveu a história inspirado na letra de “Five Years”, música que abre o álbum sci-fi de Bowie, “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars”, de 1972. “A canção de David Bowie, ‘Five Years’, foi mesmo a inspiração”, disse o roteirista e produtor, em entrevista para o site Radio Times.”‘Five Years’ é sobre um jovem Bowie caminhando por Londres após descobrir que a Terra tem apenas cinco anos antes de se extinguir. E agora que ele está ciente do fim do mundo, tudo se torna carregado de valor e maravilhamento”. “Mas esta música sobre o fim do mundo não é o que se poderia esperar”, ele acrescenta. “Não é um rock pesado, sombrio e niilista. É uma balada épica que, estranhamente, afirma a vida. E essa foi a inspiração para ‘Hard Sun’.”. Na trama da série, uma dupla de policiais londrinos formada por Jim Sturgess (“Tempestade: Planeta em Fúria”) e a ex-modelo Agyness Deyn (“Fúria de Titãs”) encontra um flashdrive roubado contendo informações secretas sobre um iminente “evento de nível de extinção”. De acordo com os dados, o mundo acabará em cinco anos. E ter essa informação faz a dupla ser perseguida por pessoas misteriosas e violentas, além de revelar a existência de uma conspiração. Com seis capítulos dirigidos por Brian Kirk (série “Game of Thrones”), Nick Rowland (“Ripper Street”) e Richard Senior (“Doctor Who”), a série não tem previsão de estreia no Brasil. Vale lembrar que as músicas de David Bowie inspiraram mais duas séries britânicas neste século, “Life on Mars” (2006-2007) e “Ashes to Ashes” (2008-2010) – a segunda é continuação da primeira. Além disso, a série “The Last Panthers” (2015) tinha como tema a canção “Blackstar”, um dos últimos trabalhos do cantor.

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  • Música

    Documentário sobre os últimos anos de David Bowie ganha trailer

    14 de dezembro de 2017 /

    A HBO divulgou o trailer de “David Bowie: The Last Five Years”, documentário que registra os últimos anos de vida do músico britânico. O filme é dirigido por Francis Whately, que também fez “David Bowie: Five Years” (2013) sobre o auge do cantor nos anos 1970. E traz uma informação surpreendente, ao afirmar que Bowie só soube que seu câncer era terminal apenas três meses antes de morrer. Segundo o documentário, ele descobriu que tinha poucos meses de vida enquanto gravava o clipe da música “Lazarus”, que ilustra sua doença e se encerra com uma metáfora de sua saída de cena. Bowie veio a morrer logo em seguida àquela gravação, em 10 de janeiro de 2016, dois dias depois de ter completado 69 anos e de ter lançado seu 25º álbum de estúdio, “Blackstar”, um projeto repleto de simbolismos que sugerem referências à sua própria morte – e que foi considerado um dos melhores discos de sua carreira. Produção original da BBC já exibida no Reino Unido, “David Bowie: The Last Five Years” chega na HBO no dia do aniversário do cantor, em 8 de janeiro.

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  • Etc,  Filme

    Bernie Casey (1939 – 2017)

    21 de setembro de 2017 /

    Ex-jogador de futebol americano e ator de vários sucessos do cinema, Bernie Casey morreu na terça (19/9), após “uma breve doença”, aos 78 anos. Casey começou sua carreira no futebol americano na época da universidade e chegou a participar da Olimpíada de 1960. Ao encerrar a participação no esporte aos 30 anos, começou a investir na carreira artística. Seu primeiro longa foi o western “A Revolta dos Sete Homens”, lançado em 1969, e logo em seguida ele participou do segundo longa do então desconhecido Martin Scorsese, “Sexy e Marginal” (1972). Sua aparência física atlética também foi explorada em vários lançamentos do auge da blaxploitation, incluindo “O Justiceiro Negro” (1972) e “Cleopatra Jones” (1973). Apesar da popularidade conquistada no esporte, ele teve poucos papéis de protagonista, e exclusivamente em sua fase blaxploitation, entre eles os personagens-títulos do drama criminal “Hit Man” (1972), do drama esportivo “Maurie” (1973) e do terror “Dr. Black, Mr. Hyde” (1976), além do cultuado “Brothers” (1977), sobre Panteras Negras aprisionados. De todo modo, é mais lembrado por trabalhos de coadjuvante. Sua filmografia inclui até a sci-fi “O Homem que Caiu na Terra” (1976), estrelada por David Bowie, e “007 – Nunca Mais Outra Vez” (1983). Mas foi com “A Vingança dos Nerds” (1984), que caiu na comédia e nas graças do grande público. No filme, ele era o presidente de uma organização de fraternidades negras que aceita a candidatura dos nerds para criar uma filial em sua universidade – o que permite a virada da história. A partir daí, Casey se especializou em comédias. Emplacou “Os Espiões que Entraram numa Fria” (1985), “As Amazonas na Lua” (1987), “Um Tira de Aluguel” (1987), “Vou Te Pegar Otário” (1988), “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (1989), “48 Horas – Parte 2” (1990) e até os telefilmes “A Vingança dos Nerds III: A Nova Geração” (1992) e “Os Nerds Também Amam”, em que retomou o papel de U.N. Jefferson, do longa de 1984. O ator também coadjuvou no thriller de ação “A Força em Alerta” (1992), maior sucesso de Steven Seagal, e no terror “À Beira da Loucura” (1994), de John Carpenter, além de aparecer em inúmeras séries, com destaque para “Jornada nas Estrelas: Deep Space Nine”, na qual estrelou um episódio duplo como comandante da Federação dos Planetas Unidos. Ele chegou a escrever, dirigir e estrelar um longa-metragem em 1997, “The Dinner”, mas a partir daí foi parando aos poucos. Seu último trabalho foi “Vegas Vampires”, lançado em 2007.

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  • Filme

    Sem Fôlego: Novo filme do diretor de Carol ganha trailer

    20 de setembro de 2017 /

    A Amazon divulgou dois pôsteres e o trailer completo de “Sem Fôlego” (Wonderstruck), novo filme de época de Todd Haynes (“Carol”). A prévia é embalada pelo clássico “Space Oddity”, de David Bowie, que acompanha as descobertas de seus personagens infantis, um menino e uma menina em Nova York, separados por décadas – e por uma edição que separa cores de imagens em preto e branco. O filme adapta o livro infantil homônimo de Brian Selznick (autor de “A Invenção de Hugo Cabret”), sobre duas crianças surdas, Ben e Rose, cujas histórias são separadas por 50 anos. Rose foge de casa em 1927, rumo a Nova York para conhecer Lillian Mayhew, estrela de cinema que idolatra. Jack também escapa para Nova York, mas em 1977, em busca de seu pai. Em determinado momento, porém, suas vidas se cruzam de maneira inesperada. O próprio Selznick assina o roteiro da adaptação, que destaca em seu elenco Julianne Moore (“Jogos Vorazes: A Esperança”), Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”), Tom Noonan (série “13 Monkeys”), Cory Michael Smith (série “Gotham”), Amy Hargreaves (série “13 Reasons Why”) e as crianças Oakes Fegley (“Meu Amigo, o Dragão”) e Millicent Simmonds (estreante). Exibido no Festival de Cannes, o filme terá sua estreia norte-americana no Festival de Nova York e lançamento comercial em 20 de outubro nos Estados Unidos e duas semanas depois, em 2 de novembro, no Brasil.

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    David Bowie embala primeiro teaser de Sem Fôlego, novo filme do diretor de Carol

    26 de julho de 2017 /

    A Amazon divulgou o pôster e o teaser de “Sem Fôlego” (Wonderstruck), novo filme de época de Todd Haynes (“Carol”). A prévia é embalada pelo clássico “Space Oddity”, de David Bowie, que acompanha as descobertas de seus personagens infantis, um menino e uma menina em Nova York, separados por décadas – e por uma edição que separa cores de imagens em preto e branco. O filme adapta o livro infantil homônimo de Brian Selznick (autor de “A Invenção de Hugo Cabret”), sobre duas crianças surdas, Ben e Rose, cujas histórias são separadas por 50 anos. Rose foge de casa em 1927, rumo a Nova York para conhecer Lillian Mayhew, estrela de cinema que idolatra. Jack também escapa para Nova York, mas em 1977, em busca de seu pai. Em determinado momento, porém, suas vidas se cruzam de maneira inesperada. O próprio Selznick assina o roteiro da adaptação, que destaca em seu elenco Julianne Moore (“Jogos Vorazes: A Esperança”), Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”), Tom Noonan (série “13 Monkeys”), Cory Michael Smith (série “Gotham”), Amy Hargreaves (série “13 Reasons Why”) e as crianças Oakes Fegley (“Meu Amigo, o Dragão”) e Millicent Simmonds (estreante). Exibido no Festival de Cannes, o filme terá sua estreia norte-americana no Festival de Nova York e lançamento comercial em 20 de outubro nos Estados Unidos. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil

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  • Música

    The Killers volta à ativa com clipe dançante gravado em Las Vegas

    29 de junho de 2017 /

    A banda The Killers voltou à ativa, cinco anos após o lançamento de seu último disco, e em grande estilo com “The Man”, uma música funkeada, a mais dançante da banda, com influências de Kool & The Gang, Talking Heads e David Bowie – um sample de “Fame”, de Bowie, é evidente na canção. O single ganhou um clipe cinematográfico assinado por Tim Mattia, diretor em alta demanda, que já fez vídeos para Linkin Park, The 1975, The Pretty Reckless, Chris Stapleton e Halsey. Gravado em Las Vegas, o clipe traz o cantor Brandon Flowers como um macho alfa, desfilando em roupas brilhantes e coloridas feito um pavão, apenas para ser humilhado e perder tudo, tanto numa mesa de jogo quanto nos bastidores de um show. A música faz parte de “Wonderful Wonderful”, quinto álbum dos Killers, que começou a ser gravado em setembro do ano passado e só deve chegar às lojas em setembro deste ano.

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  • Série

    Pistas deixam fãs curiosos por participação de David Bowie em novos episódios de Twin Peaks

    30 de maio de 2017 /

    Fãs de David Bowie ficaram curiosos com pistas que parecem sugerir sua participação nos novos episódios da série “Twin Peaks”. Ele tinha aparição prevista na série e os rumores ganharam força por conta de menções a seu personagem nos primeiros episódios do revival. Amigo do diretor David Lynch, Bowie apareceu no filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer”, de 1992, como o agente do FBI Phillip Jeffries, e o nome de Jeffries foi mencionado na nova temporada. Vale lembrar que as gravações do retorno de “Twin Peaks” começaram em 2015, ocasião em que o ator Harry Goaz, que interpreta Andy Brennan, chegou a dizer a um jornal que Bowie estava escalado para fazer uma participação especial. Posteriormente, foi noticiado que o cantor não conseguiu ir ao set, pois não estava se sentindo bem. Ele veio a falecer em janeiro de 2016. Mas as diversas menções a Jeffries têm feito os fãs especularem sobre uma possível aparição do personagem, que teria sido mantida em segredo por Lynch e Bowie. No Brasil, os novos episódios de “Twin Peaks” são disponibilizados pela Netflix, um dia depois da exibição nos Estados Unidos pelo canal pago Showtime.

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  • Filme

    Diretor do terror O Homem nas Trevas vai filmar remake de Labirinto

    14 de abril de 2017 /

    A Sony contratou Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas” e “A Morte do Demônio”) para dirigir o remake/continuação da fantasia infantil “Labirinto – A Magia do Tempo”, estrelada por David Bowie e a jovem Jennifer Connelly em 1986. Segundo o site Deadline, o diretor uruguaio e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”) vão escrever a história, que seria uma nova aventura passada no mesmo universo e não uma refilmagem do longa original. O filme de 1986 acompanhava a jornada da adolescente vivida por Connelly, que, cansada de ser babá do irmão mais novo, deseja que ele suma, sendo atendida pelo Rei dos Duendes. Desesperada ao perceber o que fez, ela entra num mundo mágico, repleto de fantoches e pedras que soltam pum, para enfrentar a criatura vivida por Bowie e recuperar seu irmãozinho. “Labirinto” contou com músicas de Bowie, roteiro de Terry Jones (dos Monty Python) e produção de George Lucas (criador de algo chamado “Star Wars”). Um supertime que, curiosamente, não impediu seu fracasso de bilheteria. A derrota financeira levou o diretor Jim Henson a entrar em depressão profunda. Ele nunca mais dirigiu nenhum filme até sua morte, quatro anos depois. O lançamento em vídeo e as exibições televisivas, porém, mudaram a percepção do público a respeito da obra, a ponto de muitos até acharem que o filme foi um dos grandes sucessos dos anos 1980. A obra também foi valorizada pelo reconhecimento obtido por Connelly em seus filmes seguintes. A atriz acabou ganhando o Oscar por “Uma Mente Brilhante” em 2002. A decisão de realizar o remake foi tomada no ano passado, quando se comemorou 30 anos de lançamento do original e aconteceu a morte de Bowie. Ainda não há previsão para o começo das filmagens ou data de lançamento. Antes de filmar “Labirinto”, Alvarez e Basu vão trabalhar juntos em outro projeto: a adaptação de “A Garota na Teia de Aranha”.

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